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Nos EUA, tem planos de dados “ilimitado premium”. Como assim?

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tarifas ilimitadas internet premium

Nos Estados Unidos, a T-Mobile parece ter aprendido com as operadoras de telefonia móvel do Brasil. O limite de dados não é tão alto, a qualidade do vídeo por streaming é capada e o uso do smartphone como hotspot WiFi é limitado.

Mas para eles se livrarem da insatisfação dos clientes, a operadora criou um plano de dados “ilimitado premium”.

Sim, amigos… eles fizeram isso.

 

Mas… se já existem planos de dados ilimitados, o que pode oferecer uma tarifa “ilimitada premium”?

Tal e como acontece aqui, os planos de dados não são ilimitados. A T-Mobile tem um plano “premium” por US$ 25 adicionais (em um plano que custa US$ 95), que oferecem tethering sem limite de velocidade, e streaming de vídeos em HD (US$ 3 por dia na tarifa básica).

A Sprint faz algo parecido. A tarifa “supostamente ilimitada (US$ 60 na linha principal) precisa adicionar US$ 20 para poder ver vídeos por streaming em HD. Mas em nenhum dos planos contam com dados realmente ilimitados, já que as duas tarifas reduzem a velocidade da conexão ao alcançar um certo limite de tráfego (26 GB no caso da T-Mobile.

Se não são ilimitados, por que eles chamam assim?

A conclusão é bem simples: não existem tarifas ilimitadas nos dois casos.

De fato, poucas pessoas precisam de vários GB de dados por mês (a não ser que esta seja a única conexão da casa), e se em todos os casos fossem assim, as operadoras não teriam problemas em lançar esse tipo de tarifas, mas sempre tem aqueles que gastam dezenas ou centenas de gigas por mês.

E esses são os clientes que as operadoras não querem, pois jamais vão pagar por cada mega consumido.

No futuro, poderemos ver tarifas mais generosas com preços minimamente acessíveis. Mas com dados verdadeiramente ilimitados?

Nunca serão.

Jamais terão.

E a menina que encontrou um cadáver jogando Pokémon GO?

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Pokémon GO Pikachu

Não resta dúvidas que Pokémon GO é uma verdadeira revolução entre os jogos móveis. A prova disso são algumas piadas que aparecem relacionadas ao jogo. Porém, dessa vez, essa história tem um tom bem mais macabro.

Shayla Wiggins estava jogando Pokémon GO no seu smartphone, e na tentativa de capturar um novo Pokémon no rio Wind de Riverton, Wyoming (EUA), ela encontrou algo que não esperava: um cadáver.

Pokémon GO vira caso de polícia

“Eu estava tentando obter um Pokémon de uma fonte de água natural (…) Caminhava até a ponte pela margem quando vi algo na água. Tive que olhar uma segunda vez e me dei conta que era um corpo”, afirma Shayla.

De acordo com os dados oficiais, o Xerife do Condado de Fremont se está investigando “a morte de um adulto (homem) localizado abaixo da ponte”. É possível que o falecimento foi fruto de um acidente, mas a identidade do falecido não foi descoberta.

O game Pokémon GO está levando as pessoas para lugares realmente inusitados. A Nationwide Children’s Hospital de Columbia em Ohio alertou sua equipe para aumentarem a vigilância por culpa dos gamers, que tentam acessar até áreas restritas com o objetivo de capturar uma criatura. Há pokémons escondidos em igrejas, cemitérios e até no meio de uma das piscinas do memorial aos atentados de 11 de setembro em Nova York.

E isso porque o jogo tem poucos dias de disponibilidade.

Via GizmodoKTVQ

 

Justiça dos EUA “se cansou” da briga entre Apple e Samsung

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Já temos cinco anos da disputa judicial entre Apple e Samsung, na famigerada “guerra de patentes”. Várias batalhas aconteceram, onde em tempos alternados cada lado levou a razão. Porém, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recebeu rebaixar a categoria judicial dessa disputa.

Agora, o litígio deixa de ser um assunto da Suprema Corte, depois que a Samsung recorreu pedindo uma revisão da sentença que indicava que o fabricante infringia algumas patentes. A extensão dessa questão ficará por conta de um tribunal de primeira instância.

Não será a batalha legal mais longa da história, mas no mercado mobile é uma das mais duradoras, barulhentas e interessantes. Isso mostra que a justiça dos Estados Unidos pode simplesmente ter se cansado dessa briga, mas pelo menos eles tomaram a decisão de tirar essa responsabilidade exclusivamente da Suprema Corte, voltando para um tribunal de primeira instância. O que pode prolongar a discussão pelas autoridades judiciais.

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Ao que parece, nenhuma das partes está disposta a ceder. Revendo alguns episódios dessa saga judicial tecnológica, há todo um histórico de processos, julgamentos, multas e apelações, que começam em 2011:

– Em agosto de 2011, a Apple conseguiu bloquear a venda do Samsung Galaxy Tab 10.1 na Austrália, por causa das patentes.
– Em 2014, a Samsung tem que pagar uma multa de US$ 99 milhões para a Apple por infringir uma patente, e outros US$ 20 milhões por infringir outras três patentes de forma combinada.
– Os últimos meses foram movimentados: em setembro de 2015, a Apple voltou a vencer no caso das patentes; em dezembro, as duas empresas fecharam um acordo sobre o valor a ser pago por parte da Samsung (após uma apelação por parte dos sul-coreanos), e em 2016 já temos uma vitória para cada empresa.

Vendo o histórico e com a mudança de hoje, essa guerra continua por mais algum tempo nos Estados Unidos. No último episódio, a Samsung saiu vencedora. Quando teremos uma resposta por parte da Apple (e mais trabalho para o tribunal de primeira instância?

Via Reuters

Gigantes da mobilidade terão que divulgar práticas de segurança e atualizações

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A Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos (FTC) emitiu um documento de dez páginas para as oito maiores fabricantes do setor móvel (Apple, BlackBerry, Google, HTC, LG, Microsoft, Motorola Mobility e Samsung), onde estas teriam que revelar para a agência a forma que emitem as atualizações de segurança para fazer frente às vulnerabilidades em smartphones, tablets e outros dispositivos móveis.

O órgão regulador norte-americano foi muito crítico no passado com as práticas de segurança dos provedores de comunicações móveis, e entre outras informações, pede agora para as gigantes de tecnologia móvel:

– Os fatores que manejam decidir se corrigem uma vulnerabilidade em um dispositivo móvel em particular.
– Dados detalhados sobre os dispositivos móveis específicos oferecidos para sua venda aos consumidores desde agosto de 2013.
– Vulnerabilidades que afetaram os dispositivos
– Se a empresa corrigiu essas vulnerabilidades, e quando.

A Comissão Federal do Comércio também exige das empresas que descrevam em detalhes para os consumidores a cada um dessas questões:

– O período de tempo que um modelo específico do dispositivo será compatível com a versão do sistema operacional ou outras atualizações de funções que incluem atualizações de segurança.
– O período de tempo que um modelo específico do dispositivo será compatível com as atualizações de segurança, incluindo a frequência e o calendário das atualizações.
– Quando um modelo de dispositivo já não será compatível com a versão do sistema operacional ou outras atualizações de funções que incluem as atualizações de segurança.
– Quando um modelo específico já não é compatível com as atualizações de segurança.

A FTC afirma que está recompilando dados relativos às políticas, procedimentos e práticas para oferecer atualizações de segurança. O órgão regulador vai realizar um estudo sobre o assunto, além de prováveis normas de cumprimento.

Via Networkworld

FCC que acabar com a coleta de dados sem consentimento

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FCC

A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) aprovou uma proposta para garantir a privacidade dos usuários de banda larga de internet, impedindo as prestadoras de serviço de coletar seus dados sem o seu consentimento.

A proposta foi apresentada pelo presidente da FCC, Tom Wheeler, que conseguiu a aprovação inicial por três votos a dois, obrigando as operadoras a obter o consentimento dos usuários para a coleta e divulgação de dados, protegendo a informação pessoal e relatando violações de dados, mas sem proibir a coleta de dados em si. Também não proibirá a utilização dos dados dos usuários para qualquer propósito. O objetivo é que o usuário possa decidir o que as operadoras podem ou não fazer com seus dados.

Hoje, as operadoras norte-americanas coletam os dados do usuário sem o seu consentimento, muitas vezes com o objetivo de envio de publicidade dirigida, algo que é alvo de críticas dos defensores da privacidade na rede. De fato, a proposta só afeta aos provedores e não aos ecossistemas de serviços, como Google, Twitter e Facebook, algo que foi criticado por muitos que não veem muito sentido a limitação apenas das prestadoras de serviço.

Desde que a neutralidade da rede foi a provada, a FCC tem autoridade para impor normas às operadoras, com o objetivo que as mesmas cumpram, ainda que essa decisão esteja pendente de uma apelação em um tribunal federal, algo que até agora não aconteceu.

Se aprovada em definitiva, as operadoras serão forçadas a perguntar aos usuários se eles permitem a coleta de dados. Não só isso: terão que pedir a permissão também para serem utilizados de acordo com determinados objetivos. Além disso, o alerta sobre a violação de dados não pode passar de 10 dias após o incidente em si.

Enquanto os defensores da privacidade e da liberdade de imprensa defendem essa medida, a mesma imprensa aleta sobre as possibilidades das empresas imporem taxas do tipo “pague pela sua privacidade”. Por outro lado, a agência de qualificação Moody’s deu crédito negativo para as empresas de telecomunicações.

Via VentureBeat

Venda de smartphones desbloqueados dispara nos EUA

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Os smartphones desbloqueados vendidos nos Estados Unidos registraram um aumento nas vendas de 140% em 2015, e diferente do que muitos pensam, não são os dispositivos da Apple que lideram esse novo comportamento.

Em 2014, em todo os Estados Unidos, só foram vendidos 6.1 milhões de smartphones desbloqueados. Os dispositivos via contrato com operadoras são muito comuns por lá, e poucos se animavam a pagar o valor cobrado por um smartphone desbloqueado. mas com o passar do tempo, a estratégia das operadoras foi mudando, adotando o modo de pagamento a prazo, o que provocou essa disparada em 2015.

No ano passado, foram vendidos 14.6 milhões de telefones desbloqueados, que seguem representando uma parte muito pequena do total de telefones vendidos (9%), mas o que mais chama a atenção nesses dados é o forte crescimento da marca BLU, com sede em Miami, como a mais vendida.

A BLU domina esse segmento com 35.6% dos telefones livres vendidos nos EUA. A vantagem para a Apple, segunda desse ranking, é grande (12.3%). As duas cresceram em cota em relação ao ano anterior (32.8% e 11.5%, respectivamente), mas quem mais cresce é a Motorola, que passou de 1.6% em 2014 para 9.6% em 2015.

A razão dessa força da BLU e do segundo lugar distante da Apple é bem simples: a BLU aposta por modelos com um bom preço, sendo os seus melhores aliados a Amazon e a BestBuy, enquanto que a Apple segue tendo muito mais força nas operadoras, que seguem coletando os usuários que querem ter um iPhone de forma mais fácil.

Via Android Central

Spotify está presenteando com um Chromecast os seus assinantes premium (nos EUA)

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Seria normal ver a Google fazer isso, mas quem está fazendo é o Spotify. O serviço de streaming está presenteando os novos usuários premium do serviço com um Chromecast, no modo de registro com plano de três meses por US$ 30.

Por enquanto, a oferta é limitada aos Estados Unidos e Reino Unido, e é válida até o dia 28 de fevereiro, ou enquanto durarem os estoques de Chromecasts.

O novo Chromecast da Google foi lançado no final de 2015, com um novo design e um melhor desempenho, suportando novas conexões. Por enquanto, não sabemos se o Spotify tem planos para fazer algo semelhante em outros mercados, mas não descartamos que, se a ação for um sucesso, eles façam o mesmo em outras regiões.

Se isso acontecer, vamos avisar vocês.

Via Spotify News

Kim Jong-Un odeia os EUA, mas ama a Apple

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O “querido líder” da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, odeia os Estados Unidos com todas as suas forças. Bom, em partes. A ideologia comunista que ele impõe ao país só vale para os outros, tal como acontece em toda e qualquer ditadura que se preze.

A Coreia do Norte é um país pobre, cujo povo é vítima de um regime totalitário e opressor, que toma atitudes mais próprias de dinastias asiáticas primitivas do que de uma sociedade do século XXI. Porém, a pobreza e o ódio aos Estados Unidos chocam totalmente com os gostos de Kim Jong-Un, que não só desfruta de luxos impossíveis às custas dos seus cidadãos, mas também gosta de utilizar produtos da Apple, como podemos apreciar nas imagens desse post um iMac e um MacBook Pro.

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Este é mais um claro exemplo da falsidade e hipocrisia fanfarronesca que rodeia o regime norte-coreano, e nos ajuda a compreender por que a distribuição Linux desenvolvida pelo país tem tantas semelhanças com o OS X, incluindo o dock e as cores do sistema. Falo da Red Star OS, um sistema operacional muito limitado, que se alinha com a filosofia de vida pregada pela Coreia do Norte para os seus cidadãos.

Via Softpedia

Apple e Samsung dominaram as vendas de smartphones nos EUA em 2015

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Apesar de uma aparente perda de protagonismo, a Samsung se mantém fornte como a segunda marca de smartphones que mais vende nos Estados Unidos, ficando atrás apenas da Apple, dona dos onipresentes iPhones.

Em 2015, a Parks Associates estima que a Apple foi a líder em vendas, abarcando 40% do mercado no final do ano. Não muito distante está a Samsung, com 31%. Muito atrás ficou a LG na terceira posição, com 10%.

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Por outro lado, o estudo conclui que 80% dos norte-americanos possuem um smartphone, a mesma porcentagem dos habitantes da Europa Ocidental, o que mostra a clara saturação do mercado. Um terço dos proprietários do iPhone e 30% dos que possuem um smartphone Samsung levam aproximadamente dois anos para renovar os seus dispositivos.

Além dos dados mencionados, a Parks Associates concluiu os seguintes dados no seu estudo:

– Mais de 70% dos usuários de um smartphone nos Estados Unidos vê vídeos curtos via streaming, e mais de 40% vê vídeos de longa duração pelo mesmo meio.
– Quase 40% dos usuários de smartphones usam o reconhecimento de voz em seus dispositivos. Entre os usuários do iPhone, mais da metade usam o Siri.
– 36% dos usuários utiliza chamadas via WiFi.
– 35% dos usuários utilizam alto-falantes conectados ao smartphone para ouvir música.
– 26% dos usuários utilizam um aplicativo de pagamento para compras em lojas.
– 24% dos usuários utilizam uma tela externa para visualizar vídeos a partir do smartphone.

Via PhoneArena

É possível ter uma internet mais livre fora do controle dos EUA?

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Uma internet mais livre vai nascer a partir de setembro, se o governo dos Estados Unidos entregar o controle da rede para a ICANN, a organização sem fins lucrativos e responsável pelas decisões fundamentais para manter o funcionamento da internet. Isso aconteceria pela primeira vez desde o lançamento da rede por acadêmicos norte-americanos, há 47 anos.

A ICANN é responsável (entre outras coisas) por garantir os endereços dos protocolos IP, pelos identificadores de protocolo, pelas funções de gestão do sistema de domínio e da administração do sistema de servidores raiz. Foi criada em 1998, substituindo a IANA e outras organizações governamentais que estavam sobre o controle absoluto dos Estados Unidos, algo que foi fonte de debates diante da evidente internacionalização das atividades de internet e a influência que tem as suas decisões na internet de todo o planeta.

Se os prazos forem cumpridos, a ICANN será independente do Departamento de Comércio dos Estados Unidos a partir do dia 30 de setembro, depois de quase 20 anos de luta por sua descentralização. Nem todos estão de acordo, e políticos republicanos se pronunciam sobre o problema de um eventual controle da ICANN por “governos hostis”, como China e Rússia.

Vamos ver o que vai acontecer. Hoje, a influência da internet no funcionamento de tudo no planeta é tamanho que não é sustentável que apenas um país (Estados Unidos ou qualquer outro) controle exclusivamente as principais organizações que a regulam. Porém, há muitos interesses em jogo, principalmente nos âmbitos político e financeiro.

Via Domaintally

Os Chromebooks conquistam as escolas norte-americanas

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Os Chromebooks da Google ganharam terreno nas escolas norte-americanas nos últimos anos, e um novo relatório da Futuresource Consulting deixa claro que esse avanço se consolidou nos últimos meses.

Segundo o estudo, os Chromebooks já representam mais da metade dos equipamentos adotados nas salas de aula dos colégios dos EUA. Em 2012, essa porcentagem era de apenas 1%. A Apple passou de 52% há três anos para 24% de cota hoje, e a Microsoft, de 42% para 24%.

Rajen Sheth, responsável pelo programa do Android e do Chrome nas empresas e escolas, afirma que “foi incrível para nós ver como esse crescimento se produziu em um período tão curto de tempo”. O executivo, que muitos qualificam como “o pai dos Google Apps”, conseguiu impulsionar o uso desses dispositivos de forma notável.

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Dos 8.9 milhões de dispositivos vendidos nas escolas, 4.4 milhões eram Chromebooks. A cada dia, são ativados 30 mil portáteis de baixo custo da Google nas escolas norte-americanas. O esforço não é centrado apenas nos Chromebooks, mas também na loja específica de aplicativos educacionais, a Google Play for Education, que conta com aplicativos e livros selecionados por professores de pedagogos para ajudar e apoiar as tarefas educacionais.

A conquista da sala de aula por parte dos Chromebooks e do Chrome OS é algo singular, ainda mais levando em conta que o debate sobre a privacidade era especialmente delicado nesse âmbito. A Google já se comprometeu a não escanear as contas do Gmail dos estudantes, mas recentemente voltaram a aparecer acusações da EFF sobre os potenciais riscos para a privacidade dos usuários desses equipamentos.

Via CNBC

Nos EUA, há mais mulheres que homens jogando videogames em consoles

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Um recente estudo da Pew Research Center revelou dados interessantes sobre o tipo de dispositivos que os homens e mulheres norte-americanos compraram e utilizaram nos últimos tempos. Ainda que muitos que os dados sejam óbvios e previsíveis, outros revelam algumas surpresas.

É o caso do segmento dos videogames. Dos 1.900 entrevistados, 40% afirmou ser proprietário de um console. Mas o dado curioso é que 37% dos que responderam eram homens, e 42% eram mulheres. Ou seja, as meninas jogam mais que os meninos nos consoles domésticos.

Em 2010, a mesma pergunta recebeu uma resposta sensivelmente distinta, já que 45% dos que responderam ter algum console eram homens, contra 40% das mulheres. A evolução do número de mulheres gamers cresceu gradualmente, mas alguns analistas alertam que esses dados podem ser enganosos.

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Isso é possível, pois os consoles não são dispositivos pessoais, mas sim familiares: ter um console em casa não quer dizer de forma implícita que essa pessoa o utilize, e que sua esposa ou filhos queiram fazer uso dele. Esse dado, não obstante, se reforça com o fato de que ao menos de acordo com os números de 2012, 15% dos proprietários de uma casa nos EUA eram mulheres que viviam sozinhas, contra 12% dos homens que moravam sozinhos (os casamentos com ou sem filhos ficavam com os 48% restantes).

Dito isso, a pergunta fica sem uma resposta clara, já que é muito difusa. O que é certo é que a situação nos últimos anos mudou muito, e a presença feminina se nota no segmento dos videogames de forma mais viva, e só esperamos que essa tendência efetivamente mude para dar tanta relevância para homens e mulheres, em todos os sentidos.

Na verdade, colocar todos os gamers em um mesmo patamar.

Via The Verge

Estados Unidos teme que a Rússia corte os cabos submarinos de internet

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Segundo o The New York Times, várias evidências mostram barcos e submarinos espiões russos próximos aos cabos submarinos de internet, e com o atual contexto da política mundial, as autoridades dos Estados Unidos e seus aliados estão preocupados que a Rússia acabe cortando tais cabos.

A origem dessa preocupação está nas agências de inteligência, que estão monitorizando as atividades da Rússia ao redor dos cabos de internet, que vão desde o Mar do Norte até o noroeste da Ásia, e nas águas mais próximas dos Estados Unidos. Um porta-voz do exército norte-americano reconheceu que não podem concluir nada sobre as operações russas, por conta da natureza secreta que possui as operações submarinas.

No mês passado, os EUA seguiram as atividades do barco russo Yantar, que é equipado para alcançar grandes profundidades. O Yantar foi visto indo da costa leste dos EUA até Cuba, seguindo de muito perto o trajeto de um cabo de internet conectado à base de Guantánamo. A marinha norte-americana disse que esse submarino poderia cortar os cabos de internet.

Por outro lado, não é raro ver os cabos de internet se danificarem por conta de desastres naturais. Se isso acontece, equipes especializadas fazem o reparo rapidamente. Porém, se é um exército inimigo que corta os cabos, o conserto pode demorar mais.

Os cabos tem uma grande importância, pois neles trafegam dados de operações comerciais que totalizam US$ 10 bilhões por dia em todo o planeta, representando mais de 95% das comunicações.

Via VentureBeat

Estudo mostra que tem muito norte-americano noob em tecnologia

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Um estudo realizado pela VoucherCloud mostra dados interessantes e divertidos sobre os conhecimentos dos norte-americanos sobre novas tecnologias.

Apenas como amostra: 23% dos entrevistados acreditam que um MP3 é um robô de Star Wars, e 11% disseram que HTML é uma doença sexualmente transmissível.

Chocados? Espera. Tem mais. Só melhora:

– 18% disseram que o Blu-ray é um animal marinho
– 15% identificaram o software como roupas confortáveis
– 12% acreditam que USB é o acrônimo de algum país europeu
– 27% disseram que um gigabyte é um inseto da América do Sul

Os resultados falam por si. Mas é sempre bom lembrar que pessoas com pouco conhecimento sobre tecnologia existem em qualquer lugar do planeta. Não é uma exclusividade dos norte-americanos.

Via Los Angeles Times, VoucherCloud

EUA inicia investigação anti-monopólio contra o Google e o Android

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A Comissão Federal de Comércio (FCT) e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos iniciaram uma investigação anti-monopólio contra o Google, por conta do seu sistema operacional, o Android.

Os reguladores norte-americanos tomaram a decisão depois de se reunirem com os rivais tecnológicos da Google, que expuseram suas reclamações sobre as limitações impostas pela gigante de buscas em seus serviços, priorizando o Android e prejudicando os demais sistemas.

Com esse movimento, os EUA seguem os passos da União Europeia, que também investiga a Google pelo abuso de posição dominante, por sua política de privacidade e por violar o direito ao esquecimento. Some tudo isso ao processo movido pela Oracle, Microsoft e Nokia pelo abuso de posição dominante através do Android, e vemos que a fase não é nada fácil para a gigante de Mountain View.

 

Essa investigação tem realmente sentido?

Nos EUA, o Android tem apenas 50% de cota de mercado, o que indica que, diferente de outros países, por lá, o cenário dos sistemas operacionais móveis é bem aberto, e há concorrência para todos. Ou seja, não existe um “monopólio” como alegam a concorrência.

Pese o fato de não haver um domínio explícito do Google, ela ainda pode ser sancionada por conta dos obstáculos impostos aos outros sistemas operacionais, para que os mesmos possam utilizar alguns dos seus serviços com facilidade.

Via Bloomberg

Nos EUA, todas as unidades da Starbucks aceitam pagamentos via smartphone

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Desde janeiro de 2015, a Starbucks testa nos EUA o sistema de pagamentos via aplicativo móvel. Agora, eles informam que o formato de pagamento via app está habilitado em todas as suas 11.5 mil lojas distribuídas no país.

A opção de pagamento é tão simples como passar o smartphone por um leitor e executar a operação através de um app. E aqui temos mais um movimento na batalha dos pagamentos via smartphone, mas que está tendo uma importância como poucos previam. Em janeiro, a Starbucks gerava 90% das operações de pagamento via smartphone, e essa é uma marca incrível, mesmo com a ausência de sistemas mais gerais. E, de forma silenciosa, eles conseguiram conquistar um mercado que muitos desejam hoje.

Agora, eles querem aumentar o uso de pagamento via smartphones. Em janeiro, 16% dos pagamentos na Starbucks dos EUA eram feitos por esse método. Com uma cobertura em todo o país, é de se imaginar que um dos próximos passos será implementar a tecnologia em estabelecimentos de outros continentes. Vamos esperar que isso aconteça ao longo de 2016.

Via SlashGear

Microsoft vai apresentar novos produtos em 6 de outubro

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A Microsoft vai realizar no próximo dia 6 de outubro um evento onde eles pretendem apresentar novidades relacionadas ao Windows 10. Desde já, os candidatos ao protagonismo são os novos smartphones da família Lumia, e o especulado Surface Pro 4, que chega para renovar a aposta feita por eles nos tablets conversíveis.

O hardware será o protagonista no evento que acontece em Nova York (EUA). As apostas deixam muito claro sobre o que podemos esperar da Microsoft nesse evento. Para começar, a apresentação dos novos Lumia 950 e 950 XL (nomes de código Cityman e Talkman), que serão os dois primeiros smartphones top de linha produzidos e apresentados pela Microsoft, com o sistema Windows 10 Mobile. E esperamos configurações de hardware realmente notáveis.

Porém, mais relevante que isso é a estreia do Windows 10 Mobile em si. A nova plataforma para smartphones que oferecerá como principal destaque o Continuum, que vai permitir que os dispositivos ofereçam um aspecto de desktop quando conectados a um monitor, mouse e teclado.

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Além dos novos smartphones, é muito provável que aconteça o lançamento do Surface Pro 4, novo tablet conversível da Microsoft que teoricamente mantém as dimensões dos modelos anteriores – inclusive para manter a compatibilidade com acessórios já lançados -, mas que contará previsivelmente com os novos processadores Intel Skylake.

Também é possível o anúncio da Microsoft Band 2, mas não há muitos detalhes sobre as novidades que poderão integrar essa nova pulseira de monitorização de atividades físicas. Alguns rumores indicam sobre o (pouco provável) lançamento do Xbox One Mini ou de um Surface Mini, ou quem sabe de um Surface 4, que também renovará a versão mais modesta do seu tablet híbrido.

Teremos que esperar até o dia 6 de outubro para descobrir todos esses lançamentos.

Via ZDNet

Windows Phone segue perdendo mercado nos EUA

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O Windows Phone não para de perder cota de mercado nos EUA, não alcançando os 3% no país em julho, de acordo com a comScore.

A Microsoft, que tinha 3% de mercado em abril de 2015, passou para 2.9% em julho. A queda é menor do que a registrada entre janeiro e abril, período em que o Windows Phone passou de 3.6% para 3%. Por ter uma cota tão baixa, quedas de décimos representam sempre uma grande perda. Mesmo assim, o cenário mostra uma certa estabilização.

O Android também perdeu 1% de mercado entre abril e julho, passando de 52.2% para 51.4%, o que beneficiou o iOS que ganhou um pouco mais de 1% no período (de 43.1% para 44.2%). A BlackBerry segue o seu caminho de extinção, e o Symbian resiste com uma porcentagem residual. Foram 191.4 milhões de smartphones comercializados nos EUA nesse período.

Entre os fabricantes, a Apple mantém a liderança com os 44.2% do iOS, e entre os fabricantes com Android, a líder é a Samsung, com 27.3%, registrando uma queda de mais de 1% em relação ao estudo de abril. A terceira posição nos EUA fica com a LG, com 8.7%, seguida da Motorola, com 4.9%.

Entre os aplicativos, tanto Android como iOS se movem em tendências similares. Facebook é o rei nas redes sociais, com 73.3% dos usuários dos dois sistemas maiores de 18 anos, seguido pelo Messenger (59.5%) e do YouTube (59.3%).

Voltando a falar do Windows Phone, temos que esperar para ver se o Windows 10 Mobile consegue levantar essa porcentagem de cota da Microsoft, mas de cara já sabemos que esta é uma missão muito difícil.

Via comScore

Android Pay deve estrear nessa semana nos EUA. Valeu pelo aviso, McDonald’s!

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Um vazamento do Android Police garante que o Android Pay deve estrear nos Estados Unidos na próxima quarta-feira, 26 de agosto.

A informação vem de um documento interno vazado pela rede de fast food, que garante que o processo de pagamento via smartphones Android (similar ao Apple Pay) é testado pelo McDonald’s desde o seu início. O Android Police também afirma que várias fontes confirmam a data.

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Por enquanto, parece que apenas o McDonald’s nos EUA contará com o Android Pay no seu primeiro dia, e o lançamento em outros países ainda vai levar algum tempo. O documento interno também afirma que o Samsung Pay está presente desde a semana passada, mas que sofreu um adiamento no seu lançamento, que só vai acontecer em setembro.

Ou seja, devemos te rum anúncio formal nas próximas horas, seja por parte do McDonald’s, seja por parte da Google. Fato é que o Apple Pay terá em breve uma dura concorrência no mercado, começando pelos Estados Unidos e, quem sabe, em outros países. Vale lembrar que o número de dispositivos Android compatível com o Android Pay é muito pequeno, comparado com os iPhones compatíveis com o Apple Pay. Logo, temos que dar tempo ao tempo para essas plataformas se consolidarem.

Via Trusted Reviews

Windows 10 já supera em cota de mercado o Windows XP nos EUA

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Um informe publicado pela StatCounter revela que o Windows 10 já supera em cota de mercado o Windows XP nos Estados Unidos, mercado muito importante para a Microsoft.

O dado é positivo, já que como bem sabemos o novo sistema operacional da Microsoft conta apenas com algumas semanas de disponibilidade, mas já vemos como ele avança para superar no país o Windows 8.1.

Vale também uma menção especial para a posição do OS X, sistema operacional da Apple para os Macs, que ostenta a segunda posição, superando inclusive o Windows 8.1, o que mostra a constante popularidade do citado sistema nos EUA. Também é bem chamativo que o Windows 8 ainda conta com uma cota considerável de usuários que não atualizaram para o Windows 8.1.

Por fim, o Windows 7 ainda é o líder absoluto, superando em mais que o dobro da fatia de mercado dos outros sistemas operacionais.

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O inimigo da Microsoft dorme dentro de sua casa, e se chama Windows 7. Uma versão que, para muitos, está destinada a se transformar no novo Windows XP.

Via Softpedia