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Talvez não será preciso esperar pelas próximas semanas para o evento da Samsung, onde será apresentado oficialmente a nova (e muito esperada, especulada e vazada) família de produtos Galaxy S10, mas também o primeiro smartphone com tela dobrável da empresa, o Samsung Galaxy Flex ou Fold (nome a ser anunciado). Em um vídeo da liberado pela própria samsung, o protótipo desse dispositivo dobrável é apresentado em operação.

O vídeo, publicado pela Samsung Vietnã, lida com o futuro da tecnologia aos olhos da multinacional sul-coreana. Ele mostra por alguns segundos uma mulher com o celular flexível e dobrável que eles já mostraram de forma breve no final do ano passado.

Esses conceitos são uma ferramenta de marketing em que normalmente são usadas idéias gerais ou protótipos que nada mais são do que caixas de plástico nas quais as telas são adicionadas na pós-produção, mas nos dão uma ideia de como serão os produtos finais na prática ou em funcionamento.

O evento da Samsung, onde o novo Galaxy S10 será apresentado e este smartphone dobrável será anunciado de forma oficial e em versão final (talvez, estamos esperando por isso) vai acontecer no próximo dia 20 de fevereiro.

 

 

Marcas que trabalham em smartphones com telas flexíveis

No caso da Samsung, a tecnologia será chamada de “Infinity Flex Display” e é desenvolvida por seu braço especializado em telas, a Samsung Display Solutions. Seu preço é estimado em aproximadamente 1.500 euros, e deve contar com uma tela de 7.3 polegadas que se dobra no formato d 4.58 polegadas.

Mas existem outras empresas mostrando as suas soluções de telas dobráveis para smartphones.

A Xiaomi também mostrou o seu protótipo móvel com uma tela dobrável, embora seja duvidoso que o produto chegue ao mercado ainda em 2019. A FlexPai nos mostrou seu primeiro smartphone dobrável no mês passado, que ainda está em fase de protótipo.

Até mesmo a Lenovo ressuscitaria o Motorola RAZR para ser o seu primeiro smartphone com tela dobrável.

Muita concorrência em um tipo de celular / tablet que ainda tem muito a provar e que, com os preços elevados, será muito difícil vendê-los como um substituto para o smartphone atual ou mesmo para um tablet.

 

 


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