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Jimmy Wales, co-fundador da Wikipedia, foi hackeado nas redes sociais

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Jimmy Wales, co-fundador da Wikipedia e presidente da Wikia, é mais um executivo de uma gigante da tecnologia que teve uma conta nas redes sociais hackeada nos últimos meses.

O responsável pelo ato foi o grup OurMine, que já pirateou contas de celebridades, se tornando agora popular por hackear os executivos de tecnologia.

 

De novo: a mesma senha para todos os serviços é o grande vilão

Mais uma vez não tivemos um hackeamento via ataque de alto nível ou uma vulnerabilidade nas redes sociais, mas sim através de uma senha obtida pelo hack a outros serviços.

Ou seja, vemos de novo que os CEOs são seres humanos absolutamente normais, e cometem os mesmos erros dos usuários comuns: usar a mesma senha para vários serviços.

O OurMine pegou pesado na brincadeira que denunciava o roubo da conta de Jimmy Wales, anunciando a sua morte. Horas depois, a conta foi restabelecida.

A lista de executivos com contas hackeadas já é considerável:

Mark Zuckerberg (CEO de Facebook: Pinterest y Twitter).
Dick Costolo (ex CEO de Twitter: Pinterest y Twitter).
Jack Dorsey (CEO de Twitter: Vine e Twitter).
Sundar Pichai (CEO de Google: Quora e Twitter).
John Hanke (CEO de Niantic: Quora e Twitter).
Zach Klein (CEO de Vimeo: Quora e Twitter).
Marissa Mayer (CEO de Yahoo!: Twitter).
Daniel Ek (CEO de Spotify: Twitter).
Brendan Iribe (CEO Oculus Rift: Twitter).
Adam Mosseri (VP Facebook: Twitter).

Como essa turma pode aconselhar o fortalecimentos das senhas para os seus serviços, se eles mesmos não fazem isso com suas contas?

É o “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” do mundo digital?

De qualquer forma, as recomendações são as mesmas: crie uma senha robusta, quanto maior, melhor, e sem sentido aparente, sempre combinando maiúsculas e minúsculas com letras e adicionando caracteres especiais.

O uso de gestores de senhas é outra opção, sem falar no fato de não utilizar a mesma senha para todos os serviços.

Via Softpedia

Perder 60 quilos e relatando tudo pela internet

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Eu sou gordo. Fato. Já me disseram que não sou gordo, mas sim que “só tenho barriga”. Mas a minha alma (e corpo) é de gordo. E perder peso não é algo simples.

Na busca de formas novas e criativas de se perder peso, mais e mais pessoas recorrem à internet para contar o seu dia a dia na luta pelo emagrecimento. E isso está funcionando.

Mas… a pergunta é: como é perder 60 quilos e relatar o processo na internet?

 

Contar calorias

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Esse é Ronnie Brower. Um belo dia, ele ficou cheio do seu sobrepeso e das consequências negativas que isso causava em sua vida. Então, decidiu mudar o seu foco, “levando o processo de emagrecimento a sério”, e conseguiu perder quase 200 quilos em 700 dias.

 

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Essa é Jslab, usuária do imugr que afirma que “não perdeu peso, recuperou o sorriso”. Ela começou a falar de sua dieta pela internet, e depois de 17 meses perdeu 62 quilos.

 

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Já SethIdol, usuário do Reddit, perdeu 170 quilos. Na primeira foto vemos a diferença entre os 300 quilos que ele tinha quando começou e os 120 quilos que ele ficou quando encerrou. Mas as roupas mostram melhor o quanto impactou essa redução.

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Por fim, JeffreyGlen, outro usuário do Reddit, que perdeu 185 quilos.

 

Esta não é uma coleção de grandes perdas de peso com sucesso. Na realidade, é a parte mais chamativa, mas não a mias interessante. Todas essas pessoas tem em comum a internet como ferramenta de emagrecimento.

 

A internet pode ajudar as pessoas a perderem peso?

meta de vida

Dan Karlan, professor de economia da Universidade de Yale, fez um doutorado no MIT e, depois disso, se deu conta que engordou muito. Não só isso: todos os seus amigos próximos passaram pelo mesmo. A forma que eles decidiram enfrentar o problema? Com incentivos.

Atendendo o seu índice de massa corporal, Karlan e seus amigos tinham que perder pelo menos 17 quilos, ou 600 gramas por semana em média. Todos apostaram metade do dinheiro que tinham nesse projeto. Se os objetivos eram alcançados, recuperavam o dinheiro. Caso contrário, perdiam. Eles perderam seis quilos em janeiro de 2002.

A brincadeira gerou o StickK, uma plataforma que permite assumir compromissos públicos sobre determinados objetivos, adicionando incentivos econômicos. Se temos alguém que nos monitoriza, aumentam as chances de sucesso, e se existe o dinheiro para colocar medo na pessoa, as chances de sucesso triplicam.

E existem ótimos motivos para pensarmos que essas estratégias funcionam.

 

Os outros nos fazem ser como queremos ser

Muitas pessoas não levam o processo de emagrecimento a sério… até os inimigos fazerem piadas sobre você. Muitas vezes o Facebook faz todo o trabalho (praticamente) sozinho, e a pessoa sente vergonha em fracassar diante dos seus conhecidos. Com as pessoas dando feedback, animando ou adicionando músicas em playlists colaborativas para exercícios, os resultados são muito mais promissores.

Os problemas sociais derivados do sobrepeso são sérios. A solidão não é um dos problemas do nosso tempo, mas sim abandonar os procedimentos habituais para aprender, se adaptar e perseguir nossos objetivos. Faz tempo que sabemos que as pessoas que tornam um compromisso público (informando esse compromisso para amigos e familiares) são muito mais propensas a seguir em frente com esses objetivos. Também sabemos que esse fenômeno se estende à internet, Twitter e Facebook.

Porque o mais importante não é o meio que você vive ou convive, mas sim as relações sociais significativas e de qualidade.

Faz sentido usar a internet para perder peso?

internet e redes sociais

Muitos não teriam conseguido sem a internet. Teriam tentado, como tantas outras vezes, e teriam simplesmente fracassado.

Muitos vão dizer que quem toma a iniciativa de compartilhar o seu objetivo de emagrecimento nas redes sociais não tem nada melhor no mundo para fazer. Porém, a internet pode ajudar a seguir em frente nos momentos de dificuldade. Perder peso continua não sendo algo simples. As dietas milagrosas não só não existem, como as dietas, de um modo geral, não são benéficas porque as variações individuais (fisiológicas, de conduta e sociais) podem colocar as pessoas em riscos consideráveis.

Por isso, até que as pessoas não se reencontrem com a ‘dieta de precisão’, que usa a análise genética, análise de expressão e do microbioma do indivíduo para definir os regimes alimentares, temos que voltar aos métodos clássicos: contar com aqueles que nos rodeiam. Que muitas vezes estão na internet. Torcendo pelo nosso sucesso (ou pelo nosso fracasso).

Hackearam a conta do Twitter com maior número de seguidores

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Conseguiram hackear a conta no Twitter da cantora Katy Perry, que conta com mais de 89 milhões de seguidores.

Essa é a conta com maior número de seguidores de toda a rede social. Para vocês terem uma dimensão maior do que isso significa, Katy Perry tem hoje mais seguidores que a conta oficial do Twitter, que “só” possui 55 milhões de seguidores.

O hack se tornou evidente quando a conta oficial de Katy Perry começou a publicar tweets totalmente absurdos e com conteúdos inapropriados, promovendo inclusive o racismo. Isso gerou como resultado comentários que obviamente não vinham da cantora ou do seu gerente de mídias sociais.

Pouco depois das mensagens publicadas, a conta foi recuperada e tudo voltou ao normal, sem maiores problemas. Dado que desde o primeiro momento ficou bem claro o que aconteceu, e nada mais grave parece ter ocorrido, mas com certeza os responsáveis da manutenção da conta aprenderam uma valiosa lição com o episódio, e com certeza terão mais cuidado para evitar que isso se repita.

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Vale lembrar que esta não é a primeira vez que hackeiam uma conta importante no Twitter. Não faz muito tempo que as contas de Justin Bieber, Lea Michele e Britney Spears foram hackeadas, sem falar que a Central de Controle do Twitter nos Estados Unidos também foi atingida por ameaças.

Por enquanto, não está claro como os hackers conseguiram acessar a conta de Katy Perry, mas não há indícios de que a ação foi fruto de um ataque especialmente grande, sofisticado ou organizado. E isso nos leva a pensar que a segurança da conta era deficiente, e um hacker anônimo pode se aproveitar disso.

Via TechCrunch

Aplicativo permite que trolls identifiquem quem está em fotos pornográficas

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Alguns usuários do fórum Dvach (2chan) utilizaram o aplicativo de reconhecimento facial FindFace (que utiliza algoritmos de aprendizagem automática e redes neuronais) para obter os perfis de mulheres que estão em fotos pornográficas nas redes sociais, enviando mensagens para seus contatos, “denunciando a imoralidade da pessoa”.

Os trolls que cometem essa atitude também alegam que as mulheres que produzem material pornográfico são “corruptas e enganosas”. Para isso, eles usaram fotografias protagonizadas por pessoas desconhecidas (por isso sua necessidade em identificá-las), além de algumas mulheres que oferecem seus serviços de acompanhante no site Intimcity.

Vale a pena observar que não precisa ser uma atriz pornô para passar por esse problema: basta que alguém tenha uma foto comprometida (ou em nível profissional, ou que foi roubada e compartilhada, como um Revenge Porn) para que qualquer um desses trolls possa, em teoria, identificar com o FindFace a pessoa, a partir de fotos normais enviadas para as redes sociais.

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A Kaspersky estudou este problema e garante que várias mulheres apagaram suas contas online diante das acusações, e apesar de não sabermos o alcance real do ataque, já temos muitas pessoas afetadas. Por outro lado, o FindFace não acerta sempre: em alguns casos de falsos positivos, o software acusou grandes grupos de internautas de pornografia, sem ter culpa disso.

O FindFace informa que não tem como evitar esse tipo de uso malicioso, mas adverte que distribuir pornografia de forma ilegal na Rússia é um delito, e que eles não se opõem em colaborar com as autoridades para ajudar a identificar os usuários que utilizam sua ferramenta para fins ilícitos. Veremos quando o FindForce começar a funcionar em outras redes sociais (aka Facebook), tal e como se planeja.

Via Gizmodo, Global Voices, Kaspersky

Juiz obriga condenado a divulgar sentença em seu status do WhatsApp

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G.M.P. decidiu colocar no seu status do WhatsApp a mensagem “Não confie em F.S.O.”, um médico de profissão que decidiu processar G., pedindo uma condenação por intromissão em defesa da honra, e uma indenização pelos danos causados. A sentença é uma aviso para quem usa os aplicativos de mensagens instantâneas para atacar outras pessoas, já que o juiz condenou o acusado a uma indenização de 2 mil euros, além de obrigar a deixar a sua sentença no seu status do WhatsApp por 60 dias.

Ou seja, muito cuidado com o que você coloca não apenas no seu perfil de redes sociais, mas também nos aplicativos de mensagens. O status do WhatsApp pode ser visto por qualquer pessoa, e foi essa via que o acusado usou para difamar F.S.O., que decidiu tomar providências. Sua petição inicial era de uma indenização de 10 mil euros e a obrigação do acusado em difundir em seu status a mensagem “F.S.O. é uma pessoa de confiança”.

 

Não foi uma boa ideia

Diante da acusação, o condenado alegou que a frase não teve intenção difamatória mas sim crítica, já que não causou danos ao médico. Porém, o juiz não entendeu assim. Na sua sentença, ele garante que um simples “não confie” não é uma crítica, mas sim uma desqualificação que não está protegida pela liberdade de expressão, afetando a reputação do difamado.

A frase que o condenado teve que publicar no seu status do WhatsApp foi: “Mediante sentença na dada 30-12-2015, G.M.P. foi condenado por intromissão ilegítima à honra de F.S.O.”.

O que fica claro aqui (e que está apoiado em outras sentenças relacionadas com difamação nas redes sociais) é que ainda que alguns pensem que as mesmas redes ou aplicativos de mensagens são uma brincadeira de criança, os danos que podem causar ao usar com outras pessoas são muito sérios.

Realidade Virtual: a plataforma social mais anti-social?

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Nos últimos anos, tivemos mudanças muito importantes no mundo tecnológico, com um forte impacto em muitas frentes. Mas as redes sociais merecem especial destaque, pela forma que interagimos e nos relacionamos com outras pessoas. A próxima grande revolução virá pelas mãos da realidade virtual, que oferece novas formas interação com outras pessoas.

Tal tecnologia abre um novo mundo de possibilidades, mas também coloca dúvidas muito importantes, que podem ser resumidas em uma simples e concisa pergunta: é a realidade virtual a plataforma social mais anti-social?

A resposta é igualmente simples e concisa: do jeito que está hoje, sim.

Basta ver o que implica o uso de um kit completo de realidade virtual e o grau de isolamento em relação ao mundo exterior, isolando o usuário do seu entorno e das pessoas ao seu redor. Um kit de realidade virtual praticamente ‘bloqueia’ a pessoa de tudo o que a rodeia, algo que, combinado com as experiências obtidas com os complementos e acessórios correspondentes, nos permite intuir de forma clara o perigo que é utilizar essa tecnologia sem o mínimo de senso comum.

A interação humana real poderá acabar sendo algo prescindível para muitos, que vão preferir se isolar em seu mundo virtual, uma história que parece coisa de filme de ficção científica, mas que pode acabar se transformando em realidade. Sim, o mundo da realidade virtual é impressionante e cheio de possibilidades, mas… pode essa tecnologia ser social de verdade?

É claro que sim, desde que implementada de forma correta. Mas é evidente que isso ainda não foi alcançado. A ponto de ninguém ver um Mark Zuckerberg entrar em um evento da Samsung, tranquilamente, andando pelos corredores.

Os anúncios do Facebook serão mais difíceis de ignorar

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O Facebook está cheio de anúncios, mas com um pouco de prática é bem fácil ignorá-los. Uma vez que eles não começam com som (a não ser que você clique sobre ele), podemos simplesmente rolar a página para deixar a propaganda no esquecimento. Mas isso pode mudar (e muito) em breve.

O Facebook está empenhado em capturar a atenção do usuário. E não pense que será ativando o som automaticamente nos vídeos (se isso acontecesse, era basicamente uma tentativa de suicídio do próprio Facebook). No lugar disso, eles vão criar uma ferramenta que será capaz de substituir automaticamente os anúncios. Dessa forma, provavelmente você terá que parar pelo menos um segundo para ler o que a propaganda está exibindo.

Se a ideia não te agrada muito, ao menos existe o consolo que a ferramenta ainda vai demorar a chegar, já que por enquanto estão sendo feitos alguns testes com anunciantes, e o que é mais importante: apenas com conteúdos em inglês dos Estados Unidos. A ideia é quanto menos engenhosa, mas a parte mais divertida será ver quais estratégias utilizarão os anunciantes para conseguir que o usuário leia ao menos a primeira frase de seu anúncio.

Via Facebook

Twitter terá uma linha do tempo similar ao Facebook

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O Twitter que conhecemos pode mudar radicalmente. Além da linha de tempo atual, que mostra tweets na ordem de publicação, a rede social estaria testando um sistema para mostrar tweets baseados em um algoritmo, muito no estilo do Facebook.

Isso quer dizer que os tweets que são considerados importantes serão os que vão aparecer na linha do tempo dos usuários, ignorando as mensagens menos importantes.

Não só isso: a mudança poderia acontecer já nessa semana. A boa notícia é que o novo sistema seria opcional.

O Twitter não confirmou essa informação, mas bem sabemos que a rede social está tendo problemas crescentes, e por conta disso precisa buscar novas maneiras de prender os usuários. Esperamos que as mudanças não aconteçam muito rapidamente, e que sempre exista uma forma de personalizar o sistema.

Via Buzzfeed

Facebook Sports Stadium te oferece a emoção esportiva na rede social

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Facebook Sports Stadium

O Facebook apresentou uma nova característica para a sua rede social. O Facebook Sports Stadium é pensado na cobertura de eventos esportivos em tempo real.

Como o próprio nome indica, temos aqui uma fonte de informação esportiva, onde o usuário fica por dentro das notícias relacionadas ao mundo dos esportes em tempo real. Segundo o Facebook, 650 milhões dos seus usuários se declaram fãs de esportes.

O Facebook Sports Stadium também tem o seu componente social, onde além de obter as notícias de forma instantânea, o usuário pode ver o evento esportivo como se estivesse com amigos em casa ou em um bar. Ou seja, desde que o smartphone seja capaz, ele consegue emular a partida com o seu grupo de amigos. Algo bem difícil de se concretizar em um nível virtual.

Os usuários do Facebook Sports Stadium podem alternar entre quatro abas:

1. Mostrar os detalhes básicos da partida, lance por lance (no exemplo dado, um jogo de futebol americano).
2. Recompilar os comentários realizados pelos amigos que estão vendo o jogo, mostrando os mais recentes em primeiro lugar.
3. Exibir comentários de especialistas e comentaristas verificados, jogadores e outras pessoas importantes no universo esportivo ou dentro do esporte acompanhado naquele momento.
4. Ver estatísticas detalhadas do evento.

Porém, no lugar de coletar os dados das redes esportivas oficias, o Facebook fechou um acordo com a empresa Sportradar. Com esta nova característica, eles pretendem oferecer outra perspectiva sobre como acompanhar os eventos esportivos dentro da rede social.

Por enquanto, o Facebook Sports Stadium só está disponível para seguir os jogos da NFL, sendo compatível apenas com o iPhone e habilitado para os Estados Unidos. Novos esportes, plataformas e países devem chegar em um futuro a médio prazo.

Via Facebook

Weibo acaba com o limite de 140 caracteres (antes do Twitter)

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Weibo

O Sina Weibo é uma espécie de “Twitter chinês”, e eles decidiram acabar com o limite de 140 caracteres por mensagem.

A mudança foi confirmada pelo CEO da empresa e entra em vigor no final desse mês de janeiro. O Sina Weibo tem 200 milhões de usuários ativos (500 milhões registrados) e é basicamente uma cópia do Twitter, que é proibido na China (assim como também é proibido o Facebook). As mensagens são limitadas a 140 caracteres, se bem que o alfabeto chinês permite o envio de uma maior quantidade de informação com a mesma longitude.

A partir do dia 28 de fevereiro, a funcionalidade começa a ser adotada no Sina Weibo, com mensagens com até 2 mil caracteres. Se prevê que a norma se implemente de forma geral a todos os usuários até o final de fevereiro. No período de testes, só estará visível a mensagem de 140 caracteres, e o usuário terá que dar um “enter” para ver a mensagem completa.

Por outro lado, o Twitter também confirmou seus planos para abandonar a limitação de caracteres, depois de vários rumores. Porém, não especificou como a mudança vai acontecer: se eles vão estender o limite das mensagens para 10 mil caracteres (como já acontece com os tweets privados) ou se vão aumentar a quantidade de informação a ser publicada sem modificar o limite de 140 caracteres, recorrendo a opções como omitir as hashtags, os nomes de usuário e os links das contas.

Alguns entendem que o limite obriga o usuário a ser breve e criativo, facilitando a leitura e uma conversação mais fluída. Outros acham que o formato atual limita a informação a ser transmitida. Um meio termo pode ser a manutenção dos 140 caracteres visíveis, e um botão “ler mais” para acessar o restante.

E para você? Quantos caracteres deveria ter uma mensagem do Twitter?

Facebook vai te ajudar no rompimento dos seus relacionamentos

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O Facebook lançou em modo de testes uma série de ferramentas para ajudar as pessoas a romperem com os seus ex, podendo administrar a forma que vão interagir com essas pessoas depois do fim da relação.

Essas ferramentas permitem minimizar a presença do nosso ex nas notificações do Facebook, podendo não ver suas publicações em Últimas Notícias e seu nome não será sugerido quando as pessoas escrevem uma nova mensagem ou quando você for etiquetado por amigos em fotos. Também se permitirá limitar o que o ex pode ver, incluindo fotos, vídeos e atualizações de status.

Mas não ao nosso ex, mas à nós mesmos podemos condicionar, além de outras pessoas, podendo indicar quais pessoas tem permissão para ver suas publicações passadas com a ex, assim como a possibilidade de poder retirar as marcações em publicações onde aparecemos com a pessoa com quem nós rompemos.

Por enquanto, esses recursos estão disponíveis apenas nos Estados Unidos e para os aplicativos móveis. O Facebook está aberto a sugestões dos usuários para melhorias. Mesmo com esse recurso, a ideia é sempre não expor demais a nossa vida pessoal nas redes sociais. Uma vez enviado para a internet, é difícil de ser detido.

Via Facebook

Claro oferece Facebook, Twitter e WhatsApp com acesso ilimitado para os clientes pós-pago e controle

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A Claro anunciou ontem (10) que os clientes pós-pagos e controle passam a ter acesso ilimitado ao Facebook, WhatsApp e Twitter, em desconto da franquia de dados.

Antes, a Claro oferecia uma cota adicional exclusiva para as redes sociais, sem interferir na franquia convencional de dados. Agora, mesmo que o cliente esgote o pacote de internet, ele conseguirá se conectar normalmente, através dos três aplicativos oficiais.

Os planos controle foram reformulados, onde todos os clientes terão 300 MB de bônus. Com isso, o plano mais básico passa a contar com 500 MB, e custa R$ 31,90/mês. O plano mais completo tem 900 MB de dados, e custa R$ 71,90/mês.

O plano pré-pago segue inalterado, com uma franquia extra para acesso às redes sociais, que dura enquanto o pacote principal estiver disponível. Existem opções nos valores de R$ 14,90/mês (300 MB), R$ 23,90/mês (600 MB), ou R$ 0,99/dia (50 MB).

Vale lembrar que, no caso do WhatsApp, a transmissão de dados ilimitada permite o envio de mensagens de texto, áudio, imagens e vídeos. As chamadas de voz são descontadas do pacote principal de internet. Para garantir o acesso ilimitado ao Facebook ou Twitter, é preciso utilizar o site móvel desses serviços, ou os seus respectivos aplicativos oficiais.

Via Tecnoblog

Deixar de seguir alguém no Facebook pode ser considerado bullying na Austrália

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A prática de deixar de seguir ou bloquear pessoas no Facebook pode virar caso de justiça na Austrália. Uma sentença da Comissão do Trabalho Justo do país culpa dois usuários da rede social de Mark Zuckerberg de bullying por deixar de seguir como amigo uma colega de trabalho.

O caso é bem peculiar, não só por envolver a rede social, mas também a denúncia de insultos e atos de má fé vindo dos acusados, algo que resultou em ansiedade, depressão e transtornos do sono na vítima. Talvez a protagonista tenha exagerado um pouco, e que não vejamos muitos casos baseados na perda de amizade no Facebook, mas o fato disso tudo ter virado um processo pode ter muita importância nas disputas legais futuras.

Pelo sim, pelo não, recomendo que pense bem antes de adicionar como amigo no Facebook o seu colega de trabalho.

Via CNET