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O Uber Bus estreou no Egito, e oferece viagens para 15 a 20 pessoas em um micro-ônibus. O passageiro programa a sua rota de origem e destino, e o aplicativo encontra os usuários que vão para o mesmo lugar, onde todos acabam viajando juntos.

Se as empresas de transporte público brasileiras estão irritadas com o Uber Juntos (antes, Uber Pool) que dirá com o Uber Bus. E tudo funciona com o mesmo sistema que os usuários já estão acostumados, com algumas pequenas adições de funcionalidade específicas para esta modalidade de transporte.

Um QR code é escaneado pelo usuário, e isso indica ao aplicativo que o passageiro entrou no veículo, pagando a viagem em dinheiro. O valor da corrida não é fixo, mas promete ser “acessível o suficiente para o uso diário”.

Além de oferecer um transporte coletivo a preços acessíveis, o Uber Bus quer estimular o uso do ônibus de qualidade para reduzir o volume de carros nas cidades. Pensando nisso, o Uber Bus conta com um potencial de novo negócio global de até US$ 100 bilhões para a empresa.

Na prática, a própria Uber quer depender menos dos carros para manter o seu serviço sustentável. Nesse viés, o Jump, que trabalha com o compartilhamento de bicicletas elétricas, foi adquirido, e inicia as suas operações em São Paulo em 2019, oferecendo o aluguel de patinetes e bicicletas elétricas para o transporte individual.

No Brasil, o Uber Bus terá dificuldades em vingar. O Uber Juntos é considerado pelas empresas de transporte público como “transporte ilegal de passageiros” e “concorrência desleal”.

O Uber Bus está em testes na Índia desde setembro, e será expandido para todos os bairros da cidade de Cairo nos próximos meses. O país também conta com modalidades como UberX, Select e Scooter.

É cedo para dizer, mas… empresas de transporte coletivo, que oferecem um serviço péssimo e em condições precárias… podem começar a tremer!

 

Via UberTechCrunch


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