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Thor como mulher pode ser um grande acerto do Marvel Cinematic Universe

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A Fase 4 do Marvel Cinematic Universe foi apresentada na San Diego Comic-Con 2019, e até agora gera polêmicas e falatórios. Muita gente acha que Kevin Feige nunca esteve tão confiante para apresentar projetos com teor tão diferente em uma mesma fase, assim como outros tantos não conseguem acreditar que, a partir de agora, filmes e séries estão no mesmo guarda-chuva argumentativo.

E isso, porque muitos nem desconfiam que a Fase 4 pode não ter sido apresentada por completo. Não é possível que ela só vai durar dois anos, e vai deixar de fora vários outros filmes e séries que não foram mencionados no evento de San Diego. É importante lembrar que ainda tem um D23 para acontecer, e que a Marvel com certeza estará presente nesse grande evento da Disney.

Mas poucas das novidades apresentadas na Comic-Con 2019 geram mais polêmica do que a escolha de Thor ser uma mulher. Mais: de Valquíria ser um rei. Mais ainda: da possibilidade de Thor e Valquíria ficarem juntas.

 

 

Thor ser uma mulher é sim uma ótima ideia

 

 

A Marvel abriu as portas de vez para o mundo da diversidade, e o arco de Thor é um dos exemplos mais claros disso. É claro que vai ter a turma do “quem lacra não lucra” gritando contra essas decisões. Mas mesmo esse grupo que não consegue ver algo além do que a própria pré-concepção estabelecida sobre as suas convicções de vida e visão de mundo, as corajosas decisões tomadas nesse caso podem funcionar muito bem no MCU.

Kevin Feige está simplesmente agradando aos fãs dos quadrinhos, que já convivem com uma Thor: Jane Foster. Sim… a mesma Jane Foster que, nos cinemas, foi “esquecida”. Eu achei esse plot twist simplesmente excelente. Além de ser uma justiça com a atriz Natalie Portman.

Sejamos justos: Thor (Chris Hemsworth) e Jane Foster não funcionaram nos cinemas, mas não por culpa de seus atores (que contam com carisma e química de sobra), mas sim com o material que eles tinham que trabalhar.

Particularmente, eu gosto do primeiro filme de Thor, mas entendo que este é um longa muito criticado por se distanciar da essência dos quadrinhos. Já Thor: O Mundo Sombrio é um filme que me incomoda bastante, e no caso de Natalie Portman, foi o projeto que “matou” a moça na Marvel (ela chiou por causa da demissão de Patty Jenkins do filme – sim… a mesma diretora do ótimo Mulher-Maravilha -, que poderia ser a primeira mulher a dirigir um filme do MCU).

Quando Thor foi completamente desconstruído em Thor: Ragnarok, ele caiu no gosto de todos: crítica, público, executivos… apenas os mais puristas se irritaram. E agora, Jane Foster vai encontrar o Thor, filho de Odin, mais desconstruído de todos. E isso vai obrigar o surgimento de uma nova digna para proteger Asgard e Valquíria, a nova rei desse povo.

Nova rei: palavra de Kevin Feige e Tessa Thompson, não minha.

Se Thor e Valquíria vão ficar juntas em Thor: Love & Thunder, eu não sei. Só sei que já aposto em Jane Foster como Thor, pois vai entregar uma dinâmica e visão diferentes para a ação e situações de crise. Kevin Feige já havia avisado que o mundo do MCU seria dominado pelas mulheres aos poucos, e que a diversidade seria cada vez mais presente nesse universo.

Então… quer mais diversidade que isso? Um rei mulher negra, que pode ter um relacionamento amoroso com uma mortal que acaba de alguma forma obtendo os poderes daquele que já foi digno de obter o poder para proteger Asgard.

Quero isso na minha mesa agora. Mas sei que vou ter que esperar 2021 para conferir tudo isso e outras coisas que estão por vir.


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