A tecnologia sempre foi sinônimo de inteligência. E, por não ser uma inteligência biológica, ela automaticamente é obrigada a ser denominada como inteligência artificial. E o desenvolvimento dessa tecnologia afeta todos os segmentos e desenvolvimentos. Incluindo é claro o setor automotivo. Afinal de contas, nos últimos anos, vimos os diversos investimentos em carros autônomos, mostrando que esta é uma tendência clara de futuro.

Muitos sonharam com o futuro com carros voadores, no melhor estilo de Os Jetsons. Não com aquele design esquisito, com carros em forma de ovo e protegidos por bolhas. Talvez com um ar mais descolado e proposta mais futurista, como era o carro/máquina do tempo de De Volta Para o Futuro. Mas isso ainda não aconteceu. Nem o carro voador, nem um carro que viaje no tempo (infelizmente para as duas respostas).

Mesmo assim, o setor automotivo não desanimou. Decidiu investir em em outros recursos que seriam muito úteis para os motoristas, ao mesmo tempo que oferecem maior segurança para os pedestres. Algumas soluções vieram das avançadas tecnologias da Fórmula 1, como por exemplo os freios a disco, a suspensão ativa e os motores turbo. Também temos que considerar as competições de rali e de carros esportivos que, ao longo das décadas, estimularam o desenvolvimento de soluções específicas para essas competições. Destacamos a Opel, que eventualmente contribuiu para essa evolução.

Já outras soluções foram desenvolvidas pelos laboratórios das próprias montadoras, como é o caso da inteligência artificial e dos sistemas inteligentes dos veículos.

Tudo começou com os computadores de bordo, que não só coletavam informações sobre o trajeto do usuário e indicavam as melhores rotas até o destino, como eram capazes de realizar uma análise aprofundada do comportamento geral do veículo, indicando se o mesmo precisa de aluma manutenção em peça específica, se precisa reabastecer o tanque, se a calibragem dos pneus está correta, entre outros detalhes que influenciam no desempenho geral do carro.

Em um momento posterior, os softwares começaram a trabalhar com câmeras e sensores instalados nos carros, que auxiliavam no cálculo da distância entre um veículo e outro, não apenas para estacionar os carros, mas para calcular as ultrapassagens, o que agrega valor nos conceitos de segurança.

Tanta tecnologia embarcada resultou em uma melhor performance dos carros, um maior conforto dos passageiros e uma maior durabilidade das peças. Temos carros mais confiáveis, econômicos e duradouros, com um custo de manutenção cada vez menor. Empresas especializadas em peças específicas para determinadas montadoras, como é o caso da autopecasstore.pt podem comprovar isso no seu fluxo diário de pedidos.

Agora, temos a febre dos carros autônomos, gerenciados por inteligência artificial. A solução ainda está em fase de desenvolvimento, e levanta algum ceticismo por parte de muita gente, por não acreditar na confiabilidade de tal sistema. Por outro lado, esta é uma tendência de futuro, a corrida entre montadoras e gigantes da tecnologia na entrega do melhor sistema de inteligência artificial automotiva do mercado é cada vez mais frenética.

A boa notícia disso tudo é que estamos diante de uma nova revolução automotiva, e o futuro é mais que promissor para o setor e para o motorista. É claro que estar em um carro que se desloca sozinho ainda é um sonho um pouco distante da maioria. Ao mesmo tempo, vejo como uma realidade que nunca esteve tão próxima.

Que venha a tecnologia acrescentar muito mais ao universo automotivo.