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Review | Lapdock para o Motorola Atrix

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Mais um review para o blog TargetHD. Conforme prometido, continuamos a explorar as propriedades do smartphone Motorola Atrix, e dessa vez, mostramos as principais características do Lapdock, que é um autêntico notebook que é gerenciado pelo smartphone da Motorola. Vamos aos detalhes.

O modelo vem em uma caixa que o deixa muito bem acondicionado, com seus acessórios ficando em um compartimento a parte. É o tipo de embalagem que o usuário não tem o menor desejo de jogar fora.

Uma dos detalhes que saltam aos olhos ao retirar o produto da caixa é a sua baixa espessura. O lapdock é realmente muito fino, podendo ser transportado na mochila com comodidade.

Visão geral da lateral do lapdock. Bem sóbria, ideal para não chamar a atenção durante o uso em ambientes com muita gente.

Abaixo, dois conectores, de portas mini USB e mini HDMI, que não foram utilizadas durante os testes, mas imagino que seja para conexão com outros dispositivos que utilizam recursos semelhantes.

Mais uma imagem que mostra a espessura do lapdock.

Visão geral da parte inferior do produto. Pouquíssimos parafusos, o que indica que a atualização do hardware é praticamente inviável. E nem é a proposta desse produto.

Na parte frontal, temos o botão que atua como indicador de nível de bateria, que mostra com pontos luminosos a autonomia restante da bateria do produto.

Em uma das laterais, o conector para rede elétrica e duas portas USB 2.0, para conexão de periféricos como pendrives e HDs externos.

Aqui, o dock onde você vai conectar o smartphone, para que ele ofereça acesso às funções do smartphone.

Visão geral do notebook. Lembrando: ele só funciona com o smartphone conectado. Ele, sozinho, é um aparelho que fica o tempo todo assim. Desligado. Logo, sem o Atrix, o lapdock é inútil.

Sua tela é ampla o suficiente para que você possa ver todas as informações na tela com conforto e clareza. Para quem vai trabalhar com produção de textos e navegação na internet em qualquer lugar, não terá problemas para ler as informações no lapdock.

Suas teclas são em formato chiclet, com uma pequena curvatura que deixa as teclas levemente cavadas, facilitando assim o ato de digitar.

As teclas são amplas o suficiente para uma boa digitação. Você não terá dificuldades em produzir textos mais longos no lapdock.

A área do touchpad também é ampla, com uma boa área para você movimentar o ponteiro do sistema operacional. Os botões de comando também são grandes o suficiente para facilitar a atividade em ambientes com baixa iluminação.

O adaptador para rede elétrica enviado para testes era do modelo antigo, mas acredito que quando você comprar a sua unidade do Lapdock, ela já estará no padrão novo de tomadas brasileiro.

Quando conectado à rede elétrica, o produto fica com um indicador luminoso, que mostra que sua bateria está em modo de recarga.

Ao conectar o Motorola Atrix no lapdock, ele identifica que está em uma estação multimídia, e se prepara para ativar a interface do lapdock e, ao mesmo tempo, recarrega a bateria do smartphone.

Ao abrir a tampa do lapdock, o sistema é inicializado. Como há parte de um sistema Linux por trás de seu acionamento, a sua inicialização é bem rápida.

O sistema é bem minimalista e prático para ser utilizado. Os principais atalhos estão disponíveis para uso imediato, mas você pode personalizar os ícones que ficarão disponíveis nessa barra de atalhos. Não há menu Iniciar: tudo o que você vai utilizar está aí.

Um dos recursos interessantes do lapdock é que você pode controlar as funções do smartphone na tela do notebook, como se fosse uma extensão do telefone.

Sistema de gerenciamento de arquivos do telefone.

A navegação da internet é relativamente tranquila, mas em alguns sites mais pesados tiveram alguns travamentos do sistema. Mas isso também ocorre com a maioria dos netbooks do mercado. Devemos lembrar que o hardware do lapdock foi desenvolvido para fazer o básico em termos de navegação web, e não para aplicações que exigem alta performance.

A visualização das páginas é confortável, em virtude de sua resolução de tela (1366 x 768). Logo, é mais vantajoso trabalhar em um lapdock do que um netbook. A versão do Firefox presente nesse produto permite a adição de plug-ins, o que garante que produtores de conteúdo de diversos segmentos possam personalizar o navegador para atividades profissionais.

Na parte de vídeos, houveram poucos travamentos, mas a maioria deles rodou com relativa facilidade. Para os vídeos em HD, alguns pequenos engasgos, por causa do seu hardware limitado.

Por fim, o lapdock para o smartphone Motorola Atrix está APROVADO. O produto oferece a praticidade prometida, e para o que se propõe (navegação básica na internet), ele vai muito bem. Para quem quer um produto um pouco melhor que um netbook, para cumprir as funções básicas de acesso à web, ele é uma boa opção, principalmente para quem quer ter um teclado físico para uma digitação mais prolongada.

Em breve, publicaremos aqui no blog o vídeo review do lapdock, mostrando assim mais detalhes do produto.

Review | Dock multimídia para o Motorola Atrix

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Conforme prometido, vamos fazer uma análise a parte do dock multimídia para o Motorola Atrix, cujo review foi publicado no TargetHD.net na semana passada (clique aqui para ler). O dock multimídia é um item que acompanha o smartphone, e permite que você visualize fotos e vídeos na sua TV, através de um cabo HDMI. Vamos conhecer o acessório em detalhes.

Esse são os conectores do dock para o telefone. Para quem observar no aparelho, vai encontrar dois pequenos slots, para entrada mini HDMI e mini USB, que se encaixam nesses contatos do dock. É por causa desses conectores que você pode acessar arquivos multimídia e os dados do telefone. Há também esses mesmos conectores no lapdock, que vamos ver em detalhes aqui no blog em breve.

Visão geral da parte traseira do dock multimídia.

Em uma das laterais, você tem uma saída mini HDMI, para o cabo que se conecta à televisão. O cabo mini HDMI é fornecido junto com o dock multimídia.

Aqui, as portas USB e o conector para energia elétrica.

Uma visão geral do dock, com o Motorola Atrix conectado.

A vantagem desse dock é que ele é pequeno e discreto. Quase não ocupa espaço, e pode passar desapercebido para as pessoas que te visitarem, sem chamar muita atenção entre os outros dispositivos eletrônicos. É uma peça pequena o suficiente para ser transportada com você para qualquer lugar, podendo ser utilizado na casa de amigos ou em ambiente profissional sem maiores problemas.

Acima, o cabo mini HDMI, que se conecta ao dock e na sua televisão.

A fonte de alimentação, com a tomada no novo padrão brasileiro.

Um manual de instruções dedicado ao dock (que na verdade é um panfleto).

O controle remoto do Atrix é pequeno, e traz apenas os botões básicos para controle dos seus recursos.

O controle também é fino o suficiente para ele ser de fácil manejo. E lembra os controles vendidos com alguns media players do mercado.

Outra similaridade com os controles de outros media players, é que o controle do dock do Atrix utiliza uma bateria padrão CR2032, que pode ser facilmente encontrada em lojas de eletrônicos.

Abaixo, você vê um vídeo de demonstração do dock em funcionamento.

Por fim, o dock multimídia para o Motorola Atrix está APROVADO. É um acessório que faz uma boa diferença para o uso com entretenimento, tornando o smartphone mais funcional. É uma solução prática para quem quer ver filmes e séries armazenados no smartphone.

Em breve, publicaremos o review do Motorola Lapdock para o Atrix. Fiquem ligados!

Review | Motorola Atrix

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Mais um review de smartphones para o blog TargetHD.net. E, dessa vez, tivemos a oportunidade de testar, em detalhes, um dos melhores smartphones com sistema Android do mercado. O Motorola Atrix se destaca por um hardware potente, uma proposta multimídia muito eficiente, e uma performance impecável. Vamos conhecer o produto em detalhes a partir de agora.

O produto vem em uma caixa tradicional. E é incrível como coube tanta coisa dentro de uma única embalagem.

Logo de cara, você encontra o Motorola Atrix, que conta com design simples e sóbrio. Lembra as linhas do Motorola Defy, exceto pelos quatro ícones de comando do Android 2.2.

Na caixa, vamos encontrar um cabo mini USB…

…um conector para rede elétrica (que pode ser utilizado com o cabo mini USB, para quando o computador não estiver por perto)…

…fones de ouvido, com microfone…

…e os itens do dock multimídia do Atrix, que vai receber um review a parte. Mas, só para você ter uma ideia, junto com a caixa do Atrix, temos ainda: o dock multimídia, um cabo HDMI, controle remoto, cabo e fonte de energia, além dos manuais e certificados de garantia. Quem gosta de receber muitos acessórios em um único produto, pode se dar por satisfeito.

Falando mais sobre o smartphone em si. O Motorola Atrix é um telefone fino, com boa pegada. É um aparelho que não faz muito volume no bolso da calça, ou no paletó, ou no bolso frontal da camisa.

Acima, um comparativo de tamanho entre o Atrix e o iPhone 3GS. Os dois são quase do mesmo tamanho, sendo o iPhone ligeiramente mais fino.

Aqui, podemos ver melhor a diferença entre os dois telefones. Logo, isso garante um conforto de uso e de transporte do Atrix.

Na parte superior, temos a câmera frontal para vídeo-chamadas, e o alto-falantes para recebimento de chamadas.

Na parte inferior, temos os quatro ícones de comandos característicos do Android 2.2 (da esquerda para direita: opções, home, voltar e pesquisar).

Em uma das laterais, temos dois conectores: um para o cabo mini USB, e outro, para a entrada mini HDMI. Os dois estão estrategicamente colocados nessa ordem para que você possa conectar o Atrix no dock multimídia e no lapdock.

Na outra lateral (no lado direito, para quem está de frente para a tela do telefone), temos os botões que fazem o controle de volume de chamadas e toques. Pode ser estranho para algumas pessoas, uma vez que esses botões são encontrados à esquerda da maioria dos outros telefones. Por outro lado, fica um pouco mais fácil para aumentar ou diminuir o volume durante uma chamada.

Na parte superior, temos o conector para fones de ouvido, que também está em uma posição oposta ao convencional, no lado direito do telefone.

Visão geral da parte traseira do telefone.

Na parte superior traseira, temos o botão de liga/desliga do aparelho.

Destacamos a sua câmera, que conta com flash LED duplo (que é sempre muito bem vindo) e capacidade de gravar vídeos em HD.

A sua tampa traseira é simples, com seus detalhes impressos na tampa. Nenhum tipo de relevo, ou partes emborrachadas.

Eis a tampa traseira do aparelho, que é feita de plástico, e é fácil de ser removida, ficando bem encaixada no telefone. E o mais importante: sem utilizar pequenos contatos de plástico, utilizando de forma inteligente as bordas do aparelho para fazer o encaixe.

Visão geral da parte traseira do aparelho, sem a sua tampa protetora.

Sua bateria, que nos testes, ofereceu uma interessante autonomia de, pelo menos, um dia inteiro de uso intenso sem recarga. Se você utilizar o smartphone com o dock multimídia ou lapdock, certamente vai durar mais que isso, uma vez que o telefone tem a sua bateria recarregada enquanto está conectado aos periféricos.

Detalhe do slot para cartão de memória microSD, e do slot para o chip SIM.

Hora de ligar o Motorola Atrix.

Apesar de contar com um processador dual-core, o Motorola Atrix leva um certo tempo para ficar pronto para o funcionamento. Mas isso não é um defeito: afinal, estamos falando de um super-smartphone, que tem um conceito que lembra ao do computador.

Aqui, o smartphone em sua tela inicial. Com o bloqueio de tela tradicional nos sistemas Android.

E aqui, a tela Home do modelo que foi enviado para testes. Uma boa resolução de tela, cores vivas e liberdade para adicionar widgets e atalhos de aplicativos. Abaixo, vamos exibir algumas das telas principais do sistema (lembrando sempre: todas essas telas podem ser personalizadas de acordo com o gosto e necessidades do usuário).

Aqui, destacamos o widget para o YouTube, que mostra os vídeos em maior destaque no momento. Basta você clicar no ícone do vídeo, e ele abre automaticamente.

Na parte inferior, três itens importantes na tela principal do telefone. Da esquerda para a direita, o ícone do telefone, no centro, o ícone para aplicativos, e na direita, o ícone para contatos.

Botões generosos para você discar os números para a ligação. Não há desculpas para discar o número errado.

Visão geral dos ícones de aplicativos. Aqui, aproveitamos para destacar o manejo do telefone, que é fácil e prazeroso, pois combina um sistema muito ágil, e uma tela com uma resposta muito boa. Durante os testes, não houveram travamentos e bugs durante a execução de aplicativos, jogos e ao instalar novos aplicativos para o dispositivo. Tudo rodando de forma impecável.

Mais um destaque é para o aplicativo do YouTube.

A disposição dos resultados em busca ou destaque é bem organizada, facilitando a localização do vídeo desejado.

Aqui, uma pausa para falar do teclado QWERTY virtual. É um teclado que vai bem na resposta ao toque, sendo em alguns casos um pouco mais sensível que o necessário. O recurso Swype está impecável no Atrix, facilitando muito a vida do usuário na hora de inserir dados.

Mas, se você preferir, pode optar pelo teclado na orientação horizontal, onde as teclas ficam um pouco maiores.

Voltando ao YouTube, os vídeos são exibidos com ótima resolução, e sem lags ou travamentos. É claro que tudo vai depender da velocidade de conexão de internet que você tem disponível, mas destacamos que não há travamentos por consumo excessivo de hardware, como pode acontecer em smartphones menos potentes.

Caso você deixa o smartphone na posição vertical, ele entra em modo de tela reduzida, exibindo as informações do vídeo que está em exibição. Na posição horizontal, ele muda o vídeo para o modo de tela cheia.

Outro ponto de destaque é a sua navegação na internet. Apesar de ser um navegador mobile, nas páginas onde ele está adaptado, ele exibe muito bem as páginas acessadas. É evidente que algumas páginas que não estão adaptadas para o modo mobile terão algumas restrições, mas nada que represente um transtorno para o usuário.

Por fim, os jogos. Como uma versão de Need For Speed estava pré-instalada na unidade do Atrix que chegou por aqui, testamos o jogo no telefone. Afinal, um dos objetivos do Atrix é ser uma poderosa plataforma de jogos em forma de smartphone.

Os gráficos realmente chamam a atenção, pois são muito bons para um dispositivo móvel. A execução do jogo é fluída, sem lags ou travamentos. Logo, para quem quer um telefone para jogar games enquanto espera por alguma coisa, o Atrix cumpre esse papel muito bem.

Por fim, o smartphone Motorola Atrix está APROVADO. É o melhor smartphone Android que tive contato até o momento (estou na espera de receber para testes o recém-lançado Samsung Galaxy S II para ter um parecer definitivo), e seu poder de hardware é um grande diferencial para quem quer fazer um pouco mais no telefone. Para quem quer um smartphone que vá além de suas funções tradicionais, sendo uma poderosa ferramenta multimídia (com o dock multimídia), ou até mesmo uma ferramenta para conectividade com produtividade (com o Lapdock), ele pode ser a escolha ideal. E, mesmo com o seu preço elevado, ele vale o quanto custa, por todas as suas características técnicas.

Em breve, vamos publicar aqui no TargetHD.net o vídeo review do Motorola Atrix, onde vamos mostrar outros detalhes, como câmera, execução de aplicativos, entre outros. O dock multimídia do Atrix e o Lapdock receberão reviews individuais, onde mostraremos todos os detalhes desses periféricos.

Review | HTC HD mini

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O review que temos dessa vez no TargetHD.net não é um de um produto que está no mercado nacional, mas  que deve chegar por aqui (e, honestamente, depois dos testes, torço para que chegue). Recebemos para testes um smartphone que já está no mercado internacional (Europa e Ásia), o HTC HD mini, que consegue combinar bem a parte corporativa e multimídia, sendo um produto voltado para vários tipos de consumidores, pela suas múltiplas habilidades. E que pode surpreender muita gente. O aparelho foi apresentado oficialmente durante a Mobile World Congress 2010, em Barcelona.

O aparelho que chegou até aqui era um protótipo (vocês poderão observar isso em algumas imagens), logo, não veio com nenhuma caixa original. Por isso, não vamos ter nenhum tipo de unboxing do aparelho. Mas, vamos conhecer o HD mini em detalhes.

Por se tratar de um aparelho que conta com boas propriedades multimídia, ele vem com fones de ouvido. Bons fones de ouvido, que oferecem uma boa qualidade de som. Apesar do fone não possuir controle de volume e controle de faixas integrado no seu cabo (coisa que estamos habituados em ver em outros smartphones), ele conta com microfone integrado, com botão de função.

São fones que parecem ser simples, mas que produzem um bom resultado de som, com graves e agudos equilibrados.

Também acompanha o adaptador de energia USB, para você carregar o smartphone em qualquer tomada. Isso acaba economizando espaço na embalagem, além de tornar o kit mais prático, pois o mesmo cabo que vai no seu computador é o mesmo que você vai usar na sua tomada de energia para carregá-lo. É claro que o ideal é que você adquira um cabo USB a mais, para evitar ficar desconectando o cabo USB de seu PC ou notebook a todo momento.

O cabo USB, propriamente dito. Agora, vamos ver o aparelho mais de perto.

O HTC HD mini, na primeira vista, é um aparelho bem elegante. Ele conta com o design que vem sendo o padrão entre os smartphones de tela de toque, mas tem uma estética minimalista, que o torna um aparelho bem apresentável para quem pretende usá-lo com fins profissionais, ou para aqueles que preferem uma certa sobriedade no seu smartphone. Seus botões de função (que não são botões físicos, e sim, de toque) ficam bem integrados, parecendo que foram desenhados por baixo da tela, dando uma melhor impressão visual no aparelho. Ele pesa apenas 110 gramas, um dos mais leves da sua categoria, o que o torna ainda mais prático para seu transporte junto com você.

Além disso, é um aparelho compacto, sendo bem confortável para você levar no bolso da camisa ou da calça, sem fazer volume e sem pesar. É um aparelho fino o suficiente para que você o leve com certa comodidade.


(pedimos desculpas pela foto desfocada)

Em uma de suas laterais, temos o controle de volume de ligações e chamadas. Como não temos estes controles integrados no fone de ouvido do aparelho, logo, nos vemos obrigados a fazer os controles de volume diretamente no aparelho, e mais: no caso do controle do player musical, é necessário retirar o smartphone completamente do bolso, o que além de ser um inconveniente maior, torna até perigoso retirar este aparelho para fazer a mudança de faixas no meio da rua. Espero que, caso este aparelho venha para o Brasil, que a HTC coloque algum fone que já tenha estes controles integrados, para facilitar a vida do usuário.

Na parte de baixo do aparelho, temos o conector mini USB para recarga de bateria e transmissão de dados. Sem maiores problemas em todas as vezes que fizemos a transmissão de arquivos de música e vídeos no aparelho, assim como na recarga de sua bateria.

Na parte de cima do aparelho, você tem o botão de liga/desliga do aparelho, além da entrada para fones de ouvido. Além de um adorno metálico dourado, que se destaca diante das demais partes do aparelho em preto.

Na sua outra lateral, não temos nenhum botão, mas não é sobre isso que quero falar agora. Cabe aqui um destaque maior para a sua carcaça, que é emborrachada, ou seja, uma maior durabilidade do material externo do aparelho, pois tende a riscar menos, além de oferecer um melhor agarre do aparelho para chamadas e uso durante a navegação de internet. Resumindo: segurar o HTC HD mini, além de seguro, é prazeroso.

Aqui, temos o verso do aparelho, simples e objetivo, com poucas inscrições, e com  sua câmera de 5 MP, que tem auto-focus, flash  e fotografa no formato Widescreen. Uma das coisas curiosas que temos neste aparelho é a sua tampa traseira. Você pode ver pelas fotos que ele conta com quatro parafusos bem evidentes nas tampas do aparelho. Estes parafusos, diferente do que se possa imaginar, não prendem a carcaça do aparelho, mas apenas a sua placa interna e seus componentes. A carcaça é removível, e conta com um interior bem interessante, onde se destaca o fato de que você não precisa remover a bateria para acessar o slot de cartão de memória ou de cartão SIM, ficando os dois facilmente acessíveis ao usuário. Veja abaixo foto ilustrativa.


Não sabemos se o tom interno amarelo é para dar destaque ou para contrastar com o tom preto de toda a parte externa do aparelho. Só sabemos que é assim, inclusive o aparelho que chegou até aqui.

Observe que, bem de perto, podemos ver os pequenos detalhes em amarelo da parte interna do smartphone. Além disso, a sua simples inscrição da HTC, mantendo a sua sobriedade e simplicidade estética.

Vale a pena registrar que ele é um aparelho com 512 MB de ROM e 384 MB de RAM, conta com slot para cartão de memória microSD para até 32 GB. É um aparelho que é quadriband para os mercados onde ele está presente (Europa e Ásia), logo, teoricamente, ele funciona em qualquer operadora brasileira (pelo menos quando testado com chips da Vivo, Claro e TIM, funcionou sem problemas). Sua bateria é de 1200 mAh, com autonomia máxima de conversação de até 435 minutos, e de 340 horas em stand-by, além de 8 horas de execução de vídeos e 12 horas de música.

Parte de baixo da face traseira do aparelho, que conta com a interface HTC Sense. Uma das coisas que a HTC quis enfatizar no HTC HD mini é que ele é fácil de usar. E, realmente, pelo o que pudemos comprovar, tudo está de acesso muito fácil para o usuário, além de ter um nível de personalização bem interessante. O usuário pode configurar o aparelho em vários níveis, além de criação de atalhos na tela principal, para que você possa ter os aplicativos mais usados com um acesso rápido e simplificado.

Agora, vamos para a surpresa que disse que eu tive no começo deste post. O HTC HD mini conta com um processador Qualcomm de 600 MHz, e vem com sistema operacional Windows Mobile 6.5 Professional, com a já citada interface HTC Sense. Bom, agora vai ter gente que está lendo este review que vai torcer o nariz, dizendo “Windows Mobile? Paro de ler por aqui”. Calma! Ainda não. Acredite, se quiser em mim: o HTC HD mini tem um desempenho bem acima da média do que todos os demais smartphones que testei com o traumático Windows Mobile. Sério. E não tenho nenhuma procuração da HTC ou da Microsoft para falar isso (e nem estou sendo pago por eles para isso).

O Windows Mobile 6.5 Professional, que está instalado neste aparelho, é executado de forma limpa, fluída, sem travamentos, sem atrasos. Parecia até que eu estava usando um smartphone com sistema Android 2.1 (e algumas telas de configurações podem até confundir os usuários mais desavisados), mas era um sistema da Microsoft que estava instalado nele. Nisso, comprovei uma máxima que já me disseram: assim como nos desktops, o que um sistema Windows precisa para rodar sem maiores problemas é de um hardware que seja adequado às exigências de seu software. E o HTC HD mini é a prova máxima disso. Foi muito prazeroso navegar pelas telas e funções do aparelho com esta versão do Windows Mobile.

Na parte de internet, ele vai muito bem. Já conta com o navegador Opera Mobile pré-instalado (e com a opção do Opera Mini 5.1, ele é uma excelente pedida), e conta com conectividade 3G, GPRS, EDGE e WiFi b/g. Ou seja, todas as opções possíveis para você ficar conectado em qualquer lugar. Sem contar que ele conta também com Bluetooth 2.1 e GPS. Além disso, ele pode atuar como modem 3G para acesso à internet, e pode atuar como roteador, para acesso WiFi.

Outro forte dele são os seus recursos voltados para as redes sociais, tendo integração com Facebook, Flickr, Twitter e YouTube, permitindo que o usuário possa compartilhar vídeos e fotos nestas redes, além de suas respectivas atualizações de texto. Ele também conta com aplicativos nativos e específicos para algumas dessas redes sociais, dispensando o download de programas adicionais para estes serviços. Para os usuários iniciantes, já é uma mão na roda não ter que sair correndo para buscar estes aplicativos (apesar de ser muito fácil encontrá-los pelo Windows Marketplace). Para os mais experientes, nada impede que outros programas sejam baixados para o smartphone.

Outro destaque vai para a sua parte de multimídia. Combinado com o HTC Sense, os recursos de Media Player ficam optimizados, mais atraentes, e isso fica mais nítido com o recurso de álbum de fotos. Com um simples deslizar de dedo na tela (que é capacitiva), você pode mudar as fotos, buscar informações sobre onde e quando ela foi tirada, informações na internet sobre localização das fotos e informações mais detalhadas, como dados históricos do local, previsão do tempo, informações de tráfego, entre outros. Além disso, com o auxílio do GPS e de serviços como o Google Maps, você pode localizar serviços próximos ao local das fotos do aparelho, como estacionamentos, restaurantes, hospitais, hotspots e locais de entretenimento, entre outros.

Sua câmera é bem cheia de recursos, com a capacidade de tirar fotos com qualidade acima da média (para um dispositivo móvel, obviamente). Seus recursos são todos acessados na tela e, por ter auto-foco, as chances de você ter fotos desfocadas em objetos fixos diminuem consideravelmente.

Como é um aparelho da HTC, ele também tem muito apelo corporativo. Suas agendas de contatos e calendário de compromissos são bem completas, e permitem que o usuário possa se organizar de forma plena, tendo toda a sua rotina diária e principais contatos devidamente armazenados no smartphone. Além disso, ele conta com um pacote Office completo, com recursos avançados, e que, em alguns casos, permitem uma edição mais elaborada de conteúdos enviados e recebidos por e-mail (não que você vá produzir textos completos em um smartphone touchscreen, mas você ao menos terá a chance de poder ver seus arquivos anexados por e-mail sem o inconveniente de ter detalhes do arquivo “decepados” pelas adaptações que smartphones mais antigos fazem na abertura de documentos). Além de contar com o suporte do Microsoft Exchange, para gerenciamento dos dados de sua lista de contatos e calendário, e um leitor de PDF integrado.

Sua parte de configurações é bem completa, e o aparelho pode ser customizado de modo bem amplo, podendo ficar com a aparência e funcionalidades que você precisa, de forma simples e prática. Além disso, por ele contar com sensores de proximidade e luminosidade, você pode configurar o aparelho para, por exemplo, abaixar o volume da campainha quando você pega o aparelho, ou aumentar o volume da campainha quando o smartphone estiver dentro da mochila ou da bolsa. Ou, até mesmo, silenciar a campainha quando você coloca a tela do telefone virada para baixo. Isso, sem contar em recursos para controle de iluminação ou ativação de tela, de acordo com a proximidade da sua mão no aparelho.

Obviamente, ele conta com um teclado QWERTY, que pode ser orientado tanto na vertical quanto na horizontal. Para quem tem polegares grandes (como eu), recomendo que use o teclado virtual na horizontal. Na vertical, as teclas ficam muito estreitas, dificultando a digitação. No caso de aparelhos com teclado QWERTY físicos, este problema não acontece, pois, como as teclas são físicas, elas estão naturalmente saltadas, facilitando um pouco a digitação (não em todos, mas em boa parte dos smartphones que testei, isso acontece).

Por fim, o HTC HD mini agradou bastante. É um aparelho elegante, que tem excelente nível de conectividade, bons recursos para quem precisa levar seu escritório no bolso, e ótimos recursos multimídia. Um aparelho completo, para vários tipos de usuários, e que surpreende pela sua performance, mesmo tendo um hardware teoricamente inferior, se compararmos aos mais recentes lançamentos do mercado, mas, ainda assim, é hardware suficiente para gerenciar com competência o Windows Mobile 6.5 Professional, que particularmente, me surpreendeu. Esperamos que a HTC se sinta incentivada a trazer este aparelho para o Brasil o quanto antes possível.

Review | Nokia N97 (Parte 02 de 03) detalhes físicos do aparelho

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Ontem, você viu aqui no blog o unboxing do Nokia N97. Hoje, você vê mais detalhes físicos do aparelho em si. Estes detalhes, quando nos deparamos com o aparelho pessoalmente e durante todo o tempo, são totalmente diferentes de nossas impressões sem tocar o mesmo. Isso, nós temos com a maioria dos gadgets que encontramos no mercado. Mas com o Nokia N97, esta sensação se acentua significativamente.

Pra começar, o aparelho não é tão grande quanto imaginava ser (pelo menos para mim. Ou minhas mãos são grandes mesmo). Ele é um aparelho espesso (ou grosso, por assim dizer), não muito confortável para se levar no bolso da calça jeans, e meio volumoso para se levar na calça social, mas não é um exagero. Dependendo de como você acondiciona o aparelho nas suas vestimentas, você pode levá-lo de forma bem confortável.

Um ponto de destaque é este seu teclado QWERTY perfeitamente escondido embaixo de sua tela. Ele usa um sistema de pequenas braçadeiras para fazer o movimento de exposição do teclado. A tendência é que nós, geeks exibidos como somos, fiquemos o tempo todo mexendo neste mecanismo para exibir, orgulhosos, o teclado. Afinal, é um sistema moderno e prático que o dispositivo oferece. Porém, acredito que o esforço repetitivo do mecanismo, com o decorrer do tempo, pode provocar o seu desgaste. Por isso, tentem não fazer isso de forma frenética e repetitiva (pois é um smartphone caro, ok)? Um aspecto bem legal deste teclado é que ele possui teclas bem espaçadas, o que facilita muito na sua digitação (minha digitação em QWERTY de smartphone é ruim, pois poucas vezes tive aparelhos com este teclado para trabalhar, e ainda assim, com 30 a 45 minutos de uso, já estava digitando com razoável velocidade).

Da sua parte interna, não há muito o que se dizer: espaço para sua bateria, informações como IMEI do aparelho e número de série, selo de homologação da ANATEL e slot para cartão SIM devidamente acondicionado, no sistema de gaveta (que me agrada mais do que os modelos mais básicos, que é uma espécie de “gaiola” que prende o cartão SIM embaixo do aparelho. Nunca fica muito preso…). Na sua lateral inferior direita (abaixo da câmera), fica o slot para cartões microSD, de acesso fácil e prático, bastando apenas remover a tampa externa do aparelho para ter acesso ao cartão, sem o incômodo de remover a bateria do mesmo.

Em uma de suas laterais, você tem acesso ao conector micro USB, para cabo de dados e carregador de rede elétrica, e à trava de segurança do aparelho. Aliás, esta trava é uma das coisas mais práticas que poderiam colocar em aparelhos touchscreen, pois é melhor do que você ter teclas de atalho para travamento, e bem seguro para acidentes involuntários de discagens não autorizadas. É claro que o sistema “slide to unlock” de aparelhos como o iPhone são também muito eficientes, mas este aqui, para os mais distraídos, funciona muito bem.

Na outra lateral está os botões de controle de volume (e controle de zoom, quando a câmera está ativada) e o botão de ativação de câmera. Quando a lente da câmera está fechada, o aparelho automaticamente ativa a câmera frontal, normalmente usada para vídeo conferências. Quando você abre a proteção da lente da câmera, ela automaticamente é acionada, ligando as configurações da câmera de 5 MP.

Na parte superior do aparelho encontramos o botão de liga/desliga, e seu conector de fone de ouvido, que como já dissemos na parte 01 deste review, é de 3,5 mm (tipo P2).

Algumas coisas que merecem destaque: a primeira delas é o encaixe da bateria, que se acondiciona perfeitamente no seu local, sem ficar dançando no aparelho, e o mais importante: dispensando a necessidade de que, no futuro, você tenha que colocar um pequeno pedaço de papel (ou qualquer outra coisa) dentro do aparelho, para fazer a bateria ficar ajustada com o aparelho (com a a tampa colocada). Nisso, a Nokia acertou em cheio.

Porém, há um contraponto que considero meio sério: a tampa da bateria, como boa parte dos aparelhos da Nokia, é uma tampa plástica, com presilhas plásticas, que na minha opinião, são frágeis o suficiente para que, em uma remoção mais apressada da tampa, para remover o cartão de memória, elas se quebrem. Não que você vai ter a necessidade de abrir a tampa do aparelho o tempo todo, mas vale a dica: muito cuidado ao remover e recolocar a tampa, justamente para não ter estas travas quebradas.

Por fim, também destaco a proteção da câmera, que possui lente Carl Zeiss, uma das melhores para dispositivos móveis. A Nokia pensou neste aspecto, e decidiu proteger a câmera e o flash duplo LED com uma tampa em slide, que deixa perfeitamente acondicionada a lente de eventuais riscos que a câmera pode ter caso você resolva levar o smartphone no bolso (ou na mochila, ou na bolsa. Afinal de contas, levamos de tudo hoje em dia nas mochilas).

A parte 02 do review se encerra aqui. Fiquem ligados! Ainda nesta semana, teremos a parte 03 do review do smartphone Nokia N97.

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Review | Nokia N97 (Parte 01 de 03) unboxing e acessórios

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Mais um review para o blog TargetHD.net. Este é o primeiro review de um produto enviado por um fabricante, algo pelo qual dediquei mais de um ano de trabalho deste blog para chegar neste ponto. Por isso, é um momento muito especial na história do TargetHD.net. E melhor ainda que tenho a oportunidade de analisar um aparelho top como é o Nokia N97, um dos smartphones mais completos do mercado.

Antes de mais nada, quero agradecer à Nokia Brasil, e ao pessoal da LVBA Comunicação (na pessoa do Alexandre Carvalho) que me ofereceram a oportunidade de fazer este review do aparelho. O aparelho foi enviado a título de empréstimo, e ficou em testes durante 15 dias. A partir de hoje, e ao longo da semana, você vai ver as minhas impressões sobre o smartphone, em fotos e vídeos. E na semana que vem, teremos uma edição do TargetHD Podcast, onde comentarei a experiencia de fazer o review deste gadget.

Resolvi dividir este review em três partes. Nesta primeira parte, você vai ter o unboxing do aparelho, com todos os acessórios que nele está incluso. Na segunda parte deste review, você terá mais detalhes físicos do aparelho (teclas de atalho, impressões físicas, etc), e na terceira parte, o aparelho em funcionamento, e impressões da combinação hardware/software.

Uma das coisas que chama a atenção no produto, logo de cara, é a sobriedade de sua embalagem, que é completamente diferente de todos os outros produtos que a Nokia oferece, sem muitos detalhes chamativos na embalagem, como fotos e cores com contraste. O tom em preto predomina, com uma imagem do aparelho impressa em relevo, e a marca Nokia impressa em prata. Além disso, essa embalagem é ecologicamente correta, pois é feita de material reciclado.

Ao abrir a embalagem do produto, a primeira coisa que se encontra é o smartphone, e um espaço para a sua bateria, que aliás surpreende na sua autonomia (mas isso, vou falar mais na parte 02 deste review). Tudo muito bem acondicionado.

Diferente da maioria das embalagens dos aparelhos Nokia, este aqui tem uma bandeja de plástico para acondicionar o aparelho. Esta mesma bandeja deixa tudo o que está dentro da caixa devidamente escondido e acomodado, o que deixa tudo mais organizado (pelo menos evita o impacto visual de se ver um bocado de fios, cabos e adaptadores elétricos à mostra).

Bom, antes de continuar com o unboxing do aparelho… vamos dar uma pequena olhada no mesmo. Afinal, é quase que irresistível não querer mexer logo em um smartphone com estas características. Sabe, tocar um produto desses é uma experiência bem diferente do que vê-lo apenas em outros sites ou nas prateleiras das lojas.

Ok, depois de namorar um pouco o aparelho fora da caixa, vamos ver o que mais tem dentro de sua embalagem. Começamos pela sua papelada: guia de utilização e configuração de widgets, guia de utilização do Comes With Music, certificados de garantia e de assistência técnica e manual de instruções (que tem em torno de 180 páginas). Recomendo aos mais apressados que, por favor, leiam o manual de instruções deste aparelho com atenção, mesmo para quem já sabe mexer com o celular. Existem alguns itens mais específicos no N97 que vale a pena para todos descobrirem como estes itens funcionam. Para os que nunca mexeram, aprender como funciona, e para os que já conhecem como funciona, saber ter um melhor desempenho com as novidades oferecidas.

Também está incluso no pacote o CD de instalação do Comes With Music, o que facilita muito a vida do usuário na hora de se baixar conteúdos de música. Afinal de contas, muito melhor economizar a grana do seu pacote de dados baixando as músicas que você quer ouvir através de um software oficial instalado em seu computador.

Agora, os acessórios. Começando por um dos que considero dos mais importantes, principalmente no caso do Nokia N97: o cabo de dados USB.

Duas coisas que quero chamar a atenção neste cabo de dados. A primeira é a sua presilha, que é personalizada, com a marca da Nokia, cujo cabo passa dor dentro dessa presilha. Ela facilita e muito o enrolar do aparelho, para que ele fique melhor acondicionado na caixa e/ou para se levar na sua mala de viagem, ou bolsa do notebook.

A segunda, que é de ordem técnica: ao contrário do que possa parecer, este cabo de dados do Nokia N97 NÃO É UM CABO MINI USB, E SIM UM MICRO USB. Ele tem um formato bem parecido com o mini USB padrão (que conectamos nossos players de MP3, câmeras digitais e outros smartphones), mas, na verdade, o cabo de dados do N97 tem um formato mais estreito, afinado, fazendo com que seja diretamente compatível com este modelo de aparelho. Por isso, a dica aqui é muito cuidado para não perder este cabo de dados. Caso contrário, é dor de cabeça na certa para conseguir outro. Além disso, este cabo de dados também cumpre a função de carregador de bateria, quando conectado na porta USB do PC/notebook.

O próximo item é o carregador de rede elétrica. Ele se conecta à entrada micro USB do aparelho.

O Nokia N97 vem com fones de ouvido padrão, de plug 3,5 mm (P2). Isso é uma excelente notícia, pois é mais fácil encontrar este tipo de fones no mercado (apesar de haver um aumento na comercialização dos fones padrão P1 no mercado). Além disso, ele vem com uma espécie de controle remoto, bem funcional, que possui microfone integrado, teclas para atendimento de chamadas, avanço e retrocesso de faixas play/pause do music player e controle de volume. Outra vantagem deste controle é que ele é compatível com qualquer tipo de fones de ouvido que você que queira utilizar. Eu mesmo prefiro os fones de ouvido que acompanham o Nokia 5530,
que são intra auriculares. Achei estes fones que acompanham o N97 um tanto quanto simples para um aparelho deste quilate, o que não invalida a sua qualidade, diante da maioria dos fones que a Nokia coloca em seus aparelhos menores.

Por fim, temos o carregador veicular, que ainda se faz útil na maioria dos carros nacionais (isso, por enquanto).

E aqui se encerra a primeira parte deste review do Nokia N97. Fiquem ligados! Durante toda esta semana, o TargetHD.Net vai mostrar para você todas as minhas impressões sobre este super smartphone. No próximo capítulo deste review, mostrarei mais detalhes físicos do aparelho, como teclas de atalho, conectores, entre outros.

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Review | MP3 Samsung YP-U3 1GB

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Finalmente! Depois que chegou, posso agora falar tudo aquilo que concluí sobre o MP3 Samsung YP-U3. Tendo ele com o objetivo para substituir temporariamente o meu finado iPod Nano 4GB (R.I.P.), eu coloco aqui as impressões que tenho do bichinho e como conclusões iniciais, foi uma compra muito boa.

Pra começar, encontrei este MP3 consultando em vários locais da internet, onde buscava um MP3 que não fosse o Foston (nada contra o Foston), que tivesse um bom som e que a bateria durasse muito mais do que as 5 horas que a maioria dos MP3 Foston dura. Primeiro pensei nos modelos da Sony que duram 12 horas (na verdade, buscava um mais antigo, que tinha autonomia de 28, 30 horas de bateria, mas a relação custo-benefício não foi boa), mas aí encontrei o Samsung YP-U3, que era mais barato que o Sony, tinha mais autonomia de bateria (15 horas, e dali pra mais, dependendo de vários fatores) e muito bem recomendado até mesmo por institutos de análise de produtos.

Acabei comprando via Mercadolivre, de um usuário 100%, que despachou rapidademente: paguei num dia, e no dia seguinte chegou via SEDEX (quem quiser, posso passar via e-mail posteriormente os dados do vendedor). Comprei o produto novo por R$ 70,00 + frete. Deu no total R$ 83,00. Na loja, está a R$ 99,00. Ou seja, ganhei uma graninha.

O MP3 vem numa caixa de acrílico muito bonita e resistente. Ah, este preço de R$ 70,00 eu paguei com direito a nota fiscal, o que me deixou surpreso (como este cara conseguiu? Made in Paraguay?). Veio muito bem acondicionado, com todos os seus componentes muito bem dispostos na embalagem e protegidos com uma armação de acrílico (MP3, fone, peça para armazenar o fone e CD de instalação).

Ele é pequeno mesmo, num branco bonito, porém, é um branco que, acredito eu, com o tempo, vai ficar encardido, infelizmente. O fone lembra a estrutura de fone do iPod, até mesmo no seu formato. E ele possui o mesmo defeito dos fones do player da Apple: deficiência nos graves. Mas, sem problemas: vou atrás de um fone decente (com earthumbs) para usar com ele.

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A primeira coisa a fazer é garantir a recarga dele, pois ele vem completamente sem bateria. A autonomia de carga completa é de, pelo menos, 4 horas, para que você garanta as 15 horas anunciadas por eles. Aliás, como disse antes, esta autonomia pode ser maior se você usar arquivos com bitrate menor e um volume mais baixo. Para se ter uma idéia, o meu, ouvindo podcasts durou uma média de 18 a 20 horas (podcasts com bitrate entre 32kbps e 96kbps). Ou seja, durou muito mesmo. Se você quer comprar para viagens relativamente longas (mais de 6 horas) ele dá e sobra.

O áudio do player é muito bom, tem vários ajustes de equalizador e o rádio FM sintoniza muito bem (inclusive com um recurso de sintonia sensível, onde aumenta o ganho de recepção de emissoras aumenta muito). O modo play funciona de modo muito simples, o controle dele de avanço/retrocesso de faixa e controle de volume é excepcional, pois só funciona com um leve toque, o que facilita muito. Vem com um clip para cintura, mas acho ele meio frágil. E a tela dele se vê muito bem, tanto contra a luz e muito melhor com a ausência dela.

A conclusão que eu chego com o MP3 Samsung YP-U3 1GB é: APROVADO! Para quem quer um MP3 barato, pequeno, com boa bateria, bom som, e quer fugir de um Foston, este é ideal. O iPod Nano faz falta e ainda penso seriamente em comprar outro da linha Nano. Agora, o iPod Shuffle cada vez mais fica para trás.

A não ser que você faça questão de carregar um produto da griffe Apple, ele é dispensável. O MP3 da Samsung é uma excelente alternativa. Principalmente para quem quer ouvir podcasts, fica muito tempo fora de casa e se preocupa se a bateria vai acabar no fim do dia. Assim como eu.

Abraços!