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Japão também pede que a Apple pague os seus impostos

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O governo japonês solicita que a Apple pague os impostos que deve no país, em um valor total de 12 bilhões de ienes (ou US$ 118 milhões no câmbio atual).

A decisão chega um pouco depois da Europa realizar movimento similar, exigindo da Apple o pagamento de US$ 14.6 bilhões em impostos atrasados, fruto da “criatividade financeira e contável” que a empresa manteve por conta de um acordo especial com o governo irlandês.

O segredo de todo o esquema estava no uso de uma central europeia da Apple fincada na Irlanda, além de trabalhar com filiais para pagar uma menor quantidade de impostos. O resultado são taxas irrisórias pagas pela gigante de Cupertino.

 

O fim da criatividade financeira

Nos Estados Unidos, um mal estar ficou explícito diante do que eles qualificavam como “uma perseguição” da Europa às multifuncionais do país. Um argumento falido e absurdo, e a prova é que o Japão também se deu conta das práticas da Apple para evitar o pagamento de impostos.

Essas estratégias não são novas, nem exclusivas da Apple. Diversas gigantes de tecnologia apelam para paraísos fiscais para estabelecer sua central, e operam com filiais em outros países, se valendo da criatividade fiscal que até agora funcionava muito bem. Mas parece que os países se cansaram disso, e começaram a fechar o cerco.

Vamos ver as cenas dos próximos capítulos dessa novela.

Via Fudzilla

Apple Watch Series 2 é desmontado pelo iFixit

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O pessoal do iFixit publicou um artigo completo mostrando o processo de desmontagem do Apple Watch Series 2, novo smartwatch da Apple.

O design interno do produto resulta em um processo mais simples de reparação, graças principalmente à toda a distribuição ordenada dos seus componentes e marcadamente modular.

 

Fácil de reparar e muito bem protegido contra a água

A imagem que ilustra esse post mostra isso de forma mais clara. É possível ver cada um dos componentes que dão vida ao Apple Watch Series 2, perfeitamente desmontados e separados.

Porém, o excesso de cola para manter a bateria presa é um ponto negativo, tanto que chegam a dizer que era cola suficiente para fixar a tela de um iPad.

Porém, o uso dessa grande quantidade de cola se explica por ser um relógio inteligente, ou seja, um dispositivo que ficará em movimento constante. Logo, todos os seus componentes devem estar perfeitamente fixados.

Vale uma menção especial para o sistema de proteção contra à água, que vai além de uma simples selagem e conta com detalhes como um alto-falantes que é capaz de abrigar em seu interior um pouco de água, e posteriormente expulsar essa água através de vibrações.

O Apple Watch Series 2 é uma evolução do modelo original, mas fica a pergunta: as melhorias aplicadas no produto serão suficientes para deslanchar de vez o segmento de smartwatches?

Via iFixit

Motorola (Lenovo) pede para que você não compre smartphones com o número 7

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A Motorola (Lenovo) começou uma campanha publicitária chamada #SkipTheSevens (Pule Os Setes), que te como alvo claro convencer o consumidor que não vale a pena comprar os novos smartphones top de linha dos dois maiores vendedores do mercado: Samsung e Apple.

Com isso, a empresa propõe a distância de dispositivos que recebam o número 7 no nome.

Exemplos? Pois não: Galaxy S7, Galaxy S7 Edge, Galaxy Note 7, iPhone 7 e iPhone 7 Plus.

O vídeo (supostamente gravado em 12 de setembro) mostra uma reunião de funcionários das duas empresas com usuários leais à Apple para conversar sobre os recém apresentados iPhone 7 e iPhone 7 Plus.

O grupo de consumidores não viu nada de realmente novo nos novos smartphones da Apple, salvo a câmera dupla do iPhone 7 Plus. Depois disso, a condutora da reunião mostrou um suposto protótipo de um novo iPhone com acessórios modulares que poderiam ser conectados ao dispositivo.

Esse detalhe impressionou os clientes presentes na reunião, que voltaram a ver a Apple como uma empresa inovadora, comentando sobre a utilidade dessa característica.

Apesar da Motorola (Lenovo) apresentar o dispositivo como um protótipo do iPhone, na realidade era o Moto Z com alguns Moto Mods, acessórios modulares que se conectam de forma magnética ao smartphone.

É uma tática original para chamar a atenção, além de ser um ataque comercial contra a Apple e a suposta falta de inovação no iPhone 7.

Vídeo a seguir.

 

 

Via PhoneArena

Desmontaram o iPhone 7 Plus (e não foi o iFixit)

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Um veículo asiático desmontou uma unidade do iPhone 7 Plus dois dias antes da sua chegada ao mercado em 16 de setembro, e publicou um vídeo desse processo.

A abertura do smartphone é algo bem complexo, mas pelo visto ter grandes unhas ajuda a separar as partes frontal e traseira, algo que os profissionais normalmente utilizam ferramentas específicas.

No seu interior, podemos ver que a Apple não inclui um conjunto de alto-falantes estéreo, e que a bateria segue presa por cola, com uma capacidade de 10.22 Wh, um pouco abaixo do que utiliza o iPhone 6 Plus.

Apesar disso, a Apple destaca que o iPhone 7 Plus oferece uma autonomia maior que o seu antecessor, por conta das melhorias de gestão de recursos para um funcionamento mais eficiente.

E no lugar do conector 3.5 mm, temos o novo módulo Force Touch para o novo botão iniciar háptico.

Vídeo a seguir.

 

Via GSMArena

Como funciona a câmera traseira dupla do iPhone 7 Plus

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A Apple confirmou os rumores recentes, e introduziu uma câmera traseira dupla no iPhone 7 Plus. Não é a primeira que vemos no mercado, mas seu funcionamento é mais engenhoso, oferecendo os melhores resultados até o momento.

A Apple chegou depois, e melhorou o resultado atual. Podemos dizer que o seu sistema de câmera dupla é um acerto. E esse post mostra como esse sistema funciona.

Zoom ótico com lentes fixas no iPhone 7 Plus

 

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Antes, alguns dados técnicos.

O iPhone 7 Plus conta com um sistema de dupla lente traseira de 12 MP (f/1.8 e f/2.8) com estabilizador ótico, através de um sistema magnético onde a lente flutua no interior da câmera, reduzindo a vibração para melhorar o registro de imagens noturnas e captura de vídeo.

Outro modelos apostaram no zoom ótico, que pode ser obtido com a redução da distância entre as lentes do smartphone, gerando um aumento da imagem real, e não via software. Isso requer um sistema de lentes móveis que a Apple conseguiu eliminar através de lentes fixas.

O zoom ótico do iPhone 7 Plus conta com uma vantagem e um inconveniente.

A vantagem é contar com um zoom ótico de 2X, e sem precisar aumentar a espessura do smartphone. A desvantagem é que o zoom é fixo: capturamos imagens ou em tamanho real ou em tamanho ampliado. Não há escolha porque falamos de duas lentes fixas.

O sistema é bem engenhoso. Enquanto alguns smartphones optam por montar um sensor para monocromático e outro para colorido, mas com as duas lentes idênticas, a Apple variou a distância focal de suas duas lentes.

O iPhone 7 Plus conta com uma lente de 56 mm para fotografias “próximas” e outra lente de 28 mm, para fotos “em tamanho real”.

 

Bokeh de alta qualidade em tempo real

 

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Com este sistema de lente dupla, uma delas captura as fotos em 1X, e a outra em tamanho 2X. Mas o zoom ótico não é única vantagem do sistema.

Também é possível obter um efeito de desfoco ou bokeh, em tempo real e muito preciso. Ativando o modo retrato do iPhone 7 Plus, acessamos uma função que permite que as lentes se combinem para obter uma foto em primeiro plano nítida, enquanto que o fundo fica desfocado, através de uma combinação das imagens dos dois sensores.

Logo, a foto registada com a ajuda da diminuição da profundidade de campo permite ao iPhone 7 Plus consegue combinando a informação de suas duas câmeras, pois o primeiro plano é capturado pela objetiva de 56 mm, e a informação para o desfoque fica para a lente de 28 mm.

A todo o potencial do sistema, some o fato de contar com um flash Quad LED e um estabilizador ótico. É um conjunto que promete ser a melhor câmera jamais fabricada para um smartphone (com todo respeito ao Lumia 1020).

A Apple fez um trabalho genial. Veremos se consegue marcar tendência, com alguns fabricantes seguindo esse caminho. Se bem que seria estranho se o sistema de lente dupla da empresa do iPhone 7 Plus não estivesse patenteado.

AirPods Strap: para você não perder os seus novos fones da Apple

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O AirPods Strap é uma espécie de corda que prende os novos fones de ouvido da Apple, evitando assim que você perca o acessório de forma acidental.

Os novos AirPods são absurdamente caros, mas a Spigen (sua fabricante) quer que você se esqueça de sua recarga sem fio tradicional, além de se esquecer da possibilidade de extravio do produto, temor que muitos manifestaram ao conhecer o design dos novos fones da Apple.

A AirPods Strap está com registro de patente pendente, mas já está disponível na Amazon dos Estados Unidos por um preço de US$ 9,99. Os primeiros envios devem acontecer a partir do dia 17 de outubro, coincidindo com a distribuição dos novos AirPods.

Via CNETAmazon

iOS 10 está disponível. Mas… cuidado com ele…

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Não demorou muito dessa vez. Apenas três horas depois que o iOS 10 (e o watchOS 3) viu a luz, apareceram as primeiras reclamações de muitos usuários sobre a inutilização dos seus dispositivos, logo após realizarem o update via OTA.

Em outras palavras: tem muito iPhone e iPad virando peso de papel por aí, ficando bloqueado durante a instalação da atualização, ficando inutilizável.

 

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A Apple se apressou a emitir um comunicado onde reconhece que experimentou “um pequeno problema no processo de atualização do software” que afeta “um reduzido número de usuários” nas primeiras horas de disponibilidade do iOS 10.

A empresa garante que o problema foi resolvido rapidamente, e os que foram afetados só precisam conectar o dispositivo no iTunes para completar a atualização, ou contactar com a AppleCare para obter ajuda.

Se você ainda não atualizou o iOS 10, pode fazer duas coisas:

1. Ou esperar para ver como as coisas acontecem nos próximos dias (e ver se o problema se normaliza mesmo),
2. Ou seguir o conselho da Apple, que recomenda a atualização via iTunes (e não via OTA).

Seja como for, o melhor conselho que podemos deixar é que, seja lá o que for que você vai fazer, realize cópias de segurança dos dados dos seus equipamentos. SEMPRE!

iPhone 7 Plus vs Samsung Galaxy Note 7: um comparativo entre os tops

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Os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus foram apresentados, repetindo a tendência dos últimos anos. Porém, a Samsung apresentou antes o seu Galaxy Note 7, que apesar de contar com os seus problemas de bateria, é um dos modelos mais cobiçados do ano entre os dispositivos com telas de grande dimensão.

E o duelo está feito.

De um lado, um iPhone 7 Plus menor. Por outro lado, um Galaxy Note 7 com suas características exclusivas. O iOS vs Android com a TouchWiz. Um duelo entre os dois maiores fabricantes do mercado de smartphones.

E esse post, mostramos as principais semelhanças e diferenças entre os dois modelos.

Duelo de personalidades no design

Os dois competidores foram conservadores nesse aspecto.

O Galaxy Note 7 herdou os detalhes do Galaxy S6 e Galaxy S7, incluindo a tela curva da linha Edge de série. Jà a Apple evoluiu o design do iPhone 6s em porções mínimas.

Os dois contam com metal e cristal nos seus materiais, e a diferença de tamanho não é determinante, salvo que a Samsung aproveitou melhor a parte frontal, com uma tela maior (5.7 contra 5.5 polegadas) e com maior resolução (QHD contra Full HD).

 

A Apple manteve o 3D Touch, mas os dois modelos contam com um botão Home com leitor de digitais, apesar de que no iPhone 7 ele não ser mais físico.

São dois designs elegantes, o que torna a escolha difícil nesse aspecto. Ambos estão em um nível muito acima de boa parte da concorrência.

Potência com controle serve de muita coisa

 

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A Samsung repetiu o seu Exynos 8890, sem muitas melhorias. A Apple apresenta o novo chip Apple A10, que na versão single core apresenta uma potência sem precedentes. E uma vantagem da turma de Cupertino é poder controlar cada parte do processo.

O iOS funciona diferente do Android, e você que está lendo esse post sabe muito bem disso a essa altura do campeonato.

Enquanto que o sistema da Apple roda sobre um número muito bem controlado de dispositivos, o Android deve rodar sobre múltiplas combinações. A máquina virtual do sistema da Google exige especificações mais potentes para um desempenho similar.

No papel, o Galaxy Note 7 roda com mais fluidez, mas sofre do lag do sistema Android com o passar do tempo.

Dois núcleos contra quatro núcleos, duas arquiteturas próprias e a diferença de não ter o controle absoluto sobre o software.

A TouchWiz não exerce sobre o Android o domínio que a Samsung gostaria, e por isso eles mantém o Tizen vivo.

Mas a verdade é uma só: escolher entre o iPhone 7 Plus e o Samsung Galaxy Note 7 é escolher duas das melhores configurações e desempenho da atualidade.

Capturar a realidade, mais rápido e melhor

 

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O iPhone 7 Plus optou por uma câmera dupla traseira, seguindo os passos da HTC e Huawei. A diferença é que seu sistema utiliza um zoom ótico de 2X, com um sensor duplo de 12 MP, uma delas atuando como teleobjetiva.

A Samsung optou por repetir as configurações do Galaxy S7 no Galaxy Note 7, também de alto nível.

 

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Os dois dispositivos capturam imagens a 12 MP, com estabilizador ótico e gravação de vídeos a 4K. A Apple se destaca pelo fato do seu processador A10 permitir a captura de vídeos 4K a 60 frames por segundo, enquanto que o Galaxy Note 7 fica limitado aos 30 frames por segundo.

No sensor frontal, a Apple de novo toma a dianteira, com 7 MP de resolução, contra os 5 MP do Note 7. As duas câmeras fazem um excelente trabalho com as selfies.

 

Que meu smartphone não fique sem bateria no pior momento

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Outro ponto de discórdia entre os dois dispositivos está na bateria.

Um iPhone 7 Plus deve ter uma autonomia de uso de pelo menos dois dias de uso sem problemas, inclusive exigindo um pouco mais do que o devido. Já o Galaxy Note 7 tem um abateria de 3.500 mAh com modo recarga rápida, alcançando um dia de uso sem problemas. Co a recarga rápida, é possível obter 25% de autonomia com apenas 15 minutos.

 

O segredo está nos detalhes

 

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Os pequenos detalhes que fazem um modelo mais desejável que o outro encerra esse comparativo.

Aqui, os dois fabricantes oferecem resistência à água e poeira, um botão Home com leitor de digitais e chip NFC cada um com suas plataformas (Apple Pay, Android Pay e Samsung Pay).

Nada mudou nos conectores dos dispositivos, com o Note 7 com uma USB Type-C e o iPhone 7 Plus com uma porta Lightning, mas sem o conector para fones de ouvido (o kit do smartphone inclui um adaptador para 3.5 mm).

 

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Não podemos nos esquecer da S Pen da Samsung, tão apreciado pelos usuários da linha Note. A Apple experimentou algo parecido com o iPad Pro, mas não quer levar a solução da caneta Stylus para o iPhone para quem quer um pouco mais de produtividade.

 

Conclusão

No final das contas, a escolha final depende de cada um. Os dois modelos são excelentes, e a escolha entre um e outro está mais difícil do que nunca.

As pessoas conseguem distinguir o iPhone 7 do seu próprio iPhone?

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Os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus trouxeram mudanças mínimas no seu design. A ponto de ser complicado distinguir o modelo novo dos anteriores, principalmente para os usuários menos experientes.

Com isso em mente, mais uma vez o apresentador Jimmy Kimmel fez a tradicional brincadeira de se aproximar de uma série de pessoas com a oferta de trocar o seu atual iPhone por um iPhone 7.

Enquanto a entrega do novo telefone é produzida, o cliente é distraído para que o assistente do apresentador faça algumas pequenas modificações no smartphone para que ele se transforme no novo smartphone da Apple.

O vídeo tem momentos desconcertantes, principalmente quando escutamos coisas como “ele é mais leve”, “tem uma tela superior” ou “funciona mais rápido”. Porém, o vídeo se torna mais efetivo quando os usuários estariam dispostos a aceitar a troca, ficando com o “iPhone 7”, pagando a razoável quantia de US$ 50.

Vídeo a seguir.

 

 

Via PhoneArena

iPhone 7 e iPhone 7 Plus, um breve comparativo com os demais iPhones

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Em 16 de setembro, os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus desembarcam em mercados selecionados. Os novos smartphones top de linha da Apple substituem os modelos iPhone 6s/6s Plus, e com eles o catálogo da empresa passa a contar com cinco modelos diferentes e comercializáveis.

Para colocar em perspectiva os novos iPhones com os demais e identificar de forma mais clara as principais diferenças entre os modelos disponíveis, compilamos nesse post esses dados em comparativo, destacando as vantagens dos diferentes modelos, o que deve facilitar a escolha daquele que melhor se ajusta às suas necessidades.

 

Três passos para escolher o iPhone para chamar de “seu”

 

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Ainda que não seja possível estabelecer uma regra única pelo fato de nem todas as versões estarem disponíveis em todos os tamanhos de tela ou tamanhos de cores e especificações de memória, vale a pena dar alguns conselhos que podem descartar algumas opções.

Para começar, é preciso escolher o tamanho.

Temos três tamanhos de tela: 5.5 polegadas (iPhone 6s Plus e iPhone 7 Plus), 4.7 polegadas (iPhone 6s e iPhone 7) e 4 polegadas (iPhone SE).

Depois, é preciso escolher entre um modelo de última geração (série 7) ou da geração de 2016 (série 6 ou SE), esta segunda opção com preços menores.

Por fim, é preciso ver as diferentes configurações de memória e cores disponíveis, e esses aspectos serão detalhados mais adiante.

As diferenças entre o iPhone 7/7 Plus e os demais

 

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Ainda que a Apple nunca precisou competir em especificações com outros smartphones Android top de linha para obter um boa experiência de uso, esse item segue sendo referência na hora de se ter uma ideia de como evolui cada geração e as diferenças entre os modelos disponíveis a partir de agora.

O iPhone 7 Plus é o único a contar com a câmera traseira dupla, que permite fotos com mais zoom e de melhor qualidade.

Mas a nova geração do iPhone também traz outras novidades, como a resistência à água IP67, um botão home háptico melhorado, alto-falantes estéreo com o dobro de volume da geração anterior, a eliminação do conector para fones de ouvido, uma nova câmera traseira e aumento de megapixels na câmera frontal.

Nos demais modelos, o iPhone 6s Plus foi o primeiro a incluir estabilizador de imagem, e junto com o iPhone 6s estreou a tela com 3D Touch, além de renovar por completo a câmera de fotos, que pela primeira vez alcançava os 12 MP.

O mais barato (e simples) de todos é o iPhone SE, que tem a tela menor e só recebeu o leitor de digitais entre as últimas inovações inseridas pela Apple.

O que é possível fazer com o novo botão Home do iPhone 7 e 7 Plus?

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O iPhone 7 e 7 Plus traz várias novidades, apesar de muitos não entenderem assim. Uma nova cor, a resistência à água e poeira, a câmera dupla na versão Plus e o fim do conector para fones de ouvido. Mas uma das novidades mais interessantes é o novo botão de início.

A primeira diferença em relação ao botão Home dos iPhones superiores é que ele não é mecânico. O novo botão simula os trackpads dos últimos MacBooks, medindo a intensidade da pressão para realizar diferentes ações diretas, como por exemplo acessar mensagens ou notificações, sem abandonar as funções já conhecidas.

A primeira grande diferença perceptível no novo botão Home do iPhone 7 é que o Taptic Engine incorporado no novo smartphone é capaz de detectar qual é a pressão realizada para diferentes ações.

O botão segue funcionando como leitor de digitais ou para acesso direto à tela principal do smartphone (obviamente), mas tem mais.

As primeiras novas ações serão acessadas diretamente para o aplicativo Mensagens, para as notificações e aos toques de chamada. Além disso, também podemos estabelecer ações rápidas de acordo com a forma que pressionamos o botão, e desenvolvedores terceiros terão acesso à uma API para configurar usos personalizados nos seus aplicativos.

iPhone 7 e garantia: algo que você deve ter em mente

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Os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus recebem a certificação IP67, oferecendo assim uma resistência à água e poeira. Porém, a própria Apple coloca letras miúdas sobre esse tema, que implicam diretamente na garantia do produto.

Garantia do iPhone 7: sempre leia as letras pequenas

Segundo informa a Apple:

“O iPhone 7 e iPhone 7 Plus são resistentes à gotas de água, imersões, água e poeira. Foram testados em condições controladas de laboratório e alcançaram uma qualificação IP67, de acordo com a norma IEC 60529. Porém, esta resistência não é algo permanente, e pode diminuir como consequência do desgaste normal do uso. Não  tente recarregar um iPhone molhado; consulte o guia do usuário para obter instruções de limpeza e secagem. Os danos causados por líquidos não estão cobertos pela garantia.”

Ou seja a Apple não vai cobrir danos por líquidos na garantia, mesmo com os novos iPhones recebendo certificação IP67. Logo, é mais que recomendado você tratar o seu futuro smartphone com especial cuidado, e evitar que ele receba qualquer banho ou mergulho, apesar de que, em teoria, eles podem resistir sem problemas.

Por outro lado, no site oficial da Apple, também fica claro que o modelo em cor preto bulhante pode sofrer micro arranhões pelo uso normal, recomendando o uso de um case oficial.

Via SlashGear

Conheça o adaptador para fones de 3.5 mm do iPhone 7

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O iPhone 7 e iPhone 7 Plus marcam o desaparecimento dos conectores de 3.5 mm dos smartphones da Apple, mas… como podemos ouvir música enquanto recarregamos o dispositivo?

A resposta é: não é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo. A não ser que você tenha esse adaptador, que permite que você utilize os fones tradicionais.

Para a Apple, o ideal é que você use os AirPods, que te deixa livre dos cabos ao usar o Bluetooth para se conectar ao iPhone 7. Porém, para quem não quer gastar R$ 1.399 no acessório, temos o plano B: um dock com conector Lightning, que oferece essa porta e uma porta de 3.5 mm para fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

O dock pode ser adquirido na Apple Store por US$ 49.

 

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A solução da Apple não está sozinha. A Belkin anunciou um dock com duas portas Lightning, para recarregar o dispositivo e ouvir música pelos fones nesse padrão ou nos fones normais, sempre e quando recorremos ao adaptador incluso no kit de venda dos novos iPhones.

 

Via MacRumorsThe VergeApple Store

 

A Apple voltou a ser chata e previsível?

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A apresentação dos novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus confirmaram vários dos rumores publicados nas últimas semanas. Também consolidou a filosofia da Apple de melhorias mínimas, construindo uma base sólida e sem promover mudanças radicais e inesperadas.

A Apple entrega o que esperamos (mas não necessariamente o que queremos), mesmo que demore um pouco. Mas isso a torna chata e previsível, ao mesmo tempo que a deixa praticamente invulnerável.

 

Que se pasa, Apple?

 

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Outras empresas arriscam, são valentes, exploram e inovam com a esperança de iniciar novas tendências. A maioria fracassa. Pense na LG, que hoje sofre com a ousadia de um LG G5 modular. Mesmo assim, arriscam.

Já outras são conhecedoras do presente. A Apple é, provavelmente, quem melhor conhece o presente. Seus novos produtos recebem poucas mudanças em relação aos anteriores, e muitos se queixam hoje dessa pouca ambição.

Esperamos tudo da Apple porque a empresa entregou tudo no passado. Não nos basta as pequenas interações. Queremos mais. Queremos que a Apple mude.

A Apple devia ser capaz disso. Tem dinheiro de sobra para investir em I+D. Onde está o resultado desse investimento? Tudo só serviu para que o Mickey aparecesse no Apple Watch?

Tem que ter mais. Muito mais.

O problema é que a Apple é cautelosa com esses avanços, ou não dão conta na matéria de inovação. O que é estranho, pois é claro que a empresa tem vários talentos, mas que não são suficientes para dar o salto nos produtos que muitos esperam.

Revoluções silenciosas

 

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A Apple optou por fazer revoluções pequenas e silenciosas. Passados os tempos do iPod ou do iPhone, chegou o momento de outros tipos de mudanças.

As mudanças aconteceram, mas não como muitos esperavam. O leitor de digitais é um ótimo exemplo.

O Touch ID foi a mesma coisa. Era algo interessante no iPhone 5s, mas com o tempo esta tecnologia passou quase desapercebida, se tornando uma das características mais cômodas, convenientes e transformadores da experiência do usuário.

Agora, temos a remoção do conector de 3;5 mm, que pode ser mais uma pequena revolução, que precisou de uma decisão corajosa por parte da empresa. Até porque as criticas fatalmente viriam.

A Apple demonstrou no passado que não cede diante das decisões tomadas, e eles querem o fim do conector de 3,5 mm o quanto antes possível. Os novos iPhones são o primeiro passo disso.

 

iPhone 7 parece ser mais do mesmo, mas não é

 

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O iPhone 7 traz mais surpresas do que o imaginado.

Não falo do seu design, é claro (apesar do desaparecimento do conecto de fones de ouvido e das novas câmeras), mas por outros aspectos.

No seu interior, vemos o quanto esse smartphone mudou. Um novo processador quad-core com dois clusters de dois núcleos cada, que aparentemente seguem a filosofia ARM big.LITTLE, que tão bem funcionou no Android. Eficiente na maior parte do tempo, potência apenas quando você precisa. O botão de início agora é háptico, eliminando partes mecânicas.

A Apple ainda oferece um adaptador para usar os antigos fones de 3.5 mm, mas quer oferecer o novo com os fones Lightning e sem fio, como são os AirPods.

Sem falar na resistência à água nos novos iPhones e nos já citados sensores fotográficos duplos. Neste último aspecto, o atraente zoom e o promissor bokeh podem justificar essa câmera dupla, mas é um fator que deve ser algo realmente convincente para que o preço dos modelos Plus seja algo mais razoável.

 

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Seja como for, os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus são mais surpreendentes do que o esperado, e isso é uma boa notícia.

A Apple pode ser chata e repetitiva, mas de tempos em tempos oferece agradáveis surpresas. Podemos estar testemunhando uma fase interessante: rumores sobre uma nova linha de Macs e os iPhones do ano que vem apontam para isso.

iPhone 7 Plus tem 3 GB de RAM

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Além de incluir uma nova câmera com vários truques, o iPhone 7 Plus também inclui 3 GB de RAM.

 

Mais poderes, mais responsabilidades

O 1 GB a mais do modelo foi inserido para que o sistema maneje de forma cômoda os diferentes aplicativos em execução. Levando em conta como o software evolui (e o mercado), era de se esperar que a Apple aumentasse a memória a ponto de podermos manejar melhor os aplicativos mais pesados, obtendo uma melhor experiência de uso.

Por enquanto, o giga extra estava disponível apenas no iPad Pro de 9.7 polegadas, mas agora se estende também para os smartphones com o novo modelo.

O iPhone 7 Plus chega ao mercado no dia 16 de setembro.

Via 9to5mac

iPhone 6s, 6s Plus e iPhone SE recebem redução de preço no Brasil

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iPhone 6 e iPhone 6s Plus

A Apple Brasil aplicou uma redução de preços aos modelos atuais dos iPhones (iPhone 6s, iPhone 6s Plus e iPhone SE) no Brasil, após a apresentação dos novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus.

Além disso, os modelos iPhone 6s e 6s Plus tiveram a sua capacidade de armazenamento dobrada, para 32 GB ou 64 GB. O iPhone SE mantiveram suas capacidades de 16 GB e 64 GB.

Veja os novos preços dos iPhones no Brasil

 

iPhone 6s

 

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  • iPhone 6s 32 GB: R$ 2.999 ou R$ 2.699 à vista (antes, R$ 3.999 no modelo de 16 GB ou R$ 3.599 à vista)
  • iPhone 6s 128 GB: R$ 3.399 ou R$ 3.059 à vista (antes, R$ 4.599 no modelo de 128 GB ou R$ 4.139 à vista)

 

iPhone 6s Plus

  • iPhone 6s Plus 32 GB: R$ 3.599 ou R$ 3.239 à vista (anteriormente, R$ 4.299 no modelo de 16 GB ou R$ 3.869 à vista)
  • iPhone 6s Plus 128 GB: R$ 3.999 ou R$ 3.599 à vista (anteriormente, R$ 4.899 no modelo de 128 GB ou R$ 4.409 à vista)

 

iPhone SE

 

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  • iPhone SE 16 GB: R$ 2.499 ou R$ 2.249 à vista (anteriormente, R$ 2.699 ou R$ 2.429 à vista)
  • iPhone SE 64 GB: R$ 2.699 ou R$ 2.429 à vista (anteriormente, R$ 2.999 ou R$ 2.699 à vista)

 

A única versão do iPhone disponível a pronta entrega no Brasil no momento é a com 128 GB de armazenamento, uma vez que o iPhone 6s de 32 GB não existia até o momento.

 

Apple Watch

 

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A primeira versão do Apple Watch Sport (agora Series 1) também teve o seu preço reduzido. Também foram anunciados os preços do modelo Series 2, à prova d’água.

  • Series 1, caixa de 38mm: R$ 2.199 ou R$ 1.979 à vista (anteriormente, R$ 2.899 ou R$ 2.609 à vista)
  • Series 1, caixa de 42mm: R$ 2.349 ou R$ 2.114 à vista (anteriormente, R$ 3.299 ou R$ 2.969 à vista)
  • Series 2, caixa de 38mm: R$ 2.999 ou R$ R$ 2.699 à vista
  • Series 2, caixa de 42mm: R$ 3.149 ou R$ R$ 2.834 à vista

 

Não há previsão de disponibilidade para o Brasil dos modelos antigos, ou de lançamento para os novos relógios.

 

AirPods e EarPods com conector Lightning

 

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Os novos EarPods com conector Lightning custam R$ 249 no Brasil (ou R$ 224 à vista). Os novos AirPods custam R$ 1.399 (R$ 1.259 a vista), este último com disponibilidade para o mês de outubro.

iPhone 7 e iPhone 7 Plus: bastam para recuperar as vendas da Apple?

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2016 não é o ano dos sonhos da Apple. Quedas nas vendas de iPhones, multa de 13 bilhões de euros por parte da União Europeia, entre outros obstáculos. Sem falar na concorrência cada vez mais pesada.

Os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus contam com a difícil missão de seduzir novamente os usuários. E a Apple apostou alto nos novos componentes desses smartphones.

O design jet black chama a atenção, mas este é apenas um fator. Será que os novos modelos são suficientes para convencer os usuários a trocarem de iPhone nesse momento?

 

Vimos antes, mas temos melhoras

 

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As principais mudanças ou novidades vieram por três vias: resistência, áudio ou câmera.

Nos dois primeiros casos não há inovações, mas chamam a atenção positivamente. Contar com uma proteção IP67 é sempre algo que pode somar, e na parte de áudio, a eliminação do conector de 3.5 mm em favor da porta Lightning pode implicar uma vantagem ou desvantagem.

Afinal, o incômodo de ter que usar um adaptador para conectar os fones tradicionais acaba compensado pela praticidade do iPhone ter alto-falantes estéreo, o que é uma melhoria direta no dispositivo.

Por fim, a melhoria mais importante (muito acima do novo processador A10 Fusion) está nas câmeras.

De cara, a estabilização ótica está disponível nas duas versões, além de um sensor frontal de 7 MP.

Já o iPhone 7 Plus recebe uma câmera dupla de 12 MP, onde a Apple oferece um zoom ótico de 2X na segunda lente, que pode chegar a 10X com o zoom digital.

Mais armazenamento e preços parecidos

 

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O iPhone 7 e o iPhone 7 Plus tem acertos e erros.

Uma coisa que a Apple parece ter acertado é nas capacidades de armazenamento dos novos dispositivos.

Partir de 32 GB é uma quantidade suficiente, e esquecer dos 64 GB para contar com versões de 128 GB e 256 GB também parece ser um acerto. Quem reclamava dos 16 GB teve seu problema resolvido, enquanto que os mais exigentes podem ter no seu bolso um mini disco rígido.

Os preços (lá fora) são semelhantes, podendo variar de mercado para mercado, e com capacidade de armazenamento consideravelmente maior.

 

iPhone 7 e iPhone 7 Plus: suficientes para mudar?

Quem tem as versões antigas dos iPhones podem ter motivos para mudar para um dos novos modelos.

Não pelo design, mas por conta das novas câmeras ou das novas opções de armazenamento.

Os fiéis seguidores da Apple se verão tentados à troca. Por outro lado, quem estava longe da empresa pelo escasso armazenamento da versão básica poderão se aproximar.

As demais marcas estão trabalhando pesado nos seus produtos, e essa concorrência será dura para a Apple.

Mas é fato que o iPhone 7 será o modelo mais vendido nos seus primeiros dias de mercado, também pela lista maior de países que o produto vai chegar.

A inovação pode ter sido pouca em vários aspectos, mas o fator Apple deve prevalecer.

Apple AirPods: esqueça os cabos

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A Apple apresentou oficialmente os novos Apple AirPods, novos fones de ouvido 100% sem cabos, que aposentam os conectores de 3.5 mm.

Agora, as opções de conexão de áudio do iPhone 7 e iPhone 7 Plus são duas: ou o Lightning EarPods com adaptador, ou os novos AirPods.

 

Apple AirPods: principais características

Dentro dos novos fones, há o novo chip W1 encarregado de oferecer uma melhor conectividade e áudio, controlando os sensores óticos e acelerômetros de movimento dentro deles, fazendo com que o microfone seja ativado automaticamente quando colocados na orelha.

Os fones também contam com um acelerômetro de voz que detecta se você está falando, e usa um dos microfones com tecnologia beamforming, para filtrar o ruído de fundo, centrando-se na sua voz.

 

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Os novos fones da Apple contam conta com uma autonomia de bateria de até cinco horas de uso por carga. O seu case permite a recarga dessas baterias, onde 15 minutos oferecem três horas extras de uso. É possível verificar quanta bateria resta nos fones simplesmente perguntando para a Siri, que pode ser acionada com um simples toque nos fones.

Os novos Apple AirPods estrarão disponíveis em outubro, com preço sugerido de US$ 159. Não há previsão de lançamento dos novos fones para o Brasil, mas isso deve acontecer na mesma época do lançamento internacional.

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Pokémon Go chega ao Apple Watch

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A Apple e a Nintendo confirmaram oficialmente o lançamento de Pokémon Go para o Apple Watch.

A nova versão do jogo foi especialmente desenvolvida para o relógio inteligente da Apple, mas não exatamente para jogar o game, mas sim para receber as notificações do mesmo, ver quais são as criaturas que temos ao redor e coletar as recompensas ao passar as pokéstops.

 

Jogando Pokémon Go a partir do nosso pulso

Quando você passar por uma pokéstop, o aplicativo no relógio inteligente nos avisa para que possamos recolher as recompensas, sem a necessidade de tirar o smartphone do bolso.

Também notifica quantos pokémons existem na região, para que você decida se vale ou não capturar algum deles.

A versão também avisa quando alcançamos conquistas, nos mostra estatísticas e os ovos que que temos no inventário ou encubadora, nos avisando qual é o Pokémon que nos aparece.

O grande desafio do jogo é não drenar a bateria do Apple Watch ou do Apple Watch 2. Só saberemos se isso será possível antes do final do ano, que é quando o jogo será lançado.

Apple Watch Series 2 é anunciado oficialmente

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A Apple anunciou oficialmente o seu novo smartwatch, o Apple Watch Series 2.

O modelo é a segunda tentativa para convencer as pessoas sobre a necessidade do dispositivo, mas não é exatamente uma segunda geração. Hoje, a Apple concentra metade das vendas dos relógios inteligentes do mercado, mas de um volume total de vendas do setor que são menores que o esperado.

A Apple destacou que hoje é líder nas vendas de relógios inteligentes, e a segunda em vendas globais de relógios entre os fabricantes clássicos, só ficando atrás da Rolex.

 

Apple Watch Series 2: principais características

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A Apple anunciou uma série de aplicativos, novos e atualizados, para o seu smartwatch, com destaque maior para as atividades de saúde e esporte.

Porém, o recurso mais aplaudido foi a chegada de Pokémon Go no Apple Watch, com uma demonstração especial no evento.

O Apple Watch Series 2 mantém o sue design básico do original, mas revisa vários dos seus componentes. Agora, o relógio é resistente a água, para uma profundidade de até 50 metros, sendo o produto perfeito para os nadadores e outros profissionais aquáticos.

 

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O novo relógio conta com um novo processador S2, com dois núcleos de processamento e uma nova GPU. O novo chip é 50% mais rápido, segundo a Apple.

A nova tela possui o mesmo tamanho da anterior, mas possui o dobro de brilho, com 1.000 nits. Outra novidade bem vinda está na inclusão de um sensor GPS algo necessário para expandir as funções do wearable.

Também destacamos a farta oferta de pulseiras, com várias opções de cores e formatos, além do anúncio com a parceria com a Nike, para o lançamento da versão personalizada Apple Watch Nike+.

 

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A segunda versão do smartwatch da Apple é gerenciada pelo novo sistema operacional watchOS 3, e poderá ser reservado a partir do dia 9 de setembro, com preço inicial sugerido de US$ 369.

A primeira versão do Apple Watch segue no mercado como Watch Series 1, e incluirá o novo processador dual-core S2, com um preço sugerido de US$ 269. A edição especial Apple Watch Nike+ estará disponível no mês de outubro.