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iPad Pro (2022), o mais potente (e o mais caro) da história

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O iPad Pro (2022) traz como principal novidade a presença do processador M2, que é o mesmo presente nos seus modelos de computadores MacBook Air (M2), o que o deixa muito próximo dos notebooks de Cupertino.

É claro que a diferença mais óbvia e evidente entre os dispositivos está no formato, mas a experiência de uso também pode ser diferente, considerando que estamos falando de tablets com telas de 11 e 12,9 polegadas.

Por outro lado, os novos modelos do iPad Pro (2022) estão bem mais caros, e é importante que cada usuário descubra se vale a pena investir ainda mais dinheiro para ter nas mãos o tablet mais potente da história da Apple.

Apresentamos neste artigo todas as principais características do novo iPad Pro (2022), para que você possa tomar a melhor decisão possível para as suas necessidades e dentro de suas condições financeiras.

 

Como é o iPad Pro (2022)?

Além de receber o mesmo chip M2 presente nos novos modelos do MacBook Air e MacBook Pro, o iPad Pro (2022) é compatível com o Apple Pencil, mas promete melhorar a experiência de uso. O novo chip é 15% mais rápido em relação ao M1, dando para o dispositivo um foco maior para os designers em 3D, gamers e profissionais de foto e vídeo.

Isso é possível porque o chip M2 trabalha com o processador de sinal para transcodificar imagens ProRes, o que deixa o processo pelo menos três vezes mais rápido que o desempenho entregue pelos processadores da geração anterior.

O Apple Pencil agora entrega uma precisão de toque e escrita a até 12mm acima da tela, permitindo assim um registro prévio do que vamos fazer com o lápis antes mesmo do acessório interagir com a tela do dispositivo. Além disso, os campos de texto passam a se expandir automaticamente quando o lápis se aproxima da tela, permitindo a escrita à mão mais rápida ou a visualização prévia nos aplicativos sem sequer tocar na tela.

A conectividade também foi atualizada, pois o iPad Pro (2022) conta com WiFi 6 com downloads de até 2.4 Gbps, além de ser compatível com 5G nas redes sub-6 GHz e mmWave4. Felizmente, a porta de conectividade continua a ser a USB-C.

A tela continua a ser a Retina XDR de até 12,9 polegadas, com brilho máximo de 1.600 nits e ProMotion, com taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz. Nas câmeras, o modelo conta com uma lente grande angular de 12 MP e uma câmera ultra grande angular de 12 MP, compatíveis com o Smart HDR e o LiDAR. Sua câmera frontal TrueDepth de 12 MP é compatível com o Face ID.

 

iPad Pro (2022): quanto custa?

Aqui é que a brincadeira começa a perder a graça para muita gente.

Quando afirmamos no título do artigo que esta é a família de iPad mais cara da história, não era mentira ou brincadeira. A Apple coloca um novo hardware em um dispositivo que mantém o design da geração anterior, mas decidiu enfiar o pé na jaca no aspecto preço.

O iPad Pro (2022) poderá ser encontrado com preços que variam entre R$ 9.799 (8 GB + 128 GB de 11 polegadas WiFi) e R$ 28.499 (16 GB + 2 TB de 12,9 polegadas WiFi + Celular). Ainda não há previsão de lançamento dos novos tablets para o mercado brasileiro.

Diante dos fatos apresentados, eu pergunto: será que realmente não é melhor investir dinheiro em um MacBook Air ou Pro para obter uma experiência completa de produtividade? Ou será que vale a pena investir no tablet pela versatilidade de uso oferecida pela tela sensível ao toque?

Eu realmente não sei se me imagino queimando tanto dinheiro em um único produto que, gostem os defensores ou não, é um tablet. E para uma produtividade plena, eu preciso ter um teclado para digitar melhor e interagir com alguns elementos de forma mais precisa.

Tudo bem, eu posso me adaptar ao estilo de uso de um tablet. Mas não acho algo muito saudável nos aspectos financeiros queimar tanto dinheiro em um tablet da Apple. Acho que é possível investir melhor esse dinheiro em um computador igualmente potente e da própria empresa do logo da maçã mordida.

Mas cada um faz o que quiser com o seu dinheiro. Quem sou eu para julgar.


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