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Cinco celulares e smartphones que marcaram o ano 2007

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Celulares e smartphones de 2007

Chegamos ao ano de 2007, onde a Apple mudou tudo com o iPhone, que conviveu durante um tempo com celulares de todos os formatos e tamanhos, pois a equiparação de configurações não chegou até alguns anos depois. Logo, o resumo de dispositivos que marcaram aquele ano combina celulares e smartphones que fizeram parte da história e modelos que ficaram no coração de muitos usuários.

 

iPhone

iPhone

Muitos se lembrarão que o iPhone que hoje, em 2016, conta com três tamanhos de tela, iniciou sua jornada com uma tela de 3.5 polegadas e densidade de 165 pixels por polegada. A resolução retina só chegaria muito depois que o modelo original, que contava com um processador mononúcleo de 412 MHz e com três opções de armazenamento: 4, 8 e 16 GB.

Com o primeiro iPhone, chegou o iOS, que alcançou nesse modelo a versão 3.1.3 do sistema operacional móvel da Apple, que hoje se prepara para a décima versão. Contava com uma câmera traseira de 2 MP e não tinha câmera frontal, além de receber um conector de 30 pinos com compatibilidade USB 2.0. A porta proprietária já se fazia presente.

 

Nokia N95

Nokia N95

Em 2007, a Nokia produziu um dos seus melhores smartphones, o Nokia N95. O modelo contava com tela de 2.8 polegadas, Symbian S60, processador ARM 11 mononúcleo a 332 MGz, 128 MB de RAM e 8 GB de armazenamento interno. De quebra, contava com uma ótima câmera traseira de 5 MP com lentes Carl Zeiss e câmera frontal QVGA.

O Nokia N95 foi um dos últimos grandes smartphones da Nokia antes da chegada da Microsoft. Contava com a resistência dos seus antecessores, além de uma bateria que durava dias de autonomia. Bons tempos…

 

Blackberry Curve 8310

Blackberry Curve 8310

Em 2007, a BlackBerry ainda estava apresentando variantes da sua melhor versão no mercado de telefonia móvel, e uma das apostas foi uma das mais bem sucedidas: o BlackBerry Cruve 8310 estava presente em praticamente todas as universidades, potenciado por um BIS que era mais que atraente.

Seu teclado QWERTY físico era acompanhado de uma tela de 2.5 polegadas (VGA), processador Intel de 32 bits a 312 MHz, 64 MB internos (expansíveis via microSD) e câmera traseira de 2 MP. Também contava com porta miniUSB 2.0 para transferir dados.

 

Nokia N81

Nokia N81

Um dos celulares mais vendidos da Nokia nos últimos anos, o Nokia N81 contava com teclado deslizável, que era elemento presente em praticamente todos os fabricantes do mercado. Sua tela de 2.4 polegadas contava com uma Navi-Wheel, para navegação na interface gráfica e de áudio.

O Nokia N81 contava com processador ARM11 de 369 MHz, 96 MB de RAM, 12 MB de memória interna (expansíveis via microSD de até 8 GB), câmera traseira de 2 MP e autonomia para vários dias de uso, apesar de já ser inferior aos modelos anteriores.

 

Motorola RAZR2 V9

Motorola RAZR2 V9

Por fim, um celular da Motorola em formato clamshell. A linha RAZR, uma das mais conhecidas da era pré-Android, se ampliava com o Motorola RAZR2 V9, que recebia uma tela VGA de 2.2 polegadas, e foi um dos últimos dumb-phones da empresa.

O dispositivo recebia 45 MB de memória interna (expansíveis via microSD), câmera de 2 MP na parte traseira e autonomia para vários dias de uso. Curiosidade: esse celular já contava com sistema de recarga rápida de bateria.

Cinco celuares que marcaram o ano 2004

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Celulares em 2004

Sim, já podemos falar de smartphones.

Os anos bissextos, como foi 2014 e como é 2016, sempre são repletos de eventos esportivos. Em 2004, tivemos os Jogos Olímpicos em Atenas, a Grécia ganhava a Eurocopa contra Portugal, e Michael Schumacher conquistou o seu sétimo e último titulo de campeão mundial de Fórmula 1. Sem falar de Lance Armstrong, que conquistava o seu sexto Tour de France (que perderia anos depois com o escândalo do dopping).

Saindo do mundo esportivo para o mundo mobile, não tivemos uma grande revolução em 2004, mas já percebemos melhorias nas câmeras, na navegação via internet… e na Motorola ditando as regras com um dos seus celulares mais amados.

 

Motorola RAZR V3

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Não tem outro modelo que poderia encabeçar essa lista. O mítico Motorola RAZR V3 reinou na época que o conceito de smartphone era praticamente desconhecido, com os celulares flip ditavam regra. Com apenas 5.5 MB de memória (não expansível), esse modelo conquistou pela sua tela colorida, a pequena tela externa que mostrava as horas, chamadas ou mensagens pendentes e o seu design incrível provocou uma explosão de vendas, em uma época que a Nokia seguia triunfando. Outros modelos da linha RAZR foram apresentados, mas nenhum foi tão icônico como o V3.

 

Nokia 6630

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Enquanto a Motorola apostava no design, a Nokia seguia com telefones barra, e triunfava com eles. Ao mesmo tempo, dava os seus passos no mercado de smartphones, inserindo opções avançadas em dispositivos como o Nokia 6630, com um design bem peculiar, e que não entrava em qualquer bolso. Foi uma evolução em relação ao 6630, contando com câmera de 1.3 MP que gravava vídeos em 176 x 144 pixels, armazenamento em cartões MMC de até 2 GB (com 32 MB ou 64 MB inclusos no dispositivo), sistema operacional Symbian S60 com visualizador de documentos do Office e até a opção de videochamadas, mesmo sem câmera frontal.

 

BlackBerry 7730

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Por outro lado, a BlackBerry seguia na sua, apostando nos smartphones largos com teclado QWERTY completo. Em 2004, o BlackBerry 7730 apresentou uma evolução discreta em relação ao modelo 6230, com uma tela quadrada (240 x 240 pixels) colorida de 3 polegadas, que permitia a visualização de documentos ou ler e-mails de forma mais cômoda, com a agilidade que também oferecia a roda lateral de sroll.

 

Samsung E310

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A Motorola não estava sozinha nas propostas de celulares clamshell. Uma Samsung bem diferente do que a que conhecemos hoje obteve naquele ano muitas vendas com um dispositivo flip, mas ainda com a antena fora do corpo principal. De qualquer forma, o Samsung E310 foi um dos smartphones que se popularizou por conta da forte presença no catálogo das operadoras. Apesar de sua pequena tela e da conectividade GSM, o modelo já oferecia acesso à internet, com navegação através de quatro teclas fixas.

 

Siemens C65

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Esse eu tive! O Siemens C65 foi um celular clássico de barra com tela pequena e um design relativamente simples. Em compensação, foi um campeão de vendas. O principal destaque do modelo era o seu joystick presente abaixo da tela, que permitia explorar os menus do dispositivo, portais se deslocando para diversas opções para confirmar ações. A câmera também não era grande coisa (VGA), mas já permitia a gravação de vídeos.

Crianças recebem primeiro smartphone aos 10 anos: cedo demais?

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Um estudo centrado nos Estados Unidos revela que a idade média que as crianças recebem o seu primeiro smartphone caiu para os 10.3 anos. Um dado surpreendente, que devemos relacionar com outro igualmente importante: 39% dessas crianças abrem a sua primeira conta em uma rede social aos 11.4 anos.

É claro que devemos ter uma mente aberta em via de regra, mas muitos entendem que essa tendência é inapropriada, e não sendo algo positivo para a formação das crianças, sem falar nos riscos para a sua própria segurança e desenvolvimento emocional. Entidades como a Associação Japonesa de Pediatria já confirmaram em outros estudos que o início muito cedo das crianças no uso dos smartphones e tablets podem ter consequências nada desejáveis, como por exemplo produzir atrasos no seu desenvolvimento, gerando tendências impulsivas e afetando na sua capacidade de auto-controle, além de derivar em possíveis alterações do sono, condutas agressivas e viciações.

Soma-se à isso o possível isolamento e o risco que uma criança corre de poder interagir livremente com um dispositivo que oferece acesso à internet e às redes sociais, um detalhe que mostra um cenário claro que deveríamos evitar. Porém, alguns pais mostram uma tendência contrária. Infelizmente.

Via HotHardware

A maior vulnerabilidade do seu smartphone é o seu polegar

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Cinco minutos bastam. Além da pasta utilizada pelos dentistas para fazer moldes, um pouco de plastilina e uma bela dose de paciência. Com esses ingredientes é possível desbloquear um iPhone ou um Android protegido pela impressão digital do seu proprietário.

Obviamente, o método descrito aqui requer quase que a obrigatoriedade ou a participação à força da vítima. Mas se trata de apenas um velho truque para despertar o interesse de muita gente. A Vkansee, empresa especializada em tecnologia biométrica, mostra essa e muitas outras formas de se obter a impressão digital de uma pessoa, indo dos meios mais sofisticados até os mais ordinários e simples.

Por exemplo, em 2014, uma empresa de segurança chamada Starbug chegou a recriar a digital do ministro da defesa da Alemanha, a partir de uma foto em alta definição de sua mão, dando forma à mesma com uma impressora 3D. Essa é só umas das formas descritas como minimamente eficiente para promover o desbloqueio de um dispositivo, sem a presença do polegar do seu proprietário.

O mais interessante disso tudo é ver essa teoria sendo colocada em prática, através do vídeo no final do post. Utilizar uma impressão digital para proteger o smartphone pode ser mais cômodo do que utilizar uma senha um desenho de segurança. Porém, de forma definitiva, está bem longe de ser o meio mais seguro para o usuário e seu dispositivo.

Na verdade, todos os métodos para proteger o smartphone são falíveis. Tudo o que temos de tecnologia hoje serve para reduzir as chances de violação de dados, mas não dão garantia de que o mesmo não será violado. A tecnologia existe para as duas pontas do processo. É quase um “pau que dá em Chico, dá em Francisco”, mas com a ajuda de uma impressora 3D e outros aparatos tecnológicos.

Vídeo demonstrativo a seguir.

 

Via The Verge

Samsung confirma nova versão do Tizen para setembro

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A Samsung não desistiu do Tizen, e informa que uma nova versão desse sistema operacional será lançada em setembro.

O anúncio foi feito na Samsung Developer Conference, evento onde a empresa aproveitou para revelar algumas das suas metas no futuro com o software, sem deixar de lado o hardware. Nesse sentido, foi mencionado também como o Tizen vai atuar na Internet das Coisas (IoT).

Pode ser que os objetivos do Tizen tenham mudado, mas fica claro que a Samsung sabe tirar proveito disso. Se o mercado mobile recebeu lançamentos tímidos, com uma linha de produtos que fica em segundo plano para um público menor, vemos que os coreanos não abandonam o suporte próprio e de terceiros ao sistema, além de conseguir convencer os desenvolvedores a pensarem no seu sistema na hora de lançar seus aplicativos.

A versão 3.0 do Tizen pode ser anunciada na IFA 2016, o que não será algo por acaso. Além dos smartphones, vimos o software em Smart TVs ou eletro domésticos, e a feira alemã é uma das principais da agenda anual nesse sentido.

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A Samsung assume o lar inteligente como um dos objetivos, e oferece propostas ambiciosas nesse sentido, como geladeiras com câmeras e tablet integrado, ou um robô de limpeza controlado pelo smartphone, ambos com Tizen. Sem deixar de lado os smartwatches, que mesmo sendo destinados a trabalhar com os smartphones (Android, em sua maioria), também se gerenciam com o sistema. É esperado que o Gear G3 receba o Tizen 3.0.

Do Tizen 3.0, sabemos alguns poucos detalhes: o suporte para TVs 4K, suporte para controle de voz, gerenciamento multiusuário e funções relativas à segurança na proteção da privacidade e contra os vírus.

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Ainda que seja esperado para o mês de setembro, o novo software começa a ser distribuído em versão beta a partir de julho. Veremos se, além desse foco na IoT, se teremos outros smartphones com esta plataforma.

Via Sammobile

Estamos mesmo pedindo smartphones com telas menores em 2016?

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Primeiro, os celulares comuns tinham telas pequenas. Depois, os smartphones começaram a aumentar suas telas, pensando em uma melhor experiência de uso. A média chegou a 5 polegadas com a consolidação do formato phablet, e a média dentro do aceitável ficou abaixo das 5.5 polegadas.

Porém, os últimos lançamentos ficaram com dimensões abaixo disso, ou até reduzindo o seu tamanho em relação aos predecessores. Além das curvas e do uso do metal, uma tendência de momento é a redução dos dispositivos, tanto na espessura como na altura. Será?

Entre os anos de 2013 e 2015, os modelos top de linha consolidaram como tendência as 5.5 polegadas de tela, que por consenso define o que hoje é conhecido como phablet. Uma corrida paralela à essa está na resolução de tela, incorporando o QHD a (quase) todo custo, com a guinada do 4K da Sony no Z5 Premium, e a busca pela espessura, removendo milímetros para deixar mais fino, mesmo não garantindo uma comodidade plena.

Em 2015, foram 190 smartphones com tela de 5.5 polegadas que chegaram ao mercado. Em 2016, parece que as opções de tamanhos menores são a exceção. Até agora, de 150 smartphones anunciados, 47 são de 5.5 polegadas ou mais. Entre os tops de linha, o tamanho da tela se manteve ou até reduziu em relação ao modelo anterior, mas ainda dentro de um limite de 5 polegadas, com poucas se atrevendo a ir abaixo disso (Sony e Apple).

Isso parece que vai ao menos estabilizar todas as linhas ascendentes que vimos até o momento, quando falávamos das poucas escolhas que restam abaixo das 5 polegadas entre os fabricantes top de linha.

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Depois de vários anos com telas grandes, não é de se estranhar ver a Apple lançando um smartphone de 4 polegadas. Os motivos são bem consistentes: mas de 30 milhões de iPhones de 4 polegadas vendidos em 2015, e uma margem considerável de novos clientes que optem por esses modelos.

De fato, além de aumentar o tamanho de sua tela, a Apple optou por dar a opção ao usuário de escolher o tamanho do seu novo smartphone, lançando modelos em pares, apesar de não ser uma escolha justa nas especificações de câmera (melhor no modelo Plus). A Sony faz o mesmo com o Z5 Compact, reduzindo o tamanho e as especificações em relação aos modelos maiores.

O iPhone SE não promove um downgrade total no hardware, mas é um top de linha menor, mesmo sendo menos potente e sem o 3D Touch. Os números indicam que o público esperava algo assim, esgotando os estoques iniciais desse modelo, apesar de não podermos avaliar o quão positivo foi isso sem ter os números de dispositivos enviados para as lojas norte-americanas.

Ainda precisamos ver se essa tendência de redução de tamanho é algo real. Mas fato é que as marcas estão agrupando seus modelos em tamanhos maiores nos últimos anos. Por outro lado, desde 2014 são lançados menos smartphones: naquele ano, foram 840 modelos lançados no mercado; já em 2015 foram 744 modelos. Isso pode mexer com o comportamento de mercado como um todo, inclusive nos tamanhos de tela.

Sabemos que a Samsung reduziu efetivamente seu catálogo de smartphones (de forma bem discreta, é verdade, mas reduziu), e parece ter reduzido ainda mais em 2016 a linha Galaxy S (de três para dois), mas apresenta novas séries que podem ou não aumentar o número total de lançamentos. A LG pode ter encerrado a linha Flex, mas outras séries como a Stylus e a K contam com vários modelos. A Sony tem uma série nova, com três modelos, e na IFA 2016 podemos ter a Sony X Premium.

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Por enquanto, o segundo trimestre de 2016 só começou, e resta saber o que aconteceu nas vendas do primeiro trimestre. Veremos se ao longo do ano a tendência é de manter ou reduzir o tamanho das telas, além da redução de números de dispositivos lançados, levando em conta que nem todos os fabricantes sobrevivem de um ano para outro, e que sempre há um elo mais fraco e outro mais forte.

A conferir.

Os melhores smartphones chineses (em março de 2016)

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O mercado de smartphones chineses evoluiu de tal forma que a alguns anos ninguém poderia imaginar que o mercado poderia resolver soluções tão boas a preços tão baixos, graças a gigantes como Xiaomi, Meizu entre outros.

Dada sua importância crescente e ao excelente valor que aportam, temos que fazer um novo post sobre os melhores smartphones chineses, mas dessa vez focado com uma estrutura mais simples e cara, separando categorias para uma mais rápida localização dos modelos mais interessantes para as suas necessidades.

Leve em conta que, dado o amplo mercado de clones, a lista é limitada a modelos de fabricantes com uma mínima reutação, ou seja, todos os dispositivos apresentados oferecem as mesmas garantias de qualidade e bom funcionamento que outros modelos como empresas como Samsung, HTC ou Sony.

Sem mais, vamos aos resultados:

 

Modelos top de linha

Tops de linha são smartphones que oferecem o máximo das especificações do mercado, com pequenas diferenças pontuais como um tipo específico de processador ou uma maior ou menor quantidade de RAM. Nesse ponto, temos modelos que oferecem uma fantástica relação custo-benefício, que não ficam para trás em relação a outros tops de linha, como o Samsung Galaxy S7 ou o LG G5, e pagando menos por isso.

 

Xiaomi Mi5

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Uma claro exemplo de smartphone top de linha bem feito. Design elegante, cuidados milimétricos, com um grande acerto de detalhes de outros smartphones, obtendo assim como resultado um dispositivo com personalidade própria.

Especificações e preço:

– Tela IPS de 5.15 polegadas (1080p)
– Processador Snapdragon 820
– GPU Adreno 530
– 3 GB de RAM
– 32 GB/64 GB de armazenamento (não expansível)
– Câmeras de 16 MP e 4 MP
– USB Type-C
– Bateria de 3.000 mAh
– Android M personalizado
– Preço: US$ 400

 

Meizu Pro 5

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Conta com um design fantástico que une o melhor do iPhone e dos modelos da HTC, além de um corpo metálico tipo “unibody” que lhe confere um acabamento totalmente premium.

Especificações e preço:

– Tela AMOLED de 5.7 polegadas (1080p)
– Processador Exynos 7420
– GPU Mali-T760MP8
– 3 GM de RAM na versão com 32 GB de armazenamento, 4 GB de RAM na versão com 64 GB de armazenamento
– Suporte para cartões microSD de até 128 GB
– Câmeras de 21 MP e 5 MP
– Bateria de 3.050 mAh com modo de recarga rápida (de 0% a 65% em 30 minutos)
– Android 5.1 com a capa de personalização Flyme OS 5
– Preço: US$ 400

 

Modelos de linha média

Modelos que os usuários recorrem com maior frequência. É uma das categorias mais concorridas, mas também uma das mais povoadas, com uma grande quantidade de modelos que, na maioria dos casos, oferecem especificações muito próximas dos modelos top de linha.

 

Xiaomi Redmi 3

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Falamos de um modelo de linha média com um acabamento fantástico e especificações mais próprias de um top de linha com um preço espetacular, o que o transforma em uma das melhores opções do mercado.

Especificações e preço:

– Tela de 5 polegadas IPS (720p)
– Processador Snapdragon 616
– GPU Adreno 405
– 2 GB de RAM
– 16 GB de armazenamento (expansível)
– Câmeras de 13 MP e 5 MP
– Bateria de 4.100 mAh
– Android 5.1 personalizado com o MIUI 7.0
– Preço: a partir de US$ 140

 

Meizu Metal

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Grande design e fantásticas especificações. Estamos diante de um smartphone que vai além da beleza do seu acabamento de metal que chama a atenção. Fica um pouco acima do Xiaomi Redmi 3, mas também é mais caro, de modo que a escolha depende em essência daquilo que queremos: se é esse extra nas configurações ou o preço mais acessível.

Especificações e preço:

– Tela LTPS de baixo consumo de 5.5 polegadas (1080p)
– Processador MediaTek Helio X10
– GPU PowerVR G6200
– 2 GB de RAM LPDDR3
– Câmeras de 13 MP e 5 MP
– 16 GB/32 GB de armazenamento
– Slot para cartões microSD de até 128 GB
– Bateria de 3.140 mAh
– Android 5.1 com a capa FlymeOS
– Preço: US$ 200

 

Modelos de entrada

Aqueles smartphones que oferecem especificações boas mas com acabamento em policarbonato. São modelos capazes com preços acessíveis, com o pressuposto que é um sartphone ajustado para rodar bem o Android.

 

Meizu M2

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Mantém a linha base que faz tão bonitos os dispositivos da empresa chinesa, mas recorre ao policarbonato. Conta com uma leve redução de especificações em relação ao Meizu Metal, com uma ótima relação custo-benefício.

Especificações e preço:

– Tela IPS de 5 polegadas (720p)
– Processador MediaTek MT6735
– GPU Mali T720
– 2 GB de RAM
– 16 GB de armazenamento (expansível via microSD de até 128 GB)
– Câmeras de 13 MP e 5 MP
– Bateria de 2.500 mAh
– Android 5.1 com a capa Flyme 4.5
– Preço US$ 95

 

Lenovo K3

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Uma das surpresas mais interessantes vindas da Lenovo. Design simples e bom colorido, mas com um hardware muito bom para o seu preço.

Especificações e preço:

– Tela IPS de 5 polegadas (720p)
– Processador Snapdragon 410
– GPU Adreno 306
– 1 GB de RAM
– 16 GB de armazenamento (expansível)
– Câmeras de 8 MP e 2 MP
– Bateria de 2.300 mAh
– Android 4.4.2
– Preço: US$ 80

Smartphones: as especificações mínimas para uma boa experiência

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smartphones

O setor de smartphones é hoje o mais concorrido do mercado de tecnologia. Há uma grande quantidade de modelos, preços e componentes diversos, e na hora de escolher sempre aparecem dúvidas que nem sempre somos capazes de resolver.

Nesse post, queremos dar dicas sobre as especificações mínimas que um smartphone deve ter para oferecer uma boa experiência de uso, dentro dos três principais sistemas operacionais: Android, iOS e Windows Phone. Escolhemos os três sistemas operacionais mais diferentes, inclusive nos níveis de otimização. Ou seja, o que basta para o Windows Phone pode não ser o suficiente para o Android, por exemplo. Sem falar que são as três plataformas mais importantes do mercado.

Antes de começar, duas breves considerações: 1) não vamos criar complicações desnecessárias, já que esse post precisa ser útil principalmente para os menos experientes; 2) quando falamos de boa experiência, falamos de um uso satisfatório do smartphone em todas as frentes, e não apenas algo aceitável.

 

Android

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O Android é o menos otimizado dos três, e por depender muito da RAM do smartphone, algo inerente ao seu próprio desenvolvimento. Isso tem uma importante consequência: os dispositivos que não contam com um mínimo de memória oferecem atrasos e um baixo nível de desempenho, algo que pode resultar em interrupções repentinas e reinicializações.

Para uma boa experiência de uso, indo de navegação web até jogos, é recomendável ter um smartphone com as seguintes especificações mínimas:

– processador quad-core (Cortex-A7 ou Cortex-A53, de preferência esse último por ser de 64 bits)
– GPU Adreno 305 ou similar
– 2 GB de RAM
– 8 GB ou 16 GB de armazenamento com slot microSD (32 GB sem slot)

Esse é o mínimo para um bom nível de fluidez no Android, além de ser o suficiente para rodar a maioria dos jogos atuais, com a garantia que vai sobreviver bem com o passar do tempo. Sobre a capacidade de armazenamento, leve em conta o que já foi dito: falamos de uma boa experiência, não de algo aceitável.

 

Windows Phone

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O sistema operacional móvel da Microsoft é muito bem otimizado, mas a maioria das pessoas não sabem disso. Ele pode funcionar em praticamente qualquer tipo de dispositivo, inclusive os de entrada, oferecendo uma boa experiência de uso em interface e navegação dos menus e opções do sistema operacional, mas como queremos algo que vá um pouco além disso, concluímos que um dispositivo com Windows Phone deve cumprir com esses requisitos mínimos:

– processador quad-core (Cortex-A7 ou Cortex-A53, de preferência esse último por ser de 64 bits)
– GPU Adreno 305 ou similar
– 1 GB de RAM
– 8 GB ou 16 GB de armazenamento com slot microSD (32 GB sem slot)

Tudo o que foi dito no item anterior é aplicável nesse, com a diferença que aqui 1 GB de RAM é mais que suficiente nesse caso. Até mesmo no futuro da plataforma isso vai bastar, já que o Windows 10 Mobile já demonstrou funcionar muito bem inclusive em modelos com 512 MB de RAM.

O motivo? Simples: O Windows Phone é mais otimizado, trabalhando de forma diferente do Android.

 

iOS

iOS

Ainda é possível obter uma boa experiência de uso com modelos mais antigos do iPhone, mesmo com o iOS 9. Para ter essa boa experiência, é preciso que o seu smartphone da Apple cumpra com as seguintes configurações:

– processador dual-core de 64 bits
– GPU PowerVR G6430
– 1 GB de RAM
– 32 GB de armazenamento.

Dito isso, descarte os modelos iPhone 5 e iPhone 5c e vá direto para o iPhone 5s como opção mais baixa recomendável no momento, caso você deseja comprar um smartphone da Apple e aspira ter uma boa experiência de uso.

Uma vez que a Apple não oferece slot para microSD nos seus smartphones, também é recomendado que você NÃO compre modelos com apenas 16 GB de armazenamento para alcançar uma boa e completa experiência de isso, ainda que nos itens anteriores a gente tenha afirmado que é possível ter uma experiência aceitável com os modelos base, mesmo implicando em um trabalho extra em cópias de segurança mais frequentes, por exemplo.

 

Notas finais e exemplos práticos

Fomos bem claros, mas para colocar um ponto final na questão, deixamos alguns exemplos de modelos que podem atender essa proposta de relação custo-benefício (nesse momento):

Android: Meizu M2 Note (processador octa-core de 64 bits, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento – expansíveis via microSD 128 GB).

iOS: iPhone 5s (processador dual-core de 64 bits, 1 GB de RAM e 32 GB de armazenamento)

Windows Phone: Lumia 640 (processador quad-core, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento – expansíveis a 128 GB)

Os cinco smartphones com melhor autonomia de bateria (em fevereiro de 2016)

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O Consumer Reports selecionaram os cinco smartphones com melhor autonomia de bateria, tema importante que muito interessa aos usuários.

Os smartphones atuais em nada tem a ver com os celulares convencionais do passado. Verdadeiros computadores pessoais em miniatura (podendo se transformar em desktops com as características de convergência que estão chegando ao mercado), com um potencial cada vez melhor: telas maiores, resoluções nativas impressionantes, microprocessadores e gráficos mais potentes, mais memória e capacidade de armazenamento, mais sensores, maior capacidade sem fio e acesso a redes de banda larga… Tudo isso compromete a autonomia de bateria, apesar das melhorias em eficiência e capacidade.

Os aplicativos instalados que permanecem ativos ou em segundo plano, o GPS, Bluetooth e outros recursos seguem devorando a bateria lentamente, e dificilmente ela aguenta o dia inteiro. A (péssima) moda de utilizar baterias não substituíveis agravam o problema para o usuário que não tem uma tomada por perto durante a sua jornada diária.

Dito isso, os cinco smartphones com melhor autonomia de bateria (segundo o Consumer Reports) são: 

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Todos contam com baterias de grande capacidade e a maioria com modo de recarga rápida e sem fio. Todos foram testados nas mesmas condições de uso, incluindo a atividade da tela (o que mais consome em um smartphone) e outros parâmetros.

Via Consumer Reports

Em breve os smartphones vão superar o Xbox One e o PS4

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Não resta dúvida que o Xbox One e o PS4 representam mudanças importantes dentro do mundo dos videogames, principalmente pela mudança de arquitetura para os processadores x86 e pelo uso de soluções gráficas convencionais, ou seja, de modelos que não contam com nenhum particular se comparado com outros gráficos disponíveis no mercado.

Isso era visto com bons olhos no começo, pois permitia planejar conversões perfeitas de jogos do console para o PC. Porém, a realidade foi muito diferente. Vários jogos da Ubisoft (AC: Unity e Batman: Arkham Knight como exemplos clássicos) tiveram suas adaptações para o PC fracassando de forma notável.

Deixando de lado essa polêmica, o desempenho do Xbox One e do PS4 é limitado, a ponto de equivalerem hoje a de um PC de linha média-baixa, algo que reforça o argumento que os dois consoles serão superados pelos dispositivos móveis em um ano. Quem afirma é Nizar Romdan, diretor do ecossistema ARM, que comenta que os tablets e smartphones top de linha atuais já são mais potentes que o Xbox 360 e o PS3, se aproximando perigosamente do Xbox One e PS4.

Com isso em mente, Romdan se atreveu a comentar que é muito provável que, em 2017, os hipotéticos Galaxy S8 e iPhone 7s vão superar a potência dos consoles de nova geração, algo que não implica necessariamente que veremos jogos com um nível de qualidade gráfica equivalente. De fato, não parece ser nada provável, a não ser que essa potência extra poderia ser aproveitada para obter novas e melhores experiências de realidade virtual (por exemplo).

Via Neowin

O esperado adeus à histórica faixa negra nos smartphones da HTC

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Muita gente está comemorando. Segundo o @evleaks, a HTC vai mudar um dos seus sinais de identidade: a faixa em preto que abriga o logo na frontal do dispositivos vai desaparecer. Essa faixa impunha a presença corporativa na parte frontal dos dispositivos da empresa, algo que com o tempo se consolidou como um dos sinais mais claros de conservadorismo da marca no seu design.

O especulado HTC One M10, novo top de linha dos taiwaneses, viria renovado, e diante do clamor dos usuários, temos uma mudança que pode ou não resultar em mudanças importantes.

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Depois de um prelúgio esboçado na parte frontal do HTC Sapphire em fevereiro de 2009, e em setembro do mesmo ano, o HTC Hero era lançado, já com a nada discreta faixa preta na parte superior. Modelos como o HTC Tattoo ou a linha Desire (Modelo A8181) também contavam com essa característica.

A divisão de linha média da HTC adquiriu peso para a empresa nas arrecadações, obtendo relevância no mercado como um todo. Mas a tira em preto em determinadas transações.

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A linha One, que representa os smartphones top de linha da HTC desde 2013 (com o HTC One M7), chegou ao mundo com uma robsuta armadura unibody de alumínio e inaugurado outra tradição relegada a esta exclusiva divisão: os alto-falantes frontais. A mudança para aproveitar espaço na tela em adição das bordas e a remoção da tal franja preta.

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HTC conta com 180 modelos de smartphones já lançados, dos quais a maioria inclui essa faixa preta (e a borda correspondente), onde em alguns modelos esses elementos ocupam mais área de tela do que em outros. Uma borda que não desapareceu (apenas diminuiu), ainda que o tamanho das telas nos smartphones fosse aumentando e, por tabela, sua superfície ocupada.

A HTC está aumentando gradualmente o tamanho da tela de todos os seus dispositivos, e essas mudanças de design podem resultar em um aumento de tela de aproximadamente 21% em média nas telas dos seus dispositivos.

LG: 60 milhões de smartphones vendidos em 2015, e dois tops de linha para em 2016

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A LG apresentou os dados sobre o seu último trimestre fiscal, montando assim o acumulado de vendas ao longo do ano de 2015.

Entre outubro e dezembro de 2015, a LG vendeu 15.3 milhões de smartphones, e ao longo de todo o ano passado, foram vendidas 59.7 milhões de unidades. Uma marca um pouco melhor da alcançada em 2014 (59.1 milhões), mas sem dar o salto necessário para ameaçar Apple ou Samsung, algo que a Huawei parece ter feito. Além disso, empresas menos conhecidas no mercado global se aproximaram.

11 milhões de smartphones comercializados pela LG no último trimestre de 2015 contavam com conectividade LTE. É o primeiro trimestre que a empresa passa dos dois dígitos de unidades distribuídas com essa conectividade.

Com tudo isso, eles conseguiram vendas de US$ 3.26 bilhões no quarto trimestre de 2015, 0.4% a menos que no ano anterior, mas 12% a mais que no terceiro trimestre de 2015. É lógico dizer que o aumento se deu pelas vendas natalinas. Por outro lado, a LG registrou perdas de US$ 37 milhões no mesmo trimestre.

Fato é que a LG gastou muito em publicidade e engenharia, com muita tecnologia própria, o que resultou em ótimos produtos. Porém, as vendas não melhoraram muito em relação ao ano anterior. Ou seja, algo ainda não funciona, já que eles não conseguem chamar a atenção do grande público.

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No mercado norte-americano, a LG está tendo uma acolhida muito positiva nas vendas, e críticas muito positivas sobre o último top de linha anunciado por lá, o LG V10. A empresa prevê que os próximos meses serão complicados, por conta de uma concorrência muito pesada em todos os segmentos, especialmente entre os tops de linha, onde todos os concorrentes apresentaram produtos “premium”.

Para 2016, são esperados pelo menos dois smartphones top de linha da LG, algo que outros competidores já o fazem. Um desses modelos premium deve ser o LG G5, que tem tudo para ser apresentado durante a Mobile World Congress 2016, que acontece em Barcelona (Espanha) no final do mês de fevereiro.

Via LG

Como a Samsung reduziu o seu catálogo de smartphones (e por que você não percebeu isso)

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2015 chegou a fim, e chegou a hora de fazer uma revisão sobre algumas promessas e objetivos de alguns fabricantes. No caso específico da Samsung, a promessa era reduzir o catálogo de smartphones (promessa feita em novembro de 2014) em 25-30%, algo que seria motivado pela queda dos lucros.

O objetivo era um só: obter uma maior margem de lucros por smartphone vendido. Mas… será que a Samsung cumpriu a promessa? Mais: se cumpriu, as mudanças surtiram efeito?

 

Ao que parece, menos não é mais

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A Samsung teria facilidades para lançar menos smartphoens por ano, apesar do comportamento da empresa indicar o contrário. A redução, de fato, aconteceu: 2015 teve o menor número de lançamentos de smartphones dos coreanos desde 2009 (119 modelos). A tática de múltiplos lançamentos ajudou a empresa a se posicionar em 2012 como líder de vendas de smartphones, com 27% do mercado (78 modelos lançados naquele ano).

Em 2014, foram 58 novos modelos de smartphones da Samsung, agrupados dentro da grande família chamada Galaxy. Novas séries vieram, como a A (A3, A3 Duos, A5, A5 Duos), e a Alpha, que não voltou em 2015. A plasticidade de nomenclatura e o nascimento e morte de algumas séries é, de certa forma, um sinal de identidade da empresa, e não deu a sensação real de redução de lançamentos. Porém, dessa vez, eles conseguiram alcançar a marca estabelecida em novembro de 2014.

 

Quem parte e reparte sempre fica com a maior parte

Não faz muito tempo que Evan Blass (aka @evleaks) mostrou como a Samsung aumentou o número de smartphones dentro da série Galaxy S, a top de linha da empresa, nos últimos anos. Mesmo não sendo os mais vendidos, os modelos mais potentes são os que fazem mais barulho no mercado, chamando mais atenção.

Em 2015, vemos como o número de smartphones top de linha da Samsung simplesmente triplicou, sem falar no nascimento da série On e a expansão dos modelos com Tizen. Por outro lado, linhas como a Galaxy Ace não deram o ar da graça no ano passado.

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Logo, em 2015, a Samsung reduziu o volume de seus lançamentos de 58 em 2014 para 35 modelos no ano passado, baseando-se nos resultados obtidos pela ferramenta de busca do site GSM Arena, e deixando de fora os smartwatches (que não são telefones inteligentes) e versões de um mesmo modelo que só contam com um adicional técnico. Mais: a redução não foi de meros 30%, mas sim de quase 40%.

 

Reduzir para aumentar

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A hegemonia da Samsung atingiu o seu auge no Galaxy S4, que foi um grande sucesso de vendas no início, para depois experimentar uma queda, o que motivou a empresa a replanejar a sua estratégia na divisão de smartphones. O balanço econômico que a Samsung apresentou em outubro de 2015 mostra que os seus resultados eram positivos, mas não por conta da divisão mobile, e sim pelas mãos dos semicondutores.

A liderança da Samsung para os rivais ficou menor em partes pela crescente concorrência, que se tornou mais efetiva, principalmente nos mercados de referência, como é o caso da China. Em 2015, o design e a construção parecem ter sido a prioridade do consumidor, tanto nos modelos top de linha como em séries intermediárias. Vimos desaparecer as bordas quase imperdoáveis, obrigando a Samsung a sucumbir (finalmente) ao metal, além das telas curvas nas bordas, que se tornou algo representativo para eles.

Por outro lado, esta redistribuição do número de modelos por série deixou um total de quatro modelos flagships. Essa pode ser uma resposta ou tentativa de recuperar o impulso perdido no começo do ano, onde esses dispositivos, quando comparados com os modelos top de linha da Apple, não chamavam tanto a atenção.

Veremos se a Samsung segue reduzindo o número de smartphones lançados, e se a estratégia de aumentar o número de modelos top de linha funciona, recuperando suas vendas e ajudando a divisão móvel a entregar melhores resultados.

LG K7 e LG K10, novos smartphones de linha média

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A LG apresentou dois novos smartphones de linha média que estarão presentes na CES 2016: o LG K7 e LG K10, com telas de 5 e 5.3 polegadas.

É uma nova série no catálogo dos coreanos, que se destaca pelo design curvado e com traseira emborrachada, focada no público mais jovem, com ênfase no consumo de conteúdo multimídia e no registro das selfies. Dependendo do mercado, a LG vai oferecer um ou outro modelo, variando nas especificações técnicas.

Assim ficaram os dois modelos:

 

LG K7

– Tela de 5 polegadas (FWVGA)
– Modelo 3G com On-cell Touch; Modelo LTE com In-cell Touch
– Chipset: Modelo 3G com 1.3 GHz quad-core; Modelo LTE com 1.1 GHz quad-core
– RAM: modelos de 1 GB ou 1.5 GB
– Câmeras: traseira de 5 ou 8 MP, frontal de 5 MP
– 8 e 16 GB de armazenamento
– Bateria de 2.125 mAh
– Sistema operacional Android 5.1 Lollipop
– Conectividades 3G ou LTE

 

LG K10

– Tela de 5.3 polegadas (HD)
– Chipset: Modelo 3G com 1.3 GHz quad-core; Modelo LTE com 1.2 GHz ou 1.3 GHz quad-core/1.4 GHz octa-core
– RAM: modelos de 1 GB, 1.5 GB ou 2 GB
– Câmeras: modelo 3G com traseira de 8 MP e frontal de 8 ou 5 MP; modelo LTE: traseira de 13 MP, frontal de 8 MP ou 5 MP
– 8 ou 16 GB de armazenamento
– Bateria de 2.300 mAh
– Sistema operacional Android 5.1 Lollopop
– Conectividades 3G ou LTE

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Neste caso, a LG deixa de lado o metal, mas mantém as características premium no dispositivo, com uma parte traseira com material anti-deslizante e sem botões nas laterais. Os modelos estarão presentes na CES 2016 para testes no stand da empresa. Por enquanto, não há informações sobre em quais mercados eles estarão presentes (e quais modelos) e seus preços.

Via PR Newswire

O seu smartphone sabe como você está melhor do que você mesmo

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Hoje, as pessoas geram grandes quantidades de dados através dos smartphones. Os dispositivos interagem com o usuário durante praticamente todas as atividades diárias, registrando tudo o  que acontece. Uma equipe de pesquisadores britânicos desenvolveram um framework que avalia as características pessoais sutis do usuário, como nível de estresse ou estado emocional, através das informações coletadas todos os dias pelos telefones inteligentes.

Todos esses dados podem ajudar a responder algumas perguntas que fazemos a centenas de anos. O estudo investiga algumas dessas através de um algorítimo que avalia o comportamento humano complexo, utilizando dados de sensores que estão presentes nos smartphones. Para isso, eles identificaram padrões durante as horas de trabalho, exercício ou socialização de um grupo de usuários.

Muitos dos resultados são evidentes e já conhecidos: o exercício ou o passar tempo fora de casa ou do trabalho faz com que os níveis de estresse melhorem. Também é curioso (ao mesmo tempo não surpreendente) que os níveis de estresse caem também no trabalho, sempre e quando a jornada é mais curta que o normal.

Por outro lado, encontraram que nem todos os fatores afetam todos por igual. As pessoas mais extrovertidas se beneficiam mais do fato de passar mais tempo fora de casa, enquanto que as menos estáveis emocionalmente se beneficiam mais dos exercícios.

Por outro lado, o interessante do estudo é que apenas com a informação extraída com a parte de localização e atividade física (através do acelerômetro) eles conseguiram pela primeira vez desenvolver um framework válido e confiável para avaliar características pessoais muito sutis, como o nível de estresse a cada momento. E melhor que os próprios usuários, inclusive.

Fica claro que, com este potencial nas mãos, os debates sobre a intimidade só começaram.

Para saber mais sobre o estudo, clique aqui.

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