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Kingston lança no Brasil SSD UV400 com tecnologia TLC

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A Kingston anuncia o lançamento no mercado brasileiro do SSD UV400, que traz como principal novidade a presença da tecnologia TLC.

Graças à tecnologia TLC, o novo SSD tem preço mais acessível do que outras unidades de estado sólido e ainda diminui o tempo de inicialização do sistema, de carregamento de programas e de transferência de arquivos quando comparado aos HDs. O componente está disponível em capacidades de 120 a 480GB e custa a partir de R$279. Em breve estará disponível também com 960GB.

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O SSD UV400 é alimentado por uma controladora de quatro canais que alcança velocidades de leitura de até 550MB/s e de gravação de até 500MB/s, desempenho dez vezes maior do que o de uma unidade de disco rígido de 7200RPM. Além disso, por ser muito mais resistente do que um disco rígido mecânico e suportar choques, vibrações e alternâncias de temperaturas, é ideal para ser usado em notebooks e outros dispositivos móveis.

O novo SSD da Kingston está disponível em duas versões: uma que conta apenas com a unidade de estado sólido e outra que inclui um kit com as ferramentas e acessórios necessários para fazer a clonagem do sistema operacional, programas instalados e arquivos.

Preços sugeridos:
120GB – R$ 279,90
240GB – R$ 449,90
480GB – R$ 849,90

UV400

Características e especificações:
Formato: 2.5”
Interface: SATA 3.0 (6Gb/s) – com compatibilidade com versões anteriores para 2.0 (3Gb/s)
Capacidades: 120GB, 240GB, 480GB e em breve 960GB
Controladora: Marvell 88SS1074
NAND: TLC
Desempenho de base:
Transferência de dados (ATTO)
120GB — até 550MB/s de leitura e 350MB/s de escrita
240GB — até 550MB/s de leitura e 490MB/s de escrita
480GB — até 550MB/s de leitura e 500MB/s de escrita
960GB — até 540MB/s de leitura e 500MB/s de escrita
Maximum Random 4k Leitura/Escrita (IOMETER)
120GB — até 90,000 IOPS e 15,000 IOPS
240GB — até 90,000 IOPS e 25,000 IOPS
480GB — até 90,000 IOPS e 35,000 IOPS
960GB — até 90,000 IOPS e 50,000 IOPS
Consumo de energia: 0.672W Idle / 0.693W taxa / 0.59W (MAX) leitura / 2.515W (MAX) escrita
Temperatura de armazenamento: de -40ºC a 85ºC
Temperatura de operação: de 0ºC a 70ºC
Dimensões: 100mm x 69.9mm x 7.0mm
Peso: 57g
Operação de vibração: 2.17G de pico (7-800MHz)
Sem operação de vibração: 20G de pico (10-2000MHz)
Expectativa de vida: 1 milhão de horas MTBF
Suporte/Garantia: 3 anos de garantia com suporte técnico gratuito
Terabytes a serem escritos (TBW): 120GB: 50TB / 240GB: 100TB / 480GB: 200TB / 960GB: 400TB

Samsung apresenta unidade SSD de 16 TB de armazenamento

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A Samsung apresentou a unidade SSD PM1633a, que se destaca por ser a maior unidade de armazenamento sólido do mundo, com 16 TB em 2.5 polegadas.

O produto foi apresentado na Flash Memory Summit, que acontece na Califórnia (EUA), e é baseado na tecnologia 3D V-NAND de 256 Gigabits, sendo esta uma parte primordial dessa nova SSD, já que no seu interior ele recebe 500 chips desse padrão, distribuídos ao longo de 48 capas. Na prática, temos na verdade 15.36 TB de armazenamento. mesmo assim, nunca vimos uma unidade desse porte, ou tal volume concentrado em 2.5 polegadas, o que torna o produto compatível com a maioria dos dispositivos existentes hoje no mercado.

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Durante a demonstração, a Samsung utilizou um potente servidor de 768 TB de capacidade, e um desempenho de 2 milhões de operações IOPS (Input/Output Operations Per Second), impulsionado por 48 dessas novas unidades SSD, demonstrando o que eles são capazes de fazer. Inicialmente, o produto é destinado ao mercado empresarial, e a Samsung não revela data de lançamento ou preço oficial, mas estima-se que ele pode custar mais de 7 mil euros por unidade.

Mas a pergunta que não quer calar é: quando um produto como esse chegará nos computadores pessoais?

Via Ars Technica

Como um SSD pode melhorar o desempenho do PS4?

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A possibilidade de trocar a unidade de armazenamento do PS4 fez com que muitos usuários considerassem a possibilidade de instar uma unidade SSD no console. Mas… até que ponto isso pode realmente melhorar o desempenho do videogame?

A fabricante de unidades SSD Crucial decidiu responder a pergunta, com um vídeo bem completo que mostra dois testes reais muito interessantes. O primeiro teste mede o tempo de inicialização do console, enquanto que o segundo faz o mesmo com o tempo de carga do jogo Assassin’s Creed.

Os resultados são evidentes. Com um SSD, o tempo de inicialização do PS4 cai de 23 para 16 segundos, enquanto que o tempo de carga do jogo passa de 24 a 18 segundos. São diferenças consistentes.

Obviamente também temos que levar em consideração que na hora de instalar jogos e aplicativos no console, a diferença que o SSD pode fazer é grande, deixando o PS4 muit mais ágil de um modo geral.

O vídeo também indica um tutorial completo, que mostra como é procedimento de troca da unidade de armazenamento do PS4.

Vídeo a seguir.

 

Via Crucial

Samsung 850 Evo e 850 Pro: SSDs com até 2 TB de armazenamento

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A Samsung anunciou a disponibilidade de suas unidades SSD Samsung 850 Evo e Samsung 850 Pro, que contam com capacidades de até 2 TB de armazenamento. As versões preservam todas as virtudes dos seus irmãos menores que fazem uso do padrão SATA convencional para desktops.

A Samsung promete que nos próximos meses vai lançar versões dessas unidades para equipamentos com conectores mSATA e M.2, como os utilizados em computadores portáteis. O fabricante mantém o formato com uma espessura de 7 mm e 2.5 polegadas, além de aproveitar os chips flash 3D V-NAND, que permitem integrar essa grande capacidade, além de uma nova versão da controladora MHX, que dá suporte para essa capacidade.

A brincadeira aqui não é barata. As novas unidades 850 Evo vão custar US$ 800, enquanto que as unidades 850 Pro, mais rápidas e duradouras, podem custar US$ 1.100. Mesmo assim, está evidente que mais e mais fabricantes querem oferecer unidades de SSD de grande capacidade, o que coloca as coisas ainda mais complicadas para os discos rígidos tradicionais, muito mais baratos, mas que só utilizamos ainda por conta da relação custo por GB.

Via EngadgetSamsung Tomorrow

SSDs podem perder dados depois de uma semana desconectados

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Em uma apresentação realizada por Alvin Cox da Seagate, foi possível concluir que os SSDs podem perder dados e apresentar danos em apenas uma semana de desconexão, ou seja, sem alimentação.

A explicação é, apesar dos fabricantes utilizarem padrões de até dois anos de manutenção dos dados em SSDs de consumo geral – cifra comprovada por empresas como a Samsung, por exemplo -, a temperatura em que as unidades são submetidas tem um impacto muito grande.

Um exemplo simples: um SSD de consumo geral a 30 graus tem capacidade de retenção sem alimentação de um ano, mas para cada cinco graus a mais de temperatura, esse tempo é reduzido pela metade. Ou seja, 35 gruas seriam 6 meses, 40 graus a 3 meses, etc. Levando em conta a alta velocidade que a temperatura aumenta em certas regiões do planeta, esse é um fator que devemos ter muito em conta.

Fica claro que, para um uso normal e diário, isso não deve ser um problema na maioria dos casos, mas se precisamos de soluções de armazenamento a longo prazo, os SSDs não são uma boa opção.

Via IbiTimes

Fixstars comercializa um SSD de 6 TB

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Fixstars

A empresa japonesa Fixstars anunciou o lançamento de um SSD de 6 TB, a maior capacidade oferecida pela indústria em formato de 2.5 polegadas.

O SSD de 6 TB da Fixstars usa memórias flash NAND MLC fabricadas em processos de 15 nanômetros, e oferece um desempenho de transferência de dados de 540/520 Mbytes por segundo (modos leitura/gravação). A unidade tem uma espessura de 9.5 mm, o que o impede de ser utilizado nos ultrabooks.

De qualquer forma, ele é um modelo mais focado aos desktops, e apesar dos portáteis receberem o maior foco dos lançamentos em SSD como padrão de armazenamento, o seu uso em PCs é uma questão de tempo conforme o preço desses periféricos é reduzido em todo o planeta.

Até o momento, a combinação de SSDs com discos rígidos são a melhor opção, mas no futuro, os discos sólidos serão a escolha a ser feita. Por enquanto, a capacidade limitante atrapalha esse processo, mas com 6 TB, temos armazenamento mais que suficiente para qualquer equipamento.

O grande obstáculo fica sendo o preço. A Fixstars não revelou os valores, mas certamente será muito caro. Ainda estão disponíveis as variantes com 1 TB e 3 TB.

Via Fixstars

Samsung Portable SSD T1 de 1 TB é um sonho de consumo

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O novo Samsung Portable SSD T1 de 1 TB de armazenamento é fino, leve e muito cobiçado desde já. O dispositivo promete uma grande experiência na velocidade por conta da tecnologia, e com uma versatilidade que não vemos em outros produtos do gênero.

Sua velocidade de leitura/gravação sequencial é de até 450 MB/s em uma interface USB 3.0. Na teoria, um filme de 10 GB pode ser transferido para esse disco em apenas 27 segundos, ou quase quatro vezes mais rápido que um HD clássico. O modelo é compatível com as portas USB 2.0.

Outro destaque para o novo SSD da Samsung é para o seu design intuitivo, e para a proteção via encriptação AES 256-bit, sem falar que o dispositivo pode aguentar quedas e temperaturas extremas, com um sistema de ‘autoproteção’.

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O Samsung Portable SSD T1 é mais ou menos do tamanho de um cartão de visita, com um bom acabamento em black piano e gravação em laser. Seu peso é de apenas 28 gramas, e é compatível com os sistemas Windows e Mac de forma nativa.

O Samsung Portable SSD T1 está disponível nas versões de 250 GB, 500 GB e 1 TB. Essa última custa 790 euros.

HyperX lança no Brasil o SSD Savage

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A HyperX lança no Brasil o HyperX Savage, uma unidade SSD com interface SATA Rev. 3 (6Gb/s). O SSD tem desempenho impulsionado por uma controladora Phison S10 quad-core de 8 canais e, atualmente, é o mais rápido do mercado com interface SATA.

Com velocidades sequenciais de até 560MB/seg para leitura e até 530MB/seg para gravação, e IOPs que atingem até 100 mil/89 mil para leitura e gravação, o HyperX Savage entrega respostas ultrarrápidas em multitarefas e torna o computador muito mais veloz. Possui estrutura vermelha de alumínio e formato fino que se encaixa na maioria dos desktops, notebooks e outros tipos de PC compactos.

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O HyperX Savage chega em breve ao Brasil com preço sugerido de R$529,00 (120GB), R$859,00 (240GB), R$1.759,00 (480GB) e R$4.039,00 (960GB). Pode ser adquirido em versão individual ou em kit que inclui case externo com conexão USB 3.0 de 2,5’’, ferramentas e parafuso de montagem de 3,5’’, cabos com interface SATA, software para transferência de dados e adaptadores de 7mm para 9,5mm.

 

Características do SSD HyperX Savage

– Desempenho: Velocidades incríveis para maior produtividade
– Design exclusivo: Estrutura vermelha em formato especial para deixar o PC com visual mais moderno
– Fino: Espessura de apenas 7mm para ser compatível com a maioria dos PCs
– Migração fácil e rápida: Kit completo com acessórios que facilitam a clonagem dos dados e as ferramentas necessárias para instalação do SSD.
– Garantia de 3 anos com suporte técnico local gratuito
– Formato: 2,5’’
– Interface: SATA Rev. 3.0 (6GB/s) – compatível com versões anteriores para SATA Rev. 2.0 (3GB/s)
– Capacidades: 120GB, 240GB, 480GB e 960GB
– Controladora: Phison PS3110-S10

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Via assessoria de imprensa

Samsung: líder do mercado em SSD

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Segundo o site MuyCanal, a Samsung é a líder do segmento de SSD, com 34% do mercado mundial, e ingressos de quase US$ 4 bilhões.

Aos poucos, as unidades SSD ocupam o espaço dos discos rígidos, principalmente por conta da redução de preço das memórias NAND flash. A Samsung aproveitou essa tendência para impulsionar a produção em massa da tecnologia 3D V-NAND, obtendo assim grandes lucros e aumentando as vendas em 53% em relação ao ano passado.

Outro dado importante é que a Intel, uma das empresas que mais investiu nas SSDs, superou a SanDisk, ocupando assim a segunda posição entre as principais vendedoras, com 17% do mercado e lucros acima dos US$ 2 bilhões.

É esperado que até 2019, as vendas de SSDs aumentem em 21% por ano, passando da marca de 83 milhões de unidades vendidas em 2014 para mais de 220 milhões previstos para daqui a cinco anos.

Via MuyCanal

Futuras SSDs chegarão aos 10 TB com as memórias NAND 3D

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A Intel e a Micron chegaram a um acordo para desenvolver memórias flash NAND 3D, que oferecem uma capacidade máxima de armazenamento três vezes maior que a dos modelos atuais.

Tal tecnologia permite alcançar uma densidade nunca antes vista, com unidades SSD de 3.5 TB de tamanho equivalente ‘a um chiclete de tira’, ou discos de 2.5 polegadas com 10 TB de capacidade. Essas melhorias resultariam um menor consumo energético.

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As capacidades dessas memórias são tão impressionantes, que apenas um chip será capaz de oferecer uma capacidade de até 48 GB, podendo criar um módulo de 750 GB com um tamanho similar a uma unha. Mas para aproveitar dessas capacidades, vamos ter que esperar um bocado, já que por enquanto os parceiros selecionados estão realizando testes com unidades NAND 3D de 256 GB, e os primeiros módulos TLC de 384 GB só serão vistos no terceiro trimestre de 2015.

Sobre a sua produção, a Intel garante que a fabricação em grande escala começa no quarto trimestre do ano, e só veremos as primeiras unidades SSD com NAND 3D nas lojas em 2016.

Agora… já pensou? Um disco SSD de 10 TB de armazenamento? É claro que podemos sonhar com algo desse tipo em nossos equipamentos, mas também podemos pensar no preço que tal item pode nos custar. E acordar do sonho.

Via Intel

Novo MacBook Air conta com a SSD super veloz da Samsung

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A porta USB Type-C e a bateria de 18 horas do novo MacBook monopolizaram as postagens da semana, mas vale a pena lembrar que os modelos MacBook Air e MacBook Pro (13″) da Apple também foram atualizados. E trazem segredos daquela empresa sul-coreana que a Apple tanto ama: a Samsung.

No caso do MacBook Air de 13 polegadas, a renovação interna não só se reflete nos novos processadores Broadwell Core i5 e Core i7 da Intel: também temos uma unidade SSD “até duas vezes mais rápida” que a geração anterior. O site iFixit descobriu que o salto qualitativo desse item se explica pela escolha da Apple pelo novo SSD SM951 da Samsung, apresentado na CES 2015.

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O MacBook Air foi desmontado, e revela uma unidade de 128 GB, tal como se vê na imagem superior, capaz de alcançar velocidades de leitura de até 2.15 GB/s, e de 1.55 GB/s de gravação, em interfaces PCIe 3.0.

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No caso do MacBook Air de 11 polegadas, a Apple optou por uma unidade da Sandisk (foto acima), com velocidades de 668 MB/s.

A boa notícia é que se você não se conforma com esses itens, pode abrir o MacBook Air e trocar a unidade SSD por conta própria. A má notícia é a avaliação do iFixit sobre o seu nível de reparação do produto – 4/10, onde quanto mais baixa a pontuação, mais difícil o produto é de ser reparado.

Via iFixit, (2)Macrumors

 

CES 2015 | Novas SSDs da Samsung quase não consomem energia em standby

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A Samsung terminou de fabricar suas novas memórias SSD PCIe (3.0 e 2.0) e são as mais rápidas do mercado. A nova SM951 SSD pode alcançar velocidades de leitura de 2.15 GB/s e de gravação de 1.55 GB/s em interfaces PCIe 3.0, enquanto que na PCIe 2.0 fica em 1.6 GB/s e 1/35 GB/s, respectivamente.

Tudo isso é possível por conta da utilização de tecnologia de 10 nanômetros, algo que também permite um consumo energético 50% menor que os seus predecessores.

Estará disponível em versões de 128, 256 e 512 GB, e só estará disponível nas mãos dos fabricantes de PCs.

Via Business Wire

CES 2015 | HyperX lança SSD de alta performance compatível com padrão PCIe

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A HyperX, divisão da Kingston, anunciou na CES 2015, em Las Vegas – EUA, o SSD HyperX Predator PCIe. Previsto para chegar ao mercado global em fevereiro, o novo SSD possui a mais avançada tecnologia dessa categoria de produto e as maiores velocidades de leitura e gravação da linha HyperX.

Os SSDs HyperX Predator PCIe possuem ampla capacidade de armazenamento (240GB ou 480GB) e velocidades incríveis para elevar a performance dos sistemas ao máximo. Uma versão de 960GB será lançada ainda no primeiro semestre de 2015. Mais rápida que os SSDs com padrão SATA, a nova geração PCI Express com interface 2.0×4 permite velocidades de leitura de até 1400MB/s e de gravação de até 1000MB/s para respostas ultrarrápidas em multitarefas e funcionamento mais veloz do sistema como um todo.

O SSD HyperX Predator PCIe também possui uma controladora Marvell 88SS9293 e formato M.2 que assegura compatibilidade com slots M.2 PCI Express. Um adaptador opcional half-height, half-lenght (HHHL) também estará disponível para diversas placas mãe sem soquete M.2. O adaptador HHHL se encaixa tanto em gabinetes tamanho padrão quanto de perfil baixo.

O SSD HyperX Predator PCIe possui garantia de 3 anos, suporte técnico local gratuito e a reconhecida confiabilidade Kingston.

Via assessoria de imprensa

CES 2015 | Samsung apresenta a sua primeira unidade SSD externa

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A Samsung apresentou a sua primeira unidade SSD externa, a Portable SSD T1. O produto pode armazenar até 1 TB de dados (também existe um modelo de 500 GB, e outro de 250 GB), com um tamanho próximo ao de um cartão de crédito.

Com conectividade USB 3.0 e velocidade de leitura e gravação de 450 MB/s, essa unidade usa o chip V-NAND das populares 850 EVO, e contam com a codificação AES 256-bits. Além disso, os seus preços são bem razoáveis: US$ 180 na versão de 250 GB, US$ 300 na versão de 500 GB e US$ 600 na versão de 1 TB.

As unidades chegam aos EUA no meio de janeiro.

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Via Samsung

Samsung prepara SSDs com tecnologia 3D para usuários finais

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Não faz muito tempo que a Samsung demonstrou a SSD 850 Pro, a primeira unidade a contar com memórias flash NAND com tecnologia vertical 3D (ou TLC 3D V-NAND), com desempenhos de leitura e gravação muito superiores em relação às atuais unidades. Agora, tal tecnologia está próxima de chegar ao usuário final.

Com essas unidades, teremos – na teoria – soluções mais baratas, mais rápidas e com maior capacidade de armazenamento. Vazamentos de um segundo modelo, o Samsung 850 EVO podem indicar a presença de um modelo específico para desktops e computadores portáteis convencionais.

A Samsung confirma que iniciou a produção massiva das células de três capas, onde os primeiros chips TLC 3D V NAND contam com 128 GB de armazenamento. Não sabemos qual é a escala de fabricação utilizada – supões que os 42 nanômetros tradicionais das outras memórias NAND -, mas estima-se que essa redução de custo pode baratear essas unidades de forma notável.

Via KitGuru

Este SSD se autodestruirá em três… dois… um…

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A Autothysus128t é uma unidade SSD de 128 GB que, entre suas opções de codificação e segurança, inclui um modo de autodestruição, se assim for necessário.

Mediante uma conexão GSM, é possível se comunicar com o dispositivo, enviando uma mensagem de texto do nosso celular ou smartphone, ativando o sistema de autodestruição. Também é definido um conjunto de situações em que o próprio dispositivo pode gerar o alerta de perigo, desintegrando imediatamente os seus circuitos.

Por exemplo, se alguém tenta abrir o disco para manipular os seus circuitos internos, se ele não encontra uma conexão com a rede GSM durante um longo período de tempo, ou se a senha de desbloqueio é inserida incorretamente, e outras situações que podem acionar o modo de autodestruição.

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Todas essas situações são configuráveis pelo usuário, que fica encarregado de determinar o que fará o Autothysis128t se autodestruir. E, se falamos de uma destruição física, uma pequena explosão inutiliza os módulos NAND, para assim evitar que alheios possam recuperar os dados.

Um dispositivo tão peculiar como o Autothysis128t tem um preço igualmente peculiar (e elevado): 1.027 libras, e está disponível para compra no Reino Unido.

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Via Gizmodo, Secure Drivers

Alguns mitos sobre as unidades SSD

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Não é segredo para ninguém que as unidades SSD estão ganhando cada vez mais terreno em relação ao armazenamento convencional (com discos rígidos), sendo uma alternativa veloz e confiável para acelerar a distribuição de dados nos dispositivos. Hoje, essas unidades estão ao alcance de todos os consumidores, e existem certos mitos relacionados a esse tipo de armazenamento, que esse post se encarrega em explicar.

 

Usuar SSDs tem suas vantagens

O uso de unidades SSD oferece ao usuário alta velocidade de leitura e gravação de dados, além de um menor consumo de energia, silêncio absoluto, nenhum tipo de deterioração conforme ele vai recebendo as informações e, de certo modo, muito mais seguros que um disco rígido convencional, já que são mais resistentes aos golpes e vibrações.

Porém, isso não quer dizer que não existam mitos sobre o seu funcionamento.

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Os principais mitos sobre as unidades SSD:

– São mais resistentes que um HD por não ter partes móveis: sim e não. Um SSD não conta com partes mecânicas, o que o torna mais resistente a golpes e vibrações. Porém, se ele se molhar, isso será um grande problema (um HD não sofre tantos danos com os dados com os efeitos da água).

– Não há riscos com a informação salva: é muito mais seguro utilizar um SSD pela sua resistência, mas nunca podemos confiar em 100% nisso. Não podem se deteriorar com o passar do tempo ao ler e gravar dados, mas é sempre bom contar com uma cópia de segurança de suas informações.

– Quando um SSD falha, a informação é inacessível: isso está certo, mas também é importante mencionar que devemos habilitar a função TRIM, que está integrada em quase todos os sistemas operacionais modernos, permitindo otimizar a gravação e leitura de dados em uma unidade SSD.

– O preço dos SSDs é elevado: sim e não. Não são absolutamente acessíveis para todos os consumidores, e o custo por GB ainda é alto. Porém, ainda representa um bom investimento para o desempenho do seu equipamento, entregando mais alguns anos de vida útil para o computador. Além disso, com uma unidade de 64 GB, é possível instalar sem problemas o sistema operacional, tendo o necessário para aproveitar os benefícios desse tipo de dispositivos.

– As unidades SSD duram para sempre: falso. O SSD tem um ciclo de vida como qualquer outro dispositivo eletrônico, se aproximando dos 10 anos de vida, dependendo do fabricante. É importante também considerar que para garantir um ótimo desempenho, é necessário deixar uma margem de 10 a 15% de espaço de armazenamento livre.

 

Veredito

Uma unidade SSD sempre será a melhor opção para instalar o seu sistema operacional e aplicativos que você mais usa, mas um melhor desempenho do seu sistema também depende muito do seu equipamento e de outros fatores, como quantidade de RAM e tipo de processador. Um SSD não faz mágicas, mas fará o seu equipamento ficar mais rápido no processo de leitura e gravação de dados. Sempre representará um bom investimento, e com o passar do tempo, ficarão mais acessíveis no quesito preço.

Clique nos links a seguir para conferir os reviews que fizemos de algumas unidades SSD que recebemos para testes:

Review | SSD Kingston HyperX Fury, de 240 GB
Review | SSD Kingston Hyper X 3K 240 GB
Review | Unidade SSD Kingston SSD Now 300V

Review | SSD Kingston HyperX Fury, de 240 GB

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Combinar armazenamento com desempenho é uma das missões estabelecidas pelos usuários para os fabricantes. A solução do armazenamento com SSD é a mais adotada no momento, apesar de ainda ser um pouco custosa financeiramente para a maioria. Muitos estão abrindo mão de uma maior capacidade de armazenamento para obter um melhor desempenho geral do sistema operacional e/ou aplicativos. Até porque os serviços de armazenamento na nuvem pode muito bem resolver o nosso eventual problema de espaço em disco.

Mais uma vez, a Kingston manda para o TargetHD um dos seus produtos para testes. O novo HyperX Fury de 240 GB promete oferecer uma excelente relação custo/benefício, levando em consideração o seu preço e as suas características técnicas. Durante três semanas, eu utilizei essa unidade SSD como a principal em meu notebook de trabalho, e esse review tem como objetivo contar como foi a experiência geral de uso.

A perspectiva desse review não visa tanto o lado técnico, mas sim, a visão de usuário. As impressões sobre o desempenho, o processo de instalação, e relatar se o produto conseguiu ou não atender as minhas necessidades e exigências enquanto usuário. Quem sabe essa unidade não pode ser a solução para os problemas de desempenho do seu equipamento? E, se não resolver, ao menos deve ajudar bastante.

 

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A ideia da Kingston é tornar esse produto um pouco mais acessível do que os modelos anteriores. Uma das consequências disso é o fato do modelo chegar até aqui em um blister, que é bem mais simples do que o kit de venda/upgrade de outros modelos. Isso não chega a ser um problema, pois tudo o que você precisa para fazer o upgrade em um notebook é de (no máximo) o pequeno adaptador plástico que acompanha a unidade.

No aspecto visual, o modelo não se difere muito das unidades anteriores que testamos. Aliás, precisa ser assim, pois o modelo em questão é compatível com os itens oferecidos em outras versões do dispositivo (kit para instalação em desktops, case para armazenamento externo, etc). Logo, não há muito o que se destacar aqui, exceto pelo fato que a Kingston repete o bom trabalho feito nos produtos anteriores, com uma boa qualidade de construção do produto.

A instalação física do produto aconteceu sem problemas. A unidade foi utilizada em um notebook Samsung ATIV Book 6, que originalmente possui um HD convencional de 1 TB, com velocidade de 5.4000 RPM. Ou seja, já era de se esperar um desempenho sensivelmente melhor com a adição da nova unidade. Mas falo mais sobre isso mais para frente.

Talvez um dos fatores de maior complicação na hora da troca de uma unidade de armazenamento está na transferência/manutenção do sistema operacional já instalado na unidade anterior. Como evitar o desgastante processo de uma nova instalação do sistema operacional, configuração dos dispositivos, busca de drivers e instalação dos programas que tradicionalmente utilizamos no computador?

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A Kingston oferece uma solução própria de clonagem de disco, que efetivamente facilita o processo. A ideia aqui é evitar que você perca tempo instalando tudo de novo, além de garantir que os seus dados estarão protegidos o tempo todo na sua unidade de origem. Antigamente, era comum ver usuários perdendo arquivos e programas importantes na nova instalação de um sistema operacional em uma nova máquina ou unidade de armazenamento.

Além de clonar na íntegra o seu disco rígido, o software da Kingston é capaz de “compactar” (até um certo ponto) os dados dessa unidade antiga para a nova, caso o volume de dados seja maior do que a capacidade do disco (e pelo perfil dos dispositivos comercializados hoje, é muito comum disso acontecer).

No meu caso, a diferença de volume de dados foi “apenas” o dobro (mais de 500 GB no meu HD, contra 240 GB da SSD). Particularmente, preferi transferir os arquivos de volume maior (pastas de músicas e vídeos, especialmente) para uma unidade externa, e deixar o que realmente era essencial para o meu trabalho na SSD. Ainda assim, sobrou razoáveis 95 GB para armazenamento “temporário” (de novo: ter algum serviço na nuvem ajuda e muito nessas horas).

O processo de clonagem funcionou sem maiores problemas. Talvez alguns usuários se deparem com uma certa dificuldade em fazerem o equipamento identificar a SSD como uma unidade de armazenamento (pelo menos no meu caso, que estava utilizando um notebook da Samsung para os testes), mas para aqueles mais experientes, esse não será um obstáculo. Outra barreira a ser superada foi na ausência nativa de uma unidade óptica no equipamento que utilizei, mas nada que uma unidade de CD externa não consiga resolver.

Talvez o que o kit de venda desse produto deveria trazer é justamente o software de clonagem em CD/DVD. Pode parecer algo até contraditório (pois as pessoas não utilizam mais o CD para praticamente nada), mas pensando na possibilidade de usuários com menor experiência adquirirem o produto, o único recurso disponível para iniciar o processo de instalação e clonagem do sistema é buscar o software da Kingston na internet. Existem outras soluções que realizam essa clonagem dos dados do HD antigo para o novo, mas se o fabricante oferece o software para o seu produto, é interessante dar preferência para essa alternativa.

De qualquer forma, tudo transcorreu sem maiores problemas.

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Uma vez instalado o sistema, os ajustes posteriores no sistema operacional são mínimos (quando eles são necessários). Na prática, o seu sistema não vai perceber a diferença, pois o equipamento entende que sua unidade principal está lá, mas com outro tamanho. Em alguns casos, os drivers referentes à unidade recém instalada são adicionados ao sistema, e apenas isso. Lembrando: na teoria, o seu sistema será clonado de acordo com as características aplicadas na última vez que ele inicializou e encerrou sem problemas.

Ou seja, é altamente recomendado que, antes de você realizar o processo de clonagem, que você remova os programas que você entende que não serão úteis para você, que faça a transferência dos arquivos de grande volume, para ter algum espaço livre, e que realize pelo menos uma reinicialização do sistema antes de fazer a clonagem para a SSD. É fundamental que você se certifique que tudo está funcionando corretamente, para que o comportamento seja o mesmo na nova unidade.

Sobre o desempenho geral do notebook com a SSD, foi possível perceber uma diferença sensível no tempo de inicialização do sistema operacional (Windows 8.1) e durante a execução de programas já instalados. Além disso, trabalhando em conjunto com as configurações de otimização de RAM, o desempenho geral do sistema melhorou de forma significativa. Aqui, é preciso entender que a melhora não está exatamente na velocidade geral do Windows, mas sim na performance mais consistente do sistema como um todo.

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Outro detalhe importante a ser destacado é que as citadas velocidades de 500 MB/s para leitura e gravação de dados são valores estimados, que podem ser alcançados ou não, dependendo das características do computador que vai receber o SSD. Se o conjunto geral do equipamento não ajudar, a unidade de armazenamento não vai fazer milagres. Logo, os resultados podem variar, e muito.

No meu caso, eu não alcancei os tais 500 MB/s de transferência de dados, mas o ganho foi significativo (algo em torno de 325 MB/s). Pequenos pacotes de dados oferecem velocidades maiores, mas é quando se transfere grandes volumes é que percebemos o quão melhor um SSD desempenha esse papel em relação ao HD.

Para profissionais que precisam lidar com grande volume de dados (arquivos de áudio de grande volume – podcasters sabem do que estou falando – e arquivos de vídeo) podem se beneficiar e muito dessa unidade. Nesse caso, a troca da redução do espaço de armazenamento pelo melhor desempenho geral acaba valendo a pena para quem precisa ter um equipamento mais confiável e com melhor performance para as atividades diárias.

É claro que você sempre pode optar por um SSD com maior capacidade (a própria Kingston já oferece um com 960 GB de armazenamento), mas tal opção é recomendada para quem está disposto a investir de forma pesada para atividades profissionais mais sérias. Videocasters e podcasters amadores podem muito bem utilizar uma unidade de 240 GB, que a relação custo/benefício é satisfatória.

Mas entendo aqueles que vão mesmo se beneficiar dos benefícios do HyperX Fury são os gamers. Afinal de contas, é para eles que o produto foi originalmente idealizado. Não sou muito de rodar jogos no meu computador, mas para o teste, aproveitei que o jogo Battlefield 4 estava de graça por uma semana, e testei o game de tiro no computador da Samsung.

O fato desse notebook da Samsung contar com uma tela com resolução de 1366 x 768 pixels, e a presença duas unidades gráficas trabalhando em conjunto (mas não necessariamente ao mesmo tempo) – sendo que uma dela é dedicada – ajudou e muito para que o SSD tivesse um desempenho elevado durante a execução do jogo. De novo: talvez o grande obstáculo para que o produto seja perfeito esteja na quantidade de armazenamento disponível no produto. Em compensação, se você vai utilizar o portátil só para jogos, essa quantidade pode ser suficiente para os menos exigentes. Afinal de contas, os principais consoles da geração anterior (Xbox 360 e PS3) contam com unidades de 250 GB, o que garante uma boa quantidade de jogos armazenados.

Sem falar que essa mesma unidade pode ser utilizada com um case externo, e com a ajuda de uma porta USB 3.0, a transferência de dados acontece em uma velocidade muito maior do que os HDs convencionais. Ou seja, para quem quer ter uma unidade externa confiável para ser transportada em qualquer lugar, e com uma velocidade de acesso aos dados que facilita o seu trabalho, o investimento nesse produto pode ser algo interessante.

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Por fim, o SSD Kingston HyperX Fury está aprovado. Mais uma vez, a Kingston mostra que entende do assunto, oferecendo uma alternativa para quem precisa melhorar o desempenho de notebooks que ainda são bons depois de algum tempo de uso, mas que necessitam de um upgrade para uma melhor performance. Particularmente, a unidade será uma mão na roda para fazer mais, melhor e mais rápido as minhas atividades de blogger e podcaster, e deve beneficiar muitos usuários com exigências menores.

Kingston anuncia SSD com capacidade de quase 1TB

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A Kingston anunciou o novo SSDNow V310, uma unidade com 960 GB de armazenamento. O dispositivo é dez vezes mais rápido que um HD de 7200 RPM, graças ao controlador Phisom 3108, com velocidades de leitura e gravação de 450 MB/s.

O dispositivo é resistente a impactos e gera menos calor, reduzindo o consumo de energia do conjunto. A grande vantagem do SSDNow V310 é que ele pode substituir por completo o HD, migrando todos os dados de um disco para outro, com a ajuda o kit de migração.

Todo esse espaço de armazenamento e desempenho tem um preço. O Kingston SSDNow V310 com 960 GB de armazenamento custa em versão simples o valor de R$ 2.799,90. Na versão all-in-one, para notebooks, custa R$ 2.949,90, e para desktops, R$ 2.899,90. Esse último com kit de acessórios e software de clonagem de arquivos e sistema operacional. O produto possui garantia de três anos e suporte local gratuito da Kingston.

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Características e especificações do Kingston SSDNow V310:

  • Mais rápido: aumenta a velocidade de carregamento de aplicativos e reinicialização do sistema
  • Confiável: sem partes móveis, as unidades de estado sólido têm menos probabilidade de falhar do que discos rígidos padrão
  • Prático: kits completos com todos os componentes para fácil instalação
  • Grande capacidade: suficiente para migrar todo conteúdo do HD para o SSD
  • Formato: Unidade de 2,5 pol disponível em 7,0 mm com adaptador para sistemas de 9,5 mm
  • Silencioso
  • Inteface: 3.0 (6Gb/s) — compatibilidade com versões anteriores para SATA Rev. 2.0
  • Capacidade: 960GB
  • Desempenho de referência:

– Transferência de dados compactáveis (ATTO)

450MB/s para leitura e 450MB/s para gravação

– Transferência de Dados não compactáveis (AS-SSD e CrystalDiskMark)

500MB/s para leitura e 440 MB/s para gravação

– IOMETER – Leitura/Gravação aleatória máxima 4K

40.000 IOPS e 20.000 IOPS

– Leitura/gravação Random 4k

27.000MB/s para leitura e 10.500MB/s para gravação

– Pontuação com PCMARRK Storage Bandwidth

4.700

  • Dimensões: 69.8mm x 100.1mm x 7mm
  • Peso: 92.5g
  • Expectativa de vida útil: 1 milhão de horas MTBF
Via assessoria de imprensa (Kingston Brasil)

Crucial MX100: o SSD que você esperou a sua vida toda

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Este é o Crucial MX100, que foi apresentado na Computex 2014. Essa é uma unidade SSD NAND 16 nanômetros, e à primeira vista, é idêntico aos seus semelhantes de 2.5 polegadas? tem desempenho de 550 e 500 MB/s (leitura e gravação) codificação de hardware, interface SATA de 6 Gbps, entre outros. A diferença? Nos detalhes internos.

O Crucial MX100 possui um controlador Marvell 88SS9189 na NAND MLC de 16 nanômetros, que resultem em um consumo energético ligeiramente menor que os atuais dispositivos de 19 e 20 nanômetros. Além disso, os seus componentes são mais baratos, oferecendo assim um preço menor para o consumidor final.

Disponível em versões com 128, 256 e 512 GB de armazenamento, o Crucial MX100 pode ser encontrado nos valores de 70, 92 e 185 euros, respectivamente. Convenhamos, foi tudo o que pedimos para turbinar nosso computador portátil.

 

Via Crucial