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Amazon inicia venda de Kindle diretamente para consumidor no Brasil

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A assessoria de imprensa da Amazon Brasil informa que os consumidores brasileiros podem agora adquirir os e-readers Kindle diretamente do site da empresa no Brasil. A iniciativa marca a estreia das vendas de produtos físicos da empresa em nosso país, o que pode criar uma perspectiva de venda de outras categorias de eletrônicos pela Amazon em um futuro a longo prazo.

O consumidor brasileiro pode comprar os modelos Kindle (R$ 299), Kindle Paperwhite WiFi (R$ 479) e Kindle Paperwhite WiFi + 3G (R$ 699). Todos os e-readers contam com frete grátis, parcelamento em 12 vezes sem juros (no cartão de crédito) e o pré-registro da conta do usuário na Amazon no dispositivo, para que o mesmo possa começar a usar o dispositivo de forma imediata, após a sua entrega.

A loja também conta com novos recursos, como adicionar itens na lista de desejos, envio de produtos como presente, entre outras funcionalidades. Todas elas preparadas para a nova fase de vendas, que esperamos que se estenda para outras modalidades de produtos. Ficaremos na torcida.

Para mais informações sobre a aquisição dos e-readers Kindle pela Amazon, acesse: amazon.com.br/kindle.

Sony confirma a venda da divisão VAIO, e sua saída do mercado de computadores

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A Sony confirmou hoje (06) a venda da sua divisão de computadores VAIO, sendo esta a primeira de uma série de medidas em um processo de reestruturação da empresa, que deve afetar outras divisões e funcionários.

A divisão VAIO será transferida para a Japan Industrial Partners (JIP), um fundo de investidores japoneses, e o desenvolvimento de novos equipamentos será interrompido ainda nesse semestre. A JIP pretende focar o uso da marca no Japão (pelo menos em um momento inicial), sem ter qualquer relação com a marca Sony. Apesar do anúncio acontecer hoje, estima-se que a venda será concluída no final de abril ou maio, com a JIP ficando com pelo menos 250 funcionários da divisão, restando para a Sony 5% da nova empresa que será criada.

Não foram dados detalhes econômicos da operação, mas a Sony deixou claro os motivos que a fizeram tomar essa decisão. De acordo com o comunicado emitido pelos japoneses, é difícil se adaptar e ser rentável com as mudanças drásticas que a indústria dos PCs está sofrendo nesse momento. A solução para a Sony é, nesse momento, centrar os seus investimentos nos dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

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Até onde conhecemos, podemos dizer adeus aos míticos computadores VAIO. Nascidos em 1996, foram referência durante anos no seu design, na miniaturização e lançamento de novas tecnologias. Agora, não passam de uma nova vítima do complicado mercado de PCs.

Olhando para os resultados econômicos, a Sony registrou perdas de US$ 1.1 bilhão, levando em conta as diferentes divisões. A venda vai afetar os funcionários de forma decisiva, uma vez que 5.000 deles serão demitidos antes do final do ano fiscal, em março (1.500 funcionários residentes no Japão, e 3.500 ao redor do planeta).

Via Sony

O que leva a Lenovo (e com o que a Google fica) depois do acordo de venda da Motorola?

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A notícia da venda da Motorola Mobility para a Lenovo por US$ 2.91 bilhões caiu como uma bomba nos veículos de tecnologia e, principalmente, entre os usuários. Para muitos, a transação é surpreendente, uma vez que a Google pagou US$ 12.5 bilhões pela empresa, e estava recebendo elogios pelos recentes lançamentos (Moto X e Moto G).

Porém, a Google não incluiu todos os itens na venda. Algumas partes da Motorola ficaram em Mountain View. Logo, vamos saber quais foram os principais itens que ficaram com cada uma das empresas depois dessa negociação.

O que ficou com a Google

– O grupo de tecnologia avançada da Motorola: pode ser que o seu nome não seja muito conhecido pelo grande público, mas se falamos do Motorola Ara, o projeto para fabricar telefones modulares, você já vai saber do que eu estou falando. A partir de agora, essa equipe se une ao pessoal do Android, e algumas de suas propostas seguirão em desenvolvimento, apesar de que, ao que tudo indica, o telefone modular não será uma dessas ideias.
– Patentes. Muitas patentes…: disse Larry Page no anúncio oficial: “As patentes da Motorola nos ajudaram a criar uma igualdade de condições, o que é bom para todos os usuários Android, e para nossos sócios e parceiros”. A Google mantém a grande maioria das 17.000 patentes associadas à Motorola (na verdade, quase 15.000 dessas patentes ficaram em Mountain View).
– Dinheiro: US$ 2.91 bilhões, com US$ 660 milhões em dinheiro, só de entrada. O restante se divide em dois grandes grupos: US$ 750 milhões em ações da própria Lenovo, e US$ 1.5 bilhão a serem pagos em três anos.

O que a Lenovo comprou

– Motorola Mobility: logicamente, o principal que a Lenovo leva para a casa é a Motorola Mobility. A Lenovo não anunciou quais são os seus planos com a empresa, mas já dá para imaginar: vender mais de 100 milhões de smartphones antes do final de 2014, tão logo o acordo seja concluído (a negociação ainda precisa ser aprovada pelas autoridades regulatórias).
– A própria marca Motorola: junto com o negócio de hardware, a Lenovo leva a marca Motorola e outros trademarks associados. A Lenovo já informou que a marca Motorola é muito forte nos Estados Unidos e América Latina (mercados onde a Lenovo praticamente não existe no segmento de mobilidade), de modo que eles vão seguir vendendo os smartphones com as duas marcas.
– 2 mil patentes e licenças do portfólio de patentes da Google: a Lenovo receberá 2.000 patentes (não são reveladas quais), e com um acordo similar ao que fecharam Google e Samsung na semana passada, poderá ter as licenças de uso de algumas patentes da gigante de Mountain View.

Algumas perguntas que interessam aos usuários ainda estão sem resposta: como ficará a política de atualizações dos modelos que já estão no mercado? E os lançamentos da “Motorola by Lenovo”? Seguirá a receita que começou muito bem pela Google? Ou tudo vai mudar? E a política de comercialização de produtos… muda?

Tais interrogações só serão respondidas com o decorrer do tempo. E, nesse caso, ele tende a demorar a passar.

Google vende Motorola Mobility para a Lenovo por US$ 2,91 bilhões

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Estranho para mim, para você, para todo mundo. Mas nem tanto. A Google acaba de vender para a Lenovo a Motorola Mobility. A negociação foi confirmada através de uma conferência telefônica por parte do fabricante asiático, e por uma nota de imprensa da gigante de Mountain View.

O valor pago pela Lenovo para a aquisição da Motorola foi de US$ 2.91 bilhões. Se comparado com os US$ 12.5 bilhões que a própria Google pagou pela mesma empresa em 2011, muitos podem dizer que a Lenovo fez um “negócio da China” (sem trocadilhos). Bom, é mais ou menos isso.

No comunicado, a Google ressalta que ficou com a maioria das patentes adquiridas na primeira compra da Motorola (ou aquelas que mais lhe interessavam). No futuro, tais patentes serão preciosas, caso alguns de seus concorrentes diretos entrem em disputas judiciais. Para a Lenovo, fica todo o portfólio da marca, assim como suas propriedades intelectuais. Com isso, a empresa tem a possibilidade de aumentar ainda mais a sua participação no mercado mobile. Nesse momento, eles estão com a terceira posição no mercado global de telefonia móvel, enquanto que a Motorola não figurava nem entre as cinco primeiras colocadas.

De forma adicional, a Lenovo leva na transação mais de 2 mil patentes da Motorola Mobility.

Resta saber qual será a estratégia da Lenovo daqui para frente. Como vai ficar o desenvolvimento e distribuição de produtos, qual será a filosofia para os novos aparelhos, e principalmente: como ficará o suporte para os modelos que já estão no mercado? Será que o futuro de smartphones como o Moto X e o Moto G estão com os dias contados? Só o tempo vai dizer.

Via Google

Winamp se esquiva da morte, e estaria prestes a ser vendido

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Muitos lamentaram o anúncio da morte do Winamp. E muitos desses muitos devem estar vibrando com essa notícia. Há quatro semanas, a AOL anunciou o fim do projeto do popular reprodutor multimídia, que fez com que milhões de pessoas descobrissem a música no formato digital. Chegaram a anunciar que o site Winamp.com e todos os seus serviços associados desapareceriam no dia 20 de dezembro de 2013.

Porém, estamos no dia 21 de dezembro de 2013, e nesse exato momento (15h53), o site do Winamp continua no ar. E pode continuar assim.

Segundo informa o site TechCrunch, a AOL estaria negociando a venda do Winamp e de sua respectiva plataforma de streaming Shoutcast com uma ou mais empresas que não foram identificadas. A Microsoft seria uma dessas empresas, mas até o momento, nenhuma das envolvidas confirmam qualquer tipo de informação (algo que é natural, ainda mais se ambas estiverem em processo de negociação).

A única coisa que ainda é certa é que o Winamp.com segue ativo, assim como os downloads do software. Algo que parece ser bem lógico, se considerarmos que encerrar o Winamp e espantar os seus usuários reduziria drasticamente o valor de venda do atraente produto. Aparentemente, as negociações estão em estágio avançado, e até que elas não se encerrem, os serviços seguem ativos.

Desde o anúncio do fechar de suas portas, muitas manifestações pela permanência do Winamp emergiram dos diferentes rincões da internet, incluindo solicitações para a liberação do seu código. Algumas alternativas genéricas apareceram, mas nada substitui o original.

Seja como for, o meu melhor conselho a essa altura do campeonato é: corra para fazer o download do Winamp, enquanto ainda há tempo para isso.

Via TechCrunch, Winamp

Comissão Europeia aprova a compra da Nokia pela Microsoft, e negócio tem sinal verde para ser concretizado

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Agora, falta pouco. O momento da Nokia (ou pelo menos as suas divisões de mobilidade e tecnologia) se tornar oficialmente uma propriedade da Microsoft está cada vez mais próximo. Depois de receber a aprovação das autoridades norte-americanas, a Reuters acaba de publicar que a Comissão Europeia também aprovou de forma definitiva a manobra de compra.

Segundo indica a agência de notícias, as informações apresentadas pelas partes não mostram indícios que a compra vai afetar de forma drástica a concorrência, explicando que parecer ser muito pouco provável que essa decisão pode excluir os seus concorrentes do mercado. E não só no quesito vendas, mas também na distribuição de aparelhos com Windows Phone de outros fabricantes (algo que, convenhamos, possui hoje uma cota de mercado que já é ridícula).

O negócio, que custou US$ 7.350 bilhões (é sempre bom lembrar), contempla a aquisição dos dispositivos e dos serviços dos finlandeses (incluindo a sua já muito conhecida plataforma de mapas), assim como o seu catálogo de patentes relacionadas. Além disso, faz com que a Microsoft tenha tudo o que precisa para finalmente lançar a sua própria linha de smartphones com Windows Phone.

Deixando de lado as formalidades legais, ainda resta responder uma das mais valiosas questões do mundo da tecnologia nos últimos meses: se Stephen Elop, ex-CEO da Nokia, vai assumir as rédeas da Microsoft após a saída de Steve Ballmer, ou se teremos alguma surpresa de última hora.

E digo mais: essa última questão não vai demorar muito para ser respondida. Há quem diga que não é o Elop, e que vamos nos surpreender com a revelação do nome.

Via Reuters

Microsoft recebe aprovação governamental para a aquisição da divisão mobile da Nokia

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A Microsoft está cada vez mais próxima de se tornar dona da divisão mobile da Nokia de forma oficial. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e a Federal Trade Comission aprovaram o acordo de venda que envolve Microsoft e Nokia, em um valor avaliado de US$ 7.2 bilhões. Agora, só resta um obstáculo para que a negociação seja concluída: convencer a União Europeia.

É esperado que a União Europeia aprove o negócio no começo de 2014. Depois disso, não haveriam mais impedimentos legais para que o acordo seja concluído. No mês passado, os acionistas da empresa finlandesa aprovaram o acordo de venda da divisão de dispositivos móveis. A Nokia em si permanece como uma empresa independente, desenvolvendo tecnologias de rede para operadoras e provedoras de serviços ao redor do planeta. O que a Microsoft comprou foi toda a divisão de mobilidade e dispositivos, incluindo a linha de smartphones Lumia (e a sua marca).

Uma vez que a Microsoft já conta com a aprovação dos órgãos governamentais norte-americanos, o CEO da Nokia, Stephen Elop, vai assumir um posto na nova divisão de mobilidade da Microsoft, para comandar a equipe de engenheiros da Nokia para desenvolver os novos smartphones e tablets da gigante de Redmond. A Microsoft, por sua vez, ainda pode utilizar por um tempo limitado as marcas Nokia e Lumia combinados. Ou seja, ainda teremos smartphones da Nokia no mercado por mais algum tempo.

Via The Verge

Acordo de compra da Nokia pela Microsoft é aprovado por acionistas

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Já era de se esperar, mas precisava ter a bênção de quem vai receber o dinheiro. Os acionistas da Nokia aprovaram o acordo de compra da empresa finlandesa pela Microsoft, deixando assim o caminho livre para a incorporação da empresa pelos americanos.

Os acionistas votaram hoje (19) em favor da concretização da compra do segmento de mobilidade e serviços da Nokia pela Microsoft, em uma transação avaliada em US$ 7.2 bilhões. 99.7% dos acionistas da Nokia votaram a favor do acordo, representando assim quatro quintos da empresa, porcentagem essa mais que suficiente para tornar a votação oficial.

O acordo também marca a volta de Stephen Elop, ex-CEO da Nokia, para a Microsoft. Os recentes rumores apontam Elop como um dos mais fortes candidatos para a vaga de CEO da Microsoft, vaga essa que ainda é ocupada por Steve Ballmer, que já comunicou a sua saída da empresa.

Pelo acordo, a Nokia mantém a sua marca (Nokia), abrindo assim a possibilidade da empresa lançar uma nova linha de produtos voltados para a mobilidade no futuro, de forma independente, a partir de uma nova divisão de mobilidade, iniciada do zero. Por outro lado, a Microsoft adquire todo o portfólio de produtos da linha Lumia, as suas patentes e o lucro correspondente dessas vendas.

As vendas dos modelos Nokia Lumia crescem a cada trimestre. Nos últimos três meses, foram vendidos 8.8 milhões de unidades dos smartphones da Nokia com Windows Phone. Nokia e Microsoft iniciaram a sua parceria em 2011, quando a Nokia decidiu lançar produtos com o sistema operacional móvel da Microsoft, porém, nos dois primeiros anos, os produtos não venderam tão bem quanto as duas empresas esperavam. Só agora a parceria se mostra mais efetiva, e com perspectivas de futuro, ultrapassando recentemente a BlackBerry na cota de mercado mundial de smartphones.

Via Geeky-Gadgets

BlackBerry fecha acordo preliminar de venda para a Fairfax Financial, no valor de US$ 4.7 bilhões

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Há poucos instantes, a cotação na bolsa Nasdaq da BlackBerry foi suspensa temporariamente. Esse movimento era um indício que a empresa canadense poderia fazer um pronunciamento de grande importância a qualquer momento, algo que se confirmou com o anúncio de um acordo preliminar de venda da empresa para um consórcio encabeçado pela holding canadense Fairfax Financial (maior acionista da empresa), pelo valor de US$ 4.7 bilhões.

Tudo o que temos até agora é uma declaração de intensão de compra e venda, mas assumindo que todos os processos programados se completem dentro do previsto, no dia 4 de novembro de 2013, a venda da BlackBerry para esse consórcio deve ser concretizada. No processo, os acionistas da empresa vão receber US$ 9 por ação, e a empresa simplesmente vai desaparecer de forma oficial (o nome fantasia, assim como o negócio de comercialização de produtos com a marca podem continuar, mas a empresa em si é simplesmente absorvida pelo consórcio capitaneado pela Fairfax Financial).

O presidente e conselheiro da Fairfax, Prem Watsa, declarou que eles esperam com essa manobra (de intensão de compra) entregar “o valor aos acionistas de forma imediata, enquanto eles seguem oferecendo soluções empresariais superiores e seguras para todos os clientes da BlackBerry ao redor do planeta”. Ainda é cedo para fazer qualquer tipo de julgamento, mas pelo teor do discurso, podemos dizer que o que sobrar da BlackBerry ficará totalmente centrada no mundo corporativo, abandonado de uma vez por todas o grande mercado de mobilidade (ou o usuário comum).

Thorsten Heins, CEO da BlackBerry, não se pronunciou sobre o assunto até o momento, apesar da própria presidência e a junta diretiva da empresa já expressarem claramente os prazos estipulados para a venda, afirmando que esta é “uma oportunidade para determinar ser existem alternativas melhores do que a atual proposta do consórcio da Fairfax”, deixando muito claro que, se aparecer algum outro pretendente com uma oferta de compra mais interessante, que a BlackBerry está disposta a analisar.

Agora, aceita a outra oferta de venda é outra história, uma vez que a fabricante deve pagar uma multa para a Fairfax, caso haja um descumprimento do compromisso anunciado hoje.

Seja como for, o tempo está correndo, e tudo indica que o destino da BlackBerry está mesmo em outras mãos. Vamos acompanhar com atenção os próximos acontecimentos.

Via Market Watch

[Rumor] Venda da BlackBerry pode estar fechada para o mês de novembro

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Não podemos dizer que os rumores da venda da BlackBerry é um assunto novo nos blogs de tecnologia (porque não é), mas dessa vez, o tema aparece com mais peso, uma vez que a fonte é ninguém menos que o Wall Street Journal. Eles revelam em um dos seus artigos que a empresa de Waterloo estaria pensando em “alternativas estratégicas” para a sua atual situação, e que por conta disso, a junta diretiva estaria “focada em passar por um processo de rápido leilão”.

As decisões seriam tomadas com tamanha velocidade, que a mudança de posse da BlackBerry poderia estar finalizado já no próximo mês de novembro, entre outras medidas que a empresa já teria em mente. A matéria ainda destaca que a BlackBerry já teria em suas mãos uma lista de potenciais compradores, para escolher o mais adequado.

Isso não chega a surpreender. Bem sabemos que os problemas que a BlackBerry possui não são poucos, mas também pensamos que o seu processo de venda não será algo muito simples. Em todo o caso, a compra da companhia estará diretamente ligada ao preço que eles vão colocar nessa mesma companhia. Que, por sua vez, vai depender da pressa da própria BlackBerry em vender a empresa o mais depressa possível (que é o que parece).

Aconteça o que acontecer, estaremos atentos para saber o que vai acontecer de agora até o final de 2013.

Via Wall Street Journal

Rumor: a Dell pode ser vendida em breve

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Por enquanto, são apenas rumores, já que esse tipo de negociação (quando elas acontecem) sempre é conduzida em segredo máximo. Porém, uma fonte anônima revelou ao Bloomberg que a Dell pode estar a venda, já que tudo indica que a empresa estaria em negociações avançadas para ser adquirida por empresas de capital privado, o que indica que eles não conseguiram solucionar todos os problemas do passado.

Se a notícia se concretizar, estaremos diante de mais uma empresa que se tornou uma vítima da “era pós-PC”. Essa mudança faz com que muitas empresas que não conseguem se reinventar simplesmente sucumbam ao poder do novo mercado mobile. A grande maioria dos negócios da Dell está focado nos PCs e seus derivados, obtendo vendas muito boas em seus notebooks e desktops. Porém, a realidade atual é que os consumidores preferem comprar outros tipos de dispositivos que, na maioria dos casos, atendem as necessidades dos usuários, mas que custam bem menos que um PC.

Hoje, as pessoas que compram um PC o fazem porque precisam, ou porque não resta outra solução, ou necessitam dele apenas para trabalhar. Mas a grande maioria do segmento de eletrônicos de consumo passou do PC para outros tipos de dispositivos, como smartphones e tablets, que hoje são os mais cobiçados na época natalina. Além disso, são muitos negócios que ainda usam os PCs antigos (com mais de 5 anos de vida), mas ninguém quer um tablet ou smartphone antigo.

Para responder a essa mudança de comportamento, a Dell investiu milhões de dólares para oferecer produtos que ficaram de foram do segmento de PCs e derivamos, mas não podemos dizer que esses esforços foram suficientes. Se você visitar a página oficial da empresa, vai constatar que o que domina por lá são os ultraportáteis, que por sua vez não estão com vendas muito promissoras.

Vamos ver onde esses rumores vão resultar. Segundo informa as tais fontes anônimas, as negociações podem não resultar em uma venda, já que as empresas compradoras poderiam ter problemas para reunir o capital necessário para finalizar a negociação. Por outro lado, se o negócio se concretizar, esta pode ser a maior compra de uma empresa de tecnologia desde 2007, e a maior na indústria dos computadores desde 2002, quando a HP comprou a Compaq.

[Especial] Como vender o seu smartphone usado?

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Você pode estar feliz com o seu smartphone atual, mas você também bem sabe que nada nessa vida é eterno. Vai chegar uma hora que você vai ter que passar o seu amado dispositivo para frente. Talvez porque você é um geek convicto, e quer ter um produto mais novo o mais depressa possível, ou porque o seu telefone simplesmente não atende mais as suas necessidades. Mas esse momento vai chegar. É só uma questão de tempo.

No começo de cada ano, o mercado “alternativo” se reaquece. Aquelas pessoas que compraram novos dispositivos eletrônicos buscam passar para frente os dispositivos que estão obsoletos. Já aqueles que não compraram nada no Natal, esperando pelos preços mais baixos em janeiro, estão de olho nessas ofertas. Ou seja, existe a oferta, existe a procura. Mas… como fazer isso da forma mais vantajosa?

Esse post passa algumas dicas de como você deve proceder para vender o seu smartphone usado. As dicas a seguir também servem para a venda de qualquer dispositivo eletrônico e/ou de tecnologia, e são baseadas em minhas experiências pessoais. Vale a pena lembrar que tais dicas podem variar de caso para caso, mas em linhas gerais, elas servem para você acumular uma grana nesse começo do ano para, pelo menos, pagar o IPVA ou IPTU, ou não deixar o seu cartão de crédito estourar o limite (das compras de final de ano e gastos de férias que você já fez…).

 

1. Você REALMENTE precisa vender o seu velho smartphone?

É uma pergunta tola, mas fundamental. Cada um sabe aonde o bolso aperta, e qual é a real necessidade de levantar dinheiro no começo do ano. Por outro lado, ter um dispositivo de “backup” é um sinal de prudência em diferentes situações. Você nunca sabe quando o seu telefone vai dar problemas, ou quando a sua câmera principal pode parar de funcionar. É nesse ponto que ter um dispositivo reserva pode valer a pena. Isso, sem falar quando um parente ou amigo pode precisar de um telefone escondido na gaveta de sua casa.

Por outro lado, se você tem mais de um dispositivo da mesma categoria, e esse é o terceiro ou quarto smartphone que vai ficar parado na sua casa, a melhor coisa que você tem a fazer é passar para frente, sem remorsos ou ressentimentos. Mesmo que seja para passar para um familiar de graça, ficar com uma tecnologia parada em casa é o mesmo que perder dinheiro. Além disso, se você entende que o novo gadget comprado no Natal supre todas as suas necessidades, e que você não vai mesmo precisar do antigo gadget, vender o produto antigo pode ser um bom negócio.


2. Não se estresse com ofertas pouco lucrativas

Eu bem sei o quanto você suou para comprar o seu smartphone, notebook ou tablet, e quer valorizar isso na hora de vender para outra pessoa. Porém, a verdade é que qualquer produto se desvaloriza assim que sai da loja, e no mundo da tecnologia, essa desvalorização acontece muito mais rápido. Os lançamentos acontecem quase toda semana, e depois de um ano, é mais que normal ver um produto valendo bem menos do que ele valia no ano anterior.

Logo, aqui vale a prática da negociação, da paciência, e do bom senso. Produtos da Apple se desvalorizam bem menos em 12 meses do que produtos da Gradiente ou da CCE. Logo, se você tem um MacBook Air pode colocar um preço um pouco mais elevado do que quem tem um notebook CCE Win. Mas não abuse: não queira recuperar, por exemplo, 80% daquilo que você pagou em um iPhone 4S na loja, pois as pessoas vão preferir comprar o smartphone zero da loja do que de você.

 

3. Pesquise o mercado atual… e o mercado “alternativo” também!

Pegando o gancho do item anterior, analise os valores atuais cobrados pelo mercado no seu produto, e coloque uma margem inicial de recuperação de, pelo menos, 60% (os tais 50% que automaticamente o seu produto se desvaloriza ao sair da loja, mais 10% que você pode considerar como “lucro” – ou diferença – para a compra do novo produto). A partir daí, é preciso ver o que a sua “concorrência” do mercado alternativo está fazendo. Não é agradável, mas você vai ter que ajustar o preço do seu produto à uma média do mercado de usados, para que o seu preço seja igualmente competitivo.


4. Nunca jogue fora telefones antigos ou quebrados. Recicle!

Se você chegou a conclusão que o seu dispositivo está velho demais para ser vendido, e que ninguém vai pagar um valor significativo pelo produto, você não tem motivos para jogar o seu produto fora. A mesma regra vale para aquele gadget que está quebrado no armário de casa. Nos dois casos, você pode simplesmente reciclar o seu dispositivo, enviando para locais de coleta de lixo eletrônico, ou doando para alguém que realmente não tem condições de comprar um produto desse porte. Três benefícios diretos acontecem com esse ato: 1) alguém vai ter a vida melhorada com um produto que, para você, é velho demais; 2) você contribui para o meio ambiente, dando um destino correto para os produtos quebrados; 3) empresas de reciclagem podem reaproveitar essas peças para outras finalidades.

 

5. Planeje com certa antecedência

A vida útil de um celular, smartphone ou qualquer outro dispositivo eletrônico é muito menor do que qualquer outro eletrônico de consumo. Enquanto uma televisão pode durar na sala de sua casa até cinco anos, um smartphone pode ser abandonado entre 18 e 24 meses após a compra. Se você é um viciado em novos gadgets, faça um planejamento prévio de quanto tempo você vai ficar com o produto antes mesmo de comprá-lo, e até mesmo em quanto tempo você pretende vendê-lo para adquirir o próximo. A regra também vale para quem só quer um produto que funcione de acordo com suas necessidades. Por mais que você não pense em passá-lo para frente tão cedo, verifique se o mesmo poderá ser útil para você por pelo menos dois anos.


6. Não tenha medo de negociar

Se você quer pechinchar na hora de comprar qualquer coisa, não pode se irritar se alguém quiser barganhar algum valor no preço do produto que você está vendendo. Procure sempre colocar um limite para a venda do seu produto, e sempre que possível, colocar um valor maior para poder reduzir esse valor na hora da venda. A política de negociação nos mercados alternativos é algo que sempre está presente, e que não pode ser desconsiderada, principalmente para aqueles que precisam levantar um dinheiro mais rápido no começo do ano.

 

7. Seja honesto. Com você, e com o futuro comprador

Em via de regra (é claro que as exceções existem), o brasileiro adora levar vantagem em tudo. E é por isso que o Brasil não vai para frente. É chato, mas temos que lembrar talvez a regra mais importante desse post: seja honesto. Com você mesmo, e com os outros.

Não é porque você pagou R$ 2.000 em um iPhone que você acredita que, depois de dois anos, pode vender o smartphone todo riscado, com carcaça e vidro trincados e com problema de bloqueio de rede por R$ 1.600. Apenas porque é um iPhone. Isso não é mais nem desconhecimento de mercado. É desonestidade mesmo. De novo: eu bem sei o quanto um produto é caro de ser comprado, e o quanto queremos que ele tenha algum valor na hora da venda, mas não podemos fazer o futuro comprador de trouxa.

Além disso, não omita problemas ou detalhes do produto que você está vendendo. Podem não ser relevantes para você, mas são altamente relevantes para quem está comprando. Transparência é fundamental em qualquer lugar. E você não gostaria de ser passado para trás por alguém mal intencionado, não é mesmo?

Com essas pequenas dicas, você poderá vender o seu telefone ou gadget usado sem maiores problemas. Talvez a parte mais “chata” do processo é justamente vender o produto, porque normalmente nos apegamos ao mesmo. Mas todo mundo sabe que uma hora o “seguir em frente” é o melhor, e dar uma finalidade produtiva para seu smartphone, tablet ou produto que te serviu durante anos é um dos melhores desfechos que você pode dar a esse relacionamento.

A AMD pode mesmo ser vendida?

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Uma das empresas mais importantes no mercado de processadores, microprocessadores e demais componentes para computadores (RAM, placas gráficas, etc) pode mudar de dono em breve. Segundo matéria publicada no site da Reuters, a AMD (Advanced Micro Devices) está buscando opções em conjunto com uma entidade financeira para se manter no mercado, onde uma dessas opções mencionadas merece o nosso destaque em especial: a venda da empresa.

O motivo é bem simples: a AMD enfrenta uma concorrência muito forte no mercado, que cada vez mais está se direcionando para o mundo dos dispositivos móveis, deixando de lado o mercado dos desktops. Segundo a fonte da Reuters, a venda total da empresa não é a primeira opção pretendida por eles. Antes eles pretendem vender o seu catálogo de patentes, o que deve garantir um respiro financeiro para a AMD, ajudando assim a superar esse momento de dificuldade. Nesse ponto, a AMD está agindo de forma correta, uma vez que desenvolveu diversas soluções para o mundo da computação nas últimas décadas, que resultaram em uma enorme quantidade de patentes, o que pode resultar em um grande aumento no capital da empresa em uma eventual venda.

Mas a solução dos problemas da AMD não parece ser tão simples assim. Em apenas um ano, as ações da empresa registraram uma queda de mais de 60%, o que significa que o seu valor atual de mercado é de apenas US$ 1.4 bilhão. O mais grave do assunto é que as dívidas a longo prazo e as obrigações de arrendamento que a empresa possui hoje acumulam o alarmante valor de US$ 2 bilhões.

A entidade bancária encarregada de acompanhar esse processo de reestruturação ou venda da AMD é simplesmente a JPMorgan Chase & Co, que analisarão em conjunto com a fabricante de chips quais são as melhores opções disponíveis. Hoje, a AMD, que é uma das empresas dedicadas ao mundo dos processadores mais antigas de Silicon Valley, se encontra em uma jornada melancólica de demissões de engenheiros e técnicos de suas fábricas.

A AMD não se pronunciou oficialmente até o momento, mas com certeza vai falar sobre o assunto quando definirem qual estratégia vai adotar para solucionar os seus problemas.

Um detalhe muito importante precisa ser dito: se a própria AMD detectou que a concorrência nos desktops é muito forte, mas não quer se arriscar no segmento mais emergente do momento em termos de desenvolvimento de hardware (mundo mobile), podemos dizer que essa postura estratégica é praticamente uma declaração de “suicídio empresarial” antecipado. Que a AMD repense com calma o que vai fazer do seu futuro. Caso contrário, pode ser uma jornada sem volta.

Nokia Lumia 900 já tem preço no Brasil: R$ 1.799 (e já pode ser comprado)

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O Nokia Lumia 900 só será apresentado oficialmente na próxima terça-feira (24/07), mas já pode ser adquirido no e-commerce brasileiro. O site Walmart já disponibiliza o produto para compra, pelo valor de R$ 1.799,00.

Essa era uma das últimas dúvidas que restavam sobre os lançamentos da fabricante finlandesa no Brasil. Durante a última semana, o Nokia 808 PureView teve o seu preço oficialmente revelado (R$ 2.000,00), e agora, o mais avançado Windows Phone da Nokia possui preço e pode inclusive ser adquirido no mercado.

E aí? O que achou do preço do Lumia 900? Ele vale o quanto custa?

Todas as operadoras de telefonia móvel estão proibidas de vender celulares em Porto Alegre pelo Procon

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O PROCON tomou uma decisão radical contra as principais operadoras de telefonia móvel no Rio Grande do Sul: impedir que as mesmas comercializem celulares em Porto Alegre. A decisão atende a representação recebida da OAB/RS (Seccional do Rio Grande do Sul da Ordem dos Advogados do Brasil).

A OAB/RS elaborou um documento baseado em mais de 500 reclamações dos clientes contra as principais operadoras de telefonia móvel do mercado brasileiro (TIM, Oi, Vivo e Claro). As principais queixas estão relacionadas à qualidade de sinal e a baixa qualidade de atendimento das prestadoras de serviço quando os problemas acontecem. Diversas zonas que teoricamente deveriam receber cobertura de sinal simplesmente não contam com sinal, deixando os aparelhos inoperantes. Além disso, as reclamações dos clientes estão relacionadas a cobranças indevidas das prestadoras.

O SindiTelebrasil emitiu um comunicado na noite de ontem (12), e responsabiliza a estrutura da capital gaúcha pelos problemas de recepção de sinal, apontando uma legislação muito restritiva para a instalação de infraestrutura, exigindo um alto número de licenciamento e proibindo que as antenas fiquem a uma distância inferior de 500 metros uma das outras quando instaladas em torres. E isso (na teoria) prejudica a cobertura adequada de sinal.

Já a diretora executiva do PROCON do Rio Grande do Sul, Flávia do Canto Pereira, informa que será estabelecido um prazo para a suspensão das vendas, e uma multa para as operadoras que desobedecerem a decisão, cuja medida cautelar será encaminhada às operadoras na próxima segunda-feira (16).

Entre as principais operadoras, a situação mais crítica em âmbito nacional é a da TIM. Recentemente, o Ministro das Telecomunicações, Paulo Bernardo, alertou que ameaça suspender as vendas de novos planos da operadora em todo o Brasil, caso a empresa não aumente os investimentos em infraestrutura, com o objetivo de oferecer ao consumidor melhores serviços.

Via AdNews