Mais um ano ficou para trás, e mais uma vez o JerryRigEverything realizou mais uma edição da sua premiação anual (e informal) Smartphone Durability Awards, que nada mais é do que o seu ranking pessoal dos telefones mais (ou menos) resistentes do ano, além de compartilhar com a sua audiência informações e categorias bem interessantes.

O vídeo está disponível no final do post, mas se você é alguém que não está com tanto tempo para ver o vídeo, ou ainda tem paciência para ler um post até o final, preparamos um resumo de tudo o que você vai ver (ou não), além da lista de vencedores de cada categoria.

 

Tela mais fácil de ser reparada: Nokia 7 Plus e Nokia 6.1

A Nokia (by HMD) faz jus ao mito que existe por trás da fabricação dos seus dispositivos, e se por um acaso a tela de um dos dois modelos terminar quebrada por qualquer motivo, dois parafusos serão retirados do corpo do dispositivo, a tela é trocada rapidamente, e pronto: telefone novo de novo.

 

Smartphone mais difícil de ser reparado: Apple iPhone XS e iPhone XS Max

Nas palavras de Zack: “O vidro traseiro é impossível de ser reparado, e nem mesmo a Apple faz isso, ou seja, você precisa trocar toda a carcaça”.

 

Telefone mais inovador: Vivo Nex S

Possui uma câmera frontal que sai do corpo do dispositivo de forma mecânica, e isso conquistou o coração daquele que desmonta (e destrói) smartphones para ganhar a vida.

 

Telefone barato mais resistente: Nokia 7 Plus

A parte traseira é metálica e sua arquitetura o transforma no menos propenso a apresentar problemas de hardware. Sem falar que é muito fácil de ser reparado.

 

Telefone menos resistente: Oppo Find X

Toda a sua parte superior é mecânica e sobressai ao corpo. É um dispositivo muito bonito, mas é o único que fracassou de forma catastrófica ao teste da dobra. Uma pena.

 

Telefone mais resistente: Kyocera DuraForce 2

Não é um dispositivo que está no foco da maioria, até porque ele não é um produto voltado para as massas. É um telefone muito resistente, com tela de safira e que foi feito para as pessoas que trabalham em cenários mais hostis.