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Se existe um recurso precioso para qualquer usuário de computador, esse recurso é a RAM, especialmente quando levamos em consideração que a maioria dos navegadores e aplicativos modernos consomem muita memória.

No Windows, muita gente visita o Administrador de Tarefas para identificar os processos que mais consomem RAM, para eliminar um ou outro pensando no alívio do desempenho. Agora, se você sempre se perguntou como exatamente o Windows gerencia toda a memória, a Microsoft tem uma ferramenta gratuita para isso.

O RAMMap oferece respostas para várias perguntas importantes sobre a gestão de memória, desde em como o Windows está analisando a memória física, passando por quantos dados de arquivos se armazenam na memória cache, até quanta RAM é usada pelo kernel e pelos controladores dos seus dispositivos.

 

 

Muito útil para liberar memória

 

 

O RAMMap é compatível com a versão Windows Vista ou superior, e realiza uma análise avançada da memória física para ajudar a entender melhor a forma em que o Windows gerencia a RAM.

Sua interface é bem simples, e lembra um pouco o próprio Administrador de Tarefas com diferentes abas, mas oferecendo mutas informações que podem revelar muitos mistérios sobre o gerenciamento de memória no Windows.

Por exemplo, na primeira aba encontramos um resumo do uso de memória, incluindo o que está em uso no momento até o consumo em modo standby do sistema. Alguns programas reservam RAM em grandes quantidades para o uso em algum momento, mas não necessariamente no momento presente. Ou seja, essa memória não fica disponível para uso por outros programas, apesar de não estar em uso. Com o RAMMap, você pode liberar essa memória com um simples clique.

Isso pode ser útil quando vamos executar algum programa que consome muitos recursos, como por exemplo um videogame muito complexo, um software de edição de vídeo ou um navegador que exige muita RAM.

Se você quer aprender em detalhes tudo o que você pode fazer com o RAMMap e todos os dados apresentados pela ferramenta, é possível rever essa conversa de pouco mais de 30 minutos no Channel 9 da Microsoft.

 

Via Microsoft


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