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NSA quer espionar a Internet das Coisas

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NSA

Sabemos que a NSA quer “meter o nariz” em tudo, e que suas campanhas de espionagem em massa acabou custando muito caro para eles. Hoje, a agência está em uma situação complicada pelo excesso de dados acumulados, mas isso não acalmou sua “gula”, que agora mira a Internet das Coisas.

A agência de inteligência britânica teve a mesma ideia, e as duas sofreram falhas graves nesse sentido. Mas isso não impediu que Richard Ledgett, sub-diretor da NSA, confirmar os planos em espionar todo o conjunto que forma a Internet das Coisas, desde um simples brinquedo para crianças conectado via WiFi até dispositivos biomédicos, passando pelos termostatos e produtos para o lar.

Ledgett foi muito “intenso” em sua dissertação, chegando a dizer coisa como “a primeira vez que você atualizar o software, serão introduzidas vulnerabilidades”, em uma clara referência sobre como conseguir uma via de entrada aos dispositivos conectados. Como sempre, os argumentos se centram no medo do terrorismo, justificando assim as campanhas de espionagem em massa da NSA.

Porém, não deixa de ser curioso que essa entidade siga acumulando dados porque quer, especialmente quando as evidências mostram que isso não vale de muita coisa. A NSA deveria centrar seus recursos para métodos mais eficientes, que gerenciem e processem a informação compilada, no lugar de manter a técnica de “pesca de dados de arrastão” que é adotada hoje.

Via The Intercept

Lenovo YAOFAT F2, um tênis que monitora sua atividade física

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Lenovo YAOFAT F2

A Lenovo apresentou na Lenovo Tech World 2016 um tênis esportivo com muita tecnologia, o Lenovo YAOFAT F2.

O produto foi desenvolvido com a Vibram e o segmento da Intel especializado na tecnologia para wearables, que oferece o diminuto circuito Curie (com sensor de pressão, acelerômetros e giroscópio). As três empresas trabalharam por mais de um ano nesse projeto, que apresentam o Lenovo YAOFAT F2 como um protótipo final, pendente de decisão de lançamento ou não.

O Lenovo YAOFAT F2 oferece um sistema de monitoramento de atividade física, contando passos e estimando calorias queimadas. Só faltou um sensor cardíaco por motivos óbvios. Seu design é de um tênis esportivo convencional, mais pensado nas caminhadas do que nas maratonas. Disponível nas cores vermelho e branco, ele parece ser bem discreto, até que as luzes LED integradas no calçado se acendam.

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O tênis conta com baterias de 300 mAh, que alimentam sua funcionalidades. O dispositivo pode ser recarregado de forma sem fio, com a ajuda de um suporte Qi criado para a ocasião. Sua autonomia de bateria é de dez dias de uso, com a monitorização ativa por dez horas por dia.

Nada disso teria sentido se não houvesse um local para ver as informações sobre as atividades, e isso é possível através do smartphone (via Bluetooth 4.1). O aplicativo automatiza o envio dos seus dados nas redes sociais, e é capaz de controlar as atividades em alguns jogos de videogame, como o Dance Dance Revolution.

A seguir, um vídeo promocional e mais imagens do Lenovo YAOFAT F2.

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Jibo, o robô da Acer, será lançado em outubro

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Jibo

A Acer anunciou que o seu pequeno robô Jibo será lançado em outubro. O produto é mais uma mostra de como as gigantes da tecnologia estão apostando no mundo da robótica orientada à domótica, pensando no lar inteligente.

A ideia de integrar o robô em nossas vidas, ocupando uma posição central no lar, vem estimulando investimentos entre os grandes fabricantes do setor. O Jibo é fruto de uma parceria da Acer com o MIT, e tem um sistema de interação bem simples, tornando a comunicação homem-máquina mais natural, sem recorrer a expressões que podem ser considerados como comandos.

Desse modo, é possível perguntar se devemos deixar o guarda-chuva em casa, e o Jibo nos responde, mostrando a previsão do tempo. Também é possível comandar as luzes da residência, que podem acender ou apagar ou até mudar de cor, de acordo com o desejo do usuário. Ou registrar uma foto a pedido do usuário. Outras funções devem ser apresentadas na ocasião do seu lançamento no mercado.

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O Jibo tem um design simples, mas que chama a atenção positivamente. O robô chega ao mercado no mês de outubro, e tem um preço sugerido de US$ 749, mais caro do que o seu principal rival, o Zenbo da ASUS.

 

Via DvHardware

Atari fabricará novo hardware, mas não do jeito que você imagina

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A Atari anunciou a sua volta ao mercado de hardware, mas não do jeito que você está imaginando. Agora, a empresa está focada no mundo dos dispositivos para a Internet das Coisas, algo que ninguém esperava. Ou seja, pode esquecer de um novo console com a marca.

Por anos a Atari foi sinônimo de videogames, e muitas pessoas esperam por novidades da empresa que atravessou uma grande quantidade de problemas ao longo dos anos. Porém, a Atari de hoje está muito distante da bem sucedida empresa da década de 1970, já que o nome e o catálogo de jogos passaram por várias mãos.

Pois bem, a Atari será encarregada de fabricar novos dispositivos de Internet das Coisas, que vão ‘do simples até o muito sofisticado’, abarcando uma ampla gama do mercado, com soluções para crianças, esportes, viagens e, é claro, para o lar, com temáticas com estilo de vida, segurança, entretenimento e casa conectada. A empresa fechou uma parceria com a Sigfox, uma importante startup francesa que decidiu formar uma rede global de comunicações para dispositivos IoT, que conta hoje com presença em 18 países, atuando em mais de 7 milhões de dispositivos.

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Os dispositivos da Atari conectados na rede Sigfox poderão receber informações entre si para diversas tarefas, que podem ser controladas a partir de um smartphone, computador e até wearables, com funções que vão desde a localização via GPS, previsão do tempo, estado de alguns eletrodomésticos no lar, controle de termostatos e alarmes, até botões de pânico.

Por enquanto, não sabemos quais são os dispositivos a serem lançados e suas funções finais, mas se espera que ainda em 2016 sejam conhecidos os primeiros dispositivos dentro dessa nova fase da Atari. Será interessante ver por que a empresa decidiu apostar tudo nesse segmento, que segue avançando de forma lenta e sem muito ruído.

Via AtariVentureBeat

Samsung confirma nova versão do Tizen para setembro

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A Samsung não desistiu do Tizen, e informa que uma nova versão desse sistema operacional será lançada em setembro.

O anúncio foi feito na Samsung Developer Conference, evento onde a empresa aproveitou para revelar algumas das suas metas no futuro com o software, sem deixar de lado o hardware. Nesse sentido, foi mencionado também como o Tizen vai atuar na Internet das Coisas (IoT).

Pode ser que os objetivos do Tizen tenham mudado, mas fica claro que a Samsung sabe tirar proveito disso. Se o mercado mobile recebeu lançamentos tímidos, com uma linha de produtos que fica em segundo plano para um público menor, vemos que os coreanos não abandonam o suporte próprio e de terceiros ao sistema, além de conseguir convencer os desenvolvedores a pensarem no seu sistema na hora de lançar seus aplicativos.

A versão 3.0 do Tizen pode ser anunciada na IFA 2016, o que não será algo por acaso. Além dos smartphones, vimos o software em Smart TVs ou eletro domésticos, e a feira alemã é uma das principais da agenda anual nesse sentido.

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A Samsung assume o lar inteligente como um dos objetivos, e oferece propostas ambiciosas nesse sentido, como geladeiras com câmeras e tablet integrado, ou um robô de limpeza controlado pelo smartphone, ambos com Tizen. Sem deixar de lado os smartwatches, que mesmo sendo destinados a trabalhar com os smartphones (Android, em sua maioria), também se gerenciam com o sistema. É esperado que o Gear G3 receba o Tizen 3.0.

Do Tizen 3.0, sabemos alguns poucos detalhes: o suporte para TVs 4K, suporte para controle de voz, gerenciamento multiusuário e funções relativas à segurança na proteção da privacidade e contra os vírus.

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Ainda que seja esperado para o mês de setembro, o novo software começa a ser distribuído em versão beta a partir de julho. Veremos se, além desse foco na IoT, se teremos outros smartphones com esta plataforma.

Via Sammobile

Lâmpadas inteligentes da Sony ligam a sua TV quando você chegar em casa

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A Sony criou lâmpadas inteligentes com a ajuda da tecnologia LED da Toshiba, sendo dispositivos multifuncionais, exibindo todo o tipo de cores e com a possibilidade de ser controladas através do seu smartphone ou dispositivo WiFi.

O mais interessante é que essas lâmpadas são capazes de ativar diferentes tipos de funções, como definir uma cor de acordo com a temperatura da casa ou ativar outro tipo de dispositivo depois de detectar a sua presença. Para alcançar esse resultado, a lâmpada conta com sensores de luz, temperatura e umidade, além de um slot para cartões de memória, controlador infravermelho, alto-falantes e um microfone.

Para você ter uma ideia, essas lâmpadas da Sony são capazes de ligar a TV ou o ar condicionado quando o usuário chega em casa, fazendo a função de intercomunicador entre vários cômodos, sendo capaz de reproduzir música e até servir como detector de presença com alarme.

O primeiro modelo comercial chegará ao mercado japonês no meio de 2016. Não há informações do seu lançamento em outros mercados.

 

Via Sony

Samsung apresenta a sua nova linha de TVs SUHD

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A Samsung apresentou a sua nova linha de TVs SUHD, uma nova tecnologia que promete melhorar a qualidade de imagem das telas baseadas na tecnologia OLED, com a ajuda da tecnologia de pontos quânticos e nanocristais.

A Samsung afirma que as TVs SUHD de 2016 “oferecem uma qualidade de imagem incomparável, graças à tecnologia Quantum Dot, o primeiro design do mundo curvado com uma borda quase inexistente, elegante a partir de qualquer ângulo, e com uma experiência de usuário mais inteligente, que simplifica o acesso a todo o conteúdo de entretenimento a partir de um único lugar”.

Todas as TVs SUHD da Samsung vão oferecer um HDR Premium com 1000 nits, com um maior nível de contraste entre as imagens claras e escuras. Incluem a nova tecnologia Ultra Black, que reduz significativamente o reflexo da luz, aumentando a qualidade da imagem. “Inspirada na natureza, a tecnologia Ultra Black absorve a luz natural da mesma forma que faz o olho, permitindo uma visão noturna melhorada”, afirma a Samsung.

A Samsung apresentou também um modelo com resolução 8K (UN98S9), com mais de 33 milhões de pixels, ou quatro vezes mais o que é oferecido pelo 4K.

 

Conectividade, Internet das Coisas e Tizen

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Outro ponto importante na nova geração de TVs da Samsung é a sua tecnologia voltada para a Internet das Coisas, permitindo que a TV funcione como a centralizadora da conectividade de todos os elementos da casa. Todas as TVs SUHD 2016 contarão com essa tecnologia desenvolvida pela Samsung, a SmartThings.

A TV SUHD pode se conectar e controlar mais de 200 dispositivos compatíveis com a SmartThings, podendo (por exemplo) ver quem está batendo na porta da sua casa, trancar a fechadura ou apagar as luzes. Tudo a partir do televisor.

Também se destaca a nova versão do sistema operacional Tizen que gerencia essas TVs inteligentes, facilitando aos usuários na descoberta e acesso dos seus conteúdos favoritos, assim como os diferentes serviços, buscando filmes e séries de TV, games e informações sobre a programação. Tudo, em um único lugar.

A Samsung garante que os consumidores poderão desfrutar da experiência de jogos mais realista em uma tela maior sem a necessidade de ter um console. São mais de 500 jogos via streaming e/ou download nas TVs Samsung Smart 2016, incluindo títulos como Assassin’s Creed III, Batman: Arkham Origins, The LEGO Movie e outros.

Toda esta nova série possui um design ultrafino, com baixíssima espessura e bordas quase imperceptíveis. A qualidade de imagem das TVs SUHD superam a das telas OLED, mas só saberemos o quanto quando esses novos modelos chegarem ao mercado.

Google abre 2016 com um evento especial sobre a Internet das Coisas

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A Google anunciou uma conferência para desenvolvedores, centrada nas diversas plataformas da empresa que convergem na Internet das Coisas.

O evento acontece nos dias 11 e 12 de janeiro de 2016 em San Francisco (EUA), se chama Ubiquity, e é organizado pela divisão Google Developers. Nela, acontecerão conferências e palestras sobre as plataformas da Google (Weave, Android Wear, Google Cast, Android TV, Android Auto, Project Tango, etc).

Por enquanto, a Internet das Coisas ainda está bem limitada. Promete muito, mas existem mais perguntas que respostas. Mas é curioso ver que a Google parece querer colocar ordem nessa questão, e o evento Ubiquity deixa isso mais ou menos claro, já que é um evento centrado exclusivamente nas plataformas de Internet das Coisas da Google, desmembrando esse segmento da Google I/O, que estará focado em outros temas.

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As conferências serão gratuitas, e acontecem no Stand Theater de San Francisco. Poderão ser acompanhadas ao vivo via streaming, incluindo o keynote de abertura, a partir do site do evento. O mais importante do Ubiquity será conhecer tudo o que a Google tem preparado nesse aspecto, para que os desenvolvedores começam a explorar isso. As ferramentas existem. Basta incorporá-las aos aplicativos e ao hardware.

Via Google

Como a Internet das Coisas pode efetivamente melhorar a sua vida

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Internet das Coisas. Você já leu ou ouviu esse termo mais de uma vez, mas talvez não tenha ideia sobre como ela estará presente na sua vida em um futuro próximo. Ter uma casa conectada vai permitir uma maior flexibilidade e praticidade nas tarefas domésticas, e a LG se alinha à essa tendência, com o conceito “Inovação para uma vida melhor”.

A tecnologia precisa estar presente para efetivamente tornar a vida das pessoas mais prática, e a Internet das Coisas é um  passo importante do processo. Poder automatizar as tarefas domésticas a ponto de enviar comandos para os eletrodomésticos adiantarem o serviço para o usuário é basicamente o futuro apresentado pelo cinema e TV ao nosso alcance.

Por isso, a LG investe e apresenta soluções que se integram ao conceito de Internet das Coisas, modificando a forma que o usuário vê produtos que já estão presentes em nossas vidas há décadas. Por exemplo, as lavadoras da linha Lava & Seca contam com a tecnologia Smart Diagnosis (exclusiva da LG), que ajuda no diagnóstico de problemas a partir de sinais sonoros emitidos pelo produto durante uma ligação ao SAC da empresa.

O webOS 2.0, abordado por diversas vezes no blog nas novas Smart TVs da LG, é outro exemplo. O sistema conta com um acesso rápido e simples aos conteúdos, e a cada versão é otimizado para uma melhor performance, melhorando assim a experiência de uso. O Ar conidiconado Artool Stylist conta com tecnologia WiFi Smart Control, onde um aplicativo para Android e iOS realiza as principais regulagens do produto a longa distância.

Outros produtos da LG estão alinhados com o com o conceito “Inovação para uma vida melhor”, como o relógio LG Watch Urbane, smartwatch com diversas funções inteligentes. O produto pode atender e recusar ligações, responder e-mails e SMS, receber notificações de serviços de mensagens e redes sociais, exibir dados sobre previsão do tempo, distância estimada até determinados locais, resultados de eventos esportivos, programação do cinema ou das atrações da cidade onde você se encontra, contar passos e calorias, entre outros.

A LG adequa seus produtos aos hábitos e costumes do consumidor, mas de olho na tendência de soluções que facilitam a vida das pessoas de um modo geral, e não apenas do público geek. A tecnologia é algo que tem que existir para todos, e quanto mais intuitiva e acessível ela for, melhor.

LG SmartThingQ, um sensor que conecta qualquer eletrodoméstico à Internet das Coisas

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A IFA é uma feira onde os eletrodomésticos contam com muito protagonismo, mesmo não sendo as estrelas do evento. Mas com a Internet das Coisas, alguns fabricantes apostam na ideia de casa conectada para introduzir uma série de sensores universais. A LG decidiu se antecipar à IFA 2015, mostrando o LG SmartThingQ, os seus sensores para eletromésticos.

O LG SmartThingQ é um pequeno dispositivo que, acoplado aos eletrodomésticos, é capaz de captar uma série de valores que são enviados para um sistema central que se encarrega de processar e exibir essas informações. Os sensores permitirão a execução de ações simples, como saber quantas vezes a porta de uma lavadora é aberta quando não estamos em casa, o control do ciclo de lavagem ou regular a temperatura do ar condicionado.

Para se comunicar com os demais dispositivos, a LG segue o padrão aberto AllJoyn, da aliança AllSeen, formado por 180 empresas (incluindo Haier, Microsoft, Panasonic, Philips, Canon, Electrolux, Qualcomm, entre outras).

Além desse botão, a LG vai apresentar mais eletrodomésticos conectados: um forno que se conecta à internet para baixar receitas, e um equipamento de ar condicionado que vai enviar informações diversas para o nosso smartphone (temperatura, alerta de troca de filtros e a possibilidade de programá-lo como qualquer outro equipamento).

Por enquanto, a LG não revelou maiores informações sobre o SmartThingQ, inclusive sobre a sua alimentação (bateria ou fonte externa). Na imagem desse post, é possível ver algo parecido com um conector microUSB. Seu preço não foi revelado, assim como suas limitações (vai funcionar com qualquer eletrodoméstico, o que é capaz ou não de medir, etc).

Vamos ter que esperar a IFA 2015 para obter mais detalhes.

Brillo: assim é o Android para a Internet das Coisas

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O Google apresentou no Google I/O 2015 o Project Brillo, uma nova plataforma baseada no Android que vai se transformar no sistema operacional da chamada Internet das Coisas.

O software nasce como um derivado do Android, mas sem perder a sua essência, já que foi desenvolvido para funcionar em equipamentos de baixo perfil, para que o hardware não seja um motivo para preocupação na hora de se obter um bom desempenho. Além disso, o Google desenvolveu o protocolo Weave, que vai servir para que o Brillo, os dispositivos e a internet possam se entender e interagir entre si.

De fato, na parte de software, ficaram apenas as capas ‘mais baixas’ do Android no Brillo, que vai suportar WiFi e Bluetooth Low Energy, até mesmo para trabalhar com o Weave. A ideia é que essa seja a linguagem comum entre os dispositivos envolvidos, inclusive com dispositivos que utilizam outros sistemas operacionais. Ou seja, o Weave é multiplataforma.

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Durante a apresentação, também foi mostrado como os dispositivos Android poderão detectar outros dispositivos com Brillo, ou que se comuniquem via Weave ao seu redor. Com isso, o Google propõe o seu próprio padrão para a Internet das Coisas. O grande desafio para a empresa agora é convencer os fabricantes que sua solução é a melhor alternativa disponível.

O Brillo não chegará aos desenvolvedores antes do terceiro trimestre de 2015, enquanto que o Weave só será lançado no quarto trimestre desse ano.

Brillo: novo sistema operacional do Google para a Internet das Coisas?

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Teremos um novo sistema operacional surgindo no horizonte, e pelas mãos do Google, com o objetivo de controlar a Internet das Coisas. O site The Information afirma que a gigante de Mountain View está trabalhando no Brillo, um sistema operacional próprio, baseado em Android, especialmente pensado nessa finalidade.

O novo sistema supostamente requer apenas 32 ou 64 MB de RAM para funcionar, já que estamos falando de equipamentos muito menos exigentes no seu hardware, como lâmpadas inteligentes, fechaduras ou termostatos. Com isso, o Google poderia se posicionar de forma efetiva no segmento do lar inteligente e conectado, cada vez mais em auge no mundo tecnológico.

Caso essa informação esteja correta – por enquanto, é apenas um vazamento não confirmado pelo Google -, é provável que seja anunciado durante a Googel I/O 2015, que acontece na próxima semana, entre os dias 28 e 29 de maio.

Via The Information

O que queremos? Maior autonomia de bateria em nossos gadgets!

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A CES 2015 mostrou que as duas grandes tendência para o ano são as telas em 4K e a Internet das Coisas. Mas… até que ponto as pessoas estão realmente interessadas nisso? A Fortune fez uma pesquisa com mais de 1.000 pessoas nos EUA, questionando sobre as novidades apresentadas em Las Vegas. E o resultado mostra que os usuários contam com outras prioridades.

Quando questionados sobre qual tecnologia que eles gostariam de ver nos próximos smartphones, eles foram objetivos: mais bateria. 33% dos entrevistados citaram esse aspecto, que foi a opção mais votada. 16% preferem uma maior capacidade de processamento, o que surpreende se levarmos em conta a potência dos dispositivos atuais.

Apenas 2% mostraram interesse em adquirir um produto da Internet das Coisas, e mais de 70% dos entrevistados afirmaram não saber o que é 4K. Ou seja, são as tendências para 2015, mas muita gente continua sem saber para que serve, ou não se interessam por elas.

Os wearables passaram por resultado semelhante, onde apenas 12% declararam que pretendem comprar um produto dessa categoria esse ano.

Os dados são muito reveladores, e deixam algumas reflexões interessantes, como o que oferecem os fabricantes, como recebemos essas ofertas, e quais são as prioridades dos usuários. Some à tudo isso uma dupla visão de tecnologia: aqueles que seguem as novidades todos os dias, e aqueles que não querem fazer isso de forma aprofundada, mas querem uma aproximação mais prática para o seu dia a dia.

É claro que todos queremos baterias que durem mais, mas o desenvolvimento nesse aspecto é algo lento, e em muitos casos implica certas consequências, como o aumento da espessura do dispositivo. É um preço a ser pago para ficar longe do carregador.

O primeiro ‘ciber-assassinato’ vai acontecer em três meses

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A Europol, agência de inteligência criminal da União Europeia, destaca em seu último relatório que em um prazo de três meses sera cometido o primeiro ‘ciber-assassinato’. Mas… o que isso significa?

Significa que em três meses vai acontecer a primeira morte relacionada com o mau funcionamento de um dispositivo conectado, com o objetivo de acabar com a vida de uma pessoa. Segundo a Europol, as vulnerabilidades de falhas de segurança de certos dispositivos conectados vão resultar em um acidente provocado por outra pessoa.

Eles não especificam o que vai acontecer, mas podemos pensar em várias possibilidades: um carro, dispositivos conectados no lar, redes que controlam a temperatura da casa… e isso tudo justifica as preocupações do político norte-americano Dick Chenney, que decidiu a algum tempo desligar a conectividade sem fio do seu marcapasso, para evitar a ação de hackers.

O recado da Europol é um pouco inquietante, mas não há motivos para uma paranoia coletiva nesse momento. Porém, alguns estudos (como o recente feito pela HP) mostram que 80% dos objetos ‘inteligentes’ do lar não contam com nenhum recurso de segurança (como senhas confiáveis), e 70% deles usam serviços na rede sem codificação.

A Europol recomenda é que o público receba mais informações sobre o assunto, e que todos fiquem conscientes dos riscos relacionados com a ciber-segurança. Talvez o órgão precise ser mais explícito sobre os problemas que podemos sofrer.

Via Europol

Seu velho smartphone como central do lar inteligente

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Se você tem um smartphone obsoleto na sua casa, completamente sem uso, os engenheiros da Mindhelix já sabem o que fazer com ele. Eles criaram uma espécie de recipiente em forma de mascote virtual chamado Rico, onde o smartphone é acoplado no seu interior, emprestando sua potência de cálculo para gerenciar as atividades do lar conectado.

Eles desenvolveram uma espécie de base de recarga no interior de um dispositivo que conta com microfone, alto-falantes e diferentes sensores de proximidade, temperatura, umidade, qualidade do ar e detectores de monóxido de carbono e de movimento. O smartphone no seu interior precisa ter um tamanho de até 4.5 polegadas, e se alimenta da tomada elétrica de sua casa, e mesmo que abateria não funcione em 100%, o smartphone ainda pode ser usado para essa finalidade.

Sobre os sistemas operacionais, o Rico suporta o Android 2.2 ou superior, e iOS 6 ou superior, trabalhando em conjunto com um aplicativo que faz o smartphone gerenciar todo o conjunto.

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Na prática, o Rico é uma espécie de vigilante digital do lar, que pode informar vários parâmetros da residência, realizar atividades que podem ser ordenadas a partir de outro smartphone conectado na internet, observar o ambiente com a ajuda da câmera e ativar/desativar eletrodomésticos com tomadas inteligentes (que acompanham o kit do produto).

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Por enquanto, o Rico está em processo de financiamento no Kickstarter, e se eles alcançarem a meta estipulada, o produto começa a ser vendido a partir de novembro de 2015, com um preço sugerido de US$ 100 para os primeiros compradores.

 

Via Rico