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Rússia nega ter pedido ajuda para Apple para desbloquear o iPhone do assassino do embaixador russo

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O site 9to5mac publicou uma atualização em um artigo que acompanhava a suposta solicitação da Rússia para a Apple, visando desbloquear o iPhone do terrorista que assassinou o seu embaixador. A nota afirma que fontes confiáveis indicam que a Apple jamais recebeu um requerimento por parte da Rússia para o procedimento.

Será a Rússia quem vai usar os seus órgãos de segurança para identificar o código de quatro dígitos do iPhone 4S do terrorista, algo que até o momento não foi alcançado.

O TechCrunch reforça essa teoria, e afirma que não deve ser muito difícil descobrir essa senha, com grau de dificuldade que pode variar de acordo com a versão do iOS. Adiciona que existem várias soluções disponíveis que dispensam a ajuda da Apple.

Logo, não faz muito sentido a Rússia envolver a gigante de Cupertino na história.

Mesmo assim, a volta do debate ao tema foi inevitável. O que a Apple deveria fazer nesse caso?

Muito barulho se fez quando a empresa se negou a ajudar na investigação do caso de San Bernardino, e mesmo sem colaborar dessa vez, a repercussão midiática foi importante.

O que você acha?

É preciso priorizar a segurança no lugar da prioridade, ou proteger o usuário [e mais importante que qualquer outra coisa?

 

Via 9to5macTechCrunch

Apple vai investir US$ 44 milhões para vender iPhones na Indonésia

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As políticas de alguns governos estão colocando em xeque alguns aspectos das telecomunicações. Por exemplo, Rússia e China lançaram novas leis que obrigam os provedores de serviços de internet a armazenarem dados de usuários em servidores locais. Agora, Índia e Indonésia obrigam fabricantes de smartphones que 30% dos produtos vendidos sejam fabricados no país.

Para a maioria dos fabricantes, isso não é um problema, pois não possuem lojas próprias. Mas para a Apple sim, e nenhum dos seus produtos são fabricados nesses países.

Na Índia, eles conseguiram resolver o problema ao investirem em um centro de I+D e em um acelerador de aplicativos que sera inaugurado em breve. Na Indonésia, o problema para vender iPhones pode começar em 1 de janeiro de 2017.

Para resolver o problema na Indonésia, a Apple acabou de fechar um acordo com o governo local para construir nos próximos três anos um centro de I+D, que terá custo de aproximadamente US$ 44 milhões, abrindo assim as portas da empresa para vender o iPhone e os demais produtos naquele mercado, mesmo que os produtos sejam integralmente fabricados na China.

A Indonésia é o quarto país mais povoado do mundo, com 260 milhões de habitantes, ficando atrás apenas de China, Índia e Estados Unidos.

iPhone 7 no Brasil vai custar a partir de R$ 3.499

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E já temos os preços dos novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus no Brasil.

O novo smartphone da Apple desembarca em nosso mercado na próxima sexta-feira (11) de novembro, e os preços divulgados são oficiais.

 

 

Preços dos novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus no Brasil

 

 

  • iPhone 7 de 32 GB: R$ 3.499 (US$ 649)
  • iPhone 7 de 128 GB: R$ 3.899 (US$ 749)
  • iPhone 7 de 256 GB: R$ 4.299 (US$ 849)
  • iPhone 7 Plus de 32 GB: R$ 4.099 (US$ 769)
  • iPhone 7 Plus de 128 GB: R$ 4.499 (US$ 869)
  • iPhone 7 Plus de 256 GB: R$ 4.899 (US$ 969)

 

O modelo preto brilhante não está disponível no varejo brasileiro, e a maioria das lojas já oferece 10% de desconto para o pagamento a vista. Com isso, o iPhone 7 de 32 GB sai por R$ 3.149.

Os novos iPhones estão em pré-venda nos principais varejistas brasileiros, e as operadoras Claro, Vivo e TIM vão vender os smartphones a partir do dia 11 de novembro. Sem falar na própria Apple, obviamente.
Via Tecnoblog

Google quer se parecer mais com a Apple, e isso é perigoso

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Ao apresentar os novos smartphones da linha Pixel e todos os produtos de entretenimento e gerenciamento de funções domésticas, a Google deixa um recado bem claro: quer ser como a Apple. Ou pelo menos quer se aproximar ao máximo de seu conceito.

Não é surpresa essa medida. A Google está dessa forma querendo apostar em um formato de negócio que é bem sucedido no segmento de smartphones, e seguir essa estratégia pode ajudar a reforçar o Android como algo seu.

Porém, muitos entendem que você não deveria gostar muito dessa nova fase Pixel da Google.

 

De novo: reforço de identidade

 

A Google quer mesmo trazer a responsabilidade do Android para si e chamar o sistema operacional de “seu”, mesmo quando bem sabemos que já é dele. Porém, o grande público não sabe direito.

Uma forma de associar este sistema operacional à sua marca é lançando produtos com o seu conceito geral, e sem qualquer tipo de indicativo de outras marcas no produto. É o caso claro dos smartphones Pixel, que nós que estamos por dentro do tema sabemos que foram construídos pela HTC, mas que são dispositivos da Google.

A Apple faz o mesmo. O iPhone é fabricado pela Foxconn, mas é a gigante de Cupertino a responsável pela distribuição do produto em larga escala. E vem funcionando há quase dez anos.

Resultado: segunda maior vendedora de smartphones do planeta. E só agora e ameaçada pela Huawei.

 

O perigo dessa estratégia

 

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A Google já domina o mundo. E em setores importantes.

Tem o principal serviço de buscas e é quem mais capitaliza com publicidade. Tem o navegador de internet mais usado nos desktops e dispositivos móveis. Tem o sistema operacional móvel mais utilizado. Tem a loja de aplicativos mais povoada do mercado…

Sem falar nos serviços na nuvem, plataforma de escritório em cloud e outros serviços bem populares.

Não estou afirmando que a Google se tornará líder do mercado de smartphones. Bom, não pelo menos tão já. Até porque a concorrência é voraz.

Mas o problema aqui é outro.

A Google, com o seu Made by Google, pode adotar a filosofia da Apple de oferecer apenas e tão somente dispositivos premium, com preços premium, e com filosofia “nós sabemos o que vocês querem”. No estilo pregado pela Apple durante muito tempo.

E mesmo a Apple esta mudando nesse aspecto, mudando alguns de seus conceitos e filosofias (iPad Pro que o diga).

 

Google perdendo sua identidade?

 

Ainda não. Mas pode acontecer.

Acho hoje a Google mais inovadora que a Apple, e tudo leva a crer que esse aspecto a empresa não vai perder.

Mas pode criar uma diferenciação de hardware que pode incomodar, por exemplo, os parceiros da empresa no Android. Algumas como a Samsung buscam a liberdade com sistemas operacionais alternativos, mas o duopólio Android/iOS é difícil de ser superado.

O futuro vai dizer se a Google será a nova Apple, buscando dominar com mãos de ferro os setores onde já é líder. Mas não sabemos se o Pixel será o suficiente para ser um supercampeão de vendas.

 

Cinco anos sem Steve Jobs

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Eu me lembro onde eu estava quando recebi a notícia da morte de Steve Jobs em 2011. Eu estava no supermercado, fazendo as compras do mês. Me lembro que tive que voltar correndo para casa para escrever sobre o assunto. E, curiosamente, eu não publiquei essa notícia no TargetHD.

Apenas modifiquei a barra superior de links do blog, com um atalho para a página inicial da Apple, que por alguns dias exibiu essa foto, com o ano de nascimento e morte do executivo.

Eu não quis escrever sobre esse assunto. Achava que o TargetHD não era o espaço para uma notícia tão chata.

Hoje, cinco anos depois de sua morte, consigo escrever melhor sobre esse tema, e como a Apple está depois desses cinco anos.

 

A Apple seguiu em frente…

Hoje a Apple ainda é uma empresa de tecnologia muito forte. Tudo bem, tem algumas posições controversas, como depender metade dos seus lucros pelas mão de um único produto – iPhone. Mesmo assim, é empresa pra ninguém botar defeito.

Levou quase dez anos para que o iPhone registrasse quedas nas vendas, e por conta de diversos fatores: mercado saturado, crise econômica mundial, o mercado de linha média forte, a concorrência… e, mesmo assim, o smartphone da Apple continua a ser a referência.

Apesar dos mercados de computadores e tablets apresentarem sinais de quedas, o MacBook ainda mantém uma posição respeitável, e o iPad é um dos campeões de vendas em seu segmento.

O Apple TV se reinventou, se tornando um dispositivo de entretenimento mais versátil. O iOS se tornou um sistema operacional móvel maduro, o macOS ainda é referência entre os desktops, a App Store é a loja de aplicativos mais lucrativa do mundo, o iTunes ainda rende lucros e dita regras…

Enfim, a Apple seguiu em frente. Muitos podem questionar as posturas de Tim Cook, mas a verdade é uma só: a empresa ainda está nos trilhos e relevante.

 

…mas não se esqueceu completamente de Steve Jobs

Hoje, a Apple e mais a cara de Tim Cook do que a de Steve Jobs. É uma empresa mais flexível na sua visão de mercado. É uma empresa que tomou decisões que Steve Jobs jamais aprovaria, mesmo com a evidência mudança de tempo.

Porém, Tim Cook decidiu seguir duas das grandes filosofias de vida de Jobs: seguir o seu coração e seguir a sua intuição.

Longe de mim ser como Steve Jobs, mas confesso que desde que comecei a escrever sobre tecnologia na internet pelo TargetHD eu passei a compreender o que isso quer dizer.

Sigo muito minha intuição para o blog e para as decisões da minha vida. E ouço o meu coração para empregar os meus esforços e recursos em tudo o que eu faço.

Tim Cook fez o mesmo.

Certo ou errado, seguiu essas lições. E manteve a Apple nos trilhos. Relevante. Isso é o que realmente falta.

Steve Jobs faz falta. Mesmo.

Posso até achar que a Apple deixou de ser inovadora. Mas acho que isso não aconteceu por conta da ausência de Jobs.

Mas uma coisa é certa: sem Steve Jobs, falta muita coisa.

Que ainda não sabemos o que é.

O botão de silencio é um dos segredos mais bem guardados da Apple no iPhone?

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Há muitas novidades nos novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus da Apple, mas também há uma constante. Um dos pequenos detalhes que ninguém presta atenção, mas está lá: o botão de silêncio.

O interruptor físicos está presente no iPhone desde o primeiro modelo de 2007. Curiosamente, é uma das características que os fabricantes do Android não levaram em consideração. Este é um dos melhores sinais de identidade do iPhone da Apple? E serve de verdade para alguma coisa?

 

O silêncio através de um botão

 

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Alguns rumores prévios indicavam a eliminação do interruptor físico no iPhone 7. Essa característica desapareceu no iPad Air 2 e as melhorias na Central de Controle do iOS apontavam para isso. Porém, o botão de silêncio continua vivo.

Quando estamos em um local com muito barulho, o normal é tirar o telefone do bolso com pressa para interromper a chamada, ou pressionar o botão de liga/desliga ou os de volume para silenciá-la.

No iPhone, tudo é mais simples, pois o interruptor silencia o smartphone de forma rápida e simples. Isso evita problemas em situações onde manter o silêncio é cada vez mais importante, evitando gafes históricas como em 2012, quando um concerto da Filarmônica de Nova York foi interrompida pelo célebre toque da Marimba durante uma peça.

 

Poucas alternativas no Android

 

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Poucos fabricantes de dispositivos Android seguiram esse exemplo. Talvez o caso mais emblemático seja o da OnePlus, que integrou o Alert Slider nos modelos OnePlus 2, OnePlus X e OnePlus 3.

Alguns fabricantes como a LeTV também incorporaram um botão ou interruptor em alguns dos seus dispositivos, e a recepção dessa característica foi muito positiva. Então, por que outros fabricantes Android não tentaram o mesmo?

É fato que no Android é possível controlar os ajustes de notificações e alertas com os controles de volume, mas isso implica em vários acionamentos dos botões, além de ter que olhar a tela do dispositivo para garantir que as preferências estejam ao seu gosto.

 

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Há formas de integrar o botão para quem precisa. A Xiaomi tem o MiKey, pequeno botão físico que é inserido na entrada de fones de ouvido, permitindo uma pré-configuração com diversas opções.

Os acessórios podem servir para esse propósito… pelo menos enquanto os fabricantes manterem o conector de 3.5 mm nos dispositivos. Algo que a Apple já deu adeus, e a Samsung pensa em fazer o mesmo.

 

Este é um dos segredos do sucesso do iPhone nas empresas?

 

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Com o iPhone, evitamos isso: o botão silencia quase que completamente os sons do smartphone, de forma rápida e simples.

O acesso é provavelmente uma das características mais valorizadas para todos que em algum momento estão em uma reunião profissional e precisam silenciar o dispositivo de forma rápida.

É claro que a resposta da pergunta que dá título para este post é afirmativa. Os usuários do iPhone destacam itens como qualidade de construção, câmera ou fluidez do dispositivo, mas todos parecem fazer uso intenso de um botão de silêncio, que é uma das características indispensáveis do smartpone da Apple desde o seu início.

Estas são as imagens que se consegue no modo retrato do iPhone 7 Plus

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A câmera do iPhone 7 Plus é um dos recursos de maior destaque do novo smartphone da Apple. Conta com a atraente combinação de gran angular mais teleobjetiva, mas que não pode tirar total proveito já que o seu modo retrato virá apenas na próxima atualização do iOS 10.

A opção está disponível em beta para os desenvolvedores, o que permitiu que Matthew Panzarino, editor do TechCrunch, testasse a funcionalidade, mostrando as primeiras imagens reais do seu desempenho.

 

Eis os resultados

 

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No modo retrato, o iPhone captura imagens onde podemos aplicar o efeito bokeh, ou o desfoco na cena que ajuda a destacar uma pessoa ou objeto protagonista da foto. Para isso, o sistema o telefone usa a lente de 56 mm para capturar a imagem, enquanto que a gran angular registra todos os demais dados que geram a profundidade (de 9 capas diferentes).

Uma vez registradas, podemos escolher quais dessas capas serão nítidas e quais serão borrosas, controlando assim tal profundidade.

 

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O resultado é muito bom em muitas imagens, e nem tanto e outras, onde são detectados padrões repetitivos ou de movimento.

De qualquer forma, a própria Apple alerta que ainda é a versão beta do recurso, e o desempenho deve ser superior quando chegar a versão final no iPhone 7 Plus.

Veja as imagens e tire suas conclusões.

 

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Via TechCrunch

Mais um teste tenta descobrir qual é o iPhone mais rápido (incluindo o iPhone 7)

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A cada novo iPhone lançado, a Apple faz um comparativos das especificações do novo modelo com os dispositivos anteriores. Mais pela curiosidade.

Porém, os dados precisam ser levados em conta quando vemos a diferença de desempenho em estado bruto, sem analisar as diferentes particularidades de um iPhone 7 com os modelos das primeiras gerações.

É impossível fazer um comparativo totalmente preciso e absolutamente justo entre todos os iPhones já lançados, mas o pessoal do EverythingApple Pro lançou um vídeo bem completo que ilustra bem essa diferença de desempenho bruto entre os modelos.

O vídeo tem um comparativo de tempos de inicialização, desempenho sintético e outros testes interessantes, que em alguns casos são limitados a modelos específicos, como por exemplo a resposta do leitor biométrico.

Vídeo a seguir.

 

 

Via SlashGear

Apple Watch Series 2: unboxing e primeiras imrpessões

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O site Neowin publicou um vídeo com um unboxing, onde eles compartilham as suas primeiras impressões do Apple Watch Series 2, nova versão do relógio inteligente da Apple.

O produto mantém o design básico do original, e foca sua experiência na quantificação pessoal. É compatível com iPhones com iOS 10 ou posterior (iPhone 5, 5c, 5s, SE, 6, 6 Plus, 6s, 6s Plus, 7 ou 7 Plus).

Várias novidades em destaque

A principal novidade externa é a resistência à água e poeira, com os novos chassis em alumínio, aço inoxidável ou cerâmica, além de novas pulseiras. Nas especificações internas, o novo processador S2 dual-core e a nova GPU tornam o Apple Watch Series 2 50% mais rápido que o primeiro modelo. A tela também é melhor, com o dobro de brilho (até 1.000 nits).

Mas as novidades mais importantes mais importantes estão na parte de conectividade, com a inclusão de um GPS que trabalha com as novas funções de quantificação de atividades esportivas e saúde, além da atualização do sistema operacional para o watchOS 3.

Vídeo do unboxing a seguir.

 

 

Via Neowin

iPhone 7 é criticado por veículos independentes

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Dizer que o iPhone 7 está sendo detonado por outros veículos é algo complicado. Dá pé para várias polêmicas entre fãs e detratores da Apple. Porém, alguns veículos de prestígio são mais contundentes na avaliação.

Design e bateria são os principais pontos negativos

A análise do The Guardian, por exemplo, deixa o iPhone 7 com apenas três estrelas de no máximo cinco de sua avaliação. Os motivos que justificam essa nota é que o novo smartphone da Apple é considerada “uma oportunidade perdida” por dois grandes motivos: o design “enfadonho” e a bateria, que tem uma má autonomia e longos tempos de recarga.

Obviamente a análise não enfatiza apenas os pontos negativos. O Guardian também destaca um bom desempenho do smartphone, a resistência à poeira e água e a boa qualidade das câmeras. Mas eles enfatizam que de nada serve tudo isso se a bateria é tão pobre chega a destoar dos demais componentes do iPhone 7.

Já o TechRadar é mais generoso, dando quatro em cinco estrelas, algo pouco compreensível já que nos pontos negativos o veículo conclui que o novo smartphone peca pela falta de inovação de design e nas configurações, além de destacarem o preço elevado demais para o que oferece.

Via Fudzilla

Uma olhada mais a fundo no novo processador Apple A10 Fusion

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O novo processador A10 Fusion que a Apple inseriu nos novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus foi uma das novidades mais importantes dos novos smartphones. Agora temos um processador quad-core, mas dividido em dois grupos, com uma estrutura big.LITTLE.

Os dois núcleos de alto desempenho trabalham quando utilizamos aplicativos exigentes, e os dois núcleos de baixo consumo atuam no cenário contrário, permitindo um menor consumo de bateria.

Um escaneamento de raio X mostra as entranhas do A10 Fusion, mostrando os transístores que podem não ser muito claros para a maioria.

Do lado direito, temos o bloco com os dois núcleos de alto desempenho do processador, mas que também poderão estar integrados no lado esquerdo, ocupando uma superfície muito menor.

 

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Do mesmo lado esquerdo, temos os dois núcleos de alto desempenho, enquanto que na parte superior fica a GPU de seis núcleos gráficos. Os demais elementos são a memoria SRAM  e as interfaces SDRAM.

O Apple A10 Fusion possui 3.3 bilhões de transístores, superando em 20% a longitude do Apple A9, mas mantendo o processo de fabricação de 16 nanômetros.

Via PhoneArena

Por que a Apple quer comprar a McLaren?

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É um dos rumores mais ventilados das últimas horas. Segundo fontes do Financial Times, a Apple considera a compra da fabricante de automóveis McLaren, uma aquisição que pode sair como fruto das negociações com a empresa britânica há meses.

O que uma empresa como a Apple poderia ganhar comprando a McLaren?

 

Mais do que você pode imaginar inicialmente

O investimento tem caráter estratégico. A Apple obteria importantes benefícios logísticos, trazendo para is as tecnologias desenvolvidas, uma grande quantidade de patentes e o todo o talento dos engenheiros que hoje estão na McLaren.

Vale lembrar também que, ainda que os rumores se abrandaram nos últimos meses, um carro elétrico da Apple ainda é especulado. E esse veículo pode se beneficiar diretamente da influência da McLaren.

A empresa britânica é uma das pioneiras no uso de materiais avançados em carros (na Fórmula 1 foi a primeira equipe a colocar na pista um carro com chassi monobloco de fibra de carbono), e abarca todos os tipos de tecnologias, desde controles nas telas touch até sistemas de propulsão elétricos híbridos.

Não é a única compra que está associada à Apple nos últimos dias. Há quem diga que os rumores de negociação com a McLaren não são certos, e indicam que a compra seria possivelmente da Lit Motors, conhecida pelo desenvolvimento de um particular veículo de duas rodas elétrico com sistema de balanceamento automático.

A Apple já contratou vários dos funcionários dessa empresa para os seus escritórios. Logo, o próximo passo lógico seria acabar de engolir a Lit Motors.

Via Business InsiderFinancial Times, New York Times

Este é o custo estimado de fabricação do iPhone 7

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Um relatório publicado pela IHS Markit revelou o custo total de fabricação do iPhone 7 da Apple.

O modelo mantém o design dos últimos dois anos, mas tem diferenciais importantes em alguns componentes, como o novo processador A10 Fusion e o botão iniciar tátil.

Dito isso, os dados da IHS Markit mostram que, para a Apple, custa US$ 219,80 fabricar um iPhone 7 de 32 GB. O valor sobe para US$ 224,80 se adicionarmos os custos do processo de montagem.

Falando dos componentes em separado, o mais caro é a tela (US$ 43), seguido do modem da Intel e outros componentes “baseband” (US$ 33,90), e o processador A10 Fusion (US$ 26,90)

Lembrando que o iPhone 7 de 32 GB custa US$ 649. Porém, nos custos de fabricação descritos no estudo não incluem itens importantes como I+D, publicidade e transporte.

Via IHS Markit

Apple quer patentear um sistema de produção de bolsas de papel

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A Apple há tempos registra patentes de tudo quanto é tipo de produtos e sistemas, com o objetivo de incluir essas tecnologias em seus próprios produtos. Mas de tempos em tempos vemos patentes estranhas, pouco ou muito específicas, dependendo do objeto em questão.

É o caso de uma recente solicitação de patente para um método que permite a produção de bolsas de papel de uma forma específica que pode ser utilizada em um médio prazo em várias lojas físicas da Apple.

 

Patentes sim, patentes não

 

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Na solicitação, a bolsa pode “ser feita totalmente de papel, com a potencial exceção dos adesivos que unem diferentes porções da bolsa. Isso pode ajudar a reduzir qualquer impacto ao meio ambiente desde a produção até o uso eliminação da bolsa”.

Parece que o sistema de produção da Apple estaria orientado a fabricar bolsas de papel ecológicas, e o texto indica que a bolsa poderia ser produizda para compras em lojas de top de linha (…) o conteúdo da bolsa poderia ser formado por pelo menos 60% de conteúdo reciclado, o que indica para bolsas produzidas efetivamente com papel reciclado.

Nos Estados Unidos, patentear todo tipo de produtos e desenvolvimentos é algo normal, mas essa facilidade também se transforma em uma perigosa arma contra a concorrência. Patentes muito genéricas (ou absurdas) permitem que os “os trolls de patente” tirem proveito, processando todos os tipos de empresas por violação de certas propriedades intelectuais pouco específicas.

A Apple não é uma exceção: conseguiu uma patente para um retângulo com cantos arredondados, muito peculiar. Você se lembra disso?

Via The Register, USPTO