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O domínio Megaupload agora serve para distribuir pornografia e malwares

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A operação que fechou o domínio do Megaupload deixou Kim Dotcom em uma situação complicada, e gerou uma enorme polêmica, já que a operação foi ‘bem no estilo’ dos Estados Unidos, não distinguindo os tipos de arquivo lá armazenados.

Muitos usuários perderam dados legítimos, sem receber qualquer tipo de compensação por isso. Porém, se o propósito da operação era acabar com o cibercrime, podemos dizer que o FBI perdeu a batalha e o controle do Megaupload.

Na teoria, tal domínio só deveria mostrar o anúncio do seu fechamento, mas agora passou a mostrar links de conteúdos ponográficos, mercado de drogas e malwares, um erro que parece já ter sido resolvido, mas que já coloca em evidência a incompetência do FBI no assunto.

Não podemos descartar que tudo isso foi um movimento preparado para conseguir exatamente isso: ridicularizar o FBI. Mesmo assim, era algo que eles deveriam estar preparados, principalmente levando em conta os recursos que eles possuem.

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Por sua vez, Kim Dotcom aproveitou a situação para colocar mais lenha na fogueira, fazendo várias críticas severas no Twitter, fazendo com que a vergonha do FBI fosse ainda maior.

Via NextPowerUP!

Google reduz o preço do Nexus 6 nos EUA para US$ 499

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O Google reduziu o preço do Nexus 6 nos EUA em US$ 150, deixando o smartphone com um preço final de US$ 499 na versão de 32 GB. O desconto é uma promoção por tempo limitado.

Para muitos, o lançamento do Nexus 6 foi um grande fracasso, e não só pelos problemas que algumas unidades apresentaram, mas principalmente por conta do preço elevado. Esse fator acabou com um dos grandes encantos da linha Nexus, que oferecia dispositivos muito alinhados com especificações top de linha com uma excelente relação custo-benefício.

Desse modo, o Nexus 6 não passou de ser um ‘mais um’ dentro do mercado, algo que afetou negativamente as suas vendas, ao ponto do Google reconhecer que os resultados forem piores do que o esperado. Para muitos, a solução passava por uma redução de preço, algo que o Google começou a colocar em prática nos EUA.

Nos demais mercados, os preços seguem inalterados.

Via NextPowerUP!

Netflix e as séries da HBO superam o BitTorrent nos EUA

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A empresa Sandvine publicou os resultados do seu último estudo sobre o uso da web, e eles detectaram que, hoje, o Netflix acumula até 36.5% do tráfego de banda nas horas de maior atividade de internet durante a noite, subindo em 1.6% em relação a segunda metade de 2014.

A HBO também experimentou certo crescimento, muito em parte por conta do lançamento do seu novo serviço de streaming, o HBO NOW, além da popularidade de Game of Trones. Durante as cinco primeiras temporadas da série, os serviços HBO GO e HBO NOW representaram 4.1% do tráfego das redes físicas dos EUA, aumentando em 300% os seus números anteriores.

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Antes do lançamento dos seus serviços, a HBO acumulava apenas 1% do tráfego de banda dos EUA pela manhã. Hoje, o HBO GO acumula 3.7%, e o HBO NOW 0.7%. Leve em conta que o NOW só está disponível através de produtos da Apple e de alguns provedores de TV a cabo.

O aumento do tráfego da Netflix e da HBO bate de frente com a redução do uso do BitTorrent, que representa hoje apenas 6.3% do total dos dados nos EUA, e 8.5% na América Latina.

Nas plataformas móveis, a Sandvine informa que, na América Latina, Google e Facebook (através dos serviços que estão sob o seu domínio) concentram mais de 60% do volume total, enquanto que nos EUA o entretenimento em tempo real recebe o primeiro posto, seguido pelos aplicativos de redes sociais. O YouTube também obtém uma boa porcentagem, acumulando 21.2% do volume total de dados.

Os vídeos que se reproduzem de forma automática no Facebook gerou um notável aumento de tráfego médio por usuário de 60% em média.

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Via TechCrunch

Apelação reduz pena da Samsung contra Apple por violação de patentes

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Um tribunal de apelação revogou parcialmente a condenação da Samsung por violação de patentes contra a Apple, e reduzirá de forma significativa a indenização recorde, que ficou estabelecida em US$ 930 milhões.

A apelação mantém as estimativas de violação de design e utilização das patentes da Apple em smartphones e tablets da Samsung, mas rechaça as infrações de imagem comercial da propriedade intelectual da Apple, pelo qual a Samsung também foi condenada. Por conta disso, a indenização por danos e prejuízos deve ser significativamente reduzida em um valor que será estabelecido em um momento posterior.

Apple e Samsung entraram em um acordo de retirar os processos de patentes em todo o planeta, menos nos Estados Unidos. O tema volta a ficar em evidência, já que um dos argumentos da Apple para considerar plágio era o uso de ‘uma forma geral retangular, com uma tela de visualização que ocupa quase toda a superfície, bordas finas, superfície frontal predominantemente plana e um design fino’.

Ou seja, qualquer um dos centenas de milhões de smartphones disponíveis hoje no mercado se encaixam nessa descrição.

Em diversas oportunidades, reconheço que o iPhone e o iPad são produtos muito importantes para o mercado mobile, porém, isso não dava direito para a Apple patentear o retângulo. Não, eles não inventaram a pólvora. Logo, a briga nesse aspecto é algo simplesmente ridículo, só mostrando a arrogância da turma de Cupertino em relação aos demais.

Recentemente, a Apple ‘provou do próprio remédio’, sendo condenada a pagar uma multa de mais de US$ 500 milhões por violações de patentes. Quem moveu a ação foi o Rockstar, um velho e conhecido troll de patentes, que adquire patentes das mais diversas apenas para processar aqueles que supostamente infringem essas patentes de forma agressiva.

SIM Cards ficaram expostos à espionagem (e você não sabia disso)

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Uma reportagem do The Intercept apresenta supostos documentos vazados por Edward Snowden, que revela que os governos dos Estados Unidos e do Reino Unido conseguiram hackear a Gemalto, a principal fabricante de SIM Cards no planeta, o que poderia deixar grande parte das comunicações de telefonia móvel do mundo expostas à espionagem.

Os documentos mostram que a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) e o Quartel General de Comunicações do Governo do Reino Unido (GCHD) hackearam a Gemalto em 2010, com a ajuda do grupo Mobile Handset Exploitation Team (MHET), integrado por membros das duas agências, roubando as chaves de encriptação de cada SIM Card fabricado pela empresa.

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A Gemalto entrega no mercado aproximadamente 2 bilhões de SIM Cards por ano para pouco mais de 450 operadoras de telefonia móvel em todo o planeta, com presença em 85 países. 40 fábricas espalhadas em diferentes regiões se encarregam disso, com três escritórios centrais, com o principal estabelecido na Holanda.

Esse acesso às chaves permite a visualização das comunicações privadas de qualquer pessoa ou empresa, sem a necessidade de passar pelo governo desse país ou pela operadora, já que dispensa as intervenções telefônicas ou uma ordem judicial de interceptação das comunicações que passam pelo SIM Card.

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O mais preocupante disso tudo é que tal intervenção não deixa rastros, o que torna praticamente possível a detecção da espionagem. Nem o dono do smartphone, nem a operadora móvel, nem o país e nem mesmo a Gemalto podem encontrar os rastros da violação da segurança, ou identificar o responsável.

As primeiras investigações mostram que as chaves foram obtidas pela violação dos servidores centrais da Gemalto, por meio de ações ilegais das agências de segurança, que obtiveram informações privadas de alguns funcionários, fabricantes de SIM Cards e provedores. Foi um plano vindo de fora, sem o conhecimento da empresa ou seus associados, mostrando de novo do que os governos são capazes ‘em nome da segurança mundial e dos seus cidadãos’ (sic).

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Se tudo isso se confirmar, estaríamos diante da maior rede de espionagem privada do planeta. Sempre foi vendido que as comunicações entre operadora e usuário contam com um elevado nível de codificação, para assim garantir a nossa privacidade. Pelo visto, não é bem assim que tudo funciona.

Via The Intercept

Para Obama, Europa ataca empresas de tecnologia dos EUA porque não pode competir com elas

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O presidente dos Estados Unidos Barack Obama deu uma entrevista para o site Re/code onde falou de tudo relacionado ao mundo da tecnologia: privacidade, Coreia do Norte e a resistência da Europa às empresas norte-americanas.

Obama destacou para o Re/code especialmente o tratamento que gigantes como Facebook e Google recebem na Europa. Quando questionado sobre a ênfase que a Europa coloca no tratamento dos dados dos usuários que essas empresas possuem, sua resposta foi contundente: “é pura inveja”.

Não foi bem isso que Obama falou, mas deu a entender ao afirmar que algumas das medidas, multas e entraves que a União Europeia possui com a Google ou o Facebook indicam que essas empresas norte-americanas dominam a internet. E na opinião dele, as duas cresceram a um ponto em que a Europa não consegue competir com elas.

É curioso como Obama, que ficou queimado em meio mundo por conta do escândalo envolvendo a NSA – onde desde o primeiro momento ele defendeu os programas de espionagem da agência -, se coloca na defensiva com a Europa pelo cuidado que as agências do continente colocam em tudo o que está relacionado com a privacidade e segurança dos dados dos usuários.

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As medidas propostas na hora de controlar esse coleta massiva de dados seguem sem mudar o fato que a NSA parece ter mais e mais meios ao seu alcance para realizar a sua espionagem. E sempre com a desculpa de combater o terrorismo, algo que, entre outras coisas, gerou a criação de uma nova agência central para lidar contra os ciberataques.

O debate mais longo e intenso é do Google contra a Europa. Ou o contrário.

Em 2010, a UE iniciou um processo contra a gigante de buscas para investigar supostas práticas abusivas de sua posição no mercado de buscadores. Desde então, várias foram as batalhas legais, que passaram por um momento de paz com acordos preliminares, mas que ao que parecem, não terão um final feliz. A UE deu um ultimato para a Google, na tentativa de frear o seu poder, algo que pode resultar em uma multa de 6 bilhões de euros.

A outra frente aberta está no direito ao esquecimento, e também envolvendo a Google. A UE levou a batalha, e a gigante de Mountain View teve que aceitar a inclusão de um formulário para que os usuários removam resultados negativos da busca.

Esses problemas se somam aos escândalos diplomáticos que ocorreram depois da descoberta dos programas de escutas telefônicas aos governantes e altos cargos de órgãos públicos em todo o planeta.

Vamos ver como serão os próximos capítulos dessa novela.

Xiaomi chega aos Estados Unidos, mas não com todos os seus produtos

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A Xiaomi (ou Mi – Mobile Internet) anunciou quais são os seus próximos (ou primeiros) passos nos Estados Unidos, assim como a condição geral da empresa.

Um dos primeiros comentários feitos no evento foi: ‘somos uma companhia de Internet, fazemos algo mais do que smartphones’. Palavras da Xiaomi. E avisam que vão estrear nos Estados Unidos em breve, mas não com todos os produtos do seu catálogo.

Alguns números apresentados pela Xiaomi: com menos de cinco anos de vida, eles já são o primeiro fabricante na China (segundo o IHS), e cinco dos oito smartphones mais ativados da China são da empresa. Tudo isso é apoiado por uma comunidade de mais de 100 milhões de usuários registrados.

Eles deram muita ênfase em como eles trabalham com os usuários e as atualizações do sistema: revisões semanais buscando o feedback da comunidade. A MIUI, nas palavras de Hugo Barra, não é um fork do Android, mas sim uma capa de software e serviços sobre o sistema operacional da Google.

Falando da MIUI, eles falaram de software, mas também dos smartphones. A Xiaomi tem um objetivo muito claro: bater de frente com a Apple. O Mi Note foi lançado para desafiar o iPhone 6 Plus, e quando a MIUI foi apresentada, o iOS 8 veio logo à mente.

A Xiaomi também falou sobre a Internet das Coisas, apresentando o Mi Module, um pequeno chip que se conecta aos eletrodomésticos e permite automatizar algumas ações através de uma conexão sem fio. Seu preço? Apenas US$ 3.

Também foi apresentado o Air Purifier, um purificador de ar para a casa. Um produto que no ocidente pode não ser muito atraente, mas em países como a China e sua grande poluição, pode ser uma solução interessante.

Por fim, a Xiaomi tem planos de lançar a sua loja online (Mi.com) para comercializar seus produtos nos Estados Unidos, mas com um catálogo reduzido: smartphones e tablets ficam de fora, por enquanto. O motivo? A cerificação dos produtos (aka receio por possíveis processos).

Via TechCrunch

EUA cria agência exclusiva para combater o ciberterrorismo

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O presidente dos Estados Unidos Barack Obama anunciou a criação de uma nova agência de segurança, que vai aglutinar toda a informação dos organismos existentes (Segurança Nacional, FBI, NSA), com o objetivo de combater o ciberterrorismo.

A agência vai realizar funções similares as que realizam a National Counter Terrorism Center (NCTC) com as ameaças terroristas tradicionais, mas orientadas nas atividades de ciberterrorismo e ciberataques, que se demonstram uma clara tendência dos últimos meses.

Lisa Monaco, uma das assistentes do presidente na segurança nacional, indicou em uma entrevista que a agência ‘vai ajudar a garantir que todos contem com a mesma filosofia integrada, com todas as ferramentas para prevenir os ciberataques que desenvolvemos para combater o terrorismo’.

Alguns ex-conselheiros da Casa Branca nesses temas indicam que esse tipo de agência é algo redundante e até desnecessário. Melissa Hathaway, que trabalhou como coordenadora de cibersegurança para o Governo dos Estados Unidos, entende que ‘não deveríamos criar mais organizações e burocracia’.

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As medidas do governo de Barack Obama contra o ciberterrorismo (principalmente no caso do ataque à Sony Pictures) se tornam difíceis de se levar a cabo, por conta da diferença dos critérios e informações que o governo recebia de diferentes agências. No caso da Sony, todos os órgãos indicavam a relação dos hackers com o governo da Coreia do Norte, mas todos eles apontavam para um diferente envolvimento desse governo.

A nova agência é formada inicialmente por 50 pessoas, e terá um investimento anual de US$ 35 milhões. Resta saber se essa ambição por detectar e antecipar possíveis ataques cibernéticos também leva em conta o fato que os programas da NSA seguem aparentemente funcionando, e a monitorização e espionagem de todas as comunicações continua, a pesar do escândalo produzido nos últimos meses.

Via The Washington Post

Para a FCC dos EUA, banda larga é a partir de 25 Mbps

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A FCC (Federal Communications Comission), entidade reguladora das telecomunicações nos Estados Unidos, fez uma importante mudança na definição de conexão de banda larga no país. Agora, o mínimo exigido para que uma conexão entrar nessa categoria é contar com as velocidades mínimas de 25 Mbps de download, e 3 Mbps de upload.

Antes, essa margem era de 4 Mbps para download, e 1 Mbps para upload. É uma mudança substancial, significativa e necessária, levando em conta o aumento da velocidade de conexões de internet ao redor do mundo. 80% dos norte-americanos contam com uma conexão de pelo menos 25/3 Mbps ou superior, requisito para muitos serviços do país, como por exemplo a retransmissão de conteúdos em UHD.

A Netflix recomenda diferentes velocidades de acordo com a qualidade de vídeo que será reproduzido:

Largura de banda exigidaUso na Netflix
0,5 MbpsMínimo para acessar o serviço
1,5 MbpsRecomendado para acessar o servicio
3 MbpsRecomendado para vídeos em SD
5 MbpsRecomendado para vídeos em HD
25 MbpsRecomendado para vídeos em UHD/4K

25 Mbps, para algumas pessoas, ainda é pouco

25 Mbps é pouco para alguns, que entendem que a FCC precisava estabelecer como o mínimo requerido para as conexões de banda larga a velocidade de 100 Mbps, marca muito acima da realidade da maioria dos usuários e dos serviços, que estão bem longe de precisar dessa velocidade toda.

Porém, o futuro está chegando. As conexões de internet são cada vez mais rápidas, e isso implica que tanto a web como suas funcionalidades aproveitarão essa maior velocidade para novos serviços, melhores imagens e qualidades maiores. Chegará o momento que a FCC vai determinar que a velocidade mínima para banda larga é a partir dos 100 Mbps, mas… quando? Só o tempo vai dizer.

Via Business Insider, The Verge

Novos escritórios da Samsung em Silicon Valley estão quase prontos

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A Samsung não está se limitando a construir novos escritórios. Eles querem um local para marcar presença em Silicon Valley, área dos EUA onde estão localizadas as principais empresas de tecnologia do planeta. Sem falar que os coreanos querem seguir os passos de Apple, Google e Facebook, que contam com ambiciosos projetos de expansão de seus escritórios na Califórnia.

Os novos escritórios da Samsung serão uma expansão do negócio de semicondutores, memórias, armazenamento e telas LCD, além do fato de uma grande equipe de vendas sediada na Coreia do Sul vai se mudar para o novo complexo, com o claro objetivo de reduzir custos operacionais para expandir seus negócios em um dos mercados mais importantes para a empresa – o norte-americano -, além de melhorar a cobertura dos seus negócios dentro da América Latina.

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O novo campus contará com dez fábricas divididas em dois edifícios conectados entre si, com uma nova área de pesquisa e desenvolvimento, abarcando uma superfície de pouco mais de 10 hectares, tudo isso com um design do estúdio de arquitetura NBBJ, que também desenvolveu projetos para Google, Amazon e Alipay, entre outros.

O conceito que a Samsung tenta transmitir nesse novo campus é o estilo de trabalho colaborativo, uma vez que teremos um grande pátio central, onde todos que ali trabalham poderão interagir com os seus colegas de outros prédios, além de de contar com um centro de condicionamento físico, com cestas de basquete, centro de interação com cafeterias e mesas dentro de um parque, e outros elementos que auxiliam nessa convivência.

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Os materiais utilizados são principalmente o metal branco, cristais e jardins, já que a ideia é reduzir o calor no interior, transmitindo uma sensação de leveza e oferecer sempre uma boa vistado ambiente externo. O projeto custou US$ 300 milhões, a vai abrigar até 2.500 trabalhadores, e alcança a sua etapa final, com inauguração prevista para o mês de julho.

Com isso é esperado que as demais empresas estrangeiras reajam sobre esse lançamento, já que o governo da Califórnia está outorgando apoios para que todas aquelas empresas que queiram entrar e fazer parte de novos desenvolvimentos – principalmente na região de San Jose – se aproximem, aumentando o valor da cidade, e concentrando as empresas de tecnologia em um único local.

 

Mais imagens do novo campus da Samsung a seguir.

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Via Wired

Um algoritmo é o crítico de cinema mais confiável do mundo

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Um recente estudo da Universidade de Northwestern (Illinois, EUA), o elemento mais importante para um filme ser considerado um clássico do cinema é a sua relevância em filmes posteriores, e não as críticas pontuais. E essa é uma das variáveis de maior peso do seu algoritmo criado para determinar com absoluta precisão se um título merece ou não a honra de entrar no Registro Nacional do Cinema da biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.

Os cientistas responsáveis pelo estudo tomaram como ponto inicial os filmes que estão nesse tal registro. Filmes que podem ser considerados autênticos clássicos do cinema. Para alcançar esse feito, é preciso esperar pelo menos 10 anos após a sua estreia, e um comitê de especialistas analisa os mais diferentes e relevantes fatores, como por exemplo os impactos cultural, estético ou histórico.

Alem disso, as avaliações dos críticos não são as opiniões mais confiáveis para determinar se um filme vai entrar ou não nessa seleta lista. Muito menos os prêmios conquistados ou o sucesso de bilheteria, que dependem de variáveis como a promoção do filme, o momento político de um determinado país na época de sua estreia, entre outros. No final das contas, o algoritmo conseguiu acertar mais que os críticos na hora de determinar quais filmes mereciam entrar no Registro Nacional.

Tomando como base os filmes desse registro, o estudo se fixou em seis variáveis principais: as críticas dos especialistas no site Metacritic, as opiniões de Robert Ebert (um dos críticos mais reconhecidos do mundo), a popularidade de um filme no IMDB de acordo com os votos e sua classificação geral, e o ponto que o estudo considera o mais importante: a influência ou relevância desse filme em outras produções.

Essas duas últimas variáveis demonstraram ser as que mais acertavam na hora de colocar um determinado filme entre os clássicos do Registro Nacional, superando aos títulos que foram inseridos apenas se baseando nas críticas dos especialistas, ou na popularidade do público.

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Para determinar a relevância de um filme pela sua influência posterior, o estudo se valeu do pagerank do Google e das conexões entre filmes na página do IMDB. Quanto maiores são essas relações entre os títulos, maiores são as possibilidades de um título se transformar em um clássico, uma vez que se supõe que essa influência em outros diretores é uma das chaves para determinar o valor de um filme.

A base do seu algoritmo será usada para melhorar o filtro e a avaliação de estudos científicos e técnicos, uma tarefa mais simples de acordo com o autor do estudo, já que nesses casos é indicado ao final de cada estudo os trabalhos anteriores em que se basearam, ou se realizaram tais consultas.

Via EurekaAlerts

Patente sugere que próximo grande projeto da Apple pode ser uma câmera de ação

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34 novas autorizações de patentes cedidas pelo Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos para a Apple escondem uma patente de uma câmera de ação, que pode ser controlada à distância.

Vale destacar que a Apple é uma das empresas que mais registra patentes todos os anos, e muitos desses projetos jamais verão a luz do mercado. Mas o mais interessante dessa patente (ingressada na USPTO em 2012) é que sua simples descoberta fizeram com que as ações da GoPro despencassem em 14%.

Outro detalhe interessante está no fato da patente conter elementos de uma patente de propriedade da Kodak, que foi adquirida pela Apple no passado.

O site Patently Apple informa que, caso essa patente algum dia veja a luz, teremos uma câmera com um mecanismo integrado que permite uma instalação simples em bicicletas, capacetes, motocicletas, pranchas de surfe e outros, podendo ser controlada à distância, seja por um controle remoto, um smartwatch, ou pelo iPhone.

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Também se fala que tal câmera e seu sistema será à prova d’água, permitindo a captura de fotos, vídeo e áudio de forma submersa. Um dos grandes diferenciais será o design aerodinâmico de grande durabilidade, mas é preciso mencionar que a patente só fala de um sistema de captura de imagens e um controle remoto, e não necessariamente uma câmera de ação.

Vale lembrar que a Apple tentou no passado entrar no mercado de câmeras, com resultados pobres. Por outro lado, as câmeras presentes no iPhone são excelentes. Logo, a ideia de uma câmera como dispositivo da Apple não é algo tão absurdo assim.

Enquanto isso se confirma ou novos indícios aparecem, o estrago já está feito, e muitos investidores da GoPro decidiram se retirar antes da possível entrada da Apple no seu mercado, o que sem dúvida poderia dar uma nova perspectiva de mercado para as câmeras de ação em um futuro próximo.

Via BloombergPatently Apple

O que queremos? Maior autonomia de bateria em nossos gadgets!

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A CES 2015 mostrou que as duas grandes tendência para o ano são as telas em 4K e a Internet das Coisas. Mas… até que ponto as pessoas estão realmente interessadas nisso? A Fortune fez uma pesquisa com mais de 1.000 pessoas nos EUA, questionando sobre as novidades apresentadas em Las Vegas. E o resultado mostra que os usuários contam com outras prioridades.

Quando questionados sobre qual tecnologia que eles gostariam de ver nos próximos smartphones, eles foram objetivos: mais bateria. 33% dos entrevistados citaram esse aspecto, que foi a opção mais votada. 16% preferem uma maior capacidade de processamento, o que surpreende se levarmos em conta a potência dos dispositivos atuais.

Apenas 2% mostraram interesse em adquirir um produto da Internet das Coisas, e mais de 70% dos entrevistados afirmaram não saber o que é 4K. Ou seja, são as tendências para 2015, mas muita gente continua sem saber para que serve, ou não se interessam por elas.

Os wearables passaram por resultado semelhante, onde apenas 12% declararam que pretendem comprar um produto dessa categoria esse ano.

Os dados são muito reveladores, e deixam algumas reflexões interessantes, como o que oferecem os fabricantes, como recebemos essas ofertas, e quais são as prioridades dos usuários. Some à tudo isso uma dupla visão de tecnologia: aqueles que seguem as novidades todos os dias, e aqueles que não querem fazer isso de forma aprofundada, mas querem uma aproximação mais prática para o seu dia a dia.

É claro que todos queremos baterias que durem mais, mas o desenvolvimento nesse aspecto é algo lento, e em muitos casos implica certas consequências, como o aumento da espessura do dispositivo. É um preço a ser pago para ficar longe do carregador.

WhatsApp já conta com 700 milhões de usuários ativos por mês

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Segundo informa Jan Koum (um dos fundadores do aplicativo de mensagens instantâneas mais popular do mundo), o Whats App já conta com mais de US$ 700 milhões de usuários ativos (ou a queles que usam o aplicativo pelo menos uma vez por mês).

Outro dado muito interessante é que são enviadas pelo aplicativo nada menos que 30 bilhões de mensagens por dia.

O ritmo de crescimento do WhatsApp é satisfatório. Em abril de 2014, a empresa anunciou que alcançaram a marca de 500 milhões de usuários ativos, e em agosto do ano passado, eles já eram 600 milhões. Ou seja, em quatro meses foram mais 100 milhões. E em um ritmo que só acelera.

Seria lógico pensar que ao alcançar esse número de usuários, a captação do site caísse. Ledo engano: seus rivais diretos seguem oferecendo novidades, enquanto que o WhatsApp ainda possui tarefas pendentes, mas mesmo assim, o número de usuários aumenta em ritmo constante.

Em 2015, o WhatsApp deve apresentar importantes novidades, como a esperada inclusão de chamadas via VoIP, e a versão para navegadores de desktops vazada não faz muito tempo.

Aos rivais, segue com os planos de seguir lutando pelo segundo posto (onde o WeChat ainda tem vantagem contra o Line).

Via GigaOm

Barack Obama anuncia sanções à Coreia do Norte em consequência dos ataques à Son

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Em um comunicado oficial, o presidente dos EUA, Barack Obama, emitiu uma ordem de execução para que se realizem sanções mais restritivas à Coreia do Norte, por conta do envolvimento do governo no ataque hacker sofrido pela Sony Pictures em novembro de 2014.

Segue:

As ações de hoje são impulsionadas pela nossa obrigação de manter a Coreia do Norte como responsável de uma conduta destrutiva e desestabilizadora. […] Apesar do fato do FBI seguir com sua investigação sobre o ciberataque contra a Sony Pictures Entertainment, esses passos reforçam que vamos adotar um amplo conjunto de ferramentas para defender as empresas norte-americanas e os cidadãos, e para responder às tentativas de violar nossos valores ou ameaçar a segurança nacional dos Estados Unidos.

Obama disse que a resposta às ações contra a Sony Pictures serão proporcionais, e o comunicado parece ser apenas o primeiro passo do que está por vir. As sanções econômicas que se aplicarão à Coreia do Norte informadas na nota são ‘um primeiro aspecto’ das ações que serão tomadas contra o regime de Kim Jong-un.

O comunicado também aponta três organizações e dez oficiais da Coreia do Norte como principais responsáveis pelo ataque, mas reforçam que as investigações do FBI continuam.

E muita água vai rolar por debaixo dessa ponte.

Via Engadget