O pessoal do TechInsights publicou o seu processo de desmontagem e análise do Samsung Galaxy Note 9.

Não há nada de muito novo a se observar, e só reforça como a Samsung fez um excelente trabalho em vários dos componentes internos, como por exemplo nas câmeras. Sem falar no enorme dissipador para resfriar os SoCs e compoentes internos do Galaxy Note 9.

Porém, a desmontagem fornece informações importantes sobre os componentes escolhidos, além de novas imagens. Até a nova S-Pen Bluetooth foi desmontada.

 

 

Entre os pontos de destaque, a Samsung não optou por utilizar o módulo de RAM de 10 nm LPDDR4X de segunda geração para o smartphone. Em seu lugar, optou pela primeira geração da SDRAM LPDDR4X a 6 GB. A nova RAM provavelmente teria sido mais eficiente, e não sabemos os reais motivos da Samsung para não usar o componente.

Talvez algum problema a ser resolvido ou o custo total seria bem elevado para os consumidores, acima do seu preço já elevado.

 

 

Deixando isso de lado, o uso do chipset Snapdragon também implica no uso das soluções da Qualcomm para o gerenciamento de energia e recepção de radiofrequência, gerenciando o nível de energia na tela e nos codecs de áudio.

 

 

Porém, o amplificador de áudio e outros componentes são fornecidos pela Maxim, enquanto que o amplificador de potência é feito pela Broadcom. A NXP é a responsável pelo NFC, e a Murata forneceu os módulos WiFi e Bluetooth combinados. Presumivelmente, isso inclui o módulo Bluetooth da S-Pen.

 

 

Por outro lado, a Samsung forneceu a sua própria unidade de armazenamento no Galaxy Note 9. O NAND Flash é uma UFS 2.1, permitindo alta taxa de transferência de banda e eficiência energética otimizada.

 

 

Mais uma vez, fica comprovado o ótimo trabalho da Samsung na construção do Galaxy Note 9. O que é sempre algo muito positivo, levando em consideração os elevados preços que seus clientes ao redor do mundo devem pagar.