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Samsung Galaxy J5 Prime e J7 Prime: metal e leitor de digitais na linha média premium

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A Samsung segue a sua filosofia de lançamentos de séries alfanuméricas, e apresentou oficialmente os novos smartphones Samsung Galaxy J5 Prime e Samsung Galaxy J7 Prime.

Os modelos foram apresentados no Vietnã, e são bem similares aos modelos apresentados em março (Galaxy J5 2016 e Galaxy J7 2016). Os modelos chegarão ao mercado da Índia para depois adentrar em outros mercados.

Vamos aos detalhes.

 

Samsung Galaxy J5 Prime

 

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O Samsung Galaxy J5 Prime tem uma tela de 5 polegadas (HD, 294 pixels por polegada, TFT), difereente das telas IPS LCD ou AMOLED que a Samsung normalmente utiliza, nem mesmo contando com o relevo das telas 2.5D. Seu processador é um quad-core (modelo não revelado), com 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (com slot para cartões microSD).

Nas câmeras, ele tem sensores de 8 MP e 5 MP (f/1.9), com flash LED traseiro. Seu corpo metálico é unibody, e recebe um leitor de digitais, dois slots para cartões SIM e conectividade 4G/LTE , além de uma bateria não removível de 2.400 mAh. Disponível em duas cores (preto e dourado), tem preço sugerido de 200 euros.

 

Samsung Galaxy J7 Prime

 

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O Samsung Galaxy J7 Prime tem a mesma tecnologia de tela TFT, mas com 5.5 polegadas de diagonal (Full HD, 400 pixels por polegada) com 2.5D. Seu processador é um Exyos 7870 octa-core, com 3 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD).

Nas câmeras, temos sensores de 13 MP e 5 MP (f/1.9), e seu corpo abriga uma bateria de 3.300 mAh, com um leitor de digitais, slots para cartões SIM, 4G/LTE e um corpo metálico unibody. Também nas cores preto e dourado, seu preço é de 260 euros.

 

 

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Via SamMobile

Bloomberg: problemas do Galaxy Note 7 ocorreram pela “pressa” da Samsung em se antecipar ao iPhone 7

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De acordo com a Bloomberg (que falou com fontes próximas ao tema), foi a pressa da Samsung que provocou todos os problemas do Galaxy Note 7.

O veículo informa que a fabricante sul-coreana teria pressionado os provedores, reduzindo os prazos de entrega, mesmo em um dispositivo que contava com novidades importantes, que exigiam um cuidado maior no desenvolvimento.

A pressa da Samsung em se antecipar ao iPhone 7 podem ter provocado os defeitos na cadeia de produção e na avaliação da qualidade das baterias.

 

Uma nova teoria: um design inadequado para estas baterias

Incluir uma bateria muito maior (3.500 mAh, contra 3.000 mAh do modelo do ano passado), apesar de ser fisicamente pequena, provocou os problemas de superaquecimento e explosões que resultaram em uma das maiores crises que a Samsung passou.

O problema parece estar solucionado nas novas unidades, mas o programa de substituição de 2.5 milhões de unidades custarão muito dinheiro para a Samsung, além de danos na imagem da marca.

A Bloomberg aponta um dado curioso: a divisão móvel da Samsung culpou a sua subsidiária, a Samsund SDI, como responsável pelos problemas do Galaxy Note 7, mas os diretores dessa empresa culpam o departamento de design da Samsung Mobile. Para o presidente do órgão norte-americano de consumo, a bateria era ligeiramente maior do que o que o design do produto permitia.

Então… de quem é a culpa, afinal de contas?

Via Bloomberg

Galaxy Note 7 e a inconsciência do usuário: uma pequena reflexão

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É evidente que a Samsung cometeu um erro grave ao lançar o Galaxy Note 7 no mercado com baterias defeituosas. Porém, é preciso reconhecer o esforço dos sul-coreanos em minimizar os danos e resolver o problema, ao assumir abertamente a anormalidade e tomar todas as medidas necessárias para recuperar os modelos afetados.

Infelizmente, os usuários não estão facilitando o trabalho, já que apenas estão participando do programa de devolução e substituição iniciado pela Samsung, e não estão deixando de utilizar os seus dispositivos.

 

Mas gente teimosa tem em tudo quanto é lugar… até entre os usuários do Galaxy Note 7

O risco de sofrer uma explosão que pode ter consequências graves para a integridade física parece não assustar a muitos usuários, que preferem seguir utilizando o seu novo dispositivo antes de passar pelo programa de devolução.

 

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Esse tipo de atitude é inconsciente e inconsequente, liberando automaticamente a Samsung de boa dose da culpa, transferindo a mesma para o consumidor, que demonstra que prefere se expor ao risco de sofrer queimaduras graves antes de entregar o seu Galaxy Note 7 e esperar o problema aparecer, ou até aceita a devolução do dinheiro.

Ou seja, a Samsung faz o possível para resolver o assunto o quanto antes, mas os usuários não estão facilitando as coisas.

Depois não adianta reclamar.

Más información: DvHardware.

Samsung Galaxy Tab A (2016), um tablet que herda a S Pen do Galaxy Note 7

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A Samsung anunciou oficialmente o seu novo tablet, o Samsung Galaxy Tab A (2016), dispositivo que herda do Galaxy Note 7 a S Pen, para uma melhor interação com o sistema operacional.

O Samsung Galaxy Tab A (2016) possui tela de 10.1 polegadas (1920 x 1200 pixels, AMOLED), sistema operacional Android 6.0 Marshmallow, processador Exynos 7870 octa-core de 1.6 GHz, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (expansíveis via cartão microSD), além de câmeras de 8 MP e 2 MP. Sua autonomia de bateria estimada é de 14 horas de uso, com 7.300 mAh, e conta com versões com 4G LTE e WiFi.

 

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O Samsung Galaxy Tab A (2016) segue a esteira de sucesso de outro produto campeão de vendas da Samsung, o Galaxy Note. A empresa aposta na presença da caneta Stylus para chamar a atenção dos usuários mais criativos e produtivos, que podem ver nesse produto uma eventual ferramenta de trabalho.

O Samsung Galaxy Tab A (2016) não tem preço, nem data de lançamento anunciadas. Não há previsão de chegada desse produto ao Brasil.

 

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Via Samsung

Pode a Samsung ou qualquer outro fabricante inutilizar meu smartphone remotamente para forçar a troca?

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Nem tudo é perfeito nesse mundo. Em algumas vezes, os problemas aparecem. Principalmente nos produtos de tecnologia.

Os defeitos de funcionamento de dispositivos na maioria dos casos resulta em simples problemas de funcionamento, mas em outros casos podem colocar em risco a saúde do usuário. É o que acontece com as baterias defeituosas do Galaxy Note 7.

Nestes casos, o fabricante sempre pode adotar um sistema de inutilização remota dos dispositivos, que não é algo infalível. Vale para qualquer dispositivo de qualquer fabricante. Mas vamos tratar do caso da Samsung com o Galaxy Note 7 para explicar tanto o processo como as possíveis consequências legais de sua execução.

Morte por kill switch, o procedimento

A Samsung não é a primeira a passar por isso, mas talvez seja a mais sondada por sua envergadora, e por ser o Note 7, um dos candidatos a melhor smartphone de 2016.

A NVIDIA teve um problema similar com o seu Shield Tablet. A bateria do dispositivo também corria o risco de queimar durante a recarga, e optou pelo kill switch remoto. Mas isso tem os seus problemas.

O sistema da NVIDIA enviava uma atualização para os dispositivos defeituosos ao fim da data que os usuários deveriam solicitar a reparação. A empresa não retirou as unidades defeituosas, mas com a atualização, matou os tablets, evitando o risco de combustão.

O problema é que, para uma atualização acontecer, os usuários devem aceitá-la para instalar, nos casos extremos. Exceto em dispositivos rooteados e em determinados mecanismos mais agressivos, um fabricante raramente força uma atualização.

Sempre os usuários precisam aceitar o update, e eles nem sempre conhecem o problema, nem mesmo instalam tudo o que chegam ao dispositivo.

Nos fóruns de usuários, um sistema foi liberado para evitar o kill switch e manter o Shield Tablet funcionando. Com a Samsung pode acontecer exatamente o mesmo: aqueles que jamais verificaram novas atualizações podem seguir usando o smartphone, mesmo correndo o risco de provocar incêndios ou acidentes com lesões para os seus donos.

A Samsung desmentiu extraoficialmente o rumor que nunca reconheceu: o de inutilizar as unidades do Galaxy Note 7 de forma remota. O grande problema disso é no nível legal, que será explicado de forma mais detalhada.

As implicações legais de desativar um dispositivo à distância

As leis que valem para um país não vale para outros. Cada país tem suas normas, e em alguns casos a Samsung não pode simplesmente enviar uma atualização que inutilizem os dispositivos.

Afinal de contas, nada pode provocar a perda de um bem alheio sem ter consequências. Normalmente, só o próprio usuário pode inutilizar o seu produto.

Na prática, os usuários devem esperar que aconteça um dano no dispositivo para reclamar sobre o mesmo. Ainda que a atualização seja enviada, o fabricante não tem responsabilidade sobre o problema até que o problema aconteça, ou que o produto seja efetivamente inutilizado.

Mesmo assim, a reclamação depende de caso a caso. Nos casos das baterias defeituosas, na imensa maioria a responsabilidade do produto é exclusivamente da Samsung, que deve substituir o produto ou devolver o dinheiro pago por ele.

Em casos mais complexos, os clientes podem até processar a marca por danos morais, principalmente se os dias de inatividade com o dispositivo resultaram em perdas financeiras. Nesse caso, também é passível de processo por danos morais. Em todos os casos, é obrigação do consumidor provar a existência dos danos.

 

O que acontece com a Samsung?

A Samsung dificilmente será processada pelos usuários por “eventualmente poder ter colocado os clientes em risco”. É preciso que os danos aconteçam efetivamente para que qualquer ação judicial seja efetiva. A substituição do produto deve ser totalmente gratuita e rápida para o consumidor, independente da situação.

A Samsung ou qualquer outro fabricante tem a possibilidade de lançar mão do kill switch para inutilizar remotamente um dispositivo. Mas é sempre o cliente quem tem a última palavra para aceitar ou não.

É uma situação delicada, e o ideal é que tudo se resolva o quanto antes possível. Fontes oficiais citam já o dia 19 de setembro como a data de chegada dos dispositivos sem risco nas lojas. Depois, resta resolver o fato de muitos usuários não terem entrado no programa de substituição, mantendo consigo as unidades com risco.

iPhone 7 Plus vs Samsung Galaxy Note 7: um comparativo entre os tops

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Os novos iPhone 7 e iPhone 7 Plus foram apresentados, repetindo a tendência dos últimos anos. Porém, a Samsung apresentou antes o seu Galaxy Note 7, que apesar de contar com os seus problemas de bateria, é um dos modelos mais cobiçados do ano entre os dispositivos com telas de grande dimensão.

E o duelo está feito.

De um lado, um iPhone 7 Plus menor. Por outro lado, um Galaxy Note 7 com suas características exclusivas. O iOS vs Android com a TouchWiz. Um duelo entre os dois maiores fabricantes do mercado de smartphones.

E esse post, mostramos as principais semelhanças e diferenças entre os dois modelos.

Duelo de personalidades no design

Os dois competidores foram conservadores nesse aspecto.

O Galaxy Note 7 herdou os detalhes do Galaxy S6 e Galaxy S7, incluindo a tela curva da linha Edge de série. Jà a Apple evoluiu o design do iPhone 6s em porções mínimas.

Os dois contam com metal e cristal nos seus materiais, e a diferença de tamanho não é determinante, salvo que a Samsung aproveitou melhor a parte frontal, com uma tela maior (5.7 contra 5.5 polegadas) e com maior resolução (QHD contra Full HD).

 

A Apple manteve o 3D Touch, mas os dois modelos contam com um botão Home com leitor de digitais, apesar de que no iPhone 7 ele não ser mais físico.

São dois designs elegantes, o que torna a escolha difícil nesse aspecto. Ambos estão em um nível muito acima de boa parte da concorrência.

Potência com controle serve de muita coisa

 

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A Samsung repetiu o seu Exynos 8890, sem muitas melhorias. A Apple apresenta o novo chip Apple A10, que na versão single core apresenta uma potência sem precedentes. E uma vantagem da turma de Cupertino é poder controlar cada parte do processo.

O iOS funciona diferente do Android, e você que está lendo esse post sabe muito bem disso a essa altura do campeonato.

Enquanto que o sistema da Apple roda sobre um número muito bem controlado de dispositivos, o Android deve rodar sobre múltiplas combinações. A máquina virtual do sistema da Google exige especificações mais potentes para um desempenho similar.

No papel, o Galaxy Note 7 roda com mais fluidez, mas sofre do lag do sistema Android com o passar do tempo.

Dois núcleos contra quatro núcleos, duas arquiteturas próprias e a diferença de não ter o controle absoluto sobre o software.

A TouchWiz não exerce sobre o Android o domínio que a Samsung gostaria, e por isso eles mantém o Tizen vivo.

Mas a verdade é uma só: escolher entre o iPhone 7 Plus e o Samsung Galaxy Note 7 é escolher duas das melhores configurações e desempenho da atualidade.

Capturar a realidade, mais rápido e melhor

 

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O iPhone 7 Plus optou por uma câmera dupla traseira, seguindo os passos da HTC e Huawei. A diferença é que seu sistema utiliza um zoom ótico de 2X, com um sensor duplo de 12 MP, uma delas atuando como teleobjetiva.

A Samsung optou por repetir as configurações do Galaxy S7 no Galaxy Note 7, também de alto nível.

 

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Os dois dispositivos capturam imagens a 12 MP, com estabilizador ótico e gravação de vídeos a 4K. A Apple se destaca pelo fato do seu processador A10 permitir a captura de vídeos 4K a 60 frames por segundo, enquanto que o Galaxy Note 7 fica limitado aos 30 frames por segundo.

No sensor frontal, a Apple de novo toma a dianteira, com 7 MP de resolução, contra os 5 MP do Note 7. As duas câmeras fazem um excelente trabalho com as selfies.

 

Que meu smartphone não fique sem bateria no pior momento

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Outro ponto de discórdia entre os dois dispositivos está na bateria.

Um iPhone 7 Plus deve ter uma autonomia de uso de pelo menos dois dias de uso sem problemas, inclusive exigindo um pouco mais do que o devido. Já o Galaxy Note 7 tem um abateria de 3.500 mAh com modo recarga rápida, alcançando um dia de uso sem problemas. Co a recarga rápida, é possível obter 25% de autonomia com apenas 15 minutos.

 

O segredo está nos detalhes

 

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Os pequenos detalhes que fazem um modelo mais desejável que o outro encerra esse comparativo.

Aqui, os dois fabricantes oferecem resistência à água e poeira, um botão Home com leitor de digitais e chip NFC cada um com suas plataformas (Apple Pay, Android Pay e Samsung Pay).

Nada mudou nos conectores dos dispositivos, com o Note 7 com uma USB Type-C e o iPhone 7 Plus com uma porta Lightning, mas sem o conector para fones de ouvido (o kit do smartphone inclui um adaptador para 3.5 mm).

 

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Não podemos nos esquecer da S Pen da Samsung, tão apreciado pelos usuários da linha Note. A Apple experimentou algo parecido com o iPad Pro, mas não quer levar a solução da caneta Stylus para o iPhone para quem quer um pouco mais de produtividade.

 

Conclusão

No final das contas, a escolha final depende de cada um. Os dois modelos são excelentes, e a escolha entre um e outro está mais difícil do que nunca.

Limitar a recarga em 60%: a solução provisória para as baterias defeituosas do Galaxy Note 7

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A Samsung publicou um anúncio em um jornal da Coreia do Sul, explicando que a solução provisória para o problema das baterias defeituosas do Galaxy Note 7 passa por limitar a carga da bateria do dispositivo em 60%. A medida seria efetiva através de uma atualização via OTA a ser lançada em breve.

Desta forma, a energia armazenada na bateria se manteria em um nível seguro, evitando o curto-circuito que provocou as explosões e incêndios em alguns modelos.

A Samsung também informa que o plano de ação para as baterias defeituosas do Galaxy Note 7 foi pensado nos usuários que querem seguir utilizando o dispositivo, ignorando os alertas para que suspendesse o uso do mesmo.

São vários os casos de pessoas que sofreram queimaduras pelas explosões do Note 7, e a Samsung quer evitar mais acidentes, e por isso pensou nessa estratégia temporária, visando a segurança dos clientes.

Foi especulado que a Samsung poderia bloquear remotamente os dispositivos, algo que a empresa desmentiu. Agora, a solução passaria por uma atualização via OTA, trabalhando com as operadoras locais para lançar essa atualização que, em teoria, chegaria aos usuários da Coreia do Sul a partir de 20 de setembro.

Medidas desesperadas

 

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A decisão é vista por alguns como uma medida desesperada da Samsung, que quer evitar mais acidentes, mas enfrenta clientes que não querem devolver o smartphone. Outros analistas entendem que todos os problemas são a prova que o Note 7 não foi otimizado antes de chegar ao mercado.

O que fica claro é que o Batterygate do Galaxy Note 7 não será esquecido tão cedo, e apesar da rápida resposta da Samsung ao problema, deixa uma mancha em seu currículo, que será bem difícil de ser eliminada.

 

ATUALIZADO EM 21/09/2016 @ 12h50: a assessoria de imprensa da Samsung Brasil entrou em contato com o TargetHD.net, informando o posicionamento oficial da empresa sobre o assunto. A seguir, a nota na íntegra:

“Há pouco mais de uma semana, a Samsung Electronics anunciou um programa global de substituição para o Galaxy Note7 como medida preventiva devido a um problema com a célula da bateria. Desde então, estamos trabalhando arduamente para acelerar o envio dos produtos, a fim de concluir esse programa de troca, minimizando qualquer possível inconveniência para nossos clientes. Na semana passada, entendemos que nossos consumidores estão preocupados e queremos enfatizar a importância da troca do produto. 

“Nossa prioridade número um é a segurança de nossos consumidores. Estamos pedindo aos usuários que desliguem seus Galaxy Note7 e o substituam o mais rápido possível”, disse DJ Koh, presidente global da divisão mobile da Samsung Eletronics. “Estamos acelerando a substituição dos dispositivos para que eles possam ser entregues por meio do programa de troca do modo mais conveniente possível e em conformidade com as regulamentações vigentes. Agradecemos sinceramente a nossos clientes pela compreensão e paciência.” 

Mesmo havendo apenas um pequeno número de incidentes relatados, a Samsung está bastante atenta para oferecer aos clientes o suporte necessário. A Samsung identificou o lote afetado e interrompeu as vendas e remessas desses smartphones. Nós estamos também colaborando com as agências regulatórias nacionais. 

Os clientes que possuem o Galaxy Note7 podem trocar seu aparelho atual por um novo, de acordo com a disponibilidade local. Recomendamos aos usuários do Galaxy Note7 que entrem em contato com o lugar de compra ou liguem para a central de atendimento indicada na região o mais brevemente possível.”

Samsung vende sua divisão de impressoras para HP por US$ 1.05 bilhão

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A Samsung confirmou a venda de sua divisão de impressoras para a HP, em uma transação no valor final de US$ 1.05 bilhão.

Com isso, os coreanos abrem mão de um setor onde eles não inovam a décadas, sem perder tempo no desenvolvimento de máquinas complicadas com peças substituíveis que requerem acordos de serviço e manutenção ineficientes.

 

A maior aquisição da história da HP no segmento de impressão

 

A divisão da Samsung Electronics Co;. com 6 mil empregados, vai passar a ser parte da HP, e apesar da Samsung seguir vendendo impressoras com sua marca dentro da Coreia do Sul, essas unidades virão diretamente das fábricas da sua nova dona.

A HP Inc, que foi sócia dos coreanos por muito tempo, recebe também mais de 6.500 patentes e uma equipe com cerca de 1.300 pesquisadores e engenheiros especializados em tecnologia de impressão a laser, eletrônica e acessórios, que darão continuidade e apoio na inovação de soluções de impressão.

O acordo deve ser concluído em 12 meses, sempre e quando os órgãos reguladores aprovarem todo o processo e as condições habituais de compra e venda.

Vale lembrar que 2014, a HP anunciou a separação interna de sua empresa em duas divisões: uma de PCs e impressoras (HP Inc) e outra de empresas e serviços (HP Enterprise).

 

Via The VergeHPSamsung

Samsung Galaxy Folder 2 é anunciado oficialmente

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A Samsung anunciou oficialmente o seu novo smartphone Samsung Galaxy Folder 2, modelo que recupera o design concha (clamshell) que tanto sucesso fez na década de 1990 e no começo dos anos 2000.

A Samsung entrega um smartphone muito bonito, mas que não conta com a segunda tela frontal que os modelos anteriores com esse formato incorporam. Uma redução que obvia mente aconteceu para reduzir o preço final do produto.

Samsung Galaxy Folder 2: principais características

 

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Na parte de hardware, o Samsung Galaxy Folder 2 não é nada de outro mundo, e se encaixa como um modelo de linha média convencional:

– Tela de 3.8 polegadas (800 x 480 pixels)
– Processador Snapdragon 425 com CPU quad-core a 1.4 GHz
– 2 GB de RAM
– 16 GB de armazenamento (expansível)
– Bateria de 1.950 mAh
– Câmera traseira de 8 MP (não tem câmera frontal)
– Sistema operacional Android 6.0.1 Marshmallow

Não há informações sobre data exata de lançamento, e o modelo só foi adicionado no site oficial da Samsung. Sua disponibilidade deve acontecer em semanas. Seu preço sugerido (por diversas fontes) deve rondar os US$ 250.

Via GSMArena

Tudo o que sabemos sobre as baterias defeituosas do Samsung Galaxy Note 7

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A história até este ponto, você já conhece: a Samsung sofre de sérios problemas com as baterias do Galaxy Note 7, ao ponto de parar as vendas do produto e solicitar o recall das unidades distribuídas, além de interromper a produção do produto.

É estimado que este processo vai resultar para a Samsung gastos de US$ 1 bilhão. Mas o mais complicado será enfrentar a má publicidade em um momento de lançamento de um novo iPhone.

Em um 2016 que parecia ser mágico para a Samsung que estava em plena recuperação e com clientes que queriam gastar muito dinheiros em smartphones, aceitando que suas soluções eram melhores que as da Apple.

Hoje, colocamos um pouco mais de luz no tema das baterias, que pouco tem a ver com a solução, mas muito com o problema, principalmente quando identificadas de onde vinham as unidades defeituosas.

O problema afetou 0,01% da produção (35 unidades até agora), mas potencialmente poderia ser maior.

Primeira culpada: Samsung SDI

 

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Dizem que os números de smartphones potencialmente perigosos poderia subir para 65% ou mais. Essa porcentagem vem do número de unidades fabricadas nas instalações coreanas e vietnamitas, e as unidades fabricadas na China não teriam sido afetadas.

As baterias danificadas são da Samsung SDI, filial da Samsung. As chinesas são fabricadas pela ATL e estão livres de problemas. São fabricadas para as variantes vendidas na Ásia.

 

Dois casos com o Galaxy Note 7 após a confirmação do problema

 

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A Samsung produziu 2.5 milhões de unidades do Galaxy Note 7. Levando em conta os 65% de risco, concluímos que mais de um milhão e meio de telefones estão em perigo.

São alegados apenas 35 casos confirmados, mas dois acidentes sérios, um na Austrália e outro em Taiwan, reforçaram o problema: o smartphone começou a arder e explodiu durante a recarga.

O que vai acontecer (apesar de não haver confirmação oficial) é que a Samsung vai pedir mais unidades de bateria para a ATL para a produção do smartphone. Isso resultou em uma queda nas ações da Samsung SDI de 2.76% na bolsa.

Vale lembrar que a Samsung SDI já teve problemas na demanda das bateiras do Galaxy S6, e a Samsung teve que lançar mão da LG Chemicals e da ATL.

Na Coreia do Sul, mudas unidades saíram dos canais de distribuição, e vemos que as principais operadoras locais não registram problemas com o Galaxy Note 7, e até oferecem a devolução do dinheiro se o cliente quiser. Curiosamente, os clientes preferem a troca do produto do que o dinheiro, já que o smartphone segue sendo de interesse deles.

Quanto os parceiros, a Oculus se mostra reticente a usar unidades defeituosas em seus óculos de realidade virtual.

Ou seja, ninguém quer brincar com o fator risco.

Um Galaxy Note 7 explodiu dentro de hotel, causando um prejuízo de US$ 1.380

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Um novo acidente com o Samsung Galaxy Note 7 em um hotel em Perth, Austrália, reforça a necessidade de recall e de outras providências para prevenir incidentes. O dispositivo simplesmente explodiu enquanto estava em processo de recarga.

 

O primeiro Galaxy Note 7 que explodiu na Austrália

 

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O smrtphone foi encontrado completamente “frito”, de acordo com o relato no Reddit, a ponto de não ser possível sequer remover a bandeja do SIM card para recuperar o chip telefônico ou o cartão microSD.

As imagens mostram como o case e a almofada ficaram queimadas. O usuário em si queimou um dedo, e alega que estava utilizando o carregador e o cabo original do smartphone.

 

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O proprietário alega que foi uma pequena explosão que gerou todo o transtorno, e logo após o smartphone ardeu em chamas, ardendo e soltando um cheiro forte. Ele pede para que os demais proprietários do Galaxy Note 7 parem de usar o dispositivo, alegando que não vale a pena o risco.

Todos os proprietários do Galaxy Note 7 devem solicitar a substituição do seu dispositivo o quanto antes, e não tentar a sorte nem fazer testes por conta própria.

 

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A Samsung entrou em contato com o dono desse Galaxy Note 7, e garantiu que vai custear todos os gastos gerados pelo acidente. Por conta da explosão, o hotel emitiu uma fatura no valor de US$ 1.380.

Em resumo: ou a Samsung acelera o processo de substituição desses smartphones, ou a brincadeira pode sair ainda mais cara do que o imaginado até agora.

Via BGRReddit

Está proibido carregar o Galaxy Note 7 durante voos comerciais

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A Samsung iniciou o recall do Galaxy Note 7, mas até ele não ser concluído, a roda do mundo continua a girar.

Para evitar acidentes maiores, de modo preventivo, algumas companhias aéreas da austrália decidiram proibir os usuários do Galaxy Note 7 de recarregarem o dispositivo em seus aviões. A decisão não foi imposta por autoridades locais, e é válida por tempo indeterminado.

O banimento pode ser ainda maior. A FAA (Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos) também está tomando providências diante do problema, podendo inclusive proibir a presença do dispositivo nesses aviões.

Quando acontece um problema global como esse, nem os tripulantes do avião, nem os passageiros devem levar baterias ou componentes eletrônicos que contenham baterias retiradas do mercado, nem mesmo na bagagem de mão ou em equipamentos faturados.

As vendas do Galaxy Note 7 foram suspensas logo depois de seu lançamento, mas calcula-se que foram distribuídos entre 1 milhão e 2.5 milhões de unidades que terão que ser substituídas nas próximas semanas.

A substituição é voluntária, ou seja, é possível atrasar a troca ou simplesmente não trocal algo muito imprudente). Como garantir que uma pessoa prefira ficar com o sue smartphone desse jeito não suba em um avião?

É uma situação no mínimo confusa e delicada.

 

ATUALIZADO EM 21/09/2016 @ 12h50: a assessoria de imprensa da Samsung Brasil entrou em contato com o TargetHD.net, informando o posicionamento oficial da empresa sobre o assunto. A seguir, a nota na íntegra:

“Há pouco mais de uma semana, a Samsung Electronics anunciou um programa global de substituição para o Galaxy Note7 como medida preventiva devido a um problema com a célula da bateria. Desde então, estamos trabalhando arduamente para acelerar o envio dos produtos, a fim de concluir esse programa de troca, minimizando qualquer possível inconveniência para nossos clientes. Na semana passada, entendemos que nossos consumidores estão preocupados e queremos enfatizar a importância da troca do produto. 

“Nossa prioridade número um é a segurança de nossos consumidores. Estamos pedindo aos usuários que desliguem seus Galaxy Note7 e o substituam o mais rápido possível”, disse DJ Koh, presidente global da divisão mobile da Samsung Eletronics. “Estamos acelerando a substituição dos dispositivos para que eles possam ser entregues por meio do programa de troca do modo mais conveniente possível e em conformidade com as regulamentações vigentes. Agradecemos sinceramente a nossos clientes pela compreensão e paciência.” 

Mesmo havendo apenas um pequeno número de incidentes relatados, a Samsung está bastante atenta para oferecer aos clientes o suporte necessário. A Samsung identificou o lote afetado e interrompeu as vendas e remessas desses smartphones. Nós estamos também colaborando com as agências regulatórias nacionais. 

Os clientes que possuem o Galaxy Note7 podem trocar seu aparelho atual por um novo, de acordo com a disponibilidade local. Recomendamos aos usuários do Galaxy Note7 que entrem em contato com o lugar de compra ou liguem para a central de atendimento indicada na região o mais brevemente possível.”

Via Reuters, SMHGizmodo

LG V20 vs Samsung Galaxy Note 7: um comparativo em números

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LG V20 vs Samsung Galaxy Note 7

LG e Samsung estão em evidência no mercado de smartphones, por conta dos seus lançamentos recentes de smartphones. LG V20 e Samsung Galaxy Note 7 estão relativamente próximos nas suas especificações, e esse post faz um breve comparativo com os números dois dois dispositivos premium.

LG V20 e Samsung Galaxy Note 7 agregam valor, cada um do seu jeito….

 

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Tanto o LG V20 como o Samsung Galaxy Note 7 estão em níveis técnicos similares.

As similaridades começam na tela de 5,7 polegadas (QHD, 2560 x 1440 pixels), mas com diferenças importantes nos seus detalhes, o que agrega valor a cada um dos produtos.

O phablet da Samsung possui uma tela Super AMOLED curva nas duas laterais, com funções extras como acesso aos contatos e aplicativos mais usados. Mesmo assim, seu principal apelo é estético.

 

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A grande melhora do Galaxy Note 7 nesse aspecto vem da S Pen, lápis ótico incluso que permite escrita à mão e a execução de várias ferramentas adicionais, como o Air Comnand que traduz textos e amplia uma área da tela. O acessório diferencia o Note 7 dos demais, o transformando em uma ferramenta focada para a produtividade.

Já a LG tem como principal característica do LG V20 a tela dual.

A faixa de tela adicional acima da tela principal tem um princípio similar à tela edge, mas é sempre visível. É uma espécie de extensão da barra de notificações, onde vemos alertas recebidos ou área de acesso para os aplicativos mais usados. Além disso, a LG aposta na parte de som, com um chip Quad DAC de 32 bits, mas que só funcionam bem com fones de ouvido de qualidade.

 

…Também no design

 

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A Samsung segue mantendo o design de metal e cristal apresentado no Galaxy S6, mas melhorando não apenas na estética, mas também na resistência. O Note 7 pode ser submergido na água.

Já o LG V20 te um chassi que combina metal e silicone, contando com uma certificação de resistência militar que evita danos em quedas.

A opção de remover a bateria é outro detalhe onde LG e Samsung se diferenciam.

O Note 7 conta com um design monobloco que não permite o acesso ao interior do smartphone, enquanto que a LG aposta em uma traseira removível, dando a opção de substituir a bateria se necessário. Por outro lado, os LG & Friends presentes no LG F5 ficam de fora.

A guerra pelas especificações

 

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Hoje, é preciso ter um perfil técnico a altura, e nos casos do LG V20 e do Note 7, os dois cumprem com essa premissa. Em pontos como processador e RAM, os dois modelos estão em um nível similar.

O LG V20 possui sistema operacional Android 7.0 Nougat e suas novas funções, mas esperamos que o Note 7 se coloque no mesmo nível em breve. Por enquanto, não há data de quando isso vai acontecer.

As câmeras são outro ponto essencial, e aqui o Samsung Galaxy Note 7 chega em vantagem, ao contar com a mesma câmera do Galaxy S7, uma das melhores de 2016. Por sua parte, a LG repete o conceito visto no LG G5, com um sensor dual traseiro que entrega excelentes resultados.

De qualquer forma, tanto o LG V20 como o Samsung Galaxy Note 7 são smartphones excelentes, que devem atender aos usuários mais exigentes. Independente da escolha, ela tende a ser uma das melhores do mercado atual.

Patente da Samsung mostra Android e Windows convivendo em um único smartphone

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Você consegue imaginar poder usar o Windows Mobile e o Android no mesmo smartphone? É exatamente isso que descreve a última patente da Samsung.

Ainda que não esperamos ver um dispositivo desse tipo tão cedo, a proposta é das mais interessantes, principalmente pela forma que a interface articula os dois sistemas.

 

Duas opções é sempre melhor do que uma

 

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Não existe sistema operacional perfeito. Por isso, a ideia de poder ter dois sistemas em um mesmo dispositivo é tão atraente.

A patente foi registrada em maio de 2015, e descreve o funcionamento de uma interface que permite o gerenciamento do Android e do Windows Mobile a partir do mesmo equipamento, inclusive permitindo a troca entre as plataformas de forma rápida e simples.

A ideia da Samsung é uma espécie de evolução do Multi-Window, sistema de tela dividida presente em alguns dispositivos Galaxy, mas no lugar de trocar entre apps trocaria de sistema operacional, permitindo minimizar um dos sistemas quando o usuário quisesse, em um ícone flutuante.

O compartilhamento de arquivos aconteceria com um arrastar dos documentos de um app do Android para um do Windows Phone, inclusive com a possibilidade de contar com pastas compartilhadas para ter os arquivos sempre a mão dos dois sistemas.

Porém, sempre devemos lembrar que esta é uma patente, cuja tecnologia muito provavelmente não chegará ao mercado. Mesmo assim, é muito interessante justificaria a inclusão de 6 GB de RAM nos smartphones.

Um dos problemas do Windows Mobile desde sempre é a escassez dos aplicativos. E uma ideia como essa resolveria este problema.

Via SamMobile

A pulseira inteligente da Samsung chegou ao Kickstarter

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A Samsung iniciou no Kickstarter um projeto de financiamento de uma pulseira inteligente com preço de US$ 119 (US$ 99 no valor promocional, mas chegou a custar US$ 69 na série inicial), que conta com uma bateria com autonomia de 20 dias de uso, e um aplicativo para smartphones para controlar todos os dados coletados do dispositivo.

Se a campanha tiver êxito, o produto terá as suas primeiras unidades chegando ao mercado em janeiro de 2017. Perfeito para ter um controle sobre os excessos natalinos.

É incomum ver a Samsung recorrendo ao crowdfunding para que um produto chegue ao mercado. Por outro lado, é uma forma inteligente para financiar uma iniciativa para um público segmentado.

Obviamente, não há previsão para esse produto chegar ao Brasil.

Via TechCrunchKickstarter