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Robôs microscópicos injetáveis no corpo humano: a próxima revolução da medicina

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A Universidade de Purdue está desenvolvendo robôs do tamanho de um grão de areia, que podem ser injetados no corpo humano.

O Microscale Magnetic Tumbling Robots, ou microTUMs, ainda estão em um estágio muito inicial do seu desenvolvimento, mas eles já são capazes de se moverem de forma autônoma utilizando campos magnéticos, em uma variedade de terrenos impulsionados por um campo magnético.

Os robôs foram fabricados por técnicas de fotolitografia, e são compostos por um corpo polimérico com duas seções com partículas magnéticas integradas alinhadas nos extremos, e uma seção intermediária não magnética. Os extremos permitem o deslocamento, atravessando terrenos complexos em ambientes secos e úmidos.

Os robôs contam com dimensões de 400 × 800 μm ou micrômetros. Cada mícron ou micrômetro equivale a 0,001 milímetros. Não contam com um design específico, pois durante o desenvolvimento foram criados microbots de diferentes formatos, para testar qual é o mais adequado para uma baixa adesão e maior resposta.

Nesse momento, eles buscam as melhores formas de desenvolver, controlar e programar esses robôs. Mas uma vez dominados esses aspectos, vem a parte mais interessante (e aterrorizante): os testes.

 

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A finalidade desses robôs injetáveis no corpo humano seria a médica, para transportar remédios em áreas específicas do corpo para órgãos específicos.

Isso permite o desenvolvimento de tratamentos médicos mais precisos, uma vez que seria possível controlar os robôs através dos campos magnéticos que podem ser criados com os equipamentos comercias de ressonância magnética já existentes.

Para chegar nesse futuro, ainda falta muito desenvolvimento e muitos testes. mesmo assim, seus desenvolvedores estão muito otimistas, já que reconhecem todo o potencial que tal solução pode oferecer para a medicina.

 

 

 

Via Purdue


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