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Review | Smart Bracelet Vidonn (pulseira quantificadora)

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Nos últimos 12 meses, o TargetHD decidiu acompanhar uma das tendências de mercado, e passou a publicar notícias sobre os dispositivos wearables, ou gadgets vestíveis. Entendendo que esse segmento é um daqueles que podem se tornar um dos mais populares entre os usuários (mesmo que nesse momento ainda esteja tudo muito “verde” para qualquer tipo de prognóstico aprofundado), por vontade própria – e pelo desejo de começar a utilizar tais produtos -, aumentei a produção de postagens do blog com esse conteúdo.

Um belo dia, um representante do Deal Extreme (sim, aquele famoso site asiático que vende diversos gadgets a preços realmente baixos e com frete grátis para o Brasil) entrou em contato comigo, oferecendo uma parceria de divulgação de conteúdo, onde eles enviam alguns produtos para cá, e eu escrevo sobre esses produtos. Eu aceitei, pois entendi que seria interessante para os leitores conhecerem essas alternativas.

30 dias depois do acordo firmado, o primeiro produto chegou. Entre tantos dispositivos vestíveis, aqueles que visam cuidar de nossa saúde são os mais procurados. Por isso, recebemos a Smart Bracelet Vidonn, que tem como objetivo contar os passos dados, as calorias gastas e a distância percorrida pelo usuário em um determinado período. E esse review tem como objetivo não só apresentar o produto para vocês, mas descobrir se o produto realmente funciona como promete.

 

Características físicas

O produto chegou até aqui em um case de acrílico, que lembra a embalagem de um iPod Touch (bons tempos…), mas sem nenhum item adicional. Apenas o bracelete, e nada mais. Até porque você não precisa mais do que isso para utilizar o produto. Bem, o relógio e um smartphone que sincronize os dados coletados pela pulseira. Mas falarei sobre isso mais adiante.

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O design da pulseira agradou. Apesar de não oferecer linhas uniformes, ela é elegante, passando uma elegância necessária nesse tipo de produto. Além disso, é um produto muito leve e confortável no uso, uma vez que a parte mais “pesada” do dispositivo é o quantificador em si. A pulseira é feita de silicone, ou seja, na maior parte do tempo você nem percebe que está utilizando o dispositivo. E é ótimo que seja assim.

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O bracelete da Vidonn tem como parte mais importante o seu quantificador, que é destacado da pulseira pela parte inferior, preso em dois pinos, como se fossem parte das presilhas da própria pulseira. Aliás, além de manter o dispositivo no seu pulso, a pulseira de silicone também tem como função proteger o conector USB do quantificador.

Esse conector USB tem como objetivo conectar o dispositivo ao seu computador ou porta USB livre, apenas para carregar a bateria interna do quantificador. O dispositivo não possui funções de softwares com os sistemas operacionais para desktops, apesar do dispositivo ser compatível com o Windows. Todo o gerenciamento é feito através do aplicativo que você vai instalar em seu smartphone (iOS ou Android), e não apenas para sincronismo dos dados, mas também para as configurações gerais do quantificador.

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As informações básicas podem ser acessadas por uma pequena tela integrada e monocromática. Nela, o usuário pode acessar o relógio, o número de passos dados e calorias queimadas. Em modo de treinamento cronometrado, é possível verificar o tempo gasto em um percurso, e os metros percorridos durante a atividade. Todos esses itens podem ser acessados através do único botão de comando, que para evitar um acionamento acidental, ele é um pouco mais duro de ser ativado do que o ideal.

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Vale lembrar que, de acordo com os dados fornecidos pelo fabricante, essa pulseira possui especificações de resistência no padrão IP67, ou seja, ela é resistente à poeira e água (atenção: resistente, mas não à prova d’água), e que o seu Bluetooth está no padrão 4.0+edr.

 

Configuração

Como já foi mencionado nesse review, a configuração dessa pulseira inteligente da Vidonn é feita com a ajuda do smartphone, através do aplicativo específico do fabricante. O manual de instruções que acompanha o produto não faz nenhuma referência sobre o nome do mesmo, e a única indicação para busca na Google Play é o nome do fabricante. O próprio quantificador não traz consigo o APK do aplicativo armazenado em sua memória, o que poderia facilitar o processo para os usuários menos experientes.

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Para essa primeira configuração, é necessário fazer com que o aplicativo identifique a sua pulseira em específico. Para isso, você deve não só deixar a sua conexão de internet ativa no smartphone (via WiFi, preferencialmente), mas também a conectividade Bluetooth, pois é ela que vai efetivamente transmitir os dados da pulseira para o seu telefone, e vice-versa. Essa configuração é relativamente simples, apesar de só serem concretizadas depois de você sair completamente do aplicativo no smartphone pela primeira vez.

O dispositivo também permite a configuração de alarmes individuais para diferentes atividades, par aqueles que contam com rotinas alternadas de atividades e horários de despertar diferentes para os dias da semana.

 

O produto, na prática

A Smart Bracelet Vidonn tem como objetivo principal monitorar o ritmo de vida do usuário, verificando se o mesmo é uma pessoa ativa ou muito sedentária, e se possível, mostrando de forma simples onde ele deve se empenhar mais para se tornar mais ativo. Para começar, o aplicativo estabelece um objetivo principal, como por exemplo quantos passos você precisa dar por dia para queimar aproximadamente 900 calorias. Não que você vai mesmo queimar essas calorias, mas na teoria, são necessários 10 mil passos por dia para alcançar essa meta.

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O aplicativo do smartphone mostra gráficos sobre o seu desempenho de passos por dia, por semana e por mês. Ele também é capaz de analisar o seu período de sono, identificando a inatividade do seu corpo enquanto você estiver dormindo, e até verificar se você está com um ciclo de sono adequado para o seu biotipo. Itens como idade, peso e sexo são levados em consideração para que essa análise seja algo eficiente.

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Tudo funciona de forma relativamente simples após as primeiras utilizações. A maioria dos usuários não terá muitas dificuldades na configuração dos itens e identificação dos dados. Talvez a parte mais “complicada” está na primeira sincronização, onde você precisa ter o Bluetooth do smartphone acionado, e a tela da pulseira ligada, para que tudo seja identificado corretamente.

Mas a pergunta mais importante desse post é: essa pulseira quantificadora realmente funciona do jeito que deveria?

A resposta é… bom… mais ou menos.

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A pulseira quantificadora, de forma efetiva, funciona. Ela possui sensores que identificam quando você está parado, andando, correndo e dormindo (que é diferente de estar parado, e eu explico sobre isso daqui a pouco). Nos diferentes testes feitos, a contagem de passos foi alternada (ou não), conforme o corpo se movimenta (ou não). Porém…

Se essa é uma pulseira quantificadora, a melhor forma de você utilizá-la para monitorar todas as suas atividades é usando o produto o tempo todo com você, 24 horas por dia. Nem considero um grande problema o fato de sua bateria contar com uma autonomia de apenas dois dias de uso (levando em conta que estamos falando de um produto “básico”, e não de um grande fabricante), até porque a sua recarga de bateria é bem rápida (duas horas em uma porta USB 2.0).

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O grande problema é que a Smart Bracelet Vidonn não só consegue monitorar os seus passos, mas também qualquer movimento mais brusco que você faz com o braço, e contabiliza esse movimento aleatório… como um passo! Durante os testes, em movimentos cotidianos como o de digitar no computador ou levar o garfo até a boca para comer, se esse movimento for mais amplo ou mais rápido, o sensor “entende” que você deu um passo. E no meu entendimento, não era isso que o dispositivo deveria fazer.

O problema fica mais acentuado quando você utiliza a pulseira no braço que você tem maior atividade diária (para destros ou canhotos). Mesmo assim, quando a pulseira é instalada no seu braço “cego”, a contagem dos movimentos aleatórios como passos persiste, o que torna o cálculo dos passos dados algo impreciso. Não sei se em produtos similares de outros fabricantes essa tendência existe, mas acredito que um produto com suas finalidades deveria ter um comportamento diferente.

Ou todo mundo deveria utilizar essa pulseira no tornozelo, para resultados mais precisos. E, mesmo assim, eles não seriam tão precisos assim.

 

Conclusão

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A Smart Bracelet Vidonn pode até ser um produto interessante para quem quer ter uma pulseira quantificadora e não quer gastar muito. Porém, por conta de sua imprecisão nos resultados de monitoramento, não é um produto para aqueles que precisam levar a sério os resultados, como atletas profissionais e os profissionais de saúde e condicionamento físico.

O produto é válido para atletas amadores, esportistas ocasionais e pessoas que fazem caminhadas todos os dias. Mesmo com resultados que podem não refletir a realidade de suas atividades, é um produto que pode sim incentivar as pessoas a se manterem mais ativas, não apenas pelos objetivos propostos de passos dados por dia (que podem eventualmente virar uma competição com seus amigos nas redes sociais), mas também por ilustrar melhor para o usuário como ele é ativo ou não, e dando uma ideia de como ele pode mudar o seu ritmo de vida.

Na concepção geral do produto, ele está aprovado. No meu entender, ele precisa melhorar em pontos cruciais para ser ainda mais útil. Mas podemos dizer que se você quer um produto que “te dá uma mãozinha” para viver mais e melhor, essa pulseira pode ser uma forma interessante (e até divertida) de começar. De forma descompromissada, é claro.

 

Review em Vídeo

Mais fotos do produto

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Review | LG G2 Mini (4G)

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Os gigantes do mercado de smartphones desenvolveram nos últimos anos um novo filão a ser explorado no mercado: as versões “mini” dos seus modelos top de linha. A grande maioria das principais marcas do setor oferecem versões reduzidas (no tamanho e nas especificações técnicas) de alguns dos seus produtos mais consagrados, com o objetivo de atrair aquele consumidor que não pode pagar as pequenas fortunas que os modelos mais completos custam (na maioria dos casos).

A LG não foge à essa regra, e apresentou no primeiro semestre de 2014 o LG G2 Mini, uma versão reduzida do bem sucedido LG G2, lançado no final de 2013. O modelo menor herda toda a proposta conceitual e estética do modelo maior, mas com algumas diferenças e restrições técnicas que justificam a ideia de preço mais acessível.

O objetivo desse review, além de apresentar o produto e suas principais características, é mostrar os prós e os contras dessas restrições adicionadas. Deixar claro ao leitor que o uso do termo “Mini” é mais amplo do que apenas uma redução das dimensões do dispositivo, mas também em aspectos técnicos considerados essenciais, que podem eventualmente interferir em uma experiência de uso mais limpa e satisfatória.

 

Antes de começar…

É necessário ressaltar dois pontos que considero fundamentais para a avaliação desse produto.

O primeiro fator é que a unidade enviada para testes pela assessoria de imprensa da LG do Brasil é na versão SINGLE SIM 4G/LTE. Você certamente vai encontrar no mercado nacional esse mesmo smartphone na versão DUAL SIM 3G. As únicas diferenças substanciais entre os dois modelos são essas: a capacidade de acesso aos chips e a conectividade.

Além disso, em alguns e-commerces nacionais, o LG G2 mini DUAL SIM 3G é listado como um modelo com 1.5 GB de RAM, enquanto que o modelo SINGLE SIM 4G/LTE possui 1 GB de RAM. Para eliminar todo e qualquer tipo de dúvida: o LG G2 Mini que testei nesse review (single SIM 4G) possui 1 GB de RAM.

Também é importante destacar que o modelo enviado para testes possui customizações da operadora Vivo, ou seja, possui uma ROM customizada, com aplicativos da operadora, assim como ajustes pré-definidos. Mesmo entendendo que esse nível de customização é relativamente baixo, existe a possibilidade dessas personalizações afetarem de alguma forma o desempenho final do dispositivo para tarefas específicas.

De qualquer forma, deixamos esse registro para reforçar algumas das opiniões que serão expressas sobre a unidade testada. Obviamente, os resultados podem variar nos modelos que não possuem as customizações da Vivo.

 

Características Físicas

Ao entrar em contato visual com o LG G2 Mini pela primeira vez, é impossível não afirmar que ele é uma versão reduzida do LG G2. A semelhança visual entre os dois modelos é realmente muito grande (pelo menos quando vemos de frente, lado a lado). Toda a proposta visual do modelo maior foi passado para o menor, podendo satisfazer muito bem (nesse aspecto) ao consumidor que gostou do design do G2, mas não conta com esse orçamento todo para a aquisição do smartphone.

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Porém, quando começamos a olhar de forma mais detalhada, as diferenças aparecem. E não são poucas. Para começar, a câmera frontal muda de posição (indo para o lado direito da tela), assim como o conector para os fones de ouvido (que passa para a parte superior do dispositivo). Particularmente, eu prefiro essas alternativas. É uma disposição mais natural para esses dois itens, e é a disposição adotada para a maioria dos modelos.

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A espessura do LG G2 Mini é um pouco maior que a do LG G2, mas com o mesmo detalhe de acabamento em tom metálico na lateral. Esse acabamento adorna toda a lateral do dispositivo, inclusive na parte inferior, onde estão localizados os alto-falantes e o conector para o cabo microUSB.

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Na parte traseira, temos a assinatura da linha G: os botões de controle de volume e liga/desliga/bloqueio de tela na parte traseira, logo abaixo do sensor da câmera. Aqui, temos a ausência da luz de notificação integrada ao botão central.

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A diferença mais evidente entre os dois modelos é, sem dúvida, a carcaça traseira, que no G2 Mini é removível. Essa carcaça possui uma superfície com uma textura que ajuda no agarre do aparelho, além de oferecer o acesso à bateria e aos slots para SIM card e microSD.

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O LG G2 Mini utiliza um slot para cartões Micro SIM. De forma inteligente, a LG decidiu posicionar esses dois slots em uma área próxima, economizando um pouco de espaço na estrutura geral do dispositivo.

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Tela

O LG G2 Mini possui uma tela IPS LCD de 4.7 polegadas QHD (960 x 540 pixels), que contando com menor resolução em relação a alguns dos seus concorrentes diretos de preço, é uma tela mais do que suficiente para oferecer uma boa experiência visual para a maioria das atividades exercidas pelo usuário.

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De novo, a LG repete a sábia decisão de transportar a sua tecnologia das telas de TV para os seus dispositivos móveis, e por conta disso, o LG G2 Mini possui uma excelente tela, com alta qualidade de brilho e contraste. A resposta ao toque é igualmente muito bom, oferecendo uma excelente interação com a interface Android.

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Também é preciso destacar que, diferente do LG G2, não temos um LED de notificação ativo no LG G2 mini. Ou seja, é recomendável que você adote uma solução de software para ser notificado sobre as atividades recebidas pelo dispositivo.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O LG G2 Mini já chega ao mercado com o sistema operacional Android na versão 4.4.2 KitKat, com as já conhecidas customizações e recursos da LG. Vale a pena repetir o que foi dito no começo desse review: a assessoria de imprensa da LG do Brasil enviou para testes uma unidade que possui customizações da Vivo, com aplicativos e ajustes de sistema realizados previamente pela operadora. Tais mudanças podem interferir de alguma forma no desempenho geral do dispositivo, mas não afeta a experiência geral do sistema.

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Logo, podemos dizer que a LG voltou a adicionar alguns dos seus principais recursos que são a assinatura de usabilidade da empresa para a sua proposta dentro do sistema Android, como Knock On, Knock Code, QSlide, Quick Memo, Quick Remote, entre outros. A interface de uso segue sendo a mesma, e pouco se difere daquela já vista nos demais modelos.

 

Câmera

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O sensor traseiro de 13 megapixels do LG G2 Mini herda a boa qualidade de fotos capturadas (para um modelo de seu porte, é sempre bom lembrar). As fotos registradas durante o dia são de boa qualidade, dentro do esperado para a sua proposta. Mesmo a ausência de um estabilizador óptico (o que, convenhamos, seria pedir demais de um produto de linha média), a qualidade final das fotos é satisfatória em diferentes condições.

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Mesmo as fotos registradas em ambientes com iluminação artificial ou baixa luminosidade oferecem resultados interessantes, com uma quantidade de ruído aceitável. E as fotos capturadas com flash oferecem resultados acima do esperado. Entendo que é uma câmera boa o suficiente para a maioria dos usuários que desejam deixar a sua câmera fotográfica compacta em casa, ou para quem quer ter sempre uma câmera à mão, em qualquer lugar, para registrar aquele momento imperdível.

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Para os vídeos, o sensor traseiro é capaz de capturar imagens em Full HD (1080p), o que já está de bom tamanho para quem pretende enviar os seus vídeos para o YouTube de forma descompromissada, e sem exigir muito da qualidade de imagem e som.

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O sensor frontal possui uma resolução de 1.3 MP, oferecendo resultados igualmente interessantes para fotos e vídeos, sempre respeitando suas limitações técnicas. Em ambientes bem iluminados, as fotos serão de qualidade razoável. Em locais com baixa luminosidade, aprenda a conviver com os ruídos nas fotos. Nada fora do normal.

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Games

Aqui, temos uma boa e uma má notícia. A boa notícia é que a maioria dos jogos mais complexos que testamos no período de testes rodou no dispositivo. A má notícia é que não rodaram de forma tão limpa e fluída como o esperado.

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Não sabemos se foi por conta das já citadas customizações da Vivo, ou se é por conta do dispositivo contar com apenas 1 GB de RAM ou 4.4 GB de armazenamento (o que também pode influenciar no desempenho). Porém, contando com um processador quad-core de 1.2 GHz e o sistema operacional Android KitKat, é estranho ver o G2 Mini apresentando algumas dificuldades na reprodução de alguns jogos mais pesados. Em aparelhos com especificações técnicas mais limitadas, a execução desses mesmos jogos foi algo limpo e razoavelmente fluído. Já no LG G2 Mini, essa experiência é muito boa, mas não impecável.

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Em alguns jogos pontuais (Dead Trigger 2 e Iron Man 3, principalmente), o desempenho geral dos jogos foi aceitável, mas em alguns momentos apresentaram leves engasgos, que apesar de não prejudicar a jogabilidade, está abaixo de uma experiência limpa, que seria mais do que bem vinda em um dispositivo com suas características. Seria normal ver um desempenho melhor em um telefone com as suas características de hardware.

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Não é algo que deixa os jogos impraticáveis no dispositivo. Os usuários mais pacientes, ou aqueles que só querem ter os jogos como uma opção secundária, não vão se incomodar muito com o desempenho do dispositivo nesse aspecto. Porém, os gamers mais exigentes podem se incomodar. É fundamental que aqueles que estudam em utilizar o dispositivo também para os jogos, que tenha isso em mente antes de pensar em comprar o produto. E principalmente: veja as gameplays disponíveis na internet, que mostram os jogos em ação.

Lembrando mais uma vez que: recebemos um aparelho de operadora. E isso pode ter influenciado no resultado final desse quesito.

 

Bateria e Armazenamento

O LG G2 Mini vai muito bem no quesito autonomia de uso. Durante os testes, a bateria de 2.370 mAh consegue oferecer tranquilamente um dia completo de funcionamento do dispositivo para um comportamento moderado de uso (conectividade WiFi na maior parte do tempo, eventual acesso à internet via 3G ou 4G, atualizações de e-mails o tempo todo, alguns minutos de vídeo, atualizações nas redes sociais de forma constante, pelo menos duas horas de música e poucos minutos de jogos). Como a maioria dos usuários se encaixa nesse perfil de uso, podemos dizer que é um modelo que pode atender bem as expectativas de tempo de uso.

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Tal como a maioria dos dispositivos já testados, se o usuário dedicar a maior parte do seu tempo no dispositivo nos vídeos e jogos (onde a tela do smartphone fica a maior parte do tempo em funcionamento, e os recursos de hardware são mais exigidos), o consumo de bateira aumenta consideravelmente. Até um pouco mais do que o desejado para um dispositivo com o seu tamanho de tela.

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No que se refere ao armazenamento, o G2 Mini possui 8 GB de armazenamento nativo, mas com apenas 4.4 GB disponíveis para o usuário. Tudo bem que o modelo conta com um precioso slot para armazenamento de arquivos no cartão microSD (até 32 GB), mas é uma quantidade insuficiente quando pensamos que quanto menor o espaço disponível para armazenamento, maior pode ser a chance do seu desempenho ser comprometido, já que o sistema também precisa de espaço livre para os seus arquivos temporários.

 

Desempenho

E por falar no desempenho… o LG G2 Mini possui um bom desempenho em linhas gerais. Para os usuários menos exigentes, ou para aqueles que não pretendem realizar atividades mais complexas no dispositivo, o seu desempenho é bom o suficiente para que esse smartphone ofereça uma experiência de uso satisfatória, sendo uma ferramenta interessante para controle da vida nas redes sociais, gerenciamento de agenda de compromissos e lista de contatos, e para um acesso mobile à web e outras tarefas mais básicas.

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Porém, quando foi exigido um pouco mais desse dispositivo, ele apresentou alguns arrastos, engasgos e lags que podem incomodar a alguns usuários mais exigentes. Sei que sou repetitivo, mas é fundamental relembrar que não recebemos um modelo “limpo”, mas sim com as customizações da Vivo, algo que pode influenciar no desempenho geral do dispositivo.

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Além disso, a combinação de 1 GB de RAM + processador quad-core de 1.2 GHz e 8 GB de armazenamento (com 4.4 GB para o usuário), somando com o Android KitKat customizado pela LG podem ter comprometido de alguma forma o desempenho final do smartphone. Também relembro que outros modelos que testamos esse ano com um conjunto de hardware inferior apresentaram um desempenho geral mais satisfatório, e isso tem que ser levado em consideração nessa análise.

 

Conclusão

O LG G2 Mini é uma versão reduzida do LG G2 em vários aspectos. Na verdade, o termo mais adequado seria “versão econômica” do modelo maior. De um modo geral, a proposta da LG é boa, principalmente para os usuários que gostaram do LG G2, mas não contam com tanta verba para comprar o modelo mais caro. Além disso, pode ser bem vindo para quem já conhece as propostas de software da LG, procura um dispositivo de linha média com boa tela e boa câmera.

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Entendo que o LG G2 Mini possui alguns problemas que precisam ser melhorados no futuro. No começo dos testes, confesso que fiquei empolgado com o seu desempenho geral, mas com o passar dos dias (e principalmente conforme fui instalando os jogos mais pesados), esse desempenho caiu, apresentando os tais arrastos visuais nas tarefas mais exigentes.

De qualquer forma, entendo que o modelo deve interessar um bom conjunto de usuários. Afinal de contas, é possível economizar um bom dinheiro na compra, adquirindo um produto com tela mais compacta, que cabe bem no bolso (literalmente), oferecendo uma experiência de uso que já está no DNA da LG.

 

Review em Vídeo

Mais imagens

Características físicas

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Fotos das câmeras do dispositivo

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Review | Gradiente Tegra Note 7

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No final do ano passado, a Gradiente apresentou no Brasil o Tegra Note 7, tablet desenvolvido pela NVIDIA e que seria distribuído por parceiros nos diferentes mercados ao redor do planeta. É uma estratégia semelhante ao que a Google adotou com a linha Nexus, com a diferença que a gigante de Redmond escolheu um fabricante fixo, e a NVIDIA fabricou o seu produto, deixando para os seus parceiros a sua distribuição.

Desde a sua primeira aparição, o objetivo com o projeto Tegra Note 7 era oferecer um produto que oferecesse um desempenho otimizado para os jogos e tarefas de alta performance. Mesmo assim, a ideia também era oferecer um produto que fosse funcional para a maioria das tarefas de produtividade, e sem pesar muito no preço. A Gradiente oferece o produto no Brasil (sem acessórios) por R$ 999, um preço convidativo, principalmente por aquilo que promete oferecer.

Porém, a concorrência é pesada nesse segmento. Por regra, o consumidor olha primeiro para o fator preço, e já temos muitos tablets custando menos que isso (mesmo com um hardware mais modesto que o Tegra Note), que podem ser tão eficientes para tarefas gerais. Se será tão bom para os games, é outra história.

Esse review tem como objetivo descobrir se o Gradiente Tegra Note 7 é um produto que pode atender ao grande público, ou se o valor cobrado é mais pensado mesmo no nicho dos gamers. É uma ótima oportunidade para descobrir se finalmente estamos diante da proposta do “mais é mais mesmo”.

 

Características Físicas

Um tablet de 7 polegadas faz todo o sentido do mundo quando seguramos o produto. É o tamanho ideal para quem quer utilizar com uma das mãos na maior parte do tempo, ou para quem quer ter um bom apoio na orientação horizontal. E é exatamente isso que o Gradiente Tegra Note 7 oferece. Com um tamanho ajustado, sua pegada é agradável e confortável para as diferentes atividades propostas para o dispositivo.

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Outro ponto que agradou muito no manuseio do produto foi o seu acabamento traseiro. Combinando partes com plástico em black piano e material com textura emborrachada, o dispositivo consegue ficar bem firme nas mãos, não dando a sensação que o produto pode escorregar a qualquer momento das mãos do usuário. Além disso, essa combinação consegue passar a sensação visual de um produto com um design mais agressivo, que pensa mesmo no apelo para o público gamer.

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O tablet conta com um slot para a caneta stylus (que acompanha o produto), que fica bem integrado ao seu design, sem deixar partes sobressalentes, que podem incomodar no seu manuseio convencional. Também não são detectadas partes móveis no dispositivo, algo que é sempre bem vindo.

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A stylus possui uma ponta emborrachada e fina, que não só é boa para o manuseio com a interface, mas também para atividades de escrita (os resultados podem variar de acordo com o aplicativo que você está utilizando). O Gradiente Tegra Note 7 conta com aplicativos pré-instalados para o usuário trabalhar com a stylus (o tablet identifica quando você remove a stylus do seu corpo, e abre uma janela questionando qual app você quer utilizar.

Talvez o fato do slot da stylus ficar na parte inferior do produto (levando em consideração a sua orientação vertical) pode incomodar alguns usuários mais receosos. Porém, essa stylus fica tão bem presa ao corpo do dispositivo, que passa a ser realmente  muito difícil que esse acessório caia do corpo do tablet. Pode ficar tranquilo sobre isso.

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Outra decisão interessante no design do Gradiente Tegra Note 7 é a presença dos alto-falantes na parte frontal do dispositivo. Apesar de  muitos usuários não dispensarem os fones de ouvido na hora de consumir conteúdos com tablets e smartphones, levando em consideração que esse produto é pensado de forma prioritária nos gamers, a decisão tem a sua razão de ser. O som direcionado para o jogador aumenta a sensação de imersão em alguns títulos.

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O Gradiente Tegra Note 7 chamou a minha atenção por ser uma proposta robusta no design, porém, agradável. Me agrada mais ter um produto com essa proposta, justamente por ser mais “geek” em linhas gerais. É um modelo que reflete melhor o espírito de um usuário de tecnologia. Sem falar na qualidade de sua construção, que é excelente.

 

Acessórios

Além dos itens tradicionais (cabo microUSB e adaptador para rede elétrica), a Gradiente mandou para cá dois itens que fazem parte de uma segunda opção de venda do produto, em formato de kit complementar. O Gradiente Tegra Note 7 pode ser adquirido com uma caneta adicional Direct Stylus com seis pontas complementares, e da capa protetora para o tablet. Esses itens também podem ser adquiridos em separado.

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A Direct Stylus é exatamente a mesma que já acompanha o tablet, mas com seis pontas adicionais para diferentes finalidades. Como o próprio tablet oferece aplicativos que permitem a interação com a caneta, o usuário pode aproveitar o acessório para realizar interações com o produto com diferentes formatos de desenho e escrita. Sem falar que sempre existe a possibilidade da instalação de outros aplicativos para essa finalidade. É o usuário que vai encontrar o melhor uso para essas pontas adicionais.

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No caso da capa protetora, ela não só protege a tela do dispositivo, mas ela também tem uma função “smart”. Tal como já vimos em outros dispositivos, quando deslocamos a capa protetora para revelar a tela protetora do tablet, a mesma é acionada automaticamente. Se você fecha essa capa, a tela é desligada automaticamente. É um recurso bacana, não só pela comodidade, mas pela suposta economia de bateria oferecida. Pode não parecer, mas acaba fazendo a diferença na prática.

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A instalação dessa capa protetora é relativamente simples. Você precisa remover uma espécie de friso plástico na lateral do dispositivo, e insere a capa no slot que vai ficar disponível para a instalação do acessório.

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Além da função de proteger e acionar a tela automaticamente, a capa protetora também atua como suporte para o próprio tablet, permitindo posicionar o dispositivo em pelo menos duas posições: uma para interação com o tablet para interação com redes sociais e manipulação com a stylus, e outra para consumo de conteúdo (visualização de vídeos e execução de jogos – com o uso do controle Bluetooth).

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Essa capa protetora aproveita o material traseiro semi-emborrachado do tablet para melhor fixar o seu apoio para as duas posições a serem adotadas, tornando o uso do acessório algo ainda mais prático e funcional.

 

Tela

O Gradiente Tegra Note 7 possui uma tela HD IPS LCD com retro-iluminação LED de 7 polegadas (1280 x 800 pixels). É uma tela boa o suficiente para reproduzir com competência a grande maioria dos títulos disponíveis para o sistema operacional Android, não só para a interface de usuário, mas principalmente para jogos e vídeos, que é o que realmente interessa nesse caso.

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É uma tela que tecnicamente é melhor do que os seus principais concorrentes com a mesma dimensão de tela, porém, oferece um elevado nível de reflexão, o que pode ser um incômodo quando utilizado em ambientes bem iluminados ou ao ar livre. Mas isso não chega a ser um incômodo. Entendo que a maioria dos usuários casuais e até mesmo os gamers mais pacientes não vão se incomodar com esse detalhe.

O que realmente importa é que essa tela é competente para as necessidades casuais e específicas. Mesmo com a impressão que as cores ficam levemente “lavadas” com o brilho no máximo, os resultados de imagens exibidas são razoáveis. O seu toque na tela é muito bom (e precisa ser, para as atividades de games), e é mais do que suficiente para garantir as suas horas de leitura e visualização de vídeos.

Alguns poderão estranhar ou até mesmo entender que um produto como esse merecia uma tela melhor. Eu penso diferente. Não seria tão válido adicionar uma resolução Full HD em uma tela com esse tamanho (já acho estranho ver resoluções maiores em smartphones), e o slogan que a Gradiente utiliza para promover o produto é “o tablet mais rápido do mundo”. Tenha sempre isso em mente enquanto lê esse review.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

Aqui, temos uma pequena história para contar. Quando o Gradiente Tegra Note 7 chegou até aqui, ele contava com o sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean. Assim que eu liguei o produto, recebi a notificação para o Android 4.3 Jelly Bean. Logo depois desse update, mais uma notificação, agora para o Android 4.4.2 KitKat. E depois dessa atualização, ainda recebi três updates menores da própria NVIDIA.

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Tudo isso tem um lado positivo. Mostra que a NVIDIA/Gradiente teoricamente são capazes de oferecer um suporte minimamente adequado para o seu consumidor, entregando não só atualizações para as versões mais recentes do Android, mas também correções e melhorias para os recursos que são específicos do produto deles.

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Dito isso, o Android 4.4.2 KitKat presente no Gradiente Tegra Note 7 é mais próxima do Android puro, com pouquíssimas customizações. Na verdade, a ideia geral da interface é a mesma adotada pela Google, e isso garante uma experiência de uso mais limpa e próxima do ideal. Não falo tanto do quesito desempenho, pois o conjunto de hardware é suficiente para oferecer uma performance limpa para o dispositivo.

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As poucas modificações presentes no Tegra Note 7 estão presentes em algumas funcionalidades inteligentes que já destacamos nesse review, associadas aos acessórios do produto (capa protetora inteligente, detecção da caneta stylus desconectada do corpo do dispositivo, aplicativos específicos da NVIDIA, etc). Dos recursos e funcionalidades gerais do sistema operacional, praticamente não se identificam mudanças.

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Qualidade de Áudio

Um dos diferenciais do Gradiente Tegra Note 7 é posicionar os seus alto-falantes na parte frontal do dispositivo. A ideia aqui é que enquanto o usuário estiver assistindo os seus vídeos ou rodando os jogos, o som seja projetado para frente, aumentando a imersão durante essa experiência multimídia.

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Durante os testes, pudemos avaliar essa característica na prática. De fato, comparado com modelos de outros fabricantes (que normalmente apostam em posicionar o seu único alto-falante na parte traseira), o Tegra Note 7 oferece um volume de áudio superior. Alguns podem entender que quando assistimos vídeos no tablet ou smartphone, para não incomodar as outras pessoas, o ideal é utilizar fones de ouvido com o dispositivo. Eu concordo com isso. Mas nem por isso a escolha feita no produto da Gradiente é menos importante, ou que não mereça ser destacada.

É claro que não podemos exigir do dispositivo uma qualidade de áudio impecável. Pelas suas próprias características, o áudio reproduzido é completamente dominado pelos agudos, e os graves são esquecidos. Porém, entendo que tal característica também está presente na maioria dos tablets que já testei, e que oferecer um áudio mais forte e direcionado já é um ganho bem interessante para a maioria dos usuários.

 

Câmera

Em outras oportunidades, eu afirmei nesse blog que câmeras fotográficas estão presentes nos tablets por uma questão de mera convenção e formalidade. No meu entendimento, os tablets não são os dispositivos recomendados para registrar fotos. Mas estão presentes para ser uma opção. Eu investiria mais nas câmeras frontais, pensando nas videochamadas, que são mais úteis nesse tipo de produto.

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Dito isso, o Gradiente Tegra Note 7 não é diferente da maioria dos dispositivos que testamos. O seu sensor traseiro de 5 megapixels registra fotos razoáveis em ambientes com luz natural e boa luminosidade.

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Nas fotos capturadas com luz artificial, a grande quantidade de ruído se faz presente, deixando a qualidade de imagens abaixo do razoável. Mas tal característica encontramos nos sensores de outros tablets. É como eu disse antes: câmeras traseiras em tablets não são lá muito úteis se você não pode tirar fotos de qualidade minimamente razoável em diferentes situações.

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O aplicativo de câmera até se esforça em oferecer recursos diferenciados, como por exemplo HDR, sistema de estabilização de imagem, foco por um único toque, nivelador na tela, entre outros. Porém, tais recursos pouco são efetivos no registro de imagens, por conta do tablet contar com um sensor simples, com baixo poder de captação de imagens.

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A câmera frontal possui uma resolução VGA, e só serve mesmo para o usuário realizar as videohamadas eventuais com aplicativos compatíveis com tal funcionalidade. Ou seja, esqueça aqui as selfies. A qualidade é a mais simples possível, e os resultados ficam bem abaixo do satisfatório para a finalidade fotográfica.

 

Games

O principal objetivo do Gradiente Tegra Note 7 é ser o melhor tablet do mercado para os gamers. E podemos dizer que o produto cumpre essa missão com louvor.

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Nesse quesito, podemos ver claramente como a combinação de hardware com um software praticamente puro oferece resultados excelentes na hora de executar jogos de todos os tipos. Desde os mais simples até os mais pesados, todos os títulos testados funcionaram muito bem. E isso considerando o fato desse tablet contar com apenas 1 GB de RAM, o que poderia significar problemas de gerenciamento de memória e execução dessas tarefas.

Não podemos deixar de dar crédito para o processador quad-core NVIDIA Tegra 4 com GPU de 72 núcleos. Tal combinação faz toda a diferença na execução dos jogos, pois você não sente pontos de engasgo ou travamentos durante as partidas. Tudo foi realmente pensado para que a experiência nos games fosse a melhor possível.

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Alguns jogos (como o Real Racing 3) possui o suporte para controle Bluetooth, outro importante diferencial do Tegra Note 7. Em outros dispositivos, você precisa instalar um aplicativo específico para acionar esse recurso. No tablet da Gradiente, ele já vem configurado de forma prévia, acionando automaticamente de acordo com o título. O recurso não é acionado em todos os títulos, e como não possuo um controle compatível, não testamos o recurso.

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Também vale a pena destacar nesse review o momento “o outro lado da moeda”. Se por um lado a tela do Tegra Note 7 possui “apenas” uma resolução HD, por outro lado, essa resolução é mais que suficiente para rodar – e muito bem – a esmagadora maioria dos jogos disponíveis para a plataforma Android. Mais do que isso poderia resultar em uma perda de performance para os jogos. Logo, a escolha da NVIDIA nesse aspecto foi acertada.

E por tudo isso que relatei nos parágrafos anteriores, eu digo que o Gradiente Tegra Note 7 é, definitivamente, um tablet que tem tudo para agradar em cheio os gamers de plantão. É um conjunto muito equilibrado para essa finalidade.

 

Bateria

Esse é um item que pode dividir opiniões. Para um uso considerado regular (acionamentos eventuais para leitura de redes sociais e e-mails, WiFi acionado o tempo todo, jogos e vídeos por alguns minutos eventuais, etc), os 4.100 mAh da bateria do Gradiente Tegra Note 7 são mais que suficientes para oferecer, pelo menos, dois dias de uso sem precisar chegar perto do carregador. É uma autonomia bem satisfatória para a maioria dos usuários.

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Porém, o Tegra Note 7 é um produto claramente focado para um público mais exigente: os gamers. E a atividade de games não só exige um tempo maior de tela ligada, mas também uma demanda maior do processador, GPU e memória. Nesse sentido, a NVIDIA fez um trabalho muito competente (levando sempre em consideração o poderio técnico do seu conjunto processador + GPU). É claro que com tarefas que exigem um pouco mais dos seus componentes, o consumo dessa bateria é maior. E isso é absolutamente normal.

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Que fique claro que o consumo não é o mesmo dos seus concorrentes. O Tegra Note 7 é mais eficiente na gestão do consumo de energia, inclusive contando com recursos para gerenciamento de consumo que podem ser configurados pelo próprio usuário, através do item Economia de Energia.

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A Gradiente informa que a bateria do dispositivo pode alcançar uma autonomia de até 10 horas de reprodução de vídeos em HD. Isso até é possível, mas se o usuário realizar alguns ajustes específicos no dispositivo, como reduzir a performance do processador, o brilho da tela, entre outros itens que afetam diretamente no consumo de energia da bateria.

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Armazenamento e Desempenho

Com 16 GB de armazenamento interno, podemos dizer que é possível “brincar um pouco mais” com o Gradiente Tegra Note 7, no que se refere à instalação de aplicativos e jogos. Mais ainda quando o dispositivo possui uma memória expansível via microSD de até 32 GB. Alguns dos seus concorrentes não possuem essa possibilidade, e isso é algo que você deve considerar – e muito – na hora de escolher o seu dispositivo nessa faixa de preço (até R$ 1.000).

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Somando esse detalhe com todos os demais já descritos nesse review, o desempenho desse tablet é excelente. Contando com um Android com uma interface limpa, com pouquíssimas customizações, e devidamente atualizado, a performance do dispositivo consegue chamar a atenção dos mais céticos, oferecendo uma experiência de uso excelente para todos os tipos de atividades.

Não foi percebido engasgos nas transições de tela da interface, ou mesmo nos jogos e aplicativos testados. O sistema sempre respondeu de forma impecável os comandos, e toda a experiência ofertada pelo produto se mostrou muito positiva. E mais uma vez, lembro que afirmo tudo isso em um dispositivo com apenas 1 GB de RAM, o que reforça a qualidade do processador NVIDIA Tegra 4 com  PU GeForce de 72 cores e CPU ARM Cortex- A15 quad-core. É um conjunto realmente muito competente. 

 

Conclusão

O Gradiente Tegra Note 7 é um tablet pensado para todos os tipos de usuários. Principalmente para os gamers? Sim, com toda a certeza. Mas entendo que a maioria dos usuários que querem um bom tablet para as tarefas do dia a dia ficarão mais do que satisfeitos com tudo aquilo que o produto pode oferecer. Afinal, a maioria deseja um tablet que funcione, e bem. E isso, o Tegra Note 7 é capaz de fazer com grande facilidade.

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Destacamos por diversas vezes que o forte do produto é o seu conjunto de hardware e software. O resultado entregue por essa combinação é muito competente, e próximo daquilo que eu entendo ser a experiência Android ideal. E pelo valor de R$ 999 (sem acessórios), é uma excelente relação custo/benefício para os mais diferentes tipos de usuários.

Os seus “contras” (qualidade de tela e baixa quantidade de RAM) são irrelevantes diante de seus prós. Para a maioria dos usuários, são dois itens que passarão desapercebidos diante de todo o potencial que o dispositivo possui. É altamente recomendado para quem quer se certificar que vai receber uma experiência de uso de alta qualidade.

 

Review em Vídeo

Mais fotos

Características físicas e acessórios

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Fotos registradas pelas câmeras (frontal e traseira)

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Screenshots

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Review | LG L80 Dual (D385)

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A tendência de smartphones com telas de 5 polegadas ou mais se tornou uma realidade consolidada. O número de lançamentos desses modelos só aumentou nos últimos 12 meses, e com uma característica em comum: com preços mais acessíveis. Hoje, você não precisa pagar mais do que R$ 1.000 por um smartphone de linha média com tela de 5 polegadas e recursos como slot para dual SIM cards e TV digital. E o LG L80 Dual oferece tudo isso. E por conta disso, passa pela nossa análise.

O L80 Dual é mais um dos lançamentos da LG para o seu portfólio 2014 no Brasil, e se apresenta como mais uma alternativa de smartphone de linha média, com tela de grandes dimensões, um hardware intermediário e recursos muito buscados por uma boa parte dos consumidores. O objetivo desse review é descobrir se o conjunto presente nesse smartphone pode fazer frente aos seus principais concorrentes.

Até porque a disputa por esse segmento intermediário já é elevada, e todos os fabricantes oferecem hoje pacotes técnicos relativamente competitivos. A LG já conseguiu estabelecer uma certa credibilidade com lançamentos muito elogiados, como o LG G2 e o recente LG G3. Será que eles conseguem repetir a boa qualidade com um modelo intermediário? Ou as restrições acabam afetando negativamente a experiência de uso?

 

Características Físicas

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O LG L80 Dual é um dispositivo que tem alguns traços de design dos modelos mais completos da empresa, mas com algumas diferenças substanciais. O seu tamanho é praticamente o mesmo do LG G2 (meu dispositivo de uso pessoal), mas com as suas bordas de tela visivelmente mais espessas. E é nesse ponto que começamos a perceber que estamos diante de um típico dispositivo de linha média. O que não é uma coisa ruim. É apenas uma característica conceitual do produto, ou algo absolutamente normal e compreensível dentro das escolhas feitas da LG para esse modelo.

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A composição de seus materiais também são mais simples. A tampa traseira possui um interessante relevo que evita que o dispositivo escorregue facilmente das mãos do usuário, mas com um material mais simples, com presilhas aparentemente mais frágeis do que o ideal. Se bem que já vi essa mesma característica de tampa com aparência mais frágil em modelos que custam aproximadamente R$ 2 mil. Logo, no caso do LG L80 Dual é algo aceitável. Se ele custasse o dobro do que ele custa, seria um ponto negativo.

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Sua espessura não é das mais avantajadas, assim como a sua largura. Ele é um pouco mais espesso que o LG G2, e como sua largura é praticamente a mesma, o agarre do dispositivo não foi algo desconfortável… para mim, que já estou acostumado com um dispositivo com uma tela de 5.2 polegadas. Alguns vão achar esse smartphone um tanto desconfortável para o uso com uma das mãos, principalmente aqueles que contam com mãos pequenas. Logo, os resultados podem variar de pessoa para pessoa.

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Outro diferencial do LG L80 Dual é a presença do recurso da TV digital. para auxiliar nessa funcionalidade, a LG decidiu instalar uma antena retrátil na lateral esquerda do dispositivo. É uma antena que não muda muito de uma antena comum de um rádio ou TV portátil, ou seja, é um item aparentemente mais frágil, que requer do usuário um cuidado considerável na sua manipulação. Pessoas com mãos mais pesadas devem ter uma atenção redobrada na hora de utilizar essa antena. Caso contrário, ela pode quebrar com certa facilidade.

No geral, o LG L80 Dual é um dispositivo bem construído, preservando parte da proposta do fabricante. Segue uma regra de um conceito mais sóbrio no seu design, sem muitos chamarizes. Com pouquíssimos detalhes de acabamento (como o acabamento na parte superior na região do alto-falante), o modelo deve agradar aos usuários mais discretos, que não se preocupam muito com cores que combinem com os acessórios, ou que não querem que o smartphone chame muito a atenção.

Para quem gosta de personalizar os seus gadgets, vai ter que recorrer ao case externo nesse caso.

 

Tela

O LG L80 Dual possui uma tela IPS de 5 polegadas WVGA (800 x 480 pixels), com 16.5 milhões de cores. Esse é um dos itens que receberam um severo corte por conta da LG, e talvez até um corte que não faz muito sentido. Afinal de contas, smartphones que são considerados concorrentes de preço (Moto G, Moto X, Galaxy Gran Duos 2, etc) já contam com telas HD (720p), e não vejo motivos para o L80 Dual contar com uma tela com uma resolução abaixo disso.

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Ok, muitos vão dizer que tanto o Moto G quanto o Moto X contam com telas menores. Mas o Galaxy Gran Duos 2 não. E, mesmo que o fosse, não pode ser tão mais caro colocar uma resolução maior em uma tela que é pelo menos 0.3 polegadas maior do que alguns dos seus concorrentes. Sem falar no fato que o seu conjunto de hardware é relativamente semelhante aos concorrentes citados. Mesmo assim, temos sempre que lembrar que a regra é “a melhor relação custo/benefício possível”. Logo, sempre teremos restrições em algum item nos modelos de linha média. Nesse caso, é na tela.

Mesmo assim, a tela do LG L80 Dual é considerada boa, dentro de suas características. Aliás, a LG vem fazendo um bom trabalho nas suas telas, herdando o seu expertise no desenvolvimento das telas de TV para o seu portfólio 2014 para smartphones. Nesse caso, apesar de não ser uma tela ajustada para a reprodução de conteúdos em alta definição, a exibição dos elementos da interface na tela é boa, sem a aparência de que a tela foi coberta com uma fina camada de areia.

O usuário que não for exigente com o quesito “conteúdos em alta definição” vai ter uma experiência satisfatória com a visualização de fotos, vídeos, jogos e elementos da interface de usuário. O nível de nitidez e brilho dessa tela é bastante satisfatório, seguindo a regra dos últimos lançamentos da empresa.

Em resumo: para o seu público alvo, é uma tela boa o suficiente para a rotina diária. Porém, existem telas melhores por aí, e na mesma faixa de preço. É uma questão de você escolher o que você espera do dispositivo.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

O LG L80 Dual enviado para testes já contava com a versão Android 4.4.2 KitKat, com a interface da LG que tão bem conhecemos. Logo, deixemos de lado a discussão sobre as preferências de cada um sobre essa interface, e vamos falar sobre o que realmente interessa: se ela consegue desempenhar bem em um modelo com um hardware mais restrito.

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De novo, tenho que dizer que levando em consideração que as modificações adotadas pela LG nessa interface Android são profundas, o desempenho geral apresentado por esse dispositivo não é dos piores. Sim, em alguns momentos é possível perceber lags e arrastos nas transições de páginas de aplicativos ou durante a execução de uma tarefa mais pesada. Porém, não é algo que podemos considerar como “insuportável ou inutilizável”. Está bem ajustado para a proposta desse produto.

Mais uma vez, alguns dos recursos que são as assinaturas da LG na experiência para o usuário estão presentes, como o QSlide, Quick Memo, Knock On e Knock Code. Além disso, recursos de ações por gestos e operação com uma mão também estão disponíveis, o que no caso desse modelo é algo muito bem vindo, já que estamos falando de um dispositivo com uma tela de 5 polegadas, e essa dimensão de tela pode tornar a operação de algumas funções algo um pouco mais complicado.

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Como estamos diante de um smartphone com suporte ao dual SIM, temos uma página de opções dedicada ao recurso. Um pressionar mais longo no botão dessa função (na parte inferior da tela) abre a página de opções, onde o usuário pode ativar ou não o SIM card desejado, alterar as cores dos seus ícones, renomear os nomes dos cartões, ativar o Modo Econômico (que indica qual chip deve ser utilizado de forma mandatória para as chamadas), a rede de dados padrão e a configuração em roaming.

 

Câmera

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O LG L80 Dual conta com um sensor traseiro de 8 megapixels, que segue a proposta geral de restrição de algumas das características do produto para resultar em um preço mais acessível para o consumidor final. A consequência direta disso é uma câmera que, na maioria dos casos, quebra o galho dos fotógrafos menos exigentes, ou dos usuários casuais.

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Nas fotos registradas durante o dia e/ou com perfeitas condições de iluminação, as fotos ofereceram resultados aceitáveis. Apesar do software de câmera LG contar com alguns dos recursos herdados dos modelos mais avançados, os modos de cena são limitados, e os ajustes disponíveis acabam não se convertendo em grandes melhorias no resultado final das fotos. E no modo automático, a captação de brilho é um pouco maior do que o desejado, fazendo com que as fotos apresentem um resultado abaixo do ideal. Mas boa o suficiente para ser compartilhada pelas redes sociais, pelo menos.

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Para as fotos registradas à noite ou com baixa luminosidade, os resultados foram dentro do esperado: uma quantidade de ruído acima do desejado, que até pode ser compensado com a utilização do flash. Além disso, o software de câmera do LG L80 Dual não possui o modo noite, assim como o modo HDR. Logo, o usuário vai ter que trabalhar muito nos demais ajustes disponíveis para obter resultados melhores das fotos nessas condições.

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A câmera frontal possui resolução VGA, ou seja, é o básico para realizar videochamadas. Não pense muito nas selfies quando cogitar a compra desse smartphone. A qualidade não será das melhores.

Por fim, o sensor traseiro ainda é capaz de gravar vídeos, mas apenas na resolução de 800 x 480 pixels. É o suficiente para a reprodução na tela do próprio dispositivo, mas abaixo do aceitável para os padrões atuais para reproduzir nas TVs em alta resolução ou para upload no YouTube. Mais uma vez, é preciso ter isso em mente antes de escolher esse modelo, para não se decepcionar depois.

 

TV Digital

O LG L80 Dual tem como um de seus diferenciais a presença do recurso de TV Digital. Os usuários que gostam de ver TV em qualquer lugar ficarão bem servidos com esse recurso, apesar de algumas de suas características não serem muito favoráveis para aqueles que estão em trânsito o tempo todo, ou que pretendem assistir TV no ônibus ou no metrô ao voltar para casa.

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Antes de mais nada, é preciso dizer que o recurso em si funciona, e bem. O aplicativo da LG oferece recursos como gravação de programação, gerenciamento de programas gravados e a já tradicional identificação de canais por sintonização automática ou manual. São itens que eu não encontrei – por exemplo – no Motorola Moto E (se bem que o Moto E não entra na mesma categoria de preço do LG L80 Dual; citei o exemplo apenas para ilustrar as diferenças entre os softwares da Motorola e LG).

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Em compensação, ter uma tela de 5 polegadas, mas com uma resolução de 800 x 480 pixels acabam prejudicando parte da experiência de uso na visualização dos eventos. Tudo bem, não precisa ser uma tela Full HD, com captação de sinal em Full-Seg. Mas pelo menos uma tela de 720p era o mínimo que se pede para uma experiência melhor. Definitivamente, os mais exigentes não vão gostar das imagens exibidas, que condizem com a resolução disponível na tela.

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Outro detalhe a ser observado está na antena retrátil do smartphone. Essa não é uma das melhores soluções para quem quer ver TV em qualquer lugar, pois a mesma aparenta uma fragilidade que nunca é bem vinda. A impressão que dá é que o usuário pode entortar ou até mesmo quebrar essa antena a qualquer momento. Aqui, a melhor solução é mesmo um adaptador para o fone de ouvido, que atua como antena na extensão do cabo dos fones. É simples, prático e mais seguro.

Em linhas gerais, o recurso de TV Digital atende bem aos menos exigentes e noveleiros móveis. Mas poderia ser um pouco melhor.

 

Games

Apesar de contar com apenas 8 GB de armazenamento (o que é pouco para quem pretende utilizar o smartphone para essas aspirações), e das restrições impostas pelo seu hardware (baixa resolução de tela, apenas 1 GB de RAM, GPU Adreno 302, processador Qualcomm Snapdragon 200) o LG L80 Dual ao menos oferece uma boa experiência nesse aspecto.

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Nos testes realizados com jogos mais simples, não foram detectados maiores problemas ou dificuldades na execução. O que chama a atenção positivamente é que os jogos com gráficos mais complexos também rodaram muito bem. Praticamente sem arrastos nas transições ou travamentos que prejudiquem a jogabilidade.

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Obviamente, em alguns jogos, as propriedades gráficas foram reduzidas para garantir essa jogabilidade toda. Mas nesse caso, o que importa é que os jogos funcionam bem. O ponto negativo é o armazenamento reduzido (com programas que não podem ser transferidos para o cartão de memória) e a baixa quantidade de RAM, o que eventualmente pode comprometer o desempenho dos jogos.

Mas para os mais pacientes (ou menos exigentes), o LG L80 Dual até pode “quebrar um galho” no quesito games.

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Bateria

Os últimos dispositivos da LG que testamos para o blog já apresentava uma característica em comum: o bom gerenciamento da bateria. Com o LG L80 Dual, isso não é diferente. Para usuários que utilizam o dispositivo de forma “regular” (algumas ligações, maior parte do tempo com o uso de internet WiFi, navegação na web e redes sociais, algumas fotos, poucos vídeos, etc), a energia armazenada na bateria de 2.460 mAh do dispositivo consegue sobreviver bem ao dia útil de trabalho (o mínimo aceitável para os dias de hoje).

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Mais uma vez, a regra de consumo para comportamentos mais exigentes e/ou com maior tempo de tela ativa (jogos, vídeos, consumo constante das redes sociais, etc) ou para quem utiliza a internet móvel na maior parte do tempo permanece a mesma: quanto mais você utilizar o dispositivo, mais rápido essa bateria vai se esgotar. Mas tudo dentro da normalidade, sem um consumo exagerado ou fora do normal.

É preciso levar em consideração que esse dispositivo trabalha com dois slots para SIM Cards, e esse fator tem um impacto direto no consumo de bateria. Se a operadora (ou as operadoras) não oferecem uma qualidade de sinal satisfatória na maior parte do tempo, o smartphone vai ficar procurando esse sinal, e por tabela, consumir a energia da bateria para encontrar esse sinal. Muita atenção à esse detalhe, pois essa autonomia de bateria tende a variar principalmente por conta desse fator.

 

Desempenho

Em linhas gerais, o desempenho do LG L80 Dual é muito satisfatório. Levando em consideração que estamos diante de um dispositivo com um processador Qualcomm Snapdragon 200 (ARM Cortex A7) de 1.2 GHz, 1 GB de RAM, GPU Adreno 302 e 8 GB de armazenamento, é possível obter uma experiência de uso bem razoável, sem muitos engasgos e travamentos. Evidentemente, alguns arrastos e lags podem ser percebidos em algumas transições de tela, mas nada que afete de forma drástica a usabilidade.

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Também temos que levar em consideração que esse dispositivo já conta com o Android 4.4.2 KitKat, que foi pensado na oferta de uma melhor experiência de uso para dispositivos com especificações de hardware mais restritas. Mesmo assim, como a LG realiza customizações profundas na interface, o conjunto geral se converte em um saldo positivo, pois o resultado final oferecido é considerado muito bom.

 

Conclusão

O LG L80 Dual se posiciona tipicamente no grupo dos modelos de linha média, com algumas restrições em pontos específicos, para oferecer o produto com um preço competitivo. Como em todo modelo de linha média, é preciso observar com atenção essas restrições, analisando os prós e contras, e identificando o que cada um deseja explorar mais no dispositivo. É fundamental ter isso em mente para qualquer produto a ser escolhido, e no caso do L80 Dual, essa mentalidade deve ser ainda mais enfatizada.

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Porém, não é um dispositivo que decepciona. Ele pode oferecer resultados satisfatórios para usuários que já estão acostumados com a experiência de uso oferecida pela LG, ou para aqueles que estão cientes de seus recursos, e que se encantaram com a ideia geral do smartphone. Ou seja, os critérios pessoais são ainda mais determinantes.

Talvez os quesitos tela e câmera ficam um pouco abaixo do desejado, principalmente levando em conta o que os concorrentes estão oferecendo hoje na mesma faixa do seu preço atual. Por outro lado, entendemos os motivos da LG, assim como o fato que os principais chamarizes desse dispositivo estão em outros itens que são mais prioritários para o seu público, como uma tela de grandes dimensões por um preço inferior a R$ 1.000, o suporte dual SIM card, entre outros fatores.

Em um mercado com uma competição tão grande, a LG oferece um bom produto de linha média. Poderia custar um pouco mais barato, para brigar de vez com a concorrência. Mas não podemos ter tudo nessa vida, não é mesmo?

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Review em Vídeo

Mais imagens registadas durante o reivew

 

Características Físicas

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Fotos das câmeras do dispositivo

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Gear Live e G Watch são desmontados pelo iFixit

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Não é a primeira vez que um smartwatch com Android Wear é desmontado por algum site especializado – o pessoal do AnandTech fez isso na semana passada. Porém, não podemos deixar de registrar uma nova e mais detalhada perspectiva desses dispositivos, fornecida por um dos sites mais famosos da internet: o iFixit.

O site desmontou os dois primeiros smartwatches com Android Wear, o Samsung Gear Live (que conseguiu uma pontuação de 8 sobre 10 na sua capacidade de reparação, o que é uma ótima nota), e o LG G Watch (que obteve uma nota 9 em 10 no nível de reparação, algo ainda melhor), e apesar do seu interior não revelar nada novo sobre suas especificações, a visualização dos seus componentes internos segue sendo algo interessante para os amantes de tecnologia.

Para os mais interessados nesse processo de desmontagem, é possível conferir todo o processo de desmontagem dos dois dispositivos, acessando o post do site iFixit após a imagem abaixo (do LG G Watch). Vale a pena conferir, não só pela curiosidade pelo processo, mas pela diversão em conhecer um produto de forma mais íntima.

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Via iFixit

Review | Motorola Moto E

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O mercado de entrada de smartphones se tornou um dos mais valorizados pelos fabricantes. Finalmente é possível encontrar telefones Android com preços competitivos e configurações minimamente aceitáveis para uma boa experiência de uso. A Motorola “cantou a bola” para todos os demais, iniciando essa aposta com os modelos RAZR D1 e RAZR D3, e conseguiu se consolidar com o bem sucedido Moto G. Agora, eles tentam repetir a fórmula com o Moto E.

A Motorola deixa claro o tempo todo que o Moto E é um modelo para quem quer começar no mundo dos smartphones, ou para quem hoje tem um celular ou um “feature phone”, e pretende adquirir o seu primeiro smartphone, sem se preocupar com recursos avançados ou tarefas mirabolantes. É o modelo que muitos de nós pensaremos em presentear nossas mães e avós, ou que até pode ser o nosso segundo smartphone.

Nesse review, vamos conhecer melhor o produto, e tentar descobrir se ele pode cumprir com esse papel. Será que o Moto E pode substituir o Moto G, como alguns mais empolgados já pregam? Ou temos aqui um produto com características e público alvo diferentes do maior sucesso da história da Motorola? É o que vamos tentar descobrir nesse review.

 

Características Físicas

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O Motorola Moto E é muito mais parecido com o Moto G do que com o Moto X, e isso é natural. Mesmo assim, ele apresenta algumas diferenças visíveis, que tornam sua identificação algo possível para os mais leigos. A assinatura de design da linha Moto está lá, porém, o Moto E além de ser menor (algo que é evidente no primeiro compacto), possui uma parte traseira menos acentuada que os anteriores. Além disso, a sua parte frontal tem cantos um pouco mais arredondados, e a sua borda de tela é mais espessa.

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Sem falar na parte inferior, que possui uma barra de acabamento em tom metálico na região do microfone. Essa é a marca mais evidente do desgin do Moto E.

Esse é um dispositivo com um agarre bem agradável. Apesar de passar os últimos meses da minha vida com um smartphone com tela com mais de 5 polegadas (LG G2, 5.2 polegadas), utilizar o Moto E para as minhas atividades cotidianas foi algo prazeroso na maior parte do tempo, mesmo em um dispositivo com uma tela de 4.3 polegadas. Até porque você sempre tem a alternativa de instalar o seu teclado virtual preferido para a entrada de dados.

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Para um uso geral, o smartphone tem um tamanho razoável. O modelo é altamente favorável para ser transportado no bolso da calça. Para alguns, o Moto E pode ser um incômodo para o uso geral, ainda mais para quem já vive com um telefone com maior tamanho de tela. Não foi exatamente o meu caso. Entendo que, pensando no público alvo do produto (usuários de celulares e feature phones, ou estreantes nos smartphones), o seu tamanho é próximo do ideal para uma boa interação com o sistema Android.

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Outra particularidade desse modelo é a sua carcaça traseira, que repete a estratégia de personalização do Moto G, com uma versão “colors” (inclusive recebemos essa versão para testes, enviada pela assessoria de imprensa da Motorola). A má notícia é que, apesar das carcaças traseiras contarem com um material de boa qualidade no quesito resistência, deixam um pouco a desejar no acabamento. A tampa na cor preta continua a deixar marcas de uso, o que para mim não é algo agradável.

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Assim como nos demais modelos, a bateira do Moto E não é removível, algo que pode incomodar a alguns que temem por problemas mais sérios de travamento. Por outro lado, uma decisão interessante da Motorola foi disponibilizar todos os slots para micro SIM cards e o slot para microSD do mesmo lado do dispositivo.

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Por fim, a Motorola mais uma vez acerta na sua proposta geral do produto nos seus aspectos físicos. Um produto que não chama a atenção, agrada por já ser um design que estamos familiarizados, e muito bem construído. E, antes que eu me esqueça: para os mais preocupados em saber quando alguma nova atividade é recebida pelo dispositivo, saiba que o LED de notificações continua lá.

 

Acessórios

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Aqui, quase tudo igual aos demais. Sim, eu disse “quase”.

Além do cabo USB, do adaptador para rede elétrica, dos fones de ouvido e da documentação já tradicional em todo smartphone, temos o adaptador para TV Digital, recurso que está presente no Moto E. O adaptador é instalado na entrada para fones de ouvido, e atua como “antena” para sintonizar os canais disponíveis por sinal aéreo digital de sua cidade. É um “bônus” interessantes para um segmento de usuários que já buscava smartphones Android com o recurso de TV.

O modelo enviado pela assessoria de imprensa da Motorola Brasil é na versão “colors”. Logo, duas capas traseiras adicionais acompanham o kit de venda do produto. Para quem gosta de personalizar os seus dispositivos, ou deseja combinar o smartphone com o seu estilo, ou quer sair da mesmice do preto, é sempre uma boa pedida.

 

Tela

O Motorola Moto E possui uma tela IPS LCD de 4.3 polegadas, com resolução de 960 x 540 pixels (256 pixels por polegada). Já destaquei nesse review que o tamanho de tela pode ser adequado para uma boa experiência de uso para aqueles que ou nunca tiveram um smartphone, ou para quem está saindo dos feature phones para adotar o primeiro smartphone (se você já usa um modelo com tela maior, esquece). Agora, vamos detalhar esse e outros aspectos.

Seria dispensável dizer isso, mas por diversos motivos, temos que relembrar: dentro da sua proposta de uso, o Moto E tem uma tela razoável. Em comparativo com os seus modelos concorrentes de preço e características, a sua tela apresenta uma qualidade boa o suficiente para apresentar os elementos da interface de forma eficiente. Mas é uma tela de um smartphone de entrada. Logo, não queiram ser muito exigentes nesse quesito. Tudo aqui é em função do menor preço, com um bom desempenho.

O toque de tela do Moto E é preciso e agradável. Para quem pretende digitar suas mensagens nos comunicadores instantâneos e redes sociais, é mais do que recomendado você instalar um outro teclado virtual para facilitar a sua vida. Mas, novamente, para muitos que estavam acostumados a um teclado T9, o virtual oferecido pela Google é um grande avanço.

O nível de brilho e contraste dessa tela é bom (mais uma vez: dentro de sua proposta), e entendo que os usuários ficarão satisfeitos com os resultados apresentados no dispositivo. Na sua faixa de preço, já encontrei smartphones com telas piores. Bem piores. A do Moto E não é uma tela QHD (a grande maioria não é), mas ao menos não apresenta aquela impressão de que tudo o que você vê na tela tem aquela aparência de que está coberta por uma fina camada de areia. E não ter esse “efeito” já é uma vitória para mim.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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Quando eu recebi o Moto E, ele ainda contava com o Android 4.4.2 KitKat. Depois de dois dias de testes, ele foi automaticamente atualizado para o Android 4.4.3 KitKat, via OTA (Over The Air), dispensando o download e instalação manual de uma firmware. Uma excelente notícia para os usuários, que acabam recebendo as atualizações e correções do sistema operacional de forma mais rápida (prática essa que se tornou comum na Motorola depois da aquisição da Google).

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Sua interface repete a mesma proposta apresentada nos modelos Moto X e Moto G. Ou seja, uma interface limpa, com pouquíssimas modificações, e com uma experiência de uso muito próximo ao do Android “puro”, garantindo assim um desempenho mais limpo e funcional. Algo que é mais do que necessário para um dispositivo com as características de hardware do Moto E.

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Nesse sentido, não há muitas diferenças ou novidades em relação ao Android já visto em outros modelos da Motorola. Como não há widgets muito específicos e aplicativos adicionados apenas para promover empresas de terceiros (graças ao bom Deus), o Moto E não apresenta muitas novidades. Aqui, tudo permanece igual. E não ter novidades é algo muito positivo nesse caso.

 

Câmera

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Dizem que as aparências enganam. E no Moto E, essa regra se confirma em partes quando falamos de sua câmera. O seu sensor de 5 megapixels é um dos mais simples, e por conta disso, oferece funções limitadas para a captura de imagens, o que não deve ser considerado como um grande problema, principalmente quando levamos em consideração que é um produto voltado para os usuários de entrada e/ou os menos exigentes nesse aspecto.

Um detalhe que precisa ser destacado é que a sua tela de 4.3 polegadas (com resolução de 960 x 540 pixels) não consegue passar com grande fidelidade o resultado final das fotos capturadas. A impressão que se tem é que todas as imagens registradas ficam embaçadas ou com baixa nitidez, e a tendência é que você se decepcione com isso nas primeiras utilizações. Porém, na prática, a história é um pouco diferente.

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De forma quase surpreendente, as fotos registradas pela câmera do Moto E oferecem resultados interessantes, com boa captação de luz e cores. Comparados com modelos semelhantes, os resultados conseguem ser melhores (ou ao menos me agradam mais). É claro que não podemos comparar os resultados das imagens captadas com aqueles produzidos por sensores presentes em modelos mais completos (e mais caros). Em compensação, a câmera do Moto E entrega uma qualidade boa o suficiente para o envio dessas imagens nas redes sociais, sem passar muita vergonha com isso.

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Nas fotos registradas com baixa luminosidade ou iluminação artificial, um comportamento dentro do esperado, com imagens com com baixa nitidez e elevado ruído. Nesse aspecto, o futuro interessado no Moto E não pode se apegar muito nas aspirações fotográficas do aparelho.

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A Motorola até disponibiliza a mesma interface minimalista de câmera e os seus ajustes essenciais. Porém, pela simplicidade da proposta e do hardware presente no dispositivo, alguns desses recursos são meramente ilustrativos. A prova disso é o fato do recurso de foco através do toque estar presente no software da câmera, mas não produzir efeito nenhum no hardware do telefone, tornando esse recurso algo completamente inútil.

Vale lembrar que o Moto E não possui câmera frontal, justamente pelo objetivo de reduzir os custos finais do produto. Ou seja, se você é um amante das “selfies”, ou começa a pensar em formas criativas de tirar fotos com o sensor traseiro do dispositivo, ou esquece: esse dispositivo não foi pensado nessa modalidade de foto.

O Moto E é capaz de gravar vídeos a 480p, e mais uma vez, temos que dizer que isso é mais do que esperado para um modelo de baixo custo. É mais um recurso presente apenas “para constar”. Não exija muito dessa função nesse dispositivo.

Mais fotos registradas durante os testes a seguir.

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Games

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Outro item que o Moto E nos lembra que é um modelo de entrada, antes de qualquer coisa. Nem falo pelas características técnicas do dispositivo, que são até aceitáveis até mesmo para rodar jogos mais pesados (falo disso daqui a pouco), mas sim pela sua capacidade de armazenamento, que torna a tarefa de instalação de jogos mais pesados algo simplesmente impossível.

Com apenas 4 GB de armazenamento interno, e 2.21 GB disponíveis para o usuário, o Moto E permite que você instale os jogos mais básicos e casuais, que não contam com grande volume de dados. Fora isso, esqueça. Como os aplicativos não podem ser movidos para o cartão microSD, você fica limitado ao que o dispositivo oferece para armazenamento (quase nada).

Aliás, acho que a essa altura do campeonato você já deve saber, mas é bom lembrar isso para os mais insistentes: o Moto E é um dispositivo de entrada, para usuários com baixas ambições de uso do produto. Logo, se você realmente quer jogar no smartphone (ou realizar tarefas mais complexas), trate de investir um pouco mais para alcançar os seus objetivos. O Moto E não foi pensado nos jogos, definitivamente.

Apesar que…

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Como nosso objetivo é testar alguns limites dos produtos que aqui chegam, decidimos instalar ao menos o Real Racing 3, um dos jogos que mais exigem dos recursos de hardware de qualquer dispositivo Android. E posso dizer que, apesar dos gráficos com qualidade reduzida (para se adaptar ao conjunto técnico presente no aparelho), posso afirmar que o jogo rodou muito bem, de forma surpreendente, com boa jogabilidade e poucos engasgos.

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Sim, eu sei… é possível até rodar jogos pesados no Moto E (melhor até do que em modelos mais caros, que prometem mundos e fundos, mas por conta de uma interface Android poluída…). Mas aí você escolhe: ou usa o smartphone de forma decente, ou instala dois jogos pesados nele, e não faz mais nada.

Na minha modesta opinião, escolher a segunda opção é, no mínimo, burrice.

 

TV Digital

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Um dos diferenciais do Motorola Moto E em relação aos seus rivais (e, ao mesmo tempo, um dos itens para atrair os consumidores dentro da sua faixa de preço) é a presença do recurso de TV digital. Pelo visto, o brasileiro gosta de ver TV em qualquer lugar, e a ideia aqui é agradar esse público. Deixando de lado o fato que é uma tela pequena (4.3 polegadas), com resolução limitada (480p), podemos dizer que o recurso cumpre o que promete.

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Nos testes, a recepção do sinal foi muito boa quando utilizado em um ambiente externo, levando em consideração que eu moro em um local onde a recepção de sinal não é das melhores. E é justamente nessas condições que o recurso precisa funcionar melhor: enquanto estamos no trânsito. Poder assistir TV no celular enquanto voltamos para casa depois de um dia de trabalho é uma boa, logo, o smartphone precisa estar preparado para isso.

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O adaptador – que faz as vezes de antena – é o mesmo que já vimos em modelos como o RAZR D1. Você conecta no plug da antena, e depois, conecta a antena no smartphone, se será feliz para ver os canais digitais abertos disponíveis na sua região. E nesse sentido, pude perceber uma melhora, comparando com o RAZR D1 em sua época. Nada mais natural: o Moto E é um smartphone bem melhor do que o RAZR D1 foi em seu tempo.

Por outro lado, dentro do escritório, a TV digital do Moto E simplesmente não funcionou. Esse foi o resultado esperado por mim, pois – de novo – levei em conta a região onde vivo, e que o recurso tem mesmo que funcionar enquanto eu estiver em trânsito, ou fora de casa ou do escritório, livre dos obstáculos que impedem a melhor captação de sinal.

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Entendo que os usuários que se interessaram pelo Moto E também por conta desse recurso ficarão satisfeitos com os resultados.

 

Bateria

Mais uma vez, a linha Moto mostra que a Motorola aprendeu o segredo de como oferecer uma autonomia de bateria minimamente decente para a maioria dos usuários. O Moto E, assim como o Moto G, se demonstrou ser econômico nesse aspecto também, e isso é um ótimo ponto positivo.

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A bateria de 1.980 mAh consegue oferecer uma ótima autonomia de uso para os usuários com hábitos de uso considerados comuns (WiFi ligado o tempo todo, brilho de tela em 50%, recebimento de e-mails e notificações o tempo todo, envios de e-mails, interação com as redes sociais, alguns jogos e vídeos, etc), podendo ficar até mais de um dia longe do carregador. Como regra, quando utilizamos o dispositivo para tarefas mais complexas – ou que exigem um maior tempo de tela ativa (vídeos, jogos, etc) -, o consumo de bateria é um pouco maior.

Mas levando em consideração que muito dificilmente o usuário vai rodar aplicativos mais pesados nesse dispositivo, entendo que a grande maioria dos clientes do Moto E ficará muito satisfeita com o desempenho desse smartphone. É ótimo ver que um fabricante não só se esforça para oferecer um pouco mais de autonomia de bateria, mas também que segue no caminho certo para oferecer resultados ainda melhores.

Sem falar que o fato da interface Android ser praticamente “pura”, o que faz com que o consumo de recursos seja menor, e o gerenciamento de bateria seja algo mais eficiente. Para resumir: se você precisa de um segundo smartphone com uma autonomia de bateria para pelo menos mais de um dia de uso regular, considere o Moto E. Ele não vai te decepcionar.

Detalhe: isso tudo, com o Google Play Services consumindo a maior parte dos recursos do aparelho em boa parte do tempo.

 

Desempenho

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Dentro de sua proposta, o Motorola Moto E é bem ajustado no quesito desempenho, considerando sempre as suas restrições técnicas e características de hardware (processador Qualcomm Snapdragon 200 com CPU de 1.2GHz dual-core A7 + GPU Adreno 302 de 400MHz single-core). Para um dispositivo com tal ficha técnica, é surpreendente ver ele realizando tarefas mais complexas, como rodar bem um jogo com gráficos mais pesados.

É claro que durante o uso diário foi possível perceber pequenos lags e arrastos nas transições da interface de uso, o que é perfeitamente aceitável para um dispositivo com a sua proposta. Porém, tais sintomas foram percebidos em momentos muito raros. Na maior parte do tempo, o Moto E oferece um bom desempenho, ou algo minimamente funcional. Não é uma performance tão fluída como encontramos no Moto G e no Moto X, mas é algo melhor do que outros modelos do seu segmento, de marcas concorrentes.

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Temos também que levar em consideração que as diversas restrições técnicas adotadas pela Motorola nesse modelo contribuem para que o seu conjunto de especificações não se sacrifique tanto, e isso automaticamente se reverte para um produto mais funcional. A Motorola mais uma vez soube dosar bem a relação de forças entre estabelecer um conjunto técnico que seja competitivo para o seu público alvo, mas que ao mesmo tempo ofereça um desempenho funcional e produtivo.

 

Conclusão

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O Motorola Moto E está aprovado. Dentro de sua proposta, é uma boa aposta da Motorola para conquistar um segmento que está cada vez mais valorizado pelos fabricantes (e é o que mais pode crescer nos próximos meses em volume de vendas). Posso dizer que é um excelente substituto do muito elogiado RAZR D1, e é uma das minhas recomendações para aquele grupo que falamos no começo desse review: os marinheiros de primeira viagem no mundo dos smartphones, que querem começar sem se arriscar, sem usar recursos mirabolantes, ou que viveram a vida toda com um celular “burro”, e não querem gastar muito na entrada desse mundo novo.

É claro que alguns aspectos poderiam ser um pouco melhores (uma câmera traseira melhor, maior capacidade de armazenamento nativo, e… é tão caro assim uma câmera frontal?), mas é completamente compreensível as escolhas da Motorola nesse aspecto. Pode até ser o segundo smartphone de muita gente, na hora do sufoco (quando o seu smartphone principal apresenta algum problema mais sério, ou quando você é lesado por uma perda ou roubo). Com duas semanas de testes do Moto E, a impressão que tenho é que a Motorola mais uma vez acertou, dentro daquilo que se propôs a fazer.

 

Review em Vídeo

 

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Três números que mostram que os PCs estão voltando a crescer em vendas

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O mercado de PCs não deixou muito boas impressões no ano de 2013. Os números de vendas registraram queda de 10% e os movimentos de mercado reafirmaram em uma era pós PC, que mesmo sem saber muito bem onde vai parar, já sabemos que está em processo de consolidação.

A Microsoft já deixa claro que aposta forte no conceito do Surface, e todas as principais marcas do mercado buscam o seu espaço nesse sentido. Mas quase finalizada a primeira metade de 2014, três números mostram que a era dos PCs está em recuperação – pelo menos nas vendas -, e que isso deve acontecer por mais algum tempo.

10 bilhões de euros

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A Intel apresentou recentemente os resultados financeiros correspondentes ao segundo trimestre de 2014, e os dados foram mais positivos do que o esperado. As vendas dos norte-americanos subiram até alcançar a marca de 10 bilhões de euros. O fim do ciclo do Windows XP resultou em um aumento nas trocas de equipamentos, e as expectativas para 2014 são de crescimento de vendas de chips, algo que não acontecia desde 2011.

10% de crescimento

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Esse foi o número apresentado nos resultados do último trimestre de vendas da HP. Eles confirmaram que recuperaram as vendas em relação ao ano passado em 10% no âmbito dos equipamentos pessoais, e suas previsões para 2014 são de estabilização do segmento, especialmente ajudado pelo mercado profissional.

12 meses de margem

A consultoria Moody’s dá uma margem de tempo entre 12 e 18 meses para ver uma continuação da renovação dos equipamentos no mercado profissional, com maior lucro para as empresas.

Essa tendência foi observada também na Lenovo, que já antecipou que o mercado de PCs não estava mais registrando quedas, e que isso se corroborou nos últimos resultados da empresa chinesa, com aumento nas vendas de portáteis de 16% em relação ao ano passado, e 14% de aumento nas vendas de desktops.

Só o tempo vai dizer se essa tendência de crescimento se confirma. Particularmente, fico na torcida para que isso aconteça.

Review | LG L70 Dual (LG-D325f8)

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A disputa pelo mercado intermediário de smartphones Android está se tornando cada vez mais acirrada, com os fabricantes tentando oferecer a melhor experiência de uso possível em dispositivos com especificações mais modestas e preços reduzidos. Com a Motorola ditando as regras nesse sentido com o muito elogiado Moto G, a concorrência precisou apresentar suas opções. A LG é um desses fabricantes de olho nos movimentos da Motorola, e um dos seus lançamentos do portfólio 2014 que mais chamaram a atenção foi o LG L70 Dual (LG-D325f8).

O modelo se apresenta como uma alternativa ao Moto G, não apenas no quesito preço, mas nas funcionalidades e experiência de uso. Para isso, aposta também na oferta de um produto com especificações técnicas interessantes, mas com uma interface customizada, com os principais recursos da LG que já estão presentes em modelos mais completos.

A pergunta que fica é: seria essa aposta o suficiente para superar a objetividade do Moto G? Mais: os recursos da LG são argumentos suficientes para que o consumidor troque a experiência de uso da Motorola para escolher a sua? Vamos tentar responder essa e outras perguntas nesse review.

Características Físicas

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O LG L70 Dual é um smartphone com linhas simples, dentro do que se espera de um dispositivo de linha média. Possui detalhes metálicos nas suas laterais, assim como uma tampa traseira com material plástico em relevo, o que favorece um pouco no agarre do dispositivo, evitando que o mesmo fique escorregando nas mãos. Durante os testes, foi possível notar que esse smartphone é muito confortável para o uso diário, e sua espessura é muito boa para o transporte no bolso.

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Um dos principais diferenciais desse smartphone para outros modelos de sua faixa de preço – e é uma das assinaturas da LG em seus dispositivos de linha média – é a presença do botão dedicado para as funções do dual SIM. Um pressionar mais longo nesse botão, e pronto: a tela com acesso direto aos recursos de gerenciamento dos chips das operadoras aparece, onde é possível comandar os recursos mais básicos das linhas ativas no dispositivo.

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Sua tampa traseira removível segue aquela “regra” não muito bem vinda de oferecer pequenas linguetas para travar essa tampa no corpo do dispositivo. Ou seja, a recomendação de cuidados ao retirar a tampa para acessar os componentes internos do smartphone (bateria, slots para SIM cards e slot para microSD) deve ser repetida aqui. E, nesse aspecto, fazendo um comparativo breve com o Moto G, o modelo da Motorola sai em vantagem, pois possui uma tampa traseira com um acabamento mais resistente.

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Em compensação, o LG L70 Dual possui uma bateria removível (o Moto G não), algo que é sempre bem vindo em um eventual fim da vida útil da bateria (permitindo a troca da mesma sem a intervenção de uma assistência técnica), sem falar na possibilidade de resolver eventuais problemas de travamento do sistema operacional de forma direta e eficiente (retirando a bateria do dispositivo).

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Por fim, o seu design até lembra de forma distante os modelos mais completos da LG, com cantos arredondados e poucos detalhes físicos na parte frontal do aparelho. No máximo o logo da LG e os botões de comando do Android – com destaque para o botão impresso para a troca de SIM cards.

Mais imagens do produto a seguir.

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Acessórios

O smartphone da LG oferece os itens mais básicos que um dispositivo com suas características deve ter, como bateria, carregador, cabo USB, fones de ouvido e manuais. Nesse aspecto, o usuário vai receber tudo o que precisa para utilizar de forma plena o dispositivo, assim que o mesmo chegar em sua residência.

Como já era de se esperar, os fones de ouvido do LG L70 Dual são dos mais simples, oferecendo as funções de comunicação consideradas essenciais (com um botão para recebimento de chamadas), mas com qualidade de áudio apenas regular, dentro do aceitável para você se comunicar com os seus contatos por voz. Para quem gosta de ouvir músicas, é melhor pensar em um fone mais completo, ou aquele seu acessório preferido para as longas audições musicais.

Tela

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O LG L70 Dual possui uma tela IPS de 4.5 polegadas WVGA (480 x 80 pixels, 16.5 milhões de cores). É uma tela de qualidade inferior aos seus principais concorrentes (o Moto G possui uma tela HD, por exemplo), mas isso não quer dizer que estamos diante de uma tela de baixa qualidade. É uma tela competente e condizente para a sua proposta de preço, oferecendo uma boa qualidade final de cores e brilho.

É uma tela ajustada para um dispositivo de linha média. Nem é possível se exigir mais do que isso de um produto que prioriza mais o valor final do que as especificações mais avançadas. Ao mesmo tempo, é uma tela que pode oferecer uma experiência satisfatória para a maioria dos usuários que buscam um dispositivo com essas características.

A boa notícia é que a sensibilidade ao toque dessa tela é boa o suficiente para que o L70 Dual receba as funcionalidades características da LG com os mesmos resultados eficientes já presentes nos modelos top de linha. Recursos como o toque duplo na tela, o Knock On e o Knock Code funcionam sem problemas, e para a maioria das atividades realizadas, essa tela vai desempenhar bem o seu papel.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

O smartphone da LG conta com o sistema operacional Android 4.4.2 KitKat, com a presença da interface customizada da LG. A experiência de uso do L70 Dual é muito próxima daquela que os usuários vai encontrar nos modelos mais avançados da empresa, o que acaba sendo um ponto positivo para os usuários que já estão acostumados com os dispositivos da LG.

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Recursos como Quick Memo, QSlide, toque duplo na tela (para bloqueio e desbloqueio), Knock On e Knock Code estão presentes nesse dispositivo, assim como a disposição de ícones e menus, o que reforça essa proposta de experiência universal entre os modelos da LG. Porém, sempre existe a possibilidade daquele usuário escolher a sua launcher preferida, para aproximar essa experiência de uso daquela que a Google considera a ideal. A opção é sempre do usuário.

Outros recursos inteligentes e exclusivos da LG também estão presentes no L70 Dual, como por exemplo o Capture Plus, Clip Tray e Fast Snapshot, que não só ampliam o leque de funcionalidades do smartphone, mas reduz as distâncias de experiência de uso entre um modelo mais simples com os dispositivos mais avançados da empresa.

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De qualquer forma, posso afirmar que durante os testes, o dispositivo se comportou muito bem, com alguns leves engasgos detectados após a execução de um aplicativo mais pesado. Mesmo assim, esse comportamento apareceu em momentos pontuais, quando algum aplicativo mais pesado era encerrado, ou quando se alternava entre dois aplicativos mais pesados. Mas de um modo geral, a experiência de uso é consistente na maior parte do tempo.

Qualidade de Áudio e Chamadas

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Nesse aspecto, o LG L70 Dual me lembra que é um dispositivo de linha média. A qualidade de áudio do smartphone durante as chamadas é apenas mediana, permitindo que se ouça a pessoa do outro lado da linha na maiorias das situações e ambientes. Porém,  não é um áudio muito claro. O som fica abafado, e em alguns momentos, pouco compreensível, principalmente quando algum ruído externo mais forte se faz presente.

O mesmo efeito temos quando utilizamos o dispositivo para chamadas em viva voz. O alto-falantes localizado na parte inferior do telefone tem um volume médio, que deixa as chamadas audíveis em ambientes silenciosos, mas não quando utilizamos durante o deslocamento dentro do carro.

O smartphone possui um sistema de Dual SIM stand-by, além de uma tecla dedicada no corpo do dispositivo para a troca rápida dos SIM cards. Se tiver apenas um SIM inserido no smartphone, essa função fica desabilitada. A própria interface do dispositivo indica qual é a linha que está como preferencial para as principais atividades (chamadas, mensagens, etc).

De um modo geral, tudo funcionou como o esperado, sem apresentar conflitos ou dificuldades entre as duas linhas.

Câmera

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O LG L70 Dual possui uma câmera traseira de 8 megapixels, e como já era de se esperar, é uma típica câmera de um smartphone de linha média. Ou seja, não podemos esperar muito dessa câmera para aspirações mais ambiciosas. Esse sensor traseiro é bom o suficiente para registrar imagens casuais, em ambientes externos ou com boa luminosidade, mas nada além disso. Não dá para pensar em um uso que vai além do envio e compartilhamento das imagens para as redes sociais.

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De positivo, a interface de uso da câmera tradicional da LG, que já está presente nos modelos mais avançados da empresa, estão presentes nesse modelo mais básico. Obviamente, nem todos os recursos avançados de imagem estão disponíveis, mas os principais ajustes e modos de cena estão presentes, visando otimizar as fotos capturadas por esse sensor.

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O mesmo podemos dizer da câmera frontal. O sensor de 1.3 MP é suficiente para videochamadas na resolução VGA, e para selfies em baixa resolução de imagem. E não pense em nada além disso. É um dos itens que podemos dizer que “está lá para constar”.

A seguir, algumas imagens capturadas durante o período de testes.

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Games

Por contar com apenas 1.5 GB livres de espaço para armazenamento, o LG L70 Dual não é o dispositivo mais recomendado para jogos. Aliás, definitivamente, não é o smartphone para quem quer rodar jogos. E não é tanto por conta das suas especificações de hardware, pois nesse aspecto, ele tem o suficiente para rodar – e bem – até mesmo os jogos mais pesados. O problema se centra todo no armazenamento do dispositivo.

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Jogos com mais de 1 GB de armazenamento (como são os casos de Real Racing 3 e Iron Man 3) são praticamente impossíveis de serem instalados. Vale lembrar que, mesmo na remota possibilidade de transferir a instalação desses jogos para o cartão microSD (algo que não é possível), os arquivos temporários desse e de outros aplicativos fazem com que o espaço disponível para arquivos de usuário se esgote rapidamente.

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Independente disso, os poucos jogos que testamos rodaram  muito bem no dispositivo. Talvez alguns poucos jogos casuais podem ser instalados sem problemas. Mas se você é um usuário que tem como uma das prioridades ter algum entretenimento no smartphone para aquelas horas de ócio, pode começar a pensar em outro dispositivo. O LG L70 Dual não foi feito para você.

Bateria

Durante o período de testes, o LG L70 Dual se comportou dentro do esperado para um dispositivo do seu porte. Combinando o tamanho de sua tela, as especificações de hardware e o fato de ser um dispositivo dual SIM card, sua bateria de 2.070 mAh consegue dar conta do recado, ou pelo menos permite que o dispositivo funcione por um dia inteiro de uso moderado.

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Como vem sendo uma regra nos dispositivos mais recentes, quando o L70 Dual foi utilizado para tarefas que exigem um uso maior dos recursos de hardware, ou um tempo maior de tela ativa (principalmente em jogos), o consumo de bateria foi naturalmente maior. Mas volto a enfatizar que essa é uma característica comum em dispositivos desse porte (apesar de esperar que no futuro isso mude).

Desempenho

Uma das boas notícias do LG L70 Dual é que mesmo sendo um dispositivo de linha média, com um hardware mais restrito, o seu desempenho é bem satisfatório, principalmente se levarmos em consideração a sua interface altamente customizada. Dito isso, o smartphone teve um desempenho limpo e fluído na maior parte do tempo, com poucos travamentos e arrastos (como já disse antes, só percebi leves travamentos quando alternei entre aplicativos mais pesados).

Entendo que pelo valor cobrado pelo dispositivo, e para a proposta geral que o smartphone possui – pensando sempre no seu público alvo -, o resultado final de desempenho entregue pelo LG L70 Dual é realmente muito bom. Particularmente, me agrada e muito ver como a LG está acertando nesse aspecto com os seus últimos dispositivos. Sem falar que a empresa ainda consegue equilibrar uma elevada customização de interface, a adição de alguns recursos exclusivos que também estão presentes nos modelos top de linha da empresa, e tudo isso em um hardware mais modesto.

Por outro lado, talvez o principal ponto negativo desse modelo da LG está na sua capacidade de armazenamento. Apesar de contar com um slot para cartões microSD de até 32 GB (o que ajuda e muito na hora de armazenar arquivos pessoais, fotos e músicas), os 4 GB de armazenamento nativo presentes no dispositivo são insuficientes para quem quer ter muitos aplicativos instalados no smartphone.

A questão se torna mais crítica quando constatamos que apenas a ROM da LG ocupa 2.5 GB desse armazenamento, deixando apenas 1.5 GB livres para a instalação de apps. Logo, o dispositivo pode até desempenhar bem as suas atividades, mesmo com alguns apps um pouco mais complexos. O problema é que ele mal pode receber aplicativos de grande volume (principalmente os jogos), pois temos pouco espaço disponível para eles.

Conclusão

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O LG L70 Dual está aprovado. É um bom competidor dentro dos modelos de linha média no mercado nacional. Oferece alternativas interessantes de funcionalidades exclusivas, que podem chamar a atenção dos usuários que querem fugir da mesmice oferecida pelos demais fabricantes, ou para quem já está acostumado com a experiência de uso oferecida pela LG.

Entendo que algumas características do L70 Dual poderiam ser um pouco melhores para que ele pudesse ser ainda mais eficiente e competitivo no mercado. Por exemplo, uma capacidade maior de armazenamento (apesar de contar com slot para microSD, 1.5 GB é muito pouco para a instalação de apps), uma tela com uma resolução um pouco melhor e uma interface não tão intrusiva impedem que esse smartphone seja ainda melhor do que se propõe.

Mesmo assim, é um dispositivo bem interessante, que deve encontrar o seu público sem muitas dificuldades.

Review em Vídeo


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Review Comparativo | LG G2 vs LG G Flex

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Eu tive a chance de testar o LG G2 no final do ano passado, e considerei o modelo um dos melhores de 2013. Já o LG G Flex eu testei em abril desse ano, e considerei um excelente “phablet” (sim, eu sei que tem gente que odeia esse termo…). Na época que ainda estava com o G Flex em testes, eu aproveitei a oportunidade para registrar um breve comparativo dos dois modelos, e nesse post, compartilho com vocês a minha experiência com esses dispositivos.

Apesar de demorar um pouco mais do que o desejado para colocar esse comparativo no ar, entendo que ele ainda é válido, uma vez que as informações ainda não perderam a sua validade. Além disso, a abordagem dada para esse comparativo é bem mais conceitual do que técnico, ou seja, o destaque desse comparativo é na proposta geral dos dois produtos, com o objetivo de oferecer ao leitor uma perspectiva que mostre qual produto é indicado para diferentes perfis de usuários.

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No tamanho, a diferença entre o G2 e o G Flex é perceptível. E muito. Quando você pensa que as 5.2 polegadas do LG G2 são elevadas (e acredite: muita gente entende que o G2 é grande demais – não tiro a razão de quem pensa assim), vem o G Flex e suas 6 polegadas, e mostra que tudo pode ser ainda maior. A diferença é notável, não só no bolso do usuário, mas principalmente no seu agarre.

Segurar o LG G2, para mim, é algo bem confortável – até porque minhas mãos são grandes. O G Flex se tornou um pouco incômodo para a sustentação com uma única mão, porém, a curva do design ajuda na ergonomia, o que acaba compensando um bocado, caso a sua utilização seja um pouco mais longa. Se o design do G Flex fosse pensado em uma tela reta, talvez ele não fosse tão prazeroso na utilização diária.

Aliás, é sempre bom lembrar que essas tais 6 polegadas do G Flex é apenas uma polegada menor do que a maioria dos tablets de entrada do mercado (com tela de 7 polegadas). Apenas para tornar essa perspectiva mais explícita para os usuários, registrei algumas fotos do LG G2 com o LG G Flex e com o LG G Pad, que possui uma tela de 8.3 polegadas. Apenas para que seja feita uma ideia mais clara do quão grande o G Flex é.

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Em resumo: de pequeno, o LG G Flex não tem nada.

Tá, é possível tornar essa perspectiva ainda mais objetiva. Vamos tirar o LG G2 do comparativo por alguns instantes, e colocar o G Flex e o G Pad lado a lado.

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É possível melhorar ainda mais essa perspectiva comparativa.

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Logo, se você pensa em gastar um pouco mais de dinheiro para ter um smartphone com dimensões próximas ao tablet, até mesmo para evitar ter dois dispositivos com telas com tamanhos relativamente próximos, o LG G Flex pode ser a sua escolha. Afinal de contas, com um smartphone com uma tela desse tamanho, para quê ter um tablet em casa, não é mesmo?

Trazendo o LG G2 de volta para esse comparativo…

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Outra diferença visível entre os dois modelos está na tela. Não no tamanho, algo que já foi exaustivamente abordado, mas sim, na qualidade das duas telas.

Pelas diferenças dos materiais adotados nos dois modelos, é possível perceber claramente como a tela do LG G2 possui uma qualidade melhor, não apenas na resolução (Full HD do LG G2, contra HD do LG G Flex), mas principalmente na coloração das telas. As imagens em branco no LG G2 oferecem um tom mais próximo do ideal, com maior contraste e definição dos tons escuros do que o G Flex.

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Para a maioria dos usuários, essa diferença não é algo que chega a incomodar, ou sequer será percebida, e nem mesmo podemos dizer que existe uma grande desvantagem para a tela do G Flex. Porém, para os mais atentos/exigentes, é uma diferença que pode ser algo considerável na hora da compra.

Aqui, temos uma espécie de “Escolha de Sofia”: escolher uma tela menor, com maior resolução e melhor exibição de cores e contraste de imagem (LG G2), ou optar por uma tela maior, com resolução menor, e uma qualidade de imagem levemente inferior (LG G Flex)? Entendo que a resposta ideal vai de acordo com os objetivos de cada um, com cada dispositivo a escolher.

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Sobre o sistema operacional e a interface de usuário, não temos grandes mudanças ou diferenças. Os dois modelos recebem o a mesma interface altamente customizada pela LG, o que resulta nas mesmas características para a imensa maioria de ações com os dois modelos. Logo, você usa os dois dispositivos da mesma forma, e as diferenças de funcionalidade são mínimas.

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Em termos de desempenho, os dois smartphones trabalham de forma muito próxima. Desde os testes, o LG G2 recebeu algumas atualizações (inclusive para o Android 4.4.2 KitKat), o que fez com que o smartphone ficasse mais ágil e com desempenho mais ajustado ao seu poderoso hardware, melhorando sensivelmente o seu desempenho em relação ao primeiro uso do dispositivo.

Porém, antes desse update, o LG G Flex levava alguma vantagem, por oferecer uma experiência de uso mais limpa. Mas entendo que, com o passar do tempo – e com os updates – essas diferenças de performance passam a ser menores, fazendo com que esse fator não se torne tão relevante assim para a maioria dos usuários.

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As câmeras dos dispositivos também apresentam algumas diferenças perceptíveis. Em linhas gerais, a câmera do LG G2 me agradou mais na época dos testes, e com a atualização para o Android 4.4.2 KitKat, ela ficou um pouco melhor. A câmera do G Flex, apesar de contar com um sensor de capacidade próxima ao do G2, apresentou resultados finais de captura de imagem levemente inferiores na maioria dos testes.

Mais uma vez, temos um item onde a decisão final pode variar de usuário para usuário. Se a câmera não for um fator importante, onde o que realmente importa é um maior tamanho de tela – com um formato diferenciado, não será o sensor do LG G Flex que vai impedir a sua compra.

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Aliás, outra diferença evidente está no formato dos dois dispositivos. A tela curva do G Flex não só oferece um design diferenciado – o que sempre chama a atenção de muitos potenciais compradores -, mas também uma sensação de maior imersão na hora de visualizar vídeos, mesmo com uma resolução inferior ao do G2.

Além disso, o formato curvo realmente faz a diferença na hora de segurar o smartphone. Pode não fazer tanta diferença na qualidade de áudio das conversas por voz, mas faz todo o sentido na hora de segurar o smartphone para essas chamadas, e até mesmo ao sustentar o aparelho para uso. O produto fica mais confortável nas mãos, compensando um pouco o seu tamanho avantajado, que pode ser um motivo real para afastar alguns usuários de sua proposta.

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Fora isso, a última grande diferença entre os dois modelos é a presença do material regenerativo na parte traseira do LG G Flex, o que pode fazer a diferença para aqueles usuários que naturalmente querem ter o seu smartphone devidamente protegido dos pequenos incidentes do dia a dia, ou das possibilidades de riscos e arranhões naturais do cotidiano. Vi esse recurso em ação na LG Digital Experience, e se ele não elimina os arranhões por completo (algo que é um pouco impossível para qualquer smartphone), pelo menos reduz e muito as chances dos riscos se tornarem mais evidentes, desvalorizando o produto que você tem nas mãos.

Para concluir, são dois smartphones com propostas diferentes. Ambos são modelos considerados tops de linha, onde o LG G2 possui uma proposta mais sóbria, e – pelo menos depois de mais de seis meses de lançamento, e o com o LG G3 já anunciado – um preço consideravelmente menor que o LG G Flex.

Para quem é mais geek, e quer ter um smartphone com uma ótima tela, especificações técnicas bem completas e um desempenho de alta qualidade, o LG G2 é uma das melhores escolhas que você pode fazer em 2014. Se você prefere um smartphone com tamanho de tablet, especificações igualmente competentes, mas um design único e inovador, o LG G Flex é a sua alternativa.

Um modelo não desabona o outro, mas é fundamental que cada um saiba qual é a melhor opção para você. Em muitos casos, a relação custo/benefício pode passar pela possibilidade de ficar apenas com um dispositivo para fazer tudo. Já outros querem ter um gadget de cada vez, com necessidades mais específicas, e com uma mobilidade mais “discreta”. A resposta sempre vai variar de usuário para usuário.

 

Review: Razer Deathstalker Ultimate Gaming Keyboard

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Mais um produto em análise no TargetHD. E mais um produto pensado nos gamers de plantão. Dessa vez, a assessoria da Razer enviou o Deathstalker Ultimate, um teclado pensado prioritariamente nos jogadores convictos, com ajustes e recursos específicos para quem quer levar mais a sério a atividade de jogar por horas e horas diante do computador. Mas isso não quer dizer que não podemos aproveitar o periférico para um uso mais comum e casual.

Nesse review, testamos o acessório nessas duas frentes, sempre pensando em passar para o leitor uma impressão mais descritiva da experiência geral do produto para as diferentes atividades. Com tantos diferenciais, o produto da Razer pode ser o acessório definitivo para o usuário mais versátil? Será que ter tantas opções disponíveis é vantagem mesmo? Ou há algum excesso de funcionalidades que poderiam ser deixadas de lado?

É o que vamos tentar descobrir nesse review.

Características

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A primeira impressão que temos do Razer Deathstalker quando olhamos para o produto pela primeira vez é que ele pode ser grande demais para o espaço de uso. De fato, por ser um teclado mais que completo (oferecendo teclas adicionais para comandos específicos, e uma tela multiuso – que falaremos dela mais adiante), ele naturalmente possui dimensões maiores do que a grande maioria dos teclados convencionais. Mais que esperado.

Logo, certifique-se que a mesa/bancada que vai receber o acessório vai suportar o seu tamanho. Caso contrário, você vai sofrer um pouco com a falta de espaço e organização para jogar.

Deixando isso de lado, o Deathstalker Ultimate é mais uma vez a prova que a Razer sabe como construir um acessório pensado nos gamers. Todo o conjunto técnico é muito bem construído, sem peças móveis ou pontos de emenda. Tudo muito bem acondicionado e selado em uma carcaça de plástico de excelente qualidade. A impressão que tive é que mesmo os gamers mais “empolgados” (ou agressivos, entendam como quiser) terão um certo trabalho para danificar o produto fisicamente.

As suas teclas devem atender bem as exigências do seu público alvo. Com uma altura boa para acionamento (o que é o mínimo que se pede de um teclado mecânico), ele oferece uma resistência média de acionamento satisfatória, o que resulta em uma experiência de jogabilidade e uso prático para outras atividades interessante. Vale lembrar que testei o teclado também com as atividades de digitação de textos, e tirando a natural diferença de distância das teclas (algo que todos passam quando migram de um teclado para outro), a experiência de uso foi muito boa.

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Outro diferencial do produto da Razer é a presença das 10 teclas personalizáveis, que não só podem ser configuradas para ações específicas do jogo em execução (inclusive com o modo de ações múltiplas, oferecendo uma vantagem clara em determinados títulos), mas também para acessar de forma rápida programas e aplicativos do sistema operacional, como navegador de internet, feeds de redes sociais, YouTube, entre outras atividades. Tal característica reforça a ideia de versatilidade que o produto se propõe a ter.

Sem falar que, por conta do serviço Synapsis 2.0 da Razer, o usuário pode enviar todas as configurações feitas no teclado em uma nuvem de dados, e caso necessite utilizá-las em outro computador, pode simplesmente carregá-las, sem maiores dificuldades. Talvez esse é o grande diferencial dos acessórios da Razer: você pode utilizá-los do seu jeito, com os seus ajustes, na hora que você quiser, e de qualquer lugar do planeta.

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Por fim, a sua pequena tela multiuso. Essa tela atua como complemento na interação do usuário em diferentes níveis, desde um simples ponteiro para o cursor do Windows (dispensando – em partes – o uso do mouse) até para exibir informações relativas ao jogo em execução, ou até mesmo para interagir com o game, como um botão adicional de comando, um cursor de movimento, ou outras ações de interação.

Por ser um dispositivo de entrada e saída de dados, ele pode ser uma mão na roda para quem já está acostumado a trabalhar em modo multitarefa, ou até mesmo para quem quer resolver o problema de espaço na bancada de uso que falei no começo desse post. Se bem que, no meu entendimento, a melhor forma de utilizar esse recurso é para a visualização de informações e interação com os recursos e ajustes do jogo (de acordo com o título), não dispensando assim o uso do mouse para interações complementares.

O produto em funcionamento

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De um modo geral, os testes realizados com o Razer Deathstalker Ultimate foram muito positivos. Como já relatei nesse post, a experiência de uso com os testes práticos em alguns jogos (mais uma vez, informo que jogos no PC não são o meu forte; prefiro os consoles e a interação com os joysticks convencionais) como aqueles que envolviam minhas atividades diárias do blog (basicamente a digitação e edição de textos) foram realizadas sem maiores dificuldades.

Talvez o desafio aqui está em aprender todos os recursos que o teclado possui, e extrair os benefícios dessas funcionalidades. Entendo que a curva de aprendizado vai variar de pessoa para pessoa, e que é altamente recomendado que você dedique um tempo com o produto para extrair todo o seu potencial. A tendência de pegar um produto, conectar no computador e sair utilizando, sem estudar o mínimo de suas funcionalidades não se aplica aqui. Os detalhes que a Razer oferece nos seus recursos merecem o mínimo de estudo.

É difícil traçar um paralelo desse modelo com os seus concorrentes. Até porque os concorrentes não mandaram produtos para testes para o blog. Logo, posso dizer que, pelo menos conceitualmente, a proposta da Razer é bem interessante. Pelo menos apresenta alguns diferenciais que pode chamar a atenção para o seu público alvo.

Conclusão

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Como produto, o Razer Deathstalker Ultimate está aprovado. É mais uma prova que a Razer é uma marca que oferece uma qualidade superior nos acessórios pensados nos gamers, indo um pouco além de uma oferta de produto que é resistente na sua construção ou agressivo no seu design. Suas principais características técnicas e de funcionalidade podem se converter em uma opção muito interessante para os gamers de diferentes categorias.

Porém, é um produto que que está bem fechado para o seu nicho de mercado. Apesar de entender que ele poderia ser um interessante acessório para quem busca a dita produtividade em diferentes atividades no computador, também é fato que é justamente esses diferentes perfis de usuários que pode tornar o produto não tão vantajoso para um uso mais convencional.

Para aqueles que estão acostumados com a mobilidade dos notebooks e ultrabooks, e por consequência com os seus teclados reduzidos, a curva de aprendizado que esse produto necessita pode incomodar – ainda mais com o fato que quem é produtivo não pode perder tempo no dia a dia reaprendendo a digitar no teclado. Além disso, até mesmo no caso dos usuários dos desktops, com usuários que trabalham com edição em geral (fotos, vídeos, música, etc), ele só é recomendado para aqueles que conseguem combinar as atividades de trabalho com os momentos de lazer com os jogos.

De qualquer forma, mesmo com tais observações, é um produto que deve ser visto com atenção. Se estiver disposto a pagar o valor cobrado por ele, pode ser uma compra que você deve considerar no produto. Ainda mais se o seu vício nos games sempre falar mais alto.

TargetHD Podcast | 211 | Apple vs Samsung, Nokia no preju, Atari e BASIC

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Nesta edição:

Game Boy completou 25 anos de vida
OnePlus One é oficial
– Marco Civil da Internet agora é lei
Samsung, ninguém suporta os seus bloatwares
Fim da dominância do iPad?
Nasce a Microsoft Mobile
– Fim da Nokia
Nokia “Superman”?
Nokia perde 326 milhões de euros antes de sua fusão com a Microsoft
Strategy Analytics: Samsung perde cota de mercado de smartphones pela primeira vez em quatro anos
União Europeia quer acabar com a “guerra de patentes” na telefonia móvel
Rumor: Google pode abandonar a marca Nexus, e lançar a Silver, nova linha de smartphones premium
Stephen Elop vai embolsar US$ 33 milhões com a venda da Nokia para a Microsoft
Os cartuchos da Atari encontrados no Novo México
Vulnerabilidade do Internet Explorer (já resolvida pela Microsoft)
O amor dos norte-americanos pelo iPhone já não é tão intenso como antes…
10 PRINT “Feliz aniversário de 50 anos, BASIC”; 20 GOTO 10
IDC: Samsung reduz vantagem da Apple em um mercado de tablets que cresce mais devagar
Estudo indica que custo dos materiais do Google Glass é de apenas US$ 80
Apple e Samsung consideradas violadoras de patentes

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Review | Razer Orbweaver Mechanical Gaming Keypad

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De tempos em tempos, recebemos aqui no TargetHD produtos que fogem da regra da mobilidade (smartphones, tablets, notebooks, etc), e que se voltam mais para o lado dos acessórios. Nesse caso em especial, estamos falando diretamente para os gamers. O Razer Orbweaver é um teclado mecânico pensado nos jogadores profissionais e naqueles amadores que querem ter uma performance um pouco acima da média.

Apesar de não ser um gamer visceral (me divirto mais com o Xbox 360 e o PlayStation 3 nos finais de semana), recebi o produto para testes, e passo minhas impressões gerais. Não só para descobrir se ele pode efetivamente melhorar a vida daqueles que passam horas jogando, como eventualmente aumentar a produtividade daqueles que usam o computador para trabalhar. Sim, isso mesmo. Por que não?

Características

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A primeira vez que vi o produto ao vivo, eu poderia jurar que era um mouse com vários botões. Explico: assim como os demais produtos da Razer que já testamos, o Orbiweaver se destaca pelo design diferenciado e a grande quantidade de botões. Como esse teclado está em um formato compacto e cheio de teclas, não é nenhum absurdo pensar a mesma coisa desse acessório. Porém, estamos sim diante de um teclado compacto, com um formato que lembra um produto criado em outro planeta.

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Alguns aspectos de sua construção também merecem ser destacados. Para chegar aos resultados desejados no que se refere à ergonomia do produto, a Razer adicionou um pequeno apêndice para integrar os botões laterais, a partir do corpo principal do teclado. E nesse ponto, vemos a qualidade geral de construção do produto, onde todo o conjunto é bem encaixado, com vários parafusos segurando tudo. Ou seja, a resistência do acessório não pode ser questionada.

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Aliás, todo o produto é muito bem construído, e isso é perceptível com o contato físico com o mesmo. Seguindo a sua própria tradição, a Razer fez um trabalho excepcional ao entregar um acessório que não possui partes móveis, com um conjunto bem ajustado e implementado, e com um design complexo e bem pensado para os seus propósitos. Observe as pequenas tiras emborrachadas, que evitam que o teclado fique escorregando em uma superfície mais lisa.

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Mais um diferencial do produto: os seus botões laterais. Imaginando que o modelo pode ser utilizado também com jogos de tiro e ação, acaba sendo muito mais prático inserir um botão na lateral do acessório, permitindo assim que o jogador rapidamente acione o botão de ação (e mais algum outro comando que assim desejar) de forma prática, através do polegar da mão esquerda.

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Nesse sentido, temos um ponto positivo e outro negativo a destacar. A boa notícia é que a ergonomia geral do produto é muito boa. Os seus dedos ficam posicionados na posição que precisam estar, e os dedos que você normalmente utiliza para acionar as teclas no teclado tradicional são os mesmos que utilizamos aqui no Razer Orbweaver. Como bônus, você tem o já citado polegar para os comandos de tiro/ação. Logo, aqueles que se esmerarem em utilizar o acessório mais a sério, saberá tirar muitas vantagens dessa praticidade durante as partidas.

A má notícia é que, da forma como o acessório foi concebido, ele só tem a sua funcionalidade prática aplicada para os gamers que utilizam os botões de controle com a mão esquerda. Eventualmente, se alguém (ou algum canhoto), quiser direcionar os seus jogos com a mão direita, ele terá uma maior dificuldade para alcançar uma performance satisfatória. Imagino que a maioria dos gamers usam mesmo a mão direita para jogar, independente do fato de ser destro ou canhoto. Mesmo assim, nunca é demais ter várias alternativas de um mesmo acessório.

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De qualquer forma, o conjunto geral da proposta chama a atenção positivamente. É um produto que consegue alcançar os seus objetivos conceituais. Sem falar que é um acessório que chama a atenção pelo seu design agressivo e ótima ergonomia. Resta saber se a performance dele é tão boa quanto parece.

O produto em funcionamento

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O teclado Razer Orbweaver é altamente configurável, com suas 20 teclas programáveis, que podem se ajustar de acordo com a necessidade do gamer e do perfil do jogo. Para os jogos de ação, tais recursos são bem vindos, pois o usuário pode combinar as teclas de comando com as ações do mouse. Para os gamers de jogos de estratégia, mais ainda, pois a lista de combinações de teclas é praticamente infinita. E sempre atendendo ao gosto e necessidades do jogador.

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A retro-iluminação das teclas é algo que é mais do que bem vindo. É necessário. Levando em conta que o ambiente que os gamers praticam a sua jogatina é, na maioria dos casos, escuro (ou à noite/madrugada, ou em lan houses, ou em arenas de competição profissional), por mais que o jogador mais experiente naturalmente decore o mapa das teclas do jogo, é fundamental ter ao menos uma noção do que você está fazendo, e de quais teclas são acionadas. Isso melhora consideravelmente a performance durante as partidas.

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O acionamento das teclas também é outro ponto a ser elogiado. Não só pelo fato de ser um teclado para gamers, mas por ser um teclado mecânico, algo que é fundamental para essa prática. Todo o acionamento é preciso, onde você não vai fazer maiores esforços para ativar os comandos. No caso dos botões laterais, encontrei uma certa resistência em seu acionamento, um pouco maior do que seria em um mouse. Mas talvez isso aconteça por conta da tal “curva de aprendizado” do produto. Algo que todos vão passar, independente do nível de experiência em jogos.

Por falar nessa curva de aprendizado, ela vai variar de acordo com o nível de experiência do usuário. Alguns vão considerar esse tipo de teclado algo complexo demais para oferecer uma resposta produtiva com os jogos. Já outros vão entender que o acessório é uma mão na roda, oferecendo vantagens consideráveis quando é necessário tomar decisões mais rápidas. Tudo vai depender do feeling do usuário com o produto.

Apenas como parâmetro: como eu disse no começo do review, eu não me vejo como um gamer experiente, principalmente no caso dos jogos de computador. Porém, entendo que minha experiência com o produto foi satisfatória, ou pelo menos interessante. Não só foi relativamente simples compreender o sistema de mapeamento de teclas do acessório (que, lembrando sempre, é algo personalizável), mas também porque o produto pode ser utilizado com outras finalidades.

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Para quem não sabe, o Razer Orbweaver pode ser usado também como teclado convencional, inserindo caracteres em editores de texto, acionando comandos específicos em aplicativos de edição de áudio e vídeo, e até interagindo com o seu navegador de internet. É claro que não vai substituir o seu teclado QWERTY tradicional na maior parte do tempo, principalmente se você produz conteúdos em texto. Porém, se você for criativo, você pode otimizar algumas tarefas específicas com esse acessório, o que é algo sempre bem vindo para os criativos, ou para aqueles que precisam ganhar tempo nas suas tarefas.

Conclusão

O Razer Orbweaver está aprovado, mas é um produto de nicho. Só recomendo o seu investimento para quem realmente pretende levar o seu ofício de games bem a sério, ou para os jogadores casuais que fazem questão de se aventurar com o acessório, buscando uma experiência diferenciada na hora de rodar os seus games no computador. A maioria dos meros mortais não é o público alvo desse produto, ainda mais levando em consideração o seu preço (encontrei o produto no Brasil a R$ 699). Mas isso não quer dizer que o mesmo mereça ser depreciado. Pelo contrário.

Mais uma vez, a Razer faz um ótimo trabalho em entregar um produto pensado em um público específico, atendendo as suas exigências e necessidades. Para quem vai investir nessa proposta, e é criativo o suficiente para dar um bom uso ao produto, o investimento pode valer muito a pena. Tudo é uma questão de perspectiva pessoal.

Mais fotos registradas durante os testes a seguir.

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Review | Asus Fonepad 7

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O mercado de tablets segue com o seu embate frenético, buscando conquistar o consumidor com alguns aspectos considerados essenciais: tamanho, preço, conectividade, design, recursos, entre outros. Com uma competição acirrada entre os fabricantes, e diferentes opções de produtos e preços, analisar em detalhes as diferentes opções disponíveis em nosso mercado pode ser um grande negócio para o consumidor. E o TargetHD, como sempre, decide te dar uma mãozinha, apresentando o review do tablet Asus Fonepad 7.

A assessoria de imprensa da Asus no Brasil enviou para testes uma unidade do produto, que chega com a missão de buscar a sua fatia do mercado, oferecendo dois interessantes diferenciais: a oferta das funções telefônicas (receber e realizar chamadas através das redes móveis, via micro SIM card) e um produto com um desempenho um pouco acima da média de sua faixa de preço, com a ajuda do processador Intel.

Testei o produto por dez dias, com o objetivo de responder essa e outras perguntas. A seguir, as minhas respostas.

Características Físicas

O Asus Fonepad 7 é a segunda versão do tablet apresentado no ano passado (Asus Fonepad), que oferecia como diferencial ser um produto com um processador Intel e funções de telefonia. Não cheguei a testar essa versão, mas pelo o que pude averiguar nas minhas pesquisas para a produção desse review, a Asus modificou muito o conceito do produto para chegar no resultado apresentado desse novo modelo.

Tantas mudanças foram feitas com o objetivo de adequar o produto ao cenário delimitado pelo mercado, que hoje é dominado pelos modelos com tela entre 7-8 polegadas, com um custo de fabricação menor e um preço final para o consumidor competitivo. Nessa equação, a Asus modificou o material de acabamento do produto, e adicionou alguns diferenciais, que serão detalhados mais adiante nesse review.

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Dito isso, estamos diante de um tablet com tela de 7 polegadas, pensado em ser prioritariamente confortável no seu uso diário. Apesar de trocar a carcaça de alumínio pelo plástico, a construção do produto é bem compacta, sem apresentar peças móveis ou parafusos. É um produto bem construído, apesar da sua simplicidade na proposta de design.

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Nas partes superior e inferior, temos o alto-falantes para chamada e o microfone. Sim, pois é sempre bom lembrar que o dispositivo também possui funções de telefonia, logo, tais itens estão presentes pensando na possibilidade de alguém utilizar o tablet como um telefone convencional… da forma convencional… levando o produto ao rosto (por favor, não faça isso, pois não pega bem; use fones de ouvido como qualquer pessoa civilizada faria).

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Nas laterais, temos o slot para o micro SIM card, os botões de liga/desliga, controles de volume e slot para cartões microSD, todos de fácil acesso.

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Na parte superior, temos o conector para fones de ouvido…

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…e na parte inferior, o conector para o cabo micro USB.

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Câmeras frontal e traseira completam o conjunto de características físicas do dispositivo.

A seguir, mais fotos do dispositivo, registradas durante os testes.

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Acessórios

O kit do produto enviado pela assessoria de imprensa da Asus Brasil trouxe os elementos básicos para que o usuário possa utilizar o produto de forma imediata. Ou seja, o adaptador para rede elétrica, manuais e o cabo USB para comunicação com o computador e recarga de bateria.

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Pude conferir em alguns e-commerces que esses são os mesmos itens que o usuário vai receber em casa ao adquirir o produto, e aqui, temos pelo menos um problema. O kit não oferece nenhum fone de ouvido com microfone integrado, sugerindo que o usuário utilize o produto no modo telefone “levando o tablet gentilmente junto ao rosto”. Eu tenho quase certeza que a maioria dos usuários simplesmente vão odiar essa opção, não só pelo desconforto, mas pelo péssimo impacto visual que um tablet na sua cara pode causar.

Espero que a Asus corrija esse detalhe no futuro.

Tela

O Asus Fonepad 7 possui uma tela de 7 polegadas IPS (1280 x 800), com 10 pontos de pressão multitouch. É uma tela um pouco melhor do que aquela que você encontraria em um tablet “básico” (ou de marcas menos conhecidas… ou os famosos modelos “xing-ling”), e trabalha em pé de igualdade com a maioria dos seus concorrentes diretos de preço.

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A boa notícia é que não me decepcionei com essa tela. O seu desempenho ao toque é bom, com uma resposta bem aceitável para a imensa maioria das atividades realizadas com o produto.

A qualidade de imagem também é bem satisfatória, levando em consideração a proposta de preço do produto. Durante os testes, não senti desconfortos ou descontentamentos na hora de visualizar vídeos, navegar na internet, ver fotos, rodar jogos e outras atividades que exigem uma boa qualidade de imagem.

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Em resumo: para um produto que quer competir com os modelos de entrada, oferecendo diferenciais, o conjunto da sua tela pode ser considerado um desses pontos a se levar em consideração na hora da escolha.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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Estamos diante de um tablet com sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, que possui um intermediário nível de customização por parte da Asus. Não foi algo tão radical quanto as interfaces de usuário apresentadas pela LG e Samsung, mas é possível identificar as alterações propostas pelo fabricante, com detalhes que reforçam a assinatura e proposta da Asus no produto para envolver o usuário.

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Uma barra de atalhos para aplicativos de produtividade foi adicionada na parte inferior da interface, se sobrepondo aos atalhos do dock quando acionada. É uma proposta semelhante ao QSlide da LG, mas com um acesso mais direto – através de um ícone específico nas teclas de comando -, e com atalhos com um tamanho mais visível.

Aplicativos nativos do Android, como Câmera, Calculadora e Gerenciador de Arquivos também foram bem modificados pela Asus, e em cada um deles temos pontos de relativa customização, que deixam a assinatura e proposta do fabricante.

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A tela de aplicativos também mostra mudanças que são interessantes, como o acesso aos apps mais utilizados e diferentes modos de organização de ícones, além do tradicional atalho para a Play Store.

Nenhuma dessas mudanças são impactantes, tanto no aspecto visual quanto na performance do dispositivo. O sistema se comportou muito bem durante os testes, e apresentou um desempenho até impressionante, levando em consideração as suas características técnicas. Entre as propostas de entrada, posso afirmar que o trabalho realizado pela Asus no Fonepad 7 foi bem feito nesse aspecto.

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Qualidade de Áudio e Chamadas

Como um dos diferenciais do Asus Fonepad 7 é o fato dele permitira que o usuário realize e receba chamadas, esse é um fator que precisava entrar na nossa avaliação, invariavelmente. E aqui, podemos dizer o produto cumpre com o prometido, sem maiores dificuldades.

Apesar do fato do kit de venda não oferecer fones de ouvido para tornar a conversação algo mais prático, confortável e esteticamente elegante, o Fonepad 7 é compatível com a maioria das fones de sua preferência, desde que conte com um microfone integrado. Logo, empecilhos para evitar colocar o tablet junto ao seu rosto não faltam.

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Durante os testes, a qualidade de áudio para conversações foi boa. É claro que os resultados podem variar de acordo com o fone de ouvido que você escolher para utilizar com o produto, mas em linhas gerais, a conversação pode ser feita de forma eficiente, sem interferências ou obstáculos. Os alto-falantes externos do produto contam com volumes intermediários, e são audíveis desde que o ambiente onde você está se comunicando esteja em silêncio, ou com baixo ruído externo.

Agora, se você ainda assim quer usar o tablet como um telefone convencional, ou seja, colocando o produto contra o seu rosto… boa sorte (apesar de entender que você está fazendo isso errado). Além de ser desajeitado para segurar, você é obrigado a fazer isso com a mão direita, já que o microfone do produto está posicionado na parte inferior esquerda do produto.

GPS

Nesse aspecto, o Asus Fonepad 7 vai muito bem. O tablet consegue identificar a sua posição pelo GPS rapidamente, e sem a ajuda dos recursos de localização de rede. Logo, pode ser uma interessante opção para aqueles que querem utilizar o produto como ferramenta de geolocalização, principalmente com aqueles aplicativos que usam mapas offline. Entendo que não são poucos os usuários que dispensam o GPS do carro para utilizar o tablet para se encontra no mundo.

Câmera

Mais um vez, é importante lembrar que, em via de regra, as câmeras nos tablets são mais um “bônus de boa vontade do fabricante” do que um item que devemos considerar como prioritário no dispositivo. Por conta disso, as cãmeras presentes nos tablets não contam com a mesma qualidade elevada encontrada em alguns smartphones mais badalados no mercado. E as câmeras do Asus Fonepad 7 não são uma exceção.

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O aplicativo de câmera do Fonepad 7 até que é bem intencionado na hora de oferecer recursos para o usuário. Com ela, você pode registrar fotos com alguns ajustes como ISO, balanço de branco, exposição, entre outros.

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Também é possível contar com alguns filtros de imagens, foco através do toque na tela, entre outros recursos. Para uma câmera em um tablet de entrada, até que a Asus adicionou muitas funções, ainda mais considerando o tipo de usuário e a faixa de preço proposta pelo produto.

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O mesmo se repete para a filmadora da câmera, cujo software oferece vários recursos e ajustes que podem tornar a parte de gravação de vídeos mais dinâmica e intuitiva para a maioria dos usuários que querem gravar vídeos de forma casual e descompromissada no dispositivo.

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Porém, estamos diante de um sensor simples, com 5 megapixels de resolução, e sem o mesmo hardware presente em smartphones top de linha ou outros tablets. Com isso, o resultado das fotos capturadas pelo Fonepad 7 varia de regular para ruim, dependendo da condição da foto capturada.

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Para fotos casuais, com o objetivo de compartilhamento nas redes sociais ou postagens no Instagram, a câmera do Fonepad 7 é suficiente. Mas não espere mais do que isso. Os mais exigentes não vão considerar o produto como uma opção (aliás, os mais exigente vão utilizar um smartphone com uma câmera potente, ou até mesmo uma câmera digital proprietária), mas para aquele usuário iniciante no mundo da tecnologia, é mais do que suficiente.

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Se as fotos durante o dia ficam com qualidade intermediária, as fotos noturnas apresentam os mesmos problemas que a maioria das câmeras que já testamos em tablets e até smartphones: alta quantidade de ruído, dificuldade no foco da imagem, entre outros detalhes que dificilmente veremos solucionados nesse tipo de dispositivo.

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A câmera fontal também apresenta resultados razoáveis e aceitáveis para um produto do seu porte. Mais pensada nas videochamadas, ela “quebra um galho” para capturar aquela selfie com os amigos.

A seguir, algumas fotos que registramos durante o período de testes.

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Games

É importante aqui lembrar que o Asus Fonepad 7 é, antes de tudo, um tablet de entrada, com especificações técnicas simples, mas com o adicional de contar com funções telefônicas. Logo, o seu desempenho nos jogos é dentro do esperado para um produto do seu perfil. Ou seja: faz bem o básico, mas não tão bem o mais avançado.

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Em jogos mais casuais, como Subway Surfers e Jetpack Joyride, o Fonepad 7 não apresentou problemas ou dificuldades de execução. Aliás, o desempenho foi bem satisfatório com esses títulos também por conta da boa sensibilidade de sua tela.

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Porém, em jogos mais elaborados, como Dead Trigger 2 e Iron Man 3, foi observadas as limitações de execução, como alguns travamentos e lags. Além disso, foi detectado um problema de ajuste do acelerômetro com Iron Man 3, que atrapalhou a jogabilidade a ponto de não ser uma opção de jogo a ser executado no produto.

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Outro caso peculiar é o do Real Racing 3. Levando em conta que o tablet possui apenas 4 GB de armazenamento disponíveis para o usuário, e que o Real Racing 3 sozinho tem mais de 1.5 GB de dados (fora os itens extras), a instalação do aplicativo no tablet foi uma missão um tanto quanto árdua. E no final das contas, a sua execução também apresentou problemas que interferiram na sua jogabilidade.

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Não me entendam mal nesse item: não estou aqui afirmando que rodar jogos no Asus Fonepad 7 é algo impossível. Quem sabe se você for tolerante com todos os lags e travamentos ele possa te satisfazer. Mas para os mais exigentes, certamente ele não é uma opção a ser considerada.

Multimídia

O modelo até que tem recursos interessantes de multimídia, como aplicativos personalizados de música, fotos e vídeos. E nesse aspecto, o comportamento do Asus Fonepad 7 foi dentro do esperado. Durante os testes, executando arquivos de diferentes formatos e resoluções, o produto se comportou bem, reproduzindo os formatos mais populares sem maiores problemas.

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Também é importante observar que o tablet possui aplicativos próprios para aquisição de revistas e músicas, além das opções oferecidas pela Google de forma nativa. Para os mais casuais, que ainda não se preocupam com as elevadas resoluções de tela (Full HD, 2K, 4K, etc), o Fonepad 7 pode ser uma boa opção para ver vídeos em qualquer lugar.

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Bateria

Aqui, vemos como a Intel se faz presente com o seu processador (Atom Z2560 Dual-Core de 1.6 GHz). Já vimos como a Intel é capaz de criar chips que são capazes de entregar performance com um baixo consumo de bateria (vide o Motorola RAZR i), e no caso do Asus Fonepad 7, isso não é diferente.

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Durante os testes, o produto teve um bom comportamento de consumo de bateria, levando em consideração um uso normal do produto (com o sinal de rede de telefonia móvel ativo), podendo aguentar pelo menos um dia de uso. Sua bateria de 3.950 mAh teve uma autonomia de uso bem satisfatória durante a reprodução de vídeos, e em standby, o consumo de bateria é simplesmente irrisório. Isso mostra a competência desse conjunto técnico no consumo de recursos quando o tablet não está em uso.

É claro que esse consumo acaba sendo maior quando as atividades que envolvem um uso de tela por um maior período de tempo (leitura, vídeos, jogos, etc). Mesmo assim, entendo que o trabalho aqui foi bem feito, principalmente se comparado com alguns dos seus concorrentes diretos de sua categoria.

Desempenho

O Asus Fonepad 7 é um produto que até surpreende na sua performance. Mesmo com um conjunto de hardware considerado de entrada (processador Intel Atom Z2560 dual-core de 1.6 GHz, 1 GB de RAM, 8 GB de armazenamento – 4 GB disponível para o usuário), o produto se comportou muito bem durante a maior parte do tempo nos testes, com respostas rápidas, um toque fluído e sem travamentos durante as transições.

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Tal desempenho positivo acontece por conta de um Android 4.3 Jelly Bean com uma customização que não exige muito do pacote de hardware, e da já citada competência do processador da Intel. E para o seu público-alvo (os usuários casuais), o modelo oferece uma performance que é mais do que suficiente para as tarefas mais cotidianas.

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Porém, mais uma vez devo observar que o Fonepad 7 é um dispositivo de entrada, e como já citei antes nesse review, ele não é um dos produtos mais recomendados para os gamers mais exigentes. Ele roda bem os jogos casuais e/ou com gráficos menos exigentes e elaborados. Porém, os jogos mais complexos, com gráficos mais avançados, podem resultar em um desempenho um pouco abaixo do ideal.

Conclusão

O Asus Fonepad 7, no seu conjunto geral, está aprovado. O produto é bem pensado, entrega um bom desempenho para as tarefas mais simples, e traz um diferencial para alguns usuários, que desejam utilizá-lo como um tablet. Por outro lado, se o que você precisa é um desempenho mais elaborado, e pode viver bem sem um telefone no tablet, existem outras opções mais completas e com um custo até menor.

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Entendo que a compra do Asus Fonapad 7 deve ser indicada para aqueles usuários que farão bom uso da mobilidade e da comunicação que o dispositivo oferece. A escolha aqui é abrir mão do desempenho para obter um maior poder de comunicação e conectividade do produto. Pensando nesse aspecto, é uma boa relação custo/benefício. Porém, para quem entende que o tablet é um produto muito pais para consumir conteúdos do que se comunicar pela rede móvel, pode não ser a melhor opção.

No final das contas, a escolha é sua, diante de suas necessidades. Mas até que o Fonepad 7 agrada no seu conjunto geral.

Review em Vídeo


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Review | LG G Flex (LG-D956)

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O primeiro smartphone com tela curva do mercado brasileiro. Essa é apenas uma das características que definem o recém lançado LG G Flex, que apresenta uma nova proposta de design de smartphone, para um público que não apenas quer um produto top de linha, mas também um dispositivo de tecnologia que se diferencie dos demais. Por dentro e por fora.

A assessoria de imprensa da LG do Brasil enviou para o TargetHD uma unidade do novo smartphone. Por duas semanas, eu pude testar o produto com atenção, para tentar responder uma pergunta que muitos me fizeram nas redes sociais: ele vai além de ser um smartphone com tela curva? Aliás, essa pergunta puxa outra questão: como um telefone com essa proposta de design pode mudar a minha vida, ou tornar a minha experiência de uso ainda melhor?

Reviews existem para isso.

Antes de começar…

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Devo fazer uma importante e muito bem vinda consideração sobre o produto enviado. Normalmente, quando recebo produtos das assessorias de tecnologia, eles normalmente já estão com algum tipo de uso, uma vez que existe um rodízio entre os veículos de tecnologia, para que todos possam testar e avaliar o dispositivo. No caso do G Flex, a LG mandou para cá uma caixa lacrada, ou seja, um produto rigorosamente novo.

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Para mim, isso foi excelente. Primeiro, porque testei um produto “zero quilômetro”, sem uso, onde poderia avaliar as qualidades e problemas do dispositivo tal como se o mesmo fosse retirado da loja. Segundo, porque posso passar uma experiência de uso ainda mais próxima daquela que, muito provavelmente, você terá com o mesmo produto, caso você se interesse pela compra. Logo, agradeço desde já ao pessoal da LG do Brasil pela preferência.

Características Físicas

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A segunda coisa que chama a atenção no LG G Flex (a primeira é o seu design curvo, e isso nem tem como não notar) é o seu tamanho. Ele é um autêntico phablet, com uma generosa tela de 6 polegadas, que com certeza fará a alegria daqueles que querem ver vídeos, jogar, ler e interagir com o sistema operacional Android com maior praticidade. Talvez ela não é perfeita pelo simples fato de não ser uma tela Full HD (ficou nos 1280 x 720 pixels, com 245 ppp), o que seria uma escolha natural para um modelo top de linha, com esse tamanho de tela, e com uma proposta de design diferenciada.

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Sobre a curvatura do LG G Flex, a boa notícia é que ela é bem menos acentuada do que aquela apresentada nos renders oficiais do produto. Logo, o smartphone é relativamente cômodo de se transportar no bolso dianteiro da calça. Além da baixa espessura do dispositivo, a tela curva “acompanha” a linha da coxa do usuário (é claro que os resultados podem variar, de acordo com o tamanho da coxa em questão e da peça de roupa utilizada), tornando o seu transporte mais cômodo.

Essa era uma preocupação de muitos leitores sobre o produto: a sua comodidade para ser transportado no bolso de certas vestimentas. De um modo geral, o G Flex é confortável sim. Como a curvatura não é tão acentuada, você não percebe tanto esse formato curvo no seu bolso. Até porque a tendência é você transportá-lo com a tela voltada para baixo.

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Além disso, o LG G Flex traz consigo a sua assinatura de design iniciada no LG G2, que são os botões na parte traseira do dispositivo, logo abaixo do sensor da câmera. Temos aqui a mesma disposição e tamanho de botões do G2, e o mesmo funcionamento, inclusive com o LED de notificação integrado ao botão de liga/desliga e bloqueio de tela.

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Apesar de ser um smartphone onde o plástico predomina, o LG G Flex passa a sensação de alta qualidade na sua construção, com peças bem encaixadas, sem parafusos evidentes e sem pontos de mobilidade na sua construção. Estamos diante de um gadget concebido para ser uma peça compacta de tecnologia, o que passa uma sensação maior de um produto premium, e – aparentemente – mais resistente aos chamados “incidentes cotidianos”.

Também é importante destacar que essa carcaça traseira do LG G Flex possui a tecnologia de regeneração, que consegue se recuperar sozinha de pequenos e eventuais arranhões cotidianos, como por exemplo o contato do molho de chaves de sua casa com o dispositivo. Verificamos esse recurso em ação durante a LG Digital Experience 2014 em um teste extremo, e posso afirmar que o sistema realmente funciona, eliminando pelo menos 90% dos arranhões ocasionais.

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Assim como acontece no LG G2, os conectores para cabo microUSB e fones de ouvido ficam na parte inferior do smartphone…

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…porém, o alto-falante traseiro, que no G2 se posiciona em duas colunas na parte inferior do smartphone (ao lado do conector micro USB), no G Flex, ela está na parte traseira do smartphone. Em compensação, por conta do seu design curvo, o áudio não fica abafado pela superfície onde o aparelho fica repousado.

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Por fim, o LG G Flex, por conta do seu design, oferece um bom agarre, mesmo contando com uma tela de 6 polegadas. Comparado com o LG G2, a diferença de tamanho é considerável, e na maior parte do tempo, o seu uso só faz sentido se ele for feito com as duas mãos. Por outro lado, quem vai pegar um dispositivo como esse já tem isso em mente, e busca a possibilidade de efetivamente contar com um intermediário entre tablet e smartphone nas mãos.

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Acessórios

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Fora o fato do produto contar com uma embalagem em formato curvo na sua parte superior (até mesmo para promover o principal diferencial do dispositivo), o LG G Flex oferece os itens mais básicos que um smartphone do seu porte precisa ter: cabo USB, carregador de bateria, manual de instruções, chave para remoção do slot micro SIM e fones de ouvido QuadBeat 2.

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Aliás, mais uma vez destacamos a ótima qualidade desses fones, que já estava presente em outros modelos da LG, oferecendo uma qualidade acima da média em relação aos seus concorrentes, com um bom equilíbrio de graves médios e agudos, e excelente isolamento de ruídos externos.

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Tela

Já falamos um pouco dessa tela nas características físicas do dispositivo, mas agora, vamos falar de forma mais específica em como uma tela curva influencia na experiência de uso.

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Para começar, ter uma tela de 6 polegadas naturalmente colocam o consumo de entretenimento e a usabilidade do sistema operacional em outro patamar. Você não só vê tudo muito melhor, com maior conforto e com ótima qualidade de imagem, mas também consegue interagir melhor com o sistema operacional Android. E não só nos jogos: em aplicativos gerais, ícones, teclado e outros pequenos elementos da tela. Ou seja, só por ser do tamanho que é, o LG G Flex já tem uma tela de respeito.

Porém, o fato de ser uma tela curva torna a experiência ainda mais interessante. O seu design ajuda na digitação tanto na orientação vertical (uma vez que invariavelmente você ganha um ponto de apoio para os polegares, sem falar que a área de teclado fica levemente elevada, tornando a digitação mais confortável para os polegares) quanto na horizontal (onde as duas laterais da tela ficam levemente inclinadas, oferecendo o mesmo conforto).

Além disso, essa curvatura não interfere em nada na usabilidade do sistema como um todo. Como já destaquei em outras oportunidades, por ser uma curva bem menos acentuada do que aquela que a própria LG promove em seus renders oficiais, você não sente o impacto de uma tela curva no uso diário. Praticamente não há diferenças para um smartphone plano, e as poucas detectadas durante os testes só beneficiam o usuário.

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Mas é na hora de ver vídeos que vemos onde a tela curva oferece os seus maiores benefícios. A tela simula o efeito obtido em algumas salas de cinema, aumentando a imersão do usuário com o conteúdo reproduzido em alta definição na tela. E isso vai fazer toda a diferença para quem busca um dispositivo com esse tamanho de tela para (também) consumir conteúdos multimídia.

Também como foi destacado antes, se existe algo que talvez possa frustrar nessa tela do G Flex é o fato dela não ser em Full HD. A LG optou por uma tela com resolução de 1280 x 720 pixels e 245 pixels por polegada. É compreensível que alguns esperassem números mais generosos nesse aspecto, mas também é compreensível a escolha da LG. Afinal de contas, é o primeiro modelo com essa proposta, e pela incerteza sobre como os usuários responderiam em relação ao conceito, não há motivos para queimar todos os cartuchos logo no primeiro modelo.

Além disso, a tela oferece uma excelente interação com o sistema operacional. O seu toque nos elementos da tela é algo preciso e prazeroso, com uma experiência de uso excelente.

De qualquer forma, essas características de resolução não influenciam em nada na experiência visual. Até mesmo os usuários mais exigentes/detalhistas concluirão que a tela do LG G Flex é excelente, reproduzindo cores vivas e gráficos de alta qualidade.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O LG G Flex que recebi para testes conta com a versão Android 4.2.2 Jelly Bean. Ainda. A tendência é que essa versão seja atualizada com o tempo, mas nada foi confirmado oficialmente pela LG (pelo menos no momento em que esse review é produzido.

De qualquer forma, nesse aspecto, temos poucas novidades para os usuários. Apostando na tática de oferecer uma interface de usuário customizada, com diversos adicionais e funcionalidades exclusivas da LG (Quick Memo, QSlide, Quick Remote, RemoteCall Service, etc), o G Flex oferece um conjunto geral de software muito semelhante ao que já vimos em outros modelos do fabricante. Logo, a experiência de uso também será a mesma.

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Mais uma vez, os usuários menos experientes, ou que tiveram contato com o dispositivo pela primeira vez, podem se sentir um pouco confuso pelas disposições de ícones e funcionalidades. Por outro lado, os recursos exclusivos da LG podem ser importantes diferenciais para aproximar o usuário de uma experiência de uso mais prazerosa e intuitiva.

De um modo geral, a proposta da LG não compromete, tanto usabilidade quanto no desempenho. Ainda mais com o conjunto de hardware presente no G Flex.

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Qualidade de Áudio e Chamadas

O design do LG G Flex também conta com um design curvo para oferecer (na teoria) uma melhor experiência durante as chamadas. O formato permite que tanto o alto-falante para chamadas quanto o microfone fiquem fisicamente mais próximos do ouvido e boca respectivamente, se comparado com os demais dispositivos que possuem uma tela plana.

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Nesse aspecto, o smartphone repete a experiência entregue por outros modelos de sua família (incluindo o LG G2), ou seja, uma qualidade de áudio que pode ser considerada boa. Os alto-falantes são audíveis em diferentes ambientes, onde é possível ter uma boa conversação sem maiores dificuldades. Porém, os resultados podem variar, de acordo com o nível de exigência de usuário, e com o aparelho que colocamos em uma perspectiva comparativa. Por exemplo, eu acho o áudio do Motorola Moto X mais audível, mas essa é a minha percepção apenas.

Durante os testes, não foram observadas inconstâncias e quedas nas chamadas, nem mesmo variações de sinal bruscas. É claro que os resultados podem variar, dependendo da operadora de telefonia móvel que você estiver utilizando.

Internet

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Também não foram detectadas muitas novidades nesse item. Em linhas gerais, o LG G Flex desempenha muito bem as suas funções de conectividade, algo que também era esperado em um dispositivo do seu porte. Sem falar que, com uma tela com o seu tamanho e suas dimensões, esse smartphone é mais do que bem vindo para as atividades conectadas.

Mas, observando esse item de forma mais técnica, não foram detectadas grandes dificuldades de conexão com o smartphone. Tanto nas conexões com o WiFi quanto com o 3G, o dispositivo cumpriu o esperado. Mais uma vez é preciso lembrar que esse é outro item cujos resultados podem variar, de acordo com a operadora que você utilizar.

GPS

O GPS do LG G Flex apresentou um comportamento inconstante, tal como aconteceu durante os testes do LG G2. Em ambientes externos, ele identificou o posicionamento de forma rápida e precisa. Já dentro de residências e outros estabelecimentos (não estou falando de prédios), a busca do posicionamento levou um pouco mais de tempo para acontecer.

Não é algo que chega a incomodar, mas é um ponto a ser observado. De qualquer forma, para quem busca realizar atividades mais simples nesse aspecto (buscas e rotas no Google Mapas ou check-ins no Foursquare), o GPS desse smartphone não chega a comprometer.

Câmera

O LG G Flex possui um sensor traseiro de 13 megapixels, que oferece os mesmos recursos de ajustes e personalização presentes nos demais modelos top de linha da LG. Logo, a qualidade fotográfica é muito semelhante. E essa é uma boa notícia.

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A qualidade final das fotos captadas pela câmera do G Flex durante o dia apresentam resultados muito satisfatórios. A maioria dos usuários podem obter bons resultados com as fotos diurnas ou em locais bem iluminados sem maiores dificuldades. Os modos de cena integrados no software de câmera podem dar uma diretriz para os usuários sobre os efeitos e ajustes automáticos que você pode utilizar para o registro de fotos, mas também vale a pena estudar os ajustes manuais, para obter resultados ainda mais interessantes.

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Apesar de não constar com o estabilizador de imagem presente no LG G2, o seu sensor traseiro possui o recurso BSI (Back Side Illumination), o que já ajuda e muito nas fotos noturnas e/ou em locais com baixa luminosidade. Porém, assim como acontece no outro top de linha da empresa, as fotos noturnas acabam reduzindo tanto o ruído, que acabam distorcendo levemente as fotos noturnas. No final das contas, para quem pretende compartilhar essas imagens nas redes sociais, não há maiores problemas. Mas em usos mais elaborados, as fotos noturnas podem não atender as expectativas.

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Uma surpresa positiva é a câmera frontal, que se mostrou bem competente na captação de fotos e vídeos, conseguindo entregar resultados finais interessantes nas imagens capturadas durante o dia. Ou seja, as selfies durante o jogo de futebol ou passeio no parque estão garantidas, amigos.

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Por fim, um detalhe importante: não espere muita coisa do zoom da câmera traseira: não serve para muita coisa.

A seguir, mais fotos registradas durante os testes.

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Games

O hardware do LG G Flex é basicamente o mesmo do LG G2. Logo, o smartphone está com a sua performance para os jogos garantida. Nos testes realizados com os jogos que já estamos acostumados a utilizar em nossos reviews (Real Racing 3, Dead Trigger, Iron Man 3, etc), todos eles foram capazes de rodar de forma plena, sem empecilhos ou travamentos. Ou seja, só por isso, os gamers de plantão ficarão contentes com esse smartphone, pois a jogabilidade está garantida.

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Mais uma vez, a LG trabalhou muito bem na sua tela, o que faz com que a jogabilidade de alta qualidade também esteja presente no G Flex. O toque na tela é preciso, a curvatura do seu design ajuda em alguns jogos, a imersão em alguns jogos e maior, e as cores são vivas o suficiente para realçar os gráfios desses títulos.

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Para aqueles mais exigentes, eu compreendo que não ter uma tela em Full HD pode ser um grande calcanhar de Aquiles para o G Flex. Por outro lado, para a grande maioria, esse não é um item que vai desabonar o desempenho do produto para os jogos. Talvez incomode mais o fato das teclas de comando (Home, Menu, Voltar, etc) persistir em alguns jogos, ocupando área útil na tela. Mas para a exibição gráfica como um todo, a ausência do 1080p na resolução não compromete tanto.

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Se bem que eu mesmo entendo que o Full HD seria mais que ideal para um produto com suas características.

Multimídia

Também não temos novidades nesse aspecto. A LG repete a sua estratégia já utilizada em outros modelos da empresa, oferecendo soluções próprias para a reprodução de conteúdos como músicas, fotos e vídeos. São sim softwares mais completos e customizáveis que os apps nativos da Google, e representam uma assinatura dos coreanos no quesito experiência de uso. E independente de qualquer opinião sobre esse tema, é inegável que a LG oferece um pacote bem completo de opções.

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Não só para ver fotos, ouvir músicas e ver vídeos. O LG G Flex (assim como outros modelos, como o G2) pode se transformar em um controle remoto, espelhar o seu conteúdo na TV, reproduzir slides em uma tela maior, realizar desenhos e anotações a mão… enfim, um leque de opções que oferecem uma experiência que pode sim tornar a vida do usuário mais prática e funcional.

O LG G Flex traz todas as soluções já presentes nos modelos que já apresentei em review aqui no blog. O grande diferencial aqui é, mais uma vez… a sua tela curva. Podem me chamar de repetitivo, mas a LG alcançou o seu objetivo de tornar esse aparelho um dos mais desejados para quem gosta de consumir conteúdos multimídia.

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A tela curva e de alta qualidade efetivamente aumenta a sensação de imersão do usuário, oferecendo para as imagens um aspecto visual mais agradável e uma maior qualidade para o conteúdo reproduzido. O mesmo acontece nos jogos. Logo, esse é um forte ponto positivo – ou apelo, como preferir – para o LG G Flex diante da concorrência.

Bateria

O LG G2 tem como principal destaque positivo ser um dispositivo que se destaca positivamente na sua autonomia de bateria. O mesmo acontece com o LG G Flex, que mesmo com uma tela de 6 polegadas, consegue suportar razoavelmente bem um dia inteiro de uso moderado, com os seus 3.500 mAh de bateria. Mas isso, para o uso “normal”, como smartphone.

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O grande problema é que, com uma tela com as suas características, dificilmente você vai se limitar a utilizar esse smartphone “normalmente”. A tendência natural é que você veja mais vídeos, rode mais jogos, navegue mais na internet, entre outras atividades que demandem um pouco mais de tela. Nesse aspecto, é mais do que natural que a bateria peça a tomada no final do dia.

Mas isso não chega a ser um grande problema. Só é um ponto de observação para quem pretende comprá-lo. A bateria do G Flex está com uma capacidade e autonomia acima da média em relação aos seus principais concorrentes. Na verdade, temos uma bateria de um tablet da Samsung dentro de um smartphone com tela de 6 polegadas. Por outro lado, não existem milagres. A tela é responsável por 60% do consumo de bateria do dispositivo, e se você a mantém ligada por muito tempo, ela vai consumir a bateria mais rapidamente.

Desempenho

Mais uma vez, a mesma afirmação: como a fórmula do LG G2 se repete, é natural que o LG G Flex apresente resultados similares em termos de desempenho. E é justamente isso o que acontece. Seu desempenho durante o período de testes foi simplesmente impecável, com transições de telas fluídas e sem travamentos. Era o mínimo que esperava de um dispositivo do seu porte.

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Com um processador Qualcomm Snapdragon 800 quad-core de 2.26 GHz, GPU Adreno 320, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (24 GB disponíveis para o usuário), é correto dizer que todas as atividades realizadas no dispositivo foram concluídas sem maiores dificuldades, e com um desempenho satisfatório. Os geeks mais convictos/exigentes ficarão satisfeitos com a experiência de uso do G Flex, que já desponta como um dos modelos mais completos de 2014.

Conclusão

O LG G Flex é um dos primeiros smartphones top de linha de 2014, que tem alguns pontos de destaque muito marcantes: a autonomia de bateria, a qualidade de construção do dispositivo, o seu design e, é claro, a sua tela curva. Para aqueles usuários que querem ter um smartphone que visualmente é diferente de tudo o que temos hoje no mercado, o telefone é uma ótima escolha. Porém, vai além disso.

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Uma boa tela HD, que oferece uma maior imersão na reprodução de vídeos e na exibição dos elementos na tela, e uma capacidade gráfica de alta qualidade são alguns dos trunfos do G Flex. Vale lembrar que ele compete com modelos com o Samsung Galaxy S4/S5, Sony Xperia Z1/Z2, entre outros. Alguns dos seus concorrentes contam com diferenciais que podem ser revelantes para grupos de usuários que buscam uma performance ainda melhor, uma câmera de alta qualidade, ou um modelo com acabamento resistente.

Porém, o LG G Flex também possui o seu diferencial. O produto é recomendado para aqueles que querem consumir de forma efetiva os conteúdos multimídia, com uma experiência única para consumo de vídeos, jogos e entretenimento. Se esta é uma das suas prioridades com um smartphone, considere o LG G Flex na sua futura compra.

Review em Vídeo


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Veja o Windows Phone 8.1 em ação (em vídeo)

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Ontem (14), a nova e muito esperada – e importante – versão do Windows Phone chegou aos desenvolvedores. E naturalmente, os vídeos mostrando as novidades do Windows Phone 8.1 começam a aparecer na internet. E no caso desse post, não apenas um, mas dois vídeos mostrando como está a nova versão do sistema estão disponíveis para apreciação do leitor do TargetHD.

Novidades como centro de notificações, a maior personalização da área de trabalho, as personalizações da tela de bloqueio e, obviamente, o Cortana (que só funciona em inglês, por enquanto), são mostrados nos vídeos, e dão uma ideia de uma vida nova ao smartphone com Windows Phone. Vale a pena conferir os dois.

 

Samsung Gear Fit também é desmontado pelo iFixit

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Não faz muito dias que vimos como o Samsung Gear 2 foi construído, e hoje, pelas mesmas mãos do iFixit, vemos o processo de desmontagem do seu modelo esportivo, o Gear Fit. O trabalho que a Samsung teve para integrar todos os componentes em uma estrutura tão pequena – e curvada – é admirável.

Muitas peças – como a bateria, por exemplo -, sofreu leves retoques para se adaptarem ao formato curvo. A placa-mãe foi separada em três segmentos conectados através de um cabo plano. Esta peça integra nada menos que sete chips.

A nota do iFixit sobre a sua capacidade de reparação não é muito alta (6 em 10), mas não tanto por conta de uma má construção, mas apenas porque esse é um dispositivo tão pequeno que é necessário uma certa habilidade para ser desmontado. A boa notícia é que a bateria é de fácil acesso, e pode ser substituída pelo próprio usuário.

Para ver a análise completa da desmontagem do Samsung Gear Fit, acesse o site da iFixit.

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Review | Pendrive Kingston MicroDuo

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Não é todo dia que recebemos acessórios para testes no TargetHD. Mas quando recebemos, sempre são produtos muito interessantes e diferentes. E o pendrive Kingston MicroDuo não é diferente. O produto conta com uma peculiaridade que tem tudo a ver com aqueles que gostam (e precisam) da mobilidade do dia a dia: ser versátil para ser compatível com computadores convencionais e com tablets e smartphones, através de sua porta micro USB.

O objetivo desse review é efetivamente apresentar o produto para vocês, e verificar se ele pode ser tão prático quanto ele se vende. Até porque a ideia aqui é que o acessório funcione sem maiores dificuldades em plataformas diferentes, de forma rápida, segura e funcional. Leia esse review e descubra se esse acessório pode ser a salvação da lavoura na hora de armazenar arquivos em um pendrive que pode ter esses conteúdos reconhecidos em tablets e smartphones Android.

Características

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A unidade enviada pela assessoria de imprensa da Kingston possui 32 GB de armazenamento, e tem um aspecto físico semelhante a um nano drive, ou um pendrive em formato diminuto. Ele lembra um nano conector de mouse sem fio, muito populares entre os usuários de desktops e notebooks, mas um pouco mais corpulento. De um modo geral, ele é pequeno o suficiente para ser transportado com você o tempo todo, sem maiores dificuldades. E também para ser perdido com facilidade.

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A forma que a Kingston encontrou para amenizar as chances de perda/desaparecimento do acessório foi colocando essa pequena presilha de metal no corpo da parte USB do acessório, que pode ser encaixada no seu chaveiro. Aliás, um ponto positivo do Kingston MicroDuo é que apenas a proteção do micro USB é composta de plástico, o que significa que esse produto é resistente para aguentar as hipotéticas trocas constantes de dispositivos, ou o encaixe/desencaixe frequente que o acessório pode ter com o seu tablet ou smartphone.

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Como o seu nome sugere, o MicroDuo consegue concentrar dois tipos de porta conectora em um mesmo dispositivo. A porta USB, que você pode conectar no seu computador, para armazenar e transportar arquivos de diferentes fontes…

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…e a porta micro USB, que você vai conectar no tablet ou smartphone Android de sua preferência. Simples assim.

O produto em funcionamento

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Um dos grandes trunfos do Kingston MicroDuo é que ele é totalmente plug and play. Ou seja, você não precisa instalar drivers no computador ou aplicativos específicos no tablet/smartphone para que o produto funcione. Recebeu o produto, desembalou, é só usar. É a melhor forma para descrever o “grau de dificuldade” que o usuário vai ter em colocar o produto em funcionamento.

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Outra boa notícia é que esse pendrive consegue ficar fisicamente muito bem instalado no dispositivo Android, sem ponto de folgas ou pontos móveis que produzam o mau contato do acessório com o dispositivo. Com isso, o conjunto dos dois produtos fica compacto o suficiente para que o usuário se sinta mais seguro para poder reproduzir de forma mais confortável os conteúdos de áudio e vídeo armazenados no acessório.

É claro que você pode armazenar conteúdos dos mais diversos nesse pendrive. Só não é recomendado a instalação de aplicativos, pois uma vez que o pendrive se desconecta do dispositivo, os mesmos simplesmente deixam de funcionar. Logo, pense nesse produto como uma unidade de armazenamento externa, e não como uma unidade de instalação.

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Uma vez conectado no dispositivo Android de sua preferência, o Kingston MicroDuo é identificado como uma unidade USB, tal como mostra a foto acima no primeiro item, a partir do explorador de arquivos de sua preferência. Qualquer um serve, e nos nossos testes, basta você efetivamente conectar o pendrive no tablet e smartphone, e pronto: o dispositivo já é listado como uma unidade externa. Sem complicações.

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Em nossos testes, utilizamos tanto o Motorola Moto X quanto o LG G Flex (que terá o seu review publicado ainda nesta semana aqui no blog) foram utilizados para receber o pendrive da Kingston, e ambos funcionaram perfeitamente, através do ASTRO File Manager. Os arquivos armazenados no pendrive foram listados e executados, sem travamentos ou erros de reprodução.

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Conclusão

O pendrive Kingston MicroDuo está aprovado. É um dispositivo que promete fazer a alegria dos geeks, que eventualmente se deparam com a limitação do espaço de armazenamento nos seus tablets ou smartphones, e que desejam consumir conteúdos multimídia nesses dispositivos, mas não contam com um slot microSD disponível. É uma solução bem interessante, e que garante um transporte de dados de todos os tipos, para múltiplas finalidades. Altamente recomendado para os geeks mais versáteis.

Review em Vídeo

TargetHD Podcast | 210 | Fim do Windows XP, Moto X+1 e Facebook forçando o Messenger

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Nesta edição:

Apple, abril de 2013: “Os consumidores querem o que nós não temos”
Microsoft estaria planejando a emulação do Xbox 360 no Xbox One
Microsoft já estaria produzindo seis séries de TV exclusivas para o Xbox One
Motorola Moto X+1 vem aí…
Apple informa que 87% dos seus usuários móveis já contam com o iOS 7
HTC One (M8) é removido dos testes do 3DMark Benchmarks
Os grandes estúdios de Hollywood estão processando o Megaupload e Kim Dotcom, dois anos depois do fim do serviço
Fim do Windows XP: para quem ainda tem, quais são as alternativas disponíveis?
Fim das mensagens privadas do Facebook via app. Agora, é obrigado a ter o Messenger instalado
Apple quer que Samsung pague US$ 2.2 bilhões pela violação de cinco de suas patentes
Redes sociais não perdoam: canção oficial da Copa do Mundo 2014 está reprovada
– A vulnerabilidade do Heartbleed, e o que você pode fazer sobre o assunto

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Reparar o Galaxy S5 será mais complicado que o esperado

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O novo smartphone top de linha da Samsung é resistente à água, possui bateria substituível e expansão de armazenamento via microSD. Porém, nem tudo é perfeito no Galaxy S5. O pessoal do site iFixit já desmontou o dispositivo que chegou ao mercado de 125 países hoje (11), e pode comprovar que as coisas mudaram bastante em relação ao Galaxy S4.

O problema radica na necessidade de retirar a tela do dispositivo a cada vez que um reparo for necessário, independente do tipo de componente que precisa ser substituído. Logo, imagine o trabalho que dá aplicar calor ao cristal e fazer uso das palhetas para levantar a proteção física do conjunto. Um trabalho que um mero mortal nem pode cogitar em fazer.

Fora isso, os demais componentes são perfeitamente acessíveis.

A análise do iFixit finaliza destacando dois sensores, o de frequência cardíaca e o leitor de digitais. Os dois elementos pertencem à Synaptics.

Por fim, o iFixit esclarece que, mesmo que o Galaxy S5 apresente grandes dificuldades para ser aberto, ele segue sendo meios complicado para ser reparado do que o iPhone 5s ou o HTC One (M8).

Mais imagens da análise a seguir.

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Via iFixit

Avaliação de Produto | Fritadeira Elétrica Britânia Air Fry

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Nos últimos tempos, estamos vendo um movimento muito claro dos fabricantes de tecnologia em apresentar soluções que resultem em uma melhor saúde para o consumidor. As pessoas hoje vivem mais e querem viver ainda mais, e diferentes segmentos de consumo estão trabalhando por isso, cada um na sua maneira. O mundo dos gadgets agora se volta para as pulseiras quantificadoras, que medem a quantas andam o seu corpo, e em alguns casos, até dão dicas sobre como você pode se cuidar melhor, e isso é ótimo.

Por conta disso, produtos como as fritadeiras elétricas se tornaram um sucesso. Primeiro, porque oferece essa proposta de “vamos nos alimentar de forma mais saudável”. Segundo, porque usa a tecnologia para oferecer uma alimentação mais saudável. E terceiro – mas não menos importante -, porque produtos como esse oferecem o conceito “lei do menor esforço” na cozinha, algo que é sempre bem vindo.

Nesse post, vamos fazer a avaliação de apenas um dos modelos disponíveis no mercado, a Fritadeira Elétrica Britânia Air Fry. A ideia aqui é analisar se o eletrodoméstico pode entrar na lista de itens obrigatórios que todo bom geek precisa ter.

Sobre o Produto

No mundo, existem as fritadeiras elétricas, e as fritadeiras elétricas da categoria “air fry”, ou seja, todo o cozimento é feito através do ar quente produzido eletricamente pelo produto. O objetivo aqui é fazer com que o alimento seja frito ou cozido (ele pode fazer as duas coisas – mais para frente falo sobre isso) sem óleo, ou com a menor quantidade de óleo possível, mantendo as propriedades nutritivas do alimento, e sem perder o sabor ou as características que tornam aquele alimento desejado pelo consumidor.

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Existem várias marcas e modelos disponíveis no mercado dentro da categoria “air fry”. A ideia inicial era adquirir o modelo da Ford, indicado pelo ótimo blog do Nerd Pai. Porém, na época da publicação desse post, eu acabei perdendo a oportunidade de aquisição daquele modelo. Mas ao pesquisar um pouco mais sobre o assunto na internet, eu descobri que o modelo da Ford apresentado por ele é, basicamente, o mesmo modelo da Britânia que avalio nesse post (formato e funcionamento idênticos).

É claro, os resultados podem variar de marca para marca, e de usuário para usuário. Fato é que as fritadeiras do tipo “air fry”, na maioria dos casos, funcionam da mesma forma, e muitos modelos basicamente usam o mesmo formato de construção e até disposição de componentes. Logo, acabei optando pelo modelo da Britânia, por entender que os resultados seriam basicamente os mesmos.

Principais Características

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A primeira coisa que você tem que saber ao comprar uma fritadeira elétrica é: pense em um local para guardar esse produto. É um eletrodoméstico grande (capacidade de 2.2 litros) e relativamente pesado. Algo como uma panela elétrica de arroz (que um dia será avaliada por esse blog), mas com dimensões maiores e mais desproporcionais. Mesmo assim, acho que a maioria não vai pensar nesse detalhe na hora de comprar o produto. Logo, vamos para a parte que realmente interessa.

O produto funciona como descrito e prometido: você coloca os alimentos dentro da fritadeira, programa o tempo que o alimento ficará cozinhando lá dentro, e depois de alguns minutos, o alimento está pronto. Algumas coisas surpreendem positivamente na air fry da Britânia, como o fato de você poder retirar a bandeja onde o alimento fica armazenado para, eventualmente, poder mexer o alimento lá dentro, para que ele cozinhe por igual.

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A fritadeira possui um reservatório para armazenar a gordura que é eliminada pelo ar quente, comprovando assim a sua eficácia. Principalmente quando cozinhamos alimentos com alta concentração de gordura. O resultado visual depois do processo de fritura é algo impressionante, e você tem a clara impressão que, de fato, a air fry pode oferecer um resultado mais saudável do que a velha panela utilizada por você até hoje.

Agora, sobre ela cozinhar sem óleo… vamos por partes.

Ela cozinha sim sem óleo, mas para alguns alimentos, se você quer obter uma crocância, ou um resultado um pouco mais tostado na superfície do prato, é recomendado jogar por cima do prato em questão pelo menos uma colher de sopa de óleo. Se não isso, pincelar ou borrifar óleo no prato em questão também é recomendado. Tá, você pode até pensar que “aí, tá vendo, usa óleo…”. Mas em compensação, a diferença do óleo que deixa de ser utilizado para, por exemplo, fritar 500 gramas de batata frita palito, é algo brutal.

Nesse aspecto, a fritadeira air fry cumpre sim o que promete. Você literalmente deixa de usar todo o óleo que você precisaria para imergir as batatas para obter um resultado que é basicamente o mesmo, mas com apenas uma colher de sopa de óleo (onde parte dele será eliminado no processo de cozimento, com o ar quente).

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Outro detalhe importante: é mais do que recomendado não deixar a fritadeira em modo “ela que faça tudo sozinho”. Mesmo sendo um produto que teoricamente permita você fazer tudo em modo automático, deixando o alimento cozinhando enquanto você faz outra coisa de sua vida, devo lembrar que você AINDA ESTÁ COZINHANDO, ou seja, parte da responsabilidade pelo sucesso do prato ainda passa por você.

Em vários sites que consultei antes de utilizar o produto pela primeira vez, uma das recomendações que li de forma repetitiva é justamente intervir no processo de cozimento em alguns momentos. Por exemplo, pré-aquecer a fritadeira, retirar a cesta de armazenamento da comida para sacudir o alimento lá dentro (para que o mesmo seja cozido por igual), e aumentar a temperatura do cozimento nos últimos minutos do prato preparado.

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Em todas as vezes que eu procedi dessa forma, os resultados foram positivos. Aliás, fica um registro final: você pode cozinhar de tudo na air fryer. Existem ótimos blogs na internet com receitas feitas na fritadeira elétrica. Tudo vai da criatividade do usuário com o produto.

Prós

– Cumpre o que promete: a Fritadeira Elétrica Air Fry Britânia obteve excelentes resultados no processo de cozimento de produtos de diferentes categorias, e de forma efetiva, entrega alimentos mais saudáveis, sem deixar de lado o sabor do prato final. O resultado final dos alimentos preparados não deixa a desejar em nada do que se o mesmo fosse preparado pelo modo tradicional.
– Mais fácil de se operar do que se imagina: um dos receios de muitos antes de comprar uma air fry é a sua suposta complexidade de uso. Na prática, isso não acontece. A curva de aprendizado para operar o produto é relativamente pequena. Uma vez que você entende como o produto funciona, você precisa é ajustar o seu uso para obter resultados culinários que se alinhem ao seu gosto e objetivos. E, nesse caso, você só consegue alcançar o resultado desejado utilizando o produto com maior frequência.
– Alimentação mais saudável: as frituras feitas na air fry realmente utilizam uma quantidade muito menor de óleo do que nos métodos convencionais, e a quantidade de gordura extraída de alguns alimentos é algo empolgante. Em consequência disso, sua alimentação está a caminho de ser algo mais saudável. E quem ganha com isso é você e sua família.

Contras

– Um produto grande e pesado: como eu disse mais acima nesse post, planeje bem o local onde você vai guardar a sua air fry na cozinha, pois é um produto que efetivamente ocupa espaço.
– Pesquise os preços: o modelo descrito nesse post é um dos mais “básicos”, e realiza a sua tarefa de forma eficiente. Existem modelos similares com grande variação de preços, e outros mais sofisticados, mas que podem custar muito mais caros do que um modelo com as características do produto da Britânia. Nos dois casos, é sempre recomendado pesquisar os valores antes de fazer o investimento. Se bem que, quando esse tipo de fritadeira começou a ser mais comentada no mercado brasileiro, ela chegou a ser oferecida por R$ 1.200. Hoje, está na faixa dos R$ 500. Ou seja, o preço já caiu bastante.
– É um pouco barulhenta: como é o ar que fica se movimentando em altas temperaturas – e alta velocidade -, a air fry tende a emitir uma boa quantidade de barulho durante o processo de cozimento. Não é algo exagerado, mas algumas pessoas podem se incomodar com isso. Mas é uma característica do produto. Apenas isso.

Relação Custo/Benefício

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Excelente. A Fritadeira Elétrica Britânia Air Fry é um produto que é um excelente investimento para quem quer oferecer uma alimentação mais saudável para a sua família, além de ser mais um toque de modernidade e tecnologia na sua cozinha. Seja qual for o motivo pelo qual você vai investir em um produto como esse, entendo que os benefícios que você pode extrair de uma fritadeira como essas são diversos, o que justifica o investimento. Ou seja, é sim um produto que todo geek deve ter em casa.

Nota Final: 8.4/10

Desempenho: 10
Design: 7
Funcionalidades: 9
Preço:  7
Relação Custo/Benefício: 9

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