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Grupo chinês pode comprar navegador Opera por US$ 1.2 bilhão

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O navegador Opera pode passar para as mãos de uma corporação chinesa, caso a empresa norueguesa aceitar a oferta de US$ 1.2 bilhão. Quase uma ninharia que valorizou em 53% as ações da empresa.

O Opera é um dos navegadores web de maior qualidade do mercado, teve um ano de 2015 difícil, não cumprindo as previsões de faturamento por conta da dura concorrência com gigantes como Google e Microsoft. Porém, o seu potencial (especialmente na sua versão móvel) não passa desapercebido pelos tubarões chineses, que estão investindo em vários setores, inclusive no software.

A oferta pelos 100% das ações da empresa norueguesa responsável pelo Opera vem de um grupo conhecido como “o ladrilho de ouro da Rota da Seda”, formado por empresas chinesas de software Beijing Kunlun e Qihoo 360, além da empresa de pesquisa Yonglian. A Kunlun é especializada em jogos, e recentemente adquiriu a norte-americana Grindar. A Qihoo 360 é mais famosa pelo seu antivírus e aplicativo de navegação web, e a Yonglian é uma empresa de capital de risco.

Se a operação se concretizar, o destino primário do Opera será ampliar a sua plataforma de publicidade na China e utilizar ativos muito valorizados como a tecnologia de compressão, que produz economia de dados e de largura de banda.

Não sabemos se desenvolvimento do navegador continuaria como está nesse momento. Se você é um usuário do Opera e já começa se preocupar, saiba que esse investimento poder ser utilizado para melhorar um navegador web que, pelas suas características, deveria ser muito mais valorizado em sua cota de mercado.

Via Recode

Microsoft comprou o SwiftKey, mas nada vai mudar

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Segundo a própria Microsoft, a ideia por trás da compra do SwiftKey é explorar a tecnologia que integra a sua base, e a relação com os seus próprios produtos e serviços. Ou seja, a empresa está mais interessada no que existe por trás da solução (como funciona a previsibilidade de texto ou a sua interface) do que no aplicativo em si.

Harry Schum, vice-presidente executivo de tecnologia e pesquisa da Microsoft, confirmou que a tecnologia do SwiftKey pode se integrar ao teclado Word Flow de Redmond, deixando claro a ideia da empresa em melhorar a sua própria carteira de soluções de produtividade.

O esclarecimento é importante para os usuários do SwiftKey, que temiam que a solução desaparecesse do mercado, tal e como se esboça com outras compras recentes da Microsoft, principalmente nos casos do Wunderlist ou Sunrise. Mas com esses posicionamentos, sabemos agora que nada muda para os fãs do melhor teclado virtual do mercado mobile.

Via Microsoft, SwiftKey

Sony planeja comprar a divisão de sensores fotográficos da Toshiba

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Segundo a Reuters, a Sony, que já é líder na fabricação de câmeras para dispositivos móveis, planeja adquirir a Toshiba, que também cria soluções nesse segmento para muitos smartphones importantes do mercado, contando com muita tecnologia própria.

As duas companhias estariam negociando essa transação, que seria avaliada em US$ 165 milhões. Nenhuma das partes fala sobre o assunto.

Acontecendo ou não a compra, os rumores surgem em um momento em que a Sony não para de investir no tema. Por duas vezes em 2015 eles ampliaram suas fábricas de sensores em Nagasaki e Yamagata, investindo US$ 1.2 bilhão. As vendas cresceram 40% no ano passado, e eles contam com clientes do porte de Apple e Xiaomi.

Por outro lado, é estranho saber que a Toshiba quer se desfazer de um negócio que parece ser promissor. Ao mesmo tempo, a empresa não passa pelo seu melhor momento, com escândalos financeiros e mudanças na estrutura diretiva, sendo obrigada a fazer mudanças drásticas por conta das falsificações de contas. Oito dos principais diretores da Toshiba se demitiram no último verão.

Via Reuters

Dell e EMC: uma compra milionária histórica

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A Dell anunciou a compra da EMC, que é nada menos que a maior compra da história da indústria de tecnologia.

A EMC, empresa que não é muito conhecida do grande público, tem muitos dos seus produtos e subsidiárias espalhadas no mercado. Oferece serviços na nuvem, armazenamento e soluções analíticas para algumas empresas, além de ser dona da RSA e da VMware. Foi fundada em 1979 em Massachusetts (EUA), conta hoje com 70 mil empregados.

A Dell pagou US$ 67 bilhões pela EMC. Nunca um volume de dinheiro tão grande foi utilizado para uma compra desse porte.

Mas… como a Dell se permitiu a esse luxo?

Ao que parece, o acordo é financiado pela MSD Capital (firma de investimento de propriedade de Michael Dell) em parceria com a Silver Lake (que já estava envolvida na privatização da Dell em 2013). Vale esperar pela aprovação da papelada, mas se nada falhar, tudo indica que em breve Michael Dell será nomeado CEO de um importante e potencial império, onde a nuvem é a indiscutível protagonista.

Alguns detalhes sobre os US$ 67 bilhões precisam ser esclarecidos, principalmente os relacionados, que seguirá como empresa independente, com cotações na bolsa. A Dell aceitou assim pagar aos acionistas da EMC US$ 24,05 por ação, além de manter as ações da VMware, o que pode mudar ligeiramente o valor global da empresa quando o acordo for encerrado.

Com isso, a Dell iniciou hoje um novo capítulo na história do mercado tecnológico, dando os passos necessários para se transformar em uma autêntica gigante. Será interessante ver como será a sua evolução e influência a partir de agora.

Boa sorte, Dell.

Samsung compra a LoopPay, preparando sua chegada na briga de pagamentos móveis

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A Samsung anunciou ontem (18) a compra da startup LoopPay, especializada em pagamentos via dispositivos móveis. A pequena empresa se destacou entre as plataformas de sua categoria ao fabricar cases equipados com o sistema de pagamento sem fio através de um campo magnético que se comunica com os terminais instalados nos pontos de venda.

Tal característica transforma o seu sistema em um dos mais flexíveis e compatíveis do mercado, já que os tais cases está disponíveis para uma grande variedade de dispositivos. Com a compra, eles podem acelerar o desenvolvimento de suas soluções, e a Samsung pode adotar sua tecnologia nos seus futuros dispositivos.

Nem a Samsung, nem a LoopPay revelam os detalhes da transação, ou o valor pago na compra. Só sabemos que os fundadores da LoopPay, Will Graylin e George Wallner, passam ser membros da divisão de mobilidade da Samsung.

Podemos esperar o lançamento de algum serviço de pagamento móvel dos coreanos já no dia 1 de março, na próxima edição do Unpacked dentro da Mobile World Congress 2015 de Barcelona (Espanha)? Façam suas apostas.

Via BusinessWire

OFICIAL: Microsoft compra o aplicativo Sunrise Calendar

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A Microsoft adquiriu o aplicativo Sunrise Calendar, confirmando assim os rumores dos últimos dias. O anúncio foi feito através de um vídeo que confirma a notícia, que está disponível para todos os usuários.

Não faz muito tempo que surgiu o rumor que a Microsoft estaria fechando o acordo para adquirir esta solução, que se destaca principalmente por oferecer uma boa gestão de diferentes tipos de calendários (com conexão para vários serviços como Facebook ou LinkedIn), com um design muito agradável.

Em dezembro de 2014, a Microsoft adquiriu a plataforma de e-mails Acompli, algo que logo se viu refletido no lançamento do Outlook para iOS e Android. Agora, com a compra do Sunrise (em uma transação que teria custado US$ 100 milhões), podemos esperar por mais novidades interessantes relacionados ao tema.

 

Via Business InsiderYouTube (Microsoft)

 

Jay-Z compra o serviço de streaming Tidal, por US$ 56 milhões

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O rapper Jay-Z segue os caminhos de Dr. Dre e decidiu apostar nos serviços de streaming. Ele fez uma oferta de 464 milhões de coroas suecas (ou US$ 56 milhões) para a aquisição da Aspiro, empresa por trás dos serviços Tidal e WiMP.

Os dois serviços não são muito conhecidos por aqui, mas contam com uma rede de 50 milhões de usuários ativos em 58 mercados, dos quais 12.5 milhões são usuários com assinatura mensal.

O WiMP alcançou a marca de meio milhão de usuários pagos no mês passado, número esse que deve subir com a popularidade do novo dono. Agora, resta saber como os serviços vão se expandir e, principalmente, como convencer os usuários que já utilizam as plataformas da concorrência.

Via Engadget

Samsung estaria interessada na compra da BlackBerry

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A Reuters informa que fontes próximas ao assunto tiveram acesso a documentos que falam de uma possível compra da BlackBerry por parte da Samsung. O valor a ser pago seria de US$ 7.5 bilhões.

A informação não está confirmada, mas a ideia por trás da compra é que os sul-coreanos fiquem com todas as patentes e futuros projetos dos canadenses. Os últimos anos da BlackBerry foram complicados, com projetos que não saíram do papel.

Estamos mais uma vez diante de um forte rumor de uma possível compra da BlackBerry, depois da Lenovo despertar interesse, e até a Fairfax Financial apresentar uma oferta formal de compra. E, mesmo com sérios problemas econômicos, a BlackBerry não foi vendida.

O curioso é que o rumor aparece uma semana depois da CES 2015, local onde o CEO da BlackBerry, John Chen, garantia que a empresa estava com os seus problemas financeiros sanados, e que eles iriam tomar um novo rumo, com menos dispositivos e um desenvolvimento focado na Internet das Coisas.

Mas a informação de hoje fala também que na semana passada os executivos das duas empresas conversaram para falar da conclusão dessa transação para os próximos dias.

Como já era de se esperar, as duas empresas não falaram sobre o assunto, mas com esse vazamento, não devem demorar muito a se pronunciarem, seja para confirmar ou desmentir a informação.

Estamos de olho nos próximos acontecimentos.

Via Reuters

CES 2015 | …e a Palm está oficialmente de volta!

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Isso mesmo. A Palm voltou dos mundos dos mortos. A empresa vai ressuscitar pelas mãos da TCL, gigante chinesa que é mais conhecida por ser a responsável por marcas como a Alcatel, que também foi ressuscitada em operação semelhante, se transformando em uma empresa minimamente rentável.

A TCL Communications tornou a aquisição da Palm algo oficial. George Guo, representante da TCL, comunicou que eles tomaram a decisão por ‘acreditarem firmemente no valor da Palm’.

Recolocar a Palm no caminho do sucesso não parece ser algo impossível, mas algo que pode ser é trazer de volta a sua personalidade e identidade do passado, já que a opção mais rápida dessa recuperação parece ser a de lançar smartphones Android, como eles fizeram com a Alcatel.

Na tentativa de fazer com que a comunidade de usuários se sinta próxima desse renascimento,a  TCL quer que os usuários mostrem interesse pela volta da marca, e que eles ajudem com ideias para dispositivos, software e aplicativos. Eles não explicaram como será essa interação.

Ah, e antes que você pergunte: o próprio Guo informa que não existe a possibilidade de trazer o webOS à vida nos futuros smartphones. Lembrando: o webOS agora é uma propriedade da LG.

Os quartéis generais da nova Palm ficarão em Silicon Valley, apesar da fabricação dos produtos acontecer na China. Na Califórnia, a empresa vai garantir um espaço para mais de 5 mil engenheiros.

Los cuarteles generales de la compañía estarán en Silicon Valley, a pesar de que la fabricación se realizará en China. En California habrá espacio para más de 5.000 ingenieros que tratarán de revivir la marca.

Será muito interessante ver essa nova vida da Palm nos próximos anos.

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Via Phonescoop

Cyanogen Inc. recusou uma oferta de compra do Google

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O site The Information afirma que a Cyanogen Inc recusou uma suposta oferta do Google, se mantendo assim uma entidade empresarial independente. Seu objetivo é levantar uma nova rodada de investimentos que posicione a empresa no patamar de valor de mercado de aproximadamente US$ 1 bilhão.

É um plano ambicioso, principalmente se levarmos em conta que os investimentos na Cyanogen Inc são, nesse momento, praticamente inexistentes. O interesse da Google nesse caso é claro, e os rumores indicam que Sundar Pichai se reuniu recentemente com os diretores da Cyanogen para negociar essa (agora fracassada) compra.

A ROM derivada do Android da Cyanogen permite aproveitar e controlar diversas opções adicionais, com elevado nível de personalização, um catálogo de temas maior, e funções de segurança nativas. Não parece nesse momento que a Cyanogen Inc quer ser comprada por alguma outra empresa, mas vamos ficar atentos ao interesse da Google e de outras empresas, como Microsoft, Yahoo, Amazon ou Samsung, que também cogitam esse investimento.

Via The Information

Apple conclui a compra da Beats

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Depois da aprovação da União Europeia, era uma questão de dias para que o governo dos Estados Unidos também aprovasse a compra da Beats pela Apple. E dois meses depois do seu anúncio, a negociação é oficialmente concluída.

Um anúncio na página oficial da Apple dá as boas vindas à Beats, sua linha de fones de ouvido e o seu serviço de músicas via streaming. O valor da compra é de US$ 3 bilhões, e Jimmy Iovine, Ian Rogers e Dr. Dre (fundadores da Beats) passam a ser os novos funcionários da Apple, sendo recebidos por Tim Cook através de uma publicação no Twitter.

E é sempre bom lembrar que os fones da Beats passam a ser encontrados também na Apple Store.

Via Apple@tim_cook

Comissão Europeia aprova a compra da Beats por parte da Apple

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A Comissão Europeia aprovou a compra da Beats pela Apple, uma vez que segundo o órgão regulador, a cota de mercado resultante da união das duas empresas não vai apresentar problemas para a concorrência, por ser considerada “baixa”. Corroboram com tal afirmação o fato de empresas como Bose, Sennheiser, Sony e outros rivais importantes ainda contarem com fatias generosas do mercado de fones de ouvido.

Além disso, leva-se em conta que Apple e Beats não são concorrentes diretos, uma vez que os fones da empresa de Dr. Dre “se diferenciam notavelmente em suas funcionalidades e no design”.

Com isso, a Apple tem a primeira aprovação de um órgão regulador para concretizar a compra, e tudo indica que a comissão dos Estados Unidos devem manter a mesma linha de raciocínio. Porém, o problema mais importante para a Apple nesse momento não é a aprovação da compra nos EUA, mas sim um recente processo movido pela Bose contra a Beats por violações de patentes.

Via União Europeia

O Facebook agora é, oficialmente, a dona da Oculus

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Quase que passa desapercebido por todos nós. O Facebook anunciou a compra da Oculus em março de 2014, e só nessa semana a transação foi confirmada e finalizada.

O acordo de US$ 2 bilhões foi confirmado por um comunicado conjunto das duas empresas, que afirmam que “olham para o emocionante futuro juntos, criando a próxima plataforma de computação, e reinventando a forma que as pessoas se comunicam”.

Pelo menos no primeiro momento, tudo indica que a Oculus pode, além dos jogos, oferecer uma espécie de sistema de videoconferências virtuais, mas nada ainda é muito certo. Palmer Luckey, fundador da Oculus, confirmou que sua missão será “promover a adoção da realidade virtual a longo prazo, e não se focar em resultados financeiros a curto prazo”, fazendo com que essa parceria leve a realidade virtual para todos.

Via Engadget

 

Google compra o Songza, serviço de música contextual

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A Google anunciou a aquisição do Songza, um serviço de música contextual com quatro anos de vida. A plataforma conta com uma interface atraente, e a particularidade de oferecer diferentes tipos de listas de reprodução, de acordo com suas atividades e seu humor.

Nem a Google, nem o Songza confirmam o valor que envolveu a operação, mas o The New York Post informou no começo do mês que a compra poderia envolver até US$ 15 milhões.

Como aconteceu em outras compras da Google, a transação não representa o fim do serviço, mas sim a transferência da equipe do Songza para os escritórios da Google em Nova York (EUA), onde eles ajudarão a gigante de Mountain View a oferecer melhores recomendações contextuais na Google Play Music, assim como levar sua experiência para o YouTube e outros produtos da casa.

Em comunicado, as duas empresas informam que “não existem planos imediatos” de mudanças na plataforma musical. O que nos faz pensar que, a longo prazo, esses planos existem. Seja como for, esperamos que as mudanças sejam para melhor.

Via Re/code

Steve Ballmer compra o Los Angeles Clippers (NBA) por US$ 2 bilhões

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Ok, eu sei que isso pouco tem a ver com o mundo da tecnologia. Mas o fato é que Steve Ballmer é sim um dos homens mais ricos do planeta, e se torna mais um da Microsoft a investir nos esportes. O ex-CEO da gigante de Redmond se comprometeu a adquirir o time de basquete da NBA Los Angeles Clippers, pela “bagatela” de US$ 2 bilhões.

Tudo começou com o escândalo racista criado por seu atual dono, Donald Sterling, que foi banido da NBA, multado financeiramente, e obrigado a vender a sua parte da equipe. Agora, para que Ballmer se torne proprietário dos Clippers, só resta esperar pela aprovação da própria NBA. Vale lembrar que a fortuna de Ballmer é estimada entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões, ou seja, pagar US$ 2 bihões é moleza.

O mais estranho é que o time foi avaliado em US$ 500 milhões, o que nos faz pensar que a venda foi supervalorizada de alguma forma. Rumores anteriores afirmavam que Magic Johnson tinha planos de adquirir os Clippers por esse valor, ao lado de Oprah Winfrey e do CEO da Oracle, Larry Ellison.

E sim… a foto acima mostra Ballmer ao lado do comissário da NBA, Adam Silver, em uma partida dos Clippers ocorrida no dia 11 de maio.

Ballmer não é o único da Microsoft envolvido nas franquias esportivas. O co-fundador da empresa, Paul Allen, é dono de, entre outros times, do atual campeão da NFL, o Seattle Seahawks.

Via ESPN

Apple compra a Beats por US$ 3 bilhões

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Demorou, mas se confirmou. A Beats agora é uma empresa da Apple, em uma operação com um valor total de US$ 3 bilhões. A venda foi confirmada pela própria Beats, em sua conta oficial no Twitter, além de um comunicado oficial da gigante de Cupertino, em sua página oficial na web.

A compra inclui tanto o serviço Beats Music como toda a Beats Electronics, algo que pelo o que comenta Tim Cook, tem como objetivo principal ampliar as perspectivas com tudo o que está relacionado com a música na Apple. Movimento esse que, convenhamos, é algo bem lógico.

A Beats Music agrega à loja iTunes um serviço já consolidado, mesmo ficando longe de ser um dos líderes do seu segmento de streaming, mas que será combinado com o iTunes Radio. A distância que os demais competidores está abrindo em relação à Apple nesse segmento é grande demais para que a empresa não comece a tomar medidas para tentar refrear esse crescimento.

Por outro lado, a Beats Electronics abre a porta para uma linha de acessórios e produtos de hardware musicais no catálogo da Apple. Não podemos nos esquecer que, muito além da qualidade sonora, a Beats é uma marca consolidada nas vendas, e é líder nos Estados Unidos, totalmente alinhada a um segmento jovem e premium, algo que é muito interessante para a Apple (já que se alinha muito bem à sua filosofia de trabalho).

Os co-fundadores da Beats, o produtor musical Jimmy Iovine e o rapper Dr. Dre passam a fazer parte do grupo de funcionários da Apple – isso faz parte do acordo -, que inclui a manutenção da marca Beats.

Via Apple, @BeatsByDre

Compra da Beats pela Apple segue em negociações, mas o valor da transação caiu

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No começo do mês de maio, diversos veículos especializados relataram a venda da Beats para a Apple, no valor de US$ 3.2 bilhões. Porém, nem o anúncio oficial da compra foi feito, e o assunto “morreu” nos últimos dias. Pois bem, o New York Post revela hoje (28) que fontes internas da Apple indicam que as negociações entre as duas empresas continuam, e quando os primeiros rumores surgiram, estavam em fase inicial de negociação, e o preço ainda não estava definido.

Com o vazamento das informações dos últimos dias, que revelaram que a Beats Music só conta com 110 mil usuários (apenas para comparação: o Spotify possui aproximadamente 50 milhões de usuários), a Apple voltou a analisar o preço a pagar na compra. Mas tudo parece indicar que o preço não vai cair muito, e a Apple estaria disposta a pagar US$ 3 bilhões.

O motivo pelo qual a Apple estaria comprando a Beats ainda é uma incógnita. Mas já podemos dizer que Dr. Dre ainda tem muito o que comemorar. Afinal, tem tudo para ser “um rapper multimilionário”.

Via New York Post

Rumor: Twitter querendo comprar o SoundCloud?

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Virou moda agora sair comprando serviços de streaming? É isso?

De qualquer forma, com as estatísticas dizendo que o crescimento do Twitter está mais lento, não é de se estranhar que a empresa planeja novas estratégias para manter o serviço em evidência. E o primeiro passo para isso passa por um conhecido serviço, o SoundCloud, um portal de streaming musical que pode desenterrar alguns fantasmas recentes do passarinho azul.

Como você bem pode se lembrar, o Twitter lançou a pouco mais de um ano o #Music, serviço que sobrevive sem fazer muito barulho, com vários rumores sobre um suposto fim.

Por enquanto, o que sabemos até agora é o interesse do microblog no SoundCloud, de modo que temos que esperar mais detalhes sobre a oferta. Mesmo assim, temos que levar em conta que o citado serviço de streaming é avaliado nesse momento em US$ 700 milhões, ou seja, é esse o o Twitter deve pagar caso a compra se concretize.

A grande pergunta é: o que realmente o Twitter quer com o SoundCloud? Só o tempo vai dizer. Por enquanto, temos apenas os rumores.

Via Re/Code

Twitch pode estar prestes a ser comprado pela Google por US$ 1 bilhão

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Foi o grande rumor desse final de semana. Segundo o site Variety, Google pode estar prestes a preparar um novo cheque polpudo para adquirir uma empresa que pode lhe oferecer algo do seu interesse. Nesse caso, a empresa é a Twitch, e o valor da compra seria de nada menos que US$ 1 bilhão.

O Twitch é a plataforma líder no segemento de streaming ao vivo orientado ao mundo dos videogames, e está entre os 15 serviços de maior tráfego de dados nos Estados Unidos em determinadas horas do dia. O Twitch se consolidou em pouco tempo como a referência quando falamos de streaming de jogos eletrônicos, com 45 milhões de usuários únicos registrados em 2013, e com previsão de crescimento expressivo para 2014, levando em conta a sua integração com os novos consoles Xbox One e PlayStation 4. E é claro que a Google está de olho nesse potencial.

Outro veículo que fala sobre a compra é o Wall Street Journal, que afirma que tudo está em fase inicial, sem previsão de um anúncio iminente. Sem falar em todo o trabalho legal que envolve tal negociação, pois uma vez confirmada a intensão de compra, estaríamos combinado dois serviços de streaming que são líderes de mercado (o Twitch e o YouTube). E, aos olhos da lei, isso é sempre bem complexo.

Vamos acompanhar de perto essa história.

Via Variety, Wall Street Journal

Rumor: Apple estaria finalizando a compra da Beats Audio por US$ 3.2 bilhões

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Matérias recém publicadas pelo Financial Times e pela Bloomberg garantem que a Apple está fechando os últimos detalhes da compra da Beats Audio, especializada em fones de ouvido e acessórios de áudio. O valor estimado da compra é de US$ 3.2 bilhões.

Se confirmada a notícia, a operação será anunciada oficialmente na semana que vem. A compra da Beats é uma manobra considerada (de certo modo) estranha, se pensarmos na sua divisão de hardware. Apesar de muito populares nos Estados Unidos, os fones da empresa são descritos pelos amantes da alta fidelidade de áudio mais como um acessório da moda do que como um dispositivo de áudio a ser levado a sério.

Mas o motivo da compra poderia ser outro. A Beats é proprietária de várias patentes relacionadas ao universo do som e da música, que foram adquiridas pouco depois de sua fundação, sem falar de um bem sucedido serviço de streaming de músicas, que está muito bem posicionado em uma acirrada competição com o Spotify no mercado norte-americano. O serviço pode ser a pedra angular que a Apple precisa para impulsionar de forma definitiva o iTunes Radio.

Outra possível explicação para a compra é que a Apple quer absorver a TopSpin Media, a plataforma de marketing e comércio eletrônico que a Beats é proprietária.

Seja qual for o motivo, devemos descobrir em breve os reais objetivos dessa transação.

Via Financial Times, Bloomberg