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Novo iMac, com tela Retina 5K

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Talvez o produto que mais chamou atenção pelas inovações no evento de hoje (16) foi o novo iMac Retina, que surpreende pela nova resolução de tela para o modelo com 27 polegadas: 5120 x 2880 pixels.

O design do produto é o mesmo, com uma espessura de 5 mm na parte mais fina do produto. A Apple destacou que essa tela é capaz de mostrar imagens ‘pixel a pixel’, algo que é muito bem vindo para os profissionais da edição de fotografia e vídeo.

Mas a grande protagonista do produto é a tela 5K, que só estará disponível no modelo de 27 polegadas (a Apple nem citou os modelos anteriores, o que indica que as versões de 21 e 27 polegadas já existentes se mantém sem mudanças, com suas respectivas resoluções de 1920 x 1080 e 2560 x 1440 pixels).

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O novo iMac 27 Retina 5K conta com um hardware atualizado, com um processador Core i5, gráficos AMD R9 M290X, e os modelos mais básicos contarão com 8 GB de RAM e armazenamento Fusion Drive (da Apple) de 1 TB.

Não há muitas inovações nos demais itens: a câmera FaceTime HD, as duas portas Thunderbolt 2, USB 3.0, Gigabit Ethernet, conectividades Bluetooth 4.0 e WiFi 802.11 ac estão presentes.

O iMac Retina 5K já chega com o sistema OS X Yosemite, que também foi lançada hoje (16).

O novo iMac é também o novo desktop all-in-one top de linha da Apple. Tem preço inicial sugerido de US$ 2.499. Em outras configurações, é possível encontrar um processador Intel Core i7, gráficos AMD R9 M295X, 16 ou 32 GB de RAM, FusionDrive de 3 TB ou SSD de 256, 512 GB ou 1 TB, entre outras opções.

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Via Apple

Rumor: novos iMacs com tela Retina podem ser anunciados em outubro

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Segundo o site 9to5Mac, a Apple pode apresentar os tão esperados iMacs com tela Retina em outubro, aproveitando assim a janela de lançamento oficial do OS X Yosemite. O anúncio pode acontecer em um hipotético evento que aconteceria no dia 21 de outubro, onde também seriam apresentados os novos iPads.

O iMac com tela Retina é um dos sonhos mais recentes entre os usuários Apple. A tecnologia Retina foi introduzida pela primeira vez em 2010, com o iPhone 4. Em 2012, a Retina foi apresentada no iPad e MacBook, e desde então, muitos entusiastas da marca esperam sua integração com os desktops da empresa.

Em junho desse ano, os desenvolvedores que trabalharam com o beta do Yosemite descobriram no código do sistema operacional referências a um iMac com resoluções de 6400 x 3600, 5760 x 32440 e 4096 x 2304 pixels.

De acordo com as fontes internas da Apple ouvidas pelo 9to5Mac, só haverá uma versão do iMac com tela Retina, e será a de 27 polegadas. O design será o mesmo da versão anterior, mas podemos ter melhoras no processador e conectividade WiFi. O novo desktop conviverá com as atuais versões do iMac.

Via 9to5Mac

OS X Yosemite mostra evidências de um iMac com tela Retina

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Os desenvolvedores da Apple estão descobrindo intrigantes dados ocultos no código das versões beta do iOS 8 e OS X. A última descoberta nesse sentido é a existência de um possível iMac com tela Retina a caminho.

A versão anterior do OS X (10.9.4) já apontava para essa possibilidade, mas o Yosemite praticamente confirma essa informação. Segundo informa o site francês Macbiouille, a beta do novo sistema operacional inclui um arquivo que define as possibilidades de escala de diferentes resoluções de tela. Nesse arquivo, há um dispositivo definido simplesmente como iMac, onde as resoluções oscilam entre 3.200 x 1.800 pixels e 6.400 x 3.600 pixels. A resolução nativa não se especifica, mas o site estima que pode ficar entre os 5.120 x 2.880 pixels.

A resolução do MacBook Pro Retina de 15 polegadas é de 2.880 x 1.800 pixels, de modo que tal teoria pode ter sentido. O rumor de que a Apple está trabalhando em um desktop com tela Retina circula na web desde que foram lançados os notebooks com esta tecnologia. Porém, desenvolver telas confiáveis com tantos pixels não é algo tão simples, especialmente em um diagonal de 27 polegadas.

Via MacRumors, Macbiouille

Comparativo: Xiaomi Mi Pad vs iPad mini Retina

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Depois do anúncio do Xiaomi Mi Pad e sua descarada semelhança com o iPad mini com tela Retina, é provável que você esteja se perguntando quais são as reais diferenças e similaridades que existem entre os dois produtos. Para eliminar a sua dúvida, ou para te deixar mais informado sobre o novo tablet chinês, temos mais uma tabela comparativa, onde é possível ver com mais detalhes o que cada tablet tem a oferecer.

Xiaomi Mi PadApple iPad mini
com tela Retina
Sistema operacionalMIUI
(baseado no  Android 4.4 KitKat)
iOS 7
Tela7,9 polegadas7,9 polegadas
Resolução de tela2.048 x 1.5362.048 x 1.536
Densidade de tela326 ppp326 ppp
ProcessadorNVIDIA Tegra K1 (quad core)
a 2,2 GHz
Apple A7 (dual core)
a 1,3 GHz + co-processador M7
RAM2 GB1 GB
RedesNão3G/LTE
Armazenamento16 ou 64 GB
(expansíveis via slot para cartões microSD de até 128 GB)
16, 32, 64 ou 128 GB
WiFiWiFi 802.11b/g/n/ac802.11 a/b/g/n
Mimo
Bluetooth4.04.0
NFCSem especificarNão
Câmera traseira8 MP ƒ/2,0Sight (5 MP) AF / ƒ/2,4
Gravação de vídeos1080p1080p
Câmera frontal5 MP
FaceTime (1,2 MP)
vídeos a 720p
Bateria6.700 mAh6.471 mAh
Peso360 g331 g (WiFi)
341 g (3G/LTE)
Espessura8,5 mm7,5 mm
Dimensões202,1 x 135,4 mm200 x 134,7 mm
Material da carcaçaPlásticoAlumínio
Cores disponíveisBranco, amarelo rosa, azul e verdeCinza espacial e prata
Preço inicial sugerido (modelo de 16 GB)US$ 240 (já convertidos)US$ 399

Avaliação de Produto | iPad mini com Tela Retina

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Em 2013, a Apple decidiu repetir a mesma estratégia adotada no ano anterior, onde finalmente a empresa de Tim Cook resolveu ouvir o clamor de muitos dos seus usuários, e ofereceu uma versão do seu tablet com dimensões menores. O iPad mini com tela Retina oferece melhorias interessantes (algumas delas já poderiam estar presentes na primeira versão), mas com a mesma proposta de ser o iPad que todos querem levar para qualquer lugar.

Muitos estavam esperando por essa nova versão do iPad mini, não só pela nova tela, que cairia como uma luva para os usuários com necessidades multimídia no dispositivo, mas também para quem esperava um tablet ainda mais poderoso, para diferentes necessidades. A mobilidade aliada à performance poderia tornar o iPad mini o tablet perfeito para muita gente.

Nessa análise, vamos detectar essas mudanças, e o quanto elas podem ser relevantes para quem pretende comprar o novo modelo, ou trocar o antigo tablet por esse.

Sobre o Produto

O novo iPad mini com tela Retina é a segunda geração da versão menor do iPad. Como disse no parágrafo anterior, a Apple decidiu oferecer uma alternativa “mais barata” (nos padrões da Apple) e, principalmente, mais compacta do iPad. Muitos usuários desejavam levar o iPad para todos os lugares, mas o produto não era o mais adequado para isso. E o iPad mini veio como a solução para esses usuários.

Tal como já é tradicional da empresa de Cupertino, o iPad mini com tela Retina é uma evolução direta do modelo anterior, lançado em 2012. Conta com melhorias técnicas, maior autonomia de bateria, maior capacidade de processamento, e a tão desejada tela Retina. Tudo isso, mantendo o mesmo preço da versão anterior… nos Estados Unidos e Europa, é claro! No Brasil, você precisa pagar um pouco mais para receber as novas características técnicas do dispositivo.

Características

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Assim como já vimos em outras oportunidades, o iPad mini com tela Retina não possui grandes diferenças estéticas. Repete praticamente as mesmas dimensões e características físicas do iPad mini, e nesse caso, não há motivos para que a Apple mudasse qualquer coisa no novo modelo. Afinal de contas, o principal ponto positivo do iPad mini é justamente o “mini”: é do tamanho perfeito para ser transportado em qualquer lugar, para ser utilizado em longos turnos, é mais confortável para segurar, entre outras vantagens.

As mudanças para a versão anterior estão nos seus recursos técnicos. Assim como o seu “irmão de geração” (o iPad Air), o iPad mini 2013 possui o novo processador Apple A7 de 64 bits, o que promete um desempenho geral ainda melhor, e consequentemente, uma experiência de uso mais fluída e prazerosa. E por conta desse desempenho maior, a bateria teve que ser ampliada, para manter as 10 horas de autonomia de uso, que segundo a Apple, garante um uso “para um dia inteiro de trabalho regular” (seja lá qual for o entendimento deles sobre isso).

Mas a principal novidade do novo iPad mini é a sua tela Retina, um elemento que se tornou um importante diferencial para muitos usuários. Faz sentido: hoje, nós consumimos vídeos, fotos, livros, games, HQs e outros conteúdos multimídia no tablet, e obter a melhor qualidade de imagem possível para essas atividades é o mínimo que podemos pedir se somos fãs desses formatos de entretenimento.

Outras duas mudanças precisam ser destacadas. A primeira delas é o novo conector Wi-Fi, que conta agora com duas antenas, melhorando de forma sensível a capacidade de captação de sinal do dispositivo. E a segunda é a presença do novo iOS 7, oferecendo uma experiência de uso atualizada e renovada.

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Prós

– Processador Apple A7: ter um maior desempenho nesse tipo de produto nunca é demais, ainda mais se pensarmos que estamos diante de um dispositivo que, eventualmente, vai trabalhar com aplicativos e gráficos que exigem uma maior demanda do processador (como vídeos e games).
– Mesmo design da geração anterior: normalmente a Apple é criticada por não realizar grandes alterações nas atualizações dos seus produtos. Nesse caso em particular, não podemos reclamar. Como já disse antes, foi essa proposta de design que fez com que o iPad mini fosse um grande sucesso.
– Uma melhor experiência com o iOS 7: com um hardware mais robusto, a nova versão do iOS tem maiores chances de desempenhar melhor as diversas necessidades de diferentes usuários, aumentando as chances de um desempenho mais satisfatório.

Contras

– Mudanças podem não ser tão efetivas para alguns usuários: para aqueles que já contam com o iPad mini 2012, utiliza o produto para as tarefas mais básicas (redes sociais, e-mails, vídeos via streaming, jogos casuais, navegação na internet, etc) e não se preocupa em ter sempre o produto mais novo do mercado, não precisa se preocupar com a troca por enquanto. O seu iPad atual faz tudo o que você quer.
– Poderia custar um pouco menos no Brasil: não que o iPad mini com tela Retina possa ser considerado um produto caro (o seu preço base é de R$ 1.499). Ok, ele é mais caro que a sua concorrência (mas, convenhamos, é o preço que se paga por ter um produto da Apple). O problema maior é que, diferente do que é adotado em outros mercados, a Apple decidiu acrescentar no Brasil uma diferença no valor do produto novo, por conta das melhorias da versão. E não ajuda muito saber que a primeira versão do iPad mini custa R$ 1.299.

Relação Custo/Benefício

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O iPad mini com tela Retina é uma excelente opção de compra. É um produto que a maioria dos geeks desejam, e que os usuários casuais decidiram abraçar como a sua opção de iPad para levar em qualquer lugar. É claro que a escolha varia de caso a caso, e como já foi dito nessa análise, se você é um usuário casual, que não tem muitas aspirações com o seu tablet, pode viver tranquilamente com o iPad mini da primeira geração. Agora, se você é um fã incondicional da Apple, espera realizar um pouco mais no tablet e quer ter nas mãos sempre os gadgets mais recentes do mercado, a compra é altamente recomendada.

Nota Final: 9/10

Desempenho: 9
Design: 10
Funcionalidades: 9
Preço: 8
Relação Custo/Benefício: 9

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Apple Cover 2013 | iPad mini (2013), com tela Retina, é anunciado oficialmente

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Depois do novo iPad Air (que foi mesmo a grande surpresa do evento da Apple), o iPad mini de segunda geração (ou iPad mini 2013, já que ele não se chama oficialmente iPad mini 2). O novo modelo traz melhorias significativas, e mesmo com o aumento de preço, o produto se mostra mais completo, poderoso e apto para atender as necessidades dos usuários.

O novo iPad mini (2013) conta agora com um processador A7 com arquitetura de 64 bits, além da muito esperada tela Retina, oferecendo assim uma maior qualidade na exibição de gráficos. Seguindo a regra, o iPad mini 2G recebe todas as melhorias de hardware, mas mantém a sua autonomia de bateria, prometida em até 10 horas de uso (ou “uma autonomia para todo o dia”, tal como a Apple gosta de alardear).

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O novo tablet possui uma câmera traseira de 5 megapixels, e uma câmera frontal de 1.2 MP. Aparentemente, não foram realizadas grandes alterações nesses itens. Até porque a ênfase da Apple foi claramente para a nova tela Retina, que possui a mesma resolução da tela presente no novo iPad Air.

Com as novas características de hardware, as dimensões do produto foram afetadas. O novo iPad mini com tela Retina possui agora 75 mm de espessura (contra 72 mm do primeiro iPad mini), e o seu peso é de 331 gramas (contra 308, do modelo anterior). Um detalhe interessante desse novo tablet é que é possível aplicar um zoom de até 3x durante as gravações de vídeo.

O iPad mini (2013) chega aos mercados selecionados (onde o Brasil não se inclui nesse grupo, é óbvio) no mês de novembro, com preço inicial sugerido de US$ 399. Por conta desse lançamento, a primeira versão do iPad mini teve o seu preço reduzido para US$ 299.

ipad-mini-2013-07 ipad-mini-2013-05 ipad-mini-2013-04 ipad-mini-2013-03 ipad-mini-2013-06Via Apple

 

Seguem as reclamações dos usuários sobre problemas com a Retina Display do novo MacBook Pro

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Desde que as vendas do novo MacBook Pro com Retina Display começaram que lemos relatos de usuários se queixando de estranhos erros com os gráficos dos novos laptops, começando pelo fenômeno conhecido como “ghosting”, que indica a permanência de uma janela ou uma seção desta depois de ter sido movida. Poderíamos pensar que estes usuários receberam uma unidade defeituosa, e no lugar de contactar o suporte técnico para resolver o problema, preferiram se queixar publicamente, criando um certo alarme. Porém, uma unidade pertencente ao site Engadget também mostra os mesmos problemas, e a Apple não deixa claro qual é o motivo, mesmo a empresa inclinando na possibilidade que o problema seja de software.

No caso específico do Engadget, eles identificaram que o erro aparece com uma configuração muito específica: o notebook deve estar conectado a um Cinema Display, usar um protetor de tela com fotografias e fazer com que o computador hiberne depois de alguns minutos. Ao reiniciar o notebook, a tela Retina não pode mostrar imagens de forma adequada até que a resolução seja alterada, o que resolve o problema.

Ao identificar o problema, o site entrou em contato com a Apple, passando várias horas no telefone com o suporte técnico para analisar essa teoria. O fabricante pediu para que a unidade fosse enviada para que fosse analisada pelos seus engenheiros, e obviamente, se propôs a substituir o produto. Fato é que, o mais importante é que a Apple encontre logo a solução para o problema em pouco tempo.

Abaixo, vídeo da unidade do Engadget.

Via Engadget

MacBook Pro com Retina Display é despedaçado pela iFixit, com fins educativos

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O lançamento de um novo produto da Apple só pode significar uma coisa: mais um post de desmontagem do iFixit. Como não podia ser de outra forma, o novo MacBook Pro com Retina Display passou pelas mãos dos especialistas em desmontagem de gadgets, descobrindo assim cada um dos novos segredos que esconde o poderoso e fino notebook.

Ao visitar o post do iFixit, você poderá ver o clássico processo de desmontagem, além de alguns pontos interessantes do produto, como o novo sistema de ventilação com saídas laterais, a remoção do logo “MacBook Pro” da tela (agora fica na parte inferior) e, obviamente, o olhar do microscópio na tela com densidade de 220 pontos por polegada. Vale a pena a leitura do post dos caras.

Via iFixit