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Cinco anos sem Steve Jobs

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Eu me lembro onde eu estava quando recebi a notícia da morte de Steve Jobs em 2011. Eu estava no supermercado, fazendo as compras do mês. Me lembro que tive que voltar correndo para casa para escrever sobre o assunto. E, curiosamente, eu não publiquei essa notícia no TargetHD.

Apenas modifiquei a barra superior de links do blog, com um atalho para a página inicial da Apple, que por alguns dias exibiu essa foto, com o ano de nascimento e morte do executivo.

Eu não quis escrever sobre esse assunto. Achava que o TargetHD não era o espaço para uma notícia tão chata.

Hoje, cinco anos depois de sua morte, consigo escrever melhor sobre esse tema, e como a Apple está depois desses cinco anos.

 

A Apple seguiu em frente…

Hoje a Apple ainda é uma empresa de tecnologia muito forte. Tudo bem, tem algumas posições controversas, como depender metade dos seus lucros pelas mão de um único produto – iPhone. Mesmo assim, é empresa pra ninguém botar defeito.

Levou quase dez anos para que o iPhone registrasse quedas nas vendas, e por conta de diversos fatores: mercado saturado, crise econômica mundial, o mercado de linha média forte, a concorrência… e, mesmo assim, o smartphone da Apple continua a ser a referência.

Apesar dos mercados de computadores e tablets apresentarem sinais de quedas, o MacBook ainda mantém uma posição respeitável, e o iPad é um dos campeões de vendas em seu segmento.

O Apple TV se reinventou, se tornando um dispositivo de entretenimento mais versátil. O iOS se tornou um sistema operacional móvel maduro, o macOS ainda é referência entre os desktops, a App Store é a loja de aplicativos mais lucrativa do mundo, o iTunes ainda rende lucros e dita regras…

Enfim, a Apple seguiu em frente. Muitos podem questionar as posturas de Tim Cook, mas a verdade é uma só: a empresa ainda está nos trilhos e relevante.

 

…mas não se esqueceu completamente de Steve Jobs

Hoje, a Apple e mais a cara de Tim Cook do que a de Steve Jobs. É uma empresa mais flexível na sua visão de mercado. É uma empresa que tomou decisões que Steve Jobs jamais aprovaria, mesmo com a evidência mudança de tempo.

Porém, Tim Cook decidiu seguir duas das grandes filosofias de vida de Jobs: seguir o seu coração e seguir a sua intuição.

Longe de mim ser como Steve Jobs, mas confesso que desde que comecei a escrever sobre tecnologia na internet pelo TargetHD eu passei a compreender o que isso quer dizer.

Sigo muito minha intuição para o blog e para as decisões da minha vida. E ouço o meu coração para empregar os meus esforços e recursos em tudo o que eu faço.

Tim Cook fez o mesmo.

Certo ou errado, seguiu essas lições. E manteve a Apple nos trilhos. Relevante. Isso é o que realmente falta.

Steve Jobs faz falta. Mesmo.

Posso até achar que a Apple deixou de ser inovadora. Mas acho que isso não aconteceu por conta da ausência de Jobs.

Mas uma coisa é certa: sem Steve Jobs, falta muita coisa.

Que ainda não sabemos o que é.

Gigantes de tecnologia respaldam a Apple, e são contra a quebra de codificação em dispositivos

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O debate continua em torno de codificação em dispositivos eletrônicos. Ontem (17), um juiz federal ordenou a Apple o impossível: “facilitar” o aceso a um iPhone codificado.

A Apple se negou a fazer isso publicamente, com uma carta aberta assinada por Tim Cook, apesar de que ainda eles precisam fazer isso legalmente, recorrendo da decisão. E teremos um novo capítulo para essa história, que parece longe de terminar.

As horas se passaram, e outras vozes das altas esferas tecnológicas se pronunciaram sobre o tema, dando apoio ao CEO da Apple, pedindo a abertura do debate mas negando aquilo que as autoridades impuseram a gigante de Cupertino. Sundar Pichai, CEO da Google, foi até o Twitter mostrar o seu apoio ao seu homólogo, assim como o CEO do WhatsApp. E não devemos estranhar essas manifestações mais enfáticas dos líderes do mundo tech quando um deles tem os seus direitos ameaçados.

O Governo dos Estados Unidos também se pronunciou à imprensa. O diretor da NSA afirmou que, sem a codificação, os ataques a Paris “não teriam acontecido”. A Casa Branca fala da prioridade nacional e de fazer exceções, pois se trata do acesso de “apenas um smartphone”, e não de “criar um novo backdoor em seus produtos”.

Então… é válido pedir a violação do sistema de codificação ou não?

O que se pede especificamente é: desabilitar ou violar a função de auto-remoção dos dados quando a senha é digitada de forma incorreta por diversas vezes, eliminar a restrição temporária das tentativas de identificação e permitir a utilização de métodos alternativos para testar senhas (por exemplo, mediante protocolos sem fio ou uma porta do dispositivo).

Todas as medias vão em direção a tentar violar a senha base via força bruta, testando combinações de forma automática e eficiente, sem que o dispositivo tenha seus dados apagados ou bloqueados. Ou seja, estão pedindo para a Apple violar a sua própria segurança, ou “criar uma nova porta traseira em seus produtos”. Não na codificação explicitamente, mas na sua estrutura de segurança.

Sobre a petição, explicava Tim Cook que “o Governo sugere que só seria utilizado uma vez, em um smartphone. Mas isso não é certo. Uma vez criada, a técnica poderia ser utilizada outras vezes, em vários dispositivos. O Governo está pedindo para a Apple hackear aos nossos próprios usuários”.

Via Apple, @SundarPichai, Ars Technica, Reuters, TechCrunch

Tim Cook tirou uma foto horrorosa com seu iPhone, e a galera não perdoou

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As redes sociais  não perdoam. Tim Cook, CEO da Apple, já deveria ter aprendido essa lição. E poderia ter pensado dez vezes antes de enviar a imagem acima para a sua conta no Twitter. Foto essa que foi registrada pelo seu iPhone pessoal (e nem poderia ser de outra forma).

A imagem borrada foi capturada por Cook depois da vitória do Denver Broncos no Super Bowl 50, e foi publicada em sua conta oficial do Twitter, sem pensar que não era a melhor forma de mostrar as qualidades do seu querido iPhone 6s. Rapidamente, um grande número de usuários começaram a criticar as qualidades fotográficas do smartphone, perguntando ao CEO se esta era a melhor foto que ele poderia fazer, ou sugerindo que, se ele estivesse com um smartphone da Samsung, ele poderia obter fotos melhores.

Até algumas montagens foram feitas com a foto, para aumentar o bullying.

As boas capacidades fotográficas do iPhone 6s (e do iPhone 6s Plus) nós já conhecemos. Porém, esse tipo de acontecimento só oferece munição para aqueles que querem criticar a Apple a todo custo.

Mas… convenhamos… é bom ver essas pequenas tretas da primeira fila! :)

Via PhonearenaTwitter (Tim Cook)

 

Apple tem mais aplicativos prontos para desembarcar na Google Play

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Já é sabido que a Apple tinha planos futuros de levar alguns dos seus aplicativos para a loja da Google, e aproveitou a chegada da Apple Music para dar o primeiro passo. Durante a apresentação do serviço de streaming de música e vídeo, eles disseram que o Android contaria com a sua versão, e isso de fato aconteceu rapidamente.

Agora, Tim Cook antecipa que a Apple Music não será a última alternativa, e com tom de mistério no ar, revelou que mais aplicativos da Apple vão desembarcar na Google Play. A Apple Music foi um teste para avaliar a repercussão dos seus aplicativos no principal rival.

Os rumores indicam que o próximo aplicativo a desembarcar na Google Play Store será o iCloud e os seus serviços. Não apenas a biblioteca de fotos, mas também calendários, notas, e-mail e lembretes. Toda a suíte básica da Apple no iOS pode desembarcar na loja do Android em breve.

Resta saber como será a sua adesão no Android, já que a Google tem um pacote de apps quase idêntico. O mesmo ocorre no sentido oposto com os apps da Google na App Store do iOS. Não devemos nos esquecer que os usuários que mudaram de sistema podem se sentir mais cômodos utilizando os mesmos aplicativos.

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O Apple Pay parece ser pouco improvável de ter uma versão para o Android, por conta da sua complexidade de funcionamento. Por outro lado, Google Pay, Samsung Pay e LG Pay também parecem não ser aptos a estar presentes no iOS a médio prazo.

O movimento da Apple não é uma novidade no mercado. A Google já coloca aplicativos no iOS há muito tempo, e a Microsoft, em seu processo de globalização de serviços, tem apps nas duas lojas, inclusive atraindo desenvolvedores do iOS para a sua Microsoft Store.

Ou seja, não é só o hardware que gera lucros, e a utilização de serviços próprios com as assinaturas que alguns deles trazem na mochila também podem entregar um bom dinheiro. Isso explica porque todos os gigantes de tecnologia estão desenvolvendo aplicativos onipresentes nos sistemas operacionais móveis, para desktops e na própria web. É o conceito “seja onde for, é hora de utilizar aplicativos”. E isso sempre é um benefício para o usuário.

Via 9to5Mac

O iPhone alcançou o seu ponto de saturação?

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A Apple apresentou os seus resultados financeiros relativos às vendas do quarto trimestre de 2015, e pela primeira vez em anos a empresa mostrou sinais de cansaço nesse aspecto. Apesar de vendas e lucros recordes para o período, os números foram mais modestos do que o que muitos esperavam.

Porém, o problema não está no presente, mas sim no futuro. A Apple confirmou que, durante o segundo trimestre de 2016, eles projetam vender menos iPhones que no mesmo período do ano anterior. A empresa não entrou em detalhes sobre essa futura queda, mas a alguma semanas já era sabido que eles frearam o ritmo de fabricação dos seus smartphones, diante de uma desaceleração da demanda.

Os iPhones são parte fundamental do negócio da Apple, mas tudo indica que a empresa vai passar por meses difíceis, até o lançamento do iPhone 7, que pode reaquecer as vendas.

 

A culpa (também) é da macroeconomia

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Tim Cook (CEO) e Luca Maestri (CFO) citaram por diversas vezes as tendências macroeconômicas negativas (mais precisamente nove vezes durante o comunicado aos veículos de imprensa), e repetiram o mesmo durante a seção de perguntas e respostas. É um tom mais cauteloso do que se espera em uma apresentação de resultados financeiros.

Soma-se a isso outro grande fator: a desvalorização de várias moedas frente ao dólar (o Real registrou queda de 40%, o rublo ficou em menos da metade do seu valor, entre outros), o que faz com que seus números fiquem abaixo do esperado. De acordo com a Apple, se não houvesse essa desvalorização, as vendas subiriam notavelmente, indo dos US$ 75.9 bilhões oficiais para hipotéticos US$ 80.8 bilhões.

Mas o que preocupa foi o imperceptível aumento de 1% nos valores acumulados por vendas, e crescimento zero em relação ao número de unidades vendidas em comparação com o mesmo período de 2014, algo que nunca havia acontecido com o iPhone na sua história.

 

Analistas confirmam a queda nos próximos trimestres

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A Apple quis prevenir antes de remediar, e avisou que os próximos meses não serão especialmente destacáveis. Alertou que o segundo trimestre fiscal do ano (primeiro trimestre de 2016, que se encerra em março) a empresa espera uma queda nas vendas, mas sem fazer previsões concretas.

Alguns analistas acreditam que a queda pode chegar a ser de 25% nas vendas pelo iPhone, enquanto que os executivos esperam uma queda entre 15% e 20%. Cook se negou a fazer previsões, mas afirmou que “não acreditamos que aconteça nesse nível que vocês afirmam”.

Já os analistas acreditam que as vendas de iPhones podem ficar entre 50 e 52 milhões de unidades, quando no ano passado foram vendidos 61.2 milhões de smartphones. É uma queda muito significativa, que também pode ser visto nas vendas: entre US$ 50 bilhões e US$ 53 bilhões estimados, contra US$ 58 bilhões do ano passado.

 

É só um baque?

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Se a Apple vendesse pelo menos 53 milhões de iPhones no primeiro trimestre de 2016 (é apenas uma simulação, ok?), a empresa já teria uma queda de 13% no número de unidades vendidas frente ao primeiro trimestre de 2015, e essa queda se repetiria (mas suavizada) no segundo trimestre do ano.

De fato, os próximos seis meses (até junho) pode registrar uma queda de 10% em relação as vendas de 2015 (47.5 milhões de iPhones, podendo ficar entre 42 e 43 milhões de unidades). Logo, a recuperação seria um pouco lenta, mas quando o terceiro trimestre chegar, o estimado é que a Apple venda mais ou menos a mesma quantidade de iPhones comercializados no ano passado (48 milhões).

Dito isso, a Apple teria de novo a chance de crescer, com o lançamento do iPhone 7 e 7 Plus, que chegariam reformulados e com chances de estabelecer novos recordes de vendas para a empresa no período natalino.

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Já Tim Cook informa que em 2010 haviam 50 milhões de pessoas de classe média na China, e esse número será de 500 milhões (de acordo com suas estimativas) em 2020, dando a entender que o iPhone ainda tem mercado para crescer. Pode ser que a China tenha sido menos relevante do que parece nos últimos meses para a Apple, mas o potencial desse mercado continua a ser enorme.

Algo parecido acontece com a Índia, onde o iPhone também é um dos grandes protagonistas da conquista do segmento top de linha. Levando em conta isso, o fato da taxa de renovação desses dispositivos é frequente, e a intenção de atualização para um novo modelo (32% dos usuários dos EUA planejam isso), é evidente que o smartphone da Apple não vai mostrar sinais de real debilidade a curto prazo.

Também é óbvio que isso pode mudar no futuro, e aqui há outros pontos relevantes que influenciam, como por exemplo a própria evolução do mercado mobile. Vamos seguir assistindo a essas mudanças de tendência em relação aos dispositivos que as pessoas utilizam no seu dia a dia. E o que está bem claro é que o smartphone segue como produto absoluto, o líder incontestável do mercado de consumo. E que isso vai continuar assim por muito tempo.

Tim Cook fala sobre os polêmicos cases com bateria da Apple

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O novo case com bateria para o iPhone lançado pela Apple não deixou ninguém indiferente. O primeiro acessório lançado pela empresa com essas características gerou um turbilhão de críticas negativas, que afirmam que a Smart Battery Case não representa a essência de design da marca, muito por conta dessa chamativa saliência na parte traseira.

O barulho foi tanto, que Tim Cook aproveito a sua presença em um evento para se manifestar sobre o assunto. Obviamente, ele defendeu o produto, afirmando que o acabamento do case não é rígido, tal como acontece com os produtos da Mophie, sendo assim muito mais fácil de ser inserido e retirado.

Seu lançamento pode ser visto como uma evidência de que a bateria do iPhone 6 e iPhone 6s não é como deveria ser. Sobre isso, Cook informa que se você recarrega o seu smartphone todos os dias, provavelmente não precisa desse case. Porém, se vai prolongar a sua jornada de uso habitual, então é recomendável que você a tenha.

Talvez essas explicações não convençam os defensores do design mais limpo, mas por enquanto isso é tudo o que Tim Cook tem como argumento para se defender.

E aí? Te convenceu?

Via Mashable

Tim Cook garante que não teremos um iPad com OS X

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Tim Cook não gostou do Surface, e pelo visto não está disposto a criar um produto vindo da fusão de um MacBook e um iPad.

Em entrevista para o Irish Independent, Cook garantiu estar convencido que “os clientes não estão realmente buscando uma convergência entre o MacBook e o iPad”. A opinião segue com as declarações realizadas ao Daily Telegraph em outra entrevista, onde questionou por que alguém compraria um PC (falando de um PC com Windows, e não de um Mac): “Não consideramos que Mac e PC sejam a mesma coisa”.

Cook continua.

“É certo que a diferença entre o x86 e os processadores da série A é muito menor do que antes. Dito isso, o que estamos cansados de fazer é reconhecer que as pessoas usam tanto dispositivos iOS como equipamentos Mac… assim, coisas como o Handoff fazem com que seja muito simples trabalhar em um dos novos produtos, guardá-lo, e seguir trabalhando no próximo produto.

Porém, se a Apple fundir os dois tipos de produto, Cook acredita que não pode ser algo de grande interesse para os usuários:

“Queremos fazer o melhor tablet do mundo e o melhor Mac do mundo. E colocar os dois produtos juntos não conseguiremos nenhum dos dois. Estaria comprometido de diferentes maneiras.”

De qualquer forma, já estamos acostumados a ver a Apple queimando a própria língua. Logo, não será surpresa ver no futuro um iPad com OS X.

Via PhoneArenaIndependent

 

Tim Cook prega a “morte do PC” através do iPad Pro

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Em entrevista ao Telegraph, o CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que o iPad Pro vai substituir os computadores de mesa e notebooks, pelo menos nos postos de trabalho.

Tim Cook parece que aprendeu a vender a sua imagem no estilo Steve Jobs, se amando e amando os seus produtos. Um marketing de alto nívels, ainda que no caso de Jobs se resume ao seu túmulo, já que o mesmo ficou conhecido pela repulsa aos tablets do tamanho do iPad Pro e lápis óticos.

Mas o mercado impões suas regras, e para muitos a Apple tem as suas. Por exemplo, comercializar um iPhone “phablet” e tablets “mini” (dois produtos proibidos na era Jobs), e nessa semana temos o iPad Pro, que chega para competir com o Surface Pro da Microsoft, além de entrar no segmento de destaque no mundo dos PCs: os conversíveis 2 em 1.

Claramente focado ao mercado profissional e corporativo, o novo tablet da Apple vem cobrir um espaço onde a empresa não tinha nada para oferecer. Cook profetiza na entrevista que o iPad Pro será o dispositivo escolhido nos escritórios de trabalho. O problema é que, do outro lado, o Windows oferece uma grande oferta em qualidade e quantidade, sem falar que a Apple já vende iMac e MacBooks, que não deixam de ser PCs com OS X.

Se a profecia de Cook se cumprir, os computadores da Apple também serão canibalizados.

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Veremos como o mercado vai aceitar o iPad Pro. Ele não deve acabar com os PCs, talvez nem recupere o mercado de tablets. A venda de iPads segue em queda (20% no último trimestre), caindo pela primeira vez desde o seu lançamento da casa das 10 milhões de unidades vendidas.

Via Telegraph

Tim Cook confirma novo Apple TV para a semana que vem

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Em entrevista ao evento WSJ Live, o CEO da Apple, Tim Cook, confirmou que o novo Apple TV chegará ao mercado no final do mês de outubro, tal como inicialmente anunciado. De forma concreta, será na semana que vem a sua chegada ao mercado.

O novo Apple TV recebe um novo processador, design levemente modificado e uma boa quantidade de conteúdos a serem gerenciados pelo sistema tvOS. A necessidade de reafirmar a data de lançamento vem depois dos rumores que o dispositivo iria atrasar até novembro, apesar das reservas estarem disponíveis ainda nesse mês de outubro.

Com isso, Tim Cook descarta os rumores, e aproveitou para falar sobre como vê a experiência de TV atual. Para Cook, este ecossistema está uma década atrás do iPhone e precisa ser modernizado agora. Ou seja, a TV tradicional morre um pouco mais a cada dia. E a Apple só quer jogar mais algumas pás de terra em cima dela.

Apple explica por que eles nunca lançarão um Surface Book

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Ao serem questionados se a Apple vai lançar a sua versão de um Surface Book, tanto Tim Cook, CEO da empresa, como Phil Schiller, vice-presidente de marketing, responderam com um contundente “não”.

Na opinião dos dois, o Surface Book possui um problema na experiência de uso, por entenderem que a convergência de uma interface de desktop, centrada na presença de um mouse ou teclado, não é igualmente comoda na sua adaptação para um sistema portátil.

Uma vez que o OS X foi concebido e desenvolvido sobre a base do teclado e mouse, a Apple considera que adaptá-lo para uma interface touch não seria uma decisão acertada, já que se perderia a experiência de uso chave do mesmo, não oferecendo bons resultados para o usuário. Aqui, fica claro que a Apple não vê a convergência com os mesmos olhos de outros fabricantes. Mas isso, nesse momento.

Todo mundo sabe como a Apple “queimou a língua” ao criticar o Surface. Anos depois, eles mesmos admitem isso com o iPad Pro, que apesar de contar com o iOS e não o OS X, bebe diretamente da essência do produto da Microsoft, que no passado foi definido por Tim Cook como um “híbrido horrível”.

Sem falar que o Surface Book conta com o Windows 10, um sistema operacional mais versátil e totalmente adaptado para os formatos desktop e mobile, o que torna as coisas mais dinâmicas para o usuário na sua experiência.

Será que a Apple vai de novo queimar a língua no futuro em relação ao Surface Book? Acabarão apresentando um “Apple Book” daqui a dois ou três anos, com a mesma ideia base do produto da Microsoft, mas chamando de “mágico e revolucionário”?

Vamos dar tempo ao tempo.

Via WCCFTech

Apple vai permitir a remoção de alguns apps pré-instalados no iOS (finalmente)

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Segundo declarações de Tim Cook para o BuzzFeed, a Apple está ciente dos pedidos dos usuários que querem ter o direito de remover aplicativos do iOS que eles não vão utilizar, e a empresa trabalha em uma solução para a questão.

Cook explica que a Apple está ciente de que o fato de não poder remover esses apps é algo que aborrece aos usuários, e que parte dos clientes pedem por isso. Porém, a mudança não é algo tão simples, já que depende de até que ponto esses apps estão conectados a outros serviços do iPhone ou iPad.

“É um assunto mais complicado do que aparenta. Há alguns aplicativos que estão conectados a outros serviços no iPhone, de modo que se são eliminados poderão causar problemas de funcionamento em algumas ações do smartphone. Já em outros apps isso não acontece. E esses são os que consideramos suscetíveis de serem eliminados.

 

Um pequeno passo para a personalização

Este não é um assunto exclusivo da Apple, e nem todos os sistemas e capas de software oferecem aos usuários as permissões para personalizar o menu de apps, tanto na hora de ordená-los como na organização em pastas. Às vezes não podem ser eliminados, mas recorremos a métodos como a inabilitação de um app, solução que não é tão intuitiva e não soluciona por completo o problema.

Os apps pré-instalados foram aumentando conforme o sistema operacional e o hardware do smartphone foram evoluindo, permitindo a ampliação de serviços e funcionalidades. O iOS 9, que chega ao mercado amanhã (16), receberá outras funções. Por enquanto, temos apenas um avanço, sem data nem versão determinada para incluir esta característica.

Mesmo assim, é um avanço.

Via BuzzFeed

Tim Cook: China influencia no design de produtos da Apple

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A Bloomberg cita palavras do CEO da Apple, Tim Cook, que durante uma viagem pela China em maio, revelou que a influência do país asiático está também presente nos designs dos produtos da empresa.

Cook visitava a maior Apple Store do mundo, localizada em Hangzhou (China), e além de falar sobre o interesse que teoricamente gerava o Apple Watch, destacou como as preferências chinesas impactaram claramente em vários aspectos de design dos recentes dispositivos da empresa.

O exemplo mais claro dessa influência está no iPhone na cor dourada (depois essa alternativa chegou ao iPad e nos novos MacBooks), algo que aconteceu por conta da popularidade da cor junto aos usuários chineses. A região da Grande China (China Continental, Hong Kong, Taiwan e Macao) é hoje o segundo mercado mais importante para a Apple, e a luta naquela região com a Samsung e Xiaomi faz com que a empresa norte-americana queira agradar aos usuários chineses ao máximo.

Esse impulso das características orientadas a vender na China começou a algum tempo, quando as conferências para desenvolvedores na WWDC destacavam o suporte ao idioma chinês mandarim, o suporte do Baidu no Safari ou as opções de compartilhamento de vídeos em serviços locais, como o Tudou ou Youku, rivais diretos do YouTube.

O suporte do Siri ao idioma chinês ou as buscas locais foram outras melhorias incorporadas aos produtos que queriam triunfar nesse mercado tão relevante, e o próximo protagonista dessa aposta focada no país asiático pode ser o Apple Pay.

Via Bloomberg

Tim Cook quer mais mulheres na futura Apple

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Em uma das entrevistas concedidas antes da conferência inaugural da WWDC 2015 (que acontece hoje a tarde), Tim Cook falou um pouco do futuro da Apple.

O CEO falou para a Mashable, e reconheceu que a estratégia da empresa (que hoje conta com 70% do seu corpo de funcionários composto por homens) para oferecer o melhor produto passa pela aposta de uma maior diversidade. Para ele, a comunidade tecnológica precisa trabalhar muito mais para que as mulheres olhem para essa indústria com outros olhos, e percebam o quão divertido e atraente esse segmento pode chegar a ser um dia.

A carência de modelos femininos de sucesso no mundo da tecnologia é um problema presente, e a Apple no passado contribuiu para isso. É só dar uma olhada no último evento realizado por eles, na apresentação do Apple Watch. Nele, apenas uma mulher participou do evento, e não falamos de Angela Ahrendts, Lisa Jackson ou Denise Smith, executivas ‘conhecidas’ da empresa.

A única mulher presente foi Christy Turlington-Burns, uma supermodelo norte-americana, que falou sobre a sua experiência utilizando o Apple Watch (que foi basicamente quando ela praticava suas corridas diárias).

Tim Cook aprendeu a lição, e pretende resolver o problema já no evento inaugural da WWDC 2015 de logo mais, dando a entender que ele será muito mais diversificado em termos de gênero. E essa é uma excelente notícia. Não que a gente não goste de mulheres bonitas em eventos. Mas também queremos ver as mulheres inteligentes e talentosas que estão influenciando positivamente no mundo da tecnologia.

Por mais mulheres que seduzam pela inteligência. Pelas ideias. Por contribuir na inovação dos produtos que utilizamos todos os dias.

Via Mashable

CNN elege os 10 melhores CEOs de 2014. Atenção para o segundo colocado…

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A CNN publicou nessa semana a sua lista dos dez melhores CEOs de 2014. No topo da lista temos Tim Cook, que continua a fazer da Apple a empresa que ‘transforma em ouro (quase) tudo o que toca’. Porém, o que chama a atenção é o segundo posto da lista: John Chen, CEO da BlackBerry.

O executivo, que seria um interino no posto (depois da saída de Thorsten Heins), deu a volta por cima, e está conseguindo transformar uma empresa que parecia condenada ao desaparecimento em uma que ainda tem uma certa relevância, depois de várias perdas consecutivas.

Durante o seu mandato, Chen tomou decisões muito importantes, como o foco da empresa em serviços de segurança, ou a apresentação de modelos mais próximos da tradição histórica da BlackBerry (Passport e Classic). A abertura do BBM para outras plataformas e outras decisões do mercado empresarial fizeram com que as ações da BlackBerry subissem surpreendentes 35% em 2014. Chen parece ter as coisas bem claras, mas vamos esperar para ver se ele mantém sua visão com foco em 2015.

O terceiro melhor CEO do ano (de acordo com a CNN) foi Satya Nadella, da Microsoft. Ele também realizou mudanças importantes desde que assumiu o lugar de Steve Ballmer, mostrando sua capacidade de mudança e foco evidente na gestão de sistemas e serviços relacionados à nuvem e mobilidade.

Via CNN

Tim Cook está ‘profundamente ofendido’ com documentário sobre os seus trabalhadores na China

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Fazia tempo que não havia notícias das práticas nada legais da Apple na China, e o ano de 2014 não podia se encerrar sem esse assunto. A BBC exibiu um documentário onde evidenciar as condições dos trabalhadores nas fábricas da China, que são muito longe das ideais, apesar da Apple tentar mudar a sua política nos últimos anos.

A reportagem gravou de forma encoberta dentro das fábricas da Pegatron, onde os novos iPhones são fabricados, e captaram imagens onde é possível ver trabalhadores exaustos e desmaiando por conta do cansaço das longas jornadas de trabalho. De acordo com a matéria, os trabalhadores passam por turnos de 12 horas diárias, ou 60 horas semanais (muto acima das 44 horas semanais de trabalho estipuladas na China). O truque para que a prática não seja ilegal pode estar no tempo de hora extra concedido pelas leis do país, que é de 36 horas adicionais por mês.

Tim Cook, CEO da Apple, se manifestou sobre a matéria.

Afirmou estar profundamente ofendido pelas novas acusações recebidas sobre as más condições de trabalho nas fábricas chinesas. De acordo com o jornal The Telegraph, em um e-mail enviado em nome de Jeff Williams (vice-presidente sênior de operações da Apple) para todo o pessoal da empresa no Reino Unido (quase 5 mil funcionários), ele e Cook faz duras declarações sobre o programa transmitido pela BBC.

De forma resumida, a dupla afirma que o programa da BBC colocou os valores da Apple em cheque, afirmando que a matéria faz insinuações de que a Apple poderia quebrar uma promessa feita aos trabalhadores da cadeia de fabricação, ou enganar os clientes. Questionou as afirmações da matéria sobre o compromisso da empresa com as condições de trabalho de suas fábricas, e afirma que nenhuma outra empresa está fazendo tanto como eles para garantir condições de trabalho justas e seguras, investigando e detectando problemas, resolvendo os mesmos e seguindo adiante. E afirmam que a BBC está bem longe da realidade dos fatos.

O descontentamento dos executivos de Cupertino não poderia ser maior, e não é para menos. As várias horas de trabalho não são o único ponto negativo da matéria da BBC contra a Apple: um jornalista foi obrigado a entregar o seu documento de identidade (algo que é contra a lei, que te obriga a levar sempre contigo uma identificação) para funcionários da fábrica, e durante os testes de seleção do pessoal, algumas perguntas sobre a saúde e segurança dos candidatos não foram bem esclarecidas, e as preferências de trabalho são utópicas nas fábricas, onde todos os trabalhadores são obrigados a realizar turnos noturnos, ficando de pé por longos períodos.

Se isso tudo não fosse o bastante, os funcionários das fábricas são obrigados a morar com até 12 pessoas (algo que já foi motivo de polêmica na época das acusações envolvendo a Foxconn), quando as diretrizes da Apple indicam um máximo de 8 pessoas.

Como você pode ver, as coisas não estão muito favoráveis para a Apple nesse aspecto.

E você? Em quem vai acreditar?

 

Via The Telegraph

Por que o iPod Classic teve que morrer?

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Essa era uma decisão esperada por muitos e por muito tempo. Mesmo assim, quando foi tomada, precisava de uma explicação. E Tim Cook decidiu então falar sobre o fim do ciclo do iPod Classic.

O CEO da Apple falou em uma recente entrevista dentro da conferência WSJD Live 2014 sobre a descontinuidade de um dos produtos de maior longevidade da história da empresa. De acordo com Cook, a essa altura do campeonato fica muito complicado conseguir todos os componentes necessários para a fabricação desse dispositivo, dado que os fabricantes já não mais produzem esses itens.

Certamente alguns já pensaram que uma solução para esse problema seria uma reformulação no projeto do iPod Classic, com um novo design. Porém, como o próprio Cook reconhece, o trabalho de engenharia para essa reformulação seria grande demais, e o número de pessoas que ainda estariam interessadas no dispositivo é muito pequeno.

Em resumo: um balde de água fria para os mais nostálgicos e admiradores do dispositivo. Mas no final das contas, são negócios, e a Apple está nesse negócio de eletrônicos de consumo para lucrar, e não atender os anseios dos poucos nostálgicos.

Pode descansar em paz, iPod Classic.

Via Engadget

Um iPhone para mercados emergentes é algo (quase) impossível

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Pelo visto, a Apple nunca vai entrar na briga pelos mercados emergentes  de smartphones. Tim Cook participou da WSJD Live Conference, e foi questionado sobre uma hipotética aposta futura nesse segmento, e o CEO deu uma resposta que permite várias interpretações, mas apenas uma confirmação dentro da filosofia da empresa.

A pergunta foi clara: a Apple vai desenvolver um iPhone para a África ou para países emergentes?

A resposta de Cook foi igualmente concisa: “vamos tão abaixo como podemos, sempre que possamos manter a experiência de usuário”.

Tal resposta nos leva a pensar sobre um possível iPhone de baixo custo no futuro para esses mercados, mas o fato é que nada no passado ou no presente da Apple leva para isso. De fato, eles fizeram exatamente o contrário, lançando novos iPhones mais potentes e mais caros do que nunca (vide os preços especulados no Brasil).

A Apple já mostrou que, para eles, não interessa a cota de mercado, que mostra uma magnitude enganosa na hora de medir o sucesso de uma empresa. Para eles, o que importa é o lucro, e apesar da aposta presente poder condicionar o seu futuro – por conta de uma saturação nos mercados desenvolvidos -, não parece provável que a médio prazo a Apple acabe apostando nos mercados emergentes. Para eles, o que importa mesmo é a oferta de produtos top de linha.

Via WSJD

Apple bate o seu próprio recorde: 4 milhões de novos iPhones (6 e 6 Plus) vendidos em 24 horas

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Um novo iPhone, um novo recorde. Essa parece ser uma constante para a Apple, que anunciou que a dupla iPhone 6/iPhone 5 Plus alcançou a marca de 4 milhões de unidades vendidas (durante o período de reservas) nas primeiras 24 horas, estabelecendo assim uma nova marca máxima nesse aspecto.

A marca foi confirmada pelo próprio Tim Cook, através de um comunicado oficial. A Apple aproveitou a oportunidade para informar que muitos pedidos deverão esperar até o mês de outubro para que os produtos sejam enviados, deixando claro que a demanda dos novos iPhones superou as expectativas da empresa.

Com isso, a Apple deixa para trás as 2 milhões de unidades vendidas do iPhone 5 nas suas primeiras 24 horas. Resta saber que os novos modelos serão capazes de alcançar as 9 milhões de unidades comercializadas dos modelos iPhone 5s e 5c.

Não duvido que eles consigam.

Via Apple

O iCloud não falhou. Mesmo assim, a Apple promete reforçar medidas de segurança

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Tim Cook se pronunciou pela primeira vez desde o massivo vazamento de fotos íntimas de celebridades, evento inicialmente associado à uma falha de segurança do iCloud. Em entrevista para o Wall Street Journal, Cook reafirmou que não houve um vazamento de dados dos servidores do iCloud (ou seja, os hackers simplesmente adivinharam as senhas dos envolvidos), mas mesmo assim, prometem melhoras de segurança no serviço na nuvem.

Segundo Cook, a Apple vai introduzir novos alertas por e-mail quando alguém tenta mudar a senha de uma conta, tenta restaurar os dados do iCloud em um novo equipamento, ou quando um dispositivo entra em uma conta do iCloud pela primeira vez. Até agora, só eram enviados alertas se alguém com um equipamento da Apple tentava mudar a conta de outra pessoa, mas agora essa notificação vai se estender para qualquer tipo de dispositivo.

O iOS 8 também contará com verificação de dois passos para o acesso ao iCloud a partir do smartphone. A maioria dos usuários segue sem utilizar essa opção, e a Apple garante que vai tentar comunicar de forma mais agressiva sobre o quão importante é ativar esse tipo de verificação.

As novas notificações permitirão ao usuário potencialmente afetado tomar medidas imediatas, desde a troca de senha no mesmo instante até alertar a equipe de segurança da Apple, ou reassumir o controle de sua conta.

Via Wall Street Journal9to5Mac

Vídeo | Veja como Zuckerberg, Cook e Gates sucumbiram ao balde de água gelada

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O desafio da ALS Foundation, que visava arrecadas fundos para uma criança doente, evoluiu com o passar do tempo, se tornando um fenômeno viral na internet sem precedentes. Funciona assim: você é desafiado a gravar um vídeo jogando um balde de água com cubos de gelo na sua cabeça, e se não fizer isso em 24 horas, precisa fazer uma doação para a causa. Depois, pode desafiar alguém para fazer o mesmo.

Aliás, você pode fazer a doação mesmo que esteja molhado. O que importa aqui é chamar a atenção para a causa, para angariar mais fundos.

Essa campanha chegou ao mundo da tecnologia, e grandes CEOs do setor, como Mark Zuckerberg (Facebook), Tim Cook (Apple) e Bill Gates (Microsoft) entraram na brincadeira. Zuckerberg desafiou Bill Gates ao Ice Bucket Challenge, que não teve problemas em realizar o feito – quem conhece o histórico de Gates sabe que ele adora fazer esse tipo de coisa. Tim Cook também foi desafiado, e também cumpriu a missão.

Os três CEOs não realizaram o desafio apenas para fazer graça, mas sim para fazer com que as pessoas se interessem em conhecer o Mal de Lou Gehrig (ou esclerose lateral amiotrófica), e os esforços para pesquisas sobre a cura dessa doença. Logo, além da diversão, tem uma boa causa por trás da brincadeira. Um viral que vale a pena, no final das contas.