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Um drone se choca com um avião em Londres

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Já era de se imaginar que uma hora isso iria acontecer. Por isso que é tão importante que se reveja a situação dos drones nas grandes cidades. Ou que se crie leis específicas para isso.

A polícia metropolitana britância confirmou a investigação de um incidente ocorrido no aeroporto de Heathrow, depois que um avião da British Airways colidiu com o que pareceu ser um drone. A BBC News informa que o piloto do voo BA727, vindo de Genebra com 132 passageiros a bordo), entrou em contato com a polícia depois da colisão, ocorrida às 12h50 (horário local).

As autoridades precisam confirmar os detalhes, mas no caso de se tratar de um drone, seria a primeira colisão com um avião de um veículo aéreo não tripulado já registrado. Um responsável pela companhia aérea confirmou que o avião aterrizou sem problemas, e após uma exaustiva análise foi autorizada para operar no voo seguinte.

Os drones chegam de fábrica com um sistema de posicionamento que restringem o uso em aeroportos e áreas restritas, protegidas pelas autoridades da aviação civil, inclusive sendo proibidos de voar a mais de 120 metros, ao mesmo tempo que os pilotos não podem perder de vista o seu veículo. São regras bem claras, mas com muitas lacunas legais.

De qualquer forma, o principal problema está no desconhecimento dos usuários, que compram os drones sem estar conscientes da responsabilidade que existe ao utilizar um produto desse.

Via BBC News

Um gadget de 120 libras desbloqueia o iPhone 5c em poucas horas

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Depois de toda a polêmica surgida entre o FBI e a Apple por conta do iPhone 5c implicado no atentado terrorista em San Bernardino, um curioso acessório parece ser capaz de desbloquear qualquer dispositivo com o sistema operacional iOS 7 em poucas horas.

O seu custo é muito reduzido para o que ele oferece: 120 libras (ou 188 euros, ou R$ 620, na cotação de hoje). Mas… realmente o gadget funciona?

Como podemos ver no vídeo do final do post, parece que sim, mas é necessário fazer alguns esclarecimentos importantes. Por um lado, devemos levar em consideração que o acessório não faz tudo de forma automática. É preciso realizar uma espécie de processo prévio para que tudo funcione, e que inclui fazer uma chamada de emergência, abrir a calculadora, entrar de novo na chamada através da parte superior, e a partir daí pressionar ao mesmo tempo o botão de início e o ícone de contatos.

Uma vez feita essa sequência, você conecta o dispositivo ao smartphones, que realiza o que viria a ser um ataque de força bruta, testando as senhas até que ele consiga acertar aquela que protege o dispositivo, sem apagar os dados ao superar um certo número de tentativas.

De acordo com a fonte que fez essa descoberta, são necessários aproximadamente seis segundos para realizar cada verificação individual de senha, o que deve colocar no pior dos casos um tempo médio de 16 horas e meia para desbloquear o smartphone.

O seu fabricante, o Fone Fun Shop, confirma que planeja lançar em breve um modelo atualizado, que será capaz de desbloquear dispositivos baseados no iOS 9.

Via Telegraph

Jovem pode pegar 44 anos de prisão por facilitar serviços proxy

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Internet

Callum Haywood, um jovem britânico de 22 anos de idade, foi preso em 2014 por estar envolvido em diferentes sites e ferramentas vinculadas com o uso do proxy. Ele recebeu uma lista de acusações que podem lhe custar até 44 anos de prisão.

 

Os serviços de proxy estão cada vez mais populares, principalmente depois do anúncio da Netflix que passou a bloquear acessos não autorizados pelos usuários internacionais. A empresa não quer que os usuários acessem conteúdos que não estão disponíveis oficialmente em seus países de origem. Alguns usuários mais habilidosos ainda conseguem fazer isso sem problemas ou restrições mais enfáticas.

O Reino Unido é um dos países que mais levam a sério o controle dessa prática. Lá, o uso de proxys e outras ferramentas similares que permitem superar tal bloqueio pode trazer problemas. Mesmo que o jovem não pegue a pena máxima, não resta dúvidas que o fato pode se resultar em uma pena que pode sim ser considerado pesada por um delito que muitos encaram como “inofensivo”.

Isso pode mostrar o absurdo que chega a cruzada pelo controle da pirataria no Reino Unido. Lá, alguém pode receber uma pena maior do que aquele que comete um assassinato, ou roubo qualificado ou até mesmo um estupro. De fato, não estou aqui defendendo quem viola as leis em outros países. Mas é necessário haver um pouco de critérios antes de sair condenando pessoas por crimes onde o prejuízo resultado pelo crime é mínimo, afetando praticamente ninguém.

Via SlashGear

Spotify está presenteando com um Chromecast os seus assinantes premium (nos EUA)

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Seria normal ver a Google fazer isso, mas quem está fazendo é o Spotify. O serviço de streaming está presenteando os novos usuários premium do serviço com um Chromecast, no modo de registro com plano de três meses por US$ 30.

Por enquanto, a oferta é limitada aos Estados Unidos e Reino Unido, e é válida até o dia 28 de fevereiro, ou enquanto durarem os estoques de Chromecasts.

O novo Chromecast da Google foi lançado no final de 2015, com um novo design e um melhor desempenho, suportando novas conexões. Por enquanto, não sabemos se o Spotify tem planos para fazer algo semelhante em outros mercados, mas não descartamos que, se a ação for um sucesso, eles façam o mesmo em outras regiões.

Se isso acontecer, vamos avisar vocês.

Via Spotify News

ONU decide que prisão de Julian Assange é considerada ilegal. E agora?

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A prisão de Julian Assange é algo ilegal, de acordo com a decisão do painel de especialistas internacionais da ONU. O grupo de trabalho das Nações Unidas contraria o desejo das autoridades britânicas e suecas, pedindo que “se garanta a sua segurança e integridade física, facilitando o exercício do seu direito à liberdade de movimento, e inclusive que ele receba uma compensação”.

O problema é que a decisão dos especialistas da ONU não tem vínculo jurídico. As autoridades policias britânicas afirmam que nada muda, e que vão prender Assange assim que ele colocar um pé fora da embaixada do Equador em Londres, onde ele ficou refugiado nos últimos três anos.

Apesar de tecnicamente ele não ser considerado preso, já que o refúgio na sede diplomática foi algo voluntário, os especialistas da ONU consideram que Assange “foi sujeito a várias formas de privação de liberdade”, começando por sua reclusão em uma solitária durante a primeira fase de sua prisão, e pela “falta de diligência nas investigações da Suécia”.

Um juiz britânico aprovou a extradição de Snowden para a Suécia por um caso que nada tem a ver com o WikiLeaks, mas sim acusações de violência sexual. Assange foi indiciado em agosto de 2011, e depois de uma investigação, foi absolvido pouco depois. Posteriormente, quando o WikiLeaks voltou a publicar material comprometedor, a justiça sueca reabriu o caso.

Assange negou as acusações por diversas vezes, garantindo que a medida sueca tem motivações políticas, alertando que havia um jogo sujo contra ele. Seus advogados alegam que ele não terá um julgamento justo naquele país.

Dezenas de simpatizantes estão na porta da embaixada equatoriana em Londres para mostrar a sua solidariedade com Julian Assange. Não sabemos o que vai acontecer com o fundador da WikiLeaks, e essa novela toma contornos cada vez mais complexos.

Via BBC

Um trem fantasma baseado em realidade virtual

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Este novo trem fantasma está instalado no Thorpe Park, no Reino Unido, e mesmo com poucos detalhes técnicos revelados, sabemos que o mesmo tem uma base clara na realidade virtual, com a ajuda dos kits HTC Vive. O resultado da recriação é simplesmente espetacular, transmitindo tudo com um alto grau de realismo.

Os seus criadores indicaram como serão as características dessa nova atração:

– Duração de 10 a 15 minutos
– Sequências de ação ao vivo
– Efeitos especiais 4D
– Ilusões em grande escala
– Trânsito físico (real)

Uma combinação que promete fazer com que custe ao usuário distinguir o que é real e o que não é, ainda que os recursos não sejam os mesmos em todas as voltas. Ou seja, você teria motivos de sobra para ir ao brinquedo mais de uma vez.

Esperamos por mais detalhes sobre esse trem fantasma, que só estreia a partir da primavera na Europa.

 

Via Neowin

Pesquisa levanta a questão: qual é a idade mínima para ter um smartphone?

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Um estudo publicado no Reino Unido reabre o debate que pode ser universal: deve existir uma idade mínima para ter um smartphone?

Os resultados da pesquisa idealizada pela Internet Matters revelam que 84,6% dos britânicos entendem que sim. 26% pensam que 10 anos é a idade ideal para começar, 16% acham que o começo ideal seria aos 11 anos, e 14% acham que aos 9 anos é o suficiente. As demais opções (8, 12, 13 e 14 anos ou mais) contam com porcentagens entre 8% e 6%.

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A pesquisa também revela que 82% dos entrevistados entendem que os smartphones deveriam ser proibidos nos intervalos do colégio, por entenderem que esse tempo deve ser aproveitado para descansar. 65% das crianças entre 8 e 11 anos no Reino Unido possuem um smartphone, e 23% dos pais permitem que eles levem o dispositivo ao colégio.

A pesquisa entrevistou 1.000 pais e de crianças com idades entre 8 e 11 anos. Mesmo que não sejam dados que representam a sociedade como um todo (muito menos de outros países), são dados relevantes e claros, e podem abrir um interessante debate.

É preciso levar em consideração também a liberdade que os smartphones possuem, permitindo a oferta de qualquer informação disponível na internet a qualquer momento. Por outro lado, ele pode tirar a atenção do aluno para as atividades em sala de aula.

O potencial da internet no mundo da educação é enorme, e ter um dispositivo conectado facilita muito essa tarefa. Logo, não é um debate simples de compreender, nem de sentenciar. Sempre vale a pena aqui uma boa dose de bom senso.

Via We Live Security

Reino Unido estuda proibir o uso de smartphones e tablets na sala de aula

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O governo do Reino Unido estuda a possibilidade de proibir o uso de smartphones em tablets pelos estudantes em salas de aula, para evitar as distrações que os dispositivos poderiam casuar. A decisão pode ser tomada levando em conta estudos que são realizados nos últimos anos sobre como esses dispositivos influenciam no desempenho dos alunos nas escolas.

Alguns colégios britânicos já tomaram essa medida a algum tempo, e nessas instituições pode ser observado como as notas dos alunos melhoraram consideravelmente. Agora, o governo do país pensa em adotar a medida em todos os colégios, algo que ainda está em debate.

Porém, algumas vozes são contrárias à medida. Alguns alertam que a tecnologia é, hoje, ponto considerado chave para a educação, e que não devemos simplesmente proibi-la. Tanto smartphones como tablets podem ser ferramentas importantes para todos os tipos de estudantes, que enxergam essas ferramentas e a internet como aliados perfeitos para um suporte complementar do seu estudo. Há quem proponha a utilização dos dispositivos de forma correta para que os estudantes se beneficiem dela, dentro do ambiente educacional.

Não resta dúvidas que, se bem utilizada, a tecnologia pode oferecer muito no ambiente educacional. Talvez no lugar de proibir, seria mesmo necessário ensinar os profissionais de ensino a utilizá-la, para que ela sirva de ferramenta adicional. Porém, isso é claramente mais caro do que exigir uma determinada e educação e formação dentro das salas de aula.

Por enquanto, não está muito claro que caminho o Reino Unido vai usar em um tema que, para muitos, é um dos grandes problemas da educação no século XXI.

Via Yahoo! News

Tribunal do Reino Unido obriga o Google a cumprir com o ‘direito do esquecimento’

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Um tribunal do Reino Unido ordenou o Google a apagar todos os links que fazem referência aos casos do ‘direito ao esquecimento’, em uma tentativa que essa lei se cumpra corretamente.

O Google sempre se opôs ao tal ‘direito de esquecimento’, por considerar uma censura que impede das pessoas a acessar conteúdos considerados relevantes. Ainda que pareça estranho, o Escritório do Comissário de Informação do Reino Unido se mostrou parcialmente de acordo com a gigante de buscas, reconhecendo que a informação pode ser de interesse público e periodístico, porém, a própria Google poderia se adequar, evitando a busca através do nome do demandante.

A Comissão deu 35 dias para o Google eliminar os links, mas a decisão ainda tem direito a uma apelação.

Mas… o que é mais importante? O direito ao anonimato ou o direito a informação?

Na minha opinião, o direito ao esquecimento vale para aquelas pessoas que foram injustamente indexadas por algo que já é considerado ‘águas passadas’, mas que por ser de fácil acesso através do Google, sua reputação fica manchada pelo resto da vida. Por outro lado, traçar uma linha para esses limites é algo bem difícil para os dias de hoje.

Via Engadget

Galaxy S6 Edge+ pode custar ridiculamente caro

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A Samsung do Reino Unido anunciou o preço do novo Galaxy S6 Edge+, com preços oficiais para a versão desbloqueada de 749 e 829 libras, para os modelos com 32 e 64 GB de armazenamento, respectivamente. A previsão de entrega das primeiras unidades está prevista para o dia 3 de setembro.

Se a Samsung não ajustar esses preços para o restante da Europa continental, esses valores podem alcançar os 1.174 euros, algo ridiculamente caro para um smartphone, e em um segmento que tem na linha média a melhor relação custo-benefício.

Com esses preços, fica fácil entender como a Huawei e Xiaomi destronaram a Samsung na China, ou como a Apple recuperou terreno na cota de mercado global. O preço do Galaxy S6 Edge+ não corresponde com a ideia da Samsung de queda de preços diante da forte queda dos resultados trimestrais, especialmente para a divisão mobile, cujo lucro operacional caiu 37%.

É claro que o Galaxy S6 Edge+ é um dos smartphones mais avançados do mercado. Apresentado junto com o Galaxy Note 5, é uma revisão do Edge original, mantendo a dupla curvatura nas laterais da tela, com um chassi unibody metálico e cristal, tela Super AMOLED de 5.7 polegadas (QHD) com proteção Gorilla Glass 4 e processador Exynos do Galaxy S6 original, com 4 GB de RAM LPDDR4.

Mesmo assim, existem opções melhores na relação custo-benefício. E já dá pra imaginar que o preço desse modelo no Brasil será muito alto. Desse jeito, não dá pra te defender, Samsung!

Via Samsung UK

Cópia privada passa a ser ilegal no Reino Unido, e o iTunes pode custar caro para a Apple

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A Alta Corte de Justiça do Reino Unido decidiu que a cópia de material comprado legalmente PARA USO PESSOAL é considerado algo ilegal. Ou seja, se você vive por lá e quer passar as músicas de um CD que você comprou para MP3 para ouvir no seu smartphone, ou converter os vídeos de VHS para o DVD, você vai enfrentar punições legais.

Um representante da Intellectual Property Office do Reino Unido comentou no TorrentFreak que ‘agora é ilegal fazer cópias privadas de obras com copyright que você possui sem que o dono desses direitos permita – e isso inclui passar do formato de uma mídia para outra’, incluindo inclusive as cópias de segurança dos itens comprados.

A medida reinicia o debate sobre os direitos que os usuários possuem sobre os conteúdos que compram. Até agora, essas cópias privadas para uso pessoal e sem fins lucrativos eram de direito do usuário inerente à compra, mas a decisão dessa corte inglesa proíbe tal ação em todo o país.

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O porta-voz deixa claro que ripar as músicas de um CD para transferir para o computador em formato MP3 seria um claro exemplo do que agora é considerado ilegal no Reino Unido. Há muitos programas que oferecem tal capacidade, mas um dos mais populares é o iTunes, o que coloca a Apple em uma difícil posição.

Pode ser que até possam acontecer ações judiciais iniciadas por órgãos britânicos de proteção aos direitos do autor – ou de autores e artistas – por essa capacidade de conversão de músicas. O representante deixa claro que ‘o Governo não conhece casos de proprietários de copyright que tenham perseguido pessoas por passar suas músicas para outro formato para o seu uso pessoal’.

Porém, isso agora pode acontecer. E o que é pior: essas pessoas podem perder a briga.

A situação é anômala (procure no Google o que quer dizer), principalmente se levarmos em conta que recentemente foi implantada uma reforma do copyright na União Europeia que ia relaxar esses termos, e não torná-los mais rígidos.

Agora… imagina se a moda pega aqui no Brasil…

Melhor não dar ideia…

Via TorrentFreak

25% dos usuários preferem 4G ao WiFi em casa. Mesmo?

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Uma pesquisa realizada pela Global Wireless Solutions (GWS), que tenta analisar as tendências de uso do WiFi e do 4G junto aos consumidores do Reino Unido mostra que pelo menos um quarto dos usuários entrevistados preferem utilizar em casa as redes de dados da operadora móvel do que a rede sem fio de internet residencial.

A GWS entrevistou 2.000 adultos britânicos que se conectam na internet dentro e fora de casa, e especialmente dentro de casa temos esse resultado curioso: 25% desses preferem usar as redes 4G de sua operadora do que o WiFi oferecido pelo seu roteador.

O principal motivo é que, ainda que eles sejam capazes de se conectar na rede WiFi doméstica, elas contam com menor velocidade que as redes 4G da sua operadora. De fato, 13% nunca se conectaram ao WiFi, adotando exclusivamente o 4G.

Os resultados surpreendem, ainda mais quando descobrimos para que eles usam a internet 4G. Em primeiro lugar, as redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, etc), com 57% dos casos, seguido pelas mensagens instantâneas (WhatsApp, iMessage, BBM, etc) com 52% e pelas compras online, planos de viagens e outros acessos relacionados ao consumo de bens e serviços, com 46%.

Todas são atividades muito populares, mas que não exigem grandes larguras de banda e velocidades vertiginosas. Talvez o caso das redes sociais seja a principal explicação na hora de enviar fotos e vídeos, já que nesse caso os usuários de uma conexão ADSL estão em clara desvantagem em relação ao 4G, que conta com velocidades de upload maiores (lá fora).

Seja como for, é curioso que em um mundo onde as operadoras querem ofertar cada vez mais as suas redes móveis no formato WiFi dos usuários particulares e empresas, e sejam justamente esses usuários que agora preferem deixar de lado o WiFi para adotar o 4G dentro de casa.

Via ISPreview

Reino Unido pode proibir WhatsApp, iMessage e Snapchat

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Quando falamos de proibir o WhatsApp ou outros aplicativos de mensagens instantâneas, sempre vem na nossa cabeça países com regimes autoritários, falsas democracias, ou juízes brasileiros que não compreendem como a tecnologia funciona. Mas dessa vez, a polêmica decisão está em um projeto de lei do Reino Unido.

O primeiro ministro britânico David Cameron é um conservador com clara moral dúbia e cinismo na hora de violar direitos fundamentais. Porém, essas características lhe renderam uma triste popularidade, e infelizmente, ele não gosta da codificação das mensagens que aplicativos como WhatsApp, Snapchat e iMessage utilizam.

A última ‘pérola’ proferida por Cameron para justificar o novo projeto de lei foi: “Queremos permitir que se mantenha em nosso país um meio de comunicação que não poderemos ler? Minha resposta à isso é um ‘não, não devemos permitir isso'”.

É um absurdo em todos os sentidos, uma vez que ele se ampara no medo como justificativa de uma limitação de direitos fundamentais.

Esperamos que essa lei absurda não seja aprovada, e que os britânicos tomem consciência dos objetivos ‘pontuais’ de Cameron, para que nas próximas eleições ele receba o ‘prêmio’ por mais esse serviço prestado. E que os demais países tomem esse caso como um exemplo a NÃO ser seguido.

Via Softpedia

Microsoft Mobile é a que mais cresce no Reino Unido

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Enquanto se reorganiza, a Microsoft não apresenta muitas novidades para aumentar a sua fatia de mercado no segmento de dispositivos móveis. Mesmo assim, a Microsoft Mobile consegue crescer em mercados pontuais, como é o caso do Reino Unido.

A Canalys mostra um comparativo de vendas do primeiro trimestre nos anos de 2015 e 2014, focado nos fabricantes, e não nas plataformas. Apple e Microsoft Mobile são as duas únicas que cresceram de um ano para outro.

O crescimento de 32% dos telefones com Windows Phone é mais chamativo, não só pela melhora significativa, mas pelo fato de superar a Sony e a Motorola, vendendo mais de 570 mil unidades de smartphones durante o primeiro trimestre de 2015.

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Vendo pelas quotas de mercado, e não pelo crescimento obtido no período, o Windows Phone tem 7.6% do mercado de smartphones do Reino Unido, um crescimento de 1.5% em relação ao ano anterior. Comparado com os dados publicados pela Kantar em abril, a fatia de mercado é de 9%, caindo meio por cento em relação ao ano passado.

O crescimento pode estar motivado pelo bom desempenho da Microsoft no mercado empresarial (pequenas e médias empresas), onde o crescimento estimado é acima dos 20%. A ideia que passa é que os profissionais estão trocando seus BlackBerrys por smartphones com Windows Phone.

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Via WMPowerUser

Ubuntu vai gerenciar três notebooks da HP para profissionais

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A Canonical, em parceria com a HP, AMD e a loja eletrônica britânica Ebuyer, vai lançar três notebooks com o sistema operacional Ubuntu, voltados ao setor profissional. São três modelos de baixo custo: HP ProBook 255 (200 libras), HP ProBook 355 (250 libras) e HP ProBook 455 (300 libras).

Todos os modelos contam com tela LED touch de 15.6 polegadas, HD de 1 TB, APU AMD de quatro núcleos e gráficos Radeon, além do sistema Ubuntu 14.04 LTS pré-instalado. O modelo mais caro conta com 8 GB de RAM, enquanto que os demais ficam com 4 GB de RAM.

Os modelos chegam ao mercado no final do mês de maio, no site Ebuyer.com.

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Porém, a notícia que realmente interessa está no fato que esse anúncio acontece uma semana depois que o governo do Reino Unido decidiu não renovar o pagamento do suporte estendido do Windows XP, que conta ainda com uma forte presença nos computadores administrativos daquele país. Em troca, eles seguem adiante com a adoção de formatos oficiais abertos.

Ou seja, temos aqui uma porta aberta para o GNU/Linux no Reino Unido, e que a Canonical quer aproveitar com o Ubuntu.

Via V3.co.uk

Dois terços das organizações do Reino Unido ainda usam o Windows Server 2003

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Nesse momento, dois terços dos órgãos governamentais do Reino Unido ainda usam o Windows Server 2003, cujo suporte se encerra no dia 14 de julho de 2015. Ou seja, se eles seguirem utilizando um software descontinuado, os riscos de falhas de segurança aumentam consideravelmente, já que os bugs não serão mais corrigidos.

Em uma pesquisa realizada em 153 organizações do governo do Reino Unido, mais de dois terços seguem utilizando o Windows Server 2003 em seus servidores, e pretendem manter depois da data do final do suporte do software. Para aquela porção que pensa em atualizar, mais de um terço farão depois da data de End Of LIfe (EOF). Mais o pior é saber que uma quarta parte dos que ainda usam o sistema não tomou nenhuma medida, seja atualizar ou adotar medidas de segurança complementares.

Os servidores, incluindo os controladores de domínio e os servidores web, são computadores onde se aloja toda a informação crítica de uma instituição. Se não são tomadas medidas de segurança adicionais – como implementar ferramentas de whitelist para aplicativos, por exemplo – o servidor ficará exposto, e suas falhas de segurança serão facilmente exploráveis, permitindo assim todo o tipo de consequência, como acesso aos dados sensíveis ou até a remoção ou extravio desses dados.

Outras medias que podem ser tomadas é o isolamento das redes e a monitorização contínua dos servidores.

Via BetaNews

Reino Unido já testa primeiras redes 5G a 1 Tbps

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A Universidade de Surrey (Reino Unido) está trabalhando com equipamentos que são capazes de se comunicar através das redes 5G, com velocidades de transmissão de dados de 1 Tbps.

Para se ter uma ideia do quão espetacular é essa marca, não faz muito tempo que a Samsung revelou que seus sistemas eram capazes a alcançar velocidades de 7.5 Gbps. Ou seja, o número dos britânicos é tão elevado que custa a se acreditar que é real, ainda mais levando em consideração que se encontra várias ordens de magnitude em cima das demais tecnologias atuais, e que nos casos mais otimistas alcançavam velocidades entre 10 e 50 Gbps para os sistemas 5G mais avançados.

Apesar de não se conhecer maiores detalhes sobre esses testes da Surrey, ao que tudo indica eles realizaram os testes em condições muito controladas de laboratório (e não como fez a Samsung, com um veículo em movimento), com os seus próprios equipamentos e com uma distância de transmissão de 100 metros. Mesmo assim, continua a ser algo impressionante.

Os responsáveis pelo projeto afirmam que essa alta velocidade é útil para jogos e aplicativos holográficos, além de permitir um melhor controle para a Internet das coisas.

Via Universidade de SurreyV3

SIM Cards ficaram expostos à espionagem (e você não sabia disso)

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Uma reportagem do The Intercept apresenta supostos documentos vazados por Edward Snowden, que revela que os governos dos Estados Unidos e do Reino Unido conseguiram hackear a Gemalto, a principal fabricante de SIM Cards no planeta, o que poderia deixar grande parte das comunicações de telefonia móvel do mundo expostas à espionagem.

Os documentos mostram que a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) e o Quartel General de Comunicações do Governo do Reino Unido (GCHD) hackearam a Gemalto em 2010, com a ajuda do grupo Mobile Handset Exploitation Team (MHET), integrado por membros das duas agências, roubando as chaves de encriptação de cada SIM Card fabricado pela empresa.

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A Gemalto entrega no mercado aproximadamente 2 bilhões de SIM Cards por ano para pouco mais de 450 operadoras de telefonia móvel em todo o planeta, com presença em 85 países. 40 fábricas espalhadas em diferentes regiões se encarregam disso, com três escritórios centrais, com o principal estabelecido na Holanda.

Esse acesso às chaves permite a visualização das comunicações privadas de qualquer pessoa ou empresa, sem a necessidade de passar pelo governo desse país ou pela operadora, já que dispensa as intervenções telefônicas ou uma ordem judicial de interceptação das comunicações que passam pelo SIM Card.

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O mais preocupante disso tudo é que tal intervenção não deixa rastros, o que torna praticamente possível a detecção da espionagem. Nem o dono do smartphone, nem a operadora móvel, nem o país e nem mesmo a Gemalto podem encontrar os rastros da violação da segurança, ou identificar o responsável.

As primeiras investigações mostram que as chaves foram obtidas pela violação dos servidores centrais da Gemalto, por meio de ações ilegais das agências de segurança, que obtiveram informações privadas de alguns funcionários, fabricantes de SIM Cards e provedores. Foi um plano vindo de fora, sem o conhecimento da empresa ou seus associados, mostrando de novo do que os governos são capazes ‘em nome da segurança mundial e dos seus cidadãos’ (sic).

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Se tudo isso se confirmar, estaríamos diante da maior rede de espionagem privada do planeta. Sempre foi vendido que as comunicações entre operadora e usuário contam com um elevado nível de codificação, para assim garantir a nossa privacidade. Pelo visto, não é bem assim que tudo funciona.

Via The Intercept

Londres começa a transformar suas cabines telefônicas em estações de recarga de smartphones

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Um dos muitos ícones que define a cidade de Londres são as suas cabines telefônicas. Agora, elas começam a receber uma nova finalidade: na Tottenham Court Road, foram instaladas cabines como essas, as que atuam com estações de recarga para smartphones. Todas elas são alimentadas com painéis de energia solar.

O acesso nas cabines é gratuito, desde que você veja uma série propagandas enquanto o smartphone é recarregado. Para evitar o vandalismo, as cabines são revisadas diariamente, e não funcionam no horário noturno.

Cada cabine é capaz de recarregar até 100 smartphones por dia, oferecendo 20% da capacidade total com 10 minutos de carga (os números podem variar, de acordo com o modelo.

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As novas cabines recebem a cor verde (reforçando a mensagem de uso de energia renovável), e o objetivo é transformar boa parte das 8 mil cabines telefônicas da cidade em pontos de recarga. As próximas cabines serão instaladas apenas em 2015. Detalhe: em Londres, existe uma média de 1490 horas de sol por ano. É pouco para um projeto desse porte.

Via BBC

Microsoft está trabalhando em um wearable que ajudará os deficientes visuais

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No meio de tantas notícias sobre a Microsoft no dia de hoje (15), uma delas chama a atenção pelo fator inovação. Com o nome interno de “Alice Band”, a gigante de Redmond está trabalhando em um gadget vestível que pode beneficiar de forma prioritária um grupo muito específico de usuários: os deficientes visuais.

A missão desse dispositivo é levar o conceito de wearable para um novo nível, permitindo aos deficientes visuais a interpretação dos elementos ao seu redor, para uma livre mobilidade, oferecendo informações contextuais sobre o ambiente, tal como o Google Glass faria. Não fica muito claro qual seria o seu sistema de funcionamento, mas entende-se que seus sensores vão reconhecer as informações enviadas de pontos relevantes, como edifícios e locais públicos.

A leitura dessa informação ajudaria os usuários a encontrar o caminho seguro para calçadas, escadas rolantes, saídas do metrô, postos de informações, etc. Além disso, esse wearable seria utilizado na cabeça, confirmando assim a necessidade do envio das informações pelos fones de ouvido.

Não há maiores detalhes sobre sua tecnologia ou tipo de interação com o usuário, mas em breve saberemos mais sobre o seu primeiro período de testes. O produto ainda está longe de ser um dispositivo final, mas o Daily Mail informa que oito pessoas já fazem uso dos primeiros protótipos com esse conceito, na cidade de Reading (Reino Unido).

O projeto faz parte de uma iniciativa que a Microsoft mantém no país britânico, em parceria com associações que cuidam de cães-guia, e do próprio governo local, na busca das cidades mais acessíveis para esses testes.

Via Forbes, Sunday Times, Daily Mail