Se você já se perguntou quais são os países que realizam a maior quantidade de ciberataques aos seus inimigos, esse post tem a resposta.

Os chamados honeypots (potes de mel) coletam dados de cada ataque recebido pelos seus sensores distribuídos ao redor do mundo. Desde a origem dos ataques até o destino dos mesmos, o tipo de ataque e a frequência das tentativas.

Os honeypots são programas e computadores desenvolvidos para atrair atacantes, simulando sofrer diferentes vulnerabilidades muito óbvias.

Desde de ataques DDoS (com várias solicitações feitas por múltiplos computadores), por meio de botnets (equipamentos infectados que não sabem que fazem parte de um ataque) até malwares (incluindo trojans, spywares e ransomwares), a grande variedade de ataques é analisada pelos honeypots.

Todos esses ataques são feitos com o objetivo de assumir o controle de sistemas informáticos ou servidores diversos, para obter dados como senhas e permissões para manipular cada detalhe das organizações.

Não são ataques novos, mas o ambiente em que se desenvolveram mudou muito nos últimos anos, se tornando mais sofisticados e perigosos, com potencial destrutivo em casos de espionagem.

A seguir, a lista de países que mais realizam ataques cibernéticos ao restante do mundo (dados de 2017), nessa ordem:

 

Reino Unido
Turquia
Holanda
França
Alemanha
Ucrânia
Brasil
China
Rússia
Estados Unidos

 

Será que o aumento aos riscos à privacidade é causado por esses países que tentam se defender uns dos outros? Ou estamos no meio de uma simples corrida para ver quem tem a arma mais poderosa?

 

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