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TIM pode ser vendida para Claro, Oi e Vivo, por R$ 31,5 bilhões

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Segundo matéria publicada hoje (31) pela Folha de São Paulo, Claro e Vivo negociam com o banco BTG Pacutal para que, em conjunto com a Oi, iniciem o processo de compra da operadora TIM no Brasil, em uma transação que pode alcançar o valor de R$ 31,5 bilhões.

Em agosto surgiram os primeiros indícios que o BTG Pactual estava tentando vender a TIM em partes. Claro e Vivo não poderia sozinhas fazer uma oferta, já que uma eventual compra afetaria sensivelmente o mercado nacional de telefonia. A Oi poderia – na teoria – realizar essa compra dentro do que a lei brasileira manda, mas a situação financeira da operadora não é das melhores.

O valor da compra ainda não está fechado, mas os R$ 31,5 bilhões seriam divididos em R$ 30 bilhões pela compra da operadora, e 5% de bônus para os acionistas (minoritários, inclusive). Para que o negócio avance, a Oi deve vender a Portugal Telecom na próxima semana, levantando assim o capital necessário para a sua fatia, ao mesmo tempo que reduz as dívidas da operadora.

De forma oficial, a TIM Brasil não está à venda pela Telecom Italia, porém os indícios que um negócio pode acontecer em breve apontam para um posicionamento oposto. As próximas semanas devem esclarecer o real teor do negócio.

Via Folha de São Paulo, Tecnoblog

Compra concluída: a partir de agora, a Motorola é uma empresa da Lenovo

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No momento em que você estiver lendo esse post, a Motorola já é  de forma oficial uma empresa da Lenovo. As duas empresas anunciaram que a compra foi efetivamente concluída.

A divisão mobile da Motorola passa a fazer parte do poderoso complexo de empresas da Lenovo, que é líder no segmento de PCs (e uma das poucas que ainda crescem nesse segmento), e que passa a contar com uma marca mundialmente reconhecida para entrar de vez na briga do mercado de smartphones.

Em breve, a Motorola dará detalhes do que podemos esperar da Motorola nessa nova fase, mas ao longo de 2014 eles deram alguns detalhes muito esclarecedores. O primeiro e (talvez) mais importante deles é que a Motorola vai permitir a saída da própria Lenovo do segmento nativo de smartphones.

Os últimos lançamentos da empresa – especialmente o Moto G – são tão bem recebidos pelo consumidor, que não resta dúvidas que em curto prazo, a melhor estratégia é manter a marca Motorola viva, e retirando a marca Lenovo de um mercado onde ela nunca recebeu destaque. Com isso, os escritórios e o quartel general da Motorola na Califórnia (EUA) serão mantidos, assim como a sede em Merchandise Mart, Chicago e os escritórios ao redor do planeta.

A Lenovo absorve os 3.500 funcionários da Motorola, e vai manter as franquias Moto e DROID. Da mesma forma, se compromete a seguir trabalhando em dispositivos ‘com o Android puro’, e na ‘oferta de atualizações mais rápidas’ – dois detalhes que preocupam e muito os usuários de telefones da Motorola.

É sempre bom relembrar que a Google vai embolsar US$ 2.91 bilhões na transação, além de boa parte das patentes de telefonia, além de um arsenal de projetos que certamente eles saberão extrair benefícios. A Lenovo espera tornar a Motorola uma empresa rentável em um prazo de até seis meses.

Particularmente, torço para que isso aconteça. Todo mundo tem a ganhar.

Via Motorola

 

Novos rumores indicam possível compra da BlackBerry pela Lenovo

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O rumor que a Lenovo deseja comprar a BlackBerry não é algo novo. Ele surgiu em 2013, com comentários e alguns vazamentos. Mas no final das contas, nada aconteceu. A empresa canadense apostou em novas estratégias e investimentos para os meses seguintes. Hoje, esse tema volta a ser ventilado, com novas informações.

Fontes do site Benzinga informam que a Lenovo estaria interessada na compra da BlackBerry, onde eles pretendem pagar entre US$ 15 e US$ 18 por ação. Analistas afirmam que o valor da venda seria de aproximadamente US$ 1.5 bilhão, ou seja, quase a metade do que foi pago pela Motorola.

O mais interessante disso é que eles mencionam que as negociações já estão em um estágio muito avançado, e que o anúncio da compra aconteceria nos próximos dias. Porém, enquanto a notícia é confirmada ou desmentida, apenas o rumor foi suficiente para que as ações da BlackBerry na bolsa eletrônica NASDAQ fechassem nessa segunda-feira (20) com uma alta de 8.54%.

Por enquanto, tudo não passa de rumores que temos que ter uma certa dose de cautela. Em caso de novidades, voltamos a falar sobre o assunto aqui no blog.

Via BGR, Benzinga

IBM está pronta para vender a sua divisão de fabricação de chips

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Analistas afirmam que a IBM teria alcançado um acordo para vender a sua fabricação de chips. Foram três meses de negociações com diversos fabricantes, como SMCG, GlobalFoundries ou até mesmo a Intel, e de acordo com diversas fontes, a GlobalFoundries pagaria US$ 1.5 bilhão pela citada divisão.

Detalhes da localização da empresa compradora, assim como a possibilidade de adequar suas instalações facilmente para fabricar os chips da IBM teriam pesado no acordo, que está previsto para ser anunciado ainda hoje (20), um pouco antes da empresa norte-americana publicar os seus resultados financeiros.

Essa venda não significa um abandono da IBM do negócio de semicondutores. O acordo com a GlobalFoundries só implicaria na externalização da fabricação em si. A IBM vai seguir investindo na pesquisa e desenvolvimento para todo o tipo de equipamentos.

Via WSJ

A maior coleção de videogames do mundo é vendida por US$ 750.250

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Lembra da interminável coleção de videogames que foi colocada a venda a alguma semanas? Pois bem, ela já tem um novo dono.

O leilão da maior coleção de videogames do mundo alcançou nada menos de US$ 750.250, com uma oferta dada por um autor desconhecido. O lance deve permitir que o seu atual dono salde os seus problemas financeiros, e o novo proprietário passa a contar com a coleção de videogames mais completa que existe, com jogos dos mais diversos, todos os consoles já lançados e alguns títulos praticamente impossíveis de serem encontrados.

Três quartos de milhão de dólares. Esse é um preço de uma coleção de videogames, que conta com um certificado de recorde Guinness. E você? Tem alguma coisa para vender aí?

Via Gamegavel

Rumor: Samsung pode comprar a Nuance, a empresa que criou o Siri

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O Siri é da Apple, mas grande parte do seus nascimento é de responsabilidade da Nuance Communications, empresa especializada em reconhecimento de voz. Pois bem, segundo o Wall Street Journal, a Nuance estaria considerando a possibilidade de aceitar uma proposta de venda. Vinda da Samsung.

Os coreanos não são os únicos interessados na Nuance. Algumas empresas de capital de risco também estudam a sua compra. Ainda não há um valor exato para a compra (a empresa é avaliada em US$ 5.5 bilhões), e os rumores sobre a sua aquisição aumentaram o seu suposto valor de venda.

A Nuance não presta seus serviços apenas para a Apple. Serviços de reconhecimento de voz de smartphones, televisores e tables da própria Samsung também recebem suas tecnologias, assim como produtos da Nintendo e Panasonic. O que complica a questão é que grande parte das ações atuais da empresa (19%) estão nas mãos de Carl Icahn, que não só tem dois postos no conselho administrativo da Apple, mas também é um importante acionista da empresa de Cupertino.

Via WSJ

A maior coleção de videogames do mundo está a venda

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A apaixonante coleção de Michael Thomasson chegou ao fim. O conhecido colecionador, detentor do recorde do Guinness Book de maior coleção de videogames do mundo, se viu obrigado a leiloar o seu precioso tesouro de 11 mil títulos diferentes, por conta de dificuldades familiares.

Na lista de jogos e consoles, encontramos o catálogo completo de títulos do DreamCast, Sega Saturn, Virtual Boy e Linx, itens que tornam essa coleção muito especial e difícil de ser igualada. O leilão começou com apenas US$ 1, e nesse momento, já ultrapassa os US$ 50 mil depois de 12 apostas. Ainda restam nove dias para o leilão encerrar, o que deve fazer com que o valor final da venda aumente consideravelmente.

Thomasson esclarece que não abandonou o hobby, e vai voltar a colecionar os jogos assim que for possível.

Via Game Gavel

Steve Ballmer compra o Los Angeles Clippers (NBA) por US$ 2 bilhões

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Ok, eu sei que isso pouco tem a ver com o mundo da tecnologia. Mas o fato é que Steve Ballmer é sim um dos homens mais ricos do planeta, e se torna mais um da Microsoft a investir nos esportes. O ex-CEO da gigante de Redmond se comprometeu a adquirir o time de basquete da NBA Los Angeles Clippers, pela “bagatela” de US$ 2 bilhões.

Tudo começou com o escândalo racista criado por seu atual dono, Donald Sterling, que foi banido da NBA, multado financeiramente, e obrigado a vender a sua parte da equipe. Agora, para que Ballmer se torne proprietário dos Clippers, só resta esperar pela aprovação da própria NBA. Vale lembrar que a fortuna de Ballmer é estimada entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões, ou seja, pagar US$ 2 bihões é moleza.

O mais estranho é que o time foi avaliado em US$ 500 milhões, o que nos faz pensar que a venda foi supervalorizada de alguma forma. Rumores anteriores afirmavam que Magic Johnson tinha planos de adquirir os Clippers por esse valor, ao lado de Oprah Winfrey e do CEO da Oracle, Larry Ellison.

E sim… a foto acima mostra Ballmer ao lado do comissário da NBA, Adam Silver, em uma partida dos Clippers ocorrida no dia 11 de maio.

Ballmer não é o único da Microsoft envolvido nas franquias esportivas. O co-fundador da empresa, Paul Allen, é dono de, entre outros times, do atual campeão da NFL, o Seattle Seahawks.

Via ESPN

Microsoft anuncia Xbox One sem Kinect, a US$ 399

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Demorou um pouco, mas a Microsoft decidiu ouvir boa parte dos seus usuários e/ou compradores em potencial, e acabou com a obrigatoriedade de comprar o Xbox One com o sensor Kinect. A partir do dia 9 de junho, será possível adquirir o console sem o seu sensor de movimentos, por um preço sugerido de US$ 399.

Para muito usuários, o Kinect fica relegado a um segundo plano em sua atividade com o console, e essa decisão pode finalmente impulsionar as vendas do produto. Além disso, a Microsoft anunciou outras novidades para os seus usuários, no que se refere aos serviços ofertados na Xbox Live.

O Xbox One sem Kinect estará disponível em 9 de junho em todos os mercados onde o Xbox One já é vendido. Ou seja, clientes brasileiros, se preparem para (quem sabe) pagar menos no Xbox One a partir dessa data.

Vantagens para os assinantes da Xbox Live Gold

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A Games with Gold para Xbox 360 vai completar um ano de vida, e a Microsoft prometeu que o programa de ofertas de jogos também estaria disponível para o Xbox One. Pois bem, isso começa a valer a partir do mês de junho, onde os gamers poderão receber de forma gratuita os títulos Max: The Curse of Broderhood e Halo: Spartan Assault.

Além dessa promoção de jogos gratuitos, será possível obter descontos expressivos em outros jogos. Forza Motorsport 5 e Ryse: Sons of Rome serão dois dos jogos que receberão descontos de entre 50% e 75% (sem especificar concretamente a porcentagem de desconto dos títulos). As promoções seguirão ativas no Xbox 360 para usuários das assinaturas Gold na Xbox Live.

A chegada de mais aplicativos para o Xbox 360 e Xbox One é outro dos esforços da Microsoft nesse segmento. Aplicativos como Machinima, Twitch, Netflix, NFL para Xbox One, MLB.TV ou as ferramentas da Microsoft (Skype, OneDrive, etc) já disponíveis vão reforçar essa oferta, ampliando as possibilidades dos dois consoles.

Que fim terá o Kinect?

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Phil Spencer, responsável pela divisão do Xbox na Microsoft, explica que “o Kinect se mantém como parte importante de sua visão”, e revela que “80% dos usuários utilizam o Kinect de forma ativa”, com uma média de 120 comandos de voz por mês em cada console.

São dados interessantes, mas não parecem validar o caráter imprescindível que a Microsoft queria dotar o Kinect, e pelo menos nos videogames, não se consumou.

De fato, ainda que seja possível comprar o Xbox One sem o Kinect, os usuários também poderão utilizar o sensor de forma separada no futuro. No próximo trimestre, a Microsoft lançará o sensor Kinect para compra individual.

A estratégia da Microsoft parece ser acertada. Para muita gente, o Kinect não tem todo o valor dado pela Microsoft, e poder adquirir tanto o console sem ele quanto o acessório em separado é oferecer uma liberdade de escolha para o cliente. E o mais importante: coloca o Xbox One em pé de igualdade com o PlayStation 4 em um quesito que importa e muito: o preço.

Veremos como o mercado vai se comportar agora que a Microsoft mais uma vez decidiu ouvir os usuários. Podemos dizer muitas coisas sobre a mudança de filosofia da gigante de Redmond, mas jamais podemos dizer que eles não nos dão ouvidos.

Via news.xbox.com

Nasce hoje a Microsoft Mobile

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A partir de hoje (25), Microsoft e Nokia passam a ser uma só, com a concretização da compra da divisão de mobilidade dos finlandeses concluída. Oito meses depois do negócio ser anunciado, hoje é o dia da marca Nokia efetivamente desaparecer, e assim nascer a Microsoft Mobile, que será uma subsidiária da Microsoft. Ou seja, termina uma era, e começa outra, no mesmo dia.

A Microsoft escolheu a imagem acima para ilustrar o fim oficial das operações. Stephen Elop, ex-CEO da Nokia, mostrando um Lumia para Satya Nadella, CEO da Microsoft, com montanhas nevadas ao fundo (que seriam da Finlândia?). Tudo muito bucólico.

De fato, essa compra não foi um processo tranquilo: milhares de demissões aconteceram na Nokia, uma forte reestruturação da empresa foi feita para que ela fosse incorporada pela Microsoft, e o desaparecimento completo da empresa tal e como a conhecemos. Com a aprovação da operação por parte dos acionistas e reguladores, estamos agora diante de um caminho sem volta.

E agora?

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A Microsoft Mobile será uma unidade da gigante de Redmond, que vai desenvolver, fabricar e distribuir smartphones das linhas Lumia, Asha e Nokia X. O nome interno será Microsoft Mobile, mas ainda resta saber o que vai acontecer exatamente com a marca “Nokia” do ponto de vista comercial. E ainda não há uma decisão sobre o assunto.

No dia de hoje, a Nokia custou para a Microsoft um total de US$ 7.2 bilhões, valor pago pela divisão mobile da empresa (incluindo suas patentes). É bem menos que os US$ 8.5 bilhões pagos pelo Skype. Vendo por esse ponto de vista, a aquisição pode ser uma das mais importantes da história da empresa.

Agora, começa uma nova etapa onde o Windows Phone terá que se estabelecer de forma definitiva como a terceira alternativa no mercado dos sistemas operacionais móveis. Ele já é uma alternativa sólida em boa parte da América Latina, mas falta marcar a sua posição na Europa e nos Estados Unidos. E para conseguir isso, os smartphones Lumia da Microsoft Mobile terão que impressionar. Por conta própria.

Via Nokia e Microsoft

Google Glass poderá ser adquirido livremente por um dia nos Estados Unidos

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De acordo com o site The Verge, a Google planeja abrir o seu programa Glass Explorer, para que qualquer pessoa interessada em adquirir o Google Glass possa fazê-lo sem ter a necessidade de contar com nenhum tipo de convite de compra, tal como acontece agora.

Nesse momento, a compra do Google Glass está limitada a pessoas que receberam convites de compra, pagando os US$ 1.500 que custa o dispositivo. Mas tal e como as imagens vazadas mostram, a Google estaria disposta a abrir a venda para qualquer pessoa no dia 15 de abril – e apenas no dia 15 de abril.

Obviamente, o preço é o mesmo – US$ 1.500 -, mas será possível escolher uma armação do seu gosto, sem custos adicionais. Infelizmente, existe a restrição geográfica para os consumidores residentes nos Estados Unidos. A seguir, as imagens vazadas, para que você veja as diferentes opções disponíveis no dia da compra.

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Via The Verge

Compra da Nokia por parte da Microsoft vai ser concluída, mas só em abril

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A Microsoft esperava concluir a compra da Nokia até o final do primeiro trimestre de 2014, e isso não vai acontecer. A própria gigante de Redmond informa que a transação deve ser concluída em abril, uma vez que eles esperam a aprovação do negócio por parte das organizações anti-monopólio localizadas na Ásia.

Segundo informa a Microsoft:

Estamos próximos das fases finais da aprovação do nosso processo global regulatório. Até a presente data, recebemos a aprovação das autoridades que regulam 15 mercados em cinco continentes, Nesse momento, estamos esperando a aprovação dos últimos mercados.

Com isso, a Microsoft explica a situação atual em que a operação de aquisição se encontra. Enquanto isso, na Nokia, nega-se os rumores que esse atraso na compra seria por conta de uma investigação de pagamentos de impostos, com os filandeses protestando sobre o “absurdo” pelas taxas cobradas na Índia.

É de se esperar que o acordo seja concluído nas próximas semanas, sem maiores atrasos. Quando a Google Comprou a Motorola, aconteceu algo parecido: afinal, leva algum tempo para investigar bem estas operações e provavelmente com a venda da Motorola para a Lenovo, o processo (e seus respectivos entraves) deve ser o mesmo.

Via NokiaMicrosoft

Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões pelo WhatsApp

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A compra do WhatsApp pelo Facebook segue rendendo. De acordo com o site Fortune, a Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões para comprar o serviço de mensagens instantâneas.

As fontes do Fortune que passaram a informação não apontam quando essa oferta foi feita, mas indica que o WhatsApp recusou a oferta por um motivo em especial: a Google não ofereceu aos criadores do serviço de mensagens uma cadeira no conselho administrativo, algo que o Facebook fez (Jan Koum, um dos fundadores do WhatsApp, agora é membro do conselho do Facebook).

O valor pago pelo Facebook é quase o dobro – se todas as condições forem cumpridas – do que a oferecida pela Google, o que nos leva a crer que a negociação entre Mark Zuckerberg e Jan Koum é de longa data. Segundo o Business Insider, as conversas começaram no segundo trimestre de 2012.

Em 9 de fevereiro de 2014, Zuckerberg convidou Koum para um jantar em sua casa, e fez a proposta de compra. E Jan disse o “sim” no dia de São Valentim (14 de fevereiro, Dia dos Namorados nos EUA… anham, sei…), interrompendo o jantar que Zuck estava tendo com sua esposa. Dizem até que os CEOs fecharam o acordo enquanto saboreavam uma torta de chocolate.

Mas esse último parágrafo tá mais para um romance do que para fatos constatados do mundo da tecnologia…

Via Fortune, Business Insider

Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões

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O Facebook acaba de anunciar a aquisição do WhatsApp, serviço de comunicação instantânea para dispositivos móveis. O valor da negociação foi de US$ 16 bilhões.

Durante meses, muito se especulou sobre qual empresa compraria o WhatsApp. Era um modelo de negócio que, com o volume de usuários que contavam em todo o planeta, já era difícil de se sustentar com os ingressos diretos que recebiam, além das diversas rodadas de financiamentos, vindos de diferentes fundos de investidores.

Tudo indicava que seria a Google que compraria o serviço. Porém, a rede social de Mark Zuckerberg confirma a compra, adicionando o aplicativo à sua lista de aplicativos adquiridos recentemente, entre eles o Instagram.

O Facebook está consciente que, ainda que o seu aplicativo de mensagens instantâneas funcione muito bem, ele precisa expandir, e chegar a mais lugares longe do seu território. Contar com uma base de mais de 450 milhões de usuários (70% ativos) que tem o WhatsApp pode ser a forma mais simples para obter essa dominância. mesmo que isso custe para Zuckerberg a “bagatela” de US 16 bilhões.

Não é pouco dinheiro. Ainda mais quando lembramos que o mesmo Facebook pagou US$ 1 bilhão pelo Instagram. Aliás, a Nokia custou para a Microsoft bem menos que isso.

Resta saber qual vai ser o seu futuro. Seguirá sendo um aplicativo independente? Tal como explica o WhatsApp em seu blog, eles seguirão autônomos e independentes. Seguirão com o mesmo modelo de negócios, e informam que de outra forma, esse acordo de hoje não seria concluído e anunciado.

O tempo vai dizer se eles vão manter a palavra, mas esperamos que a entrada do Facebook sirva para que o WhatsApp dê alguns passos para frente nos pontos em que ficou para trás: segurança presença em múltiplas plataformas, entre outras questões.

Ficaremos bem atentos às coletivas de imprensa de Mark Zuckerberg e Jam Koum na semana que vem, durante a Mobile World Congress 2014.

Via Facebook, WhatsApp

Viber é adquirida pela Rakuten por US$ 900 milhões

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A Viber, uma das pioneiras no mercado de aplicativos de mensagens de texto, acaba de ser comprada pela Rakuten. O conglomerado japonês de várias empresas – onde as quais destacamos a sua loja online – pagou US$ 900 milhões pela aquisição.

Segundo valores oficiais oferecidos pela Viber, o seu aplicativo tem hoje mais de 300 milhões de usuários registrados (isso não quer dizer que temos esse mesmo número de usuários ativos). Com um notável crescimento no ano passado (eles contavam com 200 milhões de usuários em maio de 2013), o fato é que não se ouviu falar muito desse app nos últimos meses (apesar de recém chegar ao Brasil).

Com a Rakuten, o aplicativo do Viber terá um apoio importante para seguir competindo nesse mercado, algo parecido com o que acontece com outros aplicativos. Recentemente, o Viber recebeu interessantes novidades, como os stickers, e no ano passado, eles lançaram a versão para desktop do aplicativo.

Seria a venda para a Rakuten o que o Viber precisava para seguir sendo relevante? Mesmo assim, não vai ter vida fácil.

Via The Wall Street Journal

Amazon inicia venda de Kindle diretamente para consumidor no Brasil

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A assessoria de imprensa da Amazon Brasil informa que os consumidores brasileiros podem agora adquirir os e-readers Kindle diretamente do site da empresa no Brasil. A iniciativa marca a estreia das vendas de produtos físicos da empresa em nosso país, o que pode criar uma perspectiva de venda de outras categorias de eletrônicos pela Amazon em um futuro a longo prazo.

O consumidor brasileiro pode comprar os modelos Kindle (R$ 299), Kindle Paperwhite WiFi (R$ 479) e Kindle Paperwhite WiFi + 3G (R$ 699). Todos os e-readers contam com frete grátis, parcelamento em 12 vezes sem juros (no cartão de crédito) e o pré-registro da conta do usuário na Amazon no dispositivo, para que o mesmo possa começar a usar o dispositivo de forma imediata, após a sua entrega.

A loja também conta com novos recursos, como adicionar itens na lista de desejos, envio de produtos como presente, entre outras funcionalidades. Todas elas preparadas para a nova fase de vendas, que esperamos que se estenda para outras modalidades de produtos. Ficaremos na torcida.

Para mais informações sobre a aquisição dos e-readers Kindle pela Amazon, acesse: amazon.com.br/kindle.

Sony confirma a venda da divisão VAIO, e sua saída do mercado de computadores

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A Sony confirmou hoje (06) a venda da sua divisão de computadores VAIO, sendo esta a primeira de uma série de medidas em um processo de reestruturação da empresa, que deve afetar outras divisões e funcionários.

A divisão VAIO será transferida para a Japan Industrial Partners (JIP), um fundo de investidores japoneses, e o desenvolvimento de novos equipamentos será interrompido ainda nesse semestre. A JIP pretende focar o uso da marca no Japão (pelo menos em um momento inicial), sem ter qualquer relação com a marca Sony. Apesar do anúncio acontecer hoje, estima-se que a venda será concluída no final de abril ou maio, com a JIP ficando com pelo menos 250 funcionários da divisão, restando para a Sony 5% da nova empresa que será criada.

Não foram dados detalhes econômicos da operação, mas a Sony deixou claro os motivos que a fizeram tomar essa decisão. De acordo com o comunicado emitido pelos japoneses, é difícil se adaptar e ser rentável com as mudanças drásticas que a indústria dos PCs está sofrendo nesse momento. A solução para a Sony é, nesse momento, centrar os seus investimentos nos dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

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Até onde conhecemos, podemos dizer adeus aos míticos computadores VAIO. Nascidos em 1996, foram referência durante anos no seu design, na miniaturização e lançamento de novas tecnologias. Agora, não passam de uma nova vítima do complicado mercado de PCs.

Olhando para os resultados econômicos, a Sony registrou perdas de US$ 1.1 bilhão, levando em conta as diferentes divisões. A venda vai afetar os funcionários de forma decisiva, uma vez que 5.000 deles serão demitidos antes do final do ano fiscal, em março (1.500 funcionários residentes no Japão, e 3.500 ao redor do planeta).

Via Sony

O que leva a Lenovo (e com o que a Google fica) depois do acordo de venda da Motorola?

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A notícia da venda da Motorola Mobility para a Lenovo por US$ 2.91 bilhões caiu como uma bomba nos veículos de tecnologia e, principalmente, entre os usuários. Para muitos, a transação é surpreendente, uma vez que a Google pagou US$ 12.5 bilhões pela empresa, e estava recebendo elogios pelos recentes lançamentos (Moto X e Moto G).

Porém, a Google não incluiu todos os itens na venda. Algumas partes da Motorola ficaram em Mountain View. Logo, vamos saber quais foram os principais itens que ficaram com cada uma das empresas depois dessa negociação.

O que ficou com a Google

– O grupo de tecnologia avançada da Motorola: pode ser que o seu nome não seja muito conhecido pelo grande público, mas se falamos do Motorola Ara, o projeto para fabricar telefones modulares, você já vai saber do que eu estou falando. A partir de agora, essa equipe se une ao pessoal do Android, e algumas de suas propostas seguirão em desenvolvimento, apesar de que, ao que tudo indica, o telefone modular não será uma dessas ideias.
– Patentes. Muitas patentes…: disse Larry Page no anúncio oficial: “As patentes da Motorola nos ajudaram a criar uma igualdade de condições, o que é bom para todos os usuários Android, e para nossos sócios e parceiros”. A Google mantém a grande maioria das 17.000 patentes associadas à Motorola (na verdade, quase 15.000 dessas patentes ficaram em Mountain View).
– Dinheiro: US$ 2.91 bilhões, com US$ 660 milhões em dinheiro, só de entrada. O restante se divide em dois grandes grupos: US$ 750 milhões em ações da própria Lenovo, e US$ 1.5 bilhão a serem pagos em três anos.

O que a Lenovo comprou

– Motorola Mobility: logicamente, o principal que a Lenovo leva para a casa é a Motorola Mobility. A Lenovo não anunciou quais são os seus planos com a empresa, mas já dá para imaginar: vender mais de 100 milhões de smartphones antes do final de 2014, tão logo o acordo seja concluído (a negociação ainda precisa ser aprovada pelas autoridades regulatórias).
– A própria marca Motorola: junto com o negócio de hardware, a Lenovo leva a marca Motorola e outros trademarks associados. A Lenovo já informou que a marca Motorola é muito forte nos Estados Unidos e América Latina (mercados onde a Lenovo praticamente não existe no segmento de mobilidade), de modo que eles vão seguir vendendo os smartphones com as duas marcas.
– 2 mil patentes e licenças do portfólio de patentes da Google: a Lenovo receberá 2.000 patentes (não são reveladas quais), e com um acordo similar ao que fecharam Google e Samsung na semana passada, poderá ter as licenças de uso de algumas patentes da gigante de Mountain View.

Algumas perguntas que interessam aos usuários ainda estão sem resposta: como ficará a política de atualizações dos modelos que já estão no mercado? E os lançamentos da “Motorola by Lenovo”? Seguirá a receita que começou muito bem pela Google? Ou tudo vai mudar? E a política de comercialização de produtos… muda?

Tais interrogações só serão respondidas com o decorrer do tempo. E, nesse caso, ele tende a demorar a passar.

Google vende Motorola Mobility para a Lenovo por US$ 2,91 bilhões

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Estranho para mim, para você, para todo mundo. Mas nem tanto. A Google acaba de vender para a Lenovo a Motorola Mobility. A negociação foi confirmada através de uma conferência telefônica por parte do fabricante asiático, e por uma nota de imprensa da gigante de Mountain View.

O valor pago pela Lenovo para a aquisição da Motorola foi de US$ 2.91 bilhões. Se comparado com os US$ 12.5 bilhões que a própria Google pagou pela mesma empresa em 2011, muitos podem dizer que a Lenovo fez um “negócio da China” (sem trocadilhos). Bom, é mais ou menos isso.

No comunicado, a Google ressalta que ficou com a maioria das patentes adquiridas na primeira compra da Motorola (ou aquelas que mais lhe interessavam). No futuro, tais patentes serão preciosas, caso alguns de seus concorrentes diretos entrem em disputas judiciais. Para a Lenovo, fica todo o portfólio da marca, assim como suas propriedades intelectuais. Com isso, a empresa tem a possibilidade de aumentar ainda mais a sua participação no mercado mobile. Nesse momento, eles estão com a terceira posição no mercado global de telefonia móvel, enquanto que a Motorola não figurava nem entre as cinco primeiras colocadas.

De forma adicional, a Lenovo leva na transação mais de 2 mil patentes da Motorola Mobility.

Resta saber qual será a estratégia da Lenovo daqui para frente. Como vai ficar o desenvolvimento e distribuição de produtos, qual será a filosofia para os novos aparelhos, e principalmente: como ficará o suporte para os modelos que já estão no mercado? Será que o futuro de smartphones como o Moto X e o Moto G estão com os dias contados? Só o tempo vai dizer.

Via Google

Winamp se esquiva da morte, e estaria prestes a ser vendido

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Muitos lamentaram o anúncio da morte do Winamp. E muitos desses muitos devem estar vibrando com essa notícia. Há quatro semanas, a AOL anunciou o fim do projeto do popular reprodutor multimídia, que fez com que milhões de pessoas descobrissem a música no formato digital. Chegaram a anunciar que o site Winamp.com e todos os seus serviços associados desapareceriam no dia 20 de dezembro de 2013.

Porém, estamos no dia 21 de dezembro de 2013, e nesse exato momento (15h53), o site do Winamp continua no ar. E pode continuar assim.

Segundo informa o site TechCrunch, a AOL estaria negociando a venda do Winamp e de sua respectiva plataforma de streaming Shoutcast com uma ou mais empresas que não foram identificadas. A Microsoft seria uma dessas empresas, mas até o momento, nenhuma das envolvidas confirmam qualquer tipo de informação (algo que é natural, ainda mais se ambas estiverem em processo de negociação).

A única coisa que ainda é certa é que o Winamp.com segue ativo, assim como os downloads do software. Algo que parece ser bem lógico, se considerarmos que encerrar o Winamp e espantar os seus usuários reduziria drasticamente o valor de venda do atraente produto. Aparentemente, as negociações estão em estágio avançado, e até que elas não se encerrem, os serviços seguem ativos.

Desde o anúncio do fechar de suas portas, muitas manifestações pela permanência do Winamp emergiram dos diferentes rincões da internet, incluindo solicitações para a liberação do seu código. Algumas alternativas genéricas apareceram, mas nada substitui o original.

Seja como for, o meu melhor conselho a essa altura do campeonato é: corra para fazer o download do Winamp, enquanto ainda há tempo para isso.

Via TechCrunch, Winamp