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Samsung Gear Fit também é desmontado pelo iFixit

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Não faz muito dias que vimos como o Samsung Gear 2 foi construído, e hoje, pelas mesmas mãos do iFixit, vemos o processo de desmontagem do seu modelo esportivo, o Gear Fit. O trabalho que a Samsung teve para integrar todos os componentes em uma estrutura tão pequena – e curvada – é admirável.

Muitas peças – como a bateria, por exemplo -, sofreu leves retoques para se adaptarem ao formato curvo. A placa-mãe foi separada em três segmentos conectados através de um cabo plano. Esta peça integra nada menos que sete chips.

A nota do iFixit sobre a sua capacidade de reparação não é muito alta (6 em 10), mas não tanto por conta de uma má construção, mas apenas porque esse é um dispositivo tão pequeno que é necessário uma certa habilidade para ser desmontado. A boa notícia é que a bateria é de fácil acesso, e pode ser substituída pelo próprio usuário.

Para ver a análise completa da desmontagem do Samsung Gear Fit, acesse o site da iFixit.

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Review | Pendrive Kingston MicroDuo

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Não é todo dia que recebemos acessórios para testes no TargetHD. Mas quando recebemos, sempre são produtos muito interessantes e diferentes. E o pendrive Kingston MicroDuo não é diferente. O produto conta com uma peculiaridade que tem tudo a ver com aqueles que gostam (e precisam) da mobilidade do dia a dia: ser versátil para ser compatível com computadores convencionais e com tablets e smartphones, através de sua porta micro USB.

O objetivo desse review é efetivamente apresentar o produto para vocês, e verificar se ele pode ser tão prático quanto ele se vende. Até porque a ideia aqui é que o acessório funcione sem maiores dificuldades em plataformas diferentes, de forma rápida, segura e funcional. Leia esse review e descubra se esse acessório pode ser a salvação da lavoura na hora de armazenar arquivos em um pendrive que pode ter esses conteúdos reconhecidos em tablets e smartphones Android.

Características

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A unidade enviada pela assessoria de imprensa da Kingston possui 32 GB de armazenamento, e tem um aspecto físico semelhante a um nano drive, ou um pendrive em formato diminuto. Ele lembra um nano conector de mouse sem fio, muito populares entre os usuários de desktops e notebooks, mas um pouco mais corpulento. De um modo geral, ele é pequeno o suficiente para ser transportado com você o tempo todo, sem maiores dificuldades. E também para ser perdido com facilidade.

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A forma que a Kingston encontrou para amenizar as chances de perda/desaparecimento do acessório foi colocando essa pequena presilha de metal no corpo da parte USB do acessório, que pode ser encaixada no seu chaveiro. Aliás, um ponto positivo do Kingston MicroDuo é que apenas a proteção do micro USB é composta de plástico, o que significa que esse produto é resistente para aguentar as hipotéticas trocas constantes de dispositivos, ou o encaixe/desencaixe frequente que o acessório pode ter com o seu tablet ou smartphone.

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Como o seu nome sugere, o MicroDuo consegue concentrar dois tipos de porta conectora em um mesmo dispositivo. A porta USB, que você pode conectar no seu computador, para armazenar e transportar arquivos de diferentes fontes…

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…e a porta micro USB, que você vai conectar no tablet ou smartphone Android de sua preferência. Simples assim.

O produto em funcionamento

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Um dos grandes trunfos do Kingston MicroDuo é que ele é totalmente plug and play. Ou seja, você não precisa instalar drivers no computador ou aplicativos específicos no tablet/smartphone para que o produto funcione. Recebeu o produto, desembalou, é só usar. É a melhor forma para descrever o “grau de dificuldade” que o usuário vai ter em colocar o produto em funcionamento.

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Outra boa notícia é que esse pendrive consegue ficar fisicamente muito bem instalado no dispositivo Android, sem ponto de folgas ou pontos móveis que produzam o mau contato do acessório com o dispositivo. Com isso, o conjunto dos dois produtos fica compacto o suficiente para que o usuário se sinta mais seguro para poder reproduzir de forma mais confortável os conteúdos de áudio e vídeo armazenados no acessório.

É claro que você pode armazenar conteúdos dos mais diversos nesse pendrive. Só não é recomendado a instalação de aplicativos, pois uma vez que o pendrive se desconecta do dispositivo, os mesmos simplesmente deixam de funcionar. Logo, pense nesse produto como uma unidade de armazenamento externa, e não como uma unidade de instalação.

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Uma vez conectado no dispositivo Android de sua preferência, o Kingston MicroDuo é identificado como uma unidade USB, tal como mostra a foto acima no primeiro item, a partir do explorador de arquivos de sua preferência. Qualquer um serve, e nos nossos testes, basta você efetivamente conectar o pendrive no tablet e smartphone, e pronto: o dispositivo já é listado como uma unidade externa. Sem complicações.

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Em nossos testes, utilizamos tanto o Motorola Moto X quanto o LG G Flex (que terá o seu review publicado ainda nesta semana aqui no blog) foram utilizados para receber o pendrive da Kingston, e ambos funcionaram perfeitamente, através do ASTRO File Manager. Os arquivos armazenados no pendrive foram listados e executados, sem travamentos ou erros de reprodução.

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Conclusão

O pendrive Kingston MicroDuo está aprovado. É um dispositivo que promete fazer a alegria dos geeks, que eventualmente se deparam com a limitação do espaço de armazenamento nos seus tablets ou smartphones, e que desejam consumir conteúdos multimídia nesses dispositivos, mas não contam com um slot microSD disponível. É uma solução bem interessante, e que garante um transporte de dados de todos os tipos, para múltiplas finalidades. Altamente recomendado para os geeks mais versáteis.

Review em Vídeo

TargetHD Podcast | 210 | Fim do Windows XP, Moto X+1 e Facebook forçando o Messenger

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Nesta edição:

Apple, abril de 2013: “Os consumidores querem o que nós não temos”
Microsoft estaria planejando a emulação do Xbox 360 no Xbox One
Microsoft já estaria produzindo seis séries de TV exclusivas para o Xbox One
Motorola Moto X+1 vem aí…
Apple informa que 87% dos seus usuários móveis já contam com o iOS 7
HTC One (M8) é removido dos testes do 3DMark Benchmarks
Os grandes estúdios de Hollywood estão processando o Megaupload e Kim Dotcom, dois anos depois do fim do serviço
Fim do Windows XP: para quem ainda tem, quais são as alternativas disponíveis?
Fim das mensagens privadas do Facebook via app. Agora, é obrigado a ter o Messenger instalado
Apple quer que Samsung pague US$ 2.2 bilhões pela violação de cinco de suas patentes
Redes sociais não perdoam: canção oficial da Copa do Mundo 2014 está reprovada
– A vulnerabilidade do Heartbleed, e o que você pode fazer sobre o assunto

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Reparar o Galaxy S5 será mais complicado que o esperado

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O novo smartphone top de linha da Samsung é resistente à água, possui bateria substituível e expansão de armazenamento via microSD. Porém, nem tudo é perfeito no Galaxy S5. O pessoal do site iFixit já desmontou o dispositivo que chegou ao mercado de 125 países hoje (11), e pode comprovar que as coisas mudaram bastante em relação ao Galaxy S4.

O problema radica na necessidade de retirar a tela do dispositivo a cada vez que um reparo for necessário, independente do tipo de componente que precisa ser substituído. Logo, imagine o trabalho que dá aplicar calor ao cristal e fazer uso das palhetas para levantar a proteção física do conjunto. Um trabalho que um mero mortal nem pode cogitar em fazer.

Fora isso, os demais componentes são perfeitamente acessíveis.

A análise do iFixit finaliza destacando dois sensores, o de frequência cardíaca e o leitor de digitais. Os dois elementos pertencem à Synaptics.

Por fim, o iFixit esclarece que, mesmo que o Galaxy S5 apresente grandes dificuldades para ser aberto, ele segue sendo meios complicado para ser reparado do que o iPhone 5s ou o HTC One (M8).

Mais imagens da análise a seguir.

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Via iFixit

Avaliação de Produto | Fritadeira Elétrica Britânia Air Fry

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Nos últimos tempos, estamos vendo um movimento muito claro dos fabricantes de tecnologia em apresentar soluções que resultem em uma melhor saúde para o consumidor. As pessoas hoje vivem mais e querem viver ainda mais, e diferentes segmentos de consumo estão trabalhando por isso, cada um na sua maneira. O mundo dos gadgets agora se volta para as pulseiras quantificadoras, que medem a quantas andam o seu corpo, e em alguns casos, até dão dicas sobre como você pode se cuidar melhor, e isso é ótimo.

Por conta disso, produtos como as fritadeiras elétricas se tornaram um sucesso. Primeiro, porque oferece essa proposta de “vamos nos alimentar de forma mais saudável”. Segundo, porque usa a tecnologia para oferecer uma alimentação mais saudável. E terceiro – mas não menos importante -, porque produtos como esse oferecem o conceito “lei do menor esforço” na cozinha, algo que é sempre bem vindo.

Nesse post, vamos fazer a avaliação de apenas um dos modelos disponíveis no mercado, a Fritadeira Elétrica Britânia Air Fry. A ideia aqui é analisar se o eletrodoméstico pode entrar na lista de itens obrigatórios que todo bom geek precisa ter.

Sobre o Produto

No mundo, existem as fritadeiras elétricas, e as fritadeiras elétricas da categoria “air fry”, ou seja, todo o cozimento é feito através do ar quente produzido eletricamente pelo produto. O objetivo aqui é fazer com que o alimento seja frito ou cozido (ele pode fazer as duas coisas – mais para frente falo sobre isso) sem óleo, ou com a menor quantidade de óleo possível, mantendo as propriedades nutritivas do alimento, e sem perder o sabor ou as características que tornam aquele alimento desejado pelo consumidor.

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Existem várias marcas e modelos disponíveis no mercado dentro da categoria “air fry”. A ideia inicial era adquirir o modelo da Ford, indicado pelo ótimo blog do Nerd Pai. Porém, na época da publicação desse post, eu acabei perdendo a oportunidade de aquisição daquele modelo. Mas ao pesquisar um pouco mais sobre o assunto na internet, eu descobri que o modelo da Ford apresentado por ele é, basicamente, o mesmo modelo da Britânia que avalio nesse post (formato e funcionamento idênticos).

É claro, os resultados podem variar de marca para marca, e de usuário para usuário. Fato é que as fritadeiras do tipo “air fry”, na maioria dos casos, funcionam da mesma forma, e muitos modelos basicamente usam o mesmo formato de construção e até disposição de componentes. Logo, acabei optando pelo modelo da Britânia, por entender que os resultados seriam basicamente os mesmos.

Principais Características

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A primeira coisa que você tem que saber ao comprar uma fritadeira elétrica é: pense em um local para guardar esse produto. É um eletrodoméstico grande (capacidade de 2.2 litros) e relativamente pesado. Algo como uma panela elétrica de arroz (que um dia será avaliada por esse blog), mas com dimensões maiores e mais desproporcionais. Mesmo assim, acho que a maioria não vai pensar nesse detalhe na hora de comprar o produto. Logo, vamos para a parte que realmente interessa.

O produto funciona como descrito e prometido: você coloca os alimentos dentro da fritadeira, programa o tempo que o alimento ficará cozinhando lá dentro, e depois de alguns minutos, o alimento está pronto. Algumas coisas surpreendem positivamente na air fry da Britânia, como o fato de você poder retirar a bandeja onde o alimento fica armazenado para, eventualmente, poder mexer o alimento lá dentro, para que ele cozinhe por igual.

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A fritadeira possui um reservatório para armazenar a gordura que é eliminada pelo ar quente, comprovando assim a sua eficácia. Principalmente quando cozinhamos alimentos com alta concentração de gordura. O resultado visual depois do processo de fritura é algo impressionante, e você tem a clara impressão que, de fato, a air fry pode oferecer um resultado mais saudável do que a velha panela utilizada por você até hoje.

Agora, sobre ela cozinhar sem óleo… vamos por partes.

Ela cozinha sim sem óleo, mas para alguns alimentos, se você quer obter uma crocância, ou um resultado um pouco mais tostado na superfície do prato, é recomendado jogar por cima do prato em questão pelo menos uma colher de sopa de óleo. Se não isso, pincelar ou borrifar óleo no prato em questão também é recomendado. Tá, você pode até pensar que “aí, tá vendo, usa óleo…”. Mas em compensação, a diferença do óleo que deixa de ser utilizado para, por exemplo, fritar 500 gramas de batata frita palito, é algo brutal.

Nesse aspecto, a fritadeira air fry cumpre sim o que promete. Você literalmente deixa de usar todo o óleo que você precisaria para imergir as batatas para obter um resultado que é basicamente o mesmo, mas com apenas uma colher de sopa de óleo (onde parte dele será eliminado no processo de cozimento, com o ar quente).

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Outro detalhe importante: é mais do que recomendado não deixar a fritadeira em modo “ela que faça tudo sozinho”. Mesmo sendo um produto que teoricamente permita você fazer tudo em modo automático, deixando o alimento cozinhando enquanto você faz outra coisa de sua vida, devo lembrar que você AINDA ESTÁ COZINHANDO, ou seja, parte da responsabilidade pelo sucesso do prato ainda passa por você.

Em vários sites que consultei antes de utilizar o produto pela primeira vez, uma das recomendações que li de forma repetitiva é justamente intervir no processo de cozimento em alguns momentos. Por exemplo, pré-aquecer a fritadeira, retirar a cesta de armazenamento da comida para sacudir o alimento lá dentro (para que o mesmo seja cozido por igual), e aumentar a temperatura do cozimento nos últimos minutos do prato preparado.

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Em todas as vezes que eu procedi dessa forma, os resultados foram positivos. Aliás, fica um registro final: você pode cozinhar de tudo na air fryer. Existem ótimos blogs na internet com receitas feitas na fritadeira elétrica. Tudo vai da criatividade do usuário com o produto.

Prós

– Cumpre o que promete: a Fritadeira Elétrica Air Fry Britânia obteve excelentes resultados no processo de cozimento de produtos de diferentes categorias, e de forma efetiva, entrega alimentos mais saudáveis, sem deixar de lado o sabor do prato final. O resultado final dos alimentos preparados não deixa a desejar em nada do que se o mesmo fosse preparado pelo modo tradicional.
– Mais fácil de se operar do que se imagina: um dos receios de muitos antes de comprar uma air fry é a sua suposta complexidade de uso. Na prática, isso não acontece. A curva de aprendizado para operar o produto é relativamente pequena. Uma vez que você entende como o produto funciona, você precisa é ajustar o seu uso para obter resultados culinários que se alinhem ao seu gosto e objetivos. E, nesse caso, você só consegue alcançar o resultado desejado utilizando o produto com maior frequência.
– Alimentação mais saudável: as frituras feitas na air fry realmente utilizam uma quantidade muito menor de óleo do que nos métodos convencionais, e a quantidade de gordura extraída de alguns alimentos é algo empolgante. Em consequência disso, sua alimentação está a caminho de ser algo mais saudável. E quem ganha com isso é você e sua família.

Contras

– Um produto grande e pesado: como eu disse mais acima nesse post, planeje bem o local onde você vai guardar a sua air fry na cozinha, pois é um produto que efetivamente ocupa espaço.
– Pesquise os preços: o modelo descrito nesse post é um dos mais “básicos”, e realiza a sua tarefa de forma eficiente. Existem modelos similares com grande variação de preços, e outros mais sofisticados, mas que podem custar muito mais caros do que um modelo com as características do produto da Britânia. Nos dois casos, é sempre recomendado pesquisar os valores antes de fazer o investimento. Se bem que, quando esse tipo de fritadeira começou a ser mais comentada no mercado brasileiro, ela chegou a ser oferecida por R$ 1.200. Hoje, está na faixa dos R$ 500. Ou seja, o preço já caiu bastante.
– É um pouco barulhenta: como é o ar que fica se movimentando em altas temperaturas – e alta velocidade -, a air fry tende a emitir uma boa quantidade de barulho durante o processo de cozimento. Não é algo exagerado, mas algumas pessoas podem se incomodar com isso. Mas é uma característica do produto. Apenas isso.

Relação Custo/Benefício

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Excelente. A Fritadeira Elétrica Britânia Air Fry é um produto que é um excelente investimento para quem quer oferecer uma alimentação mais saudável para a sua família, além de ser mais um toque de modernidade e tecnologia na sua cozinha. Seja qual for o motivo pelo qual você vai investir em um produto como esse, entendo que os benefícios que você pode extrair de uma fritadeira como essas são diversos, o que justifica o investimento. Ou seja, é sim um produto que todo geek deve ter em casa.

Nota Final: 8.4/10

Desempenho: 10
Design: 7
Funcionalidades: 9
Preço:  7
Relação Custo/Benefício: 9

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TargetHD Responde | Agora, temos reviews e avaliações de produtos. Entenda a diferença

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Meu objetivo com o TargetHD é oferecer a maior quantidade de conteúdo para o leitor, através dos posts de lançamentos de produtos, cobertura de eventos e, principalmente, de análises de produtos. Os reviews sempre foram campeões de audiência no blog, com alguns deles sendo acessados diariamente até hoje. Porém, chegou a necessidade de dinamizar isso.

Normalmente os reviews são feitos de produtos que ou são enviados pelas assessorias de imprensa de tecnologia, ou por produtos adquiridos por mim. Mas nem sempre os fabricantes podem (ou querem) enviar produtos para o blog, e eu ainda não estou ganhando tudo isso para sair comprando todos os lançamentos de tecnologia disponíveis no mercado. Mesmo assim, entendo que ainda seja possível falar sobre esses lançamentos, abordando suas principais características e dando uma análise preliminar, para que o consumidor possa ter mais uma base de informação antes de fechar a compra.

Pensando nisso, eu decidi iniciar um novo segmento dentro da seção de reviews do TargetHD: a avaliação de produto.

Muitos compreendem que um review é uma avaliação de um produto, e não estão errados em pensar assim. Logo, é a minha obrigação explicar como vai funcionar cada tipo de post no meu blog.

Como é um review no TargetHD?

Os reviews que produzimos não sofrerão mudanças. Serão posts de produtos enviados pelas assessorias de tecnologia, ou adquiridos por mim (que eu entenda que merece um destaque maior, com uma avaliação mais detalhada), que serão profundamente analisados e descritos, através de fotos, testes práticos e subdividido por categorias de características.

Os reviews serão posts mais completos, com fotos próprias (que mostram detalhes dos produtos recebidos), vídeo review e outros conteúdos que vocês já estão acostumados a ver por aqui. A ideia aqui é mostrar o produto sob vários ângulos, passando as impressões de uma experiência pessoal com o produto.

Como é uma avaliação de produto no TargetHD?

A avaliação de produto vai funcionar como um post de “primeiras impressões”. Se você não pode testar o produto, ao menos é possível combinar, de forma breve, todas as suas principais características anunciadas pelo fabricante, apontar os seus pontos positivos e negativos (dentro da proposta apresentada pelo fabricante, através dos dados oficiais), mostrar os seus renders, e no final do post, aplicar uma nota para o conjunto apresentado.

Os posts de avaliação serão mais curtos (aproximadamente 1.000 palavras), com renders dos produtos apresentados, mas com as impressões desse que vos escreve, baseado na experiência que carrego trabalhando profissionalmente com o mundo da tecnologia desde 1996, e da produção desse blog de tecnologia, que existe desde 2008.

Conclusão

Quem ganha é você, amigo leitor. O volume de posts que falam especificamente de produtos, avaliando, analisando ou resenhando, vai aumentar, e você poderá consumir um conteúdo ainda mais completo, com qualidade, isenção de opinião, e aquela pitadinha de bom humor, que vem sempre bem a calhar. Com o passar do tempo, esses posts ficarão mais completos, de acordo com as necessidades dos leitores e minhas aspirações, e dessa forma, o TargetHD amplia a sua base de conteúdo original.

Para acessar as novas postagens de avaliação de produtos, clique aqui.

Avaliação de Produto | HD Portátil Seagate Expansion 1 TB USB 3.0

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Vivemos a era do armazenamento na nuvem. O “cloud computing” é a tendência do momento e para o futuro, e fatalmente ou você já está utilizando tal alternativa, ou ainda vai usar um dia (ou já usa, e não sabe). O problema é que ainda é complicado utilizar o armazenamento na nuvem para arquivos de grande porte, como softwares instaladores, grandes lotes de música e vídeos. A nossa internet não ajuda muito na hora de enviar arquivos para tais serviços. E é nessas horas que o HD Portátil Seagate Expansion 1 TB USB 3.0 aparecem para salvar a sua vida.

Recentemente, aproveite uma dessas promoções que eventualmente aparecem na internet para adquirir uma unidade desse HD, e vou relatar as minhas impressões do produto nesse post. Não só descobrir se ele pode ser o parceiro ideal para quem precisa fazer backups mais complexos de arquivos do computador, mas principalmente se ele realmente é capaz de fazer isso mais rápido que os HDs externos convencionais. Nesse caso, o importante não é só o armazenamento, mas sim, um armazenamento mais rápido e eficiente.

Sobre o Produto

Este é mais um HD externo portátil da Seagate, que tem uma grande tradição nesse setor. Foram vários produtos da marca que já testamos aqui no TargetHD, e muito por conta dessa experiência positiva que tive com todos eles é que decidi por comprar esse modelo. Isso, e a relação custo/benefício que o modelo apresenta com o preço reduzido (mas falo disso mais adiante).

Nos dias de hoje, todo geek precisa de uma unidade de armazenamento externa E portátil. Dou ênfase para os dois itens, pois fazer um backup dos seus dados mais importantes é algo obrigatório, principalmente quando são dados que foram produzidos por nós. Quanto ao quesito mobilidade, essa é uma tendência da tecnologia atual. Ninguém mais quer passar o dia trabalhando em um escritório ou em casa. As pessoas estão produzindo mais e mais em qualquer lugar, e os principais lançamentos do mundo tech são pensados na mobilidade do usuário.

Principais Características

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Com tudo o que já foi dito nos parágrafos anteriores, é redundante dizer que o Seagate Expansion é um produto pequeno e leve. Mesmo assim, vale como registro ilustrativo que esse HD é consideravelmente mais leve que todos os modelos de HDs externos do tipo “frankenstein” (montados a partir de um case externo com um HD SATA de um notebook, no esquema Faça Você Mesmo) que tenho aqui no escritório. Ele chega a ser leve o suficiente para se passar por um SSD em case (que também testamos recentemente no blog).

Porém, isso acontece porque a sua carcaça externa é, basicamente, de plástico. Para os mais exigentes, isso pode significar um ponto negativo, pois o produto passa a não ser tão seguro em casos de quedas acidentais – o que pode ocasionar a perda de dados. Por mais cuidado que você possa ter ao utilizar o produto todos os dias, é algo que infelizmente pode acontecer, e como estamos falando de um produto que você tende a levar de um lado para outro, as chances de um acidente desse tipo são grandes.

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Fora isso, ele é compacto o suficiente para ser levado consigo em qualquer lugar. E você vai querer levá-lo para qualquer lugar, pois no quesito transferência de dados, ele cumpre o que promete. Com essa grande capacidade de armazenamento, você pode fazer o backup completo da maioria dos computadores disponíveis no mercado (que variam no seu armazenamento entre 500 GB e 1 TB, na sua maioria), tanto de forma manual como com a ajuda dos softwares já disponíveis pela Seagate para gerenciamento desses backups.

E como praticamente todos os computadores vendidos recentemente contam com portas USB 3.0, toda a transferência de dados é feita (pelo menos) na metade do tempo que você gastaria com o seu HD externo tradicional na porta USB 2.0. E essa é uma vantagem que você não quer perder: a economia de tempo.

Um detalhe importante: muita gente pode querer utilizar o Seagate Expansion para armazenar os seus arquivos de vídeo para reproduzir em sua TV, seja pela porta USB do televisor ou pelo media player, que pode identificar arquivos de vídeo e legendas na mesma pasta. Verifique se o produto que vai reproduzir esses vídeos é compatível com o padrão de porta do HD externo da Seagate, pois pelo menos comigo, esse modelo de 1 TB apresentou problemas, tanto por conta do tamanho do arquivo, quanto pelo padrão da porta. Em vários momentos, o meu media player (Xtreamer) não conseguiu identificar o HD conectado nele, e por conta disso, eu fui obrigado a utilizar o produto como uma unidade de backup dos meus arquivos principais, e nada mais.

Prós

– Preço: o valor cobrado pelo Seagate Expansion é bem competitivo, mesmo quando o produto não está em uma promoção de um e-commerce. Vale o investimento pago, levando em consideração a garantia de fábrica, e pelo fato de ser um produto de marca conhecida.
– Produto cumpre o que promete: o Seagate Expansion efetivamente faz o armazenamento dos seus dados mais rápido. Poder armazenar uma maior quantidade de dados – e com maior velocidade – faz toda a diferença no uso diário.
– Um produto leve e compacto: quem vai adquirir um HD externo desse porte quer poder transportá-lo para qualquer lugar, sem maiores dificuldades. Nesse aspecto, o Seagate Expansion é uma das melhores opções. Levar o produto na mochila, no bolso ou na pasta do trabalho não vai significar problemas para você.

Contras

– Carcaça de plástico: tudo bem, tal escolha torna o produto mais leve e mais barato no seu preço final. Porém, também torna o dispositivo mais frágil em relação às quedas e pequenos acidentes. É fundamental que você redobre o cuidado no uso do produto e no seu transporte.
– Limitação de uso com alguns dispositivos: tal como foi relatado mais acima, esse modelo apresentou dificuldades de operação e/ou inoperância completa com outros dispositivos de multimídia, por conta de suas diferenças técnicas (principalmente pela presença da UBS 3.0).

Relação Custo/Benefício

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Muito boa. O Seagate Expansion de 1 TB vale o quanto custa, e cumpre o que promete. Para quem já estava pensando em adquirir um produto desse porte para armazenamento dos seus dados mais importantes (ou de maior volume), essa é uma excelente opção, pois permite que você faça o backup desses arquivos de forma mais rápida e eficiente. Mesmo para os usuários que não são muito íntimos com o mundo da tecnologia, o produto é altamente recomendado, pois oferece as ferramentas para que o backup de dados seja feito de forma intuitiva e prática. E o mais importante: com maior velocidade, graças à USB 3.0.

Nota Final: 8.6/10

Desempenho: 9
Design: 8
Funcionalidades: 8
Preço:  9
Relação Custo/Benefício: 9

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IDC: tablets superam notebooks em vendas pela primeira vez no Brasil

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A assessoria de imprensa da IDC Brasil divulgou os dados consolidados do mercado brasileiro de tablets, relativos ao ano de 2013, assim como o último trimestre de vendas do ano passado. O estudo traz como principal destaque o fato dos tablets superarem em vendas os notebooks pela primeira vez no Brasil.

Em 2013, foram vendidos 8.4 milhões de tablets. Esse volume representa um expressivo crescimento de 157% em relação às vendas de 2012. No último trimestre do ano passado, foram comercializados 3 milhões de unidades, um crescimento de 149% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil, esse é um resultado inédito para o setor, onde no último trimestre de 2013, os tablets superaram os notebooks em volume de vendas em nosso mercado, com uma diferença de mais de 800 mil unidades. O analista também observa que o setor já apresenta uma sazonalidade, com vendas impulsionadas pela Black Friday e pelo período de vendas do Natal.

O analista da IDC Brasil também observa que, além do preço mais atraente, outro fator que justifica o sucesso das vendas dos tablets é a maior diversidade de públicos que o produto atende, indo de modelos customizados para o público infantil – que ganham mais espaço nesse segmento – quanto modelos que atendem projetos educacionais e governamentais.

Avaliação de Produto | iPhone 5c

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Em setembro de 2013, a Apple apresentou não apenas um, mas dois novos iPhones. O iPhone 5s, que foi uma atualização do iPhone 5, com algumas melhorias técnicas e o novo iOS 7, e o iPhone 5c, uma versão mais simples do smartphone, que muitos acreditavam que seria o telefone de baixo custo da empresa de Cupertino, mas que, na verdade, só é de baixo custo para a própria Apple. Deixando esse aspecto de lado, o modelo também aparece como uma alternativa para quem quer uma proposta mais “jovial e personalizada” do iPhone. Nesse post, vamos observar os seus pontos positivos e negativos, características, e sua relação custo/benefício.

Sobre o Produto

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O iPhone 5c é considerada a sétima geração do iPhone (ao lado o iPhone 5s), se visto pela sua sequência de lançamentos. Na prática, é uma variante completamente inédita do smartphone da Apple, que combina elementos do passado e do presente para oferecer um smartphone mais descolado e jovial para os usuários. Aliás, é sempre bom lembrar: a própria Apple não considera o iPhone 5c um “iPhone de baixo custo”. Logo, ele é o “iPhone colorido”.

O objetivo da Apple com esse lançamento é “se aproximar” do desejo dos seus consumidores, que queriam um dispositivo que tivesse mais a sua cara. Até porque a própria Apple estava perdendo público para os seus concorrentes em mercados localizados, e essa foi a forma da empresa dizer “estamos ouvindo vocês”.

Principais Características

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A principal característica do iPhone 5c é, definitivamente, o fato dele ser colorido. É a maior gama de cores disponíveis para o smartphone da Apple desde o seu lançamento (cinco opções de cores), oferecendo assim um leque maior de alternativas para o consumidor. Além disso, a nova proposta pode ficar ainda mais diversificada nas suas combinações de tonalidades, uma vez que temos os cases coloridos de silicone, que podem ser utilizados com o smartphone (apesar de minhas ressalvas sobre esse item).

Outra característica do iPhone 5c é a sua construção. O smartphone está abrigado em um corpo único de plástico, cujas bordas alcançam a tela do smartphone, dando uma aparente sensação de solidez e melhor acabamento ao produto. Além disso, quando vistos “ao vivo”, os telefones estão visualmente mais vistosos e bonitos do que os renders oficiais da Apple. E esse é um ponto muito positivo.

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Do mais, nas suas características técnicas, é melhor pensar no iPhone 5 em um corpo feito de plástico. As mesmas especificações de hardware estão presentes, com algumas poucas melhorias. Talvez a principal novidade para os usuários brasileiros seja a presença do 4G compatível com as redes nacionais, algo que até hoje não é possível com o iPhone 5 vendido no Brasil. Além disso, algumas melhorias na bateria e recursos otimizados da câmera traseira iSight de 8 megapixels complementam alguns dos destaques técnicos recebidos pelo iPhone 5c.

Prós

– É mais barato que o iPhone 5s: mesmo que o preço não seja exatamente aquele que podemos dizer “nossa, que espetacular”, o iPhone 5c ainda é mais barato que o iPhone 5s, e isso certamente fará a diferença para muitos interessados na compra do smartphone.
– Um iPhone com carcaça colorida e personalizada: você pode mudar a aparência externa do seu iPhone com facilidade, através das capas coloridas de silicone propostas pela própria Apple. Além disso, um iPhone colorido vem de encontro ao desejo de muitos usuários, que querima deixar o seu telefone da Apple com a sua cara.
– O iOS 7: o novo iPhone 5c já vem com a nova versão do sistema operacional da Apple. Ou seja, na teoria, o telefone já vem devidamente ajustado ao novo sistema, e com a perspectiva de uma performance mais ajustada para o conjunto hardware + software.

Contras

– É um smartphone caro (no Brasil): tudo bem que os produtos da Apple são tradicionalmente mais caros em nosso país. Mas isso não é desculpa para esse smartphone ter preço inicial sugerido de R$ 1.999. Ainda é salgado demais.
– É “um iPhone 5 de plástico”: a Apple dá o “pulo do gato”, oferecendo ao mercado um smartphone com um custo de fabricação menor (já que o policarbonato é um material mais barato do que o metal utilizado no iPhone 5), mas com um preço que, aqui no Brasil, é supervalorizado. Até mesmo lá fora: por “apenas” US$ 100 a mais, você já pode levar para casa o iPhone 5s, que possui diferenças consideráveis.
– Os cases coloridos: eu sei, ninguém é obrigado a comprar ou usar esses cases. Mas a simples existência deles é algo vergonhoso.

Relação Custo/Benefício

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Mais uma vez, esse item pode variar de pessoa para pessoa. Eu vejo o iPhone 5c uma boa alternativa para quem quer ter o seu primeiro iPhone (e pode pagar o preço cobrado pelo modelo), ou para quem pensa em trocar o seu atual iPhone 4 por um modelo mais atualizado. Levando em consideração que o iPhone 5 praticamente foi extinto do mercado, essa é a opção “plano B” para muita gente.

Também pode ser uma boa alternativa para os usuários mais descolados, para os jovens, ou para aqueles que há tempos queriam um iPhone colorido. Nesse aspecto, entendo que o iPhone 5c cumpre a sua missão de ao menos chamar a atenção desses grupos específicos de usuários, oferecendo uma alternativa que se alinhe aos gostos e necessidades deles.

Por outro lado, como geek, o iPhone 5c talvez não seja a melhor escolha, justamente pela proposta visual do produto. O novo iPhone colorido não caiu no gosto de todos (a prova disso é que sua produção foi cortada pela metade, supostamente pelas vendas abaixo do esperado pela Apple), e mesmo oferecendo um conjunto técnico equilibrado, muitos usuários devem preferir um dispositivo com um ar mais sóbrio. Não quero aqui dizer que o iPhone 5c é um produto ruim. Pelo contrário: para o que se presta, é bem competente. O problema é que ele cai na regra do “quem não vê cara não vê coração”.

Nota Final: 7.4/10

Desempenho: 9
Design: 7
Funcionalidades: 8
Preço:  6
Relação Custo/Benefício: 7

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Avaliação de Produto | iPhone 5s

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Um dos smartphones de maior destaque em 2013. Tanto pelas novidades quanto pelo preço proibitivo no Brasil, o iPhone 5s foi o foco das atenções de muita gente ao longo do ano passado, uma vez que passamos praticamente todo o ano falando de rumores e especulações que envolviam o dispositivo de alguma forma. Agora… será que o iPhone 5s foi feito para você? Pode ser um dispositivo que bate de frente com os principais concorrentes do mercado? Ou é apenas um iPhone 5 melhorado, que só serve para ser um item de compra do “geek ostentação”? Vamos tentar descobrir isso juntos.

Sobre o Produto

O iPhone 5s é a mais recente versão do smartphone da Apple, sendo esta a sétima geração do produto (ao lado do iPhone 5c). É um dos smartphones mais vendidos do planeta, e está disponível hoje em mais de 120 mercados ao redor do planeta. Objeto de desejo de boa parte dos geeks que eu conheço, é o carro-chefe de produtos da Apple nesse momento.

Apesar da Apple não arriscar muito em modificações de design e proposta geral, essa repetição de estratégia se confirma como certa com o volume de vendas do produto. Um dos motivos para o iPhone ser um campeão de vendas está no fato de, a cada ano, a empresa repetir o conceito geral do produto, adicionando melhorias diversas de hardware (nos seus componentes internos), e oferecendo o mesmo preço do modelo anterior. Ah, e com Tim Cook usando a cada lançamento os termos “mágico e revolucionário”.

Principais Características

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Na estética externa, o iPhone 5s praticamente não mudou em relação ao iPhone 5. As mudanças mais perceptíveis no seu visual estão no identificador biométrico e na opção de cor “gold” (que está mais para champanhe). Me arrisco a dizer que, de longe, a maioria das pessoas não saberão se o smartphone que você está segurando é o iPhone 5 ou o iPhone 5s.

As principais mudanças em relação ao iPhone 5 estão nos componentes internos. Talvez a mais destacada seja mesmo o novo processador A7 de 64 bits, que promete um desempenho mais poderoso para as diferentes atividades, uma vez que conta com maior capacidade de realizar múltiplas tarefas ao mesmo tempo. Além disso, o novo sensor Touch ID é uma das maiores inovações na história do iPhone, adicionando um interessante recurso de identificação pessoal ao dispositivo (e mais um elemento que a Apple tenta re-estimular como tendência nos smartphones).

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Sem falar que esse novo hardware vai trabalhar em conjunto com o igualmente novo iOS 7, a nova versão do sistema operacional móvel da Apple. Um conjunto como esse se converte na melhor experiência de uso que podemos encontrar entre os iDevices disponíveis no mercado.

Sua câmera traseira também recebeu atualizações. Temos um novo sensor de 8 megapixels, com cinco elementos e abertura f/2.2, que recebe o nome de iSight. A área do sensor é 15% maior, e por conta disso, os pixels serão maiores. O iOS 7 foi desenvolvido pensado nessa câmera (segundo Phil Schiller), que usa o software para medir os níveis de branco e cria um mapa de tons dinâmico. Com isso, o sistema operacional ajuda a escolher a imagem mais clara em uma série de fotos.

O flash agora inclui uma função TrueTone, para melhorar as cores, e a câmera inclui ainda recursos de estabilização de imagens, de câmera lenta (com captação a 120 fps), captação de vídeos em HD (720p) a 120 fps, e o usuário pode escolher quais são as cenas que devem ser exibidas em câmera lenta, e quais serão apresentadas na velocidade normal.

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Fora tudo isso, o iPhone 5s conta com pequenas melhorias gerais, que os usuários da Apple já estão acostumados a encontrar em novas versões do produto, como por exemplo uma melhor relação de autonomia de bateria (por conta do novo hardware e do aumento de performance).

Prós

– Hardware ajustado para um desempenho impecável: a combinação do novo processador, com a sua tela com alta taxa de pixels, do novo iOS 7, do sensor Touch ID e outras características resulta em uma das melhores experiências disponíveis no segmento de smartphones no mercado.
– Touch ID: a Apple mais uma vez dita a moda, com um sensor biométrico no novo iPhone. Tudo bem, ainda estamos descobrindo o que ele pode fazer pelos usuários, mas já virou tendência a ponto dos concorrentes já começarem a adicionar soluções semelhantes em alguns modelos.
– Um produto “longa vida”: com o iPhone 5s, o usuário médio não precisa se preocupar na compra/troca do seu dispositivo por um bom tempo. Para a maioria, o iPhone 5s é um smartphone que pode permanecer como telefone principal por, pelo menos, três anos. Se você é um geek compulsivo, consumista e viciado em ter o que há de mais recente no mercado de tecnologia, comece a economizar dinheiro desde já para um hipotético iPhone 6, que deve chegar em 2014.

Contras

– É um smartphone caro: para a maioria das pessoas, um smartphone ainda é algo proibitivo. Um iPhone então, mais proibitivo ainda. Ele é consideravelmente mais caro que a maioria dos seus concorrentes diretos. Sem falar em modelos que (tecnicamente) oferecem bem mais nas suas especificações, mas custando R$ 1 mil a menos ou mais, dependendo do modelo escolhido (P.S.: eu sei que você pode comprar um iPhone importado, o que diminuiria os danos. Mesmo assim…)
– A diferença de preço não justifica a troca (se você tiver um iPhone 5): ter um processador de 64 bits e um sensor biométrico não podem ser as suas melhores desculpas para investir uma grande quantia de dinheiro na compra do iPhone 5s. A não ser que você venda o seu atual iPhone 5 por um preço muito bom, e coloque do bolso a diferença de preço.
– Nada mudou no seu design: tem gente que gosta de se mostrar. Então, do que vale você tirar do bolso um iPhone 5s, e seu amigo (ou amiga) observar “nossa, que bonito o seu iPhone 5…”.

Relação Custo/Benefício

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Esse fator pode variar de pessoa para pessoa. Se você gosta mesmo de tecnologia, ou tem ciência do quanto vai custar a brincadeira, ou não se importa em nada com os fatores contrários citados acima, o iPhone 5s é um excelente investimento. É um dos melhores smartphones de 2013, oferecendo as mesmas características que consagraram o iPhone como um dispositivo referência, e com a nova proposta visual do iOS 7, que dá uma renovada na interface de usuário do dispositivo.

Porém, a grande maioria das pessoas, que usam o smartphone para as tarefas mais triviais (redes sociais, e-mails, mensagens SMS, jogos, etc) não necessariamente necessita de um iPhone para realizar tais tarefas. Porém, estamos falando do iPhone, certo? Logo, um produto que pode mesmo ser muito útil para profissionais, estudantes e outros que se interessem pelos seus recursos (sabendo como melhor trabalhar com eles) acaba se tornando um produto de status, para atender o ego (na maioria dos casos).

E isso justifica um iPhone no Brasil custar até R$ 3.600. Ou não.

Nota Final: 7.8/10

Desempenho: 9
Design: 7
Funcionalidades: 9
Preço:  6
Relação Custo/Benefício: 8

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Avaliação de Produto | Samsung Galaxy S5

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A partir de hoje, 26 de março, o Galaxy S5, o novo modelo de smartphone top de linha da Samsung, é oficialmente lançado em mais de 150 mercados ao redor do planeta, inclusive no Brasil. O modelo tem como principal missão fazer a manutenção da hegemonia da empresa no mercado de smartphones Android, sendo o carro chefe dos demais lançamentos que veremos ao longo de 2014.

Apresentado oficialmente durante a Mobile World Congress 2014 de Barcelona em fevereiro, o Galaxy S5 apresenta sim melhorias e novidades nas suas funcionalidades, algo que é uma regra entre os modelos mais completos da Samsung. Porém, muitos afirmam que a empresa “pisou o pé no freio” no volume de novidades, que seriam menos interessantes do que na realidade parecem ser.

Será? Essa análise pode ajudar a eliminar essas e outras dúvidas.

Sobre o Produto

O Galaxy S5 é o novo modelo top de linha da Samsung. Oferece o que há de melhor entre os smartphones da empresa, além de ser o catalizador de inovações dos coreanos. Todos os anos, a Samsung mostra a sua arma para desafiar os demais fabricantes, e principalmente, bater de frente com o iPhone da Apple. Nos últimos anos, a empresa até obtém êxito no seu objetivo de provar que não é uma mera copiadora das soluções da gigante de Cupertino, se esforçando para apresentar suas próprias soluções de usabilidade, ou até mesmo melhorar algumas características semelhantes dos adversários.

O novo smartphone top de linha da Samsung apresenta uma quantidade menor de novidades e inovações do que aquelas vistas no Galaxy S4 (que precisou de um show da Broadway para mostrar tudo… lembra?). Aliás, o anúncio em si do Galaxy S5 foi algo um tanto quanto tímido e contido. É até compreensível: a Samsung decidiu apostar na ideia do “estamos dando continuidade a algo que vocês (teoricamente) gostaram, com algumas novidades” do que mostrar um “estamos adicionando coisas incríveis no novo produto”. Até porque as novidades do Galaxy S5 são interessantes sim. Mas não incríveis.

Principais Características

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Mais uma vez, a Samsung não realizou grandes mudanças estéticas no Galaxy S4. E mais uma vez, a Samsung insistiu em oferecer um smartphone de plástico em um modelo top de linha, algo que é um dos principais pontos de crítica daqueles que não apoiam a marca, e motivo de frustração para os fãs da Samsung. Para muitos, ainda é incompreensível que um modelo top de linha como o Galaxy S5, com preço de top de linha, ainda persista na tática de utilizar uma carcaça de plástico. Enfim…

Nas linhas de design do produto, também não temos grandes mudanças em relação ao Galaxy S4. É claro que é possível perceber que os dois são diferentes de perto, mas nada que seja muito relevante. Uma das mudanças mais evidentes na sua estética está na tampa traseira do dispositivo (removível), que conta com um acabamento com relevo, que muitos (de forma bem humorada) afirmam que foi inspirada em um band-aid.

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Outra diferença importante no exterior do Galaxy S5 está no seu sensor de pulsações, posicionado na região do flash. Ele é responsável pelas novas funções de quantificação de biometria, que estão presentes no software da Samsung. Essa sim pode ser considerada uma mudança relevante em relação ao Galaxy S4, mas não considero uma novidade que fará muitos usuários migrarem do modelo lançado no ano passado para esse modelo. É claro que tem uma vantagem: em tese, você não precisa comprar uma pulseira de medição biométrica para monitorar a sua saúde. Até porque você vai pagar caro nesse smartphone, logo, pra quê ter um gadget a mais, não é mesmo?

Por falar em sensor, o Galaxy S5 também oferece um novo sensor biométrico, na parte frontal do dispositivo, integrado na botão físico Home. E antes que digam “a Samsung está copiando a Apple, e…”, sensores biométricos existem antes do iPhone 5s (Motorola que o diga…), e a proposta da Samsung vai um passo além.

Enquanto a Apple limitou o uso do seu sensor apenas para os recursos do iPhone – controlados pela Apple -, principalmente para bloqueio e desbloqueio do smartphone, a Samsung quer que outros dispositivos utilizem esse sensor, e logo de cara, o Galaxy S5 já é compatível com o sistema de pagamento da PayPal, o que pode ser interessante para quem se preocupa com a segurança nas suas transações online.

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Sua câmera traseira também foi atualizada, contando com um novo sensor de 16 megapixels, que passa a contar com maior velocidade para suas atividades, com destaque para um sistema de foco automático com resposta de apenas 0.3 segundos. Um novo software para a câmera está disponível, com novos sistemas de captação de imagens, como o Selective Focus, que reforça o foco de uma foto depois que a mesma foi capturada, além de melhorias no modo HDR e a sua capacidade de gravar vídeos em 4K.

Fora isso, as suas especificações não sofreram grandes mudanças, principalmente no seu processador (quad-core, de 2.5 GHz – haverá um modelo com o chip Exynos octa-core de 2.1 GHz). Sua bateria é de 2.800 mAh, e a Samsung promete e o Galaxy S5 contará com uma maior autonomia de bateria, por conta dos novos recursos inteligentes de gerenciamento de energia do dispositivo (quando a bateria alcançar os 10% de autonomia, os dispositivos de rede e outros recursos considerados dispensáveis pela Samsung são desativados, e sua tela fica em modo preto e branco em algumas telas, para aumentar a autonomia de uso em até 24 horas).

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Prós

– Um hardware top de linha: apesar de não contar com grandes atualizações nesse aspecto, o Galaxy S5 ainda oferece uma das melhores combinações de hardware do mercado, sendo tecnicamente superior à maioria dos seus principais concorrentes no segmento.
– Novos recursos: o Galaxy S5 segue a tradição de oferecer novas soluções para reforçar a experiência de uso da Samsung. Um leitor biométrico (que permite a identificação do usuário para pagamentos via PayPal), o sensor de pulsações (que vai monitorar o usuário e suas atividades), uma câmera nova (com recursos de foto automático, HDR melhorado e gravação de vídeos 4K) e recursos para uma melhor autonomia de bateria são notas de evolução do modelo.
– Uma nova câmera: a Samsung promete que a câmera traseira presente no Galaxy S5 é uma das melhores do mercado. E eu não duvido disso. Apenas pelo fato dessa câmera conseguir focar em 0.3 segundos e até mesmo ajustar o foco da imagem depois da foto registrada (com a ajuda do novo software) já posicionam essa câmera em uma posição de destaque.
– Android KitKat: o Galaxy S5 já conta com a mais recente versão do Android no ato do seu lançamento. E isso é sempre uma vantagem a se considerar.

Contras

– Ausência do Android “puro”: até que se prove o contrário (já que é uma nova versão), a TouchWiz, interface de usuário adotada pela Samsung para os seus smartphones, é o maior ponto de crítica de muitos usuários Android. Pode oferecer uma experiência diferenciada, mas em compensação, cobra do seu hardware o que tem e o que não tem para entregar essa experiência. De novo: como estamos com uma nova versão dessa interface com o Galaxy S5, precisamos esperar os primeiros reviews para descobrir se a Samsung corrigiu isso de uma vez por todas, ou se as primeiras reclamações de usuários confirmam a “tradição negativa” da empresa.
– É um smartphone caro (ainda mais no Brasil): o Galaxy S5 custa R$ 2.599. Virou automaticamente o smartphone mais caro da Samsung no Brasil. Levando em conta que o Galaxy Note 3 já é encontrado em e-commerces brasileiros de credibilidade ou em lojas de operadoras de telefonia móvel com preços iniciais sugeridos entre R$ 2.199 e R$ 2.399, muitos vão se perguntar “por que eu pagaria mais caro, se posso ter praticamente o mesmo smartphone – com uma tela maior – por menos?”. Tá, tem as inovações técnicas que destaquei. Mesmo assim, na sua essência, os modelos são muito similares. E, para muitos, a diferença a mais não se justifica.
– O Samsung Galaxy S4 ainda existe: se você já gastou uma nota no Galaxy S4, muito provavelmente você não vai pensar na compra do Galaxy S5 nesse momento. Se você não tem, e ficou interessado em um dos dois, saiba que a diferença técnica entre ambos não é grande. Os modelos são similares nas principais especificações técnicas, e as diferenças já foram destacadas nesse post. Vai variar de caso a caso, mas dependendo do seu perfil de uso (e do seu bolso), talvez valha mais a pena comprar o Galaxy S4 mesmo.

Relação Custo/Benefício

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Que o Galaxy S5 é um baita smartphone, isso ninguém duvida. É um dos melhores modelos lançados em 2014 até agora, e é objeto de desejo de muitos. Porém, muitos entenderão que a própria Samsung decidiu nesse modelo adotar a “tática Apple” de evolução dos seus produtos. Ou seja, adicionou alguns recursos a mais e um novo software, mas manteve as principais especificações técnicas. E colocou o preço do produto como um top de linha, obviamente. Foi exatamente isso que a Apple fez nos lançamentos do iPhone 4S e do iPhone 5S.

Eis aqui o típico caso de um produto que deve ser visto como um investimento sério, antes de qualquer coisa. Cada um deve medir na sua consciência (e no seu bolso) se realmente vale a pena comprar um smartphone que custa R$ 2.600 (o que você faz com R$ 1?) para que ele não seja uma efetiva ferramenta de uso pleno. Não apenas pela produtividade, mas até mesmo para o entretenimento eventual, ou outras atividades inseridas nos interesses individuais do comprador.

Logo, quem faz valer ou não a relação custo/benefício nesse caso, é você. Particularmente, a maioria não precisa de tanto para usar as funções mais básicas. Mas se você precisa do melhor, essa é uma das escolhas que você deve considerar.

Nota Final: 7.8/10

Desempenho: 9
Design: 7
Funcionalidades: 9
Preço:  6
Relação Custo/Benefício: 8

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Avaliação de Produto | Xbox One

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Um dos produtos mais esperados de 2013 foi o Xbox One. A nova versão do dispositivo de entretenimento doméstico da Microsoft (sim, pois eles fazem questão de frisar isso) chega com algumas melhorias que tem o objetivo claro de aumentar o leque de pessoas que podem aproveitar os benefícios do produto, e não só se restringir aos gamers em específico. Mas… será que o novo console de videogames (sim, ele também é isso) da Microsoft consegue ofertar vantagens que justifiquem a compra nesse momento? Ou será que aqueles que possuem hoje um Xbox 360 podem esperar mais um pouco?

Sobre o Produto

O Xbox One é a terceira evolução do console de videogames/central de entretenimento doméstico da Microsoft. Com o objetivo de iniciar uma nova fase nessa linha de produtos, oferece não só melhorias técnicas na parte de games (que ainda é o chamariz principal para o consumidor), mas também diversas soluções para atrair consumidores que querem concentrar a maioria de suas opções de entretenimento doméstico em um único dispositivo. Não só jogar: com o Xbox One, você pode ver filmes, eventos esportivos ao vivo, navegar na internet, executar apps interativos, conversar com amigos via Skype, entre outras funcionalidades.

Características

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Fisicamente, o Xbox One oferece diferenças significativas em relação ao Xbox 360. O seu design é mais reto, lembrando mais um set-top box, o que faz com que o produto se integre mais ao ambiente, lembrando mais um dispositivo eletrônico do que um videogame (isso, na opinião da Microsoft). Além disso, o seu controle se tornou (teoricamente) mais ergonômico e confortável para os gamers que desejam jogar por várias horas.

As mudanças foram mais significativas nas especificações de hardware. Com 8 GB de RAM DDR3 (+ 32 MB eSRAM), CPU de 8 núcleos, processador gráfico D3D com 32 MB de memória, 500 GB de armazenamento em HD, conectividades USB 3.0, três bandas para Wi-Fi (+ Wi-Fi Direct), entrada e saída HDMI (1080p, com suporte para 4K), suporte para até 8 controles e outros recursos, temos um console que foi radicalmente reformulado para explorar ainda mais o potencial técnico dos jogos. Porém, vale a pena lembrar que essas specs ainda são inferiores ao que encontramos no PlayStation 4. Mas isso pode ser irrelevante para muitos gamers que só querem jogar os jogos.

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Depois de alterar (e muito) a sua política de utilização do produto (principalmente após receber muitas críticas pelo exagero de travas e proibições), o Xbox One ainda conta com recursos bem interessantes, como gravação de gameplays (para usuários da Xbox LIVE Gold), uma maior integração do Kinect (que agora faz parte do produto, assumindo um controle maior das funções do console, sendo assim mais inteligente, além de poder reconhecer movimentos de gestos a uma distância menor), armazenamento ilimitado na nuvem, execução de jogos a partir de 50% do download do jogo, e um tempo de inicialização de até 17 segundos.

Sem falar nas melhorias de alguns dos recursos pensados no entretenimento do usuário. As principais novidades são a integração do recurso de set-top box ao console. Alguns usuários internacionais poderão utilizar o próprio Xbox One como receptor de TV por assinatura, tanto via DTH como Cabo ou Internet TV. Além disso, novos fornecedores de conteúdo começam a ofertar canais, eventos ao vivo ou On Demand para o console, ampliando o leque de possibilidades. Algumas dessas opções começam a ficar disponíveis para os gamers brasileiros, mas (talvez) a mais interessante delas (função de receptor de TV paga) dificilmente chegará por aqui.

Prós

– É a nova geração do Xbox: ter o novo é sempre algo muito legal, e muita gente com certeza não quis esperar muito para adquirir o console. Se você é fã da marca, certamente considerou o investimento (ou ainda considera).
– É mais barato que o PlayStation 4 (no Brasil): se você não pretende comprar o seu próximo videogame fora do Brasil, seja pela garantia ofertada pelo fabricante no país, ou por qualquer outro motivo que não é relevante nesse momento, eu nem preciso dizer que, pelo menos por enquanto, o Xbox One é a opção mais acessível.
– Melhorias relevantes no Kinect:  agora, o usuário não só interage com o sensor do Xbox através dos gestos, mas também através dos comandos de voz. Essa mudança faz com que o produto se aproxime de qualquer tipo de usuário, com diferentes níveis de intimidade com o dispositivo, e diferentes objetivos de uso do produto.
– Tem mais jogos disponíveis no mercado que o PlayStation 4 no Brasil (por enquanto): uma das reclamações dos usuários do PS4 aqui é que, apesar do console lançado, não há jogos disponíveis (e se existem, são muito poucos). É claro que esse quadro no futuro pode mudar, e que você ainda tem a opção de comprar os jogos fora do país. Mesmo assim, é uma vantagem para os mais imediatistas, ou para aqueles que não querem esperar pelo envio internacional.

Contras

– É menos potente que o PlayStation 4: em um comparativo direto, o novo console da Sony oferece uma tabela de especificações técnicas mais completa do que o novo console da Microsoft. Para a maioria, isso pode não representar diferença alguma. Porém, o PS4 tem a possibilidade de receber jogos com resultados finais de maior qualidade que o Xbox One, tanto nos gráficos quanto no desempenho.
– Não possui retrocompatibilidade com o Xbox 360 (por enquanto): pelo menos nesse momento, se você tem uma batelada de jogos do Xbox 360, não poderá rodar esses jogos no Xbox One. Simplesmente pela arquitetura dos consoles serem completamente diferentes. Obviamente, é possível imaginar que a Microsoft pense em uma oferta desses jogos na nuvem, ou em versões adaptadas para aquisição via download. Mas isso é em um futuro hipotético, onde nada é confirmado ou dado como certo.
– Ainda é um produto caro no Brasil: pagar R$ 2.290 em um videogame (sim, pois é isso o que o produto é como conceito básico) é um valor para poucos. É claro que você pode importar o produto, e pagar bem menos. Mas perde a garantia da Microsoft no Brasil, algo que deve ser considerado, já que é um baita investimento feito. Se você não pensa nisso de forma imediata, pode ignorar esse item. Mas imagino que você é a minoria.
– Alguns itens bem legais não vão funcionar no Brasil: como já destaquei nesse post, alguns itens que são considerados como grandes novidades do Xbox One não devem funcionar no Brasil, como por exemplo a função de set-top box para TV paga. Isso faz com que o produto por aqui perca um pouco a sua relação custo/benefício.

Custo/Benefício

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A relação custo/benefício do Xbox One pode variar de pessoa para pessoa. De um modo geral, para os gamers viscerais, que são fanáticos pelo console da Microsoft, e que não querem esperar nem mais um segundo para jogar os novos títulos, a aquisição do novo console é a prioridade, não importa o preço pago, e independente se o produto será comprado aqui ou lá fora.

Para os gamers mais casuais ou eventuais, a troca ainda não é algo fundamental. Levando em conta que as mudanças nos aspectos de jogos não foram significativamente grandes (os gráficos são muito similares, e o desempenho também), que os jogos para o Xbox One devem vir mais caros (por conta do Blu-ray), que ainda não existem muitos títulos para o novo console, e que não existe a retrocompatibilidade com os jogos do Xbox 360, esperar mais um pouco antes de investir no novo console é algo prudente, que pode evitar dores de cabeça. Ainda mais se a sua coleção de jogos do Xbox 360 é grande o suficiente.

Ou seja, cabe a cada um se identificar dentro desses cenários, e fazer a sua escolha.

Nota Final: 8/10

Desempenho: 9
Design: 8
Funcionalidades: 9
Preço: 7
Relação Custo/Benefício: 7

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Avaliação de Produto | iPad Air

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A Apple aprendeu muita coisa com o iPad mini. Algumas dessas lições ficaram muito evidentes. Uma delas? Ouvir um pouco o usuário. Não só em oferecer um produto mais fino e menor no seu formato, mas que também atenda aos anseios do consumidor. Por tabela, eles encontraram um produto renovado, mais interessante e atraente para o consumidor. Então, algumas soluções detectadas no iPad mini foram adotadas no novo tablet principal da empresa, o iPad Air, que mesmo mantendo o seu tamanho original de 9.7 polegadas, apresenta mudanças que reforçam a nova proposta apresentada pelo modelo menor.

Sobre o Produto

O iPad Air é a mais nova versão do principal tablet da Apple, ou se preferir, a quinta geração do iPad. O modelo chega com a missão de atender o anseio de muitos usuários, que desejavam um tablet mais fino e mais leve, para facilitar o seu transporte e uso diário. Por tabela, a Apple oferece um tablet com uma aparência renovada, parecendo um iPad mini “grande” (por mais irônico que isso possa parecer.

Além disso, o iPad Air entrega as já tradicionais melhorias de hardware que a Apple sempre promove em seus produtos, que vão trabalhar em conjunto com a nova versão do sistema operacional móvel de Cupertino, o iOS 7. Por ser um produto completamente novo, e com especificações técnicas (teoricamente) ajustadas para já trabalharem com a nova versão do iOS (diferente dos demais modelos, que recebem uma atualização de software), a promessa aqui é de um tablet com uma performance plena, totalmente pensada nos novos recursos, o que é sempre uma vantagem.

Características

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O iPad Air é a maior mudança estética que o iPad recebe desde o seu lançamento. Aqui, a Apple quer reforçar a imagem de um produto mais fino, mais leve e mais rápido em todos os sentidos. Logo, a escolha do nome “Air” não é casual, e na prática, o produto realmente consegue transmitir essa nova proposta.

Particularmente, me agrada e muito a nova proposta de design do iPad Air. A Apple conseguiu a façanha de recortar milímetros de espessura de vários elementos da construção do produto, resultando assim em um produto 20% mais fino e 28% mais leve do que a versão anterior (iPad de quarta geração). Isso certamente chama a atenção de muitos que desejam levar o seu tablet da Apple para qualquer lugar, mas se sentiam incomodados pelo peso do mesmo. Nem falo tanto pelas suas dimensões (uma vez que ele ainda é um tablet de 9.7 polegadas), mas a redução de peso é algo que realmente vale a pena ser observado.

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As melhorias técnicas do dispositivo também merecem ser destacadas. A principal mudança no iPad Air está no seu processador Apple A7 com arquitetura de 64 bits e coprocessador de movimento M7. É o mesmo processador que está presente no iPhone 5s, e é o que deve garantir um desempenho mais limpo e ajustável ao produto como um todo (se alinhando melhor ao novo iOS 7).

Também está mantida a proposta do “hardware mais robusto, mas a mesma autonomia de bateria”. Para isso, a bateria teve a sua capacidade ampliada, para oferecer as mesmas 10 horas de uso “normal” (sabe-se lá o que a Apple entende como normal nesse caso). E não só por conta do processador: o iPad Air conta com novos recursos de rede Wi-Fi, que possui uma maior capacidade de recepção de sinal, além da conectividade 4G/LTE, que é outro responsável por elevado consumo de bateria.

Por fim, o iOS 7, que é uma novidade comum para os iDevices da Apple em 2013. Mas merece o seu registro por ser parte importante do processo.

Prós

– O iPad mais potente nesse momento: a escolha natural de um produto atualizado, com um hardware mais completo, que entrega uma melhor experiência de uso.
– Processador de 64 bits: o novo Apple A7 promete ser muito competente para tarefas mais complexas. Isso pode ser muito útil para profissionais de áreas específicas, que dependem de um dispositivo mais potente para produtividade.
– Um novo iPad: sei que gosto não se discute, mas na minha opinião, o novo iPad Air agrada os meus olhos. Seria um iPad que eu teria também por esse motivo.

Contras

– Preço (no Brasil): ainda é um tablet com preço proibitivo para a maioria dos usuários, e consideravelmente mais caro do que muitos dos seus concorrentes diretos.
– “Um processador de 64 bits pode não justificar a troca”: é o que muitos usuários que já possuem um iPad de quarta geração falaram no ato do lançamento do iPad Air. E eles estão com certa dose de razão. Se você já tem a versão anterior do iPad, não há pressa para a troca. A não ser que você realmente precise de um desempenho melhor. Ou queria.

Relação Custo/Benefício

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Muito boa. Se você não tem um iPad, e pensa em comprar um com tela de 9.7 polegadas, entendo que essa é a melhor escolha (claro, dependendo daquilo que a fatura do seu cartão de crédito manda). Entendo que escolher o iPad 2 (que estranhamente sobrevive no mercado) é indicada para aqueles que realmente não podem pagar o valor sugerido pela versão mais básica do novo iPad, ou para quem vai se limitar ao uso mais básico do produto.

Mesmo assim, entendo que a maioria dos usuários não deve investir em um gadget que já tem mais de 2 anos de mercado. Se sua ideia é comprar um iPad “zero quilômetro” (sempre existe o mercado de seminovos para uma economia), vale a pena esperar mais um pouco e economizar uma maior quantia de dinheiro para escolher direto o iPad Air. E lembre-se: dependendo do valor a ser pago, ele deixa de ser um luxo de consumo para ser um investimento. Pense bem no que você quer fazer com ele, e no que você espera fazer com ele.

Nota Final: 8.8/10

Desempenho: 10
Design: 9
Funcionalidades: 9
Preço: 7
Relação Custo/Benefício: 9

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Avaliação de Produto | Samsung Galaxy S4

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A Samsung é, hoje, a fabricante de smartphones com o sistema operacional Android mais bem sucedida do planeta. É a que mais vende, a que mais fatura, e a que mais lança smartphones com o sistema. E consegue isso com os seus modelos considerados top de linha. Com uma sequência de sucesso inciada com o Galaxy S, os sul-coreanos chegam ao Galaxy S4 oferecendo um produto com especificações imbatíveis na época do seu lançamento, recursos surpreendentes e uma experiência de uso única. Vamos então analisar esse smartphone top de linha.

Sobre o Produto

O Samsung Galaxy S4 é, nesse momento, o smartphone top de linha da Samsung. Tudo indica que em 2014 veremos um Galaxy S5, mas até lá, é o melhor modelo que você pode encontrar no portfólio dos sul-coreanos. É a quarta geração de uma linhagem de sucesso de telefones inteligentes da empresa, e assim como os demais modelos lançados, é um campeão de vendas, com mais de 10 milhões de unidades vendidas.

Principais Características

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Apesar de contar com poucas modificações no seu design em relação ao modelo anterior (Galaxy S3), as especificações de hardware do Galaxy S4 traz importantes mudanças. Para começar, duas versões diferentes para o smartphone: a primeira, com processador quad-core de 1.9 GHz (4G), e a segunda, com processador octa-core de 1.6 GHz (3G). Apesar das diferenças técnicas visíveis, a Samsung garante que os dois modelos possuem o mesmo desempenho final. E no final das contas, a decisão será do usuário, que deve escolher entre um modelo com uma internet mais veloz, ou uma maior capacidade de processamento de dados.

Independente da escolha, o usuário está diante de um dos smarphones mais potentes do mercado (é claro que tivemos outros lançamentos ao longo de 2013, mas ele ainda é um dos melhores conjuntos de hardware nesse momento). Mas a Samsung não quis tornar o Galaxy S4 especial apenas pelo número de suas especificações. Eles queriam oferecer um produto que “aproxima as pessoas”.

Para isso, adicionaram uma série de novos recursos inteligentes ao seu software, como por exemplo o dual câmera (fotos simultâneas das câmeras frontal e traseira, inserindo de alguma forma o autor da foto no momento capturado), recursos inteligentes de interação com a interface de usuário, que incluem o streaming de músicas em vários dispositivos de forma remota, a interação com a interface sem a necessidade do toque na tela, o modo de tela dupla, vários modos de foto com efeitos e funcionalidades que oferecem resultados diferenciados, entre outros. E isso, porque só citei alguns.

Todos esses recursos combinados se convertem em uma experiência de uso considerada única. Tudo bem, eu sei que cada fabricante de smartphone com o sistema Android pode adaptar o software da forma que quiser. Mas a Samsung adicionou tantas funcionalidades que são exclusivas dos dispositivos fabricados por eles, que podemos afirmar que eles conseguiram uma assinatura própria de experiência Android. Você pode amar ou odiar a TouchWiz, mas é inegável que a proposta que ela oferece é completamente diferente de tudo o que temos hoje no mercado de smartphones com o sistema da Google.

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Prós

– Ainda é um modelo top de linha: para a imensa maioria dos usuários, o Galaxy S4 oferece especificações técnicas e funcionalidades mais que suficientes para que não se pense em uma troca de telefone tão cedo.
– Recursos exclusivos na interface de uso: não apenas a exclusividade de funcionalidades (afinal, todo fabricante tenta adicionar elementos próprios nos seus telefones), mas principalmente pela quantidade de recursos personalizados, e como esses recursos podem atrair o consumidor para o Galaxy S4. É o tipo de smartphone que seduz pelas funcionalidades que o usuário não vai encontrar em outros modelos.
– Atualização garantida para o Android KitKat: a Samsung já oferta o novo Android para o Galaxy S4. Se você ainda não recebeu, basta ter um pouco de paciência (mas é provável que, quando você estiver lendo esta análise, o Android KitKat já estará devidamente instalado em seu smartphone).
– Uma ótima câmera: a Samsung sempre ofereceu boas câmeras para seus dispositivos. No caso do Galaxy S4, isso não é diferente.

Contras

– A TouchWiz: é de conhecimento público que a TouchWiz, interface de usuário escolhida pela Samsung, além de não oferecer uma experiência de uso sequer próxima daquela proposta pela Google, exige do hardware o máximo o tempo todo. Apenas com um smartphone parrudo nas configurações (como o Galaxy S4 é) é que essa interface oferece uma experiência prazerosa. E, mesmo assim, alguns usuários não querem ver a TouchWiz nem de graça no S4. Ou seja, o “Galaxy S4 perfeito” é o modelo na versão Google Edition (que conta com o Android “puro”).
– Problemas na bateria: além da bateria não oferecer uma grande autonomia de uso, muitos usuários ao redor do planeta reclamaram de problemas na bateria, que ou “estufavam”, ou demonstravam viciação na autonomia, ou descarregavam rapidamente, ou até pegavam fogo (um caso aconteceu no Brasil). Tudo bem, pela bateria ser removível, você pode trocá-la com facilidade. Mesmo assim…
– Preço elevado: mesmo com os seus recursos exclusivos e personalizados, o Galaxy S4 poderia custar menos, ainda mais se levarmos em conta o tempo de seu lançamento. Além disso, alguns concorrentes oferecem especificações de hardware semelhantes, ou propostas de modelos mais equilibrados no desempenho geral, mas cobrando menos do que aquele pedido pela Samsung para o seu modelo top de linha.
– O Galaxy S5 existe: deixando de lado o preço, para aqueles que pensam em comprar o Galaxy S4 nesse momento, talvez seja mais vantajoso investir um pouco mais e adquirir logo o Galaxy S5. Afinal de contas, mesmo com uma diferença de valor considerável, você vai gastar apenas uma vez.

Relação Custo/Benefício

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O Samsung Galaxy S4 pode ser um bom investimento para aqueles usuários que não querem esperar pelas novidades dos fabricantes para 2014. Para aqueles que entendem que o modelo ainda é uma ótima escolha, levando em consideração a sua combinação hardware/software, e não pensam em trocar de smartphone nos próximos dois anos (pelo menos), independente de qualquer lançamento que apareça ao longo do próximo ano.

Também é uma compra recomendada para quem se acostumou com a proposta da TouchWiz, ou para quem gosta mesmo do trabalho que a Samsung faz nos seus smartphones, não abrindo mão dessa experiência de uso. Essa relação custo/benefício poderia ser melhor, levando em consideração alguns fatores, como por exemplo a concorrência, que oferece modelos tão competentes quanto, mas com preços mais competitivos, ou o próprio lançamento do Galaxy S5 que se avizinha. Mas quem sabe o seu preço acaba caindo em um futuro não muito distante.

Nota Final: 8.4/10

Desempenho: 9
Design: 8
Funcionalidades: 10
Preço: 7
Relação Custo/Benefício: 8

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Avaliação de Produto | Notebook Samsung ATIV Book 6 (670Z5E-XD1)

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Em 2013, eu precisei trocar o meu computador. Não que o antigo modelo estivesse com algum problema, ou não estivesse mais funcionando. Apenas entendi que precisava fazer o que faço hoje (abastecer três blogs, editar vídeos de review e podcasts) de forma mais ágil e com maior qualidade. E aproveitando uma das promoções da madrugada dos e-commerces nacionais, acabei comprando para o meu uso profissional um notebook Samsung ATIV Book 6 (670Z5E-XD1), um modelo lançado pelos coreanos em 2013, e que atendia bem as minhas necessidades, na teoria.

Sobre o Produto

O Samsung ATIV Book 6 faz parte da nova família de portáteis da Samsung lançada em 2013. Pode ser considerado um modelo intermediário, mas com características de computador de linha alta. Um bom processador Intel Core i5 de Terceira Geração, 1 TB de HD, 8 GB de RAM (com possibilidade de expansão para até 16 GB de RAM), tela de 15.6 polegadas, portas USB 2.0 e 3.0, entre outros fatores que influenciaram na compra.

A ideia da Samsung é oferecer um produto de alta qualidade, com especificações técnicas ajustadas para uma alta performance, um design refinado e características que (na teoria) podem bater de frente com os principais modelos de notebooks do mercado. Sem falar que, assim como acontece nos dispositivos móveis, a Samsung oferece toda uma experiência de uso personalizada, alinhando alguns recursos do notebook para uma melhor conexão com smartphones e tablets da empresa.

Principais Características

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O Samsung ATIV Book 6 se destaca por ser um notebook pensado naqueles que querem produzir conteúdos (é o meu caso). A ampla tela de 15.6 polegadas oferece uma visualização mais confortável dos elementos na tela, apesar dessa tela não ser Full HD (ficando nos 1366 x 768 pixels), o que pode incomodar aqueles que buscam um equipamento para atividades gráficas e visuais (edição de vídeos e jogos).

Mesmo assim, é uma tela mais que suficiente para blogueiros, jornalistas e editores de conteúdo online e offline. Aumenta de forma considerável a área de visualização da interface do Windows, além de oferecer uma visualização plena dos aplicativos e área de edição de textos. Sem falar que é um dos poucos notebooks do mercado a contar com duas GPUs (AMD Radeon e Intel HD Graphics), que se alternam de acordo com as atividades realizadas no notebook.

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Outro fator que reforça a proposta de produto pensada nos produtores de conteúdo está no seu teclado, que além de ser retroiluminado, conta com teclas bem espaçadas, e com uma altura perfeita para uma digitação precisa e confortável. Minha produtividade na digitação de textos aumentou de forma considerável, e com uma curva de adaptação relativamente baixa. Até mesmo os usuários menos experientes não terão dificuldades em se adaptar ao teclado do Samsung ATIV Book 6.

Além disso, a Samsung adiciona diversos softwares exclusivos e personalizados, para que a vida do usuário fique mais prática ao utilizar o computador. Porém, isso não acontece na prática. Os aplicativos complementares dos coreanos mais atrapalham que ajudam, e em alguns casos, até comprometem o desempenho geral do equipamento. Recomendo a desinstalação desses softwares, para que o Windows 8 consiga trabalhar de forma mais limpa.

Também é importante lembrar que o ATIV Book 6 é um notebook já adaptado para esse novo momento do armazenamento online, ou seja, não há uma unidade de CD/DVD integrada ao notebook. Se você precisar instalar um software em DVD (Microsoft Office, por exemplo), ou você instala uma unidade de mídia externa, ou você faz o download do instalador para execução dentro do próprio notebook.

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Prós

– Notebook fino: a ausência de uma unidade de CD/DVD faz com que o produto seja um dos mais finos da sua categoria. Não seja a ser um ultrabook, mas é o suficiente para permitir um uso mais confortável.
– Pensado nos produtores de conteúdo em texto: o conjunto de tela de 15.6 polegadas e teclado com teclas bem espaçadas e retroiluminadas, oferecem um resultado excelente para aqueles que trabalham com a produção de textos ao longo do dia.
– Silencioso: você não ouve nenhum ruído vindo dos componentes internos do equipamento, muito menos do seu ventilador interno, que pode trabalhar o tempo todo sem te incomodar.
– Ótimos alto-falantes internos: com a ajuda da JBL, o ATIV Book 6 possui alto-falantes de boa qualidade, ou pelo menos com uma qualidade superior em relação a maioria dos notebooks disponíveis no mercado.
– Gráficos “dual”: o equipamento conta com duas GPUs, que podem ser alternadas, de acordo com as suas necessidades.
– RAM expansível: se assim desejar (ou necessitar), o usuário pode expandir a quantidade de RAM em até 16 GB de forma bem simples (abrindo um módulo exclusivo na parte inferior do produto), um diferencial muito interessante para quem precisa de memória de sobra para suas atividades.

Contras

– Não possui unidade interna de CD/DVD: se você precisa instalar programas que estão em DVD, pense em uma unidade externa, para evitar problemas no futuro.
– Muitos programas pré-instalados que não servem para nada: parece ser uma tradição da Samsung oferecer um monte de crapwares, ou de programas pré-instalados que só carregam o processo de inicialização do sistema operacional, consumindo recursos de hardware (principalmente RAM). Totalmente dispensáveis. Recomendo fortemente a desinstalação de alguns deles, para um desempenho geral satisfatório.
– HD de 1 TB, mas com velocidade de 5.400 RPM: do que adianta ter muito espaço para armazenar conteúdos de diferentes volumes, quando o seu disco rígido não acompanha a velocidade de execução que o produto promete (ou que o usuário espera)? Isso compromete no desempenho geral do produto. Um HD de 500 GB ou 750 GB com 7.200 RPM é uma relação custo/benefício muito melhor.
– Problemas com a atualização para o Windows 8.1: uma importante ressalva é que alguns usuários (eu, inclusive) detectei dificuldades na atualização do sistema para a nova versão do sistema operacional da Microsoft. Muitos usuários detectaram a paralisação completa do update na fase final do processo, e alguns alegam que isso aconteceria por um conflito na detecção das duas GPUs presentes no equipamento. É possível que, quando você estiver lendo esse post no futuro, a Samsung já tenha encontrado uma solução para isso. De qualquer forma, é interessante ficar de sobreaviso.

Relação Custo/Benefício

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O Samsung ATIV Book 6 possui uma boa relação custo/benefício, desde que o cliente saiba exatamente para aquilo que deseja (ou espera) do equipamento. A maioria dos usuários casuais entenderão que o produto é mais do que suficiente para atender todas as suas necessidades mais básicas no equipamento. É um computador confortável para o uso, com uma ampla tela, e um desempenho relativamente ajustado.

O produto é recomendado para produtores de conteúdo em texto, e até mesmo para quem pretende produzir conteúdos de vídeo e áudio de forma casual. Algumas restrições/implementações adotadas pela Samsung nos quesitos de hardware e software podem trazer alguns desconfortos para usuários mais exigentes. Por outro lado, são limitações passíveis de serem contornadas com soluções simples, com a intervenção do próprio usuário.

Nota Final: 8/10

Desempenho: 8
Design: 9
Funcionalidades: 8
Preço: 7
Relação Custo/Benefício: 8

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