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Bose processa a Beats por violação de patentes

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A Bose está processando a Beats por uma suposta violação de patentes, mais especificamente uma apropriação indevida da tecnologia de cancelamento de ruído da Bose aplicada nos fones Beats Studio. Curiosamente (ou não) a ação só foi iniciada depois da empresa de Dr. Dre ser adquirida pela Apple.

Este não é o único processo enfrentado pela Beats. David Hyman, fundador da MOG, ainda espera receber os seus mais de US$ 20 milhões correspondentes à parte da compra milionária feita pela Apple.

Nem Apple, nem Beats falam sobre o assunto, mas estamos atentos para saber como vai terminar essa história.

Via Priorsmart

Microsoft começa a esboçar o seu smartwatch

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A Google quer o mercado de smartwaches, através do Android Wear. Já deu o seu primeiro tiro, com modelos da LG e Samsung (além do Moto 360, que chega no segundo semestre). A Apple não deve demorar muito para apresentar o tão especulado iWatch, e os fabricantes menores (como a Pebble) já conquistam o público. Pois bem… e a Microsoft? É claro que eles não ficarão de fora do mercado de relógios inteligentes.

Por enquanto, não há detalhes finais oficiais. Porém, a Forbes publicou a algumas semanas os primeiros detalhes, e agora, um conjunto de patentes da Microsoft relacionados com os smartwatches foi publicado pelo site WMPowerUser, e rapidamente se espalharam pela web.

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As imagens falam por si, mostrando exemplos de como pode ser a interface e alguns serviços e funcionalidades. Um dispositivo para o pulso, com tela retangular, conectividade com o smartphone ou computador, e a possibilidade de utilizá-lo como navegador GPS, para enviar mensagens de texto, como dispositivo de leitura ou como um monitor de atividades. Os próprios desenhos nos oferecem uma ideia de como pode ser a interface, apesar que em vazamentos anteriores sempre existiram importantes mudanças sobre a versão final do software.

As duas patentes encontradas foram publicadas em 26 de junho, mas datam de dezembro de 2012. Muito além dos produtos finais que podem vir dessas ideias, também é importante destacar a guerra de patentes que acontece hoje nos smartphones podendo se repetir nos smartwatches.

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Os rumores sobre um smartwatch da Microsoft já são de longa data, e não deve demorar muito para ver o primeiro produto da gigante de Redmond nesse segmento. Eles bem sabem que, se eles demorarem para chegar ao mercado, eles podem cair no esquecimento. Vamos aguardar pelos próximos acontecimentos.

Via Tech Radar

Samsung foi líder em registro de patentes para smartphones em 2013

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O ditado é antigo, mas é sempre bom repetí-lo: é melhor prevenir do que remediar. E foi exatamente isso que a Samsung fez. Os coreanos registraram 2.179 patentes relacionadas com a telefonia móvel em 2013, o que a torna líder nesse segmento. Essa liderança é ainda maior, se considerarmos outras patentes de outros campos da tecnologia, como o dos materiais semicondutores e as tecnologias inteligentes.

O relatório “2014 State of Innovation Report” da Thomson Reuter mostra como a Samsung lidera várias das listas de registros de patentes de tecnologia, especialmente naquelas relacionadas ao segmento de telefonia. Na ásia, A LG (1.678) e a Sony (1.071) completam o pódio, enquanto que nos Estados Unidos, as primeiras posições são ocupadas pela Qualcomm (1.383), BlackBerry (854), Intel (697) e Apple (647). Ou seja, a região da Ásia/Pacífico é mais ativa no registro de patentes do que os norte-americanos.

O relatório destaca as “modestas mudanças” que aconteceram na área de patentes no continente asiático, onde a China está fazendo a transição de ser uma economia de produção para ser uma líder em inovação. A indústria chinesa tem o objetivo de registrar nada menos que 2 milhões de patentes em diferentes campos a cada ano, e em 2013, o registro de patentes cresceu em 26.3%, superando em número total os Estados Unidos e o Japão mais uma vez (a primeira vez que isso aconteceu foi em 2011).

Para ler o relatório completo do “2014 State of Innovation”, clique aqui (atenção: link com arquivo em PDF).

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Via ZDNet

Como a Microsoft ganha milhões por ano graças ao Android?

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Um dos segredos mais bem guardados do mundo da tecnologia foi revelado: as patentes da Microsoft relativas ao Android, com as quais a gigante de Redmond lucra milhões de dólares por ano. A Microsoft conta com centenas de patentes de software, por las quais cobra os fabricantes a cada unidade vendida de smartphone Android. Até agora, essas patentes eram secretas, mas documentos revelados pela China explicam em detalhes quais são.

O Ministério do Comércio Chinês (MOFCOM) publicou uma lista de 310 patentes sobre as quais a Microsoft pode exigir pagamentos de direitos no conceito de licenças aos fabricantes de smartphones Android. Os documentos apareceram por conta da revisão e aprovação do governo chinês no processo de compra da divisão móvel da Nokia pela Microsoft, e revelam informações que até agora a Microsoft preferiu manter em segredo.

Das 310 patentes, 127 são patentes da Microsoft que, de acordo com a própria empresa, estão implementadas em smartphones Android. Algumas dessas patentes a Microsoft já utilizou em 2011 para processar a rede de livrarias Barnes & Noble sobre o uso do Android no seu tablet Nook. São patentes técnicas de software que fazem referência, por exemplo, ao uso de “estado de carga em um navegador hipermídia dentro de uma tela de espaço limitado”, ou a “janelas de controle para o uso do dispositivo por menores de idade”.

Não sabemos quanto a Microsoft lucra com essas patentes, mas algumas estimativas apontam que são, pelo menos, US$ 1 bilhão por ano. Já outros afirmam que esse valor pode ser superior aos US$ 2 bilhões anuais. De qualquer forma, é um negócio valioso, se levarmos em conta que está baseado apenas nas licenças por propriedade intelectual. E como as vendas de smartphones Android não param de crescer… imagine o quanto a Microsoft lucra sem fazer esforço algum.

Você pode conferir o documento na íntegra clicando aqui.

Via ArsTechnica

A guerra continua: Apple busca retirar do mercado nova lista de gadgets da Samsung

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A Apple apresentou na última sexta-feira (23) vários documentos relacionados com o julgamento de violação de patentes concluído na Califórnia no começo desse mês. Na ocasião, o juri determinou que a Samsung infringiu três das patentes da Apple, e que a Apple havia infringido uma patente da Samsung.

Baseado nesse resultado, a Apple pede que os dispositivos da Samsung que violam suas patentes de “links rápidos”, “slide to unlock” e “correção de textos automáticos” não possam ser vendidos. Na lista de produtos estão os seguintes modelos:

– Admire
– Galaxy Nexus
– Galaxy Note
– Galaxy Note II
– Galaxy S II
– Galaxy S II Epic 4G Touch
– Galaxy S II Skyrocket
– Galaxy S III
– modelos da linha Stratosphere

Os novos dispositivos da Samsung não faziam parte do julgamento, mas os advogados da Apple fizeram referência à eles, assim como os dispositivos futuros, durante a apresentação da última sexta-feira. Afirmam que a proibição deveria ser aplicada “a qualquer software ou código capaz de implementar qualquer um dos itens infringidos”.

Os advogados da Apple mais uma vez usam a expressão “a empresa sofrerá um dano irreparável”, caso a Samsung siga utilizando as características patenteadas, e que “os danos monetários não podem compensar adequadamente a Apple por esse dano irreparável resultante”.

No julgamento concluído no começo do mês de maio, a Samsung foi condenada a pagar “apenas” US$ 119.6 milhões, valor que é muito menor que os US$ 2.2 bilhões solicitados pela empresa de Cupertino. Sem falar nos US$ 158.400 que a Apple deve pagar para a Samsung por utilizar sem autorização o método patenteado de organização de fotos e vídeos em pastas. A Apple pediu um novo julgamento parcial pelas perdas e danos.

Via CNET

Google registra patente de smartphone que se conecta ao notebook, no estilo Atrix

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Muitos de vocês certamente se lembram do Motorola Atrix, um smartphone que contava com a peculiaridade de, uma vez acoplado na carcaça de um portátil especial, oferecia uma experiência pensada para tarefas de produtividade no computador portátil. O conceito foi repetido algumas vezes, com destaque para os modelos ASUS Padfone (Infinity), e agora, pode ter um novo protagonista, com essa nova patente registrada pela Google.

A gigante de buscas da internet patenteou o mecanismo que caracteriza os chamados “smartphones conversíveis”. A patente fala de um “computador portátil e conectável a um smartphone”, o que daria a dita conectividade, oferecendo também o desempenho. O que não está claro é que essa patente possui alguma relação com algum produto real. Até porque o registro de uma patente não quer dizer necessariamente que temos novos produtos a caminho, mas sim uma garantia de poder utilizar essa mesma tecnologia no futuro, se quiser (ou processar alguém que a use de forma indevida).

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Mesmo assim, a ideia da Google pode ser uma virada nessa convergência que tanto se fala nos últimos tempos, e que poderia unir pela primeira vez o Android ao Chrome OS, ainda que as duas plataformas pareçam ter o seu futuro garantido e independente, se levarmos em conta as últimas declarações dos diretores da Google.

A ideia parece ter sentido, já que os Chromebooks justificam a sua razão de ser quando conectamos na internet, e nem sempre existe um WiFi por perto. Nessas horas, temos o tethering como recurso opcional, mas ter essa nova modalidade para reaproveitar nosso smartphone e transformá-lo em um “Chromebook” seria algo interessante. Veremos se a história fica por aí, ou se a Google realmente vai aproveitar essa ideia.

Via GigaOM, USPTO

Samsung, Google e Apple agora brigam por patentes relacionadas ao grafeno

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Se nas questões relacionadas aos dispositivos móveis as gigantes Google e Apple chegaram a um acordo (deixando a Samsung de fora), quando se trata do grafeno, material que (quase) todos consideram sinônimo de ouro no futuro, a briga já começou.

Samsung, Apple e Google estão garimpando um verdadeiro arsenal de patentes relacionadas ao grafeno. É o que afirma a Bloomberg, onde podemos destacar que os dispositivos vestíveis (ou wearables), que são os principais beneficiados por esse material, cresceram em relevância para essas empresas, que querem aproveitar todo esse potencial.

A Samsung parece levar certa vantagem nas reservas de patentes. Os sul-coreanos já contam com 405 patentes publicadas com o material, de acordo com a Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido. Nos Estados Unidos, eles registraram 38 patentes em 2013, 17 das quias citando em algum momento a palavra “grafeno”.

A Apple possui ao menos duas patentes relacionadas com o material, enquanto que empresas como IBM e Foxconn também começaram a registrar patentes relacionadas ao grafeno. Sua resistência, flexibilidade, transparência e condutividade são ideais para a utilização em futuras telas touch flexíveis, por exemplo.

E isso muito interessa para todos os fabricantes. Pense em um Google Glass com esse material, e com menor custo do que o atual, sem falar nas melhorias que o acessório pode receber por conta de suas propriedades.

Via Bloomberg

Foxconn vende para a Google patentes relacionadas com o segmento de telecomunicações

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Todo mundo conhece a Foxconn. A fabricante, oficialmente conhecida como Hon Hai Precision Industry Co., que entre outras coisas, é parceira fundamental da Apple em vários modelos do iPhone. O que você não sabe é que essa mesma Foxconn tem em suas mãos muitas patentes de tecnologia de telecomunicações. Pois bem, segundo o Wall Street Journal, a Foxconn vendeu um conjunto de patentes com tais tecnologias para a Google, por um valor desconhecido.

O acordo reforça o próprio catálogo de patentes da Google, que há muito tempo trabalha nessa estratégia – vide a compra da Motorola -, para evitar ataques como o que a Apple está realizando contra a Samsung, e que a própria gigante de Mountain View se viu envolvida em favor de sua parceira.

De acordo com a empresa Envision IP, especializada na análise do mercado de patentes, a Foxconn foi uma das 20 empresas com mais patentes em 2013 nos Estados Unidos. Eles indicam que os asiáticos pediram 128.400 patentes nos seus anos de atividade, e que já concederam mais de 64.300 patentes em todo o planeta.

Nem Foxconn, nem Google falam sobre o acordo, mas fica clara a intensão da dona do Android de se proteger contra possíveis processos judiciais de violação de patentes e, quem sabe, contra-atacar com novos produtos ao seu já muito nutrido catálogo.

Via WSJ

Google vai apoiar economicamente a Samsung na sua batalha legal contra a Apple

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A eterna batalha legal entre Apple e Samsung continua, com novidades. E-mails revelados pelos advogados da Apple indicam que a Google ofereceu para a Samsung a cobertura de parte dos danos econômicos que o mais recente julgamento pode causar (em caso de nova derrota dos coreanos). Além disso, a Google também cobriria parte dos custos judiciais, principalmente ao que se refere a duas das cinco patentes que a Apple afirma que a Samsung violou.

James Maccoun, um dos advogados da Google, confirmou que a empresa ajudaria a Samsung como parte do chamado Mobile Application Distribution Agreement, que permite aos coreanos a pré-instalação de aplicativos da Google em seus dispositivos Android. James não revelou detalhes sobre os valores exatos ou porcentagens que a gigante de Cupertino estaria disposta a pagar.

A Apple exige o pagamento de US$ 2.2 bilhões como danos e prejuízos pela violação de cinco patentes, enquanto que a Samsung estaria disposta a pagar US$ 7 milhões ao admitir que teria violado duas dessas cinco patentes.

Via Re/code

Apple quer que Samsung pague US$ 2.2 bilhões pela violação de cinco de suas patentes

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A batalha legal entre Apple e Samsung continua, apesar dos avanços feitos em julgamentos anteriores. Agora, sabemos que a Apple pede uma compensação financeira de US$ 2.2 bilhões, por danos e prejuízos causados pela violação de cinco de suas patentes.

Christopher Velluro, especialista em cálculo econômico contratado pela Apple, indica que as patentes afetam a mais de 37 milhões de smartphones e tablets vendidos pela Samsung entre agosto de 2011 e o final de 2013. Velluro testemunhou no quinto dia do julgamento que acontece na Corte do Distrito de San José, Califórnia (EUA), e indicou que a quantia é justificada pelo alcance e o momento em que a violação das patentes aconteceu, uma vez que o mescado de smartphones estava “em um profundo momento de mudanças e crescimento”.

O economista também destaca que a violação “teve um dramático efeito na Apple, e a compensação é, portanto, substancial”. Ainda quero entender o que ele quis dizer com “dramático efeito”, uma vez que a gigante de Cupertino quebra recordes atrás de recordes em vendas de iPhones por trimestre, gerando lucros que animam a todos os acionistas da empresa.

Vale lembrar que “dramático efeito” não pode ser confundido com “perdemos a chance de lucrar mais”. Isso, em qualquer mundo civilizado, é chamado de “ganância”.

Os advogados da Samsung qualificaram a proposta econômica da Apple como “exagero intolerável”, que “superestima amplamente” o alcance do processo por violação de patentes. Os coreanos até comparam esse valor com os US$ 7 milhões que a própria Samsung cobra da Apple pela suposta violação de patentes de software em seus dispositivos.

Via WSJ

Lobby contra eliminação das patentes unem gigantes como Apple, Microsoft, Ford e IBM (entre outras)

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Sete gigantes da tecnologia, da automação e da indústria farmacêutica se uniram em um esforço para defender o estado atual da legislação que os Estados Unidos mantém na hora de regular as patentes. Apple, Dupont, Ford, GE, IBM, Microsoft e Pfizer formam a chamada Partnership for American Innovation (PAI), um consórcio que tem um único objetivo: se opor aos esforços que querem tornar o software e a biotecnologia áreas não patenteáveis.

A Suprema Corte dos Estados Unidos está estudando um caso sobre patentes de software que pode resultar em uma mudança radical nas leis de patentes. Empresas de tecnologia como o Twitter – que a algum tempo anunciou que só usará as suas patentes em sua defesa -, Netflix, LinkedIn, GitHub ou Yelp já remeteram à esse órgão um documento em que defendiam que “a inovação se produz, apesar da existência de patentes de software, não por ela”.

A reforma proposta na chamada Innovation Act foi apoiada por empresas como Google e Cisco, algo que não é estranho, se levarmos em conta o caso da Google a atual guerra de patentes que provocou o pagamento de milhares de milhões de dólares por licenças relacionadas ao Android. Não só ela, mas desde já, um grande número de empresas que desenvolvem produtos baseados nessa plataforma.

Um debate que está longe de chegar ao fim

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O mercado de patentes nos Estados Unidos é algo frenético: tudo é patenteável, o que faz com que intensas batalhas legais emerjam o tempo todo. O Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos Estados Unidos (USPTO) está simplesmente lotado de registros.

O debate sobre o assunto não é algo novo: as patentes visam proteger o inovador, evitando cópias indiscriminadas, mas também se critica o fato que, em muitos casos, as patentes desaceleram ou degradam o ritmo da inovação.

Enquanto que nos Estados Unidos essas patentes de software são utilizadas há muito tempo, na União Europeia, o assunto gerou uma grande mobilização midiática e social, e na prática, as patentes de software não existem por lá. Não obstante, o certo e que se siga conhecendo patentes e projetos de softwares que tratam de disfarçar-se através da necessidade da interação do software com o hardware.

Logo, esse novo capítulo protagonizado pelo consórcio formado por essas gigantes promete ser apenas mais um, de um grande debate que, aparentemente, não terá fim.

Via Reuters, Partnership for American Innovation

Nova patente da Apple visa evitar que você trombe com um poste enquanto escreve mensagens no smartphone

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Já aconteceu com muita gente: a pessoa vai caminhando enquanto escreve uma mensagem de texto, e se esquiva do poste no último segundo. Ou termina no chão ao perceber que a calçada acabou. Pois bem, a Apple quer resolver esse problema de uma vez por todas.

A gigante de Cupertino registrou uma patente que contempla transformar o seu iPhone em uma janela transparente, enquanto você escreve ou lê a sua mensagem, evitando assim os acidentes. A ideia em si é bem simples: substitui-se o fundo do aplicativo por uma imagem captada em tempo real pela câmera traseira, de modo que você possa ver tudo o que acontece na sua frente enquanto a mensagem é lida ou escrita.

Essa solução já foi vista em alguns aplicativos avulsos, mas a Apple pretende incorporar o recurso de forma nativa no iMessage em um suposto futuro próximo. E, cá pra nós: a Humanidade agradece.

Via Cult of Mac

Apple quer conhecer melhor os seus hábitos de uso, para melhorar a bateria do seu iPhone

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Segundo o site AppleInsider, a Apple registrou uma patente de um método que poderia utilizar no futuro uma análise de nossos hábitos de uso do smartphone, os aplicativos e como os utilizamos, momentos do dia que mais precisamos de determinados serviços, e adaptar essas características ao dispositivo, ajustando recursos como potência ou brilho da tela  da melhor forma possível, com o objetivo de otimizar a autonomia de bateria do dispositivo.

Desta forma, se o smartphone detecta que, naquele horário, a sua capacidade de bateria caiu demais e não esperava que isso isso acontecesse (através da análise de nosso histórico), ele poderia ajustar alguns aspectos do dispositivo para tratar de manter a possibilidade de uso tradicional que fazemos do nosso smartphone.

A combinação dessas informações sobre o uso que damos a cada momento ao dispositivo, combinado com os dados de diferentes sensores do smartphone seria a “fonte de sabedoria” que a Apple considera nessa patente, que pode melhorar a duração da bateria, tornando o processo individual e personalizado.

Estes modos especiais de economia de energia, voluntariamente em geral e quando a carga sofre uma queda brusca, são funcionalidades que diferentes marcas estão oferecendo, e até agora com bons resultados. Vamos ver se a iniciativa da Apple finalmente se materializa. O usuário agradece.

Via AppleInsider, BGR

Apple quer que Samsung pague US$ 40 por cada dispositivo Android vendido, por conta de licenciamento de patentes

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Segundo informa o site FOSS Patents, Apple e Samsung seguem envolvidas em suas disputas legais. Dessa vez, a empresa de Cupertino quer que os sul-coreanos paguem royalties por cada smartphone que eles venderem. E não é um valor baixo, acredite.

A Apple quer que a Samsung pague nada menos que US$ 40 por cada smartphone ou tablet que os coreanos venderem. Tal valor é correspondente aos valores de cinco patentes de propriedade da Apple, que a Samsung estaria utilizando em seus dispositivos sem pagar os respectivos valores de licenciamento.

A notícia publicada por Florian Müller na FOSS Patents recorre à transcrição de uma ação empreitada no dia 23 de janeiro na Corte do Distrito Norte da Califórnia, onde no dia 31 de março começa um julgamento para decidir as repercussões econômicas da suposta infração de várias patentes por parte da Samsung.

Os coreanos teriam violado pelo menos cinco patentes da Apple, relacionadas com a marcação de número telefônicos, buscas unificadas, sincronização de dados, a função de deslizar para desbloquear, e o sistema de auto-completar palavras.

O valor de US$ 40 por dispositivo pode parecer elevado demais (e, de fato, é), o que pode fazer com que o preço dos tablets e dispositivos da Samsung recebam um aumento considerável. E considerando a quantidade de dispositivos que a Samsung vende por ano, podemos concluir que a Apple só busca uma coisa com a medida: dinheiro.

Ainda não sabemos os desdobramentos que o assunto pode tomar, e nem mesmo se o caso vai seguir adiante nos tribunais norte-americanos. Só entendo que, nesse caso, será no mínimo razoável que as duas empresas entrem em um acordo sobre o assunto. Se bem que, particularmente, acho muito pouco provável que a Apple consiga arrancar os tais US$ 40 por cada dispositivo vendido pela Samsung. Até porque, até onde consta, essas seriam (na teoria) as patentes mais caras da história.

Mas na prática, isso está bem longe de ser verdade.

Via Slashgear

Patente da Samsung prevê transformar as mãos do usuário em teclado QWERTY

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Ao que parece, a Samsung está trabalhando em uma alternativa ao Google Glass. Mais uma evidência disso está na patente daquele que seria um dos componentes diferenciais para essa proposta. A patente mostra um sistema de introdução de texto, que com a ajuda de um sistema de realidade aumentada, projeta um teclado virtual sobre as mãos do usuário.

O diagrama do conceito (que você pode ver na foto desse post) mostra como a Samsung conseguiu incluir 26 letras do alfabeto em inglês nas duas mãos do usuário, algo que, teoricamente, oferece um eficiente sistema de introdução das letras. Com isso, os polegares ficam livres para poder pressionar essas teclas virtuais.

Ainda que essa ideia pareça no mínimo curiosa, parece ser muito pouco prática e incômoda. Ainda mais quando os sistemas de comandos de voz e reconhecimento de texto estão na ordem do dia. A patente da Samsung argumenta que os comandos de voz tem limitações por conta da “baixa precisão do reconhecimento em ambientes com ruído”, mas não parece ser argumentos muito consistentes para esse sistema.

Sem falar que a Google já registrou uma patente similar no ano passado.

Via BGR

Google e Samsung abrem reclamação formal na China contra o acordo entre Microsoft e Nokia

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A compra da Nokia pela Microsoft parece estar prestes a ser finalizada: os órgãos reguladores da Europa e dos Estados Unidos já aprovaram o negócio, mas ainda existem alguns importantes países que precisam aprovar esse processo de aquisição. Entre eles, um especialmente relevante: a China.

Vários adversários da Nokia e da Microsoft se uniram para dificultar o negócio no país asiático, entre eles Samsung, Google, Huawei e ZTE. Todos eles protestam conjuntamente contra um acordo que, segundo eles, poderia ter como resultado o aumento dos valores pagos nas licenças pelo uso de patentes.

De acordo com a Bloomberg – que citam fontes próximas às negociações – foi solicitado que esse acordo não afete as atuais licenças por patentes em poder da Nokia, das quais agora a Microsoft “poderia abusar” do seu direito de cobrança, segundo informa o diário econômico.

Os representantes da Google e da Samsung negam ter se unido para protestar junto às autoridades reguladoras da China, mas as fontes consultadas pela Bloomberg informam que o governo do país asiático deverá impor condições para garantir a livre concorrência no país.

Via Bloomberg

Apple e Samsung NÃO resolvem suas diferenças, e a “Guerra de Patentes” deve continuar

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Você ficou sabendo aqui mesmo no TargetHD que Tim Cook, CEO da Apple, e Oh-Hym Kwon, CEO da Samsung, teriam concordado em se reunir antes do dia 19 de fevereiro, para tentar chegar a um acordo “pacífico” sobre as patetes utilizadas no design e fabricação de seus smartphones, evitando assim que o caso seguisse na justiça.

Pois bem, alguns meios de imprensa norte-americanos afirmam que Tim Cook e JK Shin (este último presidente executivo da divisão de dispositivos móveis da Samsung) tiveram uma reunião há poucos dias nos Estados Unidos, e que esse encontro parece não ter resultado a um denominador comum.

O site GSMArena informa que um representante da Samsung não quis confirmar se os dois diretores teriam se encontrado e, por tableta, o resultado desse encontro. Mas uma coisa já pode ser considerada certa: o juizado de San José definiu o dia 19 de fevereiro como o prazo limite para que as duas empresas chegassem a um acordo pacífico.

Ou seja, se antes da próxima quarta-feira Apple e Samsung não resolverem as suas diferenças sobre as patentes de seus smartphones, a Samsung pode se ver obrigada  a pagar par a Apple nada menos que US$ 930 milhões. Talvez a questão monetária pode estar chegando ao fim, mas muito provavelmente esse assunto não se encerrará tão cedo.

Vamos esperar por notícias sobre esse tema nos próximos dias.

Via GSMArena

Não haverá um novo julgamento no caso da Apple contra a Samsung

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A juíza Lucy Koh, que cuida do processo imposto pela Apple contra a Samsung, negou a possibilidade de repetir o julgamento, tal como solicitava os advogados da empresa coreana. Dessa forma, o caso é dado (teoricamente) como encerrado nos tribunais.

A possibilidade de repetição do julgamento era (provavelmente) a última esperança da Samsung para se livrar de uma das maiores multas já impostas nos Estados Unidos pelo crime de infração de batentes. Depois de revisada inicialmente por diversas falhas cometidas pelos jurados, a Samsung deverá pagar US$ 888 milhões para a Apple, no lugar dos mais de US$ 1 bilhão exigidos inicialmente.

A Samsung não será a única a sair prejudicada por essa decisão. A juíza Koh também reviu o fato dos advogados da gigante de Cupertino terem enfatizado a condição da Samsung de empresa estrangeira, buscando despertar no júri um sentimento nacionalista, algo considerado muito pouco apropriado.

As palavras do advogado da Apple durante a revisão parcial da sentença, que reduziu o valor a ser pago pela Samsung foram:

Quando eu era jovem, sonhava em ver TVs fabricadas nos Estados Unidos. Magnavox, Motorola, RCA. Essas eram empresas reais, amplamente conhecidas e famosas. Eram os criadores, Eram os inventores. Eram como a Apple e a Google de hoje. Mas não protegeram a sua propriedade intelectual. Não puderam proteger suas ideias. E sabemos bem o resultado disso: não há fabricantes norte-americanos de televisores.

A exposição nacionalista da Apple foi explorada pela Samsung para pedir a repetição do julgamento, mas Koh não considerou esse um argumento suficiente para começar todo o processo do zero. No lugar disso, a magistrada solicitou ao júri que evitasse que qualquer pré-julgamento afetasse a sua decisão, observando que o argumento da Apple era algo “preocupante”, e com a capacidade de “ser percebido como se buscassem um prejuízo através do critério racial ou étnico” dos membros do júri.

Via Re/code

Nokia e HTC fecham acordo de licenciamento recíproco de patentes

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Nokia e HTC encerraram os seus conflitos nos tribunais com um acordo de licenciamento que permitirá que as duas empresas compartilhem entre si os seus respectivos catálogos de propriedade intelectual.

O embate chegou ao ponto da HTC ser ameaçada de ter que retirar alguns dos seus modelos do mercado. Como é comum nesses casos, os termos do acordo só são conhecidos pelos executivos das duas empresas e pelos seus respectivos advogados. Tudo o que fica claro no comunicado oficial é que a HTC pagará à Nokia pelo uso de várias patentes em disputa, assim como haverá algum tipo de cooperação relacionada com as patentes da HTC sobre as tecnologias LTE, além de explorar futuras oportunidades de colaboração entre as duas empresas.

As duas empresas saem ganhando com esse acordo, e não apenas nos custos legais. A concorrência, que perde tempo com litígios nos tribunais (que, em muitos casos, não levam a lugar nenhum), não percebe que tanto a Nokia como HTC estão lutando para se manterem vivas no mercado.

Também é preciso levar em consideração que a divisão de mobilidade da Nokia está prestes a ser absorvida pela Microsoft, e provavelmente a gigante de Redmond quer começar uma vida nova com a HTC. Até porque ela pode ser uma futura aliada na expansão do Windows Phone.

Via Nokia

Samsung e Cisco fecham acordo de compartilhamento de patentes

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Samsung e Cisco acabam de fechar um acordo de compartilhamento de patentes, que terá vigência pelos próximos dez anos, que encerra eventuais divergências judiciais entre as duas empresas.

O acordo vai além de evitar processos. Ao compartilhar tais patentes, Samsung e Cisco pretendem pavimentar o caminho para o desenvolvimento de novos produtos. De acordo com Dan Lang, diretor da Cisco que vela pela propriedade intelectual da empresa, “a inovação está muito presa em diversas oportunidades ao ambiente de litígios”, e as duas empresas querem evitar isso.

Para a Samsung, é um obstáculo a menos. Porém, ainda falta resolver as suas diferenças com a sua maior rival (aka Apple). Saberemos ainda nesse mês se eles vão conseguir êxito nessa empreitada.

Via Samsung