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Apple compra a Beats por US$ 3 bilhões

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Demorou, mas se confirmou. A Beats agora é uma empresa da Apple, em uma operação com um valor total de US$ 3 bilhões. A venda foi confirmada pela própria Beats, em sua conta oficial no Twitter, além de um comunicado oficial da gigante de Cupertino, em sua página oficial na web.

A compra inclui tanto o serviço Beats Music como toda a Beats Electronics, algo que pelo o que comenta Tim Cook, tem como objetivo principal ampliar as perspectivas com tudo o que está relacionado com a música na Apple. Movimento esse que, convenhamos, é algo bem lógico.

A Beats Music agrega à loja iTunes um serviço já consolidado, mesmo ficando longe de ser um dos líderes do seu segmento de streaming, mas que será combinado com o iTunes Radio. A distância que os demais competidores está abrindo em relação à Apple nesse segmento é grande demais para que a empresa não comece a tomar medidas para tentar refrear esse crescimento.

Por outro lado, a Beats Electronics abre a porta para uma linha de acessórios e produtos de hardware musicais no catálogo da Apple. Não podemos nos esquecer que, muito além da qualidade sonora, a Beats é uma marca consolidada nas vendas, e é líder nos Estados Unidos, totalmente alinhada a um segmento jovem e premium, algo que é muito interessante para a Apple (já que se alinha muito bem à sua filosofia de trabalho).

Os co-fundadores da Beats, o produtor musical Jimmy Iovine e o rapper Dr. Dre passam a fazer parte do grupo de funcionários da Apple – isso faz parte do acordo -, que inclui a manutenção da marca Beats.

Via Apple, @BeatsByDre

Compra da Beats pela Apple segue em negociações, mas o valor da transação caiu

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No começo do mês de maio, diversos veículos especializados relataram a venda da Beats para a Apple, no valor de US$ 3.2 bilhões. Porém, nem o anúncio oficial da compra foi feito, e o assunto “morreu” nos últimos dias. Pois bem, o New York Post revela hoje (28) que fontes internas da Apple indicam que as negociações entre as duas empresas continuam, e quando os primeiros rumores surgiram, estavam em fase inicial de negociação, e o preço ainda não estava definido.

Com o vazamento das informações dos últimos dias, que revelaram que a Beats Music só conta com 110 mil usuários (apenas para comparação: o Spotify possui aproximadamente 50 milhões de usuários), a Apple voltou a analisar o preço a pagar na compra. Mas tudo parece indicar que o preço não vai cair muito, e a Apple estaria disposta a pagar US$ 3 bilhões.

O motivo pelo qual a Apple estaria comprando a Beats ainda é uma incógnita. Mas já podemos dizer que Dr. Dre ainda tem muito o que comemorar. Afinal, tem tudo para ser “um rapper multimilionário”.

Via New York Post

Rumor: Twitter querendo comprar o SoundCloud?

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Virou moda agora sair comprando serviços de streaming? É isso?

De qualquer forma, com as estatísticas dizendo que o crescimento do Twitter está mais lento, não é de se estranhar que a empresa planeja novas estratégias para manter o serviço em evidência. E o primeiro passo para isso passa por um conhecido serviço, o SoundCloud, um portal de streaming musical que pode desenterrar alguns fantasmas recentes do passarinho azul.

Como você bem pode se lembrar, o Twitter lançou a pouco mais de um ano o #Music, serviço que sobrevive sem fazer muito barulho, com vários rumores sobre um suposto fim.

Por enquanto, o que sabemos até agora é o interesse do microblog no SoundCloud, de modo que temos que esperar mais detalhes sobre a oferta. Mesmo assim, temos que levar em conta que o citado serviço de streaming é avaliado nesse momento em US$ 700 milhões, ou seja, é esse o o Twitter deve pagar caso a compra se concretize.

A grande pergunta é: o que realmente o Twitter quer com o SoundCloud? Só o tempo vai dizer. Por enquanto, temos apenas os rumores.

Via Re/Code

Twitch pode estar prestes a ser comprado pela Google por US$ 1 bilhão

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Foi o grande rumor desse final de semana. Segundo o site Variety, Google pode estar prestes a preparar um novo cheque polpudo para adquirir uma empresa que pode lhe oferecer algo do seu interesse. Nesse caso, a empresa é a Twitch, e o valor da compra seria de nada menos que US$ 1 bilhão.

O Twitch é a plataforma líder no segemento de streaming ao vivo orientado ao mundo dos videogames, e está entre os 15 serviços de maior tráfego de dados nos Estados Unidos em determinadas horas do dia. O Twitch se consolidou em pouco tempo como a referência quando falamos de streaming de jogos eletrônicos, com 45 milhões de usuários únicos registrados em 2013, e com previsão de crescimento expressivo para 2014, levando em conta a sua integração com os novos consoles Xbox One e PlayStation 4. E é claro que a Google está de olho nesse potencial.

Outro veículo que fala sobre a compra é o Wall Street Journal, que afirma que tudo está em fase inicial, sem previsão de um anúncio iminente. Sem falar em todo o trabalho legal que envolve tal negociação, pois uma vez confirmada a intensão de compra, estaríamos combinado dois serviços de streaming que são líderes de mercado (o Twitch e o YouTube). E, aos olhos da lei, isso é sempre bem complexo.

Vamos acompanhar de perto essa história.

Via Variety, Wall Street Journal

Rumor: Apple estaria finalizando a compra da Beats Audio por US$ 3.2 bilhões

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Matérias recém publicadas pelo Financial Times e pela Bloomberg garantem que a Apple está fechando os últimos detalhes da compra da Beats Audio, especializada em fones de ouvido e acessórios de áudio. O valor estimado da compra é de US$ 3.2 bilhões.

Se confirmada a notícia, a operação será anunciada oficialmente na semana que vem. A compra da Beats é uma manobra considerada (de certo modo) estranha, se pensarmos na sua divisão de hardware. Apesar de muito populares nos Estados Unidos, os fones da empresa são descritos pelos amantes da alta fidelidade de áudio mais como um acessório da moda do que como um dispositivo de áudio a ser levado a sério.

Mas o motivo da compra poderia ser outro. A Beats é proprietária de várias patentes relacionadas ao universo do som e da música, que foram adquiridas pouco depois de sua fundação, sem falar de um bem sucedido serviço de streaming de músicas, que está muito bem posicionado em uma acirrada competição com o Spotify no mercado norte-americano. O serviço pode ser a pedra angular que a Apple precisa para impulsionar de forma definitiva o iTunes Radio.

Outra possível explicação para a compra é que a Apple quer absorver a TopSpin Media, a plataforma de marketing e comércio eletrônico que a Beats é proprietária.

Seja qual for o motivo, devemos descobrir em breve os reais objetivos dessa transação.

Via Financial Times, Bloomberg

Nasce hoje a Microsoft Mobile

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A partir de hoje (25), Microsoft e Nokia passam a ser uma só, com a concretização da compra da divisão de mobilidade dos finlandeses concluída. Oito meses depois do negócio ser anunciado, hoje é o dia da marca Nokia efetivamente desaparecer, e assim nascer a Microsoft Mobile, que será uma subsidiária da Microsoft. Ou seja, termina uma era, e começa outra, no mesmo dia.

A Microsoft escolheu a imagem acima para ilustrar o fim oficial das operações. Stephen Elop, ex-CEO da Nokia, mostrando um Lumia para Satya Nadella, CEO da Microsoft, com montanhas nevadas ao fundo (que seriam da Finlândia?). Tudo muito bucólico.

De fato, essa compra não foi um processo tranquilo: milhares de demissões aconteceram na Nokia, uma forte reestruturação da empresa foi feita para que ela fosse incorporada pela Microsoft, e o desaparecimento completo da empresa tal e como a conhecemos. Com a aprovação da operação por parte dos acionistas e reguladores, estamos agora diante de um caminho sem volta.

E agora?

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A Microsoft Mobile será uma unidade da gigante de Redmond, que vai desenvolver, fabricar e distribuir smartphones das linhas Lumia, Asha e Nokia X. O nome interno será Microsoft Mobile, mas ainda resta saber o que vai acontecer exatamente com a marca “Nokia” do ponto de vista comercial. E ainda não há uma decisão sobre o assunto.

No dia de hoje, a Nokia custou para a Microsoft um total de US$ 7.2 bilhões, valor pago pela divisão mobile da empresa (incluindo suas patentes). É bem menos que os US$ 8.5 bilhões pagos pelo Skype. Vendo por esse ponto de vista, a aquisição pode ser uma das mais importantes da história da empresa.

Agora, começa uma nova etapa onde o Windows Phone terá que se estabelecer de forma definitiva como a terceira alternativa no mercado dos sistemas operacionais móveis. Ele já é uma alternativa sólida em boa parte da América Latina, mas falta marcar a sua posição na Europa e nos Estados Unidos. E para conseguir isso, os smartphones Lumia da Microsoft Mobile terão que impressionar. Por conta própria.

Via Nokia e Microsoft

Facebook adquire o aplicativo de quantificação Moves

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Mark Zuckerberg mais uma vez tirou o cartão de crédito do bolso, e dessa vez, o Facebook adquiriu o aplicativo de monitoração de atividades físicas Moves. O app está disponível para Android e iOS, e segundo os seus responsáveis, ele segue funcionando de forma independente, e não perderá a sua identidade.

Valores da aquisição não foram revelados, mas tal manobra demonstra a intenção do Facebook em apostar em vários segmentos que são tendência no mercado. A aquisição acontece “coincidentemente” logo depois de anunciar que a Nike vai abandonar parcialmente no mercado de hardware para reforçar a sua aliança com a Apple nesse segmento. O Facebook pode muito bem querer competir em um mercado que está no auge, como é o da quantificação pessoal, mesmo que esse mercado apresente incógnitas importantes.

Segundo o The Wall Street Journal, o Moves teve mais de 4 milhões de downloads no Android e no iOS desde o último mês de janeiro. Seus responsáveis liberaram uma API para que desenvolvedores possam criar aplicativos entorno de seus dados – há pelo menos mais de 40 apps já aproveitando desse expediente -, e isso o torna muito promissor.

Ainda não sabemos como a compra afetará o Facebook como rede social – se é que vai afetar de alguma forma.

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Moves para Android
Moves para iOS

Via WSJ

Google adquire a Titan Aerospace, uma empresa de drones solares (tirando o doce das mãos do Facebook)

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Apesar dos últimos rumores publicados em março indicarem uma negociação com o Facebook, a Titan Aerospace acabou sendo adquirida pela Google. Segundo o Wall Street Journal, a gigante de Mountain View comprou a empresa especializada em drones solares, capazes de permanecer no ar em voo por até cinco anos, além de oferecer acesso a internet em determinadas regiões.

Desta forma, a Google usará a sua nova “frota” para dar suporte ao seu Project Loon, que busca oferecer sinal de internet para os locais onde isso não existe. Também é possível utilizar os recursos da aquisição em outras divisões da empresa, como por exemplo para enriquecer a experiência do Google Maps.

A Titan e os seus 20 funcionários permanecerão no Novo México, e continuam sendo liderados pelo seu atual diretor, Vern Raburn, que tem no seu histórico já ter dirigido a Symantec e a divisão de produtos de consumo da Microsoft.

Via The Verge, Wall Street Journal

China aprova a aquisição da Nokia por parte da Microsoft

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Aos poucos, Microsoft e Nokia seguem dando passos para culminar um processo de aquisição que começou no último trimestre de 2013. Uma longa espera, que necessita de vários órgãos governamentais dando sinal verde para a operação acontecer, evitando principalmente uma situação abusiva para o mercado.

A compra está aprovada nos Estados Unidos, na União Europeia e em outros mercados. Dessa vez, a China deu o sinal verde para a transação, algo que aparentemente poderia ser irrelevante em uma perspectiva midiática, mas para a Microsoft, é uma grande notícia.

Se pensarmos na estratégia da Nokia nos últimos meses, vemos que a empresa aposta muito nos mercados de entrada e/ou emergentes, com modelos da linha Asha e os novos Nokia X. Ter a aprovação da China significa entrar em um mercado onde a Nokia sempre teve uma boa reputação, ainda que hoje outras empresas (muitas delas locais) sejam as líderes do mercado – e usando o sistema Android. O Windows Phone até tenta, mas sua presença no mercado chinês ainda é muito discreta.

A aprovação também significa que a Nokia poderá seguir distribuindo seus smartphones no país via Microsoft. Ainda restam mercados importantes, como a Índia. Mas pouco a pouco o círculo está se fechando, e a aquisição está se tornando algo concreto e efetivo, mesmo que levando um pouco mais de tempo do que o esperado.

Resta saber qual será a estratégia da Microsoft e Nokia na China. O mercado é muito grande, mas é muito difícil de se posicionar. Talvez a Microsoft tente como a Apple, através de um grande acordo com uma das principais operadoras locais. De qualquer forma, veremos se eles são capazes de recuperar o prestígio que tinha antes da era smartphone.

Via Reuters

Facebook compra a Ocululs VR por US$ 2 bilhões

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O Facebook foi às compras de novo. Dessa vez, adquiriu a Oculus VR, responsável pelos óculos virtuais mais promissores, o Oculus Rift, por US$ 2 bilhões.

Depois de adquirir o WhatsApp e o Instragram, o Facebook anuncia que a aquisição da Oculus será um impulso para melhorar o seu sistema como plataforma de jogos, e também para se transformar em uma ferramenta para desenvolvimento de novas experiências sociais.

Dos US$ 2 bilhões fechados pela empresa, 400 milhões serão pagos em efetivos, e o restante serão repartidos em ações. Um tipo de negociação parecida com aquela que envolveu a compra do WhatsApp. Esse também pode representar um importante passo adiante no aspecto financeiro para o lançamento do Oculus Rift, uma vez que a Sony apresentou recentemente o Project Morpheus, o que automaticamente coloca pressão para que o produto da Oculus se transforme em uma realidade comercial antes dos japoneses.

As duas partes informam em comunicado que estão satisfeitas com o acordo. Esperamos que a negociação não afete os planos originais da Oculus, ou seja, que venha uma ferramenta imersiva para os videogames, algo sonhado por muitos a muito tempo.

Além disso, as duas empresas falam na criação de novas experiências sociais, e ainda é preciso descobrir como o Facebook já pensa em tirar proveito disso. Veremos o futuro das redes sociais passar por esse tipo de dispositivo de realidade virtual? Só o tempo vai dizer, mas nesse momento, esse cenário ainda está mais para a ficção científica mesmo.

Via Facebook

Compra da Nokia por parte da Microsoft vai ser concluída, mas só em abril

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A Microsoft esperava concluir a compra da Nokia até o final do primeiro trimestre de 2014, e isso não vai acontecer. A própria gigante de Redmond informa que a transação deve ser concluída em abril, uma vez que eles esperam a aprovação do negócio por parte das organizações anti-monopólio localizadas na Ásia.

Segundo informa a Microsoft:

Estamos próximos das fases finais da aprovação do nosso processo global regulatório. Até a presente data, recebemos a aprovação das autoridades que regulam 15 mercados em cinco continentes, Nesse momento, estamos esperando a aprovação dos últimos mercados.

Com isso, a Microsoft explica a situação atual em que a operação de aquisição se encontra. Enquanto isso, na Nokia, nega-se os rumores que esse atraso na compra seria por conta de uma investigação de pagamentos de impostos, com os filandeses protestando sobre o “absurdo” pelas taxas cobradas na Índia.

É de se esperar que o acordo seja concluído nas próximas semanas, sem maiores atrasos. Quando a Google Comprou a Motorola, aconteceu algo parecido: afinal, leva algum tempo para investigar bem estas operações e provavelmente com a venda da Motorola para a Lenovo, o processo (e seus respectivos entraves) deve ser o mesmo.

Via NokiaMicrosoft

Bill Gates, sobre a compra do WhatsApp: “que Zuckerberg se dê bem”

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Ao que parece, Bill Gates não ficou muito impressionado com a bilionária compra do WhatsApp por parte do Facebook. É  o que podemos deduzir de suas declarações na rede norte-americana ABC News, onde não poupou palavras na hora de elogiar Mark Zuckerberg.

Com o habitual sorriso no rosto, o fundador da Microsoft se mostrou um tanto quanto cético em relação a tudo o que gira essa volumosa compra, começando pelo preço. Gates deixa transparecer que provavelmente esta foi uma compra muito cara e que, em todo caso, atribui a decisão de compra ao perfil do próprio Zuckerberg, que ele denomina como “agressivo”. Além disso, Gates afirmou que “nem todo mundo teria feito (essa compra)”.

Mas o que realmente chamou a atenção no discurso do fundador da Microsoft é uma frase que podemos interpretar como uma mostra de ceticismo sobre o quão correta foi essa compra: “espero que ele se dê bem”, afirmou Gates, com um sorriso no rosto.

A frase pode ter uma dupla leitura: ou Gates expressou um genuíno desejo de boa sorte para Zuckerberg, como também pode soar como “você não sabe a encrenca que se meteu”.

Para ver a entrevista na íntegra, clique aqui.

Via Huffington Post

Grupos a favor da privacidade pedem o bloqueio da venda do WhatsApp

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Parece que não são apenas os usuários que estão preocupados com a sua privacidade com a notícia da compra do WhatsApp pelo Facebook. Duas organizações de defesa da privacidade enviaram uma petição para a Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos (FTC), solicitando o bloqueio da operação até que o Facebook explique como serão utilizados os dados dos usuários do serviço de mensagens instantâneas.

A petição vem assinada pelo Escritório para a Informação de Privacidade Eletrônica (ou EPIC, em inglês), e pelo Centro da Democracia Digital (Center for Digital Democracy). As duas organizações acusam o Facebook de práticas abusivas, e de não ser muito clara com os usuários.

A FTC ainda não se pronunciou sobre o assunto, apesar de não parecer que a iniciativa terá muito impacto na operação de compra. Ao anunciar o negócio, o próprio Facebook se antecipou, explicando que as duas empresas seguirão operando de forma independente. Sobre a privacidade, Mark Zuckerberg garante que os termos e condições do WhatsApp (que dizem não coletar dados dos usuários) serão respeitados.

Fica a dúvida em saber se tal petição vai representar algum tipo de atraso ou dificuldade naquela que é considerada “a compra do ano” no mundo da tecnologia.

Via BBC

Google nega ter feito uma oferta para comprar o WhatsApp

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Aproveitando a oportunidade da Mobile World Congress, Sundar Pichai, vice-presidente sênios da Google, falou sobre os rumores que indicavam que sua empresa teria tentado comprar o WhatsApp, recentemente adquirido pelo Facebook. E disse: “não é bem assim”.

Segundo informa o site Telegraph, a Google “nunca fez uma oferta” para adquirir o sistema de mensagens instantâneas, e qualquer afirmação contrária à isso é “simplesmente falsa”.

Se Pichai está dizendo isso, quem somos nós para duvidar, não é mesmo?

Por outro lado, isso quer dizer que quem afirmou que o Facebook pagou excessivos US$ 19 bilhões para comprar o WhatsApp com o objetivo de evitar que a Google fizesse uma contra-proposta deverá mudar a sua teoria em relação à transação.

Via Telegraph

Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões pelo WhatsApp

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A compra do WhatsApp pelo Facebook segue rendendo. De acordo com o site Fortune, a Google chegou a oferecer US$ 10 bilhões para comprar o serviço de mensagens instantâneas.

As fontes do Fortune que passaram a informação não apontam quando essa oferta foi feita, mas indica que o WhatsApp recusou a oferta por um motivo em especial: a Google não ofereceu aos criadores do serviço de mensagens uma cadeira no conselho administrativo, algo que o Facebook fez (Jan Koum, um dos fundadores do WhatsApp, agora é membro do conselho do Facebook).

O valor pago pelo Facebook é quase o dobro – se todas as condições forem cumpridas – do que a oferecida pela Google, o que nos leva a crer que a negociação entre Mark Zuckerberg e Jan Koum é de longa data. Segundo o Business Insider, as conversas começaram no segundo trimestre de 2012.

Em 9 de fevereiro de 2014, Zuckerberg convidou Koum para um jantar em sua casa, e fez a proposta de compra. E Jan disse o “sim” no dia de São Valentim (14 de fevereiro, Dia dos Namorados nos EUA… anham, sei…), interrompendo o jantar que Zuck estava tendo com sua esposa. Dizem até que os CEOs fecharam o acordo enquanto saboreavam uma torta de chocolate.

Mas esse último parágrafo tá mais para um romance do que para fatos constatados do mundo da tecnologia…

Via Fortune, Business Insider