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Apple Watch lidera o segmento de smartwatches, que não consegue deslanchar

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Um estudo da Kantar Worldpanel mostra que o Apple Watch dominou o mercado dos smartwatches entre os meses de maio e junho de 2016.

O wearable da Apple obteve uma cota de mercado de 33,5% nos Estados Unidos, e 31,8% nos quatro principais mercados da Europa (Alemanha, França, Itália e Reino Unido).

O estudo também revela que 47% dos wearables vendidos nos Estados Unidos foram smartwatches, superando assim as smartbands. Mas liderar esse segmento não é uma boa notícia, pois existe uma pouca força de mercado desses dispositivos de um modo geral: apenas 4,7% dos norte-americnos e 3,2% dos europeus contam com um smartwatch.

Se somamos tudo no mercado de wearables, 15,2% dos norte-americanos e apenas 8,1% dos europeus contam com um dispositivo.

 

As pessoas ainda não se interessam pelos wearables como um todo

Por outro lado, a IDC indica que apenas 9,3% dos norte-americanos e 11,3% dos britânicos compraram um wearable nos últimos 12 meses. Os dados se alinham com outros estudos que mostram o pouco interesse geral pelos wearables, e pelos smartwatches em particular.

Os consumidores preferem que os wearables sejam dispositivos simples e focados no exercício físico. O fato do Apple Watch Series 2 ser claramente focado nisso (com GPS e resistência à água) podem ajudar a impulsionar as vendas desse produto, mas não necessariamente ajudar a tornar os relógios inteligentes produtos populares.

Via PhoneArena

Review | Razer Nabu X

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Os gadgets quantificadores são os que melhor se posicionam no segmento de dispositivos vestíveis. Uma das principais utilidades desse tipo de dispositivo é analisar a atividade física do usuário, dando dicas sobre como melhorar alguns aspectos de sua rotina, visando uma melhor condição física e uma melhor saúde para quem tende a viver uma vida um pouco mais sedentária. Como é o caso dos gamers, de um modo geral.

Pensando nisso, a Razer lançou a pulseira quantificadora Razer Nabu X, que tem como objetivo analisar as atividades físicas dos seus clientes em potencial. Não é voltada para quantificação enquanto o usuário está jogando aquele jogo diante do computador ou do videogame, mas pode dar uma ideia do quanto tempo você está parado fazendo isso, dando alguns argumentos/motivos para você se levantar e ao menos caminhar um pouco. Nem que seja para justificar o investimento nessa pulseira quantificadora.

O review tenta descobrir o que esse produto tem de diferente de modelos similares e já testados por nós aqui no blog. Por ser um produto segmentado para o público gamer, qual é o real benefício que esse tipo de usuário pode ter com uma pulseira como essa? E se ela justifica o seu investimento apenas por ser um produto da Razer.

 

Review em Vídeo

 

Características Físicas

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Temos aqui uma pulseira quantificadora de toda a vida nas suas características físicas. Uma pulseira de silicone hipoalergênico que cai bem na hora de ser utilizada em qualquer lugar ou durante as atividades esportivas, principalmente se levarmos em conta a transpiração do usuário durante essas atividades, ou até mesmo nas jornadas diárias. O que chama a atenção é a cor da pulseira, em um verde fluorescente que até lembra um produto vindo da década de 1990. Mas isso não é um problema. Leve em conta o fato de você usar o produto durante corridas e caminhadas noturnas. Você será identificado com maior facilidade nessas condições.

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Na parte central da pulseira, temos o elemento que é o ‘cérebro’ de tudo, responsável por fazer a quantificação propriamente dita de suas atividades. A Razer Nabu X é capaz de contar seus passos, calorias queimadas e outras informações sobre a sua rotina, cujos dados podem ser interpretados por um aplicativo para smartphones e até compartilhado nas redes sociais.

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Tudo isso acontece em um produto com um conceito bem simples, sem telas de LCD ou OLED para exibir as informações. Apenas três LEDs que indicam o status de sua bateria estão disponíveis como fonte de informação visível na pulseira. Todos os outros dados precisam ser acessados pelo aplicativo no smartphone, e isso oferece duas vantagens muito bem vindas: um preço menor que muitos modelos da concorrência e uma maior autonomia de bateria.

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Talvez o grande ponto de “polêmica” (se é que podemos considerar assim) é o fato da Razer ter escolhido um conector proprietário para recarregar a bateria do dispositivo. Um conector que, por sinal, não é muito menor do que um microUSB que temos em boa parte dos dispositivos que já adquirimos. Ou seja, é um cabo só para recarregar a sua bateria, e chances maiores de você perder esse cabo se você for um usuário mais desorganizado.

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Aqui, o Razer Nabu X aposta na mesma fórmula já oferecida por outros modelos já disponíveis no mercado, incluindo a smartband da Xiaomi. A simplicidade dá o tom para fazer o que realmente importa, de forma objetiva e prática. Além disso, utilizar o smartphone como aliado é uma solução mais do que óbvia, já que todo mundo hoje carrega o smartphone consigo para qualquer lugar.

O Produto em Funcioamento

Não há muitos mistérios no funcionamento da Razer Nabu X. O produto cumpre o que promete, ou atende ao esperado: conta os passos do usuário, faz uma estimativa das calorias gastas e monitora o seu sono. A maioria desses dados podem ser analisados no aplicativo oferecido pela Razer para smartphones Android e iOS, o Nabu app, mas os três LEDs de notificação podem te dar um feedback preliminar sobre a quantas andam suas atividades.

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Por exemplo, se você alcançou os seus objetivos previamente estabelecidos no aplicativo, um duplo toque na área onde está o elemento quantificador, e os LEDs informam qual é o seu status, exibindo um, dois ou três LEDs que informam o quão próximo você está de alcançar a sua meta diária, simbolizando a porcentagem da meta alcançada (33% para um LED, 66% para dois LEDs e 100% para os três LEDS).

Mas o Razer Nabu X é também um “wearable social”, permitindo a “comunicação” com outros usuários que também estão utilizando uma pulseira dessas, trocando dados de suas atividades físicas, dados de contato pessoal e dados assimétricos de gameplay. Como não havia uma segunda pulseira dessas em minha região (ou talvez na minha cidade), essas funcionalidades não puderam ser testadas.

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A pulseira pode compartilhar seus detalhes de contas do Facebook e do Twitter com outros usuários através de um simples aperto de mão, usando o modo Handshake (que atua através de proximidade), ou pelo modo Pulse, com qualquer pessoa portadora de uma pulseira Razer Nabu X em uma mesma sala.

A pulseira também conta com recursos de compartilhamento social no Nabu Gamers, um aplicativo que busca no local outros proprietários dessas pulseiras que também contam com contas no Steam. Os dados da Razer Nabu X podem ser exportados para outros aplicativos, incluindo o Google Fit e o MapMyFitness.

Por fim, a pulseira também pode notificar o usuário sobre algumas mensagens recebidas de aplicativos específicos, como e-mails, mensagens nas redes sociais e outras atividades que o usuário compreender ser importante para a sua rotina diária. Aqui, a boa notícia é poder deixar o smartphone no bolso por boa parte do tempo em que estiver realizando a sua atividade física ou profissional.

 

Bateria

Um ponto muito positivo do Razer Nabu X é a sua bateria. Com uma autonomia média de uma semana de uso, temos aqui uma vida útil bem aceitável, ainda mais se levarmos em consideração as suas dimensões e as funcionalidades integradas. A ausência de uma tela ajuda e muito nessas horas, e ter um dispositivo que só precisamos carregar uma vez por semana é algo que desejamos e muito em outros dispositivos, inclusive. E já me deparei com pulseiras cuja bateria não dura mais do que três dias.

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É claro que essa autonomia não chega ao mesmo nível de alguns dos seus concorrentes, que podem alcançar até 30 dias de uso contínuo de bateria. Por outro lado, entendo que essa pulseira consegue fazer um pouco mais do que as pulseiras quantificadoras tradicionais.

 

Conclusão

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A Razer Nabu X está aprovado. Faz até um pouco mais do que a maioria das pulseiras quantificadoras tradicionais, oferece uma boa autonomia de bateria, e tende a não ser tão cara quanto a própria marca Razer sugere. Aliás, outro fator a ser considerado é que não devemos nos prender à ideia de que esse é um “gadget para os gamers”, pois não é. Pode ajudar a vida desse grupo, mas é pensado no público em geral. Qualquer pessoa pode usar essa pulseira.

É um produto pensado nos geeks, nos gamers e nos esportistas. Para quem quer uma boa pulseira quantificadora para chamar de sua, ou para quem quer apenas um dispositivo que pode ajudar a melhorar um pouco a sua saúde, tirando um pouco o sedentarismo da vida do usuário.

Gear Blink: próximo wearable da Samsung pode ser uma lente de contato inteligente

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O conceito de wearable é levado para a sua máxima expressão. E isso pode acontecer com o Gear Blink, uma lente de contato inteligente que a Samsung pode lançar no futuro, de acordo com uma patente registrada por eles em 2014 na Coreia do Sul (e lá também está protegido o mencionado nome como marca), descoberta pelo pessoal do site SamMobile.

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O arquivo de nome “lente de contato inteligente para realidade aumentada e métodos de fabricação e funcionamento da mesma” descreve assim a integração de uma pequena tela (que é encarregada de projetar a imagem ao olho), uma câmera, uma antena RF e vários sensores que detectam o movimento ocular. O Gear Blink se conectaria com um smartphone (para supostamente receber notificações e controlar suas funcionalidades), mas permite também executar ações com um simples piscar de olhos.

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É sempre bom lembrar que uma patente registrada não é sinônimo ou garantia de produto chegando ao mercado. Mesmo assim, esse tipo de registro nos ajuda a saber o que passa pela cabeça dos especialistas das empresas, e antecipam alguns lançamentos futuros. A Samsung tem vários relógios e até óculos inteligentes. Por que não dar o salto para uma lente de contato inteligente? Algo totalmente crível.

Via SamMobile, Digital TrendsKIPRIS (Patente)

 

Review | LG Watch Urbane

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O mercado de tecnologia de consumo ainda tenta descobrir – ou melhor, entender – o que são os smartwatches. Os relógios inteligentes estão em maior número, os grandes fabricantes estão investindo e lançando novos modelos, mas não temos um campeão claro. Ainda não temos um vencedor. O Pebble talvez é o mais vendido, mas há quem diga que o Apple Watch ganha cada vez mais terreno.

Enquanto uma força dominante não se estabelece, os fabricantes vão apresentando suas opções, É o caso da LG, que tem o LG Watch Urbane, evolução direta do LG Watch R, e terceira geração de sua família de relógios inteligentes. Em relação ao modelo anterior, temos mudanças importantes e melhorias sensíveis, que tornam esse produto ainda mais atraente para os geeks, e mais alinhado para as pessoas que querem um relógio inteligente, mas não querem carregar no pulso algo que se pareça com um gadget.

Nesse review, vamos apresentar o produto que testamos ao longo de duas semanas. Suas características, a experiência de uso, e todos os predicados que o qualificam como um interessante concorrente na briga pelo título de smartwatch preferido dessa geração.

 

Características Físicas

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Se o LG Watch R já se aproximava mais de um relógio no seu formato, é mais do que natural que o LG Watch Urbane, que é uma evolução direta, também trouxesse esse aspecto visual. O que talvez chama a atenção é como a LG melhorou isso de um modelo para outro.

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Saiu a caixa de plástico e as pulseiras de borracha para uma bela caixa de metal e uma pulseira de couro. Isso oferece uma aparência mais sofisticada ao produto, que basicamente é um belo relógio de pulso inteligente. Tudo bem, os esportistas podem preferir outros materiais para poder trazer o relógio consigo durante as suas rotinas de exercícios. Porém, é inegável o fato que o aspecto urbano do novo modelo é muito mais atraente para a  maioria dos usuários.

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A LG teve um grande cuidado nos detalhes de acabamento da pulseira, que tem um resultado final muito bom, tanto no aspecto visual como na qualidade do material adotado. As pulseiras aparentam ser de ótima qualidade. Resta saber se essas costuras do acabamento podem desfiar com facilidade. É difícil dizer, mas pelo menos durante o tempo em que testamos o produto, a impressão que tive é que a LG se preocupou em entregar um resultado final de produto que fosse premium não só na aparência, mas também na durabilidade.

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A caixa do relógio também oferece uma qualidade final muito interessante. A parte metálica não deixa marcas de dedos, e não dá a impressão que ficará riscada ao longo do tempo. Combinando com a pulseira de couro, o LG Watch Urbane fica muito interessante no pulso.

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O botão lateral do relógio tem duas funções. Além de atuar como sistema de bloqueio de tela, ele também serve como botão ‘Home’, voltando para a tela principal do relógio, nesse caso, a interface de relógio, que exibe as horas.

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Na parte traseira da caixa do relógio, temos os sensores que vão quantificar as suas atividades, assim como o contato para a recarga de bateria. Tudo muito simples, sem detalhes adicionais.

 

Acessórios

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O LG Watch Urbane vem com o que chamo de “kit básico”: cabo USB, adaptador para rede elétrica e base de recarga de bateria do relógio. É claro que o destaque vai todo para essa base, que tem um sistema magnético que garante a fixação do relógio no acessório, garantindo uma recarga plena e uma maior segurança para o usuário.

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Tela

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O LG Watch Urbane possui uma tela OLED em formato circular de 1.3 polegadas (320 x 320 pixels), com 16 milhões de cores. Considerando o tipo de produto que estamos analisando, esta tela é mais do que suficiente para exibir os elementos do sistema operacional, notificações, aplicativos e outros elementos típicos, inclusive as diferentes interfaces de relógio que acompanham o software.

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O próprio software oferece um controle de brilho manual, além do modo de brilho dinâmico ou automático, o que faz com que a visualização dos elementos da tela seja algo pleno, além de oferecer uma maior economia de bateria, o que é sempre bem vindo para um dispositivo desse porte. De qualquer forma, mesmo quando utilizado em um ambiente bem iluminado ou em dias de sol forte, é possível visualizar sem maiores problemas os elementos apresentados na tela.

Outro destaque positivo vai para a qualidade do toque na tela, que é preciso para a maioria das atividades. O software da LG está ajustado para que comandos como o toque duplo para despertar a tela ou rápidos movimentos com o dedo para alternar as telas de configurações estejam perfeitamente ajustados, e os mesmos podem ser realizados sem muito esforço.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O LG Watch Urbane conta com o sistema operacional Android Wear 3.0. O software para o relógio inteligente, diferente do que acontece normalmente nos smartphones da empresa, recebeu poucas customizações. Até porque essa foi uma espécie de “imposição” da Google, que quer nos relógios a experiência mais universal possível, além de facilitar a vida na hora de oferecer as atualizações para os diversos dispositivos com ele embarcados.

Em outras palavras: a Google aprendeu a amarga lição aprendida com o Android #fragmentação.

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De qualquer forma, o Android Wear parece que está muito bem ajustado ao LG Watch Urbane. Todo o sistema funciona com fluidez, sem travamentos ou engasgos. Talvez os usuários menos experientes encontrem uma certa dificuldade na hora de encontrar os atalhos para aplicativos e configurações, mas a curva de aprendizado é relativamente baixa. Basta um pouco de paciência na hora de aprender onde fica cada elemento do sistema.

Sem falar que o próprio software do smartwatch oferece um tutorial com os comandos mais básicos. A partir daí, até mesmo o usuário iniciante pode utilizar as funções mais básicas do relógio sem maiores problemas.

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Levando em consideração que não temos ainda uma plataforma dominante no mercado de smartwatches, o Android Wear ainda pode conquistar o grande público. Pelo menos nesse momento, a plataforma está relativamente completa para as necessidades mais básicas de quantificação e conectividade.

 

Internet

O LG Watch Urbane conta com conectividade WiFi, o que dá uma certa independência o dispositivo. Na verdade, relativa independência. Ele pode se conectar na internet, permitindo que os aplicativos recebam algumas notificações e configurações de forma autônoma. Porém, ele ainda depende do relógio para receber as notificações vindas do smartphone, e isso é feito através da conectividade Bluetooth.

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É claro que em um dispositivo com uma tela tão pequena a navegação na web é algo inviável, e o WiFi não está aqui para essa finalidade. Porém, é necessário fazer esse registro, apenas para deixar bem claro para um grupo específico de usuários.

 

Bateria e Armazenamento

O LG Watch Urbane tem uma bateria de 380 mAh, que tem a promessa de funcionar pelo menos por um dia completo de uso moderado. Nos testes, ele cumpriu com o prometido, onde foi possível chegar em casa ao final do dia com alguma carga no relógio. Nesse caso, WiFi e Bluetooth ficaram ligados o tempo todo, além do brilho da tela ficar otimizado para diferentes ambientes.

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Porém, se o relógio for pouco utilizado, recebendo poucas notificações e alertas, ele pode alcançar os dois dias de uso. Sim, todos nós queremos um pouco mais de autonomia de bateria em produtos desse tipo. Mas é o que temos no momento. Os seus concorrentes diretos no segmento não contam com autonomia que vai muito além dessa oferecida pela proposta da LG.

Levando em conta os nove sensores presentes no relógio, além do sensor de batimentos cardíacos, posso dizer que a autonomia de bateria do LG Watch Urbane é satisfatória.

O Watch Urbane vem com 4 GB de armazenamento disponível prioritariamente para aplicativos, e de forma secundária para os dados do usuário. Um dispositivo como esse não tem como finalidade armazenar grandes volumes de arquivos. No máximo algumas músicas para você fazer a sua caminhada ou treinamento diário de forma mais animada. E, mesmo assim, este não é um relógio esportivo. Ou seja, essa capacidade é mais do que suficiente para a maioria dos usuários.

 

Desempenho

Com um processador Qualcomm Snapdragon 400 de 1.2 GHz, trabalhando com os já destacados 4 GB de armazenamento e 512 MB de RAM, o LG Watch Urbane tem um desempenho muito bom, mostrando que seu hardware é mais do que suficiente para executar o Android Wear sem maiores problemas. Como já destacado anteriormente nesse review, não foram percebidos engasgos, arrastos ou travamentos durante o período de testes.

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O dispositivo se mostrou muito eficiente para desempenhar as suas tarefas mais básicas. Talvez o item que mais exigiu o seu hardware foi aquele relacionado à quantificação das atividades do usuário. Mesmo com um sensor de batimentos cardíacos, contador de passos e outros tantos sensores funcionando de forma simultânea, o desempenho do relógio não foi afetado em nenhum momento, sem apresentar qualquer tipo de anormalidade.

Por outro lado, já entendemos que esse tipo de produto não tem como missão gerenciar grandes volumes de dados, ou realizar tarefas mais complexas. É um dispositivo que quantifica e gerencia dados simples, com a missão maior de notificar essas informações em sua tela. E isso automaticamente se converte em uma menor demanda de hardware e software.

 

Conclusão

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O LG Watch Urbane está aprovado. É um belo relógio inteligente, tanto na sua estética como na sua proposta geral de uso. O resultado final oferecido pela LG mostra como a empresa entendeu o que o consumidor quer dentro desse segmento, sem cometer muitos excessos nas tecnologias embarcadas (até mesmo para não tornar o produto caro demais), e mantendo as características gerais do Android Wear.

Além disso, temos mais um smartwatch no mercado com cara de relógio convencional. Esse é o principal feedback que os usuários deram, e é um dos fatores que podem fazer esse mercado emergir. Esperamos que os concorrentes sigam essas dicas, e continuem a desenvolver e evoluir esse segmento, que ainda precisa convencer a maioria. Muita gente quer um smartwatch, mas se pergunta o que fará com ele.

E essa resposta tem que vir dos fabricantes, desenvolvedores e gigantes da tecnologia.

Lenovo Magic View, um smartwatch com uma minitela na pulseira

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A Lenovo apresentou a Magic View, uma pulseira com uma pequena tela integrada na sua parte inferior, que herda muitas das características do Google Glass, e tenta ser um dispositivo que oferece interessantes alternativas de uso.

A Lenovo aproveitou o design do novo Moto 360 da Motorola, mas adicionando um pequeno visor (não é exatamente uma tela) que funciona como um prisma: quando a luz se projeta sobre ela, uma imagem é exibida, mas diferente do que acontecia no Google Glass (onde o visor era transparente), aqui temos um fundo de cor negro sólido, oferecido pela pulseira física.

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Ainda que não seja possível ver o resultado final do produto, o efeito seria de uma tela muito nítida, onde as imagens e a informação projetadas são vistas perfeitamente, sempre e quando o ângulo adequado é contemplado.

Por enquanto, a Magic View é só um conceito, mas pode ser que algum dia ele seja implantado em algum produto real. Se for, é uma das ideias mais originais que podemos ver nos wearables – ao lado daquele modelo com tela de tinta eletrônica da Sony.

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Via ArsTechnica

Os wearables te interessam?

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Os dispositivos vestíveis ou wearables estavam destinados a ser um dos destaques entre os produtos de tecnologia para 2015, mas pelo ritmo das vendas abaixo do esperado, tudo indica que não será assim. Ele não atraiu o interesse da grande massa de consumidores, pelo menos por enquanto.

Duas pesquisas da empresa de análise eMaketer destacam a queda de interesse por esses dispositivos nos últimos meses, quando muitos esperavam o contrário. Um dado revela que 17% dos norte-americanos contavam com um dispositivo wearable, e em maio, apenas 7% deram a mesma resposta.

Outro dado interessante vem do Apple Watch, que muitos acreditavam que impulsionaria as vendas do setor. Ontem (21), a Apple apresentou os seus resultados financeiros sem revelar dados efetivos de venda do seu relógio. Sabendo como a empresa gasta no seu marketing, tudo indica que as vendas ficaram abaixo do esperado, mesmo com Tim Cook afirmando que ‘ficaram acima das suas expectativas, e proporcionalmente maiores que as do iPhone e iPad na ocasião do lançamento das primeiras versões desses produtos’.

Vale lembrar que o dado passado por Tim Cook não quer dizer absolutamente nada sem números concretos, pois os momentos de lançamento foram muito diferentes, e em 2007 a situação da Apple não era nem próxima da que vemos hoje.

Mesmo assim, a consultora Canalys afirma que a Apple vendeu 4.2 milhões de unidades do Apple Watch no segundo trimestre de 2015, o que o posiciona como o smartwatch mais vendido do mercado. Vendas principalmente das reservas de lançamento. Depois disso, as vendas do produto caíram 90% nos Estados Unidos. Além disso, dois terços dos Apple Watch vendidos até agora foram da edição ‘Sport’, a mais barata e a de menor lucro.

 

Não podemos considerar a morte dos wearables. Ainda…

A Apple está desenvolvendo a segunda geração do Apple Watch para resolver múltiplas carências do modelo original. Os demais fabricantes também trabalham nisso, com vários produtos que chegarão ao mercado ainda em 2015, buscando o ponto de madureza do setor.

A indústria viu na atividade física e na saúde o melhor foco para esses dispositivos. Um estudo mostra que os cuidados da saúde em toda a sua extensão é o parâmetro mais importante para adquirir um dispositivo com essas características.

E aqui entra todo mundo no mesmo grupo. Relógios inteligentes, pulseiras quantificadores e dispositivos relacionados. Melhorando as especificações, autonomia, dependência dos smartphones ou número e qualidade de aplicativos. Tudo isso será essencial para impulsionar o setor de wearables.

Samsung quer prevenir possíveis derrames cerebrais através de um novo sensor

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A Samsung apresentou um novo wearable equipado com sensores craniais, que busca prevenir e detectar as etapas iniciais de risco de derrames cerebrais.

A Samsung possui um departamento chamado Creativity Lab (ou C-Lab), onde qualquer trabalhador da empresa pode apresentar ideias que podem se transformar em realidade no futuro, assim como apareceu o EDSAP (Early Detection Sensor & Algorithm Package), dispositivo criado por cinco engenheiros das áreas de mobilidade e lavadores, e que pode se tornar uma realidade em breve.

O dispositivo é composto por duas partes: uma espécie de capacete com sensores, e um aplicativo para smartphone. O capacete monitora a atividade cerebral por impulsos elétricos, e toda essa informação fica sincronizada com o aplicativo que possui o algoritmo que vai analisar essas atividades, e determinar a possibilidade de um derrame acontecer, com 60 segundos de antecedência. Nesse tempo, a pessoa é capaz de avisar um familiar ou amigo, ou tomar as medidas pertinentes para prevenir o evento.

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Uma das vantagens do dispositivo é que ele é feito de plástico flexível, e não precisa de nenhuma substância para canalizar a informação dos sensores. Basta colocar na cabeça e ele começa a funcionar imediatamente. Além disso, os seus criadores estão confiantes que tais sensores poderão ser incorporados em óculos no futuro, dispensando assim o uso constante dos capacetes.

Além de alertar sobre um possível derrame cerebral, o EDSAP também é capaz de medir padrões do sono e estresse, além do ritmo cardíaco, e como isso ter um panorama mais amplo do paciente, oferecendo assim o tratamento adequado.

EDSAP é apenas um protótipo, mas nos próximos dias começam os testes em pessoas. Depois disso, se tudo der certo, acontecem os testes clínicos e certificações pelos departamentos de saúde e governos envolvidos para que um produto final apareça em 2016.

Via Samsung

O que queremos? Maior autonomia de bateria em nossos gadgets!

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A CES 2015 mostrou que as duas grandes tendência para o ano são as telas em 4K e a Internet das Coisas. Mas… até que ponto as pessoas estão realmente interessadas nisso? A Fortune fez uma pesquisa com mais de 1.000 pessoas nos EUA, questionando sobre as novidades apresentadas em Las Vegas. E o resultado mostra que os usuários contam com outras prioridades.

Quando questionados sobre qual tecnologia que eles gostariam de ver nos próximos smartphones, eles foram objetivos: mais bateria. 33% dos entrevistados citaram esse aspecto, que foi a opção mais votada. 16% preferem uma maior capacidade de processamento, o que surpreende se levarmos em conta a potência dos dispositivos atuais.

Apenas 2% mostraram interesse em adquirir um produto da Internet das Coisas, e mais de 70% dos entrevistados afirmaram não saber o que é 4K. Ou seja, são as tendências para 2015, mas muita gente continua sem saber para que serve, ou não se interessam por elas.

Os wearables passaram por resultado semelhante, onde apenas 12% declararam que pretendem comprar um produto dessa categoria esse ano.

Os dados são muito reveladores, e deixam algumas reflexões interessantes, como o que oferecem os fabricantes, como recebemos essas ofertas, e quais são as prioridades dos usuários. Some à tudo isso uma dupla visão de tecnologia: aqueles que seguem as novidades todos os dias, e aqueles que não querem fazer isso de forma aprofundada, mas querem uma aproximação mais prática para o seu dia a dia.

É claro que todos queremos baterias que durem mais, mas o desenvolvimento nesse aspecto é algo lento, e em muitos casos implica certas consequências, como o aumento da espessura do dispositivo. É um preço a ser pago para ficar longe do carregador.

Os wearables como ‘fiscais’ do nosso trabalho

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Os dispositivos vestíveis (ou wearables) estão mais voltados para as atividades físicas, mas esse segmento pode ser apenas uma pequena amostra do que essa categoria de produto é capaz de beneficiar. De fato, a sua chegada ao mundo empresarial e profissional começa a ser mais efetiva, o que inicia um debate singular.

Várias empresas realizam testes com seus funcionários, que já contam com suas atividades monitorizadas por gadgets vestíveis, em aspectos peculiares, como por exemplo com quem se conversa, o tom de voz utilizado, movimentos do corpo ao longo do dia, e outros fatores. Isso traz vantagens, mas também preocupações no quesito privacidade.

Empresas como BP, eBay ou Coca-Cola incentivam o uso de pulseiras como a da FitBit, que permitem conhecer as atividades físicas e profissionais desses funcionários. É claro que as empresas querem que essas pessoas se mantenham saudáveis, mas algumas vão além, querendo monitorar onde esses empregados estão para designar tarefas específicas, baseadas em sua localização. É um conceito similar ao de monitorar as frotas de caminhões de uma transportadora via GPS, onde empresas de entregas podem acompanhar o transporte de produtos e, obviamente, a produtividade dos motoristas.

Outro experimento singular foi realizado pelo call center do Bank of America, onde os funcionários utilizaram sensores da Sociometric Solutions (empresa que nasceu a partir de um projeto do MIT Media Lab), que monitoravam a interação social dos funcionários. O estudo mostrou que os empregados que eram mais sociáveis eram também os mais produtivos, o que fez com que o banco mudasse a estrutura dos seus escritórios, para facilitar esse contato entre os funcionários.

O dilema nesse caso é bem evidente: o quanto a empresa vai monitorar os seus empregado?

A Mindshare, agência de imprensa do Reino Unido, fez com que o seus funcionários escolhessem entre uma pulseira com acelerômetro, um monitor portátil de ondas cerebrais e um guia postural. Depois de um mês de uso, a produtividade aumentou em 8.5%, e o índice de satisfação com o posto de trabalho aumentou em 3.5%. O responsável pelo estudo, Chris Brauer, afirma que as pessoas passam a ter ciência que estão trabalhando, e que estão sendo monitoradas, e por conta disso, a produtividade aumenta.

O aumento da produtividade acontece justamente pela sensação de ser vigiado constantemente. No lugar de trabalhar da melhor forma possível, os funcionários acabam trabalhando para obter melhores objetivos – muitas vezes ditados pelos dispositivos -, evitando ‘atalhos e gabiarras’ que poderiam resultar em potenciais riscos aos seus empregos.

A invasão de privacidade é o grande problema desses dispositivos. Os funcionários devem ser informados previamente sobre até onde vai essa monitorização, e mesmo assim, tal medida pode não ser suficiente para garantir bons resultados, pois sempre existe a chance da informação coletada poder ‘gerar consequências não previstas’.

Brauer, o responsável pelo estudo da Mindshare, esclarece que as pessoas vão ter que dizer o quanto de suas vidas estão acessíveis e disponíveis para as empresas que as contratam. O que antes era uma dicotomia entre a vida profissional e pessoal vai passar a ser um estilo de vida, e os dados que esses dispositivos coletam pode inclusive mostrar se essas pessoas são aptas ou não para realizar determinadas tarefas.

Via NewScientist

.Klatz, um smartwatch polivalente

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O .klatz é um mix de smartwatch com pulseira quantificadora, com um design muito refinado e uma tela curva que se estende ao longo da sua superfície.

O dispositivo faz várias coisas: além de receber notificações das atividades do smartphone, ele pode ser um ótimo acessório de moda e um bom aliado para os esportistas. Ah, sim, e uma forma de falar ao telefone.

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A pulseira se abre em duas partes bem definidas. Em uma delas fica o microfone, e na outra, o auricular. O dispositivo é construído em alumínio, e será ofertado em quatro tamanhos diferentes.

Na tela, as informações são exibidas em formato de grandes elementos que podem ser vistos com facilidade. Na parte inferior, temos a bateria do produto, que promete uma autonomia de uso de até dez dias de uso normal, ou 30 dias em modo econômico.

O .klatz está em processo de financiamento no Indiegogo, e tem preço final de US$ 150 (ou US$ 99 para quem ajudar agora). O relógio começa a ser enviado em março de 2015, caso a meta da campanha seja alcançada (US$ 140 mil).

 

Via .klatz

Com o TinyScreen você pode montar o menor console portátil do mundo

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O TinyScreen é, na verdade, uma pequena tela para dispositivos wearables, do tipo OLED (16 bit de cor), um pouco menor que uma polegada, e com resolução de 96 x 64 pixels. O que torna essa tela diferente das demais é pelo fato dela contar com parâmetros que incidem na retro-iluminação da mesma, podendo aplicar o seu uso em muitos dispositivos de tamanho reduzido.

Com essa tela, os usuários mais habilidosos poderão criar os seus próprios projetos, com possibilidades ilimitadas. Essa tela pode trabalhar em conjunto com a plataforma TinyDuino (uma versão pequena do Arduino), inde é possível desenvolver desde videogames até relógios inteligentes.

O TinyScreen ainda não é um produto final, mas está em financiamento no Kickstarter. Seu preço é de US$ 25, e se tudo der certo, ele chega ao mercado em janeiro de 2015. Mas como apenas com a tela não é possível fazer nada, os criadores do projeto oferecem o kit completo de componentes para o seu funcionamento, por US$ 55. Para montar um smartwatch, o kit custa US$ 90 (a carcaça deve ser impressa), e o set completo de itens custa US$ 460.

Alguns aplicativos são compatíveis com a tela, como jogos, reprodutor multimídia, relógio, notificações, chamadas e mensagens via Bluetooth.

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Via Kickstarter 

HTC mantém os seus planos em lançar um dispositivo wearable

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O site Re/code informa que a HTC ainda mantém a ideia de comercializar um dispositivo wearable em breve. Porém, quer levar o tempo necessário para se certificar que o produto pode ser um competidor de peso em relação aos produtos já disponíveis no mercado.

Jason Mackenzie, responsável pela HTC nas Américas, reconhece que a ideia de empresa era lançar um wearable nessa época do ano, mas o produto ainda não está pronto. Drew Bamford, encarregado pela equipe HTC Creative Labs, entende que esse atraso faz parte do objetivo em fazer tudo direito. De acordo com o executivo, já temos muitos dispositivos no mercado, de modo que quando o modelo da HTC for lançado, eles querem dar razões suficientes para que o consumidor escolha a sua alternativa.

Via Re/code

A camiseta Hexoskin está pronta para quantificar os seus exercícios

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A ideia não é nova (Intel e Ralph Lauren já fizeram o mesmo), porém, é a primeira vez que vemos um produto 100% operacional no mercado. A Hexoskin é uma startup canadense que colocou no mercado a sua primeira camiseta inteligente, destinada aos esportistas e cheio de sensores capazes de mostrar informações detalhadas sobre os exercícios do usuário (frequência cardíaca, recuperação, ritmo cardíaco, respiratório, cadência, passos, velocidade, etc).

Os monitores podem coletar dados sobre sua atividade diária (mesmo que você não faça exercícios) ou até enquanto você está dormindo, sincronizando as informações via Bluetooth com o smartphone (iOS ou Android) ou PC, com um aplicativo próprio.

A camiseta Hexoskin conta com detalhes refletores, para ser visível durante à noite, pode ser lavada na máquina e possui uma tela transpirável, que promete uma secagem rápida. Será vendida em seis tamanhos diferentes, em versões para homens e mulheres.

Infelizmente, a camiseta é exclusiva para o mercado norte-americano, e seu preço sugerido é de salgados US$ 399.

Via Hexoskin

 

Philips PulseRelief, mais um wearable para cuidar da sua saúde

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O Philips PulseRelief é capaz de enviar pulsos elétricos em diferentes intensidades e frequências, para acalmar as dores musculares através da estimulação dos nervos. O dispositivo pode ser controlado por um aplicativo para iOS.

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A Philips alerta que essa dispositivo não vai substituir um médico, mas certamente vai melhorar a qualidade de vida das pessoas. A Philips aqui está aproveitando as tendências tecnológicas (como os wearables e a internet das coisas) para aplicar as novas tecnologias no objetivo de melhorar de forma efetiva as nossas vidas.

 

Via Philips

BlackBerry pensa em colocar o BBM no seu pulso

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John Sims, presidente de serviços empresarias da BlackBerry, afirmou que gostaria de ver o BBM rodando em um dispositivo vestível. Ele afirma inclusive que a empresa já faz testes com isso, e apesar de não haver nenhum plano de lançamento, que já alcançam resultados notórios.

A afirmação mostra uma direção contrária ao que John Chen (foto acima), CEO da BlackBerry, afirmou em fevereiro, quando disse que a empresa canadense não ia entrar na corrida dos wearables, preferindo se centrar em um único mercado, pensando na recuperação da marca no segmento de smartphones.

Ou seja, o discurso parece ter mudado. Sims ainda revela que não só há testes com wearables, mas também que esses equipamentos sincronizariam com o smartphone, podendo ser controlado por voz.

São discursos muito diferentes. O tempo vai dizer qual deles prevaleceu.

Via PCMag

 

Intel e Fossil fecham parceria para desenvolver wearables bonitos

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A Intel que entrar de cabeça no mundo dos wearables, e para isso eles precisam de alguns aliados que ajudem a dar forma ao projeto. Um deles é a Fossil, companhia de acessórios de Santa Clara, Califórnia. As duas empresas anunciaram em nota de imprensa a parceria para desenvolvimento de futuros wearables.

Não há maiores informações sobre o assunto, já que as duas empresas se limitaram a dizer que desenvolverão produtos emergentes e tecnologias dirigidas orientadas ao consumidor de moda. Vale lembrar que a Fossil foi uma das marcas citadas no lançamento do Android Wear, de modo que já temos algo encaminhado nesse aspecto.

Essa não é a primeira parceria da Intel pensada no mundo dos wearables. Em 2013, eles investiram um bom dinheiro na Thalmic Labs, fabricante de uma pulseira que traduz o movimento de nossos músculos em ordens, e em março de 2014, eles compraram a Basis, empresa de pulseiras esportivas.

No mês passado, conhecemos o BioSport, fones de ouvido com sensores de ritmo cardíaco desenvolvidos em colaboração com a SMS Audio. Ou seja, não resta dúvidas sobre quais são os planos de negócio da Intel para os próximos anos.

Via CNET, Intel