china

No final de 2017, a China anunciou que a sua estrada com placas de energia solar estava pronta para entrar em operação. Por alguns minutos, no dia 28 de dezembro, o país se transformava em um dos principais incentivadores das energias renováveis.

Cinco dias depois, as autoridades chinesas confirmavam que um pedaço da estrada foi roubada.

Os pedaços da estrada foram cortados ‘com precisão’, em quase dois metros. Algo curioso, já que o pedaço cortado não tem valor nenhum, de modo que já suspeitam de uma possível sabotagem.

Vale lembrar que esta estrada se destaca por ser uma das mais avançadas do mundo. Sua longitude é de dois quilômetros, que recebem mais de 10 mil painéis solares. O objetivo da estrada é carregar carros elétricos em movimento, além de derreter neve e gelo acumulado com suas bobinas.

 

 

Uma fascinante e custosa obra de engenharia, que foi roubada de forma inexplicável. A estrada não pode ser vendida por muito dinheiro ou utilizada em projetos pessoais. A reparação vai custar cara, sem falar que a estrada ficará fechada por alguns dias.

As primeiras investigações confirmam que foi mesmo um roubo, já que os cortes foram precisos e pensados com antecedência, como se fossem feitos por uma equipe de profissionais, descartando assim um desprendimento acidental. Alguns especialistas acreditam que não foi sabotagem, já que nesse caso haveriam danos à estrada de outra forma, mas sim alguém interessado na tecnologia adotada.

Mesmo sem encontrar com os responsáveis pelo incidente e com investigação em curso, tudo indica que alguém quer replicar tal tecnologia para oferecê-la por um menor preço, algo comum na China.

 

Via QLWB