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Apple sofre processo coletivo pelas falhas no touch do iPhone 6

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Um grupo de proprietários do iPhone 6 e iPhone 6 Plus apresentaram uma ação coletiva contra a Apple em um tribunal da Califórnia.

O grupo acusa a Apple de fraude e violação das leis de proteção ao consumidor da Califórnia, alegando que a empresa era consciente dos problemas do touch da tela dos dispositivos, e se recusou a solucionar o mesmo.

“Os iPhones não são aptos para o propósito de seu uso como smartphones, por conta de sua tela touch”, de acordo com o texto da denúncia apresentada na corte federal em San José.

O iFixit avisou, mas a Apple não quis ouvir

Na semana passada, o iFixit alertou sobre esse problema, afirmando que “uma tonelada” de unidades do iPhone 6 Plus contavam com este problema, onde o touch deixa de responder ao toque, ou produzindo uma interação com erros.

O iFixit acusou a Apple de não fazer frente ao que eles consideram como um “erro de design”, pela falha na solda dos chips incluídos na placa lógica, algo que seria causado pelo movimento provocado pelo bendgate (dobra na lateral) do iPhone 6.

A notícia dessa ação coletiva não poderia vir em pior hora.

Não só os custos de possíveis indenizações, essa problema se transforma em publicidade negativa. E isso a uma semana da apresentação do iPhone 7, marcada para o dia 7 de setembro.

Lembrando: o iPhone 7 chega com a responsabilidade de frear uma queda nas vendas dos smartphones da Apple, que pode ver o seu primeiro ano de redução anual nas vendas desde o lançamento do primeiro iPhone, em 2007.

Via Reuters

iPhone 6 e 6 Plus contam com um defeito no touch da tela, e a culpa seria do Bendgate

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iPhone 6 e iPhone 6s Plus

De acordo com o iFixit, velhas unidades do iPhone 6 e iPhone 6 Plus contam com um problema onde a tela touch não responde. O problema vem acompanhado de uma faixa cinza horizontal na parte superior da mesma.

O mais grave de tudo isso é que, de acordo com o iFixit, a Apple está consciente do problema, mas se nega a reconhecer o mesmo.

 

O que é o “Touch Disease”?

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O defeito recebe o nome de “Touch Disease” por parte do iFixit, e teria sido detectado por técnicos e especialistas em 2015, além do próprio site especializado na desmontagem de dispositivos.

Técnicos de diferentes partes dos Estados Unidos alegam ver com certa frequência esse problema dos dispositivos de seus clientes.

Mesmo consciente do problema, a Apple não faz nada. Alguns empregados comentam com os proprietários de smartphones com defeito que a empresa não reconhece o problema, deixando como única solução recorrer à garantia, caso a mesma não tenha se encerrado.

Este é um problema muito sério. A faixa em cinza volta a aparecer ocasionalmente, e cada vez maior, ganhando mais espaço, até o ponto de deixar a tela inutilizável.

Trocar a tela pode poderia resolver o problema de vez, mas a faixa em cinza reaparece pouco tempo depois na nova tela.

Especialistas em reparação indicam um conjunto de chips controladores da tela touch na placa mãe como responsáveis pelo problema. Eles são encarregados em traduzir a pressão e as direções de entradas no dispositivo.

Os técnicos da Apple não estão preparados para trabalhar com a placa mãe, o que faz com ir até uma Apple Store com um iPhone 6 problemático se traduza em uma grande perda de tempo.

 

O que pode ter causado o problema no iPhone 6 e 6 Plus?

Duas terias sobre a origem do problema são levantadas.

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A primeira estaria nos chips U2402 Meson Touch IC, que podem estar com defeito de fábrica. A segunda teoria está diretamente relacionada ao Bendgate.

O bendgate é o fenômeno de dobra do dispositivo, que pode resultar em rupturas nas soldas e uma perda de contato da tela com a placa mãe.

Nesse caso em específico (do Bendgate), o iFixit acusa a Apple de não tomar atitude alguma para o que eles consideram como “um erro de design”, já que a falha na solda dos chips presentes na placa lógica é o que provocaria o movimento de dobra do iPhone 6.

iphone 6 bendgate

 

A falha aparece no momento em que chega ao fim o período oficial de garantia de dois anos de lançamento do iPhone 6 e iPhone 6 Plus. E apesar do problema não afetar o iPhone 6s, ele aparece semanas antes do lançamento do iPhone 7, e em um momento de uma clara queda nas vendas dos smartphones da Apple.

Ainda não dá para saber se é um problema em massa, mas já estaria propagado o suficiente para que cada iPhone 6 e 6 Plus sejam considerados uma bomba relógio nas mãos dos usuários.

O iFixit recomenda recorrer à garantia do produto caso ela esteja vigente. Caso contrário, o usuário deve levar o iPhone para uma assistência técnica especializada em reparações para trocar os chips Touch IC, ou refazer a solda na área problemática.

Estes são consertos mais baratos  do que trocar a placa mãe inteira ou comprar um novo smartphone.

Vamos ver como a Apple vai responder a esse assunto.

 

 

Via iFixit

Proibiram a venda do iPhone 6 e iPhone 6 Plus na China

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iPhone 6

 

A Apple segue enfrentando problemas na China. Serviços como iTunes Movies e iBook Store estão proibidos no país, e agora os modelos iPhone 6 e iPhone 6 Plus estão proibidos de comercialização naquele mercado.

 

Motivos bizarros para proibir as vendas

A situação é bizarra por dois motivos. O primeiro é que a acusação que motivou a proibição se fundamenta no fato do smartphone 100C da desconhecida empresa chinesa 100+ se parecer muito com o iPhone 6, a ponto dos usuários não serem capazes de diferenciar claramente os dois.

O segundo motivo bizarro é bem sério: vem do Escritório de Propriedade Intelectual de Beijing, deixando a Apple em posição bem delicada. A seguir, uma imagem do 100C, utilizado como prova na acusação, para que vocês tirem as suas conclusões.

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Como você já pode imaginar a essa altura do post, a Apple já trabalha para reverter essa proibição, como o objetivo de que tudo volte a normalidade, algo que na teoria deveria ser simples de resolver, já que, honestamente, os dois dispositivos se parecem tanto quanto colocamos um ovo e uma noz lado a lado. Porém, com o histórico que a gigante de Cupertino tem na China, não podemos dar essa causa como ganha.

Via EngadgetTENAA

Última atualização do WhatsApp pode esgotar armazenamento no iPhone

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A última atualização do WhatsApp traz como principal novidade o compartilhamento de documentos a partir do armazenamento na nuvem (Google Drive, Dropbox e OneDrive), assim com dar zoom em vídeos durante a reprodução e outros detalhes. Porém, a versão 2.12.14 traz um easter egg dos mais desagradáveis: ocupar todo o espaço de armazenamento disponível do iPhone em questão.

É um bug aleatório que está acontecendo em algumas unidades do iPhone 6 Plus. Pelo menos nesse momento este é o modelo de smartphone da Apple que os usuários estão reclamando nos fóruns de suporte, alegando que os dispositivos apresentam a mensagem de “memória cheia” sem que houvesse uma explicação lógica.

 

O que acontece?

Quando aparece essa mensagem, a primeira coisa que se pensa é que foi um descuido do usuário no registro de fotos e vídeos, e começa a eliminação de arquivos pessoais, principalmente quando se trata de um dispositivo com 8 ou 16 GB de armazenamento. É algo quase mecânico, e quem reportou o problema fez isso. Porém, a mensagem de memória cheia voltou a aparecer uma hora depois, sem explicação, mesmo depois de repetir a remoção de arquivos várias vezes.

Enquanto os usuários buscavam uma explicação para um erro do sistema ou algo que estivesse corrompendo o mesmo, outros davam a entender que o problema era no WhatsApp, recomendando que os usuários desinstalassem o aplicativo e o instalassem novamente.

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Na verdade, isso é inútil. A única forma de solucionar o problema (por enquanto) é desinstalando o WhatsApp do smartphone.

O que também podemos ver é que as denúncias sobre o problema só aumentam, já culpando diretamente o aplicativo como culpado. Se bem que algo além de ir no fórum de suporte da Apple para reclamar é reportar o problema diretamente ao WhatsApp.

 

Esperando por uma atualização

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Por enquanto, não há nenhum comunicado no blog do WhatsApp além do anúncio do fim do suporte para os sistemas mais antigos (e o BlackBerry OS 10). Felizmente não é um erro geral, e aparece aleatoriamente em algumas unidades do iPhone 6 Plus. Mesmo assim…

De qualquer forma, os mais prevenidos devem desativar o download e atualizações automáticas temporariamente (a versão começou a ser distribuída no dia 28 de fevereiro). Vamos esperar que alguma correção para o problema apareça o quanto antes possível.

Via Apple Support

Apple lança o seu case com bateria integrada oficial

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A Apple anunciou oficialmente o seu case com bateria integrada para os modelos iPhone 6 e iPhone 6s. A Smart Battery Case promete até 25 horas a mais de conversação, e tem preço sugerido de 119 euros.

A Smart Battery Case é um case de silicone com microfibra no seu interior, trazendo na sua parte traseira uma bateria integrada, que oferece as tais 25 horas extras de conversação, ou 18 horas de navegação. O acessório possui dois diferenciais em relação aos produtos da concorrência: a primeira é que, a partir da tela de bloqueio ou da central de notificações, é possível saber o status da bateria, e o segundo é a recarga via cabo Lightning.

A Smart Battery Case já está disponível na Apple Store, nas cores branco e preto. Cases similares para os modelos anteriores do iPhone não foram revelados.

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Via Apple

Quem está disposto a pagar R$ 3 mil ou mais em um smartphone?

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A Sony lançou uma versão Premium do Xperia Z5, e o modelo apenas corrobora com uma tendência que se tornou muito forte em 2015: uma linha de smartphones premium com preços onde ‘o céu é o limite’.

Não falo exclusivamente do preço desses dispositivos, que estão um degrau acima da linha alta mais cara, mas também das características que estabelecem um ponto de desequilíbrio diante de uma concorrência feroz em um segmento já saturado.

 

O valor diferencial já não está na linha alta

Nos últimos anos, e nos smartphones que testamos no TargetHD, vimos uma aproximação quase completa dos principais fabricantes entre os modelos top de linha. Primeiro essa pouca diferença veio pelas características, o que fez com que em poucos anos a linha alta recebesse um padrão de especificações que incluíam telas de similar diagonal, processador e RAM idênticas (se não nos números, em desempenho) ou na memória interna.

Apenas restavam detalhes relacionados com o tipo de tela, resolução da mesma ou a câmera. E aqui o ano de 2015 acabou igualando os 3 ou 4 smartphones que aspiram o título de melhor modelo do ano, não apenas na qualidade, mas também nas vendas.

Porém, o design e o acabamento está desequilibrando a balança nos últimos anos. Mas nem aí a diferença era tanta, e com pouquíssimas exceções temos um produto com melhores materiais, menor espessura e peso.

A nova linha Premium parece querer se aproveitar da máxima igualdade na linha alta no relacionado às especificações e a perda de valor real dos modelos mais caros diante de uma linha média que já é uma ameaça real. Mas essa igualdade que faz com que eles se destaquem e conquistem cota de mercado se complica quando analisamos somente os modelos top de linha.

O aumento de qualidade nos dispositivos com preços de até R$ 1.000, tanto na tela como em desempenho e câmera, trouxeram uma ideia de relação custo-benefício muito mais vantajosa do que aquela que se obtém com um modelo de linha alta, entre R$ 1.500 e R$ 2.500 no seu lançamento.

Curiosamente, essa linha média com maior potencial não está dominando o setor. Dos últimos modelos que surpreenderam na relação custo-benefício, temos o Alcatel OneTouch Idol 3, a linha Honor da Huawei, o One Plus One… sem falar no onipresente Motorola Moto G.

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E é nessa brecha que a linha premium quer se fazer. Por enquanto, ela se vale de características exclusivas, mas também, de forma colateral, por serem modelos inalcançáveis para a maioria no quesito preço. Um não vai querer admitir que um modelo que lhe custou R$ 3.000 ou mais é pior que outro. Certo?

 

Linha premium: apenas para os bolsos muito preparados

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Mas… quem são esses ‘novos ricos’ dentro do segmento de smartphones?

Por enquanto, os dois grandes exponentes dessa linha premium são a Samsung e a Sony. Os modelos desses fabricantes não apareceram do nada, e não contam com concorrentes dentro dos seus respectivos catálogos. Na verdade, como são recém lançados no mercado, eles basicamente personificam a alma da linha premium.

O Samsung Galaxy S6 Edge clona as características do igualmente completo Galaxy S6, mas conta com uma tela curva nas laterais. O seu design é fenomenal, mas a tela curva só agrega valor sugerido para o produto, em uma diferença considerável.

Não contente com o Galaxy S6 Edge, a Samsung repetiu a jogada com o Galaxy S6 Edge Plus. Igualmente caro.

Aliás, bem sabemos que não são colocadas telas com maior resolução para não prejudicar o desempenho da bateria… a não ser que você queira um modelo com uma bestial tela 4K, apenas para chamar a atenção. Foi o que a Sony fez: repetiu a estratégia da Samsung, e colocou ênfase em um único elemento que serve como ‘desculpa’ para posicionar um modelo como premium. Eles mesmos decidiram batizá-lo assim.

O Sony Xperia Z5 Premium não difere do modelo normal, exceto as 0.3 polegadas a mais de tela, e a resolução, que sai dos já extraordinários 2K para absurdos 4K. Esse adição, que só repercutem na mídia não interferem no bom desempenho ou qualidade da imensa maioria de atividades no smartphone, e só resultam em um preço consideravelmente maior do que os demais modelos mais modestos, que fazem exatamente a mesma coisa.

No Sony Xperia Z5 Premium (que ainda não tem preço ou lançamento definido no Brasil), esse aumento de resolução de tela aumenta o preço do dispositivo em 100 euros (de 699 para 799 euros). É um preço próximo ao do ‘rei’ da linha premium ‘sem querer’: o iPhone.

A Apple, que não adiciona nada de especial além da capacidade, posicional o seu iPhone 6 Plus com 128 GB de armazenamento nessa categoria ‘premium’, custando mais de R$ 4.000 no Brasil. Tudo bem que a Sony quer ganhar dinheiro com a sua divisão de smartphones, e de forma quase desesperada, mas para isso, a empresa quer cometer verdadeiras loucuras.

Aliás, a Sony e a Samsung se esquecem que não são a Apple nesse aspecto. E a missão das duas (de fazer dinheiro na linha premium) é uma das mais complicadas.

Estas são as diferenças entre o iPhone 6s Plus e o iPhone 6 Plus

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Alguns proprietários do iPhone 6 Plus certamente já se perguntam se vale a pena trocar de smartphone depois do anúncio do iPhone 6s Plus. Esse post pode ajudar a eliminar suas dúvidas, comparando se os retoques interessantes do novo modelo são suficientes para justificar a troca de dispositivo. Para ver melhor as diferenças e similaridades com o seu antecessor, veja a tabela a seguir.

iPhone 6s PlusiPhone 6 Plus
Dimensões158.2 x 77.9 x 7.3 mm158.1 x 77.8 x 7.1 mm
Peso192 gramas172 gramas
Tela5,5 polegadas5,5 polegadas
Resolução1,920 x 1,080 (401 ppi)1,920 x 1,080 (401 ppi)
Tipo de telaIPS LCD, Retina HD com 3D TouchIPS LCD, Retina HD
BateriaNão DisponívelNão Disponível
Armazenamento16 / 64 / 128 GB16 / 64 / 128 GB
Armazenamento externoNãoNão
Câmera traseira12 MP iSight, f/2.2, 1.22µm pixel size, OIS8MP iSight, f/2.2, 1.5µm pixel size, OIS
Câmera frontal5 MP, f/2.21,2MP, f/2.2
Vídeo4K1080p
NFCSimSim
Bluetoothv4.2v4.0
SoCApple A9 com M9 integradoApple A8
CPUNão Disponível1,4 GHz dual-core
GPUNão DisponívelPowerVR GX6450
RAMNão Disponível1GB
WiFidual band, 802.11a/b/g/n/ac MIMOdual band, 802.11a/b/g/n/ac
Sistema operacionaliOS 9iOS 8
Outras característicasTouch ID de segunda geração, giroscópio, barômetro, FaceTime HD, Apple Pay, Live Photo, Retina Flash, 3D TouchTouch ID, barômetro, giroscópio, FaceTime HD, Apple Pay

 

Apple reconhece as câmeras defeituosas no iPhone 6 Plus

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A Apple iniciou um período de substituição gratuita das câmeras defeituosas dos iPhone 6 Plus, falha que está presente em uma pequena porcentagem desses terminais comercializados entre setembro de 2014 e janeiro de 2015.

Em teoria, os modelos posteriores a esse período não estão afetados, e não entram no programa de substituição. Mas se você tiver dúvidas, é possível verificar no site oficial que a Apple criou para suporte ao problema, digitando o número de série do dispositivo.

Como podemos ver na imagem abaixo, o problema que afeta as câmeras iSight integradas no iPhone 6 Plus é bem sério, já que deixa praticamente inútil o sensor, com esse efeito borroso introduzido em cada foto.

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A Apple não especifica a quantidade de smartphones afetados, e se limita a dizer que foi ‘uma pequena porcentagem’, de modo que não dá para saber a real extensão do problema. Mas uma vez que a falha não foi muito propagada nos veículos de imprensa, tudo indica que realmente foi uma pequena porcentagem afetada.

Você teve esse problema? Ou sabe de alguém que foi afetado?

Via 9to5mac

Assim afeta o modo de baixo consumo no iPhone 6 Plus

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Uma das grandes novidades do iOS 9 é o modo de baixo consumo, um sistema que busca estender a autonomia de bateria do dispositivo quando a mesma se encontra na faixa dos 20%, reduzindo a velocidade do processador e outros recursos.

A consequência clara é que, ainda que a autonomia de bateria melhore, temos uma clara perda de desempenho, que foi vista em detalhes em um teste com o iPhone 6 Plus. A imagem abaixo mostra do lado esquerdo o desempenho desse modelo no Geekbench 3, enquanto que do lado direito temos o mesmo smartphone, mas com o modo de baixo consumo ativo.

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Temos aqui uma queda de desempenho considerável, que no iPhone 5s é bem parecida. Nos dois casos, a queda é de 40% aproximadamente.

Por enquanto, não fica claro como isso se traduz no uso diário do dispositivo, mas para as tarefas mais básicas (mensagens, chamadas, etc), não deve representar grandes problemas, na teoria. Vale lembrar que esse é um modo opcional, que pode ser ligado ou desligado de forma livre pelo usuário.

Via MuyMac

TargetHD Podcast | 212 | A Apple E Os Seus US$ 700 bilhões

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Nesta edição:

A Apple teve o seu melhor quarto trimestre de sua história, com vendas recordes de iPhones e lucros astronômicos. Hoje, a empresa vale mais de US$ 700 bilhões. Nesse podcast, faremos uma breve análise do momento da empresa, como eles conseguiram chegar nesse ponto, e qual é o próximo desafio da gigante de Cupertino.

Links do episódio: 

Apple vende quase 75 milhões de iPhones, e quebra um novo recorde trimestral
Samsung só se iguala à Apple em vendas, perdendo cota entre os tops de linha
Apple Watch chegará ao mercado em abril

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iPhone 6 Plus gasta o dobro de dados do iPhone 6

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Um estudo realizado pela Citryx revela que o iPhone 6 Plus aumenta consideravelmente o consumo de dados do usuário.

Essa conclusão pode ser alcançada se levarmos em conta que em uma tela maior teremos à nossa disposição mais conteúdo. Mas… quanto exatamente? Os resultados são surpreendentes, pois segundo a análise, o modelo de 5.5 polegadas da Apple consome o dobro de dados se comparados com o iPhone 6, de 4.7 polegadas.

Como dado curioso, a diferença de consumo em relação ao iPhone 3GS é de nada menos que dez vezes a mais com o iPhone 6 Plus, uma diferença em que já entram outros aspectos, como a velocidade de conexão, processamento de dados, entre outros.

Pelo visto, parece que a escolha de um modelo ou outro implica também em escolher uma tarifa de dados superior no caso que optemos pelo modelo com tela maior.

E você? Notou algum aumento no consumo mensal de dados com um dispositivo com tela de grandes dimensões?

Via MacRumorsCitryx (pdf)

 

iPhone 6 se vende três vezes mais que o iPhone 6 Plus nos EUA

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A Apple não oferece dados específicos sobre as vendas dos seus diferentes modelos de iPhone, mas um estudo realizado pela Consumer Intelligence Partners nos Estados Unidos mostra que, até agora, as vendas do iPhone 6 são muito superiores do que aquelas registradas pelo iPhone 6 Plus.

O estudo foi realizado durante os 30 primeiros dias de disponibilidade desses dispositivos nos EUA, e mostra que o iPhone 6 obteve uma cota de venda de 68%, enquanto que o iPhone 6 Plus registrou entre 23% e 24%. Ou seja, nesse período, para cada três unidades do iPhone 6 vendidas, uma unidade do iPhone 6 Plus foi comercializada.

As vendas dos dois dispositivos representaram uma cota de 91% do total de iPhones vendidos nas suas primeiras quatro semanas de disponibilidade, enquanto que as demais unidades corresponderam aos modelos iPhone 5s e iPhone 5c, que continuam a ser comercializados nas lojas físicas e online da Apple. Esses dois modelos tiveram uma cota de 84% no seu primeiro mês de vendas em 2013.

Apesar de uma venda claramente superior a favor do iPhone 6, o principal responsável do estudo também destaca que a Apple segue tendo problemas com a demanda do iPhone 6 Plus. Apesar de uma demanda menor nos EUA, os países asiáticos provavelmente contam com cotas muito parecidas entre os modelos de 4.7 e 5.5 polegadas.

+info

 

Começa a pré-venda dos novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus no Brasil

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Os novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus estão desembarcando no Brasil. Os smartphones chegarão de forma oficial ao nosso mercado no dia 14 de novembro (sexta), e tanto a Apple quanto os principais e-commerces nacionais já iniciaram a pré-venda do dispositivo, para aqueles que estão interessados em ter o dispositivo desde o primeiro dia.

Os valores previamente vazados nos veículos de tecnologia foram confirmados, e os novos iPhones contam com valores que variam entre os R$ 3.199 (iPhone 6 de 16 GB) e R$ 4.399 (iPhone 6 Plus de 128 GB).

Para aqueles que pretendem comprar o smartphone na loja da Apple, existem duas modalidades de venda: a pré-venda e a reserva. Nos dois casos, o cliente pode adquirir no máximo duas unidades. Na pré-venda, o cliente recebe o produto no endereço indicado. Na reserva, a compra é efetivada na loja física da Apple, no dia 14.

Segundo a fonte do Tecnoblog, nos primeiros dias após o lançamento dos iPhones, todo o esto que da loja física da Apple no Rio de Janeiro é destinada aos usuários que reservaram a compra do produto pelo site. Ou seja, não basta aparecer na loja da Apple e comprar um iPhone, exceto quando alguém desistir de uma reserva.

Para quem não pode se deslocar até a loja física da Apple – ou quer dar uma forcinha para esse blog – pode comprar conosco os novos iPhones. Clique aqui para conferir os modelos disponíveis, ou nos banners abaixo, para as opções individuais.

iPhone 6 128GB Prata

iPhone 6 128GB Prata Por R$ 3.999

iPhone 6 Plus 16GB Dourado Por R$ 3.599

iPhone 6 Plus 16GB Dourado Por R$ 3.599

iPhone 6 16GB Dourado Por R$ 3.199

iPhone 6 16GB Dourado Por R$ 3.199

iPhone 6 Plus 16GB Prata Por R$ 3.599

iPhone 6 Plus 16GB Prata Por R$ 3.599

iPhone 6 16GB Cinza Espacial Por R$ 3.199

iPhone 6 16GB Cinza Espacial Por R$ 3.199

iPhone 6 64GB Prata Por R$ 3.599

iPhone 6 64GB Prata Por R$ 3.599

iPhone 6 64GB Cinza Espacial Por R$ 3.599

iPhone 6 64GB Cinza Espacial Por R$ 3.599

iPhone 6 Plus 16GB Cinza Espacial Por R$ 3.599

iPhone 6 Plus 16GB Cinza Espacial Por R$ 3.599

iPhone 6 16GB Prata Por R$ 3.199

iPhone 6 16GB Prata Por R$ 3.199

iPhone 6 e iPhone 6 Plus desembarcam no Brasil em 14 de novembro

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As operadoras Claro, TIM e Nextel informaram que começam a vender os novos smartphones da Apple – iPhone 6 e iPhone 6 Plus – no mercado brasileiro a partir do dia 14 de novembro.

Alguns e-commerces nacionais também começam a enviar e-mails para os clientes cadastrados, convidando-os para uma eventual lista de espera específica para o produto. Os novos modelos não contam com preços confirmados, mas rumores indicam que os preços iniciais sugeridos podem ser de R$ 3.199 (iPhone 6) e R$ 3.599 (iPhone 6 Plus). É possível que a Apple ceda o tradicional desconto de 10% para aqueles corajosos que comprarem o smartphone à vista diretamente com eles.

Vale lembrar que este é o primeiro lançamento da Apple com uma loja física da empresa no Brasil. Logo, podemos esperar algum evento badalado na madrugada para promover o lançamento, com vendas limitadas.

Via Tecnoblog

Rumor: Dá pra encarar um iPhone 6 Plus custando até R$ 4.400?

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Segundo o site MacMagazine (que acertou no ano passado quando antecipou os preços do iPhone 5s), os novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus podem custar uma pequena fortuna para os usuários brasileiros. Os valores podem ser até 50% mais caros do que se os mesmos modelos fossem comprados nos EUA.

Se a lista publicada estiver correta, o iPhone 6 de 16 GB, que é o modelo mais barato, vai custar a ‘bagatela’ de R$ 3.199. A versão de 64 GB do iPhone 6 deve custar R$ 3.599, e o modelo de 128 GB do mesmo modelo sai por R$ 3.999. Já o iPhone 6 Plus de 16 GB deve custar R$ 3.599, o modelo de 64 GB por R$ 3.999, e a versão de 128 GB deve custar exorbitantes R$ 4.399.

Alguns pontos precisam ser colocados diante desse cenário. Primeiro, que ainda estamos na zona de rumores, e que apesar da fonte ser confiável, ainda não são valores oficiais. Por outro lado, as chances dessas informações se confirmarem, ou dos valores oficiais serem muito próximos aos listados são enormes. Logo, é possível traçar um cenário aproximado da relação custo/benefício a partir desses valores.

Os valores dessa vez superam e muito aqueles cobrados pelo iPhone 5s, lançado no Brasil em novembro de 2013, com preço inicial sugerido de R$ 2.799. Algumas empresas chegaram a cobrar valores ainda mais altos pelo iPhone 5s (o iPhone 5s de 64 GB no plano pré-pago da Vivo chegou a ser encontrado por absurdos R$ 4.499).

Se confirmados, mais uma vez temos valores simplesmente ridículos para um smartphone. É evidente que temos que considerar o fato que o dólar no Brasil está com uma considerável alta em relação ao mesmo período do ano passado (cotação atual alcançando os R$ 2.50), e isso faz com que os preços sejam empurrados para cima, levando em conta que as primeiras unidades não devem ser fabricadas no Brasil.

Mesmo assim, são valores patéticos para um smartphone, mesmo um top de linha. Ok, achamos o iPhone 6 um belo dispositivo, mas pensando de forma mais fria e calculista, a maioria dos principais concorrentes oferecem alternativas tão boas quanto os novos iPhones (deixando de lado as individualidades mais evidentes – iOS, Touch ID, etc), com valores consideravelmente mais acessíveis.

Os dois modelos já estão homologados no Brasil pela Anatel. A Apple não se pronuncia sobre o assunto, e a previsão é que esses novos iPhones devem chegar ao mercado até o final de 2014.

Via MacMagazine, Tecnoblog

Apple pode dar ‘incentivo’ para Foxconn aumentar a produção do iPhone 6 Plus

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A Apple estaria disposta a pagar mais dinheiro para a Foxconn aumentar a produção do iPhone 6 Plus. Hoje, a fabricante chinesa ganha US$ 20 por cada unidade do iPhone 6 Plus fabricada, e esse valor poderia ser aumentado para até US$ 25 a unidade.

A demanda dos novos iPhones (6 e 6 Plus) está tão elevada, que a Foxconn já dedica mais de 200 mil funcionários na produção dos modelos, e esse aumento da produção faria com que a Apple pagasse mais por cada unidade de forma temporária, até que os ritmos iniciais de produção sejam recuperados.

Tim Cook indicou durante o evento de apresentação dos resultados financeiros da empresa que eles não podem precisar quando serão capazes de atender a demanda, mas que podem gerenciar um aumento da capacidade de produção, se isso for necessário (e, pelo visto, está sendo necessário).

Apesar da Apple não entrar em detalhes sobre o volume de unidades vendidas em cada modelo, dados preliminares mostram que o iPhone 6 Plus é um sucesso em particular na China, deixando claro que o país tem um interesse especial por telefones com grandes telas. E a Apple já se aproveita disso muito bem.

Via BGR

iPhone 6 Plus está homologado pela Anatel

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A Anatel homologou o novo iPhone 6 Plus da Apple, o que torna o dispositivo apto a ser vendido no Brasil de forma oficial (e não aquele ‘lançamento’ promovido pelo Walmart a alguns dias).

O modelo homologado pela agência é o mesmo que é vendido nos Estados Unidos pelas operadoras AT&T, Verizon e T-Mobile, além de ser o modelo vendido desbloqueado pela Apple Store (A1522). Logo, para aqueles que adquirirem o novo iPhone no mercado norte-americano, vai poder utilizar o 4G no Brasil sem maiores problemas, e com garantia de fábrica.

Por enquanto, apenas o iPhone 6 Plus foi homologado, restando ainda a aprovação do iPhone 6 de 4.7 polegadas (modelo A1549). Além disso, a aprovação da Anatel não quer dizer um lançamento iminente: a Apple já confirmou que o Brasil não está na janela de lançamento do mês de outubro. Ou seja, os novos telefones podem chegar por aqui no começo de dezembro, no cenário mais pessimista.

Via MacMagazine, Tecnoblog

Smartphones com telas grandes agradam cada vez mais

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Os phablets estão com uma popularidade cada vez maior. É claro que existem aqueles que preferem os telefones com telas menores, pelos mais diversos motivos. Mas os indícios que mostram que os telefones maiores contam com mais e mais adeptos são explícitos. E isso tem as suas vantagens.

O crescente sucesso dos phablets conquistou recentemente os usuários do iPhone. A Apple revelou recentemente que existe uma demanda maior do iPhone 6 de 4.7 polegadas do que do modelo de 5.5 polegadas, mas fontes asiáticas próximas da cadeia de produção, a demanda do iPhone 6 Plus é muito maior do que aquela que a Apple previu.

Isso fez que a Apple desviasse parte dos recursos de fabricação do iPhone 6 de 4.7 polegadas para o modelo de 5.5 polegadas. A fonte anônima informa que serão fabricados entre 3 e 4 milhões de unidades a menos do modelo de 4.7 polegadas, para aumentar o volume de unidades do iPhone 6 Plus.

A conclusão imediata que podemos chegar com esses dados é que a Apple se viu obrigada a mudar os seus planos para se adequar a uma demanda inesperada. Porém, é preciso ir além disso. O notável sucesso do iPhone 6 Plus indica que muitos fãs incondicionais do iPhone não se importaram em nada em saltar da tela de 4 polegadas para a de 5.5 polegadas, algo que não estava nos planos da Apple há 12 meses atrás.

Também devemos considerar outra opção: a possibilidade de uma parte dos compradores do iPhone 6 Plus ser composta de usuários de outras marcas, que não se interessavam pelos iPhones de 4 polegadas, e que decidiram comprar um iPhone justamente porque agora ele tem uma tela maior.

Escolher um smartphone é um processo que envolve escolhas estritamente pessoais. Não existe uma escolha mais acertada que outra. O erro ou acerto está diretamente ligado às necessidades e características individuais do usuário.

Via DigiTimes

Adoção do iOS 8 segue sendo lenta, apesar do sucesso dos novos iPhones

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Desde o começo, a adoção do iOS 8 foi mais lenta que o iOS 7. E mesmo depois de três semanas de lançamento dos novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus, essa expansão ainda está abaixo do esperado.

Segundo a empresa Fiksu, o iOS 8 ainda não alcançou os 40% de cota de dispositivos iOS. Os números são semelhantes ao apresentados pela Mixpanel, apesar deles acreditarem que o iOS 8 está próximo de alcançar os 50% nos próximos dias. Detalhe: tanto o iOS 6 como o iOS 7 superaram essa marca com apenas 12 dias de seu lançamento.

Em compensação, as vendas dos novos iPhones seguem excelentes. O iPhone 6 já vendeu basicamente o dobro do iPhone 5 ou 5s com o mesmo tempo de disponibilidade. Com 17 dias de lançamento, o iPhone 6 já representa 4% da cota total de dispositivos iOS, enquanto que o iPhone 5s e 5c combinados representavam 3% no mesmo tempo, em 2013.

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O iPhone 6 Plus está um pouco melhor do que o iPhone 5c no ano passado, quando os dois dispositivos superaram o 5% de cota em 18 dias de venda (praticamente o dobro que o alcançado pelos seus antecessores 12 meses antes). Os números se baseiam no uso dos dispositivos em rede, e não em relação às vendas reais dos modelos.

Não há um motivo aparente pelo desinteresse dos usuários pelo iOS 8, uma versão que traz melhorias importantes em algumas funcionalidades. Tudo bem que o sistema não oferece mudanças evidentes na interface – como aconteceu com o iOS 7. Mesmo assim, um update é um update, certo?

Via 9to5Mac

2 milhões de novos iPhones reservados na China em apenas seis horas

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O lançamento dos novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus na China já pode ser considerado um grande sucesso. Lá, os smartphones só começam a ser vendidos no dia 17 de outubro, mas as três grandes operadoras do país (China Unicom, China Telecom e China Mobile) já iniciaram as reservas do produto, e os números são expressivos.

De acordo com o jornal Weifeng, foram vendidos dois milhões de unidades dos novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus nas primeiras seis horas de disponibilidade, superando a taxa de reservas inciial da Apple nos primeiros países que receberam os novos telefones. Nos Estados Unidos e outros nove países, foram 4 milhões de reservas nas primeiras 24 horas, para depois alcançarem as 10 milhões de unidades vendidas no primeiro final de semana de disponibilidade.

O teórico número de reservas na China nas primeiras horas recebe ainda mais destaque se levarmos em conta que as reservas do produto começaram nas vésperas de uma tradicional festa do país. É claro que temos que levar em conta a dimensão do mercado chinês, mas também podemos já imaginar que os novos iPhones podem bater todos os recordes de vendas.

Estima-se que a Apple venderá entre 70 e 80 milhões de iPhones até o fim de 2014, e esse sucesso preliminar nos leva a crer que tais estimativas já se apresentam modestas.

Via TechInAsia