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Mais um teste tenta descobrir qual é o iPhone mais rápido (incluindo o iPhone 7)

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A cada novo iPhone lançado, a Apple faz um comparativos das especificações do novo modelo com os dispositivos anteriores. Mais pela curiosidade.

Porém, os dados precisam ser levados em conta quando vemos a diferença de desempenho em estado bruto, sem analisar as diferentes particularidades de um iPhone 7 com os modelos das primeiras gerações.

É impossível fazer um comparativo totalmente preciso e absolutamente justo entre todos os iPhones já lançados, mas o pessoal do EverythingApple Pro lançou um vídeo bem completo que ilustra bem essa diferença de desempenho bruto entre os modelos.

O vídeo tem um comparativo de tempos de inicialização, desempenho sintético e outros testes interessantes, que em alguns casos são limitados a modelos específicos, como por exemplo a resposta do leitor biométrico.

Vídeo a seguir.

 

 

Via SlashGear

Pesquisador quebra a segurança do iPhone gastando apenas US$ 100

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Sergei Skorobogatov, pesquisador da Universidade de Cambridge, conseguiu superar a segurança do iPhone 5c gastando apenas US$ 100. Vale lembrar que o FBI gastou US$ 1.3 milhão para superar a proteção do mesmo dispositivo do atirador de San Bernardino.

A ideia de Sergei para burlar a segurança do dispositivo foi bem simples: realizar cópias da memória flash do iPhone para obter tentativas ilimitadas e poder lançar ataques de força bruta sem correr o risco de remover os dados do mesmo.

O iPhone 5c utilizado na demonstração era um modelo padrão, com o iOS 9.3.3, sem qualquer tipo de trapaça ou recurso adicional.

Essa façanha do pesquisador nos leva a pensar que o FBI exagerou no tema para obter um backdoor total que oferecesse acesso livre ao iOS, ou na contratação de especialistas no tema.

A seguir, um vídeo demonstrativo da invasão.

 

 

Via WCCFTech

Vivo lança oferta com desconto de até R$ 2.250 na compra de novo iPhone

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iPhone 6 e iPhone 6s Plus

 

A operadora Vivo lançou ofertas especiais por tempo limitado para os seus clientes que querem comprar um novo iPhone e utilizar a sua rede móvel 4G.

A oferta é uma parceria com a Apple, e contempla a aquisição dos modelos iPhone SE, iPhone 6s, iPhone 6s Plus e iPhone 6.

 

A promoção da Vivo para novos iPhones funciona assim….

Até o dia 26 de agosto de 2016, os clientes que se dirigirem às lojas físicas da Vivo poderão comprar os modelos de iPhones citadas com descontos adicionais aos que já são praticados pelo Vivo Renova.

O Vivo Renova é o programa de troca da operadora, que aproveita o smartphone usado como desconto na aquisição de um novo. Com isso, o desconto para a aquisição de um novo iPhone pode chegar até a R$ 2.250, dependendo do modelo e plano escolhidos.

Por exemplo, na compra de um iPhone 6s com 16 GB de armazenamento no plano SmartVivo 7 GB, o cliente paga 12 parcelas de R$ 129 se optar pela troca de um iPhone 6 usado com a mesma capacidade de armazenamento.

Outra opção é a aquisição do iPhone SE de 16 GB por 12 parcelas de R$ 79 no plano SmartVivo 5 GB com a oferta de um iPhone 5S usado com a mesma capacidade de armazenamento.

O cliente também pode utilizar os descontos já acumulados no programa de relacionamento Vivo Valoriza, o que deve reduzir ainda mais o valor final de compra.

Além disso, a operadora oferece em suas lojas ofertas em acessórios para iPhones (capas, películas e carregadores), com preços a partir de R$ 39.

iOS recupera terreno graças às boas vendas do iPhone 6s iPhone SE

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iPhone 6s teaser iOS

O relatório da Kantar Worldpanel sobre as vendas de smartphones no segundo trimestre de 2016 traz uma surpresa: o iOS recuperou terreno em um período do ano não muito favorável habitualmente.

O aumento foi discreto na Alemanha e Estados Unidos, mas foi com força na Inglaterra (3,1%) e França (3,4%), mas em poucos casos o aumento aconteceu às custas do Android, que segue muito forte. A tendência era a queda de vendas do iPhone, algo habitual nos meses que antecedem a apresentação de um novo modelo da Apple.

Crescimento do iOS graças aos novos iPhones

Mesmo com o segundo trimestre sendo um período de transição com a espera de um novo iPhone 7 (ou 6SE), as vendas de smartphones da Apple cresceram. No conjunto dos países europeus analisados e Estados Unidos, o aumento também se produziu.

O responsável por essa recuperação foram os novos iPhones. Nos Estados Unidos, o iPhone 6s/6s Plus foram mais vendidos que o Samsung Galaxy S7/S7 Edge (15,1%, contra 14,1%), e o iPhone SE é o terceiro smartphone mais vendido (5,1%). Algo parecido aconteceu na Grã-Bretanha, onde o mais vendido foi o iPhone SE, seguido do iPhone 6s.

De um modo geral, o Android segue muito forte, perdendo cota de forma discreta apenas nos Estados Unidos. Nos demais países, o crescimento do iOS não afetou o líder, já que o perdedor em todos os casos foi o Windows. O exemplo mais evidente está na Itália, onde o Android ganhou 10,6%, ao mesmo tempo que o Windows perdeu 8,6%.

Via Kantar

Quanto custaria um iPhone na década de 1980?

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Um infográfico produzido pelo site WebpageFX mostra quanto custaria um smartphone como o iPhone na década de 1980, somando o valor de todos os dispositivos necessários para entregar todas as funções que hoje oferece esse produto.

Spoiler: seria um iPhone BEM caro…

Somando tudo, um iPhone custaria US$ 32.136.910. E isso para mais ou menos igualar o smartphone atual.

No processo, produtos dos mais diversos são incluídos, como um reprodutor e um gravador de vídeo, uma câmera fotográfica, um console Nintendo, uma enciclopédia, um celular de 1985 e um computador Cray-2 com potência de 1.9 GFLOPS, mais o menos o mesmo que consegue hoje a versão mais recente do iPhone.

Sem falar que estamos falando de um comparativo aproximado. Obviamente, naquela época, não existia a internet móvel como conhecemos hoje. Com isso, o iPhone da década de 1980, além de muito caro, teria uma defasagem de tecnologia que seria muito difícil de ser compensada.

O salto de 30 anos foi enorme, e com a chegada dos smartphones ficou mais acentuado. Não apenas pelo elevado nível de funcionalidades e pela comodidade que oferecem como dispositivo, mas também por oferecer acesso a coisas que antes eram quase impossíveis.

Para ver o infográfico na íntegra, clique aqui.

Via FortuneWebpageFX

Cinco smartphones que marcaram o ano de 2013

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smartphones de 2013

2013 foi um ótimo ano, por representar o nascimento de algumas das linhas mais conhecidas do mercado de telefonia móvel. Marcou também a chegada do processador Snapdragon 800, o primeiro grande chip da Qualcomm, adotado praticamente por todos os gigantes do setor. Ainda hoje é um fantástico chip, e os modelos da época a contar com ele ainda funcionam muito bem.

 

Motorola Moto G

Motorola Moto G

O smartphone que mudou tudo dentro do segmento de linha média. O segundo escalão de smartphones era normalmente associado com dispositivos com bom desempenho, mas com preços caros. Então, a Motorola, na época nas mãos da Google, lançou o Moto G, que contava com um nível de otimização de hardware e software nunca antes visto dentro da sua categoria.

Talvez com o tempo esse efeito foi se perdendo, mas o modelo com tela de 4.5 polegadas e processador Snapdragon 400 conquistou muitos usuários. No Brasil, foi um campeão de vendas, e obrigou  concorrência a mudar o seu modelo de negócio, sem falar nos fabricantes chineses que começaram a aparecer, uma vez que os usuários começaram a buscar modelos similares.

 

Sony Xperia Z

Sony Xperia Z

O primeiro smartphone da série Z foi uma verdadeira revolução, por conta da introdução da capacidade de summersão do dispositivo. Seu corpo selado combinado com as abas emborrachadas que tampavam cada uma de suas conexões, permitindo que o Sony Xperia Z pudesse ser utilizado dentro da água. Porém, uma vez submergido, tela se anulava por casua da pressão. A boa notícia é que ainda era possível registrar fotos subaquátics. É um smartphone lembrado com carinho.

 

 

iPhone 5c

iPhone 5c

Desde 2007, a Apple lançava um modelo do iPhone por ano. Até 2014, quando a empresa apresentou dois modelos. Em 2013, o iPhone 5s era o modelo top de linha, enquanto que o iPhone 5c era o modelo de segunda divisão, que na verdade era o iPhone 5 com uma carcaça de plástico. Era uma tradição da empresa oferecer os modelos de anos anteriores com preços mais acessíveis, mas mesmo com essa tentativa de engodo por parte deles, o aparelho foi um grande boom.

 

LG Nexus 5

LG Nexus 5

A LG lançou o LG G2 nesse mesmo ano, que se destacou por sua excelente bateria, mas quem ganhou um espaço no coração dos fãs foi o LG Nexus 5, concebido pela Google. A sua aceitação foi tamanha, que em 2015 o modelo foi relançado, com menor barulho.

O modelo recebia o processador Snapdragon 800, oferecendo ao Nexus 5 uma fluidez e desempenho exemplares, sem falar que o dispositivo recebeu atualizações até pouco tempo. O dispositivo ainda pode ser encontrado de segunda mão, e muitos criticam a sua câmera e bateria, mas o Nexus 5 foi grande sucesso.

 

HTC One M7

HTC One M7

Um dos melhores smartphones de 2013, e um dos mais bonitos daquele ano. Com sua tela de 4.7 polegadas (Full HD) e corpo metálico, o HTC One original, que depois foi oficialmente batizado como HTC One M7, foi a última grande surpresa da HTC.

Talvez foi a mudança de design que a HTC aplicou nos seus modelos top de linha que ainda hoje segue utilizando um padrão muito similar da linha One, pode ter sido um erro ou um acerto. O fato é que o grande erro do HTC One M7 é a sua câmera, um experimento com os ultrapixels de um fabricante que ainda não dá o braço a torcer sobre o seu momento atual.

 

Menção Honrosa #1: Nokia Lumia 520

Nokia Lumia 520

Um autêntico campeão de vendas da Microsoft. O Lumia 520 tinha suas falhas, como a ausência de flash traseiro, mas mostrou ao mundo que o Windows Phone podia rodar perfeitamente em um hardware muito limitado.

Podemos dizer que o Lumia 520 foi para o Windows Phone o que o Moto G foi para o Android, com a exceção que o sistema da Microsoft foi perdendo apoio e cota de mercado. Não foi o mais potente do mercado ou o mais popular, mas será lembrado pelos seus próprios méritos.

 

Menção Honrosa #2: BlackBerry Z10

BlackBerry Z10

O BlackBerry Z10 merece essa menção por também se mostrar funcional com um hardware mais restrito, nesse caso, com um chip Qualcomm dual-core. Em um ano em que os processadores octa-core começavam a se fazer presentes, o BlackBerry 10 rodava muito bem no dispositivo. Uma pena que o modelo não teve o impacto em vendas desejado, pois era um grande dispositivo.

Microsoft Pix, um novo aplicativo fotográfico para o iPhone

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Microsoft Pix

A Microsoft segue colocando suas soluções de software nas plataformas concorrentes, e apresenta o Microsoft Pix, um novo aplicativo fotográfico para o iPhone.

Aqui vemos a filosofia de ecossistema de serviços adotada por Satya Nadella se manifestar com muita força. A ideia é oferecer um aplicativo de fotos mais completo que a solução nativa do iPhone, com recursos e ajustes mais elaborados.

 

Assim é o Microsoft Pix

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O problema aqui é que o Microsoft Pix tem uma interface ainda mais simples do que a proposta no aplicativo nativo do iPhone, já que sua funções destacadas são automáticas, medindo sozinho os parâmetros do cenário a ser capturado para adotar os parâmetros corretos. Também detecta se há rostos na cena, e prioriza essa área para que as fotos sejam mais claras e nítidas.

O Microsoft Pix também tem um modo inteligente que escolhe a melhor imagem que registramos em uma série com o mesmo cenário, usando as demais fotos para melhorar essa imagem escolhida. Caso você registre algum movimento interessante, o aplicativo converte a sequência de fotos em um pequeno vídeo, no estilo Live Photos. Uma vez que a imagem está finalizada, é possível adicioná-la aos favoritos, compartilhar, apagar, recortar ou aplicar filtros.

O Microsoft Pix é um aplicativo gratuito, e já está disponível na App Store.

iPhone tem pior trimestre da sua história, com queda na receita de 23%

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2016 é, definitivamente, um ano difícil para a Apple. A desaceleração do seu negócio de hardware é acentuada, e isso se torna mais sério quando mais da metade dos seus lucros depende de um único produto: o iPhone. Pelo segundo trimestre consecutivo, o produto registrou quedas nas vendas. E, dessa vez, foram dois dígitos.

A Apple apresentou os resultados financeiros do seu terceiro trimestre fiscal, correspondente ao período entre abril e junho de 2016, revelando receita de US$ 42.358 bilhões, uma queda de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior. O motivo? A considerável queda em vendas de praticamente todos os seus produtos.

 

Vendas do iPhone caem de novo, e Apple não consegue se recuperar

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O iPhone segue em queda livre de vendas.

Desde sua apresentação em 2007, o produto nunca apresentou quedas nas vendas. Agora, pelo segundo trimestre consecutivo, o dispositivo registra esse movimento decrescente no volume de aquisições, vendendo 40.4 milhões de unidades no último trimestre, com receita de US$ 24.048 bilhões. Uma queda de 23% nas receitas em relação ao ano anterior.

Vale a pena ressaltar que o preço médio do iPhone caiu para a faixa de US$ 595 nesse trimestre, impulsionado pelo lançamento do iPhone SE. No mesmo trimestre de 2015, esse preço médio era de US$ 662. Ou seja, a queda de vendas não é por causa do preço, mas sim uma falta de interesse geral pelo produto.

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iPad supera as expectativas, e beneficia a Apple na bolsa

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Praticamente todos os produtos da Apple registraram quedas nas vendas em relação ao ano anterior, mas a empresa já estava preparada para isso. Suas expectativas de vendas eram muito reservadas, e os analistas de Wall Street esperavam um cenário pior. Por incrível que pareça, com todas as más notícias, as ações da gigante de Cupertino subiram 5% nas operações depois dos dados anunciados.

Outro fator que ajudou foi o surpreendente aumento de receitas do iPad, com o primeiro aumento depois de oito trimestres consecutivos de quedas, com vendas de 9.9 milhões de unidades. Ainda é um volume 9% menor que o mesmo trimestre do ano passado, mas com receita de US$ 4.876 bilhões, um aumento de 7% em relação ao ano passado.

Mac em baixa, mas os serviços crescem impulsionados pelo Apple Pay

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Sobre o Mac, vemos uma queda de 11% nas unidades vendidas, e de 13% na receita, com 4.2 milhões de unidades para US$ 5.239 bilhões em vendas. O principal motivo é a ausência de novos computadores anunciados em 2016, o que fez com que grande parte dos consumidores fiquem esperando para atualizar os produtos.

Por outro lado, nesse trimestre o Apple Pay salvou o segmento de Serviços, com um aumento de 19% na receita, impulsionado por um crescimento de 405% nos usuários do sistema de pagamentos móveis, além de um aumento na receita da App Store e do iCloud.

Na categoria Outros Produtos (Apple TV, Apple Watch, Beats, iPod e acessórios), a queda foi de 16% (US$ 2.219 bilhões), e é difícil saber o que aconteceu, já que a Apple não entra em detalhes. Porém, um recente estudo da IDC mostra que o Apple Watch teve uma queda de vendas de 55%, e isso pode explicar tudo.

Um futuro incerto para a Apple

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Durante o discurso para os investidores, Tim Cook e Luca Maestri revelaram detalhes do que podemos esperar para o próximo trimestre da Apple.

De acordo com Cook, “o iPhone SE foi um sucesso sem precedentes”, esgotando seu inventário em várias regiões, com um aumento de 30% nas migrações do Android para o iPhone.

Sobre o futuro, Cook destacou que a realidade aumentada pode trazer novas e emocionantes experiências, mas são os desenvolvedores precisam ter a última palavra, já que a Apple trabalhará com eles, e só vai oferecer as ferramentas necessárias para o desenvolvimento.

Questionado sobre os rumores do próximo iPhone – enfatizando que, se tudo o que foi visto até agora se cumprir, a Apple estaria em sérios problemas pela falta de inovação -, Cook se limitou a dizer que não comenta sobre futuros dispositivos.

Por fim, Maestri lançou uma projeção com reservas para o próximo trimestre, revelando que a tendência de queda vai continuar, algo óbvio quando um produto como o iPhone representa hoje 57% da receita de uma empresa do tamanho da Apple.

Via AppleBusiness Insider , MacRumors

Cinco celulares e smartphones que marcaram o ano 2007

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Celulares e smartphones de 2007

Chegamos ao ano de 2007, onde a Apple mudou tudo com o iPhone, que conviveu durante um tempo com celulares de todos os formatos e tamanhos, pois a equiparação de configurações não chegou até alguns anos depois. Logo, o resumo de dispositivos que marcaram aquele ano combina celulares e smartphones que fizeram parte da história e modelos que ficaram no coração de muitos usuários.

 

iPhone

iPhone

Muitos se lembrarão que o iPhone que hoje, em 2016, conta com três tamanhos de tela, iniciou sua jornada com uma tela de 3.5 polegadas e densidade de 165 pixels por polegada. A resolução retina só chegaria muito depois que o modelo original, que contava com um processador mononúcleo de 412 MHz e com três opções de armazenamento: 4, 8 e 16 GB.

Com o primeiro iPhone, chegou o iOS, que alcançou nesse modelo a versão 3.1.3 do sistema operacional móvel da Apple, que hoje se prepara para a décima versão. Contava com uma câmera traseira de 2 MP e não tinha câmera frontal, além de receber um conector de 30 pinos com compatibilidade USB 2.0. A porta proprietária já se fazia presente.

 

Nokia N95

Nokia N95

Em 2007, a Nokia produziu um dos seus melhores smartphones, o Nokia N95. O modelo contava com tela de 2.8 polegadas, Symbian S60, processador ARM 11 mononúcleo a 332 MGz, 128 MB de RAM e 8 GB de armazenamento interno. De quebra, contava com uma ótima câmera traseira de 5 MP com lentes Carl Zeiss e câmera frontal QVGA.

O Nokia N95 foi um dos últimos grandes smartphones da Nokia antes da chegada da Microsoft. Contava com a resistência dos seus antecessores, além de uma bateria que durava dias de autonomia. Bons tempos…

 

Blackberry Curve 8310

Blackberry Curve 8310

Em 2007, a BlackBerry ainda estava apresentando variantes da sua melhor versão no mercado de telefonia móvel, e uma das apostas foi uma das mais bem sucedidas: o BlackBerry Cruve 8310 estava presente em praticamente todas as universidades, potenciado por um BIS que era mais que atraente.

Seu teclado QWERTY físico era acompanhado de uma tela de 2.5 polegadas (VGA), processador Intel de 32 bits a 312 MHz, 64 MB internos (expansíveis via microSD) e câmera traseira de 2 MP. Também contava com porta miniUSB 2.0 para transferir dados.

 

Nokia N81

Nokia N81

Um dos celulares mais vendidos da Nokia nos últimos anos, o Nokia N81 contava com teclado deslizável, que era elemento presente em praticamente todos os fabricantes do mercado. Sua tela de 2.4 polegadas contava com uma Navi-Wheel, para navegação na interface gráfica e de áudio.

O Nokia N81 contava com processador ARM11 de 369 MHz, 96 MB de RAM, 12 MB de memória interna (expansíveis via microSD de até 8 GB), câmera traseira de 2 MP e autonomia para vários dias de uso, apesar de já ser inferior aos modelos anteriores.

 

Motorola RAZR2 V9

Motorola RAZR2 V9

Por fim, um celular da Motorola em formato clamshell. A linha RAZR, uma das mais conhecidas da era pré-Android, se ampliava com o Motorola RAZR2 V9, que recebia uma tela VGA de 2.2 polegadas, e foi um dos últimos dumb-phones da empresa.

O dispositivo recebia 45 MB de memória interna (expansíveis via microSD), câmera de 2 MP na parte traseira e autonomia para vários dias de uso. Curiosidade: esse celular já contava com sistema de recarga rápida de bateria.

Case transforma seu iPhone em smartphone Android

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Nick Lee, o mesmo desenvolvedor que colocou o Windows 95 em um Apple Watch, decidiu colocar o Android dentro de um iPhone. E facilitou o processo através de um case (impresso em 3D) com um cabo que vai no conector Lightning do iPhone 6s (com iOS 9.3.2).

O que Lee fez foi introduzir o Android Open Source Project (AOSP) em uma placa-mãe de desenvolvimento, criou um case impresso em 3D nas dimensões do iPhone, e estabeleceu as conexões físicas. Não revelou muitos detalhes sobre o software utilizado em seu invento, mas vemos que o Android é executado através de um aplicativo chamado Tendigi, que roda códigos de terceiros a partir da placa externa. Ou nesse caso o Android 6.0.1 Marshmallow.

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O case tem uma bateria de 650 mAh para deixar o pequeno computador LeMaker HiKey funcional, e inclui portas USB, HDMI e slot microSD. Apesar de não ter aspirações de transformar o projeto em um produto real, Lee explicou mais detalhes do processo em um artigo publicado no Medium.

A seguir, um vídeo que mostra o conjunto em funcionamento.

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Por que Eric Schmidt prefere o Galaxy S7 ao iPhone?

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O presidente executivo do Alphabet e ex-CEO da Google Eric Schmidt participou recentemente de um evento realizado em modo de entrevista cruzada, e não teve problemas ao reconhecer que prefere o Galaxy S7 ao iPhone, considerando o primeiro melhor.

O motivo para essa escolha é bem simples, e não envolve comparações técnicas de hardware ou acabamento externo. Schmidt entende que o Galaxy S7 é melhor por conta da maior autonomia de bateria, oferecendo assim mais horas de funcionamento com uma única carga.

É interessante ver como Eric Schmidt valoriza exatamente um dos elementos mais descuidados dentro das últimas gerações de smartphones. Tão interessante quanto é saber que ele tem também um iPhone 6s, e isso não deve surpreender. Até porque existe uma explicação perfeitamente razoável: a melhor forma de competir com seus rivais é compreendendo e conhecendo a fundo suas virtudes, sabendo o que eles podem fazer e o que os torna grandes.

O uso diário do dispositivo da Apple permite ao executivo visualizar permanentemente como é a plataforma móvel da Apple, vivê-la na perspectiva de primeira pessoa, e encontrar a inspiração para novas ideias e melhorias do Android. Sobre a sua opinião, é evidente que a diferença de bateria existe, mas os dois smarpthones são tops de linha, capazes de oferecer um desempenho enorme, com design fantástico, muito bem cuidado e elegante. Logo, pequenos detalhes como a bateria podem inclinar a balança a favor de um ou de outro.

Mesmo assim, é preciso levar em consideração que os dois smartphones contam com ecossistemas muito diferentes e valores diferentes, de modo que a escolha de cada usuário no final das contas não precisa se limitar ao hardware.

Via WCCFTech

Há mais iPhones na China do que em qualquer outro lugar do planeta

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O iOS é o segundo sistema operacional móvel do mercado, mas conta com uma vantagem: só está presente no iPhone, que por sua vez supera todos os outros fabricantes Android, exceto a Samsung. O mercado norte-americano sempre foi importante para a empresa nas vendas, com cotas de 40% do seu mercado, vencendo os sul-coreanos no país. Por muito tempo, os Estados Unidos era o país com maior número de usuários de iPhone. Agora, é a China que tem a primeira posição.

 

131 milhões de usuários

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Não é de se estranhar esse fato, quando pensamos na China. Temos 420 milhões de habitantes nos Estados Unidos, contra 1.4 bilhão de chineses. A diferença na população fez com que a Apple alcançasse 16.8% da cota de mercado para superar o uso na sua terra natal.

Os 100 milhões de usuários de iPhone ativos nos Estados Unidos foram superados pelos 131 milhões de usuários do mesmo smartphone na China. Não só falamos da liderança, mas na concentração de mais usuários desse smartphone do que em qualquer outrou país do planeta, além de ser a região onde a Apple domina o mercado, seguida pela Samsung que não chega a 16%.

Os números mostram que o interesse da Apple no país está mais do que justificado, e é justamente na China que eles podem desenvolver números de crescimento constante, ainda mais depois da primeira queda nas vendas de iPhones de sua história.

 

Próxima parada: Índia

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Agora que a estratégia da Apple na China se demonstrou ser algo funcional e benéfica para a empresa, o próximo país dos sonhos de Tim Cook é a Índia, que tem a segunda maior população do planeta. A empresa tem uma delegação no país na forma de visita de cortesia para aproximar as relações entre as duas partes.

Não podemos nos esquecer que a Apple teve vários encontros com a Índia para tratar da política de comercialização de dispositivos, visando resolver a recusa por parte do governo indiano sobre a comercialização de iPhones recondicionados, mostrando dúvidas sobre o impacto sobre a reciclagem de produtos eletrônicos, um grave problema para o país.

A Índia possui quase 1.3 bilhão de pessoas, que podem se transformar no novo campo de crescimento da Apple. E esse é um motivo mais que suficiente para a dedicação de todo o esforço necessário para abrir brechas no país e seguir ganhando usuários.

Via QZ

Mais um comparativo de desempenho de todos os iPhones lançados até 2016

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O pessoal do site EverythingApplePro publicou um interessante vídeo, onde comparam o desempenho de todos os iPhones comercializados até agora (iPhone SE, 6S Plus, 6S, 6 Plus, 6, 5S, 5C, 5, 4S, 4, 3Gs, 3G e 2G).

É uma breve revisão pelos 13 smartphones da Apple lançados até agora, desde a primeira geração apresentada em junho de 2007, até o recente iPhone SE, de março de 2016. A análise permite que o usuário aprecie como evoluiu o design, a tela e o tamanho dos smartphones da Apple ao longo de sua história.

Esse comparativo não tem como objetivo um comparativo direto sobre o desempenho dos diferentes modelos. Até porque tal análise seria injusta, por conta das diferenças técnicas entre as gerações de iPhones. Porém, é uma excelente forma de ver como o tempo passou e, principalmente, o quanto o dispositivo melhorou ao longo dos anos. Mostra também que a perspectiva de entender que uma versão não apresenta melhorias em relação a anterior apenas por ser um modelo “atualizado” pode ser algo equivocado em alguns casos.

De qualquer forma, o vídeo também oferece testes de desempenho que avaliam o tempo de inicialização, a pontuação obtida por cada uma das versões nos testes do Geekbench, a velocidade do WiFi, o desempenho do navegador e do HTML 5, a potência dos alto-falantes, a temperatura de funcionamento ou a qualidade da câmera traseira.

Vídeo a seguir.

 

Via EverythingApplePro

Se você diz que comprou um iPhone na China, pode estar falando de uma carteira

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A China está dando mais trabalho para a Apple do que o esperado. Os números do último trimestre mostram queda nas vendas de smartphones dos norte-americanos no país asiático, e agora, um tribunal deu ganho de causa para um fabricante local de carteiras com quem a gigante de Cupertino mantinha uma disputa legal por causa da marca iPhone.

Os trolls de patentes e marcas conseguem vencer algumas batalhas. Foi co que aconteceu com a iphone.vc, empresa que registrou a marca IPHONE na China em 2007, no mesmo ano do lançamento do smartphone da Apple. Apesar de não estar muito claro quem fez o que primeiro.

Fato é que a Apple, quando registrou sua marca na China em 2012, apresentou um processo para obter os direitos de exploração da mesma, alegando que o seu produto era internacionalmente conhecido. Os tribunais chineses arquivaram o processo em primeira instância em 2013, e agora a questão foi resolvida. E não de forma favorável para a Apple.

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O juiz decidiu a favor dos chineses porque a Apple não conseguiu demonstrar que o iPhone era suficientemente conhecido na China em 2007, ano do registro da marca pelos fabricantes de carteiras. E se a marca não é famosa na China, não pode demonstrar que houve má fé por parte dos asiáticos.

Dito isso, a Apple terá que compartilhar a marca iPhone na China, mas os norte-americanos são os únicos a poderem utilizar a escrita “iPhone”. As carteiras seguem no mercado com o nome todo em maiúsculo, ou “IPHONE”, e a gigante de Cupertino nada mais pode fazer para evitar isso.

Exceto é claro comprar a fabricante de carteiras. Mas não imaginamos a Apple fazendo isso apenas para apagar do mercado sua própria marca.

Via QZ

Estamos diante do declive do iPhone?

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A queda nas receitas da Apple no último trimestre ligam o sinal de alerta. A notícia teve muito repercussão, inclusive nos veículos que não são centrados no mundo da tecnologia, já que era a primeira queda na receita da empresa desde 2003, após uma trajetória de 13 anos de ganhos nas vendas.

A pior parte é que essa queda na receita acontece em um momento onde a Apple segue obtendo grandes lucros. O gráfico abaixo mostra que nenhum dos produtos da empresa se livrou de sofrer uma queda nas vendas. O iPhone teve uma queda de 16.38% nas vendas, enquanto que o iPad continua em queda livre, com 18% a menos nas vendas, encarando o nono trimestre consecutivo de queda nas receitas. Os computadores Mac aguentaram um pouco melhor, com uma queda de apenas 12.39% nas vendas.

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Na parte geográfica, vemos que as vendas da Apple caíram em todos os mercados, menos no Japão, que registrou aumento nas vendas. Um destaque especial para a queda na China, possivelmente motivada pela desvalorização do Yuan.

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Um mercado que começa a estancar-se

O cenário do mercado de smartphones também não ajuda na situação da Apple. Pela primeira vez na história é esperado uma queda no número de envios de dispositivos, em um mercado que sempre registrou aumento nas vendas.

A Apple e o iPhone estão longe de não se afetarem por essa tendência, já que durante o primeiro trimestre de 2016 o envio de unidades do smartphone caiu 43,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Sua principal concorrente no quesito volume de vendas é a Samsung, que também não se livrou da tendência de queda, com envios 20% menores.

 

O iPhone segue forte nos mercados mais poderosos

O forte da Apple é a grande fidelidade dos seus clientes, que em sua maioria estão nos mercados de maior poder aquisitivo. Não é casualidade que os mercados onde o iPhone possui maior presença sejam o do Canadá, EUA, Austrália, norte da Europa e Japão. E a Apple sempre buscou aqueles com mais dinheiro para comprar os seus produtos.

Fato é que a maioria dos seus usuários estão em países com economias muito sólidas, que permite ter uma base muito sólida de clientes fiéis.

 

Há mais opções para o iPhone 7 revolucionar o mercado que os demais?

Tim Cook, CEO da Apple, comentou recentemente que sua empresa vai apostar pela inovação para poder manter a sua liderança, o que disparou as especulações sobre a possibilidade de ver novidades realmente revolucionárias no iPhone 7. Por outro lado, ele mesmo reconhece que situação para eles mudou.

O fato de se centrar nos mercados de maior poder aquisitivo permitiu que a Apple assumisse mais riscos na hora de investir e inovar, já que seus usuários contam com maiores opções de troca dos seus dispositivos que outros que utilizam o Android, que está centrado nos mercados de classe média e baixa.

O iPhone ainda tem muita lenha pra queimar

Pelos motivos apresentados nesse post, é óbvio pensar que o iPhone, tal como o restante da Apple, muito provavelmente só sofreu um pequeno tropeção. 13 anos de crescimento de forma contínua é muito tempo, e mais cedo ou mais tarde a queda tinha que aparecer. Apesar de muitos falarem em crise na Apple, a realidade é que a empresa segue obtendo mais lucros que Microsoft, Google e Facebook. Juntas.