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Cinco anos sem Steve Jobs

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Eu me lembro onde eu estava quando recebi a notícia da morte de Steve Jobs em 2011. Eu estava no supermercado, fazendo as compras do mês. Me lembro que tive que voltar correndo para casa para escrever sobre o assunto. E, curiosamente, eu não publiquei essa notícia no TargetHD.

Apenas modifiquei a barra superior de links do blog, com um atalho para a página inicial da Apple, que por alguns dias exibiu essa foto, com o ano de nascimento e morte do executivo.

Eu não quis escrever sobre esse assunto. Achava que o TargetHD não era o espaço para uma notícia tão chata.

Hoje, cinco anos depois de sua morte, consigo escrever melhor sobre esse tema, e como a Apple está depois desses cinco anos.

 

A Apple seguiu em frente…

Hoje a Apple ainda é uma empresa de tecnologia muito forte. Tudo bem, tem algumas posições controversas, como depender metade dos seus lucros pelas mão de um único produto – iPhone. Mesmo assim, é empresa pra ninguém botar defeito.

Levou quase dez anos para que o iPhone registrasse quedas nas vendas, e por conta de diversos fatores: mercado saturado, crise econômica mundial, o mercado de linha média forte, a concorrência… e, mesmo assim, o smartphone da Apple continua a ser a referência.

Apesar dos mercados de computadores e tablets apresentarem sinais de quedas, o MacBook ainda mantém uma posição respeitável, e o iPad é um dos campeões de vendas em seu segmento.

O Apple TV se reinventou, se tornando um dispositivo de entretenimento mais versátil. O iOS se tornou um sistema operacional móvel maduro, o macOS ainda é referência entre os desktops, a App Store é a loja de aplicativos mais lucrativa do mundo, o iTunes ainda rende lucros e dita regras…

Enfim, a Apple seguiu em frente. Muitos podem questionar as posturas de Tim Cook, mas a verdade é uma só: a empresa ainda está nos trilhos e relevante.

 

…mas não se esqueceu completamente de Steve Jobs

Hoje, a Apple e mais a cara de Tim Cook do que a de Steve Jobs. É uma empresa mais flexível na sua visão de mercado. É uma empresa que tomou decisões que Steve Jobs jamais aprovaria, mesmo com a evidência mudança de tempo.

Porém, Tim Cook decidiu seguir duas das grandes filosofias de vida de Jobs: seguir o seu coração e seguir a sua intuição.

Longe de mim ser como Steve Jobs, mas confesso que desde que comecei a escrever sobre tecnologia na internet pelo TargetHD eu passei a compreender o que isso quer dizer.

Sigo muito minha intuição para o blog e para as decisões da minha vida. E ouço o meu coração para empregar os meus esforços e recursos em tudo o que eu faço.

Tim Cook fez o mesmo.

Certo ou errado, seguiu essas lições. E manteve a Apple nos trilhos. Relevante. Isso é o que realmente falta.

Steve Jobs faz falta. Mesmo.

Posso até achar que a Apple deixou de ser inovadora. Mas acho que isso não aconteceu por conta da ausência de Jobs.

Mas uma coisa é certa: sem Steve Jobs, falta muita coisa.

Que ainda não sabemos o que é.

Oscar 2016: a ficção científica e o universo geek triunfam

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Qualquer cinéfilo que se preze acompanhou o anúncio dos indicados ao Oscar 2016. Mas talvez nem todos se deram conta de algo muito importante na lista desse ano: é a quantidade de filmes com temática geek e de ficção científica que aspiram conseguir uma estatueta.

Desde o blockbuster Star Wars: O Despertar da Força ao apocalíptico Mad Max: Estrada da Fúria, passando por Perdido em Marte. Todos esses filmes geraram uma boa quantidade de indicações, seja pela atuação dos seus atores, pelos efeitos especiais ou trilha sonora escolhida para dar vida a cada uma de suas sequências.

A seguir, a lista com esses indicados em cada uma das principais categorias. A lista completa de indicados ao Oscar 2016 você encontra aqui.

 

Melhor Filme

  • Mad Max: Fury Road
  • The Martian

Melhor Ator

  • Matt Damon (The Martian)
  • Michael Fassbender (Steve Jobs)

Melhor Diretor

  • George Miller (Mad Max: Fury Road)

Melhor Trilha Sonora Original

  • Star Wars: The Force Awakens

Melhor Roteiro Original

  • Alex Garland (Ex Machina)

Melhor Roteiro Adaptado

  • Drew Goddard (The Martian)

Melhor Direção de Arte

  • Mad Max: Fury Road
  • The Martian

Melhor Montagem

  • Mad Max: Fury Road
  • Star Wars: The Force Awakens

Melhores Efeitos Visuais

  • Mad Max: Fury Road
  • Star Wars: The Force Awakens
  • Ex Machina
  • The Martian

Melhor Penteado e Maquiagem

  • Mad Max: Fury Road

Melhor Mixagem de Som

  • Mad Max: Fury Road
  • Star Wars: The Force Awakens
  • The Martian

Melhor Montagem de Som

  • Mad Max: Fury Road
  • Star Wars: The Force Awakens
  • The Martian

Melhor Figurino

  • Mad Max: Fury Road

Melhor Fotografia

  • Mad Max: Fury Road

Via The Oscars

Outro mito que cai: a Apple NÃO nasceu em uma garagem

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Steve Wozniak decidiu desmontar um dos mitos do mundo da tecnologia mais antigos. Palavras dele: “Não criamos a Apple em uma garagem. É uma história inventada.”

Woz fez essa declaração em uma conferência na Escola de Negócios da Universidade Europeia em Madrid (Espanha). A história até então oficial era que Steve Jobs tinha 15 anos de idade quando em 1971 conheceu Steve Wozniak, entusiasta da eletrônica com aspirações de criar o seu primeiro computador, o que resultou no Apple I, apresentado no Homebrew Computer Club, em abril de 1976.

Pensado originalmente no uso pessoal, Jobs tinha claro que a sua grande acolhida o transformaria em um produto comercial. Porém, ele teve que criar antes a Apple Computer, em 1 de abril de 1976. Três meses depois, o Apple I era vendido em uma loja local por US$ 666,66, e mesmo sendo um monte de circuitos que obrigavam o comprador a comprar a carcaça, a fonte de alimentação, a tela e o teclado, já era um grande passo em direção aos computadores pessoais que temos hoje.

Foram fabricadas 200 unidades do Apple I, mas de acordo com Woz, sua construção à mão em uma garagem é um mito:

“Nunca desenvolvemos novos produtos em uma garagem. Não desenvolvemos nada, nem negócios. É uma história inventada. Steve Jobs criou parte do negócio na sua casa. A garagem era a gente, que tinha que utilizar o que fosse possível para fazer dinheiro… reconheço que é muito melhor a história da garagem.”

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Wozniak confirmou outros detalhes conhecidos dos primórdios da Apple e de cada um dos seus fundadores. “Eu queria que todos pudessem construir o seu computador por US$ 300, mas Steve não estava interessado. O que ele queria era construir uma parte do computador por US$ 20, e vendê-la por US$ 30. Era o homem dos negócios. Queria fazer dinheiro.”, afirma Woz.

Que continua:

“Éramos muito parecidos em muitas coisas, principalmente sobre como nos divertíamos. Compartilhamos muito até que chegou o Apple II. Foi com ele que ganhamos dinheiro mas, uma vez que ganhamos, a personalidade de Jobs mudou. Falava com todo mundo da empresa, se metendo em cada detalhe. Foi um erro. Eu seguia ocupando meu tempo com a engenharia, trabalhando nos modems…”, destaca um bonachão Wozniak, que como bem sabemos, acabou saindo da Apple anos depois.

Via El País

A história secreta por trás do iPod vendido pela HP

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Na CES de 2004, Carly Fiorina, então CEO da HP/Compaq, carregava consigo um iPod com o logo da HP na parte de trás do dispositivo. A empresa se transformava em distribuidora do reprodutor portátil, depois de um acordo que Steve Jobs idealizou com um único objetivo: deixar o seu concorrente muito para trás no mercado.

Hoje, Fiorina é candidata nas eleições primárias dos EUA, e acredita que sua amizade com o finado Steve Jobs pode ajudar nesse objetivo. Mas hoje, contaremos como aquela manobra de Jobs foi uma estratégia de mestre, que fez com que a HP não pudesse reagir no mercado de players portáteis. Mais: quando tentou, já era tarde demais.

Steven Levy, do Backchannel, comenta que o acordo permitia que a HP inserisse o seu logo nos iPods… sob duas condições: 1) a HP tinha que pré-instalar o iTunes em todos os seus PCs; 2) a HP não poderia desenvolver ou comercializar um player musical que competisse com o iPod até agosto de 2006.

Na CES 2004, a HP anunciou a sua versão do iPod. E isso foi patético na época, ainda mais com o slogan “invent”. Mas calma, pois piora: o maior anúncio da HP no evento foi que eles iriam vender o invento dos outros.

Nem preciso dizer que aquele iPod da HP foi um fracasso, por um motivo muito simples: pouco depois daquele evento, a Apple começou a expandir as suas lojas físicas, de modo que quando a HP começou a vender esses players, Jobs apresentou no mesmo ano novos modelos de iPods (iPod Classic Photo em outubro de 2004, iPod Shuffle em janeiro de 2005), deixando os modelos vendidos pela HP desatualizados.

Fiorina se deu conta do erro, e deixou de vender os iPods em julho de 2005. Mas ali o estrago já estava feito: a Apple garantiu a pré-instalação do iTunes em milhões de computadores da HP, na época a maior vendedora de PCs do mundo, eclipsando parte do sucesso do Windows Media e de seus concorrentes na época, além de deixar os iPods da HP obsoletos quase ao mesmo tempo que eles chegaram ao mercado.

Uma jogada de mestre de Steve Jobs.

Via Backchannel

Novo trailer do filme Steve Jobs

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Um novo trailer do filme Steve Jobs foi liberado.

O filme mostra a vida de um dos grandes personagens do século XX e como ele fez com que a Apple se tornasse uma das empresas mais importantes do planeta. O trailer mostra novas cenas do filme, incluindo a atuação de Michael Fassbender como Steve Jobs, o que rendeu um prêmio para ele no Festival de Telluride.

Steve Jobs estreia nos EUA no dia 23 de outubro.

 

Primeiro trailer do documentário ‘Steve Jobs: The Man in the Machine’

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Em 2013, ‘Jobs’ estreou. E em outubro desse ano, ‘Steve Jobs’ (com Michael Fassbender como protagonista, dirigido por Aaron Sorkin) chega aos cinemas. Porém, ainda resta o esperado e polêmico documentário sobre a vida do co-fundador da Apple. ‘Steve Jobs: The Man in the Machine’ estreou no Festival de Cinema SXSW, e foi tachado por Eddy Cue (vice-presidente sênior da divisão de software e serviços da Apple) de ‘mesquinho e impreciso’.

O documentário foi dirigido por Alex Gibney, e apresenta Steve Jobs como um grande visionário e um líder impiedoso. Vai estrear um mês antes do filme de Sorkin, no dia 4 de setembro, e em salas de cinema limitadas nos Estados Unidos.

A seguir, um preview do documentário.

 

Via Mashable, YouTube (Magnolia Pictures)

 

Primeiro trailer do novo filme sobre Steve Jobs

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O novo filme sobre a vida de Steve Jobs começou a ser rodado em janeiro de 2015, e este é o seu primeiro trailer oficial. O longa vai contar três grandes passagens da história da Apple: o lançamento do Macintosh, a saída da Apple/fundação da Next e a apresentação do primeiro iPod.

O filme é baseado na biografia oficial de Walter Isaacson, publicada dias depois da morte de Jobs. Michael Fassbender será o responsável por interpretar o fundador da Apple, e o filme tem direção de Danny Boyle (Trainspotting, Slumdog Millionaire).

O filme conta no seu elenco com participações de Seth Rogen, Kate Winslet e Jeff Daniels, e seu roteiro é de ninguém menos que Aaron Sorkin (House of Cards, The West Wing, A Rede Social).

O filme estreia no dia 9 de outubro de 2015.

 

Três cartões de visitas de Steve Jobs valem US$ 10 mil

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Três cartões de visitas de Steve Jobs foram leiloados pela absurda quantia de US$ 10.5 mil. O leilão foi organizado pela The Marin School, e aconteceu no último final de semana na Califórnia. O comprador é um ex-aluno da instituição, que levou para casa três pedaços de papel que receberam 47 ofertas.

Os cartões estão no nome de Steve P. Jobs, e correspondem aos postos de CEO da Apple e Pixar, e da presidência da NeXT Computer. Basicamente o comprador pagou por três objetos de culto à Jobs, e levando em conta os milhares de cartões de visita que o ex-CEO da Apple teve que entregar ao longo de sua vida, imagine o quão caro esse cidadão pagou por esses.

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Via MuyComputer

O problemático filme de Steve Jobs começa a ser rodado

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Talvez você ainda não saiba, mas um novo filme contando a vida de Steve Jobs está em desenvolvimento. Na verdade, esse projeto existe desde 2011, quando os primeiros problemas para rodar o filme apareceram. Mas parece que agora a coisa vai!

Graças aos recentes vazamentos ocorridos pela Sony Pictures, todo mundo ficou sabendo que a Sony adquiriu os direitos do livro ‘Steve Jobs by Walter Isaacson’ há quase quatro anos. Porém, depois de várias idas e vindas, eles decidiram abandonar a ideia. Então, a Universal Pictures reciclou o projeto.

Mas este não é o único inconveniente no projeto. David Fincher, diretor do filme ‘A Rede Social’, foi escolhido para conduzir essa nova história. Porém, desistiu por conta de divergências artísticas e financeiras com a Sony. O novo encarregado de dirigir o filme é Danny Boyle (com a bênção de Aaron Sorkin), enquanto que Michael Fasbender (de 12 Anos de Escravidão) dará vida à Steve Jobs – não sem antes a produção encontrar problemas com dois candidatos prévios: Christian Bale e Tom Cruise. Seth Rogen fará o papel de Steve Wozniak.

Uma das primeiras localizações de gravação já foi invadida pela equipe do filme: a mítica garagem de Steve Jobs em sua antiga casa em Los Altos, lugar onde várias cenas devem acontecer, apesar do próprio Wozniak ter reconhecido que não aconteceram tantas histórias no local tal como foi relatado na biografia.

Veremos se esse segundo filme agrada mais a crítica.

Via CNET

O primeiro “smartwatch” da Apple é esse conceito da década de 1980

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O designer Hartmut Esslinger acabou de publicar um livro chamado “Keep It Simple: The Early Design Years of Apple”. A obra lembra as melhores ideias, esboços e conceitos de design que ele elaborou para a empresa na década de 1980. Entre eles, podemos encontrar até um protótipo de smartwatch.

O dispositivo é 100% retrô. Mais que o conceito de smartwatch que vemos hoje, é um telefone com um fone de ouvido sem fio com um teclado numérico no pulso. Hoje, a ideia é absurda, mas quem sabe se naquela época não seria um sucesso?

Hartmut foi designer para a empresa de Steve Jobs entre os anos de 1982 e 1985, quando decidiu seguir Jobs quando este saiu da empresa para fundar a NeXT. Nesses anos, os dois criaram as bases de alguns dos princípios de design atuais da Apple, imaginando produtos memoráveis como o Apple IIc ou a série Macintosh.

A dupla também idealizou produtos não tão viáveis como o relógio que ilustra esse post, ou uma maleta enorme que, quando aberta, mostrava um computador Apple Lisa com monitor, telefone e até impressora.

Via Keep it Simple,  Apple Insider

Os laços entre a Apple e Beats Audio existem desde a era do iPod

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A notícia da possível compra da Beats por parte da Apple surpreendeu a muitos ao redor do planeta. A compra ainda está por ser confirmada oficialmente, mas tudo indica que é só uma questão de tempo. A decisão pode parecer estranha, mas não é. Os laços entre os diretores da Apple e os fundadores da Beats vem da época que Steve Jobs ainda era CEO da empresa, do iPod, e do lançamento do iTunes.

A imagem acima foi registrada em 26 de outubro de 2004, dia do lançamento do iPod de 4ª geração. Jobs aproveitou para apresentar o iPod (RED), onde parte das vendas eram destinadas à luta contra a AIDS, a tuberculose e a malária. O lançamento aconteceu em parceria com a banda U2 (na imagem, Bono e The Edge), que estão acompanhados na foto com o produtor Jimmy Iovine, que hoje é presidente da gravadora Geffen A&M Records. Quatro anos depois, Iovine fundaria a Beats, ao lado do rapper Dr. Dre.

A Bloomberg publicou um artigo explicando como Apple e Beats podem acabar juntas. Steve Jobs e Jimmy Iovine se conheciam pelo menos desde 2000. Essa relação foi forjada por diversas conversas que Apple e Jobs teve com as gravadoras e produtoras para levantar o seu império musical em torno do iTunes e do iPod.

Iovine foi (e ainda é) um dos gurus da indústria musical. Ajudou a criar (por exemplo) alguns dos principais trabalhos de Bruce Springsteen e 50 Cent, além de co-produzir o filme 8 Mile. É, de longe, um dos grandes entusiastas do iTunes desde o seu princípio.

Como observa a Bloomberg, Jobs chegou a fazer para Iovine uma demonstração pessoal de como funcionava a iTunes Store antes do seu lançamento oficial em 2003. O produtor ajudou Jobs e a Apple a convencer as demais gravadoras que o iTunes era o caminho a seguir, para evitar a pirataria e rentabilizar o mundo da música digital

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Mais de uma década depois dessa amizade entre Jobs e Iovine resultar no sucesso do iTunes e do iPod, a Apple e a Beats podem fechar um acordo multimilionário, onde Iovine provavelmente deve assumir um cargo chave na diretoria da Apple. O objetivo exato da operação ainda está por vir, mas tudo aponta para uma combinação de hardware e software.

Mas algo está bem claro: a compra não é fruto da mera casualidade.

Via Bloomberg

Engenheiro da Apple revela como o iPhone foi concebido

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Que um funcionário da Apple conceda uma entrevista, já é algo atípico por si. Se ele revelar as origens do iPhone, é algo ainda mais estranho. Dito isso, Greg Cristie explicou com riqueza de detalhes como foram os momentos de nascimento do smartphone que mudaria o mercado para sempre.

Greg deu uma entrevista para o Wall Street Journal, e revela que o projeto original do dispositivo foi batizado com o nome “Purple”, e Steve Jobs foi taxativo: a equipe tinha apenas duas semanas para planejar uma interface do equipamento. Caso contrário, o projeto seria designado para outro grupo.

“Steve tinha isso claro… queria ideias de maior apelo e propostas ambiciosas”, revela Greg. E foi assim, com um conceito final de produto “chamativamente pequeno”, ele desenvolveu uma tela touch com o “deslizar para bloquear”, sem um teclado físico e herdando os aspectos musicais do iPod. Em duas semanas.

Os primeiros testes aconteceram em uma tela táctil de plástico conectada ao Mac que você está vendo na foto acima. A partir desse ponto, Christie se viu obrigado a fazer apresentações para Jobs duas vezes ao mês, onde o executivo o dava caminho livre para algumas ideias, e ia descartando outras.

Conforme lembra o engenheiro, foi “uma maratona de dois anos e meio”, onde Jobs, obcecado com cada detalhe mínimo do produto, ia dando forma ao projeto. A pior parte do assunto é que o tempo que passou entre a apresentação do iPhone e a data que ele chegou ao mercado, as mudanças continuavam a acontecer, em um trabalho contra o tempo.

Leia a entrevista de Greg Christie na íntegra, clicando aqui (assinatura necessária).

Apple proíbe que mencionem Steve Jobs na App Store

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A sombra de Steve Jobs é muito grande, e a Apple quer preservar sua figura acima de qualquer coisa, chegando ao ponto de censurar alguns aplicativos de utilizarem o seu nome na App Store.

Isso aconteceu quando um desenvolvedor enviou para a App Store o apliativo Quoth Steve, que lista diversas citações do co-fundador da Apple, para que sirvam de inspiração para o leitor. O lançamento do aplicativo coincide com a data que Jobs completaria 59 anos de vida.

Porém, a Apple não gostou muito da ideia. Um e-mail assinado pelos responsáveis pela App Store joga uma pá de terra no assunto, vetando o aplicativo no catálogo. Aliás, o comunicado deixa claro que a Apple não aceitava aplicativos que tivessem com qualquer tipo de relação com Steve Jobs. Além disso, o comunicado recomenda que aproveitasse o desenvolvimento do aplicativo para incorporar frases de outras personalidades importantes, mas não de Steve Jobs.

O pessoal do site Recode entrou em contato com a Apple para conhecer mais detalhes da decisão, mas vocês bem sabem qual foi a resposta…

Sem comentários.

Via Recode

Rumor: Steve Jobs não tinha a intensão de fabricar uma TV da Apple

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A biografia de Steve Jobs escrita por Walter Isaacson parecia ter deixado tudo muito claro: o co-fundador da Apple teria descoberto como revolucionar o mercado da televisão, e em um dos seus últimos comentários no livro afirmava que esse seria o próximo mercado que a Apple iniciaria um novo movimento de inovação. Porém, um novo libro sobre Jobs indica que, na realidade, ele nunca teve a intensão de apoiar a fabricação de uma TV com design e tecnologia da Apple.

O site Business Insider é a fonte do assunto, onde eles comentam que o livro cita uma reunião na Apple em 2010, onde estavam presentes os 100 funcionários e diretores mais importantes da empresa. Nela, perguntaram para Steve Jobs sobre esse possível projeto, e o então CEO da empresa deixou claro que…

A televisão é um negócio terrível. Não há forma de reinventá-la e obter margens aceitáveis (de lucro).

Obviamente, todo mundo conhecia a faceta de Jobs que fazia que sua opinião sobre ideias e produtos não fosse das mais voláteis, mas a realidade atual é outra. Quem dirige a Apple hoje é Tim Cook, que demonstra aos poucos ter a sua própria personalidade e forma de fazer as coisas.

Ainda que o argumento das margens de lucro esteja correto, a Apple se caracteriza pelo lançamento de produtos de linha alta, onde as marges são, obviamente, muito mais interessantes. E isso faz com que as portas para uma futura iTV não fiquem completamente fechadas.

Só o tempo vai dizer se a teoria vai se concretizar na prática.

Via Business Insider

Steve Jobs terá o seu próprio selo nos Correios dos EUA

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O US Postal Service (serviço de Correios dos EUA) aprovou a sugestão dada pelos seus usuários de lançar uma coleção especial de selos inspirada no co-fundador da Apple, Steve Jobs. Essa série especial, dedicada principalmente para os colecionadores, tem previsão de lançamento para 2015.

Desde 1957, qualquer cidadão norte-americano pode sugerir um tema para estas coleções especiais. Depois de passar pelo filtro de um comitê composto de outros cidadãos, o sinal verde ou vermelho é dado para o projeto, levando em consideração o seu valor “contemporâneo, temporal, relevante, interessante e educacional”.

Entre as personalidades que vão protagonizar as séries de selos em 2015 estão nomes como Elvis Presley, James Brown, entre outros. Você pode ler a lista completa das futuras coleções de selos da US Postal Service clicando aqui.

Você sabia que… Steve Jobs queria notebooks Sony VAIO com o OS X?

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Em 2005, tivemos uma mudança importante nos computadores da Apple, que passavam a adotar a arquitetura PowerPC da Intel. Nesse ano, um rumor, que quase sai em forma de piada, poderia ter mudado consideravelmente os rumos do mercado de informática.

Segundo palavras do (na época) presidente da Sony, Kunitake Ando, a ideia da Apple (ainda capitaneada por Steve Jobs) era que os portáteis da linha VAIO contassem com o sistema operacional OS X. A gigante de Cupertino estava interessada especialmente na linha mais completa de notebooks VAIO, que sempre se caracterizou por apresentar novas tecnologias e dimensões reduzidas.

O namoro é antigo. Indo um pouco mais no passado, em 2001, quando o próprio Kunitake e diretores da Sony tiveram um encontro com Steve Jobs no Havaii, a possibilidade foi levantada durante um jogo de golfe. Segundo o executivo, a Apple não queria clones dos seus equipamentos, mas com a Sony, eles poderiam abrir uma exceção, uma vez que eles ficaram impressionados com o resultado final dos seus portáteis.

As negociações nunca avançaram, principalmente porque naquela época o Windows era a plataforma dominante, e isso funcionava muito bem para a família VAIO. Bom, ao menos a Sony obteve o respeito de ninguém menos que Steve Jobs, além de uma boa relação com a Apple.

A história aparece em um momento em que a Sony parece estar negociando a venda da sua divisão VAIO para aquela que é hoje a líder de mercado global, a Lenovo. Os japoneses não se pronunciam sobre o assunto, mas também não desmentem as informações.

Via Nobi

iSteve, filme paródia sobre a vida de Steve Jobs, é lançado

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Enquanto o filme jOBS, mais sério e inspirado sobre uma reprodução mais próxima da realidade do passado de Steve Jobs não é lançado, o pessoal do Funny or Die recebe a credencial por lançar o primeiro filme que conta, mesmo que de forma bem humorada, a vida do co-fundador da Apple. iSteve estreou hoje no site de humor, e faz uma versão satírica da trajetória de um dos nomes mais importantes do mundo da tecnologia.

O filme é estrelado por Justin Long (Steve Jobs), que protagonizou alguns dos comerciais da série “Get a Mac” da Apple, e Jorge Garcia (Steve Wozniak), conhecido do grande público por interpretar Hurley na série Lost. Como não poderia deixar de ser, o tom do filme é bem humorado e sarcástico, mostrando alguns dos pontos mais importantes da vida de Steve Jobs, mas não sobre a ótica convencional. Em alguns momentos, o filme faz piada sobre as ações promocionais da empresa, o comportamento excêntrico de Jobs e brinca com as reações dos consumidores nos lançamentos de produtos.

Vale lembrar que o Funny or Die é apenas um site de humor, e fez o filme totalmente na base da brincadeira. Para não pagar roteiristas, os envolvidos pela produção fizeram o roteiro baseado nas informações disponíveis na página sobre Steve Jobs no Wikipedia. Logo, não reclamem se várias inconsistências aparecerem (aliás, não reclame de nada: é tudo uma brincadeira, logo, deixe de ser chato).

A produção levou apenas algumas semanas para ser concluída, ou seja, não deve ser indicada a nenhum prêmio grande. Exceto aquele que mais importa para o Funny or Die: o de entreter os internautas de todo o mundo.

Clique aqui para acessar a página do filme.

Tim Cook não queria processar a Samsung. Já Steve Jobs…

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Não é segredo para ninguém que acompanha o mundo da tecnologia que duas das maiores empresas do segmento de telefonia móvel (Apple e Samsung) viveram por quase dois anos uma guerra internacional conhecida como “a batalha das patentes”, onde a empresa de Cupertino alegava nos principais tribunais do planeta que os coreanos copiavam seus designs e tecnologias. Mesmo com a Samsung considerada derrotada na mais importante de suas batalhas (nos Estados Unidos), tendo que pagar ao seu rival mais de US$ 1 bilhão como mundo, nem todos na Apple acreditavam que era uma boa ideia entrar nesse tipo de disputa. Especialmente Tim Cook.

Isso só foi revelado ao mundo graça a um documento que vazou na web, publicado pela Reuters. Nesse documento, é revelado que Cook nunca quis processar a Samsung, diferente de Jobs, que não pensava em outra coisa. Os motivos de Jobs eram bem claros, simples e muito compreensíveis. A relação comercial tão extensa que a Apple tinha com a Samsung, onde a fabricante coreana era um fornecedor chave de uma grande quantidade de componentes eletrônicos, como processadores e vários outros componentes considerados vitais para a fabricação do iPhone, iPad e iPod Touch.

Jobs via a Samsung como um provedor difícil de ser substituído, e Cook previa que uma disputa de patentes com os coreanos poderia ser um problema que afetaria a Apple a longo prazo, independente se a empresa de Cupertino vencesse ou perdesse os processos ao redor do mundo.

Segundo o documento divulgado pela Reuters, antes de Cook se tornar CEO da Apple, ele se reuniu com Steve Jobs e alguns executivos da Samsung que visitaram a sede da empresa em Cupertino (com o objetivo de negociar componentes de produtos), e eles mostraram as suas preocupações pelas similaridades no design do iPhone e do Samsung Galaxy S. Até então, não havia nenhuma intenção da Apple em processar a Samsung. A gota d’água pra Jobs foi a apresentação do Galaxy Tab, que claramente chegou ao mundo para competir com o iPad. E quem conhece um pouco da vida de Steve Jobs, sabe como ele era metódico, exigente e, principalmente, orgulhoso.

O lançamento do Galaxy Tab acabou com a paciência de Jobs, que desde então, começou a falar em “guerra termonuclear contra o Android e a Samsung”.

Por diversas vezes, falamos aqui no TargetHD que a batalha de patentes prejudica muito mais ao usuário do que a qualquer outro segmento envolvido na disputa. De qualquer forma, é preciso analisar quais são as reais vantagens e lucros que essa batalha trouxe para a Apple contra os coreanos. Particularmente, não vejo absolutamente nada que a Apple tenha lucrado com essa briga. A imagem dos seus produtos não melhorou (pelo contrário: o iPhone 5 não é o smartphone mais desejado do mundo), as vendas seguem sendo as mesmas, e o que é pior: as vendas da Samsung não diminuíram, e os coreanos seguem sendo os maiores vendedores de celulares do mundo.

Aliás, é bom registrar que a cota de mercado de smartphones da Samsung só aumenta ao redor do planeta, e no segmento de tablets, eles estão lentamente obtendo mais espaço. Além disso, para a maioria das pessoas (usuários comuns, que só querem um smartphone, e não os geek users e fanboys), o fato da Samsung ter copiado os designs da Apple não tem nenhuma diferença ou relevância na hora de escolher um determinado dispositivos. O que importa para eles é que o produto funcione do jeito que eles esperam.

Honestamente, eu espero que a guerra de patentes tenha ficado no passado, e que as duas empresas tenham aprendido com os seus erros uma dura lição. Sim, pois ao meu ver, as duas cometeram erros distintos. A Samsung, por começar copiando, e só criando algo inovador depois. E a Apple, por achar que só ela poderia fazer smartphones com telas sensíveis ao toque e cantos arredondados… e não inovar mais.

Revelado o Steve Wozniak do filme independente da biografia de Steve Jobs

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Vimos por diversas oportunidades as fotos do ator norte-americano Ashton Kutcher incorporando o CEO da Apple, Steve Jobs, na biografia independente “jOBS”, que estreia no Sundance Film Festival no próximo domingo, 27 de janeiro. Porém, ainda não tinha sido apresentada nenhuma imagem de quem ou como estava o outro gênio da empresa da maçã, Steve Wozniak. Até agora. As primeiras imagens desse peculiar personagem da história da Apple foram reveladas.

Quem vai interpretar Woz no cinema é o ator Josh Gad, que é criador e um dos protagonistas da nova série de comédia da NBC, 1600 Penn. Porém, diferente de Kutcher, que ficou muito parecido com Jobs, Gad não se parece em nada com o Wozniak do final da década de 1970. De qualquer forma, algumas similaridades podem ser identificadas, como o cabelo e barbas compridas, e os óculos… mas, fora isso, a impressão que dá foi que “era o mais próximo que poderíamos encontrar”. Mas, está tudo certo. Não é isso que vai diminuir o mérito do filme antes mesmo dele estrear nos cinemas.

Outros nomes conhecidos que estão no elenco de “jOBS” são: Dermont Melroney, como Mike Markula, J.K. Simmons como Arthur Rock, e James Woods, como Jack Dudman. A estreia oficial nos Estados Unidos do filme deve acontecer em abril de 2013. Não há nenhuma informação da estreia do filme no Brasil, mas creio que não vai demorar muito para a produção começar a circular na internet em breve.

Via USA Today