Arquivo para a tag: lollipop

Lollipop assume a liderança no Android

by

android-robot

A Google acaba de atualizar as suas estatísticas mensais das versões de Android por cota de mercado, e o cenário de fragmentação continua, apesar de alguns avanços serem registrados.

O principal destaque é que o Lollopop ultrapassou o KitKat, sendo agora a versão mais popular do Android. Na parte baixa, estão as versões do Froyo em diante (antes não se contabilizava essas versões quando ficavam com menos de 1%), incluindo o Gingerbread e Ice Cream Sandwich, que poderíamos dar como sistemas obsoletos, mas que alcançam 5% de cota. Na terceira posição é a Jelly Bean, com 22%.

A tendência nesse sentido não é de todo negativa, pois a grosso modo os usuários seguem utilizando as versões mais recentes do Android. A cota somada do KitKat com o Lolllipop é de 70%. Por outro lado, apesar de um progresso notável (dobrou a sua cota de mercado em relação ao mês passado), a versão Marshmallow segue atrás do Ice Cream Sandwich.

android_ver

Logo, a fragmentação do Android continua, mas ao menos é menos perceptível do que pode parecer. De qualquer forma, gera um déficit de segurança que os fabricantes seguem sem se responsabilizar, o que prejudica a experiência do usuário. O qual é mais grave quando a estratégia é feita apenas para vender novos dispositivos, onde a Google não tem culpa. É uma prática de negócio fraudulento e enganoso de alguns fabricantes.

Porém, essa é uma denúncia de longa data. E nada muda nesse aspecto. Infelizmente.

LG V10, smartphone premium com tela dupla, é oficial

by

lg-v10

A LG apresentou oficialmente o LG V10, um smartphone com tela dupla. A combinação peculiar é quase inapreciável no começo, mas permite que o usuário desfrute das notificações e outras funções do smartphone de uma forma diferente.

A tela principal possui 5.7 polegadas, enquanto que a secundária, colada na borda superior, se encarrega de mostrar informações de forma constante: previsão do tempo, as horas e status de bateria são apresentados, e sem afetar a autonomia do dispositivo. Isso acontece quando a tela principal está apagada; do contrário, a secundária exibe atalhos diretos para os aplicativos mais utilizados.

lg-v10-02

Na parte frontal também encontramos uma segunda câmera de 5 megapixels, que oferece opções de disparo com ângulos de visão de 80 e 120 graus (combinando as duas câmeras), que estão suficientemente separadas para oferecer dois pontos de vista diferentes, de modo que também podemos combiná-las com a câmera traseira para criar um vídeo com três tomadas diferentes.

Outro ponto de destaque do LG V10 é a possibilidade de gravar com ajustes manuais. Velocidade de disparo, taxa de imagens, ISO, balanço de brancos e foco são alguns dos parâmetros disponíveis, além da gravação de vídeos no formato 21:9. Também está disponível um filtro de vento, um monitor de áudio que ajusta a sensibilidade dos três microfones, reforçando as aspirações cinéfilas desse smartphone. Como consequência, o modelo possui um slot para cartões microSD e bateria de 3.000 mAh, pensando justamente na produção de vídeos em 4K.

lg-v10-2

O LG V10 será lançado primeiro na Coreia do Sul em outubro, com lançamento para os demais mercados a confirmar.

A seguir, a lista completa de especificações:

– Processador Qualcomm Snapdragon 808
– Tela principal de 5.7 polegadas QHD IPS Quantum Display (2560 x 1440 pixels, 513 pixels por polegada)
– Tela secundária de 2.1 polegadas IPS Quantum Display (160 x 1040 pixels, 513 pixels por polegada)
– 4 GB de LPDDR3 RAM, 64 GB de armazenamento eMMC (expansíveis via microSD de até 2 TB)
– Câmera traseira de 16 MP (f/1.8), com OIS 2.0
– Câmera frontal de 5 MP dual lens (ângulos de 80 e 120 graus)
– Bateria de 3.000 mAh (removível)
– Sistema operacional Android 5.1 Lollipop
– Dimensões: 6 x 79,3 x 8,6 mm
– Peso: 192 gramas
– Rede: LTE-A Cat. 6
– Conectividade: WiFi 802.11 a/b/g/n/ac, Bluetooth 4.1, NFC, USB 2.0

lg-v10-03 lg-v10-01

Motorola Moto X Play

by

moto-x-play-preto-02

Ter um smartphone com autonomia de até 36 horas de uso (moderado). O sonho de muita gente se tornou realidade, com o Motorola Moto X Play, nova versão da linha Moto X, que se apresenta como um modelo intermediário, para manter o caráter de produto acessível, com Android (quase) puro, especificações equilibradas e recursos inteligentes.

O principal argumento que a Motorola lança para o Moto X Play é a sua autonomia de bateria. Não só por conta das 36 horas prometidas de uso, mas também pela presença do carregador TurboPower 15, que oferece até 6 horas de uso com apenas 15 minutos de recarga. A bateria desse smartphone pode ser recarregada em pouco mais de uma hora, o que facilita muito as coisas para os usuários que precisam ter o seu smartphone pronto para as jornadas diárias rapidamente.

moto-x-play-preto-03

O Moto X Play conta com um processador Qualcomm Snapdragon 615 octa-core de 1.7 GHz, trabalhando com 2 GB de RAM, tela de 5.5 polegadas (Full HD) e versões com 16 GB ou 32 GB de armazenamento (expansíveis via slot para cartões microSD). É um modelo com características de linha média, que deixa de lado um pouco a melhor relação custo-benefício para focar em aspectos aparentemente mais solicitados pelos usuários dessa faixa de preço. Como por exemplo a autonomia de bateria e a qualidade das câmeras.

O modelo conta com câmera traseira de 21 MP, que segundo a Motorola é ‘uma das três melhores câmeras de smartphones Android do mercado atual’, contando com flash LED duplo CCT (Correlated Color Temperature). A câmera frontal de 5 MP é otimizada para selfies e chamadas de vídeo.

moto-x-play-preto-08

O Moto X Play mantém os recursos de gestos com o pulso para acionamento da câmera, comandos de voz, Moto Assist e outras funcionalidades que consagraram a linha Moto X entre os usuários. Traz como novidades nessa série o sistema de dual-chip inteligente, selecionando automaticamente o SIM card para chamadas de voz e conectividade de dados, além de uma memória expansível via microSD.

moto-x-play-preto-04

As capas Motorola Shell ou Flip Shell combinam com o seu estilo, além de proteger o seu smartphone. Sem falar que o Moto X Play conta com um revestimento resistente aos respingos d’água para proteger de dentro para fora, inclusive durante as chuvas fracas e inesperadas. Porém, atenção: o smartphone não foi projetado para ser sumerso na água, nem exposto à água ou outros líquidos aplicados sob pressão (tradução: não é à prova d’água).

moto-x-play-preto-05 moto-x-play-preto-06 moto-x-play-preto-07

19361979

Zenfone Selfie, Zenfone 2 Laser, Zenfone 2 Deluxe e acessórios são lançados no Brasil

by

Zenfone-2-family

O ‘Fenômeno Z’ da ASUS resultou na apresentação de várias novidades para o mercado brasileiro, entre smartphones e acessórios. Além do Zenfone 2 (que já tem review no TargetHD), os modelos Zenfone Selfie, Zenfone 2 Laser e Zenfone 2 Deluxe desembarcam no Brasil, com variações de preços que podem atrair diferentes perfis de consumidores.

Apenas recapitulando sobre o Zenfone 2: o modelo possui recursos encontrados em dispositivos top de linha, mas com preços típicos de modelos de linha média. Possui um processador Intel Atom quad-core de 64 bits, tela IPS Full HD de 5 polegadas, câmeras PixelMaster de 13 MP e 5 MP, e é o primeiro smartphone 4G/LTE do mercado brasileiro com até 4 GB de RAM na sua versão mais avançada. No Brasil, tem preços sugeridos de R$ 1.299 (2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento) e R$ 1.499 (4 GB de RAM, 32 GB de armazenamento).

zenfone-selife

Como o próprio nome indica, o Zenfone Selfie é indicado para os amantes de selfies, com duas câmeras com 13 megapixels de resolução. O sensor traseiro tem abertura de lente f/2.0, e um sistema laser que oferece um foco instantâneo para fotos mais nítidas.

A ASUS inseriu também um modo de embelezamento para aprimoramento em tempo real da imagem, que suaviza imperfeições, ajusta tom de pele, entre outros recursos. O Zenfone Selfie também conta com modo Selfie Panorama, que se aproveita da lente frontal com abertura f/2.2 e ângulo de visão de 88 graus para capturar selfies panorâmicas com um campo de visão de até 140 graus.

Do mais, conta com um processador Qualcomm Snapdragon 615 ocra-core, tela de 5.5 polegadas Full HD, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento. Seu preço sugerido é de R$ 1.299.

asus-zenfone-2-laser-01

O Zenfone 2 Laser se destaca por contar com a câmera traseira de 13 megapixels, acompanhada pelo sistema de foco automático por sensor laser. Possui tela de 5.5 polegadas com proteção Corning Gorilla Glass 4, processador Qualcomm Snapdragon, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento. Seu preço sugerido é de R$ 899.

Por fim, o Zenfone 2 Deluxe (foto de topo do post), que possui um design com acabamento traseiro com 500 polígonos, tela de 5.5 polegadas Full HD IPS, câmeras PixelMaster de 13 MP e 5 MP, processador Intel Atom de 2.3 GHz, 4 GB de RAM, conectividade 4g/LTE e 128 GB de armazenamento. Seu preço sugerido é de R$ 1.999.

A   ASUS   também   anunciou   diversos   acessórios   como   o   Lolliflash (R$ 49,90),   o   Zenflash (R$ 99),   o  ZenpPower (R$ 98)  e  diversas  opções  de  capas  para  smartphones  lançados (a partir de R$ 79). Todos os acessórios já estão disponíveis no mercado brasileiro.

Por onde se esconde o Android Lollipop?

by

650_1000_lollipop-3

Já se passaram dois meses que a Google anunciou o Android 5.0 Lollipop, que desembarcou em uma pequena seleção de dispositivos. A chegada dessa versão era atraente por conta da estreia da nova filosofia visual, a Material Design. Ok… mas… onde é que ele está?

Seu ritmo de adoção é praticamente nulo. Os últimos dados publicados pela própria Google mostram que o Lollipop sequer aparece no gráfico. Ou seja, não está instalada em 0.1% de todos os dispositivos Android do mercado.

Por que?

A essa altura do campeonato, o Android 4.4 KitKat já contava com 2.3% de cota de mercado, enquanto que a adoção do Jelly Bean foi mais lenta, com apenas 1.2% de presença no mesmo período.

650_1000_lollipop-4

No caso do Lollipop, sua adoção está especialmente lenta. Alguns argumentos habituais poderiam ser utilizados: os fabricantes demoram demais nas atualizações dos dispositivos, e quando o fazem, isso acontece de forma muito gradual, e para poucos modelos dos seus extensos catálogos.

Também podemos citar as operadoras que dificultam a vida dos usuários, com as personalizações das ROMs presentes nos dispositivos. E obviamente, também podemos falar dos diversos problemas do Android 5.0, principalmente para os usuários do Nexus 7. A Google teve que trabalhar contra o tempo para corrigir o problema, o que reduziu a velocidade da distribuição do software.

 

O Nexus 6 tem parte da culpa

650_1000_nexus-6-4-1

Se existe um real culpado da lentidão do Android 5.0 Lollipop nos dispositivos, esse culpado é, provavelmente, o Nexus 6. Nos dois lançamentos anteriores da linha Nexus, vimos uma demanda excepcional do produto no mercado. Mas não aconteceu o mesmo com o Nexus 6.

O dispositivo não chamou a atenção dos usuários. O seu grande tamanho de tela e seu preço fizeram com que o foco fosse desviado para outros produtos do mercado. De fato, o Nexus 6 é um grande smartphone (não só no tamanho), mas a relação custo/benefício não é nem próxima daquela oferecida pelos seus antecessores.

É estranho ver os antigos usuários com o Nexus 5 e até o Nexus 4 no bolso – e satisfeitos com isso -, não ajudando no crescimento do Nexus 6. E olha que as melhoras do Android 5.0 não foram lá tão atraentes para esses usuários, que estacionaram no Android KitKat (que conta com 39.1% de presença nos dispositivos ativos).

O ritmo das novas versões do Android sempre foi lento, e isso fica claro quando estudamos os dados da página de desenvolvedores do Android. O Jelly Bean foi lançado em 9 de julho de 2012, e dois anos e meio depois, todas as suas variantes (até a 4.3, de julho de 2013) contam com uma cota conjunta de 46%.

650_1000_lollipop-2-1

Se levarmos em conta todas as versões existentes no universo Android, 6 de cada 10 usuários utilizam versões que contam com pelo menos um ano e meio de vida. Muito provavelmente são obrigados: muitos fabricantes se esquecem dos modelos antigos, favorecendo apenas a atualização dos modelos mais modernos.

O motivo disso? Forças os usuários a comprarem um novo modelo, com uma versão mais moderna do Android. É um modelo de negócios discutível (para dizer o mínimo), mas todos os fabricantes usam os mesmos argumentos: muitos modelos, muitas variantes, e é muito difícil oferecer suporte para eles por muito tempo.

Dificilmente esse cenário vai mudar, mas enquanto não aparecer um fabricante que não lance tantos modelos e garanta atualizações durante pelo menos dois anos, teremos que nos conformar com o que temos hoje. Infelizmente.

650_1000_lollipop-1

É possível lutar contra essa tendência. As ROMs personalizadas, que diversos especialistas preparam para diferentes dispositivos é uma alternativa.

A má notícia é que tal procedimento não é algo tão acessível para os usuários novatos, e muitos outros preferem manter um funcionamento estável no dispositivo a se arriscar que o seu dispositivo comece a se comportar de forma estranha.

Seja como for, a cota do Lollipop deve crescer, tal como aconteceu com seus antecessores: de forma lenta, mas gradual. O problema da fragmentação do Android continua, porém, isso se transformou mais em uma lenda urbana do que em um grande problema. Graças à separação gradual que a Google fez dos seus serviços e aplicativos para Android.

Hoje, você pode não ter o Android 5.0 no seu smartphone, mas pode aproveitar da maior parte da experiência de uso que a Google oferece, com melhorias na interface já presentes no Lollipop. Também é possível instalar ferramentas de terceiros que oferecem elementos visuais do Material Design nos dispositivos.

Ou seja, nem tudo são más notícias, não é mesmo? Só fica chateado nesse mundo quem quer!

Nova Google Now Launcher leva (um pouco) do Material Design aos dispositivos sem Lollipop

by

material-design

A última versão do Google Now Launcher inclui uma característica que chamará a atenção dos proprietários de smartphones com Android 4.1 a 4.4. A inclusão do visual Material Design, que estreou no Android 5.0 Lollipop, de modo que todos os dispositivos que ainda não contam com essa versão do sistema podem contar com essa estética.

Não são muitas mudanças, mas ao menos temos uma barra de busca mais minimalista e alguns efeitos de animação chamativos. E sem me alongar muito, você pode fazer o download da nova versão do Google Now Launcher, e da atualização do Google Search na Play Store, nos links a seguir.

Download: Google Now Launcher, Google Search

Via Android Central

Android KitKat está em um de cada três smartphones

by

androides

O Android 4.4 KitKat estreou há um ano, com o Nexus 5, mas parece que esse período não foi suficiente para que os fabricantes atualizassem os seus dispositivos com essa versão. Hoje, a cota de mercado do Android 4.4 é de 33.9%, ou seja, um em cada três dispositivos Android contam com o KitKat, o que mostra a dificuldade para os usuários desfrutarem dessa versão do sistema do Google.

A pergunta que fica é: será que a adoção do Android 5.0 Lollipop será igualmente lenta?

Só poderemos responder essa pergunta no final de 2015, mas até lá, temos os novos números oficiais da fragmentação do Android, que servem como referência para estudar o avanço das diferentes versões do sistema operacional.

650_1000_android-noviembre14

O Android Jelly Bean conta com 48.7% de mercado, enquanto que o Ice Cream Sandwich está em 7.8%. O Gingerbread ainda é um sobrevivente, com 9.1%, e o Froyo ainda conta com 0.5% de cota de mercado.

Não há dados sobre o Lollipop, e o motivo é que, para o Google, qualquer versão do Android com menos de 0.1% de cota de uso não aparece nos resultados. É possível que um grande número de dispositivos já contem com a nova versão, mas é de se supor que o Google queira esperar mais um pouco, e oferecer números mais chamativos em janeiro.

Vía | 9to5GoogleGoogle Developers

LG G3 já começa a receber o Android 5.0 Lollipop

by

650_1000_lgg3android5aam

Usuários do LG G3, comemorem. Não só podem aproveitar dos benefícios de um dos melhores smartphones de 2014, mas também vai receber em breve a versão mais recente do sistema operacional Android.

A LG anunciou de forma oficial que o Android Lollipop vai estar em seus dispositivos em breve. É possível que alguns já recebam o Android 5.0 na semana que vem. O processo de atualização começará na Polônia, para continuar em outros países em um ‘futuro próximo’. Esperamos que a prática de atualização dos dispositivos se torne algo comum na LG.

Nas últimas horas, um site do Vietnã publicou algumas imagens da interface do LG G3 com o Android Lollipop. A seguir:

60752___Screenshot_2014-11-06-20-08-28_Copy 60751___Screenshot_2014-11-06-20-04-41_Copy 60750___Screenshot_2014-11-06-20-04-26_Copy 60747___Screenshot_2014-11-06-20-03-23_Copy 60745___Screenshot_2014-11-06-20-01-26_Copy 60744___Screenshot_2014-11-06-20-01-03_Copy 60742___Screenshot_2014-11-06-20-00-26_Copy 60740___Screenshot_2014-11-06-19-59-48_Copy 60739___Screenshot_2014-11-06-19-58-49_Copy 60738___Screenshot_2014-11-06-19-58-35_Copy 60737___Screenshot_2014-11-06-19-58-10_Copy 60736___Screenshot_2014-11-06-19-57-24_Copy 60735___Screenshot_2014-11-06-19-56-42_Copy

+info

Fazer o root em seu dispositivo Android ficou mais complicado com o Lollipop

by

650_1000_android-5-0-lollipop-2

As novas opções presentes no Android 5.0 Lollipop poderão complicar a vida daqueles que pretendem rootear os seus dispositivos com essa versão do sistema operacional da Google.

Chainfire, um dos gurus do cenário Android, destaca que as novas medidas que evitam os governos de se infiltrarem tão facilmente em nossos dispositivos também são um obstáculo para obter acesso aos privilégios de superusuário desses dispositivos. A nova versão do Android e, principalmente, sua compilação LPX13D, desativam o acesso ao root, além de impedirem que o script que permite o rooteamento do dispositivo seja executado durante a sua inicialização.

Isso significa que o usuário root tem que estar ativo no núcleo ou kernel, e que não é possível instalar um kernel personalizado – que dá acesso à essa opção – sem a permissão de superusuário.

Normalmente os fabricantes não dão a possibilidade de desbloquear o gestor de inicialização, o que condena os usuários a utilizar as ROMs nativas e suas atualizações (mas isso, na teoria), e parece que por enquanto o desbloqueio voluntário do bootloader por parte dos fabricantes – algo que não é tão comum – complicará ainda mais a situação.

Mas vamos aguardar por soluções que mentes criativas podem encontrar.

Vía | XDA DevelopersChainfire