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Monster processa a Beats e seus fundadores

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A Monster e seu CEO, Noel Lee, processaram a Beats e seus fundadores, Dr. Dre e Jimmy Iovine. Lee afirma que foi o responsável pela tecnologia utilizada pelos fones ‘Beats by Dr. Dre’, e acusa a empresa e a dupla de fraude por piratear essa tecnologia.

O processo foi registrado em uma Corte Judicial de San Mateo, Califórnia (EUA), e explica que os co-fundadores da Beats ocultaram o relevante papel que a Monster e Lee tiveram na hora de desenvolvere e implementar a tecnologia de sua família de fones de ouvido.

A Beats rompeu sua parceira com a Monster de forma fraudulenta no mesmo período em que a Beats deu por finalizada a sua relação comercial com a HTC. Um ano depois que Dr. Dre e Iovine recompraram essas participações, a Apple comprou a Beats por US$ 3 bilhões, e segundo Lee, a participação de 5% que eles tinham na empresa agora vale US$ 100 milhões.

Segundo o CEO da Monster, essas transações foram uma farsa que eles utilizaram para ‘exercer sua troca dos direitos de controle’, e os responsáveis da Beats forçaram essa ruptura. De acordo com o processo, a Beats não apenas conspirou para se livrar da Monster, como também prejudicou a reputação dessa empresa na hora de desenvolver produtos eletrônicos.

Via USA Today

Apple prepara a integração do serviço Beats Music no iOS

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Muitos se perguntaram qual seria o sentido da compra da Beats por parte da Apple. Foram US$ 3 bilhões investidos na maior aquisição da história da Apple, e que até agora, não vemos frutos. Pois bem, o Financial Time informa que a Apple está preparando a integração do serviço Beats Music no iOS, o que impulsionaria o uso desse serviço diante de alternativas como o Spotify.

A Apple se recusou a comentar sobre o assunto, mas a medida já era esperada, sendo o movimento mais lógico para a empresa. Apesar do iTunes ser importante, adicionar um serviço de streaming de música seria a chave para oferecer uma alternativa aos interessantes serviços existentes.

Steve Jobs nunca foi muito a favor desses serviços, e afirmava que ‘as pessoas queriam ser donas de suas músicas’. Mas a nova tendência é clara e real, e os serviços de assinatura de música ganham usuários de forma sustentável. Além disso, o FT indica que o sensor Touch ID poderia atuar como uma forma de realizar os pagamentos nesse serviço de música.

Se tudo isso se confirmar, mostra o claro interesse da Apple no negócio liderado pelo Spotify. Talvez para a indústria fonográfica o formato não seja interessante, mas é um modelo que muitos tiram proveito, e de forma inteligente.

Serviços como Rdio ou Rhapsody são alternativas claras nos Estados Unidos, e mesmo com a saída de alguns artistas do Spotify (liderados por Taylor Swift), o que fica claro é que tal retirada não é a maior ameaça ao serviço.

A concorrência entre os serviços de streaming é a verdadeira ameaça. O YouTube lançou recentemente o Music Key, e a Apple pode ser poderosa com a integração do Beats Music no iOS.

Pode ser que a cota do iOS no mercado não seja tão significativa como a do Android, mas vários estudos mostram que os usuários de iPhones e iPads gastam mais dinheiro em aplicativos e serviços do que os usuários do Android. E se isso se repetir nesse hipotético serviço de streaming, Spotify e outros podem começar a se preocupar desde já.

Via CNET

Apple retira os produtos da Bose de sua loja online

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A Bose não pesou duas vezes na hora de processar a Beats pelo uso indevido do seu sistema de cancelamento de ruído. Porém, parece que a brincadeira vai sair mais cara do que o imaginado. De acordo com o site 9 to 5 Mac, a Apple retirou todos os produtos da marca de sua loja online, algo que chama a atenção se levarmos em conta que outras marcas seguem aparecendo na loja.

Por enquanto, Apple e Bose não se pronunciam sobre o assunto, apesar dos rumores já indicarem a retirada desse tipo. A batalha entre as duas marcas já acumula alguns enfrentamentos judiciais, já que depois do processo (que apareceu logo depois da Apple oficializar a compra da Beats), a Bose conseguiu que a NFL proibiu que todos os jogadores utilizassem fones Beats ou de qualquer outra marca.

Agora, com a retirada da Bose da Apple Store, a disputa continua, e não sabemos se a Apple vai voltar atrás nessa decisão.

Via 9 to 5 Mac

Apple processa um empreendedor que afirmou ser co-fundador da Beats

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A Beats – agora uma empresa da Apple – está processando Steve Lamar, CEO de uma fabricante de fones de ouvido chamada Roam. O motivo? Ele afirmou ter co-fundado a Beats ao lado do rapper Dr. Dre e do produtor musical Jimmy Iovine.

Há dez anos, Lamar processou a Beats, alegando que a ideia original de criar uma marca de fones de ouvido associada aos astros da música foi sua. Também garante que ele e o próprio Iovine trabalharam no primeiro design dos fones de ouvido antes de Lamar fundar a sua antiga empresa de fones, a Jibe Audio. A questão se resolveu com um acordo onde Dre e Iovine pagaram para Lamar 4% dos royalties correspondentes a alguns modelos de acessórios já lançados.

Hoje, Lamar é dono de uma nova e pequena empresa, a Roam, mas se apresenta como ‘co-fundador da Beats’. Inclusive na página web da Roam é possível ler que ele (Lamar) é o responsável pelo conceito e design dos fones da Beats. Esse uso da marca fez com que a Apple entrasse com um processo contra Lamar, através da Beats.

De acordo com os advogados da Beats, Lamar nunca teve participação na empresa, nem é responsável de modo algum pelo conceito ou design dos populares fones de ouvido.

Via The Hollywood Reporter

Apple planeja fechar a Beats Music

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A Apple não mencionou novidades sobre a Beats Music no evento de lançamento dos novos iPhones e Apple Watch. O motivo é bem simples: tudo indica que a gigante de Cupertino está disposta a encerrar o serviço.

De acordo com diferentes fontes da Apple e da Beats Audio que entraram em contato com a TechCrunch, o serviço musical associado à marca dos fones de ouvido está com os seus dias contados. O CEO da empresa, Ian Rogers, foi um dos contratados pela Apple em maio para o desenvolvimento do iTunes Radio. Logo, manter os dois serviços não parece fazer mesmo muito sentido, e os rumores mais consistentes indicam que a Apple poderá integrar a plataforma de streaming da Beats no iTunes.

Ao que parece, o processo do fim está em curso. Segundo informa diferentes funcionários das duas empresas, muitos engenheiros de software da Beats Music estão sendo deslocados para outros projetos.

Nem Apple, nem Beats Audo falam sobre o assunto, mas o fato do aplicativo da Beats não estar pré-instalado nos novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus já era algo bem significativo.

Via TechCrunch

Apple conclui a compra da Beats

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Depois da aprovação da União Europeia, era uma questão de dias para que o governo dos Estados Unidos também aprovasse a compra da Beats pela Apple. E dois meses depois do seu anúncio, a negociação é oficialmente concluída.

Um anúncio na página oficial da Apple dá as boas vindas à Beats, sua linha de fones de ouvido e o seu serviço de músicas via streaming. O valor da compra é de US$ 3 bilhões, e Jimmy Iovine, Ian Rogers e Dr. Dre (fundadores da Beats) passam a ser os novos funcionários da Apple, sendo recebidos por Tim Cook através de uma publicação no Twitter.

E é sempre bom lembrar que os fones da Beats passam a ser encontrados também na Apple Store.

Via Apple@tim_cook

Comissão Europeia aprova a compra da Beats por parte da Apple

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A Comissão Europeia aprovou a compra da Beats pela Apple, uma vez que segundo o órgão regulador, a cota de mercado resultante da união das duas empresas não vai apresentar problemas para a concorrência, por ser considerada “baixa”. Corroboram com tal afirmação o fato de empresas como Bose, Sennheiser, Sony e outros rivais importantes ainda contarem com fatias generosas do mercado de fones de ouvido.

Além disso, leva-se em conta que Apple e Beats não são concorrentes diretos, uma vez que os fones da empresa de Dr. Dre “se diferenciam notavelmente em suas funcionalidades e no design”.

Com isso, a Apple tem a primeira aprovação de um órgão regulador para concretizar a compra, e tudo indica que a comissão dos Estados Unidos devem manter a mesma linha de raciocínio. Porém, o problema mais importante para a Apple nesse momento não é a aprovação da compra nos EUA, mas sim um recente processo movido pela Bose contra a Beats por violações de patentes.

Via União Europeia

Bose processa a Beats por violação de patentes

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A Bose está processando a Beats por uma suposta violação de patentes, mais especificamente uma apropriação indevida da tecnologia de cancelamento de ruído da Bose aplicada nos fones Beats Studio. Curiosamente (ou não) a ação só foi iniciada depois da empresa de Dr. Dre ser adquirida pela Apple.

Este não é o único processo enfrentado pela Beats. David Hyman, fundador da MOG, ainda espera receber os seus mais de US$ 20 milhões correspondentes à parte da compra milionária feita pela Apple.

Nem Apple, nem Beats falam sobre o assunto, mas estamos atentos para saber como vai terminar essa história.

Via Priorsmart

FIFA proíbe jogadores de utilizar os fones da Beats no Brasil

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Nós já divulgamos aqui no blog que a Sony, como um dos patrocinadores oficiais da Copa do Mundo FIFA 2014, distribuiu gratuitamente seus fones de ouvido para jogadores e membros das delegações que estão disputando o torneio no Brasil. Mas nada disso vem de graça: em troca, os jogadores são proibidos de utilizar os seus fones da Beats ou de qualquer outra marca rival dentro das dependências esportivas (estádios).

Porém, fora desse local sagrado, astros do futebol como Neymar, Cristiano Ronaldo ou Wayne Rooney mantém os seus fones de ouvido da Beats em funcionamento, e nas mais diferentes cores para, entre outras coisas, chamar a atenção do público sobre suas preferências pessoais de acessórios musicais.

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Acima, os jogadores da seleção portuguesa, Cristiano Ronaldo e Miguel Veloso. Miguel usa o seu iPad com fones da Beats. Essa foto foi registrada na chegada da delegação lusitana no Brasil.

Esse é mais um caso que, por mais que se pague para uma personalidade midiática para marcar tendências, não é possível mudar as regras do jogo. Pelo contrário: só vai amplificar o alcance de algumas marcas. Gostemos ou não, os fones Beats continuam na moda. Muitos afirmam que o som não é grande coisa, e que existem alternativas melhores e mais baratas. Tudo isso é verdade. Porém, os fones da marca seguem sendo um fenômeno, que só aumentou depois da compra da empresa pela Apple.

De acordo com a Reuters, a Beats é uma das marcas que mais apareceu na Copa do Mundo 2014 sem precisar pagar um centavo de patrocínio, enquanto que os seus rivais pagaram fortunas para aparecerem no maior evento do planeta. Especialmente a Sony, que é uma das principais patrocinadoras do evento.

Neymar, Rooney ou Luiz Suarez são apenas alguns dos jogadores que foram vistos com fones Beats fora dos estádios. Muitos por escolha própria. Outros – como é o caso de Neymar – por conta de acordos publicitários.

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A decisão da FIFA de proibir os jogadores de utilizarem os seus fones Beats dentro dos estádios, para não prejudicar a imagem da Sony como patrocinador, só torna a situação ainda pior. E não é a primeira vez que isso acontece com a Beats em um evento mundial desse porte (algo parecido aconteceu com a Panasonic, patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos de Londres 2012).

Moral da história: é difícil mudar a moda na base da canetada.

 

Via Reuters

Fones Beats Powerbeats2 elimina os cabos (ou quase isso)

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A Beats segue com sua vida após a compra milionária da Apple. A empresa apresentou um novo fone de ouvido, que se destaca por ser os primeiros fones in-ear sem fio da marca. O Powerbeats2 conta com uma autonomia de uso de até 6 horas, e se comunicam com o smartphone via Bluetooth 4.0, enquanto que sua certificação IPX4 permite que ele possa ser utilizado debaixo de chuva.

Esteticamente, o fone conta com um design do tipo gancho (ajustável), similar ao de outros fones esportivos do mercado, mas mantendo em linhas gerais a estética clássica da Beats, com um cabo plano e acabamento emborrachado. O produto conta também com microfone integrado e um pequeno LED que se ilumina quando a bateria está se esgotando.

Apesar de ser um fone sem fio, o lado esquerdo se comunica com um direito por um cabo, que conta com um controle de volume que fica em uma posição um tanto quando incômoda.

O preço do Beats Powerbeats2 é de US$ 199, e sua previsão de chegada ao mercado é para esse mês de junho.

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Via Engadget

Beats “aproveita o momento” e anuncia os novos fones Solo2

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Com tudo o que aconteceu nos últimos dias, a Beats ainda encontrou tempo para lançar novos fones de ouvido. O Solo2, que você vê nas fotos desse post, é uma atualização do Beats Solo, com um design muito similar, mas com melhorias nas configurações.

Os novos fones prometem um alcance dinâmico mais amplo, e um som mais claro, ao mesmo tempo que sua silhueta foi levemente redesenhada, para um maior conforto. A borda do diadema flexível está mais curvada, para que o acessório fique mais confortável na cabeça, e os fones contam com uma maior inclinação, o que deve ajudar em um melhor desempenho sonoro.

O Beats Solo2 contam com um cabo RemoteTalk, para utilização com o smartphone, e pesa 205 gramas.

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Seu preço sugerido é de US$ 199.95, e chegam ao mercado dos EUA no dia 01 de junho. Ainda não sabemos se o produto será lançado em outros mercados internacionais, mas se isso acontecer, não deve demorar muito para que ele seja visto nas lojas.

A linha Studio também recebeu novidades. Na metade do mês de junho, duas novas versões dessa família de produtos, nas cores champanhe e azul metálico, chegarão ao mercado por US$ 299, assim como um modelo de edição limitada, em parceria com a Snarkitecture, o Snarkitecture X Beats (foto abaixo), com preço de US$ 600, e lançamento para o dia 9 de junho.

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Via Pocket-Lint, Beats By Dre

Jimmy Iovine: relação entre Beats e HTC era “problemática”

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A venda da Beats para a Apple segue rendendo. Principalmente efeitos colaterais. Falo de empresas que usaram a tecnologia e o marketing da empresa especializada em áudio, em especial, a HP e a HTC.

No caso específico da HTC, a parceria estava chegando ao fim, ainda que alguns dispositivos ainda contam com o logo da Beats. Logo, não haverá muita dor nesse divórcio. Quem revela é o próprio co-fundador da fabricante de áudio, Jimmy Iovine.

Iovine revelou na sua participação na conferência Recode que a relação com a HTC “não foi positiva, não funcionou”. Para ele, houve um choque de culturas, que não terminou bem, principalmente nos produtos frutos dessa parceria.

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Vale lembrar que a Beats foi comprada pela HTC em 2011 por US$ 300 milhões. Tal relacionamento com o mundo mobile era essencial para os fundadores da Beats, mas em 2012, os seus co-fundadores compraram novamente metade das participações da empresa de áudio que eram da HTC.

Nesse mesmo tempo, veio a ruptura do acordo com a Monster (fabricante de fones de ouvido), e a necessidade de se associar com alguma gigante, já que a Beats era uma empresa de muitos poucos funcionários (cinco, para ser mais preciso).

Entendendo o interesse da Apple, a pergunta mais lógica era “por que a compra não aconteceu antes”?

Iovine explica que a Apple e seus executivos mais importantes estava muito ocupados com outros assuntos, e simplesmente não era o momento correto. O melhor era esperar, até mesmo para que eles pagassem mais pela empresa.

Sobre a HP, já noticiamos aqui no blog que a relação entre eles e a Beats vai durar até o final de 2015. Hoje, 20% dos produtos vendidos pela HP contam com a tecnologia Beats.

Via Recode

Acordo entre HP e Beats se encerra no final de 2015

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Com a venda da Beats para a Apple confirmada e oficial, é natural que se questione como ficarão os acordos vigentes com alguns dos parceiros comerciais da empresa especializada em música. E o mais lógico é que essas relações acabem com o passar do tempo. É o que vai acontecer com a HP.

Através de um comunicado via e-mail, a HP informa que os computadores com a marca e tecnologia Beats Audio serão vendidos até 31 de dezembro de 2015. Ao longo de 2014, os computadores serão vendidos normalmente, e a partir de 01 de janeiro de 2015 até o último dia do próximo ano, só serão vendidas as unidades restantes, sem novos modelos.

O que não fica claro é o que vai acontecer com o serviço de assistência técnica ao cliente, caso algum elemento do sistema comprometido seja da marca Beats.

A HP tem novos modelos a serem lançados ao longo do ano, focados na Beats Audio. E a decisão é bem lógica: surpresa seria se a Apple permitisse que os acordos seguissem vigentes por muito tempo.

A Apple deixou claro no anúncio de ontem (28) que a Beats segue como uma companhia inteligente, e que seu interesse vai muito além do serviço de streaming. Veremos novidades na WWDC da semana que vem? É cedo para dizer, mas nunca se sabe…

Via CNET

Apple compra a Beats por US$ 3 bilhões

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Demorou, mas se confirmou. A Beats agora é uma empresa da Apple, em uma operação com um valor total de US$ 3 bilhões. A venda foi confirmada pela própria Beats, em sua conta oficial no Twitter, além de um comunicado oficial da gigante de Cupertino, em sua página oficial na web.

A compra inclui tanto o serviço Beats Music como toda a Beats Electronics, algo que pelo o que comenta Tim Cook, tem como objetivo principal ampliar as perspectivas com tudo o que está relacionado com a música na Apple. Movimento esse que, convenhamos, é algo bem lógico.

A Beats Music agrega à loja iTunes um serviço já consolidado, mesmo ficando longe de ser um dos líderes do seu segmento de streaming, mas que será combinado com o iTunes Radio. A distância que os demais competidores está abrindo em relação à Apple nesse segmento é grande demais para que a empresa não comece a tomar medidas para tentar refrear esse crescimento.

Por outro lado, a Beats Electronics abre a porta para uma linha de acessórios e produtos de hardware musicais no catálogo da Apple. Não podemos nos esquecer que, muito além da qualidade sonora, a Beats é uma marca consolidada nas vendas, e é líder nos Estados Unidos, totalmente alinhada a um segmento jovem e premium, algo que é muito interessante para a Apple (já que se alinha muito bem à sua filosofia de trabalho).

Os co-fundadores da Beats, o produtor musical Jimmy Iovine e o rapper Dr. Dre passam a fazer parte do grupo de funcionários da Apple – isso faz parte do acordo -, que inclui a manutenção da marca Beats.

Via Apple, @BeatsByDre

Compra da Beats pela Apple segue em negociações, mas o valor da transação caiu

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No começo do mês de maio, diversos veículos especializados relataram a venda da Beats para a Apple, no valor de US$ 3.2 bilhões. Porém, nem o anúncio oficial da compra foi feito, e o assunto “morreu” nos últimos dias. Pois bem, o New York Post revela hoje (28) que fontes internas da Apple indicam que as negociações entre as duas empresas continuam, e quando os primeiros rumores surgiram, estavam em fase inicial de negociação, e o preço ainda não estava definido.

Com o vazamento das informações dos últimos dias, que revelaram que a Beats Music só conta com 110 mil usuários (apenas para comparação: o Spotify possui aproximadamente 50 milhões de usuários), a Apple voltou a analisar o preço a pagar na compra. Mas tudo parece indicar que o preço não vai cair muito, e a Apple estaria disposta a pagar US$ 3 bilhões.

O motivo pelo qual a Apple estaria comprando a Beats ainda é uma incógnita. Mas já podemos dizer que Dr. Dre ainda tem muito o que comemorar. Afinal, tem tudo para ser “um rapper multimilionário”.

Via New York Post

A Apple “deu um tempo” na compra da Beats?

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Foi especulado que na semana passada a Apple tornaria oficial a compra da Beats, empresa especializada em produtos de áudio, principalmente os seus mundialmente reconhecidos fones de ouvido. Porém, o silêncio imperou pelos lados de Cupertino.

Ao que parece, a negociação entre a Apple e a Beats ainda continuam, mas os executivos liderados por Tim Cook parecem ter freado a liberação do dinheiro (ou estão esperando a WWDC 2014 para tornar a compra pública), e a seguir, temos algumas razões para a Apple fazer isso, de acordo com confissões feitas por fontes próximas ao assunto para a revista Billboard.

1. “É complicado…”

A compra da Beats seria a mais cara da história da Apple, e a primeira grande compra na era pós Jobs (ou era Tim Cook), em quase três anos. Ainda que o valor de US$ 3.2 bilhões pareça ser valor de cafezinho para uma empresa como a Apple, na prática, as coisas não são tão simples.

2. A notícia foi revelada antes do tempo

Ao que tudo indica, a notícia vazou muito tempo antes do previsto. A Apple planejava anunciar a compra da Beats durante a semana passada, mas a empresa segue estudando os motivos pelos quais estão desembolsando tanto dinheiro nessa transação.

3. O vídeo do Dr. Dre com o Tyrese

Depois que a notícia da compra vazou no dia 8 de maio, um vídeo peculiar começou a aparecer nas redes sociais. No vídeo, era possível ver Dr. Dre (um dos fundadores da Beats) e o rapper Tyrese, duas personalidades da indústria musical, comemorando o fato de Dre se tornar “o primeiro rapper multimilionário”. Tal manifestação, para uma empresa tão reservada como a Apple, resulta em tensões diversas para uma negociação que, segundo as fontes da Billboard, ainda não estava concretizada.

4. Quais os benefícios que os executivos da Beats trariam para a Apple?

Segundo as fontes, depois do vídeo cair na internet, a situação foi profundamente analisada pelos executivos da Apple, e eles começaram a se questionar se Jimmy Iovine e Dr. Dre preenchiam o perfil para serem executivos da Apple em tempo integral, ou se eles poderiam contribuir melhor como consultores externos.

5. O que a Apple realmente quer comprar?

Se levarmos em conta os rumores, a Apple pagaria US$ 3.2 bilhões pela Beats Electronics, uma empresa que engloba vários serviços e produtos. Mas tudo indica que a gigante de Cupertino está interessada única e exclusivamente na compra da Beats Music, o serviço de músicas por streaming que daria a força necessária para engrenar a iTunes Radio. Porém, o Beats Music tem apenas 200 mil usuários, o que coloca em dúvida se a quantia de dinheiro paga vale a pena. Alguns avaliam esse serviço em apenas US$ 200 milhões.

Via Billboard

Os laços entre a Apple e Beats Audio existem desde a era do iPod

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A notícia da possível compra da Beats por parte da Apple surpreendeu a muitos ao redor do planeta. A compra ainda está por ser confirmada oficialmente, mas tudo indica que é só uma questão de tempo. A decisão pode parecer estranha, mas não é. Os laços entre os diretores da Apple e os fundadores da Beats vem da época que Steve Jobs ainda era CEO da empresa, do iPod, e do lançamento do iTunes.

A imagem acima foi registrada em 26 de outubro de 2004, dia do lançamento do iPod de 4ª geração. Jobs aproveitou para apresentar o iPod (RED), onde parte das vendas eram destinadas à luta contra a AIDS, a tuberculose e a malária. O lançamento aconteceu em parceria com a banda U2 (na imagem, Bono e The Edge), que estão acompanhados na foto com o produtor Jimmy Iovine, que hoje é presidente da gravadora Geffen A&M Records. Quatro anos depois, Iovine fundaria a Beats, ao lado do rapper Dr. Dre.

A Bloomberg publicou um artigo explicando como Apple e Beats podem acabar juntas. Steve Jobs e Jimmy Iovine se conheciam pelo menos desde 2000. Essa relação foi forjada por diversas conversas que Apple e Jobs teve com as gravadoras e produtoras para levantar o seu império musical em torno do iTunes e do iPod.

Iovine foi (e ainda é) um dos gurus da indústria musical. Ajudou a criar (por exemplo) alguns dos principais trabalhos de Bruce Springsteen e 50 Cent, além de co-produzir o filme 8 Mile. É, de longe, um dos grandes entusiastas do iTunes desde o seu princípio.

Como observa a Bloomberg, Jobs chegou a fazer para Iovine uma demonstração pessoal de como funcionava a iTunes Store antes do seu lançamento oficial em 2003. O produtor ajudou Jobs e a Apple a convencer as demais gravadoras que o iTunes era o caminho a seguir, para evitar a pirataria e rentabilizar o mundo da música digital

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Mais de uma década depois dessa amizade entre Jobs e Iovine resultar no sucesso do iTunes e do iPod, a Apple e a Beats podem fechar um acordo multimilionário, onde Iovine provavelmente deve assumir um cargo chave na diretoria da Apple. O objetivo exato da operação ainda está por vir, mas tudo aponta para uma combinação de hardware e software.

Mas algo está bem claro: a compra não é fruto da mera casualidade.

Via Bloomberg

Estaria o fundador da Beats Audio comemorando a venda da empresa para a Apple? (em vídeo)

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O negócio ainda não foi anunciado oficialmente, mas um vídeo publicado no Facebook (já retirado) pelo ator Tyresse Gibson (o da esquerda) junto com o fundador da Beats Audio, Dr. Dre (o da direita), poderia confirmar a venda da empresa para a Apple.

No texto publicado no Facebook, Tyrese disse: “como acabei no estúdio com Dr. Dre na noite que foi anunciado o acordo com a Apple de US$ 3.2 bilhões. Os fones Beats acabam de mudar o Hip Hop!!”.

De novo: temos que esperar o anúncio oficial, mas ao que tudo indica, Dr. Dre já está comemorando. Vídeo a seguir.

 

Via YouTube