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Microsoft mete o dedo no olho da Apple no último comercial do Surface

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Microsoft Surface Cortana Comercial

A Microsoft decidiu deixar claro para todo mundo o que é um PC de verdade, no novo comercial do Surface. Não só isso: aproveitam para tentar ridicularizar o iPad Pro da Apple.

O comercial é uma resposta da Microsoft ao comercial publicado pela Apple, onde eles explicavam à sua maneira o que é um computador, em uma tentativa de mostrar os benefícios do seu novo tablet voltado ao formato profissional.

 

O comercial da discórdia entre Surface e iPad Pro

O vídeo protagonizado pelo Surface e pelo iPad Pro começa com uma afirmação, uma pergunta e uma resposta:

“Tenho um teclado, agora sou um PC como você”, disse o iPad Pro.

E o Surface responde se ele agora tem um chip mais potente, como um Core i7.

“Não, só tenho um teclado”… e também não executa as versões padrão do Office.

Aqui, podemos adicionar que nem mesmo tem um sistema operacional de um PC, mas sim um sistema operacional móvel, o iOS.

Com tudo isso em mente, é pouco compreensível que a Apple se emprenhe m promover o iPad Pro como um computador quando na verdade ele não é, ainda que obviamente isso não elimina o fato dessa solução poer ser útil para um público específico, como designers e artistas.

A seguir, o vídeo da Microsoft promovendo o Surface…

 

 

…e abaixo, o vídeo da Apple promovendo o iPad Pro, que gerou essa pequena briga.

 

 

Via Neowin

A Microsoft está preparando um Surface All in One?

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Um Surface All in One estaria em desenvolvimento, e seria comercializado no terceiro trimestre de 2016. Fones próximas da cadeia de produção em Taiwan revelam os supostos planos futuros da Microsoft.

Desde que Steve Ballmer trocou o grito de guerra “Developers, Developers, Developers” por “Devices, Devices, Devices”, especula-se o desenvolvimento de produtos com o nome Surface, cujo 2 em 1 se tornou referência no segmento. Satya Nadella encerrou a era dos “devices” e iniciou a era da “produtividade”, mas segue comercializando hardware próprio, com novos tablets Surface, o ultrabook Surface Book e os novos consoles Xbox.

 

Um novo formato de PC, para impulsionar as vendas no setor

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O Surface All in One foi um dos especulados em uma época onde parecia que Ballmer queria transformar a Microsoft na “nova Apple”. Uma estratégia que hoje está totalmente descartada, mas isso não impede o lançamento de novos produtos.

Uma patente de fevereiro de 2016 mostra um computador tudo em um com concepção modular. E isso levanta a fogueira dos rumores.
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Agora, os fornecedores especificam inclusive a data de lançamento do produto para a segunda metade de 2016, contando com a nova plataforma da Intel, a Kaby Lake. O objetivo não seria obter vendas massivas, mas sim impulsionar um formato de computador, para impulsionar as vendas de PCs, que seguem em queda livre. A previsão na redução das vendas varia entre 14 e 12.6 milhões de unidades.

Via DigiTimes

Vendas de smartphones da Microsoft caem 73%, e não se vê luz no fim do túnel

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A Microsoft apresentou os seus relatórios financeiros do primeiro trimestre de 2016, e apresentou números abaixo das expectativas, reforçando a tendência de queda dos trimestres anteriores. Com receita de US$ 20.5 bilhões e lucros líquidos de US$ 3.8 bilhões, as quedas foram de 5.5% e 24% respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior. Com isso, as ações da empresa caíram levemente.

A situação dos smartphones da Microsoft só se complica. A receita dessa divisão caiu 46% em relação ao ano anterior. São 2.3 milhões de dispositivos Lumia vendidos, uma queda absurda de 73% em comparação com o mesmo período de 2015, e não é surpresa ver que, no trimestre anterior, a queda foi de 54%. Ou seja, a tendência é de queda, e não há previsão de mudanças.

Mesmo assim, a boa notícia é que o Surface foi o negócio de hardware de maior sucesso da Microsoft, com aumento nas vendas de 61% (US$ 1.1 bilhão em receita). Mas não foi informada a participação de cada um dos produtos nesses lucros. O Xbox mostra 9% de aumento na venda de jogos, 18% a mais de receita na publicidade, 22% de aumento nas assinaturas e transações na Xbox Live, e 26% a mais de usuários ativos (46 milhões em todo o planeta).

As outras três linhas com crescimentos foram a Intelligent Cloud (Azure, Windows Server) com receita de US$ 6.1 bilhões (3% a mais que em 2015), a More Personal Computing (Windows 10) e a Productivity & Business Services (Office), com ganhos de 1% cada uma.

A More Personal Computing apresentou uma queda de 26% nas receitas por licenças de patentes, e a Azure é o grande negócio na nuvem para a Microsoft, com um brutal aumento de 120%. Por fim, o Office 365 conta com 22.2 milhões de assinantes.

Não é um cenário simples para a Microsoft. Sua aposta na nuvem foi a melhor decisão que eles tomaram, e ao lado do Surface, é o que mantem a empresa em alta. Nem o Windows 10, nem o Office se destacam, e isso acontece principalmente por conta da queda nas vendas de PCs. A situação dos smartphones é bem preocupante, já que até agora não há uma estratégia clara e agressiva para impulsionar o setor.

Porém, Satya Nadella já esclareceu que eles estão conscientes do problema, e que tomarão providências sobre o assunto. Mas o que fica cada vez mais claro é que o negócio de smartphones deixou de ser uma prioridade para a Microsoft.

Para quem gastou o rico dinheirinho no Windows 10 Mobile… lamento por você. De verdade.

Via Microsoft

iPad Pro supera o Surface em vendas, e Apple segue liderando o decadente mercado de tablets

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O iPad Pro superou em vendas os tablets Surface no último trimestre de 2015, de acord com a IDC. A Apple teria vendido 2 milhões de unidades do iPad Pro, contra 1.6 milhão de tablets Surface, da Microsoft.

A informação é importante por diferentes aspectos. Por um lado, o iPad Pro foi lançado em novembro de 2015, ou seja, não cobriu um trimestre por completo. Por outro, o bom desempenho desse tablet entra em contraste com a maior queda geral de vendas de tablets da Apple em sua história.

Soma-se a isso o bom desempenho dos dispositivos Surface (Surface Pro 4 e Surface Book), que renderam para a Microsoft um aumento nas vendas de 29% (1.350 bilhão), podemos concluir que os tablets premium (ou 2 em 1, se unirmos um teclado à sua base) podem mesmo ser a saída para o setor de tablets, que está em plena queda.

A Apple dominou o segmento em 2015, mas sofreram uma grande queda de vendas, indo de 63 milhões em 2014 para 49.6 milhões em 2015 (queda de 21%). O mesmo pode ser dito da Samsung e ASUS. Só a Lenovo manteve sua ascensão, ultrapassando a Huawei na quinta posição, depois de dobrar as vendas em relação a 2014.

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Fica claro que o setor de tablets segue sua tendência negativa, ao mesmo tempo que se observa uma melhora nas vendas dos mdoelos premium, que podem substituir os notebooks convencionais. E é nesse grupo que entram o iPad Pro e o Microsoft Surface 4, ainda que os dois contem com apostas diferentes (iOS no iPad, sistema operacional completo com o o Windows no Surface).

Via IDC

Microsoft: Surface em alta, e o Lumia despenca 49% em vendas

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A Microsoft anunciou os seus resultados financeiros para o quarto trimestre d e 2015, que ilustram claramente dois cenários bem definidos: a linha Surface está em ascensão, e a linha Lumia despencou.

As vendas dos modelos Surface Pro 4 e Surface Book resultaram em um crescimento de 29% nas vendas geradas peça família Surface (de US$ 1.1 bilhão para US$ 1.35 bilhão). Por outro lado, a família de smartphones sofreu uma queda nas vendas de assustadores 49%. Levando em conta que os modelos Lumia 950 e Lumia 950 XL parecem não estar a altura dos grandes do mercado, é normal ver essa tendência de queda que arrasta a empresa com a sua linha de telefones há vários meses.

Em linhas gerais, o último trimestre de 2015 não foi bom para a Microsoft. As vendas caíram em 10% em relação ao ano passado (de US$ 26 bilhões para US$ 23 bilhões), com uma queda nos lucros de 15% (de US$ 5.8 bilhões para US$ 5 bilhões). Quem obteve grande lucro é o segmento de serviços na nuvem, como o Azure, com aumento de 140%.

O Office 365 também cresceu 70% nos lucros em relação ao ano passado, alcançando 20.6 milhões de usuários. O setor de games acumula um total de 48 milhões de usuários ativos, um crescimento de 30%. Se o hardware não está nos seus melhores momentos, o software parece ser a solução dos problemas. O Skype (por exemplo) foi baixado por mais de 900 milhões de vezes no iOS e no Android, e as ferramentas do Office acumularam mais de 340 milhões de downloads.

Traduzindo: mantida a tradição da Microsoft se dar melhor no software.

Via Microsoft

Microsoft fala da superioridade do Surface diante do iPad Pro

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Dan Laycock, gerente sênior de comunicações do Surface, afirmou claramente que o Surface e o iPad Pro são dispositivos muito diferentes, já que os planos adotados pela Microsoft e pela Apple seguiram criação e desenvolvimento que não se associam.

A Microsoft quer que o Surface seja possível oferecer o o valor de um tablet e de um PC completo capaz de executar todos as aplicativos que podemos vir a necessitar, garantindo um bom nível de desempenho, mobilidade e autonomia.

Está bem claro que a Microsoft quer que o Surface pode fazer o mesmo que um PC completo, enquanto que o iPad Pro não pode fazer o mesmo que um Mac. Ou seja, seria uma espécie do iPad com particularidades que melhoram a sua produtividade em certos aspectos.

Por fim, Dan relembrou que a Apple considerou o uso de um lápis ótico como um erro, algo que eles voltaram atrás ao incluir tal acessório no iPad Pro.

Via Neowin

Lenovo não vai vender o Surface porque “ele é um concorrente”

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A Microsoft pediu para a Lenovo vender o seu hardware Surface, e recebeu um sonoro “não” como resposta. “Não vejo nenhuma razão pela qual eu deveria vender um produto da concorrência”, respondeu Gianfranco Lanci, CEO da Lenovo, para os executivos de Redmond.

Já é sabido que a Dell venderá o Surface Pro e seus acessórios aos seus clientes corporativos nos 28 mercados onde os tablets da Microsoft está disponível, através do programa “Iniciativa Empresarial Surface”, impulsionada pela Microsoft. A Dell venderá o hardware, suporte, serviços, garantia ProSupport e serviços de distribuição. HP, Accenture e Avanade farão o mesmo.

Já a Lenovo decidiu não participar da iniciativa por considerar o Surface um competidor. Lanci vai além, explicando que a Lenovo vê a Microsoft como “um parceiro em certas coisas, e um concorrente em outros cenários”, o que o obriga a ser “um pouco cuidadoso” em algumas decisões.

No passado, a Microsoft já recebeu duras críticas da Acer com o lançamento do Surface RT, que foi um grande fracasso. Porém, eles se recuperaram com o Surface Pro 3, e com os novos Surface Pro 4 e Surface Book.

Cada um tem a sua opinião sobre tudo. As críticas dos parceiros da Microsoft diante da concorrência que o Surface cria é respondida com o desejo de Redmond em impulsionar o Windows 10 e uma categoria de produto tão atraente como a dos dispositivos 2 em 1. Não só para eles, mas para os seus sócios também. E para derrotar a supremacia que até então ostentava os MacBooks na linha de notebooks premium.

Sem falar que os sócios da Microsoft também contam com produtos muito bons (Lenovo Yoga, HP Spectre, Dell XPS, Toshiba Satellite, entre outros).

Surface, Xbox e 10 milhões de Lumias confirmam a aposta da Microsoft no hardware

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Aos poucos, a Microsoft está conseguindo estabelecer sua estratégia no hardware. Começa a vender mais dispositivos Surface, e igualou a briga com a Sony no segmento de videogames.

No total, a Microsoft informa ingressos de US$ 26.5 bilhões, com ações avaliadas em US$ 0.71, quando as expectativas eram de US$ 26.3 bilhões, e US$ 0.71 por ação. Onde os grandes protagonistas foram os seus serviços na nuvem, o Lumia e o Surface.

A venda de equipamentos Lumia representou para a Microsoft vendas de US$ 2.3 bilhões, com 10.5 milhões de dispositivos vendidos em todo o planeta. Já o Office 365 nas versões personal e para o lar conta com um pouco mais de 9 milhões de assinantes, sendo que o maior crescimento aconteceu em relação ao terceiro trimestre de 2014, ganhando 30% nos últimos três meses do ano.

Por um lado, os ingressos na linha de Dispostivos e Consumo aumentaram em 8% no úlitmo trimestre de 2014, graças em partes ao Surface e ao Xbox. Não foram especificadas as unidades vendidas do surface, mas indicam um aumento de 24% nas vendas dos tablets em relação ao ano passado, graças em parte ao lançamento do Surface Pro 3.

A Microsoft também informa que eles venderam 6.6 milhões de unidades dos sistemas Xbox durante o Natal, mas sem especificar modelos. Apesar da queda de preço do Xbox One e a renovação dos catálogos de jogos serem fatores que ajudaram, é complicado saber com exatidão quantas dessas vendas foram do console da nova geração. A Sony, por sua parte, já informou que vendeu 4.1 milhões de unidades do PS4 durante o Natal.

O Bing aumentou 23% os seus ganhos com publicidade, com uma cota de mercado nos Estados Unidos que aumentou em 150 pontos, ficando com 19.7%. No setor de serviços empresariais, a nuvem rende bons ingressos para a Microsoft, com um aumento de 5% (ou US$ 13.3 bilhões), com a ajuda de serviços como Office 365, Azure e Dynamic CRM Online, que cresceram 114%, com ingressos de US$ 5.5 bilhões.

Já em nível global, as coisas mudam para a Microsoft. A empresa registrou perdas operacionais de US$ 243 milhões, que podem se justificar com o plano de reestruturação em massa e a integração da antiga equipe móvel da Nokia. Os ingressos com as licenças Windows seguem caindo (-13%) ano após ano com a queda de vendas dos desktops e a incorporação de licenças já instaladas em equipes menores, apesar dos resultados ficarem maquiados com o trabalho na nuvem do Bing e do Azure.

Em resumo: a Microsoft segue buscando esta fórmula que a faça crescer, apesar de ainda ficar muito longe das históricas vendas que a colocavam como a dominante em vendas. Pode ser que o Windows 10 seja a peça que falte no quebra cabeça, mas tudo indica que será uma peça bem pequena dentro dessa grande estratégia.

Via Microsoft