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Apple confirma problemas do Apple Watch com tatuagens

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Agora é oficial: o Apple Watch e as tatuagens não se dão bem. A própria Apple confirmou o desentendimento na sua página de suporte, e deu alguns conselhos e advertências sobre os problemas que os usuários poderiam encontrar caso o seu pulso conte com uma tatuagem.

Até então, a única coisa que o post indicava era um mau funcionamento da correia ou zonas de baixa temperatura, fatores que afetam na leitura do sensor de ritmo cardíaco. Agora, o texto adiciona detalhes sobre a decoração corporal com tinta.

O texto diz que ‘mudanças permanentes ou temporárias na pele, como algumas tatuagens, podemo também afetar no desempenho do sensor do ritmo cardíaco. A tinta e o padrão de saturação de algumas tatuagens podem bloquear a luz do sensor, tornando difícil uma leitura mais confiável’.

A Apple propõe que os usuários afetados com esse problema utilizem sensores externos via Bluetooth, mas essa está longe de ser a solução ideal para muitos usuários.

Via PocketNowApple

 

Virou moda agora? Cliente compra iPhone 6 Plus e recebe Galaxy S Duos!

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Mais um caso de ‘equívoco’ no comércio eletrônico brasileiro. O consumidor Oswaldo Linhares comprou no site do Submarino um iPhone 6 Plus, e quando a encomenda chegou em sua residência, o produto enviado era um Galaxy S Duos, com valor de mercado consideravelmente menor.

Nessa semana, publicamos aqui no blog o incidente que um dos nossos leitores teve com a Ricardo Eletro, ao comprar um Motorola Moto X de 2ª Geração, mas receber um Moto E, com a caixa visivelmente danificada (clique aqui para ler). Agora, temos um caso semelhante, com outro e-commerce nacional.

Oswaldo entrou em contato com o Submarino para relatar o incidente. Realizou a devolução do telefone antes do Natal, e só teve o produto correto entregue nessa semana. O cliente alega que a transportadora realizou três tentativas de entrega do produto, e o mesmo só foi localizado porque o cliente localizou o número da transportadora responsável, para realizar uma nova entrega.

Outros clientes reportam o mesmo equívoco. Tânio Borges relatou no Twitter que ele teria recebido um Galaxy Gran 2 no lugar de um iPhone 6 Plus, comprado na Americanas.com (empresa do grupo B2W, tal como é o Submarino. O produto correto também foi entregue em um momento posterior.

Mesmo que os eventos sejam uma ‘mera coincidência’, é no mínimo estranho que eles estejam aparecendo em um curto intervalo de tempo, e sempre de modo que prejudique e muito ao consumidor. É o caso dos e-commerces nacionais fiscalizarem e reforçarem as medidas que evitem tais incidentes. Afinal de contas, o controle de qualidade é algo essencial para esse tipo de transação, e a confiança do consumidor pode ser seriamente abalada por esses ‘incidentes’.

E, nesse caso específico, convenhamos: beira ao bullying você comprar um iPhone 6 e receber um smartphone da Samsung, não é mesmo?

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Reservas dos novos iPhones começam… com problemas!

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O processo de reserva dos novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus começou a algumas horas na loja online da Apple nos dez países onde os modelos estarão disponíveis a partir do dia 19 de setembro (EUA, Canadá, Austrália, França Alemanha, Hong Kong, Japão, Porto Rico, Cingapura e Reino Unido). Porém, ao que tudo indica, nem a própria Apple estava preparada para a avalanche de pedidos que iria enfrentar.

Durante boa parte das primeiras horas da manhã na Europa (madrugada de hoje no Brasil), o site da Apple nessas regiões ficou inacessível, e os comentários no Twitter deixam clara a frustração daqueles que tentaram fazer a sua reserva.

Parece que a Apple está enfrentando problemas sérios com a sua estrutura online. A transmissão por streaming do evento da última terça-feira (9) teve múltiplos problemas, que não aconteceram pela quantidade de pessoas que estavam assistindo a transmissão. A inclusão de um blog próprio da Apple para o streaming, que por sua vez usava o JSON, fez com que o conteúdo de vídeo não pudesse ser cacheado, e isso provocou uma carga excessiva, complicando a transmissão.

Parece que o mesmo aconteceu com o sistema de reservas, que desapareceu para boa parte dos usuários que esperavam o início do período de reservas o quanto antes, para poder garantir o seu novo iPhone no primeiro dia de vendas. As queixas nas redes sociais foram muitas, e a Apple não se pronunciou sobre o assunto.

Nesse momento, pelo menos por aqui, a loja online da Apple está 100% funcional, onde é possível inclusive fazer uma simulação de reserva. De qualquer forma, esperamos que esse problema não se repita – por exemplo – no dia 17 de setembro, quando o iOS 8 for liberado para os dispositivos compatíveis (duvido que isso não aconteça), ou quando a segunda leva de países receber o dispositivo, em 26 de setembro.

Via BGR

Quando o uso dos notebooks nas salas de aula não é uma boa ideia

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Um colégio em Nova Jersey (EUA) decidiu abandonar o projeto de adoção de computadores portáteis nas salas de aula pelos alunos de 12 a 14 anos do ensino fundamental. O motivo? O projeto se tornou algo “insustentável”.

Um dos engenheiros responsáveis pelo projeto explicou para o The Hechinger Report os problemas que ele e sua equipe enfrentaram. Apesar dos esforços para manter os computadores em perfeito estado de funcionamento, eles tinham que reparar em média seis equipamentos por dia. Os problemas eram os mais diversos, passando por telas quebradas, baterias inutilizadas, infecções por malwares e outros tipos de problemas. Sem falar nos notebooks que voltavam para eles totalmente destruídos.

Foram adotadas nessa escola as tradicionais barreiras de acesso aos sites que os alunos poderiam visitar, mas sempre tem aquele que consegue burlar essas barreiras. Os técnicos do colégio afirmavam que “não há um hacker com mais vontade de burlar do que um jovem de 12 anos de idade com um computador nas mãos”.

Via Ars Technica, The Hechinger Report

Google teria reprovado a Samsung por desenvolver wearables sem o Android Wear

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Nem tudo são flores na relação entre Google e Samsung, principalmente no que se refere à fabricação de dispositivos Android. Porém, quando todos imaginavam que tudo estava superado entre os envolvidos, mais um rumor mostra que a crise nesse casamento continua, e o problema dessa vez está nos dispositivos wearables.

De acordo com o The Information, Larry Page, CEO da Google, teria entrado em contato com os executivos da Samsung na semana passada, reprovando a atenção dada pelos coreanos aos dispositivos Gear 2 e Gear Fit. A Google deseja que a Samsung dê maior atenção aos dispositivos com Android Wear, como o Gear Live.

A Google já havia solicitado à Samsung que não entrasse no mundo dos wearables até que o Android Wear estivesse concluído. E, como vocês bem sabem, isso não aconteceu: não só eles lançaram o Galaxy Gear (com um Android muito customizado), como apareceram os dois dispositivos com Tizen já citados.

Como já era esperado, nenhuma das empresas envolvidas comentam sobre o assunto, mas não será surpresa se tudo isso for verdade. A Google quer que os fabricantes personalizem o Android e Android Wear o mínimo possível, e a Samsung se diferencia das demais com interfaces e opções diferenciadas. É um conflito de interesses difícil de se administrar. Ainda mais quando a Samsung é a maior vendedora de dispositivos Android do mundo, e a personalização do sistema da Google é um dos fatores para esse sucesso.

De qualquer forma, o fato do Gear Live existir é a prova que a Samsung ainda trabalha ao lado da Google, até certo ponto. Mesmo que não seja no ponto que Larry Page gostaria que fosse.

Via 9to5Google, The Information

Bug na Google Play bloqueia apps de pagamento no Android Wear

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Segundo o site Android Police, a Google Play está enfrentando problemas na transferência de alguns aplicativos de dispositivos Android para os novos Android Wear. O inconveniente estaria relacionado com o sistema de codificação utilizado para proteger os aplicativos de pagamento, que apesar de funcionar muito bem nos dispositivos Android, estaria impedindo a transmissão do software via Bluetooth.

Para deixar isso mais claro: depois de uma compra, o usuário recebe o aplicativo para o smartphone, mas não para o relógio (ou outro dispositivo com este novo sistema), pois a codificação impede a visualização do conteúdo do pacote baixado. A solução para esse bug não deve ser de solução muito complexa, mas o problema que causa é grave, principalmente para os desenvolvedores que querem lucrar com o Android Wear, e para os usuários que contam com o direito de usar um aplicativo adquirido pelas vias legais sem maiores atrasos.

Tudo indica que a Google vai corrigir o bug o quanto antes possível, e levando em conta o quão popular que o Android Wear pode ser, é melhor corrigir esse problema o quanto antes. Mesmo.

Via Android Police

Problemas com o iOS 8? Saiba como voltar ao iOS 7

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O iOS 8 é exclusivo para os desenvolvedores, mas sempre existe aqueles que conseguem superar esse “pequeno obstáculo”, buscando formas alternativas de conseguirem a versão beta do programa. E como normalmente acontece, alguns problemas na instalação podem ser detectados, impedindo que o dispositivo utilize o iOS 8 de forma correta.

Os usuários sem um dispositivo ou conta registrada como desenvolvedor que tentam instalar o iOS 8 beta 1 fatalmente vão se deparar com um aviso da Apple – no iTunes e na tela do dispositivo -, alertando que é impossível instalar tal versão, por não ser uma conta aceita, deixando o iPhone, iPad ou iPod Touch em um modo “inútil”.

Com esse aviso, os usuários só ficam com a opção de retornar ao iOS 7. Mas alguns não sabem como fazer isso. Abaixo, temos um breve passo a passo que facilita as coisas, poupando muita gente de algumas dores de cabeça:

1. Coloque o dispositivo em modo DFU (desligue o dispositivo, conecte ao PC ou Mac, pressione o botão de liga/desliga – e o logo da Apple aparecerá na tela; nisso, aperte imediatamente o botão Home, e siga pressionando os dois botões. Quando a tela voltar a apagar, solte o botão de liga/desliga e siga pressionando o Home, até que o computador detecte o dispositivo – em 10 ou 15 segundos -, onde a tela do mesmo ficará apagada.

2. Com isso, o dispositivo está em modo DFU.

3. Conecte o dispositivo em um computador com o iTunes instalado.

4. O iTunes vai mostrar uma mensagem informando que detectou um dispositivo em modo de recuperação.

5. Clique em “Aceitar” nessa mensagem exibida pelo iTunes.

6. Será realizado o download da última versão disponível do iOS (7.1.1); isso pode demorar de acordo com a velocidade de sua internet.

7. Uma vez concluído o download, o iTunes fará todo o trabalho de instalação.

Pronto. Seu iDevice voltou a funcionar com uma versão estável e pública do iOS. Se você teve algum problema no processo, volte ao passo #1 e tente tudo de novo (colocar o dispositivo em modo DFU pode ser algo difícil para algumas pessoas).

Via CNET

Google publica relatório de diversidade entre os seus funcionários, e reconhece problemas

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É a primeira vez que uma empresa gigante como a Google oferece de forma voluntária as estatísticas de diversidade dos seus funcionários. Mesmo sabendo que os resultados podem gerar críticas.

Por exemplo, apenas 17% dos funcionários dedicados ao seguimento de tecnologia são mulheres, e entre os cargos de liderança, apenas 21% são do sexo feminino. Na parte cultural, entre os funcionários nos Estados Unidos, apenas 2% são afro-americanos, e 3% hispânicos. 61% são brancos, e 30%, asiáticos.

A Google afirma que pretende mudar esse cenário para alcançar porcentagens que se aproximam um pouco mais da realidade da sociedade como um todo. Por isso, a publicação dessas estatísticas vai iniciar uma discussão aberta sobre o assunto, principalmente no que se refere às minorias.

Para ajudar a deixar os seus funcionários mais confortáveis, com pessoas similares no convívio diário, a Google informou também que existem grupos sociais de todos os tipos. Por exemplo, mulheres de engenharia, gays, funcionários com idade avançada, com necessidades especiais, hispânicos, veteranos de guera, entre outros.

A medida da Google é corajosa. Demonstra mais uma vez que o mundo da tecnologia não vive em uma sociedade igualitária.

Via New York Times, Google Blog, Google Diversity

Windows XP ainda está presente em mais de 29% dos computadores do planeta

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A Microsoft estaria se preparando para oferecer uma versão mais modesta e gratuita do Windows 8, que permitiria, entre outras coisas, a migração do Windows XP para uma versão mais recente do sistema operacional. O que até agora é um rumor tem uma explicação muito plausível: a quantidade de usuários que ainda estão utilizando o Windows XP, que é considerada muito elevada.

Segundo informa o site Ars Technica, nada menos que 29.53% de todos os computadores do planeta ainda funcionam com o Windows XP. Levando em conta que, a partir do dia 8 de abril, esse sistema operacional não mais vai receber atualizações, a quantidade de usuários que vão terminar com um computador sem proteção é imensa.

A alta porcentagem de computadores que ainda usam o XP é algo preocupante por si só, e isso se torna ainda pior se levarmos em conta que o nível de adoção do Windows 7 ou do Windows 8 é de menos de 1% mensal. Isso quer dizer que os usuários com computadores com Windows XP não estão preocupados, ou possivelmente desconhecem que o seu sistema em breve vai se tornar obsoleto.

Não é nenhum absurdo ver um cenário onde milhões de pessoas acabem sendo vítimas de fraudes e crimes cibernéticos a partir de abril. Por isso, espero que ao menos VOCÊ, que está lendo esse post, comece a ajudar os seus amigos e familiares a mudar de sistema operacional. Afinal de contas, nesse caso, não adianta nada utilizar a estratégia “eu ficando protegido, o resto que se dane”.

Via Ars Technica

Twitter confirma que suas imagens estão sendo censuradas na Venezuela

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Segundo a Bloomberg, o governo da Venezuela está bloqueando as fotos dos protestos ocorridos no país publicadas pelos internautas no Twitter, e a própria rede social confirma essa informação.

O país governado por Nicolás Maduro passam por dias turbulentos, com violentos protestos contra o modelo de governo de um modo geral, e especificamente contra os problemas de abastecimento de produtos básicos. Segundo as fontes internacionais, ao menos três pessoas faleceram nos protestos. E, como em outras manifestações populares ocorridas recentemente em outros locais do planeta, a população está utilizando as redes sociais para divulgar e denunciar o que está acontecendo na Venezuela nesse momento.

O Twitter não esclareceu qual é o mecanismo utilizado pelo governo venezuelano para impedir a publicação de imagens pelos internautas do país. Do mesmo modo, eles não sabem informar se a censura alcançou todos os provedores de internet do país.

Vale a pena ressaltar que não é uma tarefa fácil bloquear o acesso livre à informação na internet. Além de ser algo inaceitável nos tempos de hoje. O Twitter orienta os seus usuários venezuelanos a seguir recebendo atualizações via mensagens SMS, que não contém imagens, mas servem de medida contra a censura imposta pelo governo.

Via Bloomberg
Via Univision
Via Infobae

Uma falha técnica não identificada corrompe os arquivos de jogos do PlayStation 4

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E mais uma vez ficamos com a impressão que, mais do que nunca, ser um “early adopter” de tecnologia significa automaticamente ter a sua participação na indesejável loteria dos problemas técnicos. No caso dos videogames então, essa é uma verdade histórica. Um bom número de proprietários do PlayStation 4 se manifesta em fóruns oficiais da Sony, relatando o seu descontentamento diante da aparição de um bug, cujo efeito é nada menos que o corrompimento de dados armazenados no disco rígido.

Arquivos de instalação e partidas salvas são afetados pelo problema, que impede e execução dos jogos, forçando em algumas ocasiões o usuário reiniciar a partida do zero, eliminando todo o seu progresso (e fazendo com que horas da sua vida sejam jogadas na metafórica lata de lixo).

A causa do problema, identificado pelo console com o código Error CE-34878-0 é algo desconhecido até o momento em que esse post é redigido. O bug afeta múltiplos jogos de diferentes estúdios, e em algumas ocasiões, chega a inclusive inutilizar o próprío console, ao ponto de evitar que qualquer aplicativo seja executado. E, da mesma forma que a origem do problema é desconhecida, a sua possível solução também não foi anunciada. Nem mesmo uma atitude preventiva.

Alguns usuários passam as suas dicas que podem solucionar o problema de modo provisório. Apagar os jogos salvos, ou restabelecer a base de dados está ajudando a vida de alguns, enquanto que outros não conseguem encontrar uma solução definitiva.

Seja como for, a Sony ainda não se pronunciou sobre o assunto, e as primeiras reclamações começam a se acumular nos fóruns do PlayStation desde o último dia 12 de janeiro. Se alguma resposta oficial da Sony aparecer, ou qualquer possível solução permanente for divulgada, compartilharemos a informação com vocês aqui no blog.

Via Joystiq, Comunidade PlayStation na Europa

Um desenvolvedor confessa por que odeia tanto o Nintendo Wii U

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Que o Wii U é pouco querido entre os gamers e especialistas, isso não é segredo para ninguém. E isso também acontece com os desenvolvedores, que demonstram uma receptividade ainda mais fria, basicamente por conta de três elementos: os problemas de desempenho, as funções de internet muito limitadas e as baixas vendas, que dificultam a rentabilidade dos jogos comercializados. Porém, resta a pergunta: como eles chegaram a esse ponto?

Um desenvolvedor anônimo decidiu colocar a boca no trombone, e deu uma entrevista polêmica para o site Eurogamer. Para começar, ele ataca em cheio o desempenho do processador, e afirma que esse elemento foi uma fonte de preocupações desde o começo, mas também passou pela precariedade das ferramentas de programação oferecidas pela Nintendo.

A fonte também ataca sem dó nem piedade a falta de experiência da Nintendo com os serviços online, uma vez que eles esperaram até quase o último minuto antes do lançamento do console para oferecer aos desenvolvedores o acesso para a Nintendo Network. Isso aconteceu pelo fato dos técnicos que atenderam aos desenvolvedores em uma conferência telefônica reconhecerem as dificuldades de criação de uma rede online forte o suficiente para competir com as redes da Microsoft e da Sony, e por conta disso, ofereceram aos desenvolvedores muito pouco acesso à rede do Wii U.

E essa é apenas uma amostra de tudo o que o nosso amigo revelou. Se quiser ler o testemunho na íntegra (em inglês), clique aqui.

Tablets Microsoft Surface 2 e Surface Pro 2 estão sofrendo de problemas de superaquecimento

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Como se já não bastasse o grande problema de não ser tão bem visto no mercado como gostaria que fosse, com um volume de vendas considerado pífio, a nova geração de tablets da Microsoft, representada pelos modelos Surface 2 e Surface Pro 2, agora precisa não só evoluir o conceito do seu produto, mas resolver os problemas que começam a aparecer nos dispositivos.

Diversos usuários dos dois novos tablets da Microsoft estão (no mínimo) frustrados ao constatarem que os novos tablets Surface 2 e Surface Pro 2 estão sofrendo de problemas de superaquecimento enquanto o dispositivo realiza atividades em multitarefa ou roda jogos. Como efeito colateral, a tela tem a sua área de visualização reduzida, até o ponto que o produto se torne inutilizável.

De fato, “era tudo que a Microsoft precisava nesse momento”. Só que não.

Um porta-voz da Microsoft se pronunciou sobre o assunto, afirmando que a empresa já está ciente desse problema, e está trabalhando em uma solução, que estará disponível na próxima atualização do Windows. De acordo com o representante da Microsoft,

Alguns dispositivos Surface podem ter sua área de exibição de tela reduzida em virtude do aumento de temperatura, que é provocado pelo aumento do uso da CPU em intensas atividades – como os jogos. Em alguns cenários, isso não necessariamente acontece. Mas estamos trabalhando em uma atualização para remover essa anormalidade. Você vai receber essa atualização no próximo pacote do Windows Update. Enquanto isso, faça com que o Surface reduza a sua temperatura, deixando o produto inativo por um minuto, ou reduza os níveis de brilho da tela.

Os usuários que testaram essa solução (e que relataram suas experiências em fóruns de internet) informaram que, de fato, a temperatura do dispositivo acaba caindo, e a tela volta ao normal. Porém, essa não é a melhor solução. Entendo que o melhor para a Microsoft é, de fato, acelerar ao máximo o envio dessa atualização, para tornar as coisas mais práticas para o já seleto grupo de compradores de tablets Surface.

Antes que esse grupo fique ainda menor, por conta da insatisfação com o produto.

Via The Register, Phone Arena

Google e HP retiram do mercado o Chromebook de 11 polegadas, depois das reclamações dos usuários

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Os Chromebooks parecem ser ótimos dispositivos, não apenas por oferecerem características aceitáveis e um uso bem prático, msa também pelos preços bem competitivos. Infelizmente, para aqueles que pensavam em adquirir um desses novos Chromebooks de 11 polegadas da HP, temos uma má notícia: a comercialização do modelo foi interrompida, por razões técnicas.

A Google explica que tomou essa decisão “depois de receber um pequeno número de reclamações de usuários com carregadores que se danificaram, por causa de um processo de superaquecimento”.

Google e HP pediram para que os proprietários dos Chromebooks de 11 polegadas deixem de utilizar o adaptador elétrico, incluindo com ele o produto, e substituam por um “carregador microUSB certificado pela Underwriters Laboratories”.

Agora, os usuários devem ficar na espera que a solução apareça de forma breve, uma vez que o investimento feito nesses equipamentos (US$ 280) ainda é considerável, mesmo para pessoas que querem um computador que basicamente se conecte à internet o tempo todo, em qualquer lugar.

Via The Verge

Apple também reconhece problemas no teclado e no trackpad do novo MacBook Pro de 13″

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MacBook Pro Retina - Apple também reconhece problemas no teclado e no trackpad do novo MacBook Pro de 13"

Se você é um daqueles que estão esperando com muita ansiedade para colocar as suas engorduradas mãozinhas em um MacBook Pro Retina de 13 polegadas e processador Intel Haswell… eu te entendo. Porém, infelizmente (e mais uma vez), os early adopters vão pagar o preço por serem os primeiros a comprarem o produto. Motivo: problemas no novo computador, típico das primeiras levas de qualquer produto.

A Apple reconheceu publicamente que uma falha de origem indeterminada pode bloquear o teclado e o trackpad do computador portátil, transformando o mesmo (de forma temporária) em um belo peso de papel gigante revestido de alumínio. Alguns usuários que já receberam o novo computador garantam ter despertado os seus novos MacBook Pro fechando a tela durante um minuto ou forçando uma reinicialização do equipamento (depois que o mesmo apresenta os problemas de inoperância de teclado e trackpad), porém, o problema persiste.

Seja como for, a Apple considera como válida a reclamação desses clientes, e informou que está trabalhando em uma atualização, que deve solucionar esse contratempo, que pode acontecer “em circunstâncias excepcionais” (segundo palavras do pessoal de Cupertino). Até a publicação da correção, o conselho que a equipe técnica da Apple passa aos consumidores afetados é forçar uma hibernação de até um minuto, para verificar se os computadores afetados conseguem despertar em plenas condições de uso.

Via CNET