Ah, para mim nem é tão difícil assim.

Um estudo da Kaspersky Lab revelou que 15% dos mexicanos preferem sair de casa pelados do que ficar sem o celular ou uma conexão com a internet. E, sendo bem sincero… isso não é difícil de fazer para muita gente.

Não que seja exatamente o meu caso. Eu ainda tenho bom senso e senso de decência para não sair por aí mostrando minhas intimidades (aliás, nem tenho algo tão legal para mostrar). Mas algumas pessoas que eu conheço por aí são tão viciadas em internet, smartphones e mundo conectado, que já começaram a tirar a roupa quando leram o título desse post.

Talvez o motivo para esse post existir não é exatamente o focar na moralidade (ou falta dela), mas sim em como as pessoas hoje dão importância para a tal conectividade, ou para se manterem conectados o tempo todo.

A vida digital se tornou parte essencial da vida de muita gente (a minha inclusive), a ponto das pessoas considerarem a internet algo tão importante quanto água, comida e moradia. Para alguns (o meu caso), a conectividade é importante por conta de minhas atividades laborais.

Mas isso não quer dizer que eu tenho que me tornar um escravo do mundo conectado. Eu consigo perfeitamente ficar três horas sem consultar as redes sociais para realizar algumas das minhas atividades cotidianas, sem maiores problemas.

Mas entendo que algumas pessoas são dependentes em ficar por dento das últimas novidades de amigos, familiares e portais de notícias. Isso pode ser um problema sério para um convívio com o próximo que nem sempre está tão conectado quanto o dependente digital.

Agora, ficar pelado para ter internet? Conheço pessoas que fariam isso sem maiores problemas, especialmente se a internet for oferecida de graça. Não iam pensar duas vezes, tamanho é o vício.

Lembrando, caros amigos: tudo em demasia é demais. Tudo o que fazemos em excesso é prejudicial. A vida é feita do equilíbrio das atividades. Ficar um tempo offline não vai te matar.

Pelo contrário: as chances de você ver a vida acontecendo ao seu redor são enormes.