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Microsoft registra patente de ‘modo discreto’ de uso do celular no cinema

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A Microsoft conseguiu o registro de uma patente que se descreve como um ajuste automático da configuração do smartphone ao adentrar uma sala de cinema ou teatro.

Esse ‘modo discreto’ muda uma série de parâmetros como brilho, sons e notificações na tela de bloqueio. A ideia é automatizar esses parâmetros através de sensores, resolvendo assim o problema da falta de educação de alguns usuários.

A patente mostra que a detecção do local e a mudança de modo utiliza o GPS, o NFC, o WiFi e até o som ambiente. O sistema identificaria que compramos uma entrada para o cinema ou teatro, e entraria em ação, baseado no horário do evento.

Também lançaria mão do calendário do usuário para identificar os eventos, e o retorno ao modo normal do telefone seria algo automático.

Mesmo não sendo algo tão revolucionário, é um recurso bem vindo. Algo que pode ser feito é ver tal funcionalidade ser aplicada também aos wearables, que em breve podem causar transtornos semelhantes.

Via United States Patent and Trademark Office

Sucesso do iPhone 6 faz o Android retroceder em quase todo o planeta

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Entre setembro e novembro de 2014, a Apple recuperou terreno em relação ao Android em praticamente todos os mercados globais, de acordo com os dados da Kantar Worldpanel ComTech.

O responsável por esse aumento de cota de mercado foi o iPhone 6, que nesse período foi o responsável por quase 20% das vendas de todos os smartphones apenas nos EUA. O aumento nas vendas nesse trimestre se aprecia em comparação com o mesmo período no ano passado.

Com isso, nos EUA, o Android caiu de 50% para 48.4%, enquanto que o iOS aumentou mais de 4%, indo para 47.4%. Quem mais sofreu no país foi o Windows Phone, que perdeu 1.6% de mercado, ficando com uma cota de apenas 3%.

Os dados da Kantar deixam claro que a China já é o mercado mais importante do planeta, e lá, a Apple só tem 18.1% de cota do mercado. O domínio chinês está nas mãos da Xiaomi, que cresceu em um ano 18%, para se colocar em uma cota geral de mais de 30%.

É curioso ver que no Japão temos um domínio do iOS mais ameaçado, com o Android ganhando 12% de mercado, e o iOS perdendo 15%. A diferença do sistema da Apple sobre o da Google caiu de 40% para apenas 11%.

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Via Kantar

A Samsung já sabe que precisa se arriscar e reinventar o seu Galaxy S6

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Em um mercado de tecnologia muito exigente, os fabricantes que se acomodam e deixam de ouvir os pedidos dos usuários, se distanciando da sua capacidade de inovação, acabam pagando muito caro. Tal lição foi experimentada por muitas das gigantes do passado (Sony no mercado de TVs, Nintendo nos videogames, e BlackBerry no mercado de smartphones). E pode acontecer de novo a qualquer momento.

2014 foi um ano delicado para a Samsung no segmento de smartphones. Os sul-coreanos reconheceram que no terceiro trimestre do ano passado, eles registraram perdas de 7.7% de cota desse mercado, em um sinal evidente que o jogo mudou para eles.

A primeira decisão importante da Samsung foi reestruturar o seu catálogo de smartphones. Com as marcas chinesas crescendo, todos os seus competidores foram obrigados a reduzir as suas margens de lucro, para serem mais competitivos no segmento mobile.

A Samsung não saiu imune desse movimento. Com números de vendas razoavelmente bons, o valor arrecadado e lucro líquido caíram sensivelmente durante o terceiro trimestre de 2014. Em breve saberemos como eles se saíram no final do ano, para traçar um cenário mais completo da empresa nesse setor.

A Samsung precisa oferecer um produto forte nas especificações, mas com relação custo/benefício elevada. E isso é meio óbvio de se dizer. O Galaxy Core Prime pode ser o produto que pode ajudar nessa contra-ataque, principalmente visando os mercados da China e da Índia, que receberam uma importância ainda maior nos últimos meses.

Mas não devemos nos esquecer dos modelos top de linha, que mostram tudo o que um fabricante é capaz de fazer, entregando performance, design e inovação elevadas. E quando pensamos nesses aspectos para a Samsung, é impossível não pensar no Galaxy S6, que pode seguir um caminho diferente dos seus predecessores.

Se a mudança de rumo se confirmar, ficará bem claro que a Samsung decidiu repensar o seu smartphone top de linha (apesar do Galaxy Note) para aumentar o seu valor agregado e, assim, torná-lo mais atraente e competitivo.

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Tudo o que vazou sobre o Galaxy S6 nas últimas semanas aponta para essa direção. As melhorias introduzidas no dispositivo devem ser muito além das especificações, e isso é algo bem razoável, se a ideia é se diferenciar dos demais. Até porque bem sabemos que as gigantes de tecnologia acabam tendo acesso aos mesmos componentes ou elementos com especificações muito similares, o que torna difícil a missão de se diferenciar dos outros pelas especificações.

Ao que parece, a Samsung está trabalhando em vários protótipos do Galaxy S6 que apontam para direções diferentes. O que está certo é que, de alguma forma, esse modelo será bem diferente. Ao menos quando comparado com os demais modelos da linha Galaxy S.

Quem sabe um chassi metálico, uma tela com lateral curva (ou as duas laterais curvas), ou uma tela plana… várias direções que na prática só servem para despistar todo mundo. Provavelmente só teremos pistas sólidas sobre o modelo quando ele for anunciado.

De qualquer forma, vamos continuar a seguir as pistas, pois isso é algo que devemos fazer como fãs de tecnologia.

As plataformas móveis mais novas vão crescer em 2015

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Um estudo da Digitimes indica que as plataformas consideradas mais ‘novas’ no segmento mobile (Firefox OS, Tizen, Android One) tendem a crescer ao longo do ano de 2015. O ‘motor’ desse crescimento está nos mercados emergentes cuja população vai trocar os seus celulares mais simples por smartphones de entrada, com essas plataformas.

O Gartner revela que 38% dos telefones vendidos no terceiro trimestre de 2014 foram ‘feature phones’, e essa porcentagem deve cair para 10% em 2018. Esses modelos, que custam entre US$ 50 e US$ 100, já são canibalizados pelo Android. Mas em faixas de preço um pouco mais elevadas, as plataformas novas podem prevalecer.

O Android One parece estar muito bem posicionado, mesmo com a fria acolhida na Índia. Afinal, ninguém despreza o apoio do Google e do Android oficial logo de cara, e espera-se que empresas de peso como HTC, ASUS, Acer e Lenovo apostem nessa proposta. Sem falar na MediaTek, que se apresenta como uma alternativa econômica à Qualcomm.

O Tizen deve finalmente dar as caras, com a Samsung lançando o primeiro smartphone com esse sistema na Índia durante o primeiro trimestre de 2015. Se tudo der certo, o anúncio acontece no dia 18 de janeiro.

A ideia é a mesma dos demais concorrentes: um hardware decente com um baixo preço. Com a expertise da Samsung em software e hardware, podemos sim ter um produto decente, mas resta saber se os coreanos vão dar o devido valor à plataforma.

A Mozilla já tem 14 modelos de smartphones com Firefox OS (através de parceiros), disponíveis em 30 países, com preços que variam entre US$ 30 e US$ 300. Acordos com Huawei, TCL, ZTE e outras empresas chinesas (e operadoras), além do fabricante Spreadtrum Communications, que deve resultar em novos dispositivos ao longo de 2015.

A Microsoft tem a missão mais complicada entre os fabricantes de entrada. Os modelos de entrada com Windows Phone custam mais caro que os dispositivos dessa nova concorrência. E é irônico pensar que foi justamente o Lumia 520 quem inspirou os demais a criar soluções decentes de baixo custo.

Pode ser tarde demais para a turma de Redmond para contra-atacar. Mas vamos esperar. 2015 mal começou.

Via Digitimes

Gartner: Samsung em queda, Apple e Xiaomi em alta no terceiro trimestre de 2014

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A Gartner revelou os seus números referentes ao terceiro trimestre de 2014 no mercado de telefonia móvel, e os resultados mostram que o segmento não para de crescer. Foram 301 milhões de dispositivos móveis vendidas, onde 66% desse volume é de smartphones. A estimativa é que em 2018, 9 de cada 10 dispositivos vendidos se posicione dentro da categoria de telefones inteligentes.

Este crescimento veio com mudanças no top 5 entre os fabricantes que mais vendem. A Samsung continua como líder do segmento, mas com queda nas vendas de 8%. A LG ficou de fora dos cinco primeiros para dar lugar à Xiaomi, que está na quarta posição global, com uma cota de mercado de 5.2% (era de 1.5% no mesmo período em 2013), superando a Lenovo, que ficou na quinta posição, com 5%.

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A Apple permanece na segunda posição, mas cresceu a sua cota em relação ao ano passado em 0.6%. Hoje, sua cota global é de 12.7%. A Huawei ficou com a terceira posição, com 5.3% de mercado (no ano passado, era 4.7%).

Com isso, o clube do top 5 da Gartner tem hoje três empresas chinesas que lutam contra a norte-americana Apple e a sul-coreana Samsung.

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Sobre os sistemas operacionais em smartphones, o Android segue dominante, com um aumento na sua cota de 1.1%. O iOS, por sua vez, subiu de 12.1% para 12.7% (o mesmo aumento que os smartphones registrou, e isso é óbvio), enquanto que o Windows Phone registrou queda de mercado, indo de 3.6% em 2013 para 3% no mesmo período de 2014.

Via Gartner

Coerência da Samsung: se a empresa lucra menos, os seus chefes ganham menos

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Os últimos trimestres fiscais da Samsung foram decepcionantes, e mesmo mantendo sua posição dominante no mercado global de smartphones, suas vendas são afetadas por diversos fatores. Isso gera um volume financeiro menor e, por consequência, um bônus menor para seus diretores.

O Wall Street Journal revela que J.K. Shin, responsável pela divisão mobile da Samsung, obteve um bônus de US$ 630 mil no terceiro trimestre do ano. Uma montanha de dinheiro para a maioria dos mortais, mas é muito menos que os US$ 1.5 mlhão recebidos pelo terceiro trimestre de 2013.

Apesar de ser algo evidente que esses valores astronômicos não tornam Shin dignos de pena, o fato é que é interessante que uma empresa mostre ao mundo que os seus resultados ruins também afetam a cúpula diretora. A Samsung informa uma queda de 60% no lucro líquido no terceiro trimestre de 2014 em relação ao ano passado, e seus acionista registraram 14%.

A Samsung está preocupada com o caminho da sua divisão mobile, mas seguem trabalhando naquele que é chamado ‘Project Zero’ que seria o Galaxy S6. Uma aposta pesada dos coreanos para que eles possam retomar as rédeas do mercado.

Via The Wall Street Journal

Nokia não descarta lançar smartphones com sua marca em breve. Porém…

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A Microsoft deu o salto oficial de Nokia Lumia para Microsoft Lumia, mas isso não significa que a Nokia (como nome) esteja morta e enterrada no mercado de smartphones. É o que deu a entender hoje (14) Rajeev Suri, CEO da empresa finlandesa em uma conferência para seus investidores em Londres (Reino Unido).

“Creio que podemos esperar que nossa marca vai voltar ao mundo dos consumidores”, disse Suri, referindo-se a vários segmentos, inclusive o de telefonia móvel. Até então, o retorno da Nokia ao mercado de smartphones é algo ainda descartado, e o mais provável é que eles cedam os direitos de sua marca para que outros fabricantes a utilizem. “A marca Nokia é muito poderosa, e vemos muito interesse na aquisição de uma licença para o seu uso. Vamos atrás disso… de uma forma razoável e considerada”.

É comum ver empresas de tecnologia licenciando o uso de suas marcas. Um exemplo clássico é o da Philips, que não mais fabrica televisores, mas está no mercado por conta da TP-Vision. Ou seja, os fãs da Nokia ainda não podem comemorar, mas podem guardar uma esperança maior de ver ao menos a marca de volta ao mercado. E sim… é sempre bom lembrar que os hipotéticos smartphones que virão dessa ‘nova Nokia’ não terão muito em comum com os modelos atuais.

Via Reuters, Android Authority

Como criar o smartphone mais fino do mundo? Colocando componentes ao redor da tela

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A corrida pelo smartphone mais fino do mundo não é nova, mas nos últimos meses tomou dimensões maiores, especialmente na China. Fabricantes como Oppo e Vivo tentam registrar essa marca ao ponto que outros não podem – ou não precisam – chegar.

A Oppo tem o R5, um dispositivo que conta com 4.85 mm de espessura, e tudo o que temos direito – inclusive uma bateria decente. Já o Vivo X5 Max contará com apenas 3.75 mm de espessura, e eles parecem que falam sério quando prometem alcançar essa marca. Logo, vale a pena ver como se evolui o design industrial e de componentes para que esses números sejam alcançados. Até porque, no caso do Vivo X5 Max, muitos desses elementos serão alojados ao redor da tela.

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A Vivo alega ter movido 90% dos seus componentes (ou 786 elementos) para a área que rodeia a tela, nas laterais do smartphone. Se isso vai aumentar as bordas de tela? Não sabemos. Não foi mostrado muito sobre o produto, muito menos sobre sua parte frontal. Fato é que nesse tipo de telefones ultrafinos temos o desaparecimento do conector para fones de ouvido, e também não temos o slot para expansão de memória. Mas a Vivo achou um jeito de colocar os dois no dispositivo, de acordo com a documentação vazada pelo TENAA.

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Não resta dúvidas que o Vivo X5 Max terá um dos processos de desmontagem mais interessantes do ano. Esperamos que o modelo traga por dentro o hardware da MediaTek, e uma tela de 5.5 polegadas por fora.

Via GSMArena

Dicas de Compras | Especial: smartphones top de linha à venda no Brasil

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O final do ano está chegando, e muitos usuários estão buscando dicas e recomendações para comprar os seus presentes. Enquanto seguimos contando o que nos vai sobrar de dinheiro para as extravagâncias tecnológicas, vamos despertar o consumismo por excelência com esse post, indicando alguns dos smartphones top de linha disponíveis no mercado.

Essa breve lista mostra alguns dos melhores dispositivos do mercado nesse momento no mercado brasileiro. Não incluí nessa lista modelos lançados lá fora e não aqui, modelos que ainda estão por vir, ou outros que jamais chegarão ao nosso mercado. Os valores listados são os sugeridos pelo fabricante, e podem variar de acordo com a modalidade de plano/pagamento, ou do local onde o cliente vai comprar o dispositivo.

Preparados? Lista a seguir.

 

Sony Xperia Z3

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Um dos lançamentos mais recentes do mercado, o Sony Xperia Z3 possui um processador Snapdragon 801, tela IPS de 1920 x 1080 pixels e bateria muito eficiente. Sem falar na sua potente câmera de 20.7 MP e a ISO mais elevada do mercado.

Preço: R$ 2.699.

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Samsung Galaxy Note 4

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A Samsung segue apostando nos grandes formatos de tela. O Galaxy Note 4 possui uma tela de 5.7 polegadas (Quad HD), processador Snapdragon 805, câmera traseira de 16 megapixels e bateria digna de destaque.

Preço: R$ 2.899.

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Motorola Moto X de 2ª Geração (2014)

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O novo Moto X (2014) possui uma tela AMOLED de 5.2 polegadas e um Android quase limpo, onde as customizações resultam em uma experiência de uso única. Sem falar que é uma das melhores relações custo/benefício do mercado.

Preço: R$ 1.499.

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Apple iPhone 6

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Não dá pra falar de smartphones ‘top’ sem falar do iPhone 6. Independente do fato de sua evolução ser maior ou menor aos olhos dos críticos, o dispositivo reúne especificações potentes para ser considerado uma opção. Mais fino e leve do que nunca, conta com processador Apple A8 com suporte de 64 bits, até 128 GB de armazenamento e tela Retina HD de 4.7 polegadas.

Preço: a partir de R$ 3.199.

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Apple iPhone 6 Plus

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Se o tamanho do iPhone 6 não é suficiente para você, sempre é possível optar pelo modelo maior. O iPhone 6 Plus oferece as mesmas especificações técnicas, mas com uma tela de 5.5 polegadas (1080p) e uma câmera com estabilização óptica. Se o seu sonho sempre foi ter um phablet com iOS, essa é a sua escolha.

Preço: a partir de R$ 3.599.

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LG G3

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A LG fez um belo trabalho com o LG G2, e conseguiu oferecer algo ainda melhor com o G3. Uma tela com 5.5 polegadas muito bem aproveitadas (Quad HD), um desempenho digno de um dispositivo potente, e muito atraente no seu design.

Preço: R$ 2.099.

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Lumia 1020

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O Lumia 1020 entra na lista por conta de receber um Windows Phone atualizado, e pela sua câmera de 41 megapixels. Se você é fã do sistema da Microsoft e quer o melhor, essa é a sua escolha.

Preço: R$ 1.999.

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Samsung Galaxy S5

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O Samsung Galaxy S5 não poderia ficar de fora dessa lista. Pode até ser que o dispositivo decepcione no design e nas inovações, mas ele ainda é um top de linha com sua tela de 5.1 polegadas (HD), processador quad-core e câmera de 16 megapixels. Sem falar nos seus vários sensores (digital, cardíaco, etc).

Preço: R$ 2.399.

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Motorola Moto Maxx

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Um dos modelos mais recentes no mercado brasileiro é (talvez) o Android mais completo que já chegou ao Brasil. O Moto Maxx possui uma generosa tela, um processador potente, 3 GB de RAM e 64 GB de armazenamento. Olhando com atenção para o modelo, é uma das melhores relações custo/benefício entre os dispositivos que custam mais de R$ 2 mil nesse momento.

Preço: R$ 2.199.

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Google Nexus 5

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Levando em conta que o Nexus 6 ainda não está disponível no mercado brasileiro, o Nexus 5 não deixa de ser uma boa opção. O dispositivo figura entre os melhores por conta de sua relação custo/benefício, e de ainda receber atualizações constantes.

Preço: a partir de R$ 1.299.

 

 

 

 

Xiaomi pode mudar a sua estratégia nos seus modelos de entrada e linha média

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A Xiaomi pode ter preparado mudanças nas suas linhas de entrada e intermediária de dispositivos móveis, por conta de um possível acordo com a Leadcore, fabricante de SoCs que controlaria 51% das ações envolvidas no negócio.

A Leadcore não afetaria no atual acordo que a Xiaomi mantém com a Qualcoom nos seus dispositivos top de linha, mas sim nos modelos de entrada e linha média. A consequência desse novo acordo tem um efeito imediato: a redução nos preços dos produtos da Xiaomi.

Analistas indicam que se a Xiaomi começar a integrar os processadores ARM v7 da Leadcore na sua linha de telefones Redmi, poderemos ver como esses dispositivos passam a oscilar em preços que flutuariam entre 52 e 78 euros para os modelos básicos, e pelo menos 104 euros para os modelos intermediários.

De acordo com esses dados, já existem modelos do Redmi em desenvolvimento que integram o Leadcore LC1860, um SoC anunciado em maio de 2014, que oferece suporte para múltiplas redes. O chip conta com uma CPU hexa-core com núcleos Cortex-A7, com frequências que podem chegar aos 2 GHz e uma GPU Mali-T628.

Via GizChina

Em 2020, metade da população mundial vai se conectar à internet via smartphones

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A GSMA publicou o estudo ‘Digital Inclusion Report 2014’, onde eles analisam a situação da telefonia no mundo, as tendências atuais e as previsões de crescimento para os próximos anos das diferentes tecnologias. Um dos dados mais interessantes da análise está na adoção da telefonia móvel como sistema de acesso universal à internet em todo o planeta.

De acordo com o estudo, nesse momento temos 2.2 bilhões de usuários de internet móvel (30% da população mundial), número que deve aumentar até mais de 3.8 bilhões em 2020. Ou seja, em seis anos, a metade do planeta vai se conectar à internet a partir de dispositivos móveis.

A maioria dos novos internautas virá de países em desenvolvimento, passando dos 1.5 bilhão de usuários de 2013 para aproximadamente 3 bilhões em 2020, ou seja, o dobro de pessoas que hoje usam um smartphone como principal ponto de acesso à web.

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Porém, ainda temos uma grande massa desses novos internautas móveis que vai seguir utilizando as redes 2G. Segundo a GSMA, estima-se que 800 milhões de clientes só terão acesso à redes de segunda geração, apesar do crescimento das infraestruturas 3G e posteriores, que será maior principalmente nas regiões africanas.

Os números impressionam, mas são mais pessimistas que aqueles apresentados por outro estudo da Broadband Commission, que calculava um número de 5.6 bilhões de usuários de internet móvel para 2019 (imagem abaixo).

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De qualquer forma, seja como for, o certo é que o crescimento dos usuários nos países em desenvolvimento fará que em poucos anos as tendências mudem, e que muitos novos lançamentos tecnológicos sejam orientados para os gostos e preferências dessa nova população que vai se incorporar ao mercado.

Via Digital Inclusion Report 2014

TIM pode ser vendida para Claro, Oi e Vivo, por R$ 31,5 bilhões

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Segundo matéria publicada hoje (31) pela Folha de São Paulo, Claro e Vivo negociam com o banco BTG Pacutal para que, em conjunto com a Oi, iniciem o processo de compra da operadora TIM no Brasil, em uma transação que pode alcançar o valor de R$ 31,5 bilhões.

Em agosto surgiram os primeiros indícios que o BTG Pactual estava tentando vender a TIM em partes. Claro e Vivo não poderia sozinhas fazer uma oferta, já que uma eventual compra afetaria sensivelmente o mercado nacional de telefonia. A Oi poderia – na teoria – realizar essa compra dentro do que a lei brasileira manda, mas a situação financeira da operadora não é das melhores.

O valor da compra ainda não está fechado, mas os R$ 31,5 bilhões seriam divididos em R$ 30 bilhões pela compra da operadora, e 5% de bônus para os acionistas (minoritários, inclusive). Para que o negócio avance, a Oi deve vender a Portugal Telecom na próxima semana, levantando assim o capital necessário para a sua fatia, ao mesmo tempo que reduz as dívidas da operadora.

De forma oficial, a TIM Brasil não está à venda pela Telecom Italia, porém os indícios que um negócio pode acontecer em breve apontam para um posicionamento oposto. As próximas semanas devem esclarecer o real teor do negócio.

Via Folha de São Paulo, Tecnoblog

Nokia deve voltar ao setor de smartphones em 2016

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A Nokia tem novos planos para o futuro. Inclusive o plano de voltar ao setor de telefonia móvel. O CEO da empresa, Timo Ihamuotila, não descartou essa possibilidade.

Quando a Microsoft comprou a divisão móvel da Nokia, ficou definido que o nome Nokia seria licenciado para uso nos smartphones e feature phones durante um período bem definido: nenhum outro fabricante poderá usar a marca durante 30 meses a partir do acordo, e a Nokia não poderia voltar a usar o seu próprio nome até o dia 31 de dezembro de 2015. E tudo indica que os finlandeses vão esperar esse prazo.

A Microsoft já definiu que vai usar a sua própria nomenclatura para os seus novos dispositivos móveis (Microsoft Lumia), e parece que a Nokia vai aproveitar essa oportunidade para voltar ao competitivo mercado mobile. O interesse dos finlandeses pelos dispositivos móveis segue vivo, através do HERE Maps, que passa a ser disponível para o Android, depois de três anos como um serviço exclusivo do Windows Phone.

Os fãs da Nokia ainda terão que esperar muito, mas alguns analistas apontam para a possibilidade da equipe da Jolla – cujo telefone não recebeu muito destaque – ajude os finlandeses nessa hipotética volta ao mercado de smartphones.

Vamos aguardar.

Via Forbes

Skankphone, ou como os engenheiros da Apple testam os novos iPhones

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Faz mais ou menos um ano que sabemos sobre a existência dos ‘Skankphones’, os dispositivos que a Apple utiliza como protótipos dos seus futuros iPhones, que contam com um software interno que não tem nada a ver com o iOS 8, para evitar vazamentos. Pois bem, dois desses protótipos estão disponíveis para compra no eBay.

Um deles contava com um hardware bem real, mas com um software muito básico, e o outro tinha um hardware que pouco ou nada tinha a ver com o produto final, mas com a versão real do iOS. Desse modo, nenhum dos engenheiros envolvidos no processo (exceto aqueles com cargos elevados) tinham acesso ao produto final.

Mas antes, um pouco de história para vocês.

Um dos responsáveis da Apple falou um dia sobre as origens do desenvolvimento do iPhone em 2003, que não se parecia em nada com um telefone. Nitin Gantara, que trabalhou na época com a engenharia de aplicativos do iOS, contou que os primeiros protótipos tinham o tamanho de um tablet, com um cabo largo que conectava o produto ao Mac.

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Steve Jobs utilizou a imagem acima na apresentação do primeiro iPhone como brincadeira.

Ou seja, a Apple criou o protótipo do iPad antes de criar o protótipo do iPhone: as dimensões pensadas inicalmente eram as de um tablet, contando com conectividade telefônica.

Jon Rubinstein, na época vice-presidente de engenharia de hardware da Apple, explicava que aquele protótipo do iPad ainda não era suficientemente bom, e decidiu implantar essa tecnologia no iPhone. Em 2005, eles começaram a trabalhar com um smartphone com tela touch, algo que não era pensado naquela época.

Tony Fadell, responsável pelo design do iPod, confessou que eles realmente criaram um protótipo de telefone com click wheel, que funcionava como um telefone de disco. Não deu certo. Então, Scott Forstall foi adicionado na equipe de desenvolvimento, e apostou no projeto de tela touch, principalmente depois da compra a empresa FingerWorks, que desenvolvia softwares para dispositivos multitouch. A ideia convenceu Jobs, e o resto é história.

 

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O primeiro modelo é um iPhone 2G, com um software claramente destinado aos testes e desenvolvimento. O segundo modelo é um protótipo do iPhone 6 de 64 GB, que não só se diferencia pelo software de testes, mas também pela presença de elementos peculiares, como a presença de um conector Lightning marcado em vermelho, o que pode ser a indicação de um protótipo em uso.

Os dois modelos estão disponíveis para compra no eBay, e o vendedor informa que os modelos vieram da operadora Verizon, sem dar garantias de funcionamento de câmera ou do serviço de chamadas. O preço dos dois modelos já ultrapassa os US$ 61 mil.

Os dois modelos mostram as fotos do software pré-instalado nos protótipos, uma plataforma claramente destinada a oferecer informações de depuração de programas, além de acesso à funções específicas (chamadas, câmeras, multimídia, etc), com uma interface muito básica.

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Ainda que a interface ofereça quase todas as funcionalidades do iPhone, o acesso é feito de forma muito crua, e é apenas destinada a comprovar que tais funções são suportadas pelo hardware. As imagens também mostram ouros aspectos básicos, como o gerenciamento de marcadores em um navegador básico. A equipe responsável por essa plataforma de testes não fazia ideia de como seria o software final do produto, mesmo com o iOS hoje ser de conhecimento público (falamos aqui das novidades de uma eventual nova versão).

No leilão do iPhone 6 64 GB, podemos ver algumas melhorias na interface de desenvolvedores, com ícones de testes e depuração. Mesmo assim, nada que se assemelhe ao aspecto final do iOS 8.

Via The Next Web, FastCo

Beartooth transforma o seu smartphone em um walkie-talkie com cobertura de rádio independente

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O Beartooth é um sistema de comunicação baseado em um case que se conecta ao smartphone, o transformando em uma espécie de walkie-talkie avançado.

O case (compatível apenas com alguns modelos de iPhone e Samsung Galaxy por enquanto) é instalado na parte traseira do smartphone via micro USB ou Lightning, se comunicando com um aplicativo instalado no dispositivo. Seu hardware de comunicação sem fio cria radiofrequências de forma similar aos walkie-talkies, com a principal diferença do seu software poder realizar funções mais avançadas.

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Por exemplo, é possível realizar comunicações de voz do tipo Push to Talk (PTT) com os smartphones ao seu redor que contam com o mesmo dispositivo, além de enviar mensagens de texto e ser compatível com um sistema de geolocalização com todos os usuários conectados.

As mensagens e chamadas podem ser enviadas para um contato específico ou em grupo via P2P, sem passar por um servidor central, indo de telefone para telefone, aumentando assim a segurança e privacidade, mesmo sem estar cifradas. As mensagens de texto também são enviadas via P2P, mas estas podem ser cifradas.

O Beartooth usa no momento as frequências de 151-154 MHz (VHF) e 462-467 MHz (UHF), mas aguardam a aprovação da FCC dos EUA para poderem funcionar sem problemas por lá, e aí sim realizar o lançamento do produto. Os demais países devem passar pelo mesmo processo de aprovação. Sobre sua cobertura, o produto tem um alcance de rádio de até 3 km em espaços abertos, mas pode ser maior se encontramos um local sem obstáculos e posição elevada.

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O dispositivo ainda conta com uma bateria de 2.000 mAh, que pode recarregar o smartphone, aumentando assim a autonomia do dispositivo. Seu preço não foi revelado, mas o seu lançamento está previsto para o começo de 2015.

Via Beartooth