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Facebook Marketplace, o serviço de compra e venda dentro da rede social

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O Facebook apresenta o Facebook Marketplace, serviço de compra e venda de produtos entre os usuários da rede social. O recurso oficializa o uso que 450 milhões de seus usuários realizam em grupos todos os dias.

Muito se especulava sobre a chegada do Facebook Marketplace como competidor direto de serviços como Wallapop, Cgaiglist ou eBay. E agora ele se torna oficial, chegando nos próximos dias para Android e iOS nos Estados Unidos, Austrália, Reino Unido e Nova Zelândia. Outras regiões do planeta receberão o recurso, e uma versão para desktop estará disponível nos próximos meses.

Como é o Facebook Marketplace?

 

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O serviço terá presença destacada, através de um ícone de loja na barra inferior do aplicativo. Vai permitir as buscas (com filtros por categorias, preço ou localização), assim como a compra e venda de produtos. Vale apena citar que o Facebook só vai conectar usuários, sem facilitar pagamentos ou entrega de produtos.

Quando o usuário encontrar o que deseja, clicando na imagem poderá ver uma descrição do produto e mais detalhes do vendedor e seu perfil. É possível salvar o produto para encontrá-lo mais tarde, ou usar a ferramenta de localização integrada para buscar em locais específicos.

A partir daí, qualquer interessado pode se comunicar com o vendedor para negociar a compra e venda do produto.

 

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Também será simples publicar um produto para venda, enviando pelo aplicativo a imagem do mesmo, descrição, preço e localização. Tal e como fazemos há décadas, mas sem sair da rede social, que quer aproveitar boa parte dos seus 1 bilhão de usuários registrados.

 

 

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Mark Zuckerberg mostra como será o futurista data center do Facebook no Ártico

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Uma forma eficiente de controlar a elevada temperatura de um data center é colocá-lo em um local com baixas temperaturas. No caso do Facebook, na cidade de Luleå, a 110 quilômetros do Círculo Polar Ártico.

Mark Zuckerberg mostrou em detalhes as futuras instalações do primeiro data center do Facebook fora dos Estados Unidos. O local tem um ar de ficção científica pela quantidade e tamanho dos elementos, mas esconde interessantes informações técnicas.

 

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O que mais chama a atenção nas imagens são os grandes ventiladores utilizados para recolher o ar frio do ambiente externo e refrigerar os milhares de equipamentos e servidores no seu interior.

Quando a temperatura alcança os -30 graus, são os próprios servidores que compensam o calor das salas, sem risco de superaquecimentos.

150 pessoas trabalham nesse data center, mas os corredores estão normalmente vazios por causa de um sistema de funcionamento muito simplificado, com alta velocidade de reparação. Basta um técnico para cada 25 mil servidores, e em poucos minutos os problemas que precisavam de uma hora de trabalho são resolvidos.

Seis campos de futebol com dados

 

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São instalações que ocupam o espaço equivalente a seis campos de futebol. A área principal é tão grande que os engenheiros se movem com scooters. Uma máquina imensa e perfeitamente orquestrada, que nas fotos se mostra limpa e imponente, onde todos os elementos são modelos de referência para o mais moderno entre os data centers disponíveis hoje.

Esse último centro de dados do Facebook foi criado para respeitar o meio ambiente e se energeticamente muito eficiente. A empresa está desenvolvendo esse tipo de infraestrutura desde 2011, seguindo a iniciativa Open Compute Project (OCP), do qual também fazem parte Google, IBM ou Microsoft.

Estas instalações são 10% mais eficientes que outros data centers mantidos pelo Facebook, precisando de 40% menos energia para funcionar. A maior parte da energia necessária vem de centrais hidroelétricas.

 

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Facebook, Amazon, Google, IBM e Microsoft se unem para vigiar o desenvolvimento da inteligência artificial

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As gigantes da tecnologia Facebook, Amazon, Google (Alphabet), IBM e Microsoft se uniram na iniciativa Partnership on AI, que redige em comum os esforços na pesquisa e promoção das boas práticas que evitam que a inteligência artificial não se torne uma ameaça.

Até agora, cada empresa de tecnologia seguiu o seu caminho no desenvolvimento da inteligência artificial, com muitas liberando suas plataformas para que outros possam contribuir nesse desenvolvimento.

O problema é que isso criava uma certa fragmentação, e é isso o que a ação conjunta quer resolver.

 

Conduzir a inteligência artificial por um bom caminho

 

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Ainda que todas as empresas colaborem e criem uma estrutura formal de comunicação, unificando os critérios, todas elas seguem competindo, visando oferecer os melhores produtos e serviços que serão gerenciados por essa inteligência artificial e suas diferentes ramificações.

O consórcio está aberto para outras empresas que querem aportar seus recursos e experiências no futuro. Quem sabe Apple, Twitter e Intel (as grandes ausências) não aderem ao projeto.

Entre os objetivos do grupo, temos a viabilidade de uso de uma licença aberta padrão para todos os conteúdos publicados, como relatórios centrados em áreas como ética ou privacidade em um segmento muito promissor, mas que precisa ser vigiado de perto.

Que o Partnership on AI ajude nesse sentido, sem prejudicar a linha de desenvolvimento.

Via FortunePartnership on AI

Ficarei sem WhatsApp se eu não aceitar os novos termos e condições de uso?

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Em 25 de agosto, o WhatsApp notificou os usuários sobre uma mudança nos termos e condições do aplicativo utilizado por mais de 1 bilhão de usuários. A principal mudança é a vinculação do número do celular com o WhatsApp, permitindo que empresas se comuniquem com o usuário usando o aplicativo.

A grande incógnita dessa mudança é: o que acontece com aqueles que não aceitaram os novos termos quando apresentados?

Ao receber o aviso, era possível não aceitar logo de cara, mas o prazo para aceitar chegou ao fim, e muitos não sabem ao certo se vai poder seguir utilizando o WhatsApp por recusar os novos termos.

Quase ninguém lê esses termos. Todo mundo prefere configurar o aplicativo rapidamente para usar logo, e isso faz com que aceitemos coisas que não são tão legais para nós usuários.

E, exceto que você tenha se revoltado com condições especialmente exigentes ou por conta da popularidade do aplicativo, não vamos perder tempo lendo esses textos. Mesmo.

 

Aqui, a lógica se impõe: ou você aceita, ou cai fora

 

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Na tela de alerta dos novos termos de uso, há um botão ACEITAR bem grande, mas no canto superior direito, há um discreto “agora não”. Escolhendo essa opção, podemos seguir usando o aplicativo sem problemas.

O problema é que o aviso do dia 25 de agosto indicava que, ainda que você escolhesse por não aceitar as condições no momento, o WhatsApp dava um mês para aceitar, algo que encerrou ontem (25) para os primeiros que receberam esse aviso.

O que vai acontecer com eles?

Aqui, a lógica se confirma: se queremos usar um serviço, temos que aceitar suas condições, ou teremos a interrupção do mesmo.

O WhatsApp já se pronunciou oficialmente sobre o assunto, informando que vai impedir aqueles que não aceitaram as condições de usar o aplicativo, até que aceitem.

Imaginava-se uma prorrogação do prazo de aceitação dos termos, mas isso não vai acontecer. Também podemos imaginar a revolta de uma boa parcela de usuários, e até uma eventual migração desses usuários para outras plataformas.

Vale lembrar que, ainda que você aceite as novas condições, os ajustes do aplicativo permite que o número do telefone não seja utilizado para publicidade no Facebook, mesmo que a rede social receba este número.

Como apagar completamente a sua conta do Facebook

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Boa parte de nós temos uma conta do Facebook, mas nem todos usamos a rede social para o mesmo fim, nem mesmo passamos as mesmas horas conectados no serviço.

É fato que para muitos o Facebook se tornou algo imprescindível, ou algo que não podem mais viver sem. Mas também tem outros que se cansaram da rede social, e que não querem mais utilizá-la.

Se você é um daqueles que planeja apagar completamente a sua conta atual, ou quer começar uma conta nova do zero, esse artigo é para você.

Encerrar uma conta do Facebook de forma definitiva não é algo muito complicado, mas para fazer bem feito e evitar problemas, recomendamos os passos a seguir:

1. É recomendável fazer uma cópia de segurança para recuperar nossas fotos e todos os arquivos enviados. Entre em Configuração e selecione a opção Fazer uma Cópia de Sua Informação.

2. Agora, há duas opções: desativar a conta com a possibilidade de recuperação ou eliminação definitiva. Vamos nos centrar no segundo caso, pois para o primeiro basta entrar em Configurações > Segurança > Desativar Conta e seguir os passos. No segundo passo, entre nesse link e siga os passos.

 

Coisas importantes que você deve ter em conta

Quando eliminarmos uma conta de forma definitiva, não tem volta. Se você se arrepender, problema é seu. Logo, se você não estiver totalmente seguro, é melhor desativar temporariamente a sua conta enquanto amadurece a ideia.

Por outro lado, tenha em mente duas coisas.

A primeira é que o Facebook pode levar até 90 dias para eliminar todo o conteúdo de sua conta, ainda que os mesmos não sejam exibidos.

A segunda é que os comentários e os conteúdos adicionados ou compartilhados no perfil de outros usuários não serão apagados, já que também fazem parte de sua conta.

Via Fossbytes

Mark Zuckerberg vai investir US$ 3 bilhões para “curar todas as enfermidades”

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As aspirações de Mark Zuckerberg não conhecem limites. E seu bolso, pelo visto, também não.

Em 2015, o CEO do Facebook anunciou que vai doar 99% de suas ações na rede social (avaliada por enquanto em US$ 45 bilhões) para fundar com a sua esposa a Chan Zuckerberg Initiative, organização que visa “avançar o potencial humano e promover a igualdade para todas as crianças da próxima geração”.

Pois bem, em um evento celebrado em San Franciso, Mark deu um passo além, anunciando sua próxima grande meta dentro da fundação: curar, prevenir e controlar todas as enfermidades para o final do século, investindo para isso US$ 3 bilhões nos próximos dez anos.

 

Um plano a longo prazo. É o que diz Mark Zuckerberg

O projeto não tem como ser mais ambicioso. Porém, Mark Zuckerberg e Priscilla Chan acreditam que isso é possível, sempre que os objetivos essenciais sejam alcançados.

Cientistas, médicos, engenheiros e universitários conscientes já estão recrutados para perseguir essa meta. Cori Bargmann vai liderar o projeto como presidente de ciência dentro da fundação. Zuck afirma são gastos 50 vezes mais em tratar das pessoas doentes do que investir na pesquisa para que elas não fiquem doentes.

 

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Dentro desse plano, o primeiro projeto será o Biohub, que se encarregará de reunir em um mesmo grupo pesquisadores, engenheiros, biólogos, informáticos e químicos (entre outros) de diferentes universidades para desenvolver ferramentas que ajudam no tratamento de enfermidades.

Dentro do Biohub vai se desenvolver o Cell Atlas, que estuda a interação de células no corpo humano e o Infectious Disease Project, encarregado de melhorar o processo de detecção, resposta, treinamento e prevenção de enfermidades como Ebola, AIDS ou Zika. Todas as descobertas serão de caráter público.

Zuckerberg pede paciência, pois entende ser uma tarefa dura: “Isso se trata do futuro que queremos para nossos filhos. Se há uma possibilidade de curar todas as enfermidades, temos que tentar. Temos a oportunidade de deixar o mundo um lugar melhor do que quando o encontramos”, afirma o executivo.

Facebook censura foto icônica e causa polêmica

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O Facbeook tem como política censurar quase tudo que implica em nudez, e ainda que muitos entedem que isso é algo retrógrado, há algumas situações que não só não se resolvem, como chegam a extremos inimagináveis.

Um exemplo claro está no caso onde o Facebook não conseguiu diferenciar a foto “O Terror da Guerra”, vencedora do prêmio Pulitzer (foto que ilustra o post), que foi vista como algo negativo porque “há uma nudez infantil”.

O jornalista norueguês Tom England enviou a foto para a sua conta no Facebook para criar um conteúdo chamado “fotos que mudaram a história da guerra”, mas a imagem rapidamente ela foi suprimida e sua conta suspensa.

 

Uma polêmica desnecessária

O caso ganhou força, e até o primeiro ministro da Noruega se envolveu no assunto, mas todos que tentaram enviar foto novamente viram a mesma ser eliminada, sem maiores explicações e sem sequer ter tempo dos implicados explicarem ou se defenderem.

Em comunicado, o Facebook explica que, ainda que reconheça a foto como icônica, que custa para eles distinguirem esta imagem de outras que também mostram a nudez infantil que são proibidas, e reconhecem que buscam sempre um equilíbrio, ainda que suas soluções não sejam perfeitas.

A resposta é simplesmente ridícula. É preciso ser um cego para não ver as diferenças que apresentam esta foto com outras que podem (e devem) ser censuradas. em todo caso, mostra como a política do Facebook é mais que questionável.

Via The Guardian

A evolução do Facebook em imagens

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O Facebook chama de Feed de Notícias, mas todos nós chamamos simplesmente de Facebook. É onde entramos e ão saímos mais quando usamos a rede social, porque tudo vem à nós.

E o Facebook quer que a gente não saia de lá.

O Feed de Notícias completou 10 anos, e evoluiu muito nesse tempo. Deixou de ser uma rede social feia para muitos para se tornar o centro dos nossos círculos sociais.

Para comemorar os 10 anos, o Facebook mudou de novo o seu Feed de Notícias, e ainda que não seja uma mudança estética, é sim uma mudança importante.

As mudanças são internas, e a não ser que você não gerencie uma página, sequer vai se dar conta. O objetivo aqui é que o usuário fique mais informado e ao seu gosto sobre o que mais o interessa.

A ideia é mostrar primeiro a informação relativa que acontece em nossos círculos mais próximos. Muitos reclamam que, em casos onde temos 100 contatos na rede social, apenas 10 são amigos reais.

Pois bem, o Facebook vai se centrar nesses 10 e mostrar apenas as notícias desses 10.

Para isso, eles melhoraram o seu algoritmo que medirá os níveis de interação que você tem com essas pessoas, e que essas pessoas tem com você.

Isso não quer dizer que vai prevalecer apenas as informações dos contatos em relação às páginas. A mesma mecânica de interação vale para as páginas, exibindo informações de acordo com o nosso interesse maior.

Pode parecer um sistema fechado, mas visa melhorar as possibilidades dos usuários modificarem suas preferências.

Ainda que poucos usuários utilizem a opção para “abrir círculos”, o Facebook promete que seu algoritmo vai levar em conta as novas páginas ou as paginas que o usuário não costuma visitar, para assim oferecer uma melhor experiência de uso.

A evolução do Feed de Notícias do Facebook, em imagens

 

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Como evitar que o WhatsApp compartilhe o seu número de celular com o Facebook

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A partir do mês que vem, o WhatsApp vai compartilhar o número de celular vinculado à conta com o Facebook, com o argumento de melhorar a efetividade dos anúncios exibidos na rede social.

O movimento gera muita discussão entre muitos usuários, que preferem ter os serviços separados. Felizmente, ninguém é obrigado a aceitar isso, e tem uma margem de 30 dias para pensar no assunto antes de tomar uma decisão definitiva.

A nova característica chegará através de uma futura atualização do WhatsApp. Uma vez instalada, a primeira inicialização pergunta se o usuário quer compartilhar o seu número de smartphone com o Facebook.

Quem não quer isso obviamente vai responder NÃO. Mas quem respondeu SIM e se arrependeu tem apenas 30 dias para retificar.

 

O passo a passo dos arrependidos no WhatsApp

 

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– Abra o aplicativo do WhatsApp
– Abra o menu principal, na parte superior direita da tela, e vá em Ajustes
– Depois, clique no item Conta
– Em Conta, acesse o item Compartilhar Informações da Minha Conta, e desmarque esse item.

Vale lembrar que o WhatsApp foi adquirido pelo Facebook em 201 por US$ 19 bilhões. E isso ajuda a explicar esse cruzamento de dados.

De novo: você só tem 30 dias depois da atualização para realizar essa mudança.

WhatsApp começa a compartilhar seu número de telefone e conexões com o Facebook

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Os responsáveis pelo WhatsApp anunciam uma mudança em sua política de privacidade, e os novos termos resultam em uma consequência fundamental: o compartilhamento do seu número de telefone com o Facebook, com a ideia de conectar os serviços.

A decisão faz sentido na estratégia, uma vez que o Facebook comprou o WhatsApp há dois anos. Por outro lado, gera suspeitas sobre a forma que a rede social de Mark Zuckerberg vai utilizar esses dados.

O Facebook passa a ter mais dados sobre os usuários, o que desagrada e muito aqueles mais preocupados com a sua privacidade.

 

O Facebook vai saber o número do seu telefone

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Apesar de muitos usuários do Facebook já compartilharem seu telefone e endereço em seu perfil na rede social, outros preferem não fazer, isso, mantendo sua vida pessoal separada de suas atividades online.

O Facebook alega que vai usar essa informação “para melhorar sua experiência com publicidade e os produtos no Facebook”. O comunicado mostra como eles vão acompanhar mais de perto a atividade do usuário no WhatsApp.

A política de privacidade dos novos termos informa que os dados serão utilizados para melhorar as estatísticas do serviço e combater as mensagens de spam. Além disso, querem melhorar as sugestões de amizade e anúncios que sejam relevantes.

A conexão entre os dois serviços fará com que essa informação sobre o nosso número de telefone, com quem conversamos e quem são os nossos contatos (entre outras coisas) apareçam para nossos amigos no Facebook. A codificação está mantida, mas os dados serão coletados pelo WhatsApp.

 

Se você não concorda com isso, terá 30 dias para se manifestar

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É importante ressaltar que nada do que é compartilhado no WhatsApp (mensagens, fotos e informações de perfil) será compartilhado no Facebook ou em alguns dos seus aplicativos associados. A codificação ponta a ponta é mantida, e com isso nem WhatsApp, nem Facebook poderão acessar essas informações…. na teoria.

Ainda há duas opções de você desativar esse compartilhamento.

O primeiro método: antes de aceitar os novos termos de uso, clique na palavra “Leia” em azul, onde vai aparecer uma janela que desativa o compartilhamento.

O segundo método: aceite os novos Termos de Serviço e Política de Privacidade atualizados, em Ajustes > Conta > Compartilhar a informação da minha conta. Ali você pode desativar essa opção. Nesse caso, alguns dados ainda serão compartilhados com o Facebook.

Vale lembrar que, nos dois casos, a desativação dessa opção de compartilhamento de dados de forma voluntária só poderá ser feito nos 30 primeiros dias após aceitar os novos termos de uso e política de privacidade.

 

Está aberto um novo debate sobre a privacidade

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A decisão do WhatsApp reabre a discussão sobre o delicado equilíbrio que manteremos na nossa atividade online. As redes sociais e serviços de mensagens coletam nossos dados, mas não são os únicos.

Não faz muito tempo que a Microsoft foi duramente criticada por conta do Windows 10 nesse aspecto, sem falar na Google, que coleta nossos dados o tempo todo, e hoje é investigada por isso pela União Europeia.

O problema é o mesmo de sempre: o usuário final não tem o controle disso. A ideia é o “se você não paga pelo produto, você é o produto”. Usar desses serviços implica cada vez mais ceder parte da privacidade, com a desculpa de “melhorar a experiência do usuário”.

Pode até ser que isso aconteça, mas a voracidade que as empresas buscam coletar mais e mais informações sobre os usuários é algo muito preocupante.

A nova política de privacidade do WhatsApp não tranquiliza, e isso fará com que outros considerem outras alternativas a um aplicativo de mensagens que se beneficia do seu absoluto domínio no mercado.

Facebook anuncia sua própria plataforma de jogos para PC

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O Facebook anunciou hoje (18) o laçamento de sua própria plataforma de jogos para PC.

A plataforma estará especialmente pensada para os desenvolvedores que utilizam o motor Unity, sendo assim a melhor forma de publicar os jogos diretamente no Facebook, com pouco esforço e mudanças mínimas no código do programa.

A integração tem como objetivo beneficiar os desenvolvedores, principalmente os independentes que utilizam a ferramenta Unity. Na teoria, todos poderão ser portadores da nova plataforma, bastando pequenos ajustes para viabilizar seus jogos de forma simples e descomplicada.

O Facebook já tem em funcionamento uma versão fechada de sua plataforma para que os interessados possam testar o sistema até o dia 31 de agosto.

A rede social de Mark Zuckerberg promete “acesso imediato” para testar o motor e as funções de exportação.

 

Facebook quer ir além de colocar dinheiro no Farmville

A estratégia de Mark Zuckerberg é bem clara. Ele sabe muito bem que tem muita gente que fica na sua rede social muito tempo jogando. Ou só jogando.

Logo, por que não aumentar o acervo de jogos no serviço, para que as pessoas fiquem mais tempo dentro do Facebook?

No final das contas, esse tempo a mais na plataforma são números valiosos para os anunciantes, que são a principal fonte de renda da rede social.

Sem falar que os desenvolvedores podem ganhar o seu com as facilidades de publicação de jogos.

Moral da história: nesse mundo, nada acontece por acaso.

Ou “não existe almoço grátis”. Como você preferir.

Via Facebook

Se o Facebook colaborou com a Justiça, por que teve R$ 38 milhões bloqueados?

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Brasil sendo Brasil. Pelo visto, o Facebook (que, como vocês bem sabem, é dono do WhatsApp) colaborou com a Justiça brasileira em casos de investigação criminal. E, mesmo assim, teve R$ 38 milhões bloqueados pelo Ministério Público do Amazonas, com uma liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal de Brasília.

A pergunta aqui é: por que isso aconteceu?

 

Descumprimento da lei

O MPF afirma que o Facebook não cumpriu uma decisão judicial que obrigava a empresa a fornecer dados de cadastros de usuário do WhatsApp, além do descumprimento da quebra de sigilo das mensagens trocadas para fins de investigação. Porém, a rede social alega que liberou para a Justiça os dados cadastrais dos seus usuários, mas não os metadados de conversas, mantendo o argumento que não guarda esse tipo de informação.

A Justiça também queria conversas trocadas dentro do Facebook, porém, os dados trafegados no Messenger não são armazenados no Brasil, e aí tudo depende de um acordo de cooperação entre Brasil e Estados Unidos. Já o compartilhamento de logs de acesso foi feito pela rede social, de acordo com o que determina o Marco Civil da Internet, e foi feita antes da empresa ter seus fundos bloqueados.

De novo: o que aconteceu?

 

Burocracia

A burocracia ferra tudo. O processo envolvendo os dados privados do WhatsApp envolve a Justiça de dois países, e como o Ministério Público não quis esperar, preferiu bloquear financeiramente o Facebook para obter os dados de forma mais rápida, como uma forma de pressão. Além disso, o MPF ameaçou suspender o WhatsApp no Brasil, por entender que a empresa de Mark Zuckerberg age contra à dignidade da Justiça brasileira por não cumprir com as ordens judiciais.

O negócio é o seguinte. O Ministério Público querer banir o WhatsApp do Brasil é apenas uma das consequências do mal estruturado texto do Marco Civil da Internet (e estou sendo gentil nessa observação). Na época, brechas no texto da lei já apontavam para essa possibilidade de absurdos como esse. Sem falar na questão da clara ameaça à privacidade do coletivo.

Por outro lado, se o Facebook colaborou com a Justiça brasileira, essa colaboração foi parcial. O WhatsApp ainda não cumpre com o que determina o Marco Civil da Intenet, e já destacamos aqui no blog que o serviço de comunicador instantâneo armazena no dispositivo do usuário os dados de conversa, mesmo que parciais.

A boa notícia é que existem projetos de lei que consideram o bloqueio do WhatsApp uma medida desproporcional. Ou seja, é muito provável que, dessa vez, os legisladores conseguem dar uma bola dentro.

Via Tecnoblog

91% dos usuários acessam o Facebook pelo smartphone diariamente

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Que o número de usuários que acessam o Facebook pelos dispositivos móveis era maior que aqueles que utilizam a rede social pelo computador já era algo sabido há três anos, pelo menos. A cada trimestre, essa distância foi aumentando. E hoje, chegamos em uma proporção onde, de cada 10 usuários do serviço, nove o fazem por um dispositivo móvel.

Os dados revelado pelo Facebook relativos ao segundo trimestre de 2016 mostram que 91% dos seus usuários ativos diários acessam a rede social por um dispositivo móvel. O número apenas se alinha com a tendência de comportamento do usuário médio, que adotou de vez o smartphone como seu principal dispositivo de acesso à internet, deixando até o tablet na frente do computador nessa preferência.

 

1 bilhão de usuários móveis por dia

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O Facebook fechou o segundo trimestre de 2016 aumentando o seu reinado nas redes sociais, com 1.128 bilhão de usuários ativos diários (ou DAUs – Daily Active Users), um aumento de 38 milhões em relação ao primeiro trimestre de 2016. Ou seja, por si, a rede social já é forte. Mas mostra o quão forte é no mundo mobile.

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O gráfico acima uma progressão estável no número de usuários que acessa o Facebook a partir de um dispositivo móvel diariamente. Hoje, dos 1.128 bilhão de usuários, 1.033 bilhão preferem utilizar o seu smartphone ou tablet para acessar o serviço, ou 91% do total de usuários ativos.

Os números dos usuários ativos mensais (ou MAUs – Monthly Active Users) também refletem o domínio da versão móvel, com 1.574 bilhão de usuários móveis ativos de 1.712 bilhão de usuários totais, ou 92% desse grupo.

Via Facebook

Facebook Messenger alcança a marca de 1 bilhão de usuários

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A estratégia de Mark Zuckerberg se pagou, e agora ele é dono dos dois maiores comunicadores instantâneos do planeta. O Facebook Messenger alcançou a marca de 1 bilhão de usuários ativos.

O primeiro posto segue com o WhatsApp, também propriedade do Facebook, que ultrapassou o primeiro bilhão no começo de 2016. De fato, uma tende a seguir a outra, uma vez que o Messenger conseguiu os 100 milhões de usuários que faltavam em poucos meses que o Facebook se dedicou a nutrir os aplicativos com características diferentes, para atrair os usuários para os dois.

Nos últimos meses, vimos chegar a codificação ponta a ponta no WhatsApp, a integração de jogos no Messenger, serviços de compras e outras funcionalidades e melhorias em desenvolvimento.

A briga pelos segmento não terminou, mas com os dois grandes protagonistas nas mãos, o Facebook não tem concorrência. É mais que um duopólio: é um monopólio consolidado.

Ainda mais que o Telegram parece ser mesmo apenas o estepe quando o WhatsApp sai do ar…

Via Recode

A tentativa de golpe de estado na Turquia também bloqueou Twitter, Facebook e YouTube no país

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A situação da Turquia se estabilizou, e a tentativa de golpe no país fracassou. Mas nas primeiras horas de sucesso do golpe, o acesso ao Facebook, Twitter e YouTube foi bloqueado aos cidadãos do país.

A conta do Twitter @TurkeyBlocks revelou que os três serviços foram bloqueados enquanto que o Instagram e o Vimeo seguiram disponíveis. O acesso aos serviços foi recuperado uma hora e meia depois, e alguns cidadãos turcos ainda utilizavam os serviços com a ajuda de VPNs.

O departamento do estado dos Estados Unidos reconheceu o problema, enquanto que os responsáveis pelo Twitter indicavam que, de acordo com os seus dados, o serviço na Turquia não estava bloqueado. O Facebook não fez comentários sobre o tema, enquanto que o YouTube reconheceu o bloqueio.

O uso das redes sociais em eventos desse tipo é uma arma poderosa para informar o resto do mundo sobre o que realmente acontece em um determinado local em tempo real. Já vimos o impacto dessas redes quando elas foram cruciais nos eventos da Primavera Árabe em 2011, e alguns países restringem o acesso dessas redes como novo mecanismo de censura.

Via TechCrunch

Mark Zuckerberg é um que tampa a webcam de seu notebook com fita adesiva

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Para comemorar que o Instagram alcançou a marca de 500 milhões de usuários, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, publicou a imagem acima para agradecer de forma original a todos aqueles que tornaram isso possível. Porém, a imagem acabou revelando algo muito interessante.

Quando vemos a mesma imagem ampliada, podemos identificar sobre a mesa de trabalho de Mark Zuckerberg um MacBook Pro. Até aí, tudo bem. O detalhe que chama a atenção é para o fato da webcam e o conector para fones de ouvido estarem tampados com fita adesiva.

 

Grade preocupação com a privacidade

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Não só esse detalhe que ressalta muito sobre a preocupação com a privacidade que Mark Zuckerberg deixa evidente. Também chama a atenção para o detalhe da tela do notebook exibir que o CEO do Facebook utiliza como cliente de e-mail o Thunderbird da Mozilla, um software claramente destacado na segurança mais reforçada com os dados pessoais.

Levando em conta que o Facebook compila uma grande quantidade de informação de seus usuários, a notícia beira a ironia. Mas é importante lembrar que Zuckerberg não é a primeira personalidade importante do mundo da tecnologia que apela para esses métodos “pouco sofisticados” (mas plenamente funcionais), já que o próprio diretor do FBI reconheceu que tampou a webcam do seu notebook com fita adesiva ao ver que “alguém mais preparado” fez a mesma coisa.

Mas… este é realmente o notebook de uso pessoal de Mark Zuckerberg, ou é sua mesa de trabalho?

A resposta é SIM, já que coincide com o que já vimos em apresentações e eventos anteriores.

E você? Utiliza fita adesiva na webcam do seu notebook

Via The Verge

Hackearam as contas de Mark Zucerkberg do Twitter e Pinterest

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Mark Zuckerberg

As contas de Mark Zuckerberg do Twitter e Pinterest foram hackeadas pelo grupo OurMine Team, supostamente utilizando senhas vazadas do LinkedIn.

O grupo garante que também conseguiu hackear a conta do Instagram do criador do Facebook, mas isso não foi possível ser verificado. Mas sabemos que as contas dos dois citados serviços online foram violadas com sucesso. E menos mal que eles não conseguiram se apoderar da conta de Zuck no Facebook, pois seria o maior mico ver o co-fundador e CEO da maior rede social do planeta ter a sua conta hackeada.

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Não se imagina que o OurMine Team chegou a utilizar técnicas de hacking avançadas. Aqui, basicamente eles testaram as senhas publicadas no hacker ao LinkedIn, ocorrido a algumas semanas.

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Ou seja, Mark Zuckerberg cometia o mesmo erro de muitos usuários comuns ao redor do planeta: utilizar a mesma senha em todas as redes sociais e serviços online. Algo impensável para um homem do seu nível, mas que se repete em todos os estudos sobre má gestão de senhas.

As contas de Mark Zuckerberg que foram comprometidas foram canceladas, o que não deixa de ser vergonhoso para um executivo responsável por garantir a segurança de um serviço de internet que atende a mais de um bilhão de pessoas. E isso, só no Facebook. Não estamos falando da segurança no WhatsApp e no Instagram, dois populares serviços que estão no seu controle.

Todos somos humanos, mas… cuidado com as suas senhas, menino Zuck!

Via Venture Beat, @_OurMine_

A ‘Mulher Chewbacca’ visita o Facebook depois do seu recorde

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Lembra da mulher com a máscara de Chewbacca, que bateu um recorde no Facebook Live? Pois é, a simpática senhora que gravou um vídeo com a sua reação ao provar a máscara do citado personagem de Star Wars não só conseguiu que o produto se esgotasse nas lojas dos EUA, mas foi convidada pelo Facebook para conhecer as suas instalações em Menlo Park, Califórnia.

Dessa forma, o Facebook agradece pela quebra de recorde em reproduções de um vídeo no Facebook Live (até o momento, mas de 145 milhões de visitas). O próprio Mark Zuckerberg publicou em sua conta as imagens de Candace Payne nos escritórios da empresa, onde o próprio Chewbacca estava lá para fazer algumas fotos com ela.

A espontaneidade do vídeo da máscara se transformou em poucos dias em um fenômeno na internet, fazendo com que James Corden convidasse Candace para uma entrevista no The Late Late Show da CBS e, de quebra, preparar uma surpresa para a moça, com a presença de J.J. Abrams, diretor de ‘Star Wars: Episódio 7: O Despertar da Força’.

Não resta dúvidas que o que se gerou ao redor do vídeo se encaixa perfeitamente na categoria de ‘loucura’, sendo impossível que algum internauta comum já tenha vivenciado. Muito provavelmente não falaremos mais sobre isso em algumas semanas, mas esperamos que a simpática Candace desfrute dessa fama, tanto quanto nós nos divertimos com sua peculiar risada.

 

Via Facebook

Facebook quer transformar o seu rosto em um emoji

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O Facebook apresentou uma interessante patente que propõe a conversão do rosto do usuário em um emoji, algo que coloca em evidência mais uma vez a enorme popularidade que esses ícones possuem.

Através dos emojis, podemos expressar uma grande quantidade de sentimentos e estados de ânimo, sem a necessidade de escrever frases completas. A ideia de usar nosso rosto para isso marca uma grande e importante mudança nessa equação. A patente propõe a adoção do um software de reconhecimento facial do Facebook para identificar o rosto nas imagens enviadas na rede social, e associá-la ao emoji correspondente.

Uma vez feito isso, o sistema utiliza as imagens para criar uma recompilação que podemos utilizar em modo de emoji. Por exemplo, se você tem uma foto onde você aparece com um amplo sorriso, a mesma é identificada pelo sistema de reconhecimento facial, que considera que podemos utilizá-la como substituto do emoji com um grande sorriso, ou a foto dessa figura.

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Obviamente, o mesmo seria aplicável a outros ícones, sempre que uma imagem adequada esteja disponível no Facebook. Para compartilhar a imagem do emoji personalizado, não seria necessário fazer nada de especial: basta adicioná-lo como faríamos com uma figura qualquer.

A ideia é original, mas questões de privacidade precisam ser resolvidas antes de sua implementação. Veremos como o Facebook resolverá isso para colocar esse projeto em marcha.

Via SlashGear

Por que o WhatsApp não colabora com as autoridades brasileiras?

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Não queremos ser aqui advogados do diabo, nem estamos apoiando a decisão de um juiz que não sabe interpretar direito o Marco Civil da Internet. Porém… regras são regras. Podemos discutir as regras, mas que elas existem, existem. O WhatsApp está bloqueado no Brasil até a próxima quinta-feira (05), às 14h (em teoria) por ordem judicial, como punição por não colaborar com investigações contra o narcotráfico.

Não é o primeiro bloqueio que o WhatsApp sofre no Brasil. Em fevereiro e dezembro de 2015, o serviço passou pelo mesmo problema, e pelo mesmo motivo: se negar a colaborar em investigações realizadas pelas autoridades legais brasileiras. As cinco principais operadoras móveis do país, além das operadoras de telefonia fixa receberam a ordem emitida pelo juiz Marcel Montalvão, e cumpriram com a decisão, já que a multa pelo descumprimento é de R$ 500 mil por dia.

Agora, a justiça negou o recurso do WhatsApp. O desembargador Cezário Siqueira Neto, do tribunal de Sergipe, manteve a decisão de Montalvão, e o aplicativo segue bloqueado. Mais de 100 milhões de brasileiros utilizam o serviço para se comunicar, administrar seus negócios e outros interesses pessoais e comerciais. De acordo com comunicado dos representantes do serviço, “para obrigarmos a entregar informações que afirmamos repetidamente que não temos”.

 

O preço da privacidade

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Obviamente, tanto para o WhatsApp como para o Facebook e, principalmente, para os usuários, a medida é desproporcional. Mesmo assim, eles seguem declarando que não possuem as informações que as autoridades solicitam, e afirmam textualmente que colaboraram “em toda a extensão de sua capacidade com os tribunais brasileiros”.

O que a justiça precisava, afinal de contas?

Ao que parece, o acesso aos dados de alguns usuários que, segundo a polícia, se comunicavam pelo aplicativo, com o objetivo de obter nomes, endereços e acessos à redes sociais dos envolvidos nas investigações. Algo que implicaria violar a privacidade deles, e este é um tema que tanto o WhatsApp como muitas das grandes empresas de tecnologia levam muito a sério, e sofrem as consequências das decisões que a justiça brasileira pode tomar.

Por exemplo, a prisão de Diego Dzodan, representante máximo do Facebook no Brasil, que passou 24 horas detido como medida paralela ao mencionado bloqueio, com o objetivo que o mesmo colaborasse, compartilhando os dados que supostamente o serviço possui referente à operação de narcotráfico.

 

Os limites e o outro lado da moeda

 

As autoridades brasileiras podem agir dessa forma?

Infelizmente, tem, mas este é outro aspecto do debate sobre onde estão os limites de exigência da justiça e o início do direito da privacidade em caso de investigações. Principalmente levando em conta que, desta vez, a punição vai muito além da empresa, afetando usuários que não tem nada a ver com o assunto, e ficam sem o serviço, levando prejuízos diversos, desde gastos adicionais com comunicação até problemas de gestão de suas atividades profissionais pelo aplicativo.

Sem falar no prejuízo secundário para o WhatsApp: além do serviço suspenso por alguns dias, vê os usuários buscando outros serviços, principalmente o Telegram, que registrou um pico de 1 milhão de novos usuários nas primeiras horas de bloqueio do principal concorrente. O próprio Telegram teve que pedir desculpas por não conseguir absorver todas as petições de códigos de verificação para ativar o aplicativo.

Não será surpresa se novos bloqueios acontecerem por conta de determinações da justiça. Afinal de contas, o Artigo 12 do Marco Civil da Internet tem uma enorme brecha para isso (e esse é apenas um dos exemplos que reforçam a teoria que o texto foi mal formulado). O que fica claro é que há muito a ser feito no âmbito legal e penal em relação aos direitos da privacidade à informação, e casos como esse não serão os primeiros, muito menos os últimos.

Infelizmente.

Via BBC