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Samsung vai apelar para a Suprema Corte dos EUA para não pagar multa para a Apple

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A Samsung vai apelar para a Suprema Corte dos Estados Unidos no seu litígio judicial contra a Apple na famigerada ‘guerra de patentes’. É a última tentativa dos sul-coreanos para evitar o pagamento de uma pesada indenização aos norte-americanos por violar patentes dos seus smartphones.

A medida vem depois de sua última apelação ser recusada em um tribunal federal. A decisão da Suprema Corte será definitiva, ou seja, de última instância, onde nenhuma das partes envolvidas poderá recorrer da sentença. Isso deixa a Samsung contra as cordas, se observarmos a trajetória dessa disputa judicial. por outro lado, não é certeza que o tribunal vai aceitar a apelação, já que a cada ano são solicitados 10 mil pedidos recorrentes, dos quais apenas 75 são ouvidos, o que reduz ainda mais as possibilidades dos coreanos.

Vale lembrar que, recentemente, o escritório de patentes dos EUA (USPTO) invalidou uma importante patente de design da Apple. Importante a ponto de ser o principal argumento dos norte-americanos em acusar a Samsung das infrações citadas no processo. Ou seja, na teoria, a gigante de Cupertino não poderá mais reclamar qualquer tipo de indenização por essa patente.

Dito isso, se o assunto ficar do jeito que está nesse exato momento, a Samsung teria que pagar para a Apple aproximadamente US$ 400 milhões. É uma ‘vitória’ para os sul-coreanos, que na primeira sentença foram condenados a pagar US$ 1 bilhão.

Via PC World

Recusada a apelação da Samsung na sua luta de patentes contra a Apple

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A última apelação da Samsung contra a sentença que deu a vitória para a Apple nos seus conflitos pelas patentes não deu em nada, depois de ser recusada pelo tribunal de apelações dos Estados Unidos.

Apesar da ‘guerra de patentes’ entre as duas ter se encerrado em boa parte do planeta, Samsung e Apple seguem com suas batalhas judiciais nos Estados Unidos, que terminaram em 2012 com a vitória para a Apple, onde a Samsung teve que pagar uma indenização de US$ 1.050 bilhão.

A Samsung então decidiu cair lutando, e recorreu da decisão. Com isso, conseguiu reduzir o valor a ser pago para US$ 930 milhões, quantia ainda muito alta. Recentemente, a Samsung conseguiu o apoio de várias multinacionais em sua luta contra a Apple, que argumentam que os danos sofridos pela sul-coreana eram enormes, e que não se podia obrigar uma empresa a pagar uma sanção sobre o conjunto do produto quando o que foi violado foi apenas uma patente entre muitas que incluem cada produto. Porém, como podemos constatar, tal argumento não valeu de muita coisa.

Agora, o que resta para a Samsung é recorrer à Suprema Corte dos Estados Unidos. Será que vão conseguir sucesso?

Via Engadget

Xiaomi pode enfrentar a ‘guerra de patentes’ nos EUA

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Hugo Barra, vice-presidente de operações globais da Xiaomi, disse em uma entrevista que sua empresa vai precisar se preparar para uma possível guerra de patentes quando desembarcar nos Estados Unidos, dando a entender que esse é o motivo para adiar tanto a sua chegada ao país.

Os processos por patentes são recorrentes na ‘terra da liberdade’, e a Xiaomi já foi duramente criticada por empresas norte-americanas, de modo que eles já sabem que não serão bem recebidos nos Estados Unidos, tendo as portas dos tribunais mais abertas que as portas das lojas.

Tudo isso fez com que Hugo Barra esclarecesse que o lançamento dos seus smartphones nos Estados Unidos iria exigir pelo menos um ano de preparo para evitar que eles sejam devorados nos tribunais, o que nos ajuda a entender melhor a lenta expansão da Xiaomi no mercado.

É fato que a expansão internacional da Xiaomi em países que não são membros dos mercados emergentes será muito complicada. E tudo por culpa das patentes.

Via NextPowerUP!

Google vai oferecer internet grátis para famílias menos favorecidas nos EUA

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O Google vai oferecer conexão de internet de graça para famílias menos favorecidas, com ganhos consideravelmente baixos. A iniciativa aparece em forma de um programa piloto chamado ConnectHome, e foi anunciado pelo governo dos Estados Unidos.

Para garantir o sucesso da iniciativa e o acesso para uma grande quantidade de famílias, o Google contará com a colaboração das operadoras Cox, Sprint e Century Link, o que facilitará a sua expansão para um total de 27 cidades ao longo dos Estados Unidos. É esperado que inicialmente 275 mil famílias sejam beneficiadas, e que esse número cresça paulatinamente com a expansão do programa.

É um plano interessante e louvável, que busca acabar com a ‘desconexão’ que (por exemplo) os alunos mais humildes precisam enfrentar quando chegam da escola na sua casa.

Por fim, também foi preparado um programa de formação gratuita para que estas famílias de baixo poder aquisitivo possam aprender a utilizar a internet, inciativa que já é abraçada por várias lojas e organizações norte-americanas, como por exemplo Best Buy, PBS, American Library Association e Boys and Girls Clubs of America, entre outros.

Via TheVerge

Novos dados indicam que o novo Google Glass está a caminho

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O Google encerrou a alguns meses o seu programa Explorer de desenvolvimento do Google Glass. Para alguns, isso parecia o fim do projeto. Os executivos do Google rapidamente desmentiram os rumores, alegando que a mudança foi par reformular o projeto.

Não sabemos qual será o resultado – se é que terá algum resultado 0, mas é fato que seguem aparecendo dados que reforçam a aparição de uma nova versão do Google Glass. Os rumores sobre a inclusão dos microprocessadores da Intel e as ofertas de emprego destinadas ao projeto se soma agora a aparição de um misterioso produto do Google, com código de modelo GG1.

O produto foi ‘visto’ pelo Droid Life em um registro da FCC que apareceu nos último dias, com código de produto completo A4R-GG1. Tudo o que rodeia esse produto é um mistério – os editores da fonte indicam que pode ser até o Chromecast 2 -, e algumas das especificações parecem apontar para um novo Google Glass.

O registro da FCC normalmente inidca rapidamente os produtos em grupos, como smartphones ou wearables. Mas nesse caso, ele tem apenas a etiqueta ‘Bluetooth & DTS/UNII a/b/g/n/ac’, com o nome GG1. O documento deixa mais ou menos claro que o produto conta com conectividade 802.11ac, Bluetooth 4.0 LE e é recarregável com baterias não removíveis.

Além disso, o dispositivo possui um conector USB para ‘recarga e transferência de dados’. O dado da bateria não removível é o que faz pensar que seja o Google Glass e não um Chromecast. Mas entendo que não vamos esperar muito para eliminar essas dúvidas.

Via Droid-Life

Kantar: Android segue crescendo nos EUA diante das quedas na China e Europa

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O Kantar Worldpanel ComTech publicou os dados de vendas de smartphones do mês de junho, e as tendências são as mesmas do mês de maio: o Android segue dominante, com maior crescimento nos Estados Unidos. Porém, a tendência de queda do sistema na Europa também se repete.

A Espanha conta com uma das maiores fatias majoritárias do Android no Velho Continente, com 89,9% do mercado, ao lado do Reino Unido (52,2%), Alemanha (74,4%), França (66,7%) e Itália (70,7%). De fato, desses cinco países, apenas França e Espanha mostram crescimento em relação aos números de 2014, com aumentos de 3,2% e 2,1% respectivamente.

Nos demais mercados relevantes da Europa, tivemos uma queda do Android de 2,9% em relação ao ano passado. Com isso, iOS e Windows Phone gradualmente aumentam a sua participação, com aumentos de 2,4% e 1,5% respectivamente, sendo que na Alemanha se registrou os maiores aumentos.

A demanda pelo iPhone 6 está relacionada com esses resultados, já que passados alguns meses do seu lançamento ele se mantém forte nas vendas no Reino Unido, Alemanha, Itália e França. O número de compradores do Android vindo de um dispositivo iOS caiu em relação ao ano passado (5%, contra 11% do mesmo período em 2014).

Já nos Estados Unidos, a participação do Android aumentou em relação ao mês anterior (62,4%) e em relação ao mesmo período do ano passado (62,1%), ficando com 64,9% do mercado no país. O maior prejudicado foi o iOS, que caiu 2,4% em relação ao mês de maio de 2014. O Windows Phone cresceu discretos 0,6%.

Os bons números do Android nos EUA estão relacionados com o Samsung Galaxy S6, que entrou para a lista dos mais vendidos do país, atrás do iPhone 6 e do Samsung Galaxy S5. O último top de linha dos coreanos aumentou as suas vendas em relação ao período finalizado em abriu em 3%, deixando o fabricante com 55% das vendas dos dispositivos Android.

Na China, a Apple tem motivos para comemorar: o crescimento foi de 6% em relação ao ano anterior, ficando com 21.5% das vendas no país. O Android cresceu em relação ao mês de maio (2%), mas reduziu sua participação de mercado, saindo de 82,3% em 2014 para 76,8% nas vendas desse ano.

Outra coisa que denota o crescimento da Apple é o pódio dos modelos vendidos, que é liderado por eles, seguida pela Huawei e Xiaomi. Logo, conclui-se que os resultados para o Windows Phone não são muito bons, registrando uma queda de 0,1% em relação ao ano passado, e ficando com apenas 1% das vendas totais.

Celebre o seu orgulho de um dia histórico no Facebook

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Hoje é um dia histórico, de um evento que nada tem a ver com o mundo da tecnologia. A não ser que você viva em uma caverna (ou detestou a notícia ao ponto de se comportar como um homem das cavernas), você já sabe que a Suprema Corte dos Estados Unidos finalmente legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo nos 50 estados do país ianque. Esse é um passo adiante nas liberdades e nos direitos dos homossexuais.

A notícia foi amplamente comentada nas redes sociais, tanto no Twitter com as hashtags #lovewins e #proudtolove – essa última utilizada pelo YouTube em um vídeo especial -, como no Facebook, que agora permite que todos os seus usuários (independente de qual local do planeta estão) sobreponham a bandeira do arco-íris em sua foto de perfil. Basta estar conectado na rede social e acessar o link facebook.com/celebratepride.

Diversos executivos de grandes empresas de tecnologia estão se manifestando positivamente sobre a decisão. Tim Cook, CEO da Apple, que reconheceu a sua homossexualidade no ano passado, Satya Nadella, CEO da Microsoft, e o próprio Mark Zuckerberg aproveitaram o momento para mostrar a evolução dos grupos LGBT desde 2008 até agora.

 

Convidamos os leitores do TargetHD a se unirem à festa. É um dia para ser comemorado.

 

Nota do Editor: eu, Eduardo Moreira, editor do TargetHD, sempre apoiei as causas dos grupos LGBT. Fui casado com minha ex-esposa por 11 anos de meio, e sempre entendi que antes de qualquer coisa, somos todos seres humanos, com direitos iguais. Sempre combati qualquer tipo de preconceito, pois durante anos fui vítima de um deles (preconceito racial). Logo, o TargetHD vai seguir apoiando essas e outras causas. Não por ser ‘bonitinho’. Mas porque entendo que pessoas como Marco Feliciano e Silas Malafaia simplesmente não podem vencer. 

E o mais importante de tudo isso: por entender que todos são iguais, e que o amor não é um monopólio dos heterossexuais. 

 

Sony Xperia Z4v, um smartphone que provavelmente jamais veremos por aqui

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No Japão, um Xperia Z4. Na Europa, a sua variante, o Xperia Z3+. E nos Estados Unidos, a Sony acaba de anunciar o Xperia Z4v, através da operadora Verizon.

O modelo conta com especificações até agora não vistas nos seus outros modelos gêmeos: processador Snapdragon 810, 3 GB de RAM, câmera traseira de 20.7 megapixels, tela de 5.2 polegadas (Quad HD) e bateria de 3.000 mAh. O preço e a disponibilidade do novo Xperia Z4v não foi revelada, mas o dispositivo deve chegar ao mercado norte-americano no meio do ano, assim como os dois modelos lançados nos mercados de outros continentes.

Podemos pensar em um Xperia Z5 já? Ou ainda é muito cedo?

Commodore Amiga com 30 anos de vida controla aquecimento de colégio nos EUA

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A rede pública de ensino de Grand Rapids, Michigan (EUA) decidiu reciclar velhos computadores Commodore Amiga 2000 para o controle da temperatura dos 19 colégios da cidade.

A iniciativa não só recuperou os computadores, mas também utiliza as conexões disponíveis na época, como os velhos modems e comunicação sem fio via sinal de rádio, que ocasionalmente interferem com as comunicações via walkie-talkies. O desenvolvedor do software que controla o invento é um estudante de um dos colégios, que contou com a ajuda de um profissional mais experiente para realizar a manutenção do projeto.

Por trás da iniciativa tem uma boa causa: a economia de dinheiro diante da renovação do sistema, cujo custo teria alcançado os US$ 2 milhões. Porém, foi aprovado um orçamento de US$ 175 milhões para a reestruturação original. Logo, o distrito tem dinheiro de sobra para substituir os computadores Amiga que usam hoje para controlar o aquecimento.

Alguns desses computadores conseguem ser mais velhos que alguns professores que lecionam nos colégios de lá.

 

Via Engadget

Samsung Galaxy S6 Active é anunciado oficialmente

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A operadora AT&T apresentou oficialmente no seu catálogo norte-americano o smartphone Samsung Galaxy S6 Active, modelo reforçado do Galaxy S6, em uma família de produtos já conhecida do mercado. O dispositivo já teve várias de suas características técnicas vazadas, e hoje foram confirmadas as configurações definitivas.

Como esperado, o Galaxy S6 Active é muito parecido com as características técnicas do Galaxy S6 de já conhecemos: tela Super AMOLED de 5.1 polegadas (QHD), processador Samsung Exynos 7420, 32 GB de armazenamento, câmeras de 16 e 5 megapixels, entre outros. A principal novidade desse modelo é justamente a sua resistência, que passa a receber a certificação IP68.

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Nesse modelo, o design e a baixa espessura ficam em segundo plano, para receber uma bateria de 3.500 mAh, com sistema de recarga rápida e recarga sem fio. A versão do Android do Galaxy S6 Active é a 5.0.2 Lollipop, e o telefone recebeu o botão ‘activity button’ na lateral, que pode ser programados para ações rápidas (bússola, lanterna, etc).

O dispositivo está disponível em três versões de cores, duas delas com camuflagem. Seu preço nos EUA é de US$ 695. Não há informações se o modelo será comercializado no Brasil.

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Via AT&T

O domínio Megaupload agora serve para distribuir pornografia e malwares

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A operação que fechou o domínio do Megaupload deixou Kim Dotcom em uma situação complicada, e gerou uma enorme polêmica, já que a operação foi ‘bem no estilo’ dos Estados Unidos, não distinguindo os tipos de arquivo lá armazenados.

Muitos usuários perderam dados legítimos, sem receber qualquer tipo de compensação por isso. Porém, se o propósito da operação era acabar com o cibercrime, podemos dizer que o FBI perdeu a batalha e o controle do Megaupload.

Na teoria, tal domínio só deveria mostrar o anúncio do seu fechamento, mas agora passou a mostrar links de conteúdos ponográficos, mercado de drogas e malwares, um erro que parece já ter sido resolvido, mas que já coloca em evidência a incompetência do FBI no assunto.

Não podemos descartar que tudo isso foi um movimento preparado para conseguir exatamente isso: ridicularizar o FBI. Mesmo assim, era algo que eles deveriam estar preparados, principalmente levando em conta os recursos que eles possuem.

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Por sua vez, Kim Dotcom aproveitou a situação para colocar mais lenha na fogueira, fazendo várias críticas severas no Twitter, fazendo com que a vergonha do FBI fosse ainda maior.

Via NextPowerUP!

Google reduz o preço do Nexus 6 nos EUA para US$ 499

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O Google reduziu o preço do Nexus 6 nos EUA em US$ 150, deixando o smartphone com um preço final de US$ 499 na versão de 32 GB. O desconto é uma promoção por tempo limitado.

Para muitos, o lançamento do Nexus 6 foi um grande fracasso, e não só pelos problemas que algumas unidades apresentaram, mas principalmente por conta do preço elevado. Esse fator acabou com um dos grandes encantos da linha Nexus, que oferecia dispositivos muito alinhados com especificações top de linha com uma excelente relação custo-benefício.

Desse modo, o Nexus 6 não passou de ser um ‘mais um’ dentro do mercado, algo que afetou negativamente as suas vendas, ao ponto do Google reconhecer que os resultados forem piores do que o esperado. Para muitos, a solução passava por uma redução de preço, algo que o Google começou a colocar em prática nos EUA.

Nos demais mercados, os preços seguem inalterados.

Via NextPowerUP!

Netflix e as séries da HBO superam o BitTorrent nos EUA

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A empresa Sandvine publicou os resultados do seu último estudo sobre o uso da web, e eles detectaram que, hoje, o Netflix acumula até 36.5% do tráfego de banda nas horas de maior atividade de internet durante a noite, subindo em 1.6% em relação a segunda metade de 2014.

A HBO também experimentou certo crescimento, muito em parte por conta do lançamento do seu novo serviço de streaming, o HBO NOW, além da popularidade de Game of Trones. Durante as cinco primeiras temporadas da série, os serviços HBO GO e HBO NOW representaram 4.1% do tráfego das redes físicas dos EUA, aumentando em 300% os seus números anteriores.

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Antes do lançamento dos seus serviços, a HBO acumulava apenas 1% do tráfego de banda dos EUA pela manhã. Hoje, o HBO GO acumula 3.7%, e o HBO NOW 0.7%. Leve em conta que o NOW só está disponível através de produtos da Apple e de alguns provedores de TV a cabo.

O aumento do tráfego da Netflix e da HBO bate de frente com a redução do uso do BitTorrent, que representa hoje apenas 6.3% do total dos dados nos EUA, e 8.5% na América Latina.

Nas plataformas móveis, a Sandvine informa que, na América Latina, Google e Facebook (através dos serviços que estão sob o seu domínio) concentram mais de 60% do volume total, enquanto que nos EUA o entretenimento em tempo real recebe o primeiro posto, seguido pelos aplicativos de redes sociais. O YouTube também obtém uma boa porcentagem, acumulando 21.2% do volume total de dados.

Os vídeos que se reproduzem de forma automática no Facebook gerou um notável aumento de tráfego médio por usuário de 60% em média.

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Via TechCrunch

Apelação reduz pena da Samsung contra Apple por violação de patentes

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Um tribunal de apelação revogou parcialmente a condenação da Samsung por violação de patentes contra a Apple, e reduzirá de forma significativa a indenização recorde, que ficou estabelecida em US$ 930 milhões.

A apelação mantém as estimativas de violação de design e utilização das patentes da Apple em smartphones e tablets da Samsung, mas rechaça as infrações de imagem comercial da propriedade intelectual da Apple, pelo qual a Samsung também foi condenada. Por conta disso, a indenização por danos e prejuízos deve ser significativamente reduzida em um valor que será estabelecido em um momento posterior.

Apple e Samsung entraram em um acordo de retirar os processos de patentes em todo o planeta, menos nos Estados Unidos. O tema volta a ficar em evidência, já que um dos argumentos da Apple para considerar plágio era o uso de ‘uma forma geral retangular, com uma tela de visualização que ocupa quase toda a superfície, bordas finas, superfície frontal predominantemente plana e um design fino’.

Ou seja, qualquer um dos centenas de milhões de smartphones disponíveis hoje no mercado se encaixam nessa descrição.

Em diversas oportunidades, reconheço que o iPhone e o iPad são produtos muito importantes para o mercado mobile, porém, isso não dava direito para a Apple patentear o retângulo. Não, eles não inventaram a pólvora. Logo, a briga nesse aspecto é algo simplesmente ridículo, só mostrando a arrogância da turma de Cupertino em relação aos demais.

Recentemente, a Apple ‘provou do próprio remédio’, sendo condenada a pagar uma multa de mais de US$ 500 milhões por violações de patentes. Quem moveu a ação foi o Rockstar, um velho e conhecido troll de patentes, que adquire patentes das mais diversas apenas para processar aqueles que supostamente infringem essas patentes de forma agressiva.

SIM Cards ficaram expostos à espionagem (e você não sabia disso)

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Uma reportagem do The Intercept apresenta supostos documentos vazados por Edward Snowden, que revela que os governos dos Estados Unidos e do Reino Unido conseguiram hackear a Gemalto, a principal fabricante de SIM Cards no planeta, o que poderia deixar grande parte das comunicações de telefonia móvel do mundo expostas à espionagem.

Os documentos mostram que a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) e o Quartel General de Comunicações do Governo do Reino Unido (GCHD) hackearam a Gemalto em 2010, com a ajuda do grupo Mobile Handset Exploitation Team (MHET), integrado por membros das duas agências, roubando as chaves de encriptação de cada SIM Card fabricado pela empresa.

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A Gemalto entrega no mercado aproximadamente 2 bilhões de SIM Cards por ano para pouco mais de 450 operadoras de telefonia móvel em todo o planeta, com presença em 85 países. 40 fábricas espalhadas em diferentes regiões se encarregam disso, com três escritórios centrais, com o principal estabelecido na Holanda.

Esse acesso às chaves permite a visualização das comunicações privadas de qualquer pessoa ou empresa, sem a necessidade de passar pelo governo desse país ou pela operadora, já que dispensa as intervenções telefônicas ou uma ordem judicial de interceptação das comunicações que passam pelo SIM Card.

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O mais preocupante disso tudo é que tal intervenção não deixa rastros, o que torna praticamente possível a detecção da espionagem. Nem o dono do smartphone, nem a operadora móvel, nem o país e nem mesmo a Gemalto podem encontrar os rastros da violação da segurança, ou identificar o responsável.

As primeiras investigações mostram que as chaves foram obtidas pela violação dos servidores centrais da Gemalto, por meio de ações ilegais das agências de segurança, que obtiveram informações privadas de alguns funcionários, fabricantes de SIM Cards e provedores. Foi um plano vindo de fora, sem o conhecimento da empresa ou seus associados, mostrando de novo do que os governos são capazes ‘em nome da segurança mundial e dos seus cidadãos’ (sic).

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Se tudo isso se confirmar, estaríamos diante da maior rede de espionagem privada do planeta. Sempre foi vendido que as comunicações entre operadora e usuário contam com um elevado nível de codificação, para assim garantir a nossa privacidade. Pelo visto, não é bem assim que tudo funciona.

Via The Intercept

Para Obama, Europa ataca empresas de tecnologia dos EUA porque não pode competir com elas

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O presidente dos Estados Unidos Barack Obama deu uma entrevista para o site Re/code onde falou de tudo relacionado ao mundo da tecnologia: privacidade, Coreia do Norte e a resistência da Europa às empresas norte-americanas.

Obama destacou para o Re/code especialmente o tratamento que gigantes como Facebook e Google recebem na Europa. Quando questionado sobre a ênfase que a Europa coloca no tratamento dos dados dos usuários que essas empresas possuem, sua resposta foi contundente: “é pura inveja”.

Não foi bem isso que Obama falou, mas deu a entender ao afirmar que algumas das medidas, multas e entraves que a União Europeia possui com a Google ou o Facebook indicam que essas empresas norte-americanas dominam a internet. E na opinião dele, as duas cresceram a um ponto em que a Europa não consegue competir com elas.

É curioso como Obama, que ficou queimado em meio mundo por conta do escândalo envolvendo a NSA – onde desde o primeiro momento ele defendeu os programas de espionagem da agência -, se coloca na defensiva com a Europa pelo cuidado que as agências do continente colocam em tudo o que está relacionado com a privacidade e segurança dos dados dos usuários.

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As medidas propostas na hora de controlar esse coleta massiva de dados seguem sem mudar o fato que a NSA parece ter mais e mais meios ao seu alcance para realizar a sua espionagem. E sempre com a desculpa de combater o terrorismo, algo que, entre outras coisas, gerou a criação de uma nova agência central para lidar contra os ciberataques.

O debate mais longo e intenso é do Google contra a Europa. Ou o contrário.

Em 2010, a UE iniciou um processo contra a gigante de buscas para investigar supostas práticas abusivas de sua posição no mercado de buscadores. Desde então, várias foram as batalhas legais, que passaram por um momento de paz com acordos preliminares, mas que ao que parecem, não terão um final feliz. A UE deu um ultimato para a Google, na tentativa de frear o seu poder, algo que pode resultar em uma multa de 6 bilhões de euros.

A outra frente aberta está no direito ao esquecimento, e também envolvendo a Google. A UE levou a batalha, e a gigante de Mountain View teve que aceitar a inclusão de um formulário para que os usuários removam resultados negativos da busca.

Esses problemas se somam aos escândalos diplomáticos que ocorreram depois da descoberta dos programas de escutas telefônicas aos governantes e altos cargos de órgãos públicos em todo o planeta.

Vamos ver como serão os próximos capítulos dessa novela.

Xiaomi chega aos Estados Unidos, mas não com todos os seus produtos

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A Xiaomi (ou Mi – Mobile Internet) anunciou quais são os seus próximos (ou primeiros) passos nos Estados Unidos, assim como a condição geral da empresa.

Um dos primeiros comentários feitos no evento foi: ‘somos uma companhia de Internet, fazemos algo mais do que smartphones’. Palavras da Xiaomi. E avisam que vão estrear nos Estados Unidos em breve, mas não com todos os produtos do seu catálogo.

Alguns números apresentados pela Xiaomi: com menos de cinco anos de vida, eles já são o primeiro fabricante na China (segundo o IHS), e cinco dos oito smartphones mais ativados da China são da empresa. Tudo isso é apoiado por uma comunidade de mais de 100 milhões de usuários registrados.

Eles deram muita ênfase em como eles trabalham com os usuários e as atualizações do sistema: revisões semanais buscando o feedback da comunidade. A MIUI, nas palavras de Hugo Barra, não é um fork do Android, mas sim uma capa de software e serviços sobre o sistema operacional da Google.

Falando da MIUI, eles falaram de software, mas também dos smartphones. A Xiaomi tem um objetivo muito claro: bater de frente com a Apple. O Mi Note foi lançado para desafiar o iPhone 6 Plus, e quando a MIUI foi apresentada, o iOS 8 veio logo à mente.

A Xiaomi também falou sobre a Internet das Coisas, apresentando o Mi Module, um pequeno chip que se conecta aos eletrodomésticos e permite automatizar algumas ações através de uma conexão sem fio. Seu preço? Apenas US$ 3.

Também foi apresentado o Air Purifier, um purificador de ar para a casa. Um produto que no ocidente pode não ser muito atraente, mas em países como a China e sua grande poluição, pode ser uma solução interessante.

Por fim, a Xiaomi tem planos de lançar a sua loja online (Mi.com) para comercializar seus produtos nos Estados Unidos, mas com um catálogo reduzido: smartphones e tablets ficam de fora, por enquanto. O motivo? A cerificação dos produtos (aka receio por possíveis processos).

Via TechCrunch

EUA cria agência exclusiva para combater o ciberterrorismo

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O presidente dos Estados Unidos Barack Obama anunciou a criação de uma nova agência de segurança, que vai aglutinar toda a informação dos organismos existentes (Segurança Nacional, FBI, NSA), com o objetivo de combater o ciberterrorismo.

A agência vai realizar funções similares as que realizam a National Counter Terrorism Center (NCTC) com as ameaças terroristas tradicionais, mas orientadas nas atividades de ciberterrorismo e ciberataques, que se demonstram uma clara tendência dos últimos meses.

Lisa Monaco, uma das assistentes do presidente na segurança nacional, indicou em uma entrevista que a agência ‘vai ajudar a garantir que todos contem com a mesma filosofia integrada, com todas as ferramentas para prevenir os ciberataques que desenvolvemos para combater o terrorismo’.

Alguns ex-conselheiros da Casa Branca nesses temas indicam que esse tipo de agência é algo redundante e até desnecessário. Melissa Hathaway, que trabalhou como coordenadora de cibersegurança para o Governo dos Estados Unidos, entende que ‘não deveríamos criar mais organizações e burocracia’.

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As medidas do governo de Barack Obama contra o ciberterrorismo (principalmente no caso do ataque à Sony Pictures) se tornam difíceis de se levar a cabo, por conta da diferença dos critérios e informações que o governo recebia de diferentes agências. No caso da Sony, todos os órgãos indicavam a relação dos hackers com o governo da Coreia do Norte, mas todos eles apontavam para um diferente envolvimento desse governo.

A nova agência é formada inicialmente por 50 pessoas, e terá um investimento anual de US$ 35 milhões. Resta saber se essa ambição por detectar e antecipar possíveis ataques cibernéticos também leva em conta o fato que os programas da NSA seguem aparentemente funcionando, e a monitorização e espionagem de todas as comunicações continua, a pesar do escândalo produzido nos últimos meses.

Via The Washington Post

Para a FCC dos EUA, banda larga é a partir de 25 Mbps

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A FCC (Federal Communications Comission), entidade reguladora das telecomunicações nos Estados Unidos, fez uma importante mudança na definição de conexão de banda larga no país. Agora, o mínimo exigido para que uma conexão entrar nessa categoria é contar com as velocidades mínimas de 25 Mbps de download, e 3 Mbps de upload.

Antes, essa margem era de 4 Mbps para download, e 1 Mbps para upload. É uma mudança substancial, significativa e necessária, levando em conta o aumento da velocidade de conexões de internet ao redor do mundo. 80% dos norte-americanos contam com uma conexão de pelo menos 25/3 Mbps ou superior, requisito para muitos serviços do país, como por exemplo a retransmissão de conteúdos em UHD.

A Netflix recomenda diferentes velocidades de acordo com a qualidade de vídeo que será reproduzido:

Largura de banda exigidaUso na Netflix
0,5 MbpsMínimo para acessar o serviço
1,5 MbpsRecomendado para acessar o servicio
3 MbpsRecomendado para vídeos em SD
5 MbpsRecomendado para vídeos em HD
25 MbpsRecomendado para vídeos em UHD/4K

25 Mbps, para algumas pessoas, ainda é pouco

25 Mbps é pouco para alguns, que entendem que a FCC precisava estabelecer como o mínimo requerido para as conexões de banda larga a velocidade de 100 Mbps, marca muito acima da realidade da maioria dos usuários e dos serviços, que estão bem longe de precisar dessa velocidade toda.

Porém, o futuro está chegando. As conexões de internet são cada vez mais rápidas, e isso implica que tanto a web como suas funcionalidades aproveitarão essa maior velocidade para novos serviços, melhores imagens e qualidades maiores. Chegará o momento que a FCC vai determinar que a velocidade mínima para banda larga é a partir dos 100 Mbps, mas… quando? Só o tempo vai dizer.

Via Business Insider, The Verge

Novos escritórios da Samsung em Silicon Valley estão quase prontos

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A Samsung não está se limitando a construir novos escritórios. Eles querem um local para marcar presença em Silicon Valley, área dos EUA onde estão localizadas as principais empresas de tecnologia do planeta. Sem falar que os coreanos querem seguir os passos de Apple, Google e Facebook, que contam com ambiciosos projetos de expansão de seus escritórios na Califórnia.

Os novos escritórios da Samsung serão uma expansão do negócio de semicondutores, memórias, armazenamento e telas LCD, além do fato de uma grande equipe de vendas sediada na Coreia do Sul vai se mudar para o novo complexo, com o claro objetivo de reduzir custos operacionais para expandir seus negócios em um dos mercados mais importantes para a empresa – o norte-americano -, além de melhorar a cobertura dos seus negócios dentro da América Latina.

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O novo campus contará com dez fábricas divididas em dois edifícios conectados entre si, com uma nova área de pesquisa e desenvolvimento, abarcando uma superfície de pouco mais de 10 hectares, tudo isso com um design do estúdio de arquitetura NBBJ, que também desenvolveu projetos para Google, Amazon e Alipay, entre outros.

O conceito que a Samsung tenta transmitir nesse novo campus é o estilo de trabalho colaborativo, uma vez que teremos um grande pátio central, onde todos que ali trabalham poderão interagir com os seus colegas de outros prédios, além de de contar com um centro de condicionamento físico, com cestas de basquete, centro de interação com cafeterias e mesas dentro de um parque, e outros elementos que auxiliam nessa convivência.

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Os materiais utilizados são principalmente o metal branco, cristais e jardins, já que a ideia é reduzir o calor no interior, transmitindo uma sensação de leveza e oferecer sempre uma boa vistado ambiente externo. O projeto custou US$ 300 milhões, a vai abrigar até 2.500 trabalhadores, e alcança a sua etapa final, com inauguração prevista para o mês de julho.

Com isso é esperado que as demais empresas estrangeiras reajam sobre esse lançamento, já que o governo da Califórnia está outorgando apoios para que todas aquelas empresas que queiram entrar e fazer parte de novos desenvolvimentos – principalmente na região de San Jose – se aproximem, aumentando o valor da cidade, e concentrando as empresas de tecnologia em um único local.

 

Mais imagens do novo campus da Samsung a seguir.

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Via Wired