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Review | LG Watch Urbane

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O mercado de tecnologia de consumo ainda tenta descobrir – ou melhor, entender – o que são os smartwatches. Os relógios inteligentes estão em maior número, os grandes fabricantes estão investindo e lançando novos modelos, mas não temos um campeão claro. Ainda não temos um vencedor. O Pebble talvez é o mais vendido, mas há quem diga que o Apple Watch ganha cada vez mais terreno.

Enquanto uma força dominante não se estabelece, os fabricantes vão apresentando suas opções, É o caso da LG, que tem o LG Watch Urbane, evolução direta do LG Watch R, e terceira geração de sua família de relógios inteligentes. Em relação ao modelo anterior, temos mudanças importantes e melhorias sensíveis, que tornam esse produto ainda mais atraente para os geeks, e mais alinhado para as pessoas que querem um relógio inteligente, mas não querem carregar no pulso algo que se pareça com um gadget.

Nesse review, vamos apresentar o produto que testamos ao longo de duas semanas. Suas características, a experiência de uso, e todos os predicados que o qualificam como um interessante concorrente na briga pelo título de smartwatch preferido dessa geração.

 

Características Físicas

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Se o LG Watch R já se aproximava mais de um relógio no seu formato, é mais do que natural que o LG Watch Urbane, que é uma evolução direta, também trouxesse esse aspecto visual. O que talvez chama a atenção é como a LG melhorou isso de um modelo para outro.

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Saiu a caixa de plástico e as pulseiras de borracha para uma bela caixa de metal e uma pulseira de couro. Isso oferece uma aparência mais sofisticada ao produto, que basicamente é um belo relógio de pulso inteligente. Tudo bem, os esportistas podem preferir outros materiais para poder trazer o relógio consigo durante as suas rotinas de exercícios. Porém, é inegável o fato que o aspecto urbano do novo modelo é muito mais atraente para a  maioria dos usuários.

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A LG teve um grande cuidado nos detalhes de acabamento da pulseira, que tem um resultado final muito bom, tanto no aspecto visual como na qualidade do material adotado. As pulseiras aparentam ser de ótima qualidade. Resta saber se essas costuras do acabamento podem desfiar com facilidade. É difícil dizer, mas pelo menos durante o tempo em que testamos o produto, a impressão que tive é que a LG se preocupou em entregar um resultado final de produto que fosse premium não só na aparência, mas também na durabilidade.

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A caixa do relógio também oferece uma qualidade final muito interessante. A parte metálica não deixa marcas de dedos, e não dá a impressão que ficará riscada ao longo do tempo. Combinando com a pulseira de couro, o LG Watch Urbane fica muito interessante no pulso.

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O botão lateral do relógio tem duas funções. Além de atuar como sistema de bloqueio de tela, ele também serve como botão ‘Home’, voltando para a tela principal do relógio, nesse caso, a interface de relógio, que exibe as horas.

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Na parte traseira da caixa do relógio, temos os sensores que vão quantificar as suas atividades, assim como o contato para a recarga de bateria. Tudo muito simples, sem detalhes adicionais.

 

Acessórios

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O LG Watch Urbane vem com o que chamo de “kit básico”: cabo USB, adaptador para rede elétrica e base de recarga de bateria do relógio. É claro que o destaque vai todo para essa base, que tem um sistema magnético que garante a fixação do relógio no acessório, garantindo uma recarga plena e uma maior segurança para o usuário.

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Tela

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O LG Watch Urbane possui uma tela OLED em formato circular de 1.3 polegadas (320 x 320 pixels), com 16 milhões de cores. Considerando o tipo de produto que estamos analisando, esta tela é mais do que suficiente para exibir os elementos do sistema operacional, notificações, aplicativos e outros elementos típicos, inclusive as diferentes interfaces de relógio que acompanham o software.

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O próprio software oferece um controle de brilho manual, além do modo de brilho dinâmico ou automático, o que faz com que a visualização dos elementos da tela seja algo pleno, além de oferecer uma maior economia de bateria, o que é sempre bem vindo para um dispositivo desse porte. De qualquer forma, mesmo quando utilizado em um ambiente bem iluminado ou em dias de sol forte, é possível visualizar sem maiores problemas os elementos apresentados na tela.

Outro destaque positivo vai para a qualidade do toque na tela, que é preciso para a maioria das atividades. O software da LG está ajustado para que comandos como o toque duplo para despertar a tela ou rápidos movimentos com o dedo para alternar as telas de configurações estejam perfeitamente ajustados, e os mesmos podem ser realizados sem muito esforço.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O LG Watch Urbane conta com o sistema operacional Android Wear 3.0. O software para o relógio inteligente, diferente do que acontece normalmente nos smartphones da empresa, recebeu poucas customizações. Até porque essa foi uma espécie de “imposição” da Google, que quer nos relógios a experiência mais universal possível, além de facilitar a vida na hora de oferecer as atualizações para os diversos dispositivos com ele embarcados.

Em outras palavras: a Google aprendeu a amarga lição aprendida com o Android #fragmentação.

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De qualquer forma, o Android Wear parece que está muito bem ajustado ao LG Watch Urbane. Todo o sistema funciona com fluidez, sem travamentos ou engasgos. Talvez os usuários menos experientes encontrem uma certa dificuldade na hora de encontrar os atalhos para aplicativos e configurações, mas a curva de aprendizado é relativamente baixa. Basta um pouco de paciência na hora de aprender onde fica cada elemento do sistema.

Sem falar que o próprio software do smartwatch oferece um tutorial com os comandos mais básicos. A partir daí, até mesmo o usuário iniciante pode utilizar as funções mais básicas do relógio sem maiores problemas.

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Levando em consideração que não temos ainda uma plataforma dominante no mercado de smartwatches, o Android Wear ainda pode conquistar o grande público. Pelo menos nesse momento, a plataforma está relativamente completa para as necessidades mais básicas de quantificação e conectividade.

 

Internet

O LG Watch Urbane conta com conectividade WiFi, o que dá uma certa independência o dispositivo. Na verdade, relativa independência. Ele pode se conectar na internet, permitindo que os aplicativos recebam algumas notificações e configurações de forma autônoma. Porém, ele ainda depende do relógio para receber as notificações vindas do smartphone, e isso é feito através da conectividade Bluetooth.

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É claro que em um dispositivo com uma tela tão pequena a navegação na web é algo inviável, e o WiFi não está aqui para essa finalidade. Porém, é necessário fazer esse registro, apenas para deixar bem claro para um grupo específico de usuários.

 

Bateria e Armazenamento

O LG Watch Urbane tem uma bateria de 380 mAh, que tem a promessa de funcionar pelo menos por um dia completo de uso moderado. Nos testes, ele cumpriu com o prometido, onde foi possível chegar em casa ao final do dia com alguma carga no relógio. Nesse caso, WiFi e Bluetooth ficaram ligados o tempo todo, além do brilho da tela ficar otimizado para diferentes ambientes.

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Porém, se o relógio for pouco utilizado, recebendo poucas notificações e alertas, ele pode alcançar os dois dias de uso. Sim, todos nós queremos um pouco mais de autonomia de bateria em produtos desse tipo. Mas é o que temos no momento. Os seus concorrentes diretos no segmento não contam com autonomia que vai muito além dessa oferecida pela proposta da LG.

Levando em conta os nove sensores presentes no relógio, além do sensor de batimentos cardíacos, posso dizer que a autonomia de bateria do LG Watch Urbane é satisfatória.

O Watch Urbane vem com 4 GB de armazenamento disponível prioritariamente para aplicativos, e de forma secundária para os dados do usuário. Um dispositivo como esse não tem como finalidade armazenar grandes volumes de arquivos. No máximo algumas músicas para você fazer a sua caminhada ou treinamento diário de forma mais animada. E, mesmo assim, este não é um relógio esportivo. Ou seja, essa capacidade é mais do que suficiente para a maioria dos usuários.

 

Desempenho

Com um processador Qualcomm Snapdragon 400 de 1.2 GHz, trabalhando com os já destacados 4 GB de armazenamento e 512 MB de RAM, o LG Watch Urbane tem um desempenho muito bom, mostrando que seu hardware é mais do que suficiente para executar o Android Wear sem maiores problemas. Como já destacado anteriormente nesse review, não foram percebidos engasgos, arrastos ou travamentos durante o período de testes.

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O dispositivo se mostrou muito eficiente para desempenhar as suas tarefas mais básicas. Talvez o item que mais exigiu o seu hardware foi aquele relacionado à quantificação das atividades do usuário. Mesmo com um sensor de batimentos cardíacos, contador de passos e outros tantos sensores funcionando de forma simultânea, o desempenho do relógio não foi afetado em nenhum momento, sem apresentar qualquer tipo de anormalidade.

Por outro lado, já entendemos que esse tipo de produto não tem como missão gerenciar grandes volumes de dados, ou realizar tarefas mais complexas. É um dispositivo que quantifica e gerencia dados simples, com a missão maior de notificar essas informações em sua tela. E isso automaticamente se converte em uma menor demanda de hardware e software.

 

Conclusão

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O LG Watch Urbane está aprovado. É um belo relógio inteligente, tanto na sua estética como na sua proposta geral de uso. O resultado final oferecido pela LG mostra como a empresa entendeu o que o consumidor quer dentro desse segmento, sem cometer muitos excessos nas tecnologias embarcadas (até mesmo para não tornar o produto caro demais), e mantendo as características gerais do Android Wear.

Além disso, temos mais um smartwatch no mercado com cara de relógio convencional. Esse é o principal feedback que os usuários deram, e é um dos fatores que podem fazer esse mercado emergir. Esperamos que os concorrentes sigam essas dicas, e continuem a desenvolver e evoluir esse segmento, que ainda precisa convencer a maioria. Muita gente quer um smartwatch, mas se pergunta o que fará com ele.

E essa resposta tem que vir dos fabricantes, desenvolvedores e gigantes da tecnologia.

Review | LG L70 Dual (LG-D325f8)

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A disputa pelo mercado intermediário de smartphones Android está se tornando cada vez mais acirrada, com os fabricantes tentando oferecer a melhor experiência de uso possível em dispositivos com especificações mais modestas e preços reduzidos. Com a Motorola ditando as regras nesse sentido com o muito elogiado Moto G, a concorrência precisou apresentar suas opções. A LG é um desses fabricantes de olho nos movimentos da Motorola, e um dos seus lançamentos do portfólio 2014 que mais chamaram a atenção foi o LG L70 Dual (LG-D325f8).

O modelo se apresenta como uma alternativa ao Moto G, não apenas no quesito preço, mas nas funcionalidades e experiência de uso. Para isso, aposta também na oferta de um produto com especificações técnicas interessantes, mas com uma interface customizada, com os principais recursos da LG que já estão presentes em modelos mais completos.

A pergunta que fica é: seria essa aposta o suficiente para superar a objetividade do Moto G? Mais: os recursos da LG são argumentos suficientes para que o consumidor troque a experiência de uso da Motorola para escolher a sua? Vamos tentar responder essa e outras perguntas nesse review.

Características Físicas

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O LG L70 Dual é um smartphone com linhas simples, dentro do que se espera de um dispositivo de linha média. Possui detalhes metálicos nas suas laterais, assim como uma tampa traseira com material plástico em relevo, o que favorece um pouco no agarre do dispositivo, evitando que o mesmo fique escorregando nas mãos. Durante os testes, foi possível notar que esse smartphone é muito confortável para o uso diário, e sua espessura é muito boa para o transporte no bolso.

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Um dos principais diferenciais desse smartphone para outros modelos de sua faixa de preço – e é uma das assinaturas da LG em seus dispositivos de linha média – é a presença do botão dedicado para as funções do dual SIM. Um pressionar mais longo nesse botão, e pronto: a tela com acesso direto aos recursos de gerenciamento dos chips das operadoras aparece, onde é possível comandar os recursos mais básicos das linhas ativas no dispositivo.

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Sua tampa traseira removível segue aquela “regra” não muito bem vinda de oferecer pequenas linguetas para travar essa tampa no corpo do dispositivo. Ou seja, a recomendação de cuidados ao retirar a tampa para acessar os componentes internos do smartphone (bateria, slots para SIM cards e slot para microSD) deve ser repetida aqui. E, nesse aspecto, fazendo um comparativo breve com o Moto G, o modelo da Motorola sai em vantagem, pois possui uma tampa traseira com um acabamento mais resistente.

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Em compensação, o LG L70 Dual possui uma bateria removível (o Moto G não), algo que é sempre bem vindo em um eventual fim da vida útil da bateria (permitindo a troca da mesma sem a intervenção de uma assistência técnica), sem falar na possibilidade de resolver eventuais problemas de travamento do sistema operacional de forma direta e eficiente (retirando a bateria do dispositivo).

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Por fim, o seu design até lembra de forma distante os modelos mais completos da LG, com cantos arredondados e poucos detalhes físicos na parte frontal do aparelho. No máximo o logo da LG e os botões de comando do Android – com destaque para o botão impresso para a troca de SIM cards.

Mais imagens do produto a seguir.

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Acessórios

O smartphone da LG oferece os itens mais básicos que um dispositivo com suas características deve ter, como bateria, carregador, cabo USB, fones de ouvido e manuais. Nesse aspecto, o usuário vai receber tudo o que precisa para utilizar de forma plena o dispositivo, assim que o mesmo chegar em sua residência.

Como já era de se esperar, os fones de ouvido do LG L70 Dual são dos mais simples, oferecendo as funções de comunicação consideradas essenciais (com um botão para recebimento de chamadas), mas com qualidade de áudio apenas regular, dentro do aceitável para você se comunicar com os seus contatos por voz. Para quem gosta de ouvir músicas, é melhor pensar em um fone mais completo, ou aquele seu acessório preferido para as longas audições musicais.

Tela

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O LG L70 Dual possui uma tela IPS de 4.5 polegadas WVGA (480 x 80 pixels, 16.5 milhões de cores). É uma tela de qualidade inferior aos seus principais concorrentes (o Moto G possui uma tela HD, por exemplo), mas isso não quer dizer que estamos diante de uma tela de baixa qualidade. É uma tela competente e condizente para a sua proposta de preço, oferecendo uma boa qualidade final de cores e brilho.

É uma tela ajustada para um dispositivo de linha média. Nem é possível se exigir mais do que isso de um produto que prioriza mais o valor final do que as especificações mais avançadas. Ao mesmo tempo, é uma tela que pode oferecer uma experiência satisfatória para a maioria dos usuários que buscam um dispositivo com essas características.

A boa notícia é que a sensibilidade ao toque dessa tela é boa o suficiente para que o L70 Dual receba as funcionalidades características da LG com os mesmos resultados eficientes já presentes nos modelos top de linha. Recursos como o toque duplo na tela, o Knock On e o Knock Code funcionam sem problemas, e para a maioria das atividades realizadas, essa tela vai desempenhar bem o seu papel.

Sistema Operacional e Interface de Usuário

O smartphone da LG conta com o sistema operacional Android 4.4.2 KitKat, com a presença da interface customizada da LG. A experiência de uso do L70 Dual é muito próxima daquela que os usuários vai encontrar nos modelos mais avançados da empresa, o que acaba sendo um ponto positivo para os usuários que já estão acostumados com os dispositivos da LG.

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Recursos como Quick Memo, QSlide, toque duplo na tela (para bloqueio e desbloqueio), Knock On e Knock Code estão presentes nesse dispositivo, assim como a disposição de ícones e menus, o que reforça essa proposta de experiência universal entre os modelos da LG. Porém, sempre existe a possibilidade daquele usuário escolher a sua launcher preferida, para aproximar essa experiência de uso daquela que a Google considera a ideal. A opção é sempre do usuário.

Outros recursos inteligentes e exclusivos da LG também estão presentes no L70 Dual, como por exemplo o Capture Plus, Clip Tray e Fast Snapshot, que não só ampliam o leque de funcionalidades do smartphone, mas reduz as distâncias de experiência de uso entre um modelo mais simples com os dispositivos mais avançados da empresa.

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De qualquer forma, posso afirmar que durante os testes, o dispositivo se comportou muito bem, com alguns leves engasgos detectados após a execução de um aplicativo mais pesado. Mesmo assim, esse comportamento apareceu em momentos pontuais, quando algum aplicativo mais pesado era encerrado, ou quando se alternava entre dois aplicativos mais pesados. Mas de um modo geral, a experiência de uso é consistente na maior parte do tempo.

Qualidade de Áudio e Chamadas

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Nesse aspecto, o LG L70 Dual me lembra que é um dispositivo de linha média. A qualidade de áudio do smartphone durante as chamadas é apenas mediana, permitindo que se ouça a pessoa do outro lado da linha na maiorias das situações e ambientes. Porém,  não é um áudio muito claro. O som fica abafado, e em alguns momentos, pouco compreensível, principalmente quando algum ruído externo mais forte se faz presente.

O mesmo efeito temos quando utilizamos o dispositivo para chamadas em viva voz. O alto-falantes localizado na parte inferior do telefone tem um volume médio, que deixa as chamadas audíveis em ambientes silenciosos, mas não quando utilizamos durante o deslocamento dentro do carro.

O smartphone possui um sistema de Dual SIM stand-by, além de uma tecla dedicada no corpo do dispositivo para a troca rápida dos SIM cards. Se tiver apenas um SIM inserido no smartphone, essa função fica desabilitada. A própria interface do dispositivo indica qual é a linha que está como preferencial para as principais atividades (chamadas, mensagens, etc).

De um modo geral, tudo funcionou como o esperado, sem apresentar conflitos ou dificuldades entre as duas linhas.

Câmera

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O LG L70 Dual possui uma câmera traseira de 8 megapixels, e como já era de se esperar, é uma típica câmera de um smartphone de linha média. Ou seja, não podemos esperar muito dessa câmera para aspirações mais ambiciosas. Esse sensor traseiro é bom o suficiente para registrar imagens casuais, em ambientes externos ou com boa luminosidade, mas nada além disso. Não dá para pensar em um uso que vai além do envio e compartilhamento das imagens para as redes sociais.

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De positivo, a interface de uso da câmera tradicional da LG, que já está presente nos modelos mais avançados da empresa, estão presentes nesse modelo mais básico. Obviamente, nem todos os recursos avançados de imagem estão disponíveis, mas os principais ajustes e modos de cena estão presentes, visando otimizar as fotos capturadas por esse sensor.

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O mesmo podemos dizer da câmera frontal. O sensor de 1.3 MP é suficiente para videochamadas na resolução VGA, e para selfies em baixa resolução de imagem. E não pense em nada além disso. É um dos itens que podemos dizer que “está lá para constar”.

A seguir, algumas imagens capturadas durante o período de testes.

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Games

Por contar com apenas 1.5 GB livres de espaço para armazenamento, o LG L70 Dual não é o dispositivo mais recomendado para jogos. Aliás, definitivamente, não é o smartphone para quem quer rodar jogos. E não é tanto por conta das suas especificações de hardware, pois nesse aspecto, ele tem o suficiente para rodar – e bem – até mesmo os jogos mais pesados. O problema se centra todo no armazenamento do dispositivo.

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Jogos com mais de 1 GB de armazenamento (como são os casos de Real Racing 3 e Iron Man 3) são praticamente impossíveis de serem instalados. Vale lembrar que, mesmo na remota possibilidade de transferir a instalação desses jogos para o cartão microSD (algo que não é possível), os arquivos temporários desse e de outros aplicativos fazem com que o espaço disponível para arquivos de usuário se esgote rapidamente.

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Independente disso, os poucos jogos que testamos rodaram  muito bem no dispositivo. Talvez alguns poucos jogos casuais podem ser instalados sem problemas. Mas se você é um usuário que tem como uma das prioridades ter algum entretenimento no smartphone para aquelas horas de ócio, pode começar a pensar em outro dispositivo. O LG L70 Dual não foi feito para você.

Bateria

Durante o período de testes, o LG L70 Dual se comportou dentro do esperado para um dispositivo do seu porte. Combinando o tamanho de sua tela, as especificações de hardware e o fato de ser um dispositivo dual SIM card, sua bateria de 2.070 mAh consegue dar conta do recado, ou pelo menos permite que o dispositivo funcione por um dia inteiro de uso moderado.

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Como vem sendo uma regra nos dispositivos mais recentes, quando o L70 Dual foi utilizado para tarefas que exigem um uso maior dos recursos de hardware, ou um tempo maior de tela ativa (principalmente em jogos), o consumo de bateria foi naturalmente maior. Mas volto a enfatizar que essa é uma característica comum em dispositivos desse porte (apesar de esperar que no futuro isso mude).

Desempenho

Uma das boas notícias do LG L70 Dual é que mesmo sendo um dispositivo de linha média, com um hardware mais restrito, o seu desempenho é bem satisfatório, principalmente se levarmos em consideração a sua interface altamente customizada. Dito isso, o smartphone teve um desempenho limpo e fluído na maior parte do tempo, com poucos travamentos e arrastos (como já disse antes, só percebi leves travamentos quando alternei entre aplicativos mais pesados).

Entendo que pelo valor cobrado pelo dispositivo, e para a proposta geral que o smartphone possui – pensando sempre no seu público alvo -, o resultado final de desempenho entregue pelo LG L70 Dual é realmente muito bom. Particularmente, me agrada e muito ver como a LG está acertando nesse aspecto com os seus últimos dispositivos. Sem falar que a empresa ainda consegue equilibrar uma elevada customização de interface, a adição de alguns recursos exclusivos que também estão presentes nos modelos top de linha da empresa, e tudo isso em um hardware mais modesto.

Por outro lado, talvez o principal ponto negativo desse modelo da LG está na sua capacidade de armazenamento. Apesar de contar com um slot para cartões microSD de até 32 GB (o que ajuda e muito na hora de armazenar arquivos pessoais, fotos e músicas), os 4 GB de armazenamento nativo presentes no dispositivo são insuficientes para quem quer ter muitos aplicativos instalados no smartphone.

A questão se torna mais crítica quando constatamos que apenas a ROM da LG ocupa 2.5 GB desse armazenamento, deixando apenas 1.5 GB livres para a instalação de apps. Logo, o dispositivo pode até desempenhar bem as suas atividades, mesmo com alguns apps um pouco mais complexos. O problema é que ele mal pode receber aplicativos de grande volume (principalmente os jogos), pois temos pouco espaço disponível para eles.

Conclusão

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O LG L70 Dual está aprovado. É um bom competidor dentro dos modelos de linha média no mercado nacional. Oferece alternativas interessantes de funcionalidades exclusivas, que podem chamar a atenção dos usuários que querem fugir da mesmice oferecida pelos demais fabricantes, ou para quem já está acostumado com a experiência de uso oferecida pela LG.

Entendo que algumas características do L70 Dual poderiam ser um pouco melhores para que ele pudesse ser ainda mais eficiente e competitivo no mercado. Por exemplo, uma capacidade maior de armazenamento (apesar de contar com slot para microSD, 1.5 GB é muito pouco para a instalação de apps), uma tela com uma resolução um pouco melhor e uma interface não tão intrusiva impedem que esse smartphone seja ainda melhor do que se propõe.

Mesmo assim, é um dispositivo bem interessante, que deve encontrar o seu público sem muitas dificuldades.

Review em Vídeo


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COMUNICADO: por que vamos remover as gameplays de games nos nossos reviews em vídeo?

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Aos amigos que acompanham o TargetHD.net e que assinam ao nosso canal de vídeos.

Nesse momento, eu estou acompanhando o que está acontecendo a respeito da possível exclusão do canal de vídeos do @FeCastanhari do YouTube. O Nostalgia pode ser excluído da plataforma por conta da nova política de violação dos direitos autorais da plataforma, algo que já estava em vigor no YouTube a algum tempo, mas que passou a se tornar algo mais efetivo nos últimos meses.

Deixo claro que estou do lado do @FeCastanhari na causa. Entendo que a política de punição do YouTube é feita sem critérios. Também entendo que o YouTube está “forçado” a ser mais rígido com suas punições, por conta das ações perdidas na justiça norte-americana contra os grupos Viacom e Fox (aliás, no caso do canal Nostalgia, quem deu a “última pá de cal” foi o grupo Fox, por causa de um vídeo paródia dos Simpsons). Mas também entendo que o YouTube (e a Google) precisam rever essas políticas de forma urgente.

Para resumir a questão: o YouTube quer que o conteúdo seja, se não 100% autoral, o mais autoral possível, sem a inclusão de qualquer tipo de conteúdo de terceiros, independente do tipo de uso, e em alguns casos, tendo autorização ou não.

No caso em particular do TargetHD, os meus reviews em vídeo já não podem ser monetizados no YouTube, e o motivo está nas gameplays de jogos que aparecem em alguns vídeos de reviews de smartphones e tablets. Já recebi o primeiro “strike” (ou punição) do YouTube por conta disso, e desde outubro de 2013, os vídeos do canal não podem mais ser monetizados. Não que isso faça muita diferença, pois nunca ganhei dinheiro com as visualizações dos vídeos no canal.

Porém, o canal de vídeos de reviews é uma das ferramentas que mais atraem audiência para o blog, e não estou disposto a perder isso por conta das regras do YouTube. Eu sou contrário às regras, questiono as mesmas, mas entendo que é melhor seguir todas elas, para manter o trabalho ativo.

Por isso, tomei a decisão de remover as gameplays de jogos dos meus reviews a partir de 2014, para não correr riscos desse porte.

Explicando melhor: os produtos que recebo via assessorias de imprensa podem aparecer nos vídeos, pois tenho uma autorização por escrito das assessorias dos fabricantes. Se, por qualquer motivo, algum fabricante contestar a utilização do produto em um determinado vídeo, eu tenho um recurso que protege legalmente aquele conteúdo.

Da mesma forma que produtos que foram adquiridos por mim. Se o produto é meu, eu posso fazer com ele o que eu quiser, uma vez que no valor do produto pago estão inclusos todos os correspondentes direitos de imagem.

No caso dos jogos apresentados nos vídeos, esses são conteúdos de terceiros, que é onde o YouTube está começando a enquadrar os produtores de conteúdo. Produtoras de jogos, canais de TV, produtoras de filmes e entretenimento… todos esses segmentos podem enviar uma reclamação formal de violação de direitos autorais, apenas porque a imagem do seu conteúdo está sendo replicada em um vídeo, sem sequer ter uma análise do conteúdo apresentado.

De novo: não estou contente em tomar essa decisão, mas prefiro prevenir do que remediar.

Os testes com games continuam nos reviews com fotos aqui no blog, sem maiores problemas (se houver algum problema sobre a utilização das print-screens de jogos, vocês serão avisados). Mas os games não mais serão reproduzidos em vídeo. Infelizmente.

Em breve, farei um comunicado em vídeo para inserção nos canais, reforçando essa decisão.

Sem mais para o momento, obrigado pela atenção.

 

Eduardo Moreira
TargetHD.net

TargetHD Responde | Como o @oEduardoMoreira consegue os produtos para análise e reviews?

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Essa é uma das perguntas mais frequentes que recebemos no blog. Tem muita gente por aí interessada em produzir conteúdo na internet. Já outros, apenas curiosos por testar as novidades do mercado de tecnologia. Por isso, nesse post, vamos fazer algo que vi poucos blogs fazendo ao longo desses anos: ensinar o caminho das pedras para os interessados.

Muitos perguntaram isso, mas vamos sintetizar todos na questão a seguir:

Gostaria de saber como fazer para as empresas me enviar aparelhos para fazer reviews. Depois de enviados os mesmos são  devolvidos para a empresa, ou poderão ser usados normalmente?

Resposta: 

O TargetHD iniciou as suas atividades em junho de 2008, como um blog informal e descompromissado. No começo, escrevia apenas um parágrafo dos produtos que gostava, e analisava os produtos de tecnologia que comprava. Nada próximo da qualidade que faço hoje (que não é perfeita, mas é bem melhor do que o que eu fazia no começo). Com o passar do tempo, percebi que isso poderia se tornar algo sério, com o aumento das visitas e com o primeiro convite para um evento de imprensa (não esqueço até hoje: o Nokia Ovi Connection, de 2009).

Esses acontecimentos serviram de estímulo para que, aos poucos, eu investisse no blog de forma mais séria: criar uma marca, a compra do domínio dessa marca, a contratação de um servidor próprio, a melhoria na produção dos posts e reviews, entre outros esforços que resultam em um blog com certa visibilidade. Hoje, o TargetHD é o blog de tecnologia mais visto da região de Araçatuba/SP, e é um dos blogs de tecnologia independentes que mais cresceram nos últimos anos.

E, quando digo independente, quero dizer que não contamos com o apoio de grandes portais ou patrocinadores para custear as despesas que o TargetHD gera para se manter no ar. O blog hoje “se paga”, e paga as minhas contas. Isso quer dizer que estamos no caminho certo.

Respondendo a sua pergunta de forma bem objetiva: para receber produtos para reviews, eu tive que trabalhar, e muito. Fazer um trabalho honesto, transparente e com o mínimo de qualidade. Com o tempo, esse trabalho é visto por outros internautas, que repercutem esse trabalho nas redes sociais, e as assessorias de fabricantes acabam naturalmente vendo esse trabalho, e oferecendo possibilidades para que os seus produtos sejam analisados por quem faz esse blog.

Não existe fórmula mágica. Ninguém consegue produtos para review apenas porque “amo tecnologia, e gostaria de testá-los”. Você precisa mostrar que merece fazer isso, com trabalho duro e de qualidade. Passei a receber os primeiros produtos das assessorias depois de pelo menos um ano de trabalho intenso no TargetHD, e mesmo assim, algumas assessorias de imprensa dificultam as coisas (abraço, Samsung Brasil), não se predispondo a enviar os produtos quando solicitado.

De um modo geral, 2013 vem sendo um ano muito interessante em termos de reviews para o TargetHD. Testamos alguns dos principais lançamentos do mercado mobile, de diferentes marcas, sem falar em acessórios, periféricos e gadgets que foram resenhados. Em via de regra, pedimos pelo menos 15 dias para testar cada produto. Depois disso, o produto é devolvido para a assessoria de imprensa que despachou o produto para cá.

Não cobramos pela publicação dos reviews. Esse é o tipo de publicação que mostra o nosso interesse de compartilhar as impressões que temos sobre os produtos de tecnologia. Logo, precisa ser algo totalmente isento de qualquer interesse financeiro. Até porque, se vamos ganhar em relação aos reviews, ganhamos nas vendas desses mesmos produtos na seção Dicas de Compras do blog.

Aliás, para as assessorias de imprensa e, quem sabe, empresas interessadas em investir no TargetHD.net, entrem em contato conosco, vamos conversar!

Por fim, resumimos a questão com: trabalhe, e duro. Faça a coisa pelo próprio esforço. Produza os próprios textos, com as próprias palavras, e invista naquilo que você acredita ser um bom trabalho. A partir daí, as portas se abrem naturalmente.

Review | Kingston SSD Now 300V

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Mais um review para o blog TargetHD. Dessa vez, recebemos da Kingston uma unidade SSD Now 300V, que promete transferências de dados em alta velocidade para notebooks, com uma maior segurança para um uso diário. A seguir, passamos nossas impressões sobre o produto, com dois focos: para aqueles que pretendem atualizar o seu computador com uma unidade de disco sólido, e para aqueles que querem contar com um HD portátil em SSD.

Antes de qualquer coisa, alguns pontos precisam ser observados. O produto não se limita a ser apenas uma unidade SSD. O que recebemos da Kingston foi um kit de atualização em SSD. O objetivo principal do produto é oferecer uma alternativa de atualização do hardware do seu computador do tipo “faça você mesmo”, para substituir uma unidade SSD defeituosa e, principalmente, trocar o seu HD convencional pela SSD, que oferece uma velocidade maior de leitura e gravação de dados.

Outro detalhe que precisa ser citado é que esse kit SSD da Kingston está disponível para notebooks e desktops. Antes dos testes, a assessoria da fabricante questionou em qual equipamento ele seria utilizado, e optamos pela versão para notebooks. Uma das possibilidades propostas para testes durante a negociação para recebimento do produto foi a de testar e apresentar a opção de utilizar essa unidade SSD com um case externo, algo que consideramos muito válido, já que um dos principais focos do TargetHD são os gadgets que podemos levar no bolso, ou nesse caso, na mochila.

Também é importante destacar que o objetivo principal desse review é apresentar o produto como opção, focando muito mais na experiência de uso e nas suas funcionalidades apresentadas em uma rotina de uso diário. Como é a primeira vez que o TargetHD decide fazer uma análise desse porte, não focamos nossas análises em comparativos com outros produtos ou benchmarks mais detalhados. Até porque o foco do TargetHD está nos produtos que envolvem mobilidade.

Você pode até não levar esse ponto a sério, mas um aspecto que consideramos muito positivo ao retirar o produto da caixa é o nível de proteção que a empresa adotou para acondicionar o produto. Mesmo sendo uma unidade SSD (que é mais resistente aos imprevistos durante o transporte), a Kingston também pensou nos pequenos componentes mais frágeis que acompanham o produto, como por exemplo o cabo USB, os DVDs que acompanham o produto e até o pequeno adaptador 7mm – 9.5 mm. Diferente de outros produtos enviados, recebemos uma unidade do produto tal como ele vai receber ao comprar de uma loja online, ou da loja física.

Todos os itens que acompanham o Kingston SSD Now 300V.

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E a unidade de armazenamento em si, o nosso objeto de estudo. Para quem nunca viu uma SSD de 2.5 polegadas, é desse jeito que ela aparenta ser. De tamanho compacto, é fino e leve, mas ao mesmo tempo, robusto. Feita para aguentar a sua rotina diária de mobilidade.

Sua baixa espessura é perfeita para ser utilizada em ultrabooks e notebooks mais finos, mas como já informamos antes, existe a opção para desktops, com o seu respectivo adaptador para instalação física. Ou seja, mesmo sendo um produto de menor tamanho que a maioria das unidades de armazenamento tradicionais, o Kingston SSD Now 300V pode ser utilizado sem maiores problemas em todos eles, desde que instalado e configurado corretamente, é claro.

Por ser um produto que não vai ficar visível ao público, ele não precisa de muitos detalhes de acabamento. A foto tem como objetivo mostrar ao leitor a unidade por diferentes ângulos.

Produto apresentado. Vamos aos testes.

Testamos o produto em duas possibilidades. A primeira envolveu a via mais prática de utilização imediata para a maioria dos usuários que optarem pela compra do Kingston SSD Now 300V, que é via USB, através do case externo que acompanha o produto.

Uma das coisas que nos animou ao receber o produto é a presença desse case USB. Para nossos propósitos de mobilidade, é algo muito bem vindo, já que permite um teste real de cópia e transferência de dados em diferentes situações.

Um ponto positivo do case é que ele não possui parafusos para fixação. No seu lugar, ele conta com uma chave de segurança, que trava a parte superior do case. Ou seja, qualquer pessoa pode instalar a unidade SSD no case, sem precisar de qualquer ferramenta ou chave de fendas para abrir o produto, o que facilita muito a vida de quem quer utilizar a unidade de forma imediata.

Visão geral dos conectores internos do case. Basta acoplar a unidade corretamente nesses conectores, fechar o case, e preparar a unidade para a primeira utilização.

A tampa do case é deslizante, completando a praticidade proposta para o produto, que usa a filosofia do “faça você mesmo”.

A partir daí, e conectar a unidade na porta USB (2.0 ou 3.0) do computador, e começar a configurar a unidade.

Aqui, um ponto importante. Para quem já comprou uma unidade externa (ou um HD para montar um case externo), essa parte do processo já é conhecida. Para os mais novos, é nessa parte que muita gente se complica. A Kingston SSD Now 300V é uma unidade física de armazenamento como outra qualquer, que antes de ser utilizada, precisa ser “montada” como uma unidade física reconhecível pelo sistema operacional (no caso desse review, utilizamos a unidade em equipamentos com os sistemas Windows 7 Professional 64 Bits e Windows 8 64 Bits). Por uma questão de segurança e até de garantia que o produto jamais foi utilizado (repetimos que o mesmo veio totalmente lacrado), a unidade não vem pré-configurada para iniciar de forma imediata para utilização do produto.

Aqui, tanto para a utilização via USB quanto para a utilização diretamente no computador (via conexão SATA II ou SATA III), é necessária a montagem da unidade através do recurso Gerenciamento de Disco, dentro do item Gerenciamento do Computador, que pode ser localizado no Painel de Controle do sistema Windows (para o caso da utilização da SSD via USB; para quem vai utilizar a unidade como dispositivo de armazenamento interno ou unidade para inicialização do sistema operacional, a unidade deve ser montada manualmente, através da configuração via BIOS do desktop ou notebook, e posterior formatação).

Uma vez a unidade devidamente montada e formatada, ela está pronta para o uso, tanto via USB quanto como unidade interna. A partir daí, ela será reconhecida em qualquer computador com o sistema Windows, permitindo o armazenamento e cópia de dados. Também é importante lembrar que as versões mais recentes do Windows (7 e 8) contam com recursos que, no seu processo de instalação, identificam o estado da unidade, já preparando a mesma de forma adequada para a instalação do sistema operacional.

 

O teste do Kingston SSD Now 300V como unidade externa (via USB)

Utilizamos nos testes equipamentos com portas USB 2.0 nos sistemas Windows 7 e Windows 8, e com porta USB 3.0 para o sistema Windows 7. Entendemos que o sistema operacional em si não influi na performance geral da unidade em modo externo (já que os resultados foram similares), e as diferenças ficaram por conta mesmo do tipo de porta escolhida para testes. Uma coisa que devemos considerar é que a série 300V possui uma performance inferior à poderosa série HyperX. Mesmo assim, não podemos ignorar os benefícios apresentados, principalmente quando utilizado como unidade interna, para armazenamento e gerenciamento do sistema operacional.

Um dos comparativos que fizemos foi o da velocidade da cópia de arquivos de grande porte do computador para a unidade externa. Primeiro, copiamos os arquivos para um HD externo convencional, conectados nos diferentes tipos de portas (USB 2.0 e USB 3.0) O objetivo aqui foi analisar como a Kingston SSD Now 300V se comporta nesse processo de cópia de arquivos enquanto trabalho com o computador normalmente.

Em linhas gerais, os resultados foram próximos, porém, com uma performance melhor para o SSD da Kingston. Algo que já era esperado, uma vez que estamos falando de uma tecnologia que naturalmente é capaz de fazer a leitura e gravação desses dados de forma mais ágil (já que é uma memória de gravação eletrônica, sem contar com uma agulha mecânica para armazenar os dados).

Algo que observamos durante os testes é a flutuação da velocidade de transferência com a SSD. A transferência de dados acontece com um “arranque” em maior velocidade, com um volume de dados maior no início da transferência, para depois se ajustar a uma velocidade média de transferência. Em compensação, a velocidade média de transferência desses arquivos é maior, transferindo nos testes um grande 10 arquivos de grande porte (pelo menos 500 MB) em 1/3 do tempo que o HD convencional.

Já o HD externo genérico que utilizamos tem uma velocidade média mais contante, com menores variações e oscilações, porém, levando mais tempo do que a unidade SSD. Só aí, já vale a pena a possibilidade de utilizar uma unidade SSD com um case externo.

Sem falar na leveza do dispositivo, e na baixíssima quantidade de ruído emanado do produto. Na verdade, nenhum ruído. Tal como esperado nesse tipo de unidade de armazenamento.

O teste do Kingston SSD Now 300V como unidade interna (via porta SATA II)

Antes de passar nossas impressões sobre essa parte do teste, é importante ressaltar que não utilizamos nenhum tipo de benchmark ou programas de análise técnica para avaliação de velocidade de cópia e transferência de arquivos. Como já afirmamos antes, todos os testes aqui foram feitos pela perspectiva de experiência final de uso, partindo da perspectiva da maioria dos usuários, tentando responder a pergunta: “o meu computador ficará melhor com esse produto?”.

Outro ponto que é importante ser destacado é que infelizmente ainda não contamos com computadores com portas SATA III. Isso foi informado pela assessoria de imprensa da Kingston, que prontamente respondeu que, por utilizar uma porta SATA II, o Kingston SSD Now 300V não iria atingir a prometida taxa de leitura e gravação de 450 MB/S, ficando limitada a uma taxa variável entre 250 MB/s e 300 MB/s. Ciente disso, investi no review pela possibilidade de apresentar as opções de uso do produto, e se mesmo com tais limitações, ele poderia melhorar a performance em um equipamento com um hardware mais restrito, ou até mesmo em um notebook com uma boa configuração de hardware, mas que utiliza um HD convencional.

Os equipamentos utilizados para os testes como unidade interna foram:

Notebook #1

– processador Intel Core i7-2630QM dual-core de 2 GHz, com 8 GB de RAM, sistema operacional Windows 8 Pro 64 Bits, gráficos Intel HD Graphics, tela de 14 polegadas

Notebook #2

– processador AMD E-350 dual-core, de 1.66 GHz, com 8 GB de RAM, sistema operacional Windows 7 Pro 64 bits, gráficos AMD Mobility Radeon HD 6310, tela de 11.6 polegadas

Originalmente, os dois equipamentos utilizam HDs de 500 GB, e durante os testes, a SSD Kingston foi previamente formatada para receber a instalação dos respectivos sistemas operacionais. Pelas características técnicas do notebook #1, a sua performance foi superior em relação ao modelo #2, mas o que pode ser observado é que o desempenho na inicialização do Windows 8 (algo que não é um dos pontos fortes da mais recente versão do sistema da Microsoft) melhorou consideravelmente. As execuções de programas e aplicativos acabaram ficando mais fluídas, e a performance geral da máquina melhorou de forma perceptível.

Porém, é quando instalamos o Kingston SSD Now 300V no notebook #2 é que podemos perceber quais são as vantagens que a unidade pode oferecer em uma máquina com recursos de hardware mais restritos. Levando em consideração que máquinas de menor porte contam com uma capacidade de armazenamento melhor (e são pensadas na mobilidade como prioridade), acreditamos que vale a pena a utilização de uma SSD como a da Kingston, pois o desempenho se torna mais versátil e fluído. Tarefas como inicialização do sistema e execução de programas para acesso à internet (navegadores) oferecem um tempo de resposta muito melhor do que os HDs tradicionais. Para quem ainda não pode comprar o seu ultrabook, o upgrade para uma unidade SSD pode ser algo muito bem vindo.

Sem falar na segurança maior que os seus dados vão ter na utilização de uma Solid State Disk. Se você transporta todos os dias documentos e programas importantes, a aquisição do produto deve ser encarada como um investimento.

Conclusão

O SSD Kingston Now 300V está APROVADA. É um produto que cumpre o que promete, e vai atender bem as necessidades da maioria dos usuários de notebooks, netbooks e desktops. É uma opção que oferece uma ótima relação custo/benefício para o que realmente importa: melhorar a performance geral do computador no seu dia a dia.

Levando em conta o seu posicionamento em relação aos seus concorrentes, ele pode ser uma opção a ser considerada para quem apenas deseja ter uma maior segurança no armazenamento dos seus dados, uma melhor performance no sistema operacional, ou até mesmo uma opção mais confiável para levar os seus dados para qualquer lugar em um case externo, como é no nosso caso em particular.

Review | Smartphone LG Optimus 3D Max

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O mundo é em 3D, e faz tempo. E uma das formas que o mundo da tecnologia encontrou para inovar nos segmentos de multimídia e entretenimento é oferecer um novo mundo em 3D nas fotos, vídeos e games. Por isso, recebemos da assessoria de imprensa da LG do Brasil o Optimus 3D Max, que tem como foco principal explorar ao máximo as possibilidades de criação e reprodução de conteúdos em três dimensões. Nesse review, vamos explorar de forma mais enfática essas característica, mas sem deixar de lado o seu desempenho, e outras características que normalmente são importantes para a maioria dos usuários.

Uma das coisas que me chamou a atenção no Optimus 3D Max logo de cara é a sua aparência física, que não difere muito dos demais aparelhos Android da empresa, mas que não deixa de ser singular. É um daqueles smartphones que não apresentam botões físicos, deixando o modelo ainda mais elegante aos olhos do usuário. Muitos colocam esse tipo de telefone como “peça de tecnologia”, e eu concordo.

Além disso, o smartphone possui uma boa pegada, ficando bem firme nas mãos, mesmo com uma tela com dimensões avantajadas (4.3 polegadas). Pelo menos para quem tem mãos de tamanho médio (pelo menos), o Optimus 3D Max é um modelo confortável de se segurar para um uso diário.

Sua câmera frontal é de apenas 0.3 MP (VGA). E não… ela não possui funções em 3D. Logo, você fica limitado às videochamadas convencionais. Em 2D. Mas isso não é nenhum pecado. O foco (sem trocadilhos) está na câmera traseira. Falo dela mais para frente.

Na parte superior do smartphone temos o conector para fones de ouvido, e o botão de liga/desliga do aparelho. Repare nos diferentes níveis de acabamento do produto, como nas bordas com acabamento metálico, e os níveis de relevo entre a carcaça superior e a borda que protege a tela. São detalhes que podem parecer pouco relevantes, mas que mostra o cuidado da LG na concepção do produto.

Visão geral do LG Optimus 3D Max, com detalhes para a sua lateral.

Na parte superior esquerda, temos os botões de controle de volume do dispositivo.

Na parte inferior da lateral, temos o slot para cabo microUSB. Um detalhe que me agradou muito: esse slot conta com uma espécie de “portinha”, que protege completamente o conector, além de tornar o seu acesso muito prático. É uma solução moderna e elegante, pois não altera o design do dispositivo, e bem melhor do que simplesmente usar aquelas tradicionais proteções de borracha ou silicone.

E aqui, o conecto microUSB, para recarga da bateria e sincronização de dados.

Visão geral da lateral direita do Optimus 3D Max.

Desse lado, apenas um botão, que considero ser o mais importante do smartphone, e que praticamente é o motivo do Optimus 3D Max fazer sentido. Esse botão aciona o menu 3D do smartphone, oferecendo acesso ao consumo e produção de conteúdos tridimensionais. Optar por um botão físico e não por um atalho para esses recursos é um ponto positivo do smartphone, pois torna o acesso mais simples e direto para os usuários que não contam com tanta experiência em produtos de tecnologia.

Na parte inferior do produto, apenas o microfone para a comunicação do usuário.

Esse detalhe de acabamento do Optimus 3D Max realmente chama a atenção. Por isso, mostro para você mais de perto todo o cuidado que a LG teve para finalizar o smartphone.

Visão geral da parte traseira do smartphone.

E aqui, temos a grande estrela do Optimus 3D Max: as suas duas câmeras de 5 megapixels. São câmeras cheias de recursos, e precisam ser para a proposta na qual se encaixa: foco automático, balanço de branco, zoom digital, geotagging, modo macro, modo noturno e gravação de vídeos em 1080p no modo 2D, e em 720p em 3D. Além disso, o seu flash LED fica entre as duas câmeras. Não resolve muito o problema das fotos em ambientes pouco iluminados, mas já é de grande ajuda para quem se aventurar a registrar fotos durante a balada.

Aqui, vemos o smartphone sem a sua tampa traseira, e com sua bateria com 1520 mAh de capacidade. É uma boa bateria, com um gerenciamento razoável do consumo dos seus recursos. Trabalhando em conjunto com um processador ARM Cortex-A9 dual-core de 1.2 GHz e um processador gráfico PowerVR SGX540 de 304 MHz, ele pode sobreviver a um dia comercial de uso moderado (entre 9h e 17h), ou 8 horas de uso.

Hora de ligar o smartphone.

O LG Optimus 3D Max tem uma performance satisfatória, na maior parte do tempo. A combinação de processador dual-core de 1.2 GHz, 1 GB de RAM e processador gráfico de 304 MHz resultam em um telefone que poucas vezes apresentou arrasto em sua transição de telas. Talvez a customização realizada pela LG resulte em uma leve queda de desempenho, mas nada que tenha me incomodado no seu uso diário.

Talvez nos recursos e elementos em 3D esses pequenos atrasos sejam mais evidentes, mas em momentos mais esporádicos, sem ser o comportamento padrão do smartphone. No geral, você vai ficar satisfeito com a usabilidade do Optimus 3D Max. A não ser que você seja realmente muito exigente, e queira uma fluidez máxima na hora de executar aplicativos e transitar pelas telas.

Talvez o único grande pecado desse smartphone seja mesmo a presença do sistema operacional Android 2.3 (Gingerbread), que deixa o aparelho relativamente desatualizado em relação aos seus principais concorrentes, principalmente se você levar em conta o preço que você paga pelo telefone. Ou seja, a sua compra só se justifica se você realmente faz questão de contar com os recursos em 3D do smartphone. Até porque tudo indica que o modelo vai ficar com a versão 2.3 do Android. Não há nenhuma informação sobre uma atualização para o Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) para um futuro próximo.

Os elementos na tela são exibidos com boa qualidade final de imagem, mesmo com uma resolução de 480 x 800 píxels. Sua tela conta com tecnologia IPS, o que ajuda na reprodução dos gráficos.

Assim como sua aba de notificações, que possui ícones menores, para melhor aproveitar o espaço para outros recursos, como o controle de player multimídia na mesma aba.

A organização de widgets com o smartphone vindo de fábrica é feita mais ou menos de acordo com as categorias dos aplicativos pré-instalados no aparelho…

… e, de forma conveniente, os ícones de aplicativos e recursos em 3D estão agrupados em uma única categoria, facilitando o acesso dos usuários que optam pelo acesso desses aplicativos pelas suas telas disponíveis no smartphone.

Os ícones dos aplicativos são separados entre categorias, e essa é uma das customizações de maior destaque do Optimus 3D Max.

Uma vez que a interface separa esses aplicativos por categorias, eles ficam muito mais organizados para o usuário, o que é um ponto positivo para quem não está familiarizado com esse tipo de dispositivo.

Além de oferecer recursos exclusivos da LG, como backup, aplicativos específicos na SmartWorld e até função para transformar o smartphone em um controle remoto.

A partir de agora, começamos a explorar os recursos tridimensionais do Optimus 3D Max. O menu está disposto no formato carrossel, e basta o usuário deslizar o dedo para as laterais, para visualizar as opções de menu do aparelho.

Todas essas opções estão disponíveis no formato 3D, até para que o usuário iniciante vá se acostumando com a aparência em três dimensões que esses recursos especiais oferecem. E, caso você não saiba o que vai fazer com o novo smartphone, a LG oferece um guia, que mostra as principais funções 3D do telefone.

Nesse guia, você pode ver todas as informações mais básicas para criação, visualização, compartilhamento e conectividade de conteúdos em 3D com o Optimus 3D Max. Desse modo, o usuário pode dar os primeiros passos para tirar o melhor proveito do smartphone, com informações com linguagem simples e direta, que incentivam o usuário a buscar as informações complementares no manual de instruções do smartphone para se aprofundar no seu aprendizado.

Outras opções do menu 3D do Optimus 3D Max:

YouTube 3D, para acesso ao canal de vídeos em 3D do site.

Galeria 3D, para visualização de fotos e vídeos em 3D que você registrou com o smartphone.

Câmera 3D, para você registrar fotos e vídeos em 3D com o smartphone. Além disso, conta com uma área específica para jogos em 3D.

E como o Optimus 3D Max se sai nos recursos tridimensionais?

Comparado ao primeiro Optimus 3D, o 3D Max oferece uma significativa evolução. A exibição em três dimensões está muito mais natural e efetiva do que no modelo anterior, muito em parte por causa das evoluções nas suas especificações de hardware. É evidente que não podemos comparar com grandes telas de TV e outros produtos especialmente pensados na reprodução de imagens em 3D, mas se você pensar que estamos falando de um smartphone, com tela de 4.3 polegadas, o Optimus 3D Max é uma opção relativamente interessante para quem realmente gosta dos conteúdos tridimensionais em fotos e vídeos.

Porém, vale observar que nos conteúdos que já foram concebidos em 3D, a sua exibição tridimensional é mais nítida do que nas fotos e vídeos produzidos nativamente pelo smartphone. Até porque a grande maioria desses conteúdos foram criados em equipamentos específicos para o formato 3D. Você pode obter melhores resultados das fotos e vídeos em 3D que você criou no smartphone se você conectar o telefone em uma TV com capacidade de reprodução em 3D. Vale a pena o experimento.

A seguir, alguns exemplos de como o smartphone reproduz fotos e vídeos em três dimensões. As imagens são de materiais já armazenados no smartphone, produzidos pela LG.

Diante do smartphone, é possível ver de forma bem nítida os dois planos de profundidade nos vídeos, com um resultado final muito bom.

Caso o usuário deseje, pode ver esse mesmo conteúdo no modo 2D, tanto naqueles previamente produzidos por outras fontes quanto aqueles criados pelo próprio smartphone.

Outro ponto positivo para o 3D Max é a presença desse calibrador de profundidade, que permite acentuar ou suavizar os planos de imagem na reprodução tridimensional dos vídeos.

As fotos e vídeos podem ser registrados e reproduzidos em 3D e 2D, oferecendo as duas alternativas para o usuário, o que pode ser útil em diferentes situações.

E quanto aos jogos?

O LG Optimus 3D Max vem com quatro jogos pré-instalados, além de dois aplicativos igualmente compatíveis com o formato tridimensional. A sua reprodução, de um modo geral, é eficiente, mas vale a pena pelo formato 3D. Em termos de desempenho, ele não se compara aos smartphones com processadores mais potentes. Porem, o desempenho dos jogos é considerado satisfatório. Deve atender bem os jogadores casuais, que buscam joguinhos mais básicos para algumas horas de diversão, sem compromisso.

Abaixo, algumas fotos da demonstração realizada em nossos testes.



Conclusão

O LG Optimus 3D Max está APROVADO, dentro de sua proposta de reprodução e criação de conteúdos em três dimensões. Se o usuário focar a sua compra para esse objetivo, é uma boa opção, pela acessibilidade e gama de recursos oferecidos. Fora esse detalhe, e se o seu objetivo principal não for o mundo 3D, recomendamos outras opções, até mesmo por uma questão de foco e objetivo na compra de um smartphone.

 

Review | Joystick Razer Onza Tournament, para Xbox 360

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O último review da Razer no TargetHD.net mostra um acessório que serve como excelente alternativa para o controle original do Xbox 360. O joystick Razer Onza Tournament atua como um acessório complementar, para quem quer comprar um segundo controle, ou para quem quer um joystick com características diferenciadas, que podem ser determinantes para um jogo mais ajustado para as necessidades específicas de alguns gamers. Vamos conhecer agora suas características.

A primeira grande diferença do joystick da Razer para o controle original da Microsoft já pode ser detectada no posicionamento dos botões Select e Start, que estão posicionados na parte inferior do controle, e não ao lado do disco de acionamento do menu do Xbox 360. Outro detalhe que podemos observar está nos seus controles analógicos, que contam com um acabamento dentado, que mostra uma maior robustez na fabricação, se comparado com controles alternativos de outras marcas.

Na sua lateral, vemos o detalhe de acabamento em relevo da logomarca da Razer. E mais uma vez, temos uma proposta mais “agressiva” na proposta visual do produto, se alinhando ao gosto dos gamers.

Outro detalhe observado durante os testes é que os principais botões de comando (X, Y, B e A) são mais rasos que no controle original do Xbox 360, o que promove um acionamento mais rápido e preciso, melhorando a performance do jogador.

Mais um importante diferencial do Razer Onza Tournament para o controle original da Microsoft está no seu direcional em cruz, que se resume a quatro botões direcionais. Ele é mais confortável para se jogar na maioria dos jogos, porém, nos jogos que exigem o acionamento de comandos especiais (principalmente nos jogos de luta), a sua performance não foi tão boa quanto esperado, justamente por não ser tão preciso para acionar os comandos nas diagonais.

O disco central de menu do controle da Razer não possui iluminação integrada, como encontrado no controle original do Xbox 360, sendo assim um simples botão central para acesso ao menu principal do console. Os efeitos luminosos só estão presentes para indicar qual é o controle que está conectado ao console, com indicadores luminosos de acordo com a numeração do controle.

Um benefício que os compradores do Razer Onza Tournament vão receber é um botão a mais na parte superior, para comandos especiais e recursos específicos. É uma vantagem que você pode ter em relação ao original, que em vários jogos, será fundamental para o seu sucesso durante as partidas.

O modelo enviado para testes possui um cabo bem reforçado para se conectar ao console. Mas, para ficar perfeito, seria interessante que ele fosse sem fio, não acham? Para um maior conforto e comodidade do jogador.

Visão geral da parte traseira do joystick da Razer.

Os parafusos do joystick são bem vedados e protegidos, o que é uma boa pedida. Afinal, nunca sabemos quando nosso irmão mais novo ou primo “bem intencionado” vai tentar abrir o controle para ver como ele funciona, não é mesmo?

Na parte traseira, também encontramos os botões de remapeamento do controle. Como disse antes, o Razer Onza Tournament permite uma programação personalizada de seus comandos e recursos, de acordo com o jogo, e com as necessidades dos jogadores.

Porém, temos aqui o ponto negativo do Razer Onza Tournament. Nessa foto, é possível ver o chatpad da Microsoft “perfeitamente encaixado” no controle da Razer. Porém, essa imagem não passa de uma “ilusão de ótica”. Na verdade, não é bem isso, mas só tem efeito visual, e não funcional.

Ao tentar conectar o chatpad no joystick da Razer, o design dos dois periféricos não se encaixam, o que torna os produtos incompatíveis. Ou seja, o seu chatpad não funciona no controle da Razer, o que é uma pena.

Visão geral do joystick quando conectado ao Xbox 360.

Outro bom diferencial do joystick da Razer é que ele possui botões de comando iluminados. Ou seja, se você quiser jogar no escuro do seu quarto ou sala, pode fazê-lo sem maiores prejuízos.

Mas a principal qualidade do joystick Razer Onza Tournament é o seu peso. É um controle mais leve que o original da Microsoft, e isso acaba beneficiando em turnos de jogos mais longos. Nos testes feitos, acabou sendo mais prazeroso jogar por mais horas com esse controle, e seu tempo de reposta foi muito bom em títulos como F1 2011, FIFA 12 e Forza Motorsport 4. Em jogos de luta, ele se sai bem também, mas com aquela ressalva para os controles direcionais digitais para comandos especiais, como em jogos como Street Fighter vs Tekken. Mas, se você já se habituou a jogar com os direcionais analógicos, esse não vai ser um problema para você.

Abaixo, algumas fotos que comparam o design do Razer Onza Tournament com o joystick do Xbox 360.

Análise final

Por fim, o joystick Razer Onza Tournament está APROVADO. É um periférico que possui um preço relativamente competitivo (R$ 199, na média), se levarmos em conta os seus recursos adicionais. Sua leveza e performance podem ser os aliados perfeitos para aqueles que buscam jogar os seus jogos por mais tempo, e o seu conjunto é atraente o suficiente para agradar a maioria dos gamers.

Veja abaixo o vídeo review do periférico.

Review | Mouse para games Razer Naga MMOG

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Mais um review da Razer no TargetHD. Mesmo porque, para quem se dedica ao mundo dos jogos no PC, não vale de muita coisa ter um teclado completo e cheio de recursos se o seu mouse não acompanhar a boa performance. Por isso, apresento para vocês o mouse para games Razer Naga MMOG, que deve fazer a alegria dos jogadores de MMORPG, que passam madrugadas inteiras diante do computador, eliminando os adversários.

Mais uma vez, vale aqui o registro: apesar de, na teoria, ele funcionar como um mouse como outro qualquer, na prática, o Naga foi feito para os gamers. Com uma grande gama de recursos dedicados para aumentar as habilidades e performance durante as partidas, você tem um periférico totalmente otimizado para ser configurado como uma ferramenta de entretenimento. Se você me perguntar se ele funciona como um mouse comum, a resposta é “sim”, mas honestamente, não acredito que alguém vai realmente aproveitar de todos os recursos que o produto oferece apenas para usá-lo como mouse para um uso convencional. Logo, pense nesse mouse como um investimento específico para os gamers de plantão.

A primeira coisa que chama a atenção no Razer Naga é a sua estrutura externa. Muito bem acabado, com um material emborrachado, que deixa o produto confortável nas mãos para longas horas de uso. Seus botões principais de ação estão integrados ao corpo do periférico, e seus botões suplementares estão bem separados, o que facilita a identificação desses botões durante o uso em ambientes com baixa luminosidade. Além disso, a roda de scroll central (de rolagem) possui um acabamento em relevo, que se não é um detalhe que pode fazer a diferença para alguns, ao menos se alinha com toda a proposta de conforto do produto.

Outro detalhe do seu acabamento, com sua lateral em tom black piano. Bom, ao menos fica em uma área das mãos que não estão em contato constante com o produto, reduzindo as chances de sudorese. Aqui, as laterais das mãos ficam apenas apoiadas, e ainda assim, de forma leve.

Aqui, temos um diferenciais de um mouse dedicado aos games para um mouse comum, feito para você jogar paciência. Esses dois botões podem ser programados para diferentes ações, e isso pode resultar em um ganho significativo de performance durante o jogo que você está jogando. Por exemplo. se você está em um jogo de tiro, você pode programar um dos botões para uma troca rápida de arma, e outro, para recarga das balas da arma utilizada. É muito mais intuitivo e prático do que você recorrer sempre ao teclado. Além disso, toda a ação fica em uma das mãos, deixando a outra para direcionar o objeto. Isso é quando o jogo não oferece a possibilidade de controlar tudo pelo mouse.

Outro grande destaque do Razer Naga é esse teclado numérico na lateral. Muitos jogos dispõem seus recursos e configurações de ajustes do jogo no teclado numérico do computador, e em diversas oportunidades, você corre o risco de quebrar o ritmo do seu jogo ao tirar uma das mãos do mouse e/ou teclado para acionar um comando do teclado numérico. Logo, nada melhor do que contar com essa praticidade ao seu alcance, evitando assim que você perca alguns décimos de segundo preciosos, que podem ser melhor aproveitados eliminando o seu adversário, por exemplo.

Foto de perfil do Razer Nagra, para que você possa ter uma ideia do quão anatômico ele pode ser na sua mão.

Aqui, mais um detalhe de acabamento do produto, com o logo da Razer na parte traseira. É mais um detalhe de acabamento, mas que mais para frente terá algum efeito prático. Na verdade, visual.

Uma visão geral da parte traseira do mouse.

O mouse Razer Naga possui uma resolução de 5.600 dpi, que pode ser ajustada de acordo com a necessidade do usuário. Além disso, seu tempo de resposta é de apenas 1 milissegundo, e com o recurso de perfis ilimitados de personagens, em parceria com o Synapse 2.0, você pode inclusive manter esses perfis salvos na nuvem, para que quando você utilizar o periférico em qualquer outro computador do planeta, você possa contar com as mesmas configurações do equipamento que você tem em casa. Além disso, dependendo da situação, você pode ajustar o teclado numérico da lateral para diferentes situações, assim, como os botões personalizados. No total, o Razer Naga possui 17 botões otimizados para jogos, principalmente para jogos de tiro e MMORPG.

Ok, liguemos o mouse. Lembra daquela logo na parte traseira do periférico? Então…

Assim como o teclado Razer que nos já mostramos aqui no TargetHD, o Razer Naga possui detalhes retroiluminados, para fazer a alegria dos jogadores com hábitos noturnos. Além disso, o impacto visual que esse produto causa quando utilizamos ele é bem interessante, e altamente inspirado nos filmes Tron. Para um produto com suas aspirações e objetivos, é algo mais do que necessário. Afinal de contas, os gamers (e geeks em geral) preferem produtos visualmente mais agressivos, ou com um forte impacto visual.

Com essa iluminação em tom azul, a scroll whel não lembra uma roda das motos do filme Tron? Fala a verdade… show de bola!

Quanto ao desempenho geral, o Razer Naga é mais um que cumpre o seu papel de forma impecável. Mesmo durante o uso “normal” (em atividades de escritório ou multimídia), a performance do mouse é muito boa, com um arrastar agradável. Você quase não sente o mouse quando opera com ele, com alta sensibilidade do ponteiro do mouse. A roda de rolagem é bem eficiente, e você pode ficar por horas trabalhando com ele, que o conforto é pleno. É o mouse ideal para quem realmente vai jogar por horas a fio, e precisa de um acessório poderoso para melhorar o seu jogo.

E, tal como fizemos no review do teclado, vamos mostrar o resultado final desse recurso de iluminação do mouse em ambientes escuros, que é onde realmente ele se faz necessário.

Por fim, o mouse para games Razer Naga MMOG está APROVADO. É um produto que, mesmo lançado em 2010, se mantém atual nos seus recursos, e pode ser muito funcional para quem souber explorar suas características. É quase certo que o seu jogo vai melhorar consideravelmente com um periférico como esses (agora, se você for um prego como eu sou em jogos de tiro, esquece, pois nem ele faz milagre…). Seu valor médio no Brasil (pesquisa no Google) é de R$ 420 a R$ 450, logo, o produto deve ser considerado como um investimento a sério. Mesmo que o seu dinheiro não venha de jogar videogames, evite adquirir esse produto como uma peça de recreação. Pense como um acessório para tornar o seu jogo mais produtivo.

Para mais informações sobre o produto, clique aqui.

Review | Fones de ouvido Edifier Coolware Music 320

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Mais um review de gadgets no blog TargetHD. Recebemos da Edifier uma unidade de um dos seus headphones, o Edifier Coolware Music 320. Testei o produto por algumas semanas, e nesse post, passo para vocês minhas impressões sobre o produto, e suas principais características.

O primeiro contato visual com o produto é positivo. O modelo enviado conta com um ar moderno e descolado, o que é importante para um acessório que tem como principal objetivo chamar a atenção dos fãs da boa música. O produto vem em uma embalagem muito bem construída, que garante que o produto vai chegar até a sua casa em perfeitas condições de uso. Mas, vamos aos detalhes físicos desses fones.

Em linhas gerais, o Coolware Music 320 da Edifier é um produto leve e confortável. Boa parte do seu corpo é construído em plástico, com alguns detalhes em metal (principalmente no aro de apoio do headphone), ajudando assim a reduzir o seu peso final. Por contar com partes com revestimento acolchoado, ele se torna mais confortável para um uso mais prolongado, e os seus falantes não se apresentam em tamanho exagerado. Isso é muito bom para os usuários que pretendem utilizar esses fones por várias horas durante o trabalho, ou para quem está em trânsito, nas jornadas diárias.

Detalhe do aro de apoio do headphone, com o revestimento protetor.

Seu aro é em metal flexível, oferecendo uma maior resistência em um uso diário. Se fosse de plástico, as chances de de quebrar seriam maiores.

Seu alto-falante, que também possui um revestimento acolchoado. O falante em si não fica exposto, pois embaixo desse revestimento, ele é protegido pela própria estrutura dos fones, com o plástico dos fones protegendo os componentes dos alto-falantes. Com isso, os fones ficam mais protegidos dos efeitos do suor e de uma eventual chuva.

Outro detalhe interessante de design desses fones da Edifier está nesse sistema de “giro” dos falantes. Para um transporte mais cômodo, eles podem ser deslocados, de modo que fiquem paralelos à própria estrutura dos fones. E, na prática, ele consegue mesmo ocupar um espaço menor na mochila. Por outro lado, essas peças são feitas de plástico, e trazem uma sensação de fragilidade, ou que essa peça pode se quebrar a qualquer momento. Recomendo um certo cuidado ao utilizar os fones, justamente por causa dessa característica.

O Edifier Coolware Music 320 é um fone do tipo P2, o que é uma pena, pois adoraria utilizá-lo com meus smartphones com a funcionalidade de receber chamadas por ele. Falta mesmo um microfone integrado para que ele fosse mais completo. De qualquer forma, ele funcionou bem com os dispositivos testados, com uma ressalva: para usá-lo com o iPhone, você não pode usar o bumper protetor das laterais (aquele que evita o problema do “Antennagate”), pois esse plug não possui uma lateral mais estreita como os outros fones para permitir esse encaixe com o bumper.

Se você deseja utilizar esses fones em aparelhos de som, mini systems ou outros dispositivos sonoros, no próprio kit de compra você recebe o adaptador P10 correspondente, o que é uma mão na roda, evitando assim a compra de mais um acessório. Se bem que, para quem vai utilizar esses fones para tais objetivos, já deve contar com um adaptador desses em casa, no escritório ou no estúdio.

Nos testes práticos, para testar a sua qualidade sonora, os fones da Edifier tiveram um resultado muito bom. Com uma impedância de 32 Ohms, frequência de 20hz-20.000Hz e 97 dB de SPL, a qualidade sonora é boa o suficiente, com ênfase nos graves. Ou seja, quem vai usar esses fones para ouvir músicas onde as batidas se sobressaem, terá vantagens na sua audição. Outro fator que contribui para o conforto do uso desses fones é comprimento do cabo conector, que é de generosos 1.90 metro. Em resumo, os fones estão aprovados para se ouvir boas horas de música, com conforto e qualidade sonora, dentro de sua proposta.

Porém…. esse produto tem um problema grave.

E ele está na sua parte acolchoada dos falantes. Como você pode ver na foto, essa parte dos fones é apenas encaixada (provavelmente de forma manual), sem nenhum tipo de vedação para sustentação, ou uma borracha para garantir que esse acolchoado não escape de forma repentina. E, com poucas utilizações, o acolchoado escapou do fone, com uma simples remoção dos fones da cabeça.

Isso acaba tirando um pouco dos méritos do produto, pois esse detalhe de acabamento pode ser um diferencial importante para o consumidor na hora da compra. Recomendo à Edifier que pense nisso em lançamentos futuros, pois é inaceitável que o usuário fique com um pedaço de couro na mão depois de utilizar o fone por alguns minutos.

Apenas para sua curiosidade: como é a parte interna dos fones, sem o revestimento protetor. Aqui, faltou mesmo um melhor acabamento que garantisse que o acolchoado ficasse bem preso ao corpo dos fones.

Por fim, os fones de ouvido Edifier Coolware Music 320, apesar de entregar ao usuário uma boa qualidade sonora, deixam a desejar em alguns detalhes de acabamento. Recomendo que, se você se interessou pelo produto, que considere esses pontos que apresentei nesse review antes de comprar o produto e, se possível, teste o modelo você mesmo antes de comprá-lo. Para quem não é muito exigente e precisa de novos fones de ouvido que sejam confortáveis e práticos no seu transporte, ele pode ser uma opção interessante, por ser mais barato do que os modelos mais badalados. Por outro lado, para os usuários mais exigentes, talvez um modelo com credenciais mais elevadas pode resultar em uma melhor relação custo-benefício.

Review | NAS Link Station Live da Buffalo

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Recebemos da Qualicable uma unidade do NAS Link Station Live da Buffalo, um dispositivo para streaming de conteúdos multimídia e armazenamento sem fio. Com a tendência de um mundo sem fio, e com os recursos multimídia alternativos disponíveis (a.k.a. download de arquivos de áudio e vídeo), produtos como esse se tornam cada vez mais populares. Logo, testamos o produto e passamos nossas impressões abaixo. Afinal, ele pode ser útil para usuários domésticos e corporativos.

O produto é discreto. Ele lembra um roteador mais robusto, ou até mesmo um media center. Como ele pode ficar ao lado do roteador que você tem na sua casa, ele acaba compondo bem o kit tecnológico da residência ou do escritório, sem chamar muita a atenção.

Visão geral da lateral do produto.

Nas partes superior e inferior do produto, há LEDs indicadores de funcionamento do produto em si e da conexão USB. O usuário possui uma identificação visual constante sobre o funcionamento do produto.

Visão geral da parte superior do Link Station Live.

O produto possui um sistema de ventilação na parte traseira. Por ter dimensões menores, ele dissipa uma menor quantidade de calor, e seu nível de ruído também é muito menor. Praticamente não se ouve nenhuma atividade do produto.

Na parte traseira, ainda temos a porta USB, onde você vai conectar a sua unidade externa de até 1 TB de armazenamento, o conector de rede, e uma chave de função, que determina o funcionamento do produto em modo automático ou autônomo. Uma função interessante do Link Station Live, é que ele permite que o produto funcione apenas quando um dispositivo registrado na mesma rede que ele estiver em funcionamento. Por exemplo, se você liga o seu computador, iPhone ou TV que está configurado para trabalhar com o centralizador, ele vai detectar e entrar em operação automaticamente. O recurso é válido não só pela praticidade, mas principalmente pela economia de energia.

Além da fonte de alimentação, o produto acompanha um cabo de rede, que é em formato de fita, que é mais compacto e flexível que os cabos de rede tradicionais.

Sua instalação é relativamente simples. Não há segredo nas conexões físicas, e tudo fica em seu lugar de forma simples e descomplicada. A única observação a ser feita é deixar a função de desligamento automático desativada antes de começar a instalar o software, já que você vai precisar reiniciar instalar o computador algumas vezes e, ao desligar o equipamento, ele pode desligar junto. E não queremos isso, certo?

E a conexão ao roteador fica mais ou menos desse jeito.

No fim, sua instalação física é descomplicada, e o resultado estético é discreto, como foi dito acima.

Sua instalação foi muito simples. O produto acompanha um CD de software, com um assistente de instalação em português, e em modo “passo a passo”, o que torna o procedimento muito mais simples para qualquer tipo de usuário. Basta seguir os passos do assistente, que o computador já está configurado e pronto para funcionar. Esse é, talvez, o principal trunfo do Link Station Live da Buffalo: a simplicidade de instalação e configuração do produto. Em modelos similares, o processo de instalação é algo mais complicado para boa parte dos usuários. Aqui, não. Como o objetivo do produto é também oferecer um serviço de streaming e compartilhamento doméstico de conteúdo, a Buffalo fez um bom trabalho em simplificar a vida do usuário na instalação de seu software.

Seu funcionamento também não deixou a desejar. No computador, tudo funcionou perfeitamente, com o compartilhamento do conteúdo funcionando perfeitamente entre os dois pontos. O produto também permite que você busque esse conteúdo em TVs inteligentes, no iPhone, em equipamentos com tecnologia DLNA, além de downloads em clientes BitTorrent e WebAcess. O produto também permite o backup do conteúdo armazenado no computador de modo remoto, através do NovaBACKUP, que realiza o procedimento de forma prática e eficiente. Enfim, um desempenho de respeito, para um produto que surpreende pela praticidade.

Por fim, o NAS Link Station Live da Buffalo está APROVADO. O produto é de uso e configuração simples e descomplicada, tal como o usuário doméstico precisa, mas que também pode atender bem os propósitos corporativos. Um produto altamente recomendado para quem gosta de ter as suas mídias em um único local, e quer compartilhar seu conteúdo para vários computadores na casa.

Review | Nokia X2-01

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Mais um review para o blog TargetHD.net. Começando uma nova fase no blog, a cada mês, vamos investir parte do nosso orçamento para adquirir um gadget, que será analisado em review de fotos e vídeo, para depois esse produto ser entregue a um de nossos leitores. Para começar, vamos ver em detalhes o Nokia X2-01, que é um celular que tem funções de smartphone, e está optimizado para as redes sociais. A seguir, minhas impressões sobre o aparelho.

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O X2-01 é um aparelho mais espesso do que outros celulares/smartphones que vimos aqui em review, mas oferece um bom agarre para o usuário. O aparelho é confortável para digitar as mensagens e e-mails com o teclado físico, mas pode criar um certo volume para ser transportado na calça.

Abaixo, fotos comparativas com outros telefones.

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Em uma das laterais, você tem o slot para conectar o cabo miniUSB e o slot para cartões microSD. O usuário recebe um cartão de 2 GB no kit de compra do produto, podendo utilizar cartões de até 8 GB. ATENÇÃO: no kit de compra não está incluso o cabo miniUSB, que terá que ser adquirido separadamente pelo usuário.

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Na parte superior do aparelho, temos o conector para fones de ouvido, e o conector de energia. O aparelho não recarrega a bateria pela porta USB, que só serve para transferência de arquivos.

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Na parte inferior, o pequeno microfone e o slot para remoção da tampa de bateria.

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Sua tela é de 2,4 polegadas, e tem bom nível de brilho e contraste. A visualização das informações é satisfatória. Veremos mais sobre essa tela conforme avançamos nesse review.

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Os botões centrais são grandes, e seguem o padrão dos smartphones da série E da Nokia. Um botão de navegação, com um botão central de ação, além de botões dedicados para o player multimídia e envio de mensagens. Você pode personalizar qual tipo de serviço de mensagens você quer acessar, além da função dos direcionais esquerdo e direito na tela inicial do aparelho.

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O grande trunfo do Nokia X2-01 é, sem dúvida, o seu teclado QWERTY físico. Depois de testar tantos teclados de diversos fabricantes ao longo desses anos, não tenho medo em dizer que os teclados da Nokia são os melhores. Teclas com um ótimo tamanho, um pequeno relevo saltado, para deixar as teclas separadas… e tudo isso para oferecer uma agilidade e precisão incomparáveis na hora de digitar. Para quem quer um telefone social, para se comunicar com o resto do mundo, ter um teclado desses é essencial.

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A tampa de plástico reveste toda a parte traseira do aparelho. É uma tampa bem rígida, que oferece uma melhor segurança para o usuário. Porém, conta com aquelas pequenas linguetas de plástico, que podem se quebrar se o usuário for um pouco mais afoito na hora de removê-la, para troca de cartão de memória ou chip SIM.

 

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Visão geral da parte traseira do telefone, sem a sua tampa protetora.

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Aqui, detalhe para o slot para o SIM Card, que conta com uma pequena trava de plástico, para manter o cartão preso ao conjunto.

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Hora de ligar o telefone.

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O Nokia X2-01 usa o sistema Symbian Series 40, que apesar de ser um dos mais limitados entre os sistemas da Nokia, funciona razoavelmente bem para os usuários menos exigentes ou iniciantes. Foram adicionados interessantes recursos ao sistema, como atalhos na tela principal para aplicativos e widgets de redes sociais (Twitter, Facebook e Orkut), seguindo a proposta de ser um aparelho para quem quer estar conectado de forma simples.

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Reparem na qualidade da tela, que não deixa a desejar para aparelhos mais robustos.

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O menu principal do aparelho, que segue o mesmo estilo que consagrou a Nokia, por contar com uma interface simples e de fácil identificação visual.

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As telas de acesso multimídia. Você pode ouvir rádio FM e suas músicas em MP3 armazenadas no cartão de memória, de forma simples, com um player que conta com os recursos mais básicos para ser chamado de funcional.

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Sobre sua câmera, não espere muito dela. É uma câmera de resolução VGA (640 x 480), que só é funcional para um envio mais prático de fotos para as redes sociais pelo celular (e contar que a pessoa veja essas fotos apenas no celular). Isso foi feito porque o Nokia X2-01 só possui a conectividade EDGE para acesso à web. Logo, não adianta colocar uma câmera que tenha uma resolução maior, pois o envio dessa foto para as redes sociais seria impossível.

Além disso, a câmera é capaz de gravar vídeos, na resolução 320 x 240. E, de novo, não espere muito da câmera para vídeos. Apesar de ser uma resolução que (teoricamente) permite o envio dos vídeos gravados para o YouTube, ela peca mais uma vez na taxa de frames por segundo, que é de apenas 15 FPS, deixando a qualidade dos vídeos abaixo do aceitável.

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O celular conta com diversos aplicativos e recursos nativos. Aliás, bem mais recursos do que um celular convencional. Para um aparelho de entrada, o X2-01 pode fazer muita coisa.

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O Symbian Series 40 foi bem ajustado, a ponto de deixar o sistema com uma interface bem parecida com os seus irmãos maiores. Destaco aqui o calendário, que é bem completo, permitindo a inserção de várias informações de gerenciamento de dados. Para acessá-lo, basta um simples toque no botão direcional direito, na tela principal do aparelho.

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Outro que merece destaque é a parte de envio de SMS. Bem simples e direto, pode ser acessado com o botão direcional esquerdo, na tela principal do aparelho.

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Como disse anteriormente, a digitação nesse aparelho é simples e precisa, o que facilita a vida no uso das redes sociais.

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Aproveito nessa parte do review para falar da navegação na web com o Nokia X2-01. Repetindo o que foi dito lá em cima: o modelo só funciona com internet via EDGE (2G), ou seja, não possui nem 3G, nem WiFi. Logo, tenha um daqueles planos de internet pré-paga para utilizar os recursos conectados do aparelho. E uma certa dose de paciência, pois a conexão EDGE é um tanto quanto lenta para os padrões da web de hoje. A boa notícia é que a Nokia optimizou os recursos de redes sociais, o que torna o acesso ao Twitter, Facebook e Orkut um pouco mais rápido, tornando o aparelho funcional para quem quer se manter atualizado sobre o que acontece nas principais redes.

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Por fim, o Nokia X2-01 está APROVADO, para aquilo que se propõe a ser: um telefone barato, para quem quer começar no mundo das redes sociais no telefone, e com um acesso à web simplificado. Para quem quer um aparelho com essas características, mas sem gastar grandes quantias de dinheiro para isso, o X2-01 é a opção. Existem propostas mais completas que o usuário pode adquirir com um pequeno investimento adicional (e vamos mostrando essas propostas ao longo do tempo), mas o X2-01 cumpre sua missão de ser o básico-social, para agregar os novos usuários que estão chegando ao mundo mobile.

Preço: R$ 199,00

Review | Sintonizador USB Easy TV Hybrid da Zagg

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Mais um review da Zagg no TargetHD. Recebemos da empresa um produto bem interessante, o Easy TV Hybrid, que atua como sintonizador de TV digital USB, mas que vai muito além disso. Nesse review, mostramos suas principais características técnicas, e uma breve impressão do que o produto é capaz de fazer.

A caixa do produto mostra as principais informações que o consumidor precisa saber sobre o produto: reprodução de imagens em 1080p, sintonizador digital Full Seg e One Seg, compatibilidade com parabólicas, TV a cabo e mini-parabólicas digitais, rádio FM e captura de vídeos. O produto vem bem acondicionado em sua embalagem.

O modelo tem a aparência de um pendrive “turbinado”, mas com peso leve, podendo ser transportado facilmente junto com o notebook. E sem ocupar espaço quando conectado com a porta USB do desktop.

Junto com o produto, temos:

Um manual do usuário, que é bem simples. A maior parte das funções você vai aprender com o uso do software do produto.

Um CD de instalação, com softwares para gravação de programação e gerenciamento de mídia, além do programa para gerenciar o controle remoto que acompanha o aparelho.

Você ainda recebe uma antena para captação dos sinais digitais de TV, com um conector padrão, para você conectar uma antena externa.

Esse é o adaptador para cabos A/V, para você conectar receptores de parabólica, TV a cabo e mini-parabólicas digitais. Você também pode conectar o seu videocassete, para converter as imagens das fitas VHS para o formato digital. Porém, os resultados não serão perfeitos, pela própria qualidade de imagem das gravações.

Para se conectar ao sintonizador USB, o cabo adaptador conta com um conector específico.

Por fim, o controle remoto que acompanha o conjunto, que permite o controle total do software de gerenciamento multimídia que acompanha o produto.

O controle funciona com baterias CR 2025, que é facilmente encontrada em loja de eletrônicos, e possuem uma boa autonomia de uso.

Agora, vamos conhecer as conexões do sintonizador USB da Zagg.

Visão geral da lateral do produto. Dá pra ter uma boa ideia da espessura do produto.

Aqui, temos o conector para o adaptador A/V que vimos anteriormente.

Na parte traseira, você pode conectar a antena de TV que acompanha o produto, e o adaptador para antenas de TV aberta.

Aqui, temos o sintonizador com o adaptador conectado. Vamos utilizá-lo para recepção de canais de TV via mini-parabólica daqui a pouco.

Aqui, o produto conectado à sua mini antena para TV digital.

Como na cidade onde estamos nós não temos o sinal digital de canais abertos, fizemos o teste de recepção de duas de suas funções: a recepção de sinal de receptores de TV paga, e gravação da programação captada pelo receptor. Em ambos os testes, o produto se comportou muito bem, cumprindo com o prometido.

Visão geral da tela inicial do Total Media, software que acompanha o produto.

O software captura perfeitamente imagens de fontes em 480p, 720p e 1080p. No nosso teste, capturamos de um receptor de TV por assinatura. A partir daí, você pode gravar o conteúdo da programação, ou apenas assistir a TV pela tela do seu computador.

Modo em tela cheia de sintonia de TV. A qualidade de imagem pode melhorar, de acordo com o dispositivo que você está utilizando.

A barra de controle fica na parte inferior da tela, oferecendo a possibilidade de gravação do conteúdo captado pelo sintonizador, além dos controles de volume, captura de frames e mudança de canais (quando possível). Depois de gravado o conteúdo, você ainda pode gravar o filme ou programa gravado em um DVD, através do próprio software que acompanha o produto. O formato de arquivo gerado pela gravação da programação é o MPEG, e o seu volume é consideravelmente grande. Logo, recomendamos a conversão para DVD.

Por fim, o sintonizador USB Easy TV Hybrid da Zagg está APROVADO. É um produto que é uma atualização de modelos anteriores da prórpia Zagg, e que está muito melhor e mais ajustado para as necessidades daqueles que querem um bom entretenimento no computador. Para quem precisa fazer cópias de filmes de fitas VHS para DVD, o produto pode ser uma solução interessante, apesar dos resultados serem inferiores aos sistemas de cópia dedicados. E, para quem quer gravar programas de TV por assinatura no formato digital, é uma solução bem econômica.

Review | Fone de ouvido Zagg Earbud Woodphone ES220M

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Mais um review para o blog TargetHD.net, e dessa vez, um review diferente. Recebemos da Zagg uma unidade dos fones de ouvido Earbud Woodphone (modelo ES220M), e como não é sempre que recebemos um acessório para a parte de áudio, fizemos um review rápido do produto, mostrando as suas principais características, e nossas impressões sobre o elegante fone.

Um dos pontos positivos é a sua embalagem, que é uma caixa de verdade. Nada de blisters de plástico. Aqui, a empresa praticamente pede que você guarde essa embalagem em casa, por algum motivo que não conhecemos.

Seguindo a tendência de elegância, o fone vem nesse belo estojo de plástico e acrílico. Que é outro item que você também vai querer guardar consigo.

Os fones da Zagg são pequenos e discretos. Seu tom escuro na madeira deixa o fone escondido na orelha, e a sua construção em madeira de Ébano deixa o modelo com uma aparência única.

Os fones contam com três adaptadores auriculares, para encaixe em diversos tipos de ouvidos. Com isso, o isolamento do som externo será perfeito, independente do tipo de ouvido que você tem. Na parte inferior do fone, ele conta com uma parte emborrachada, evitando assim que a parte do cabo próxima ao fone fique forçada durante o uso.

O fone não conta com controle de volume integrado, mas conta com um microfone, com um botão para receber/encerrar chamadas, que também atua como play/pause, evitando que você retire o smartphone do bolso nas duas situações (no iPhone, funcionou perfeitamente).

Aqui, temos a base que faz a divisão dos fones. Depois desse apoio, o cabo desce em um fio único até o final.

Seu cabo é de nylon, que pode até não evitar de se enrolar em algumas situações, mas torna o ato de desembaraçar os fios algo bem mais prático. Além de ser mais resistente para o uso diário.

Por contar com um microfone integrado ao fio, seu plug é de 3,5 mm, e é compatível com todos os smartphones que contem com esse tipo de entrada. O microfone tem uma sensibilidade excelente, e nos testes feitos, a outra pessoa conseguiu nos ouvir sem maiores problemas.

Na parte inferior, também temos a combinação do cabo de nylon com uma extensão de borracha no plog, o que pode oferecer uma maior longevidade ao fone.

A qualidade sonora dos fones é muito boa. Com uma impedância de 16 Ohms, e sensibilidade de 100 db, ele oferece uma experiência sonora de alta qualidade. Bom, pelo menos ele tem um som melhor do que os fones que utilizo no dia-a-dia. Os fones prometem agradar aqueles que gostam de sons graves, tornando a experiência sonora prazerosa.

Por fim, os fones de ouvido Earbud Woodphone ES220M da Zagg estão APROVADOS. Eles oferecem elegância e performance para os ouvidos exigentes, que buscam um fone diferenciado, por dentro e por fora. Torna a vida de quem possui smartphones mais prática, por causa do seu microfone integrado ao fio, e foi feito para quem busca sofisticação e um design com acabamento que agrada aos olhos do usuário.