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João Rezende deixa a presidência da Anatel (OBRIGADO, SENHOR!)

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João Rezende “pediu pra sair”, e renunciou ao cargo de presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Alegando “motivos pessoais”, João abandona o posto no dia 26 de agosto. Seu mandato terminaria em dezembro. Será substituído por Juarez Quadros, ex-ministro das Comunicações do governo Fernando Henrique Cardoso (2002-2003).

A saída de Rezende foi negociada entre Gilberto Kassab (ministro das Comunicações), o presidente interino Michel Temer e o presidente do Senado, Renan Calheiros, este último desejando indicar alguém do PMDB para o cargo. Fato é que a troca é mais que bem vinda para evitar absurdos futuros em relação às políticas da internet brasileira.

Quadros tem experiência em cargos de empresas estatais de telecomunicações, enquanto que Rezende não era um dos nomes mais bem vistos, ainda mais com o fato de ter seu nome ligado ao ex-ministro Paulo Bernardo, réu na Operação Custo Brasil por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

 

Avanços e polêmicas na presidência da Anatel

Rezende conduziu de forma questionável os leilões das frequências 4G, ofertando a faixa de 700 MHz ainda ocupada pela TV analógica, já que seu desligamento sofreu vários adiamentos. Por outro lado, também tornou a Anatel um pouco mais transparente, abriu o mercado de TV por assinatura e defendeu que os modelos de telecomunicações com trâmites pelo Congresso.

Porém, seu nome foi considerado odiado por defender o limite da banda larga fixa, afirmando que os usuários de jogos online prejudicavam outros usuários de banda larga, por consumirem muita banda. Uma idiossincrasia sem tamanho.

 

Via Exame, Tecnoblog

99% dos brasileiros são contra a limitação da banda larga fixa

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Precisava mesmo de uma consulta pública para obter esse resultado?

A consulta pública feita pelo Senado Federal sobre a limitação de banda larga fixa no Brasil revelou o óbvio: 99% dos brasileiros são contra a medida. Desconfio que os 1% são representados pelos executivos das operadoras e pelo presidente da Anatel, João Rezende. Mas é só uma desconfiança.

Foram 608.470 internautas que se manifestaram no questionário do Senado. A pesquisa também revela que 64% dos entrevistados entendem que a qualidade do serviço vai piorar com as limitações, e apenas 2% acham que a qualidade vai melhorar (os parentes dos executivos das operadoras e a família de João Rezende). 95% dos participantes ficarão insatisfeitos com as mudanças.

Além disso, 89% acreditam que os gastos dos clientes vão aumentar caso o limite de franquia seja estabelecido, e 87% dos internautas brasileiros são contra o bloqueio de aplicativos por decisões judiciais.

 

A discussão continua. Dizer que você é contra não resolve o problema

São 25 projetos de lei tramitando na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para proibir as franquias de dados. A Anatel proibiu por tempo indeterminado os limites na internet fixa, mas o mesmo João Rezende já afirmou que a Anatel não vai interferir nos modelos de negócio das operadoras.

A Vivo oferece para os novos contratos franquias ilimitadas em modo promocional até o dia 31 de dezembro de 2016. Depois desse prazo, a velocidade do usuário pode ser reduzida ou sua conexão bloqueada caso a franquia de dados seja atingida. A NET já possui o sistema de limitação de dados no contratos de internet banda larga fixa, mas raramente adota a redução. A Oi tem os limites de velocidade, mas não aplica as sanções.

Via Senado

Anatel vai abrir consulta pública sobre limites da banda larga fixa

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Você será ouvido sobre a questão do limite da banda larga fixa no Brasil (ATENÇÃO: ser ouvido não quer dizer ser atendido). A Anatel anunciou ontem (8) a criação de uma consulta pública sobre a questão.

A discussão vai durar 60 dias, e contará com reuniões com diversas entidades e especialistas. O objetivo, segundo a Anatel, é reunir subsídios para futura deliberação do Conselho Diretor da agência sobre a questão.

Diversas organizações se manifestaram sobre o assunto, e vão poder opinar sobre o tema, com defesas ao limite e críticas severas à medida. Alguns dos lados utilizam como base dos seus argumentos o Marco Civil da Internet, mas com interpretação da legislação com linhas de raciocínio claramente opostas.

Todo o material coletado durante o período de consulta será analisado pelos executivos da Anatel (e aí está o perigo). A agência ressalta que a medida cautelar que proíbe os limites por tempo indeterminado ainda está em vigor. Essa consulta pública foi anunciada depois da agência demonstrar claro apoio às empresas de telecomunicações em audiência pública na Câmara dos Deputados.

Na prática, a consulta pode significar um “desencargo de consciência” para a Anatel, uma vez que tudo o que foi coletado não necessariamente pode resultar em um debate, mas sim um “eu sei o que vocês pensam, mas nós pensamos diferente, e é isso o que importa”.

Via Reuters

Anatel abençoa operadoras, e não vai impedir limite de internet fixa no Brasil

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Definitivamente, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) não está do lado do consumidor. E desconfiamos que nunca esteve. O presidente da citada agência, João Rezende, declarou que não vai criar qualquer tipo de regulamentação o controle sobre os planos de internet das operadoras brasileiras.

O limite de internet está proibido pela própria Anatel por tempo indeterminado, mas as declarações de Rezende dão um sinal claro de como o futuro pode ser tenebroso para o internauta brasileiro. O executivo se pronunciou sobre o tema em um evento promovido pela Abrint (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações), afirmando que a legislação brasileira não impede que as operadoras limitem o consumo de dados. Além disso, afirmou que interferir nos modelos de negócio seria um desincentivo à expansão da rede.

A Vivo fez barulho quando decidiu limitar a sua franquia de internet, que até então era ilimitada, uma vez que estamos falando de uma das maiores operadoras brasileiras, ainda mais depois de absorver a GVT, que tinha grande participação no sul do país. Enquanto especialistas entendem que a medida da Vivo foi uma falha grave que gerou uma polêmica desnecessária, a Anatel entende que a medida de limitar a franquia de banda é benéfica para os usuários que acessam menos a internet, que na teoria da agência, pagariam menos.

Na prática, não é assim que a banda toca.

Para começar, me pergunto qual é a pessoa que realmente usa pouco a internet nos dias de hoje. Esse grupo, ou tem a internet popular (banda larga popular a R$ 29,90/mês), ou utiliza a internet móvel, que já tem limites de franquia. Com o usuário produzindo e consumindo mais conteúdos de mídia (fotos e vídeos), não existe mais aquela pessoa que efetivamente usa a internet de forma esporádica.

Além disso, a Vivo limitou os seus planos, mas não ofereceu alternativas de baixo custo para aqueles que usam pouco. De quebra, prejudicou os usuários que usam mais, limitando sua experiência. Logo, a única que realmente levou vantagem nisso foi a própria Vivo, que entrega um serviço pior para o consumidor, mas cobrando a mesma coisa ou até mais do que antes.

Agora, resta ao consumidor pressionar os políticos. O Instituto Beta para Internet e Democracia (Ibidem) levantou 25 projetos de lei relacionados à franquia de banda larga fixa no Brasil. Para conhecer mais detalhes sobre esses projetos, visite a página oficial do Instituto.

Via ValorConvergência Digital, Tecnoblog

Anatel decide: limite de banda larga fixa está proibido por tempo indeterminado

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A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), em mais uma decisão emitida fora do horário comercial, informa que, por tempo indeterminado, as operadoras estão proibidas de aplicarem limites de franquia da internet fixa.

Ou seja, as prestadoras de serviço estão proibidas de aplicarem qualquer tipo de redução, suspensão ou cobrança adicional por tráfego excedente em todos os planos de conexão física e/ou via satélite. A decisão tem como objetivo dar tempo para que a agência estude o caso com mais atenção, para depois tomar decisões definitivas sobre o assunto. Logo, ainda existe a possibilidade da internet no Brasil contar com algumas limitações no futuro, com a diferença que será sob as regras estabelecidas pela Anatel.

Até a conclusão do processo de análise da questão (que, reforçando, não tem prazo determinado para ser concluído), as prestadoras continuarão proibidas da prática de redução, suspensão ou cobrança de tráfico excedente da franquia contratada, mesmo nos casos onde estas medidas estão previstas no contrato do assinante. A Anael reforça que as mudanças nos modelos de cobrança precisam ser feitas sem ferir os direitos do consumidor, e esse é o motivo pelo qual a agência proibiu mudanças imediatas nos planos dos usuários.

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É sempre importante lembrar que o “tempo indeterminado” não quer dizer que esta é uma decisão definitiva. A Anatel já se mostrou claramente favorável ao limite de banda larga fixa, e esse novo prazo ainda coloca sob ameaça a liberdade de utilização do serviço para o consumidor. Logo, temos que seguir fazendo barulho sobre essa questão, para garantir uma internet justa para todos.

Via Tecnoblog

Anatel sofreu ataques de DDoS, depois dos acontecimentos da “internet limitada”

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Enquanto a maioria de nós estava aproveitando o feriado no dia de ontem (21), o pessoal responsável pelo departamento de internet da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) teve que trabalhar um pouco mais do que o desejado para contornar as quedas constantes dos seus sistemas, em função de um ataque DDoS que o seu site e outros serviços relacionados sofreu.

A maior parte dos ataques à rede da Anatel veio de IPs internacionais, o que indica que um bootnet formado por computadores zumbis foi utilizada para gerar um maior tráfego nos servidores da agência. Com isso, os sistemas ficaram sobrecarregados e inacessíveis. Por tabela, também foram percebidas lentidões no acesso à internet em várias páginas no período da tarde, o que pode indicar o aspecto reflexivo desse ataque.

Os ataques aconteceram depois da Anatel se posicionar favorável ao limite de banda larga fixa por parte das operadoras, e dois dias depois do presidente da agência, João Rezende, culpar os gamers “pelo consumo elevado de banda”, dando a entender que as pessoas desse grupo deveriam jogar jogos offline, não tendo assim o direito de usar a internet do jeito que bem entendesse.

De quebra, Rezende reforçou o argumento do superintendente de competição da Anatel, Carlos Baigorri, que insiste em afirmar que “quem consome menos paga por quem consome mais”.

Via Tecnoblog

Confirmado: há um novo Xbox One a caminho

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Os rumores não só fazem todo o sentido, como agora contam com provas materiais. Muito foi dito sobre o lançamento de novos consoles de videogames em 2016, e apesar da maioria dos rumores se centrarem em um Nintendo NX e um PS4K, o modelo que mais está praticamente “confirmado” para chegar ao mundo é um novo Xbox One, que teve referências reveladas na internet.

Isso é possível graças ao vazamento de uma nova placa de rede sem fio que será utilizada nesse novo Xbox One. A fonte da informação foi a documentação encontrada na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que mostra detalhes técnicos do produto em processo de homologação pelo órgão governamental brasileiro.

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A numeração da nova placa de rede é quase a mesma com aquela que foi encontrada em uma lista presente na FCC dos Estados Unidos (o órgão equivalente à Anatel), o que levanta uma evidência muito forte de que esse item de hardware estará presente no novo Xbox One. Não dá para determinar se teremos um novo console no sentido frio e direto do termo (com um hardware mais potente), ou se estamos diante de uma versão “slim”, com dimensões reduzidas e mais econômico (a segunda hipótese é mais provável).

Se tudo sair como o planejado, o novo Xbox One deve ser produzido para chegar ao mercado no final desse ano, aproveitando assim as vendas natalinas. Se for real, o console será apresentado oficialmente na E3 2016, em junho.

Via TweakTown

Anatel suspende temporariamente limite de dados de banda larga em todas as operadoras

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É de se estranhar esse movimento acontecer logo depois do “dia D”, mas não estamos aqui para reclamar ou levantar teorias conspiratórias. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) determinou hoje (18) em regime cautelar que todas as operadoras de banda larga fixa suspendam imediatamente qualquer política que limite ou restrinja o acesso à internet após o fim das franquias.

Com isso, as operadoras estão impedidas (de novo, temporariamente) de estabelecer limites de consumo de banda sob qualquer espécie, em qualquer plano comercializado. A suspensão é válida por apenas 90 dias, e as operadoras que descumprirem o solicitado nesse período serão multadas em valores diários que variam entre R$ 150 mil e R$ 10 milhões. A medida é válida para que as operadoras que pretendem praticar o bloqueio no futuro criem ferramentas para alertar o consumidor sobre a medição de dados consumidos, além de comunicar quando o bloqueio será efetivo.

Na prática, a Anatel segue conivente com a limitação de dados, e só está dando um prazo para que todos cumpram o Código de Defesa do Consumidor, informando os clientes sobre as mudanças. Vou além: como algumas operadoras já informaram que o limite não será imediato (Vivo) enquanto que outras já adotam essa prática a algum tempo, deixando isso bem claro para o cliente antes do serviço ser contratado (NET, Oi), o único efeito efetivo da medida é que, por 90 dias, quem tinha alguma limitação não terá, e que depois disso, todos estarão cientes sobre quando voltará a ter a sua internet com consumo de dados limitado.

O despacho com a determinação do órgão governamental foi publicado no Diário Ofical da União, e se aplica às principais operadoras que oferecem serviços de internet banda larga fixa no Brasil (Algar, Claro, GVT, Vivo, NET, TIM e Oi), além das operadoras menores. Uma entrevista coletiva marcada para às 16 horas (Brasília) deve revelar mais detalhes sobre esse procedimento.

Nesse prazo de 90 dias, a Anatel deve anunciar outras medidas específicas para a política de franquia, que podem se aplicar à regulamentação que as operadoras precisam cumprir. O prazo serve para que as teles se ajustem às novas regras. Nesse momento, TIM e Copel já informaram que não vão limitar a banda de dados dos seus clientes. Oi e NET, apesar de contarem com a limitação de banda, de forma efetiva raramente praticam a limitação de dados dos usuários, e só o fazem em casos específicos ou abusivos.

 

Logo, não há muitos motivos para comemorações. Foi oferecido um placebo para a população, e não uma solução efetiva. O limite de dados da banda larga fixa ainda existe. Só tem agora um prazo para se organizar e estabelecer regras. Nada mais.

Via UOL

Governo é conivente com plano da Anatel de fim da banda larga ilimitada

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Veja a seguinte situação: o filho apronta aquela bobagem ao estragar o caminhãozinho do amiguinho, a mãe acha uma gracinha e passa a mão na cabeça do filho, mas diz “da próxima vez, tenta não se machucar, tá?”. Foi basicamente isso o que o Ministério das Comunicações fez com a Anatel ao não se posicionar contrária à ideia de limitar a banda larga fixa da internet brasileira.

Os contratos vigentes precisam ser mantidos, ao mesmo tempo que não pode haver uma violação do Marco Civil da Internet como se ensaia. Mas em nota oficial, o ministro das Comunicações, André Figueredo, afirmou que “existe uma previsão regimental da possibilidade de limitar essa franquia”, ou seja, para o governo federal, está tudo bem, pois está prevista essa redução (que, dizem, é ensaiada desde 2014).

Por outro lado, o ministro alerta sobre o óbvio: não pode haver alterações unilaterais. Até porque se isso acontecer o Código de Defesa do Consumidor é fortemente desrespeitado. Figueredo reforça que a Anatel precisa “tomar decisões que protejam o usuário”. Então… não seria esta a hora do senhor ministro intervir na situação, já que impor limites para o consumo de banda de internet não favorece o usuário em nada.

O comunicado foi enviado à imprensa, e reforça que o Ministério das Comunicações acompanham as notícias sobre as operadoras acabarem com os planos ilimitados. Porém, sua preocupação se restringe aos usuários antigos. Os novos assinantes (ao que tudo indica, e pelo o que o ministro dá a entender) deverão ter que engolir as novas regras impostas pelas operadoras.

Logo, vemos o ministro das Comunicações passando a mão na cabeça da Anatel, que só será obrigada a respeitar os contratos atuais. Hoje, Oi, NET e Vivo apoiam a limitação de banda (apesar das duas primeiras não necessariamente aplicarem a punição de redução de velocidade em todos os casos, apenas naqueles que as operadoras considerem um abuso dos usuários). Delas, a Vivo afirma que os contratos anteriores a fevereiro de 2016 não serão impactados pelas medidas. Resta saber o que vai acontecer com os assinantes da GVT absorvidos pela Vivo. Em tese, os contratos, preços e condições devem permanecer os mesmos, de modo que estes clientes não devem aceitar a história de que “é um novo contrato porque compramos a GVT”. Mudanças unilaterais não podem ser aceitas.

Os novos planos não são condenados pelo governo. Não há crítica às operadoras, que ditam as regras à revelia, obrigando o usuário a aceitar não apenas  o limite de banda, mas o limite de velocidade que é praticado há muito tempo. O governo se limita a promover o Plano Nacional de Banda Larga, com velocidades ridículas e (pasmem, olha só que irônico…) limites de consumo de banda.

Por fim, só para lembrar: o brasileiro usa pouca banda de internet porque a internet no Brasil é simplesmente uma porcaria. Baixa velocidade, maior tempo para exibição dos conteúdos, menor tempo de usuário acessando outros conteúdos… menor consumo de volume de dados.

É uma conta bem simples de entender.

Via Tecnoblog

Agora, basta o número da linha para bloquear o celular roubado

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A Anatel anunciou hoje (8) novas medidas para facilitar a vida do consumidor na hora de bloquear os seus celulares e smartphones roubados. A partir de agora, é possível bloquear o dispositivo apenas fornecendo o número da linha.

As polícias civis da Bahia, Ceará e Espírito Santo já contam com o Cadastro Nacional de Estações Móveis Impedidas (CEMI), o que permite o bloqueio de celulares perdidos, extraviados ou roubados com um mecanismo simplificado. Em breve, os estados de Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo poderão utilizar o sistema administrado pela Anatel e pelas operadoras de telefonia móvel.

Antes, o usuário era obrigado a guardar o IMEI do celular para realizar o bloqueio em caso de roubo ou furto. O IMEI é uma longa sequência numérica, difícil de ser decorada, ou que necessita ser anotada em um outro local. Com o novo sistema, o aparelho pode ser bloqueado de duas formas: ligando para a operadora e simplesmente informando o número de linha, ou diretamente na delegacia de polícia, ao registrar o boletim de ocorrência. Mais de 6.5 milhões de celulares extraviados, roubados ou furtados contam com registro no CEMI, o que impede a sua utilização por qualquer via.

A medida visa desestimular o roubo de smartphones, já que o dispositivo bloqueado perde valor de mercado. Vale lembrar que a base de dados da CEMI é administrada pela GSMA, ou seja, esse é um cadastro que vale para o mundo todo.

A Anatel também quer inibir o roubo de celulares que não foram comercializados, e lojistas e transportadoras poderão bloquear os dispositivos subtraídos em crimes de roubo de carga. Nesse caso, as empresas devem fornecer os IMEIs desses celulares, já que os mesmos não foram ativados.

A Anatel orienta que, antes do consumidor adquirir um celular de segunda mão, que o mesmo verifique se o IMEI do aparelho não está bloqueado por furto ou roubo. A pesquisa pode ser feita no consultaaparelhoimpedido.com.br.

Via Tecnoblog

Ministério Público de olho no limite de consumo da banda larga fixa

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As operadoras de banda larga fixa terão que se explicar sobre o limite de consumo de banda imposto em seus contratos de prestação de serviços. A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), ligada ao Ministério Público Federal, instaurou procedimento de investigação sobre a prática adotada pelas operadoras.

O limite de consumo de banda de internet já é amplamente adotado nos planos de internet móvel, e começa a se fazer mais presente nos planos de banda larga fixa. Oi e NET já adotavam essa modalidade, e recentemente a Vivo anunciou que vai limitar as franquias mensais dos seus planos para os novos assinantes (a partir de fevereiro de 2016), que podem ter a velocidade de sua internet reduzida ou a própria conexão suspensa caso o limite da franquia seja atingido. O mesmo pode acontecer com os assinantes do serviço Vivo Fibra e da GVT, que se tornarão clientes Vivo a partir de abril.

A disseminação de serviços como Netflix, Spotify e YouTube é um dos motivos para o assinante ser contra esse limite de consumo de banda, além de ameaçar o conceito de livre acesso à rede. Por conta da forte concorrência dos serviços de streaming, as operadoras (que também oferecem o serviço de TV por assinatura) adotam tais políticas de preços para “intimidarem” os assinantes.

Mesmo que para a Anatel o limite de consumo de banda seja considerado válido (com o argumento de que “que consome menos paga menos”, a alteração do sistema de cobrança pode resultar em planos comerciais abusivos, encarecendo os custos de utilização de internet para o usuário médio.

Agora, Vivo, Oi e NET deverão responder ao MP quais são os elementos financeiros que determinam a mudança dos seus respectivos modelos comerciais de banda larga fixa, e quais serão as opções dadas aos consumidores. Além disso, a Anatel terá que apresentar os estudos realizados e o marco regulatório sobre o assunto.

Via Tecnoblog

Só a Anatel acha que limite de consumo de internet é algo bom!

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O superintendente de competição da Anatel, Carlos Baigorri, entende que os assinantes que acessam a internet esporadicamente financiam a banda larga de quem baixa grandes quantidades de dados. Com isso em mente, a estratégia de limitar a banda larga fixa é algo considerado “benéfico” (na opinião de Carlos, que fique bem claro).

“Não existe um único consumidor, então para quem está abaixo da média, consome menos, o limite é melhor. E pior para quem consome muito”, afirmou o superintendente, que ainda exemplifica a seleção adversa como mais um argumento para defender os limites de consumo, onde muitas vezes é feito o preço médio pelo perfil de consumo, onde (na opinião dele) quem consome menos paga por quem consome mais.

Entendo a questão de forma diferente. Em um formato de internet ilimitada, entendo que o serviço está disponível para todo mundo usar do jeito que quiser. Não há prejuízo de quem usa menos porque ele opta por usar menos. Ele paga pelo serviço prestado, e não pela quantidade de uso. Até porque o volume de consumo é um problema de cada um. O usuário que consome mais não pode ser penalizado por conta da liberdade de quem usa menos tem para usar menos porque quer.

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Recentemente, a Vivo alterou os seus contratos do Vivo Internet Fixa, onde existe um limite de até 130 GB/mês para download, dependendo do plano contratado. “Promocionalmente”, a internet será ilimitada até 31 de dezembro de 2016 para todos os clientes. Depois disso, os novos clientes terão esse limite. Ao ultrapassar o limite, a conexão será bloqueada ou terá velocidade reduzida até o final do mês.

A NET e a Oi adotam esse sistema a algum tempo, mas apenas em casos excepcionais adotam as punições. A Oi mesmo já confessou que não adota a suspensão do serviço de internet após o fim da franquia proposta. E isso seria uma burrice sem tamanho. Entendo que toda e qualquer operadora quer que o cliente continue a usar o seu serviço (e pagar por ele), no lugar de criar expedientes e problemas que podem fazer com que esse mesmo cliente migre para outra operadora.

Limitar o consumo de internet é burrice, ainda mais em tempos onde o usuário médio consome mais e mais conteúdos por streaming e armazena dados na nuvem. Curiosamente, as empresas que praticam ou pretendem praticar essa estratégia (Vivo, Oi e NET) também ofertam o serviço de TV por assinatura, e torcem o nariz para empresas como a Netflix, que oferecem conteúdos televisivos de qualidade a preços bem mais competitivos, sem falar no formato de consumo inovador e atraente.

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Por fim, no mês de abril, a GVT vai se transformar em Vivo, e os clientes antigos (eu, inclusive) que contam com internet ilimitada, deverão se ajustar ao sistema da nova empresa. A pergunta que fica é: teremos a nossa internet ilimitada com os limites adotados pela Vivo?

Se isso acontecer, mudo rápido para a concorrência que não adota essa prática.

Via Tecnoblog, Convergência Digital, TeleSíntese

Nexus 6P é homologado pela Anatel

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A Anatel homologou o Nexus 6P, smartphone fabricado pela Huawei e projetado pela Google. Com isso, o modelo pode ser comercializado no Brasil, o que indica o seu lançamento iminente para o Brasil.

O Nexus 6P tem um processador octa-core Snapdragon 810 com GPU Adreno 430, 3 GB de RAM, tela de 5.7 polegadas (WQHD, 2560 x 1440 pixels), câmera traseira de 12.3 MP com foco a laser e captura de vídeos em 4K, câmera frontal de 8 MP, bateria de 3.450 mAh e versões com 32 GB, 64 GB e 128 GB de armazenamento. O modelo conta também um leitor biométrico e conector padrão USB Type-C.

No Brasil, a linha Nexus foi lançada pelos seus correspondidos fabricantes (Samsung, com o Galaxy X, LG, com o Nexus 4 e Nexus 5). O Nexus 6 não foi lançado no país pela Motorola. No caso do Nexus 6P, a própria Huawei já confirmou o seu lançamento no mercado brasileiro, até porque a fabricante fez recentemente investimentos pesados em lançamentos de smartphones.

Na documentação de homologação, é possível identificar o manual do produto em português e fotos do Nexus 6P, com a identificação da Anatel ficando na lateral do smartphone, deixando a traseira do produto mais limpa.

Agora, resta esperar pelo seu lançamento, que não tem data prevista. Seu preço também não foi anunciado.

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Via Os Novos Pinguins, Tecnoblog

Lenovo A7010 é homologado pela Anatel

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O Tecnoblog encontrou na Anatel a homologação do smartphone Lenovo A7010 (A7010a48).

Não há maiores informações sobre o produto, mas a documentação revela algumas especificações, como suporte para redes 4G do Brasil, WiFi 802.11ac (2.4 e 5 GHz), módulo NFC e bateria não removível. Também estão indicados a presença de um carregador de 2 A e fones de ouvido.

Dados do Google revelam que o modelo possui um processador MediaTek MT6753 de 64 bits octa-core (semelhante ao Snapdragon 615), com 2 GB de RAM e 8 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 128 GB). O Lenovo A7010 possui tela de 5.5 polegadas (1920 x 1080 pixels), sistema operacional Android 5.1 Lollipop, câmera traseira de 13 MP com flash duplo e câmera frontal de 5 MP.

O Lenovo A7010 também se destaca por contar com dois alto-falantes na parte frontal, com som estéreo Dolby ATMOS, além de três microfones para reduzir o ruído ambiente, melhorando a qualidade das chamadas e captação de áudio.

Lá fora, já existem modelos com A6000 e A7000, que são similares e dentro do segmento de linha média e de entrada. Se for lançado, será o primeiro smartphone da Lenovo no Brasil (pelo menos nessa nova fase da empresa). Vale lembrar que a Motorola (uma empresa da Lenovo) solicitou à Anatel a restrição temporária do manual, fotos e nome comercial do dispositivo até o dia 4 de janeiro de 2016.

Ou seja, pode ser que ele seja apresentado no final de 2015 (aproveitando o período de vendas de Natal), ou no começo de 2016, conforme previsto na documentação encontrada na Anatel.

Via Tecnoblog

ASUS Zenfone 2 é homologado pela Anatel

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A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) homologou o ASUS Zenfone 2, próximo dispositivo top de linha que a empresa vai anunciar no Brasil ao longo do segundo semestre de 2015. Com isso, o dispositivo pode ser comercializado no mercado brasileiro.

A homologação acontece no mês de julho, o que pode indicar um lançamento para os meses de setembro ou outubro. A ASUS não se pronuncia oficialmente sobre o assunto, mas podemos esperar por novidades da empresa em breve.

Os modelos que foram homologados no Brasil são o Zenfone 2 ZE550, que possui tela HD e 2 GB de RAM, e o Zenfone 2 ZE551, que tem tela Full HD e 4 GB de RAM. Os modelos fatalmente podem indicar outras diferenças nas especificações de hardware, algo que não foi detalhado na notícia (apenas temos a informação da homologação em si, e não das especificações técnicas completas dos dois modelos).

De qualquer forma, vamos ficar de olho. O mercado de smartphones – que sofreu a sua primeira queda nas vendas da sua história, de acordo com as medições do IDC Brasil – tem uma chance de se recuperar, com esse e outros lançamentos que vão desembarcar no nosso mercado nos próximos meses.

Via Meio Bit