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Google Expeditions, a realidade virtual para uma excursão sem sair da sala de aula

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O Google Expeditions é uma boa maneira de impulsionar as excursões no ambiente educacional. Visitar ruínas, museus e criar todo o tipo de ambiente, sem sair da sala de aula.

 

Excursões para o passado, o presente e o futuro

 

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A Google já conta com ferramentas como Google Maps e Google Earth que permitem que qualquer pessoa conheça qualquer canto do planeta, com imagens em 360 graus da maioria dos lugares. O Expeditions vai um passo além, conectando a realidade virtual e as viagens.

Nesse caso, viagens sem restrições relativas ao tempo. Nele, é possível visitar o passado, presente e futuro, usando a tecnologia a serviço da educação dos mais jovens. Uma experiência imersiva que vai além dos livros e dos vídeos.

As possibilidades são infinitas, pois não é preciso um dispositivo muito caro para experimentar o Expeditions. Basta ter um smartphone compatível e uma Cardboard que será doada pela Google para os colégios, ou fabricada em casa.

É o projeto perfeito para centros educacionais que, com muita frequência, não contam com os recursos suficientes para grandes investimentos.

 

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Os estudantes sentem curiosidade em visitar vários locais onde o acesso seria impossível sem a ajuda da tecnologia: o espaço, o fundo do mar, as pirâmides do Egito e até cidades do passado que agora são ruínas.

O Google Expeditions permite que um guia/professor selecione uma das mais de 200 expedições para liderar os viajantes virtuais imersivos, enquanto que os exploradores/alunos aproveitam das imagens em 360 graus e 3D. A tecnologia vai permitir aos alunos conhecer de perto monumentos históricos, brincar com tubarões, ir à selva e até visitar o espaço.

O Google Expeditions está disponível para o Android, e seu lançamento global depende de vários fatores, principalmente os cenários construídos para ele. A Google aproveita os novos “lugares visitáveis” desenvolvidos para cada país com a desculpa para levar o sistema para outros locais.

 

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Lenovo IdeaCentre Y710 Cube, um desktop em forma de cubo pensado na realidade virtual

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Lenovo IdeaCentre Y710 Cube

A Lenovo apresenta o Lenovo IdeaCentre Y710 Cube, que tem forma similar a um cubo alargado, tamanho bem compacto para uma relativa mobilidade (pesa sete quilos) e pensado no consumo de conteúdo com realidade virtual.

O formato não impediu que o desktop recebesse componentes de última geração, como um processador Intel Core i7 de sexta geração, 32 GB de RAM, 2 TB de HD + 256 GB de SSD e gráficos NVIDIA GeForce GTX 1080, com 8 GB de RAM.

Chama a atenção os periféricos de jogo e sua filosofia gaming, com um mouse com teclado USB sem fio, em um sistema que permite a conexão de oito elementos.

Aliás, o Lenovo IdeaCentre Y710 Cube é bem completo na parte de conectividade: Killer LAN/WiFi 10/100/1000M, HDMI, VGA, USB 2.0 e uma USB 3.0 na lateral. Há duas portas USB 3.0 na parte superior, que funcionam inclusive com o equipamento desligado.

 

Lenovo IdeaCentre Y710 Cube: tudo isso, por 1.700 euros

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O Lenovo IdeaCentre Y710 Cube poderá ser melhor conhecido na Gamescon 2016, ao lado dos óculos de realidade virtual da Oculus e da HTC. É também um equipamento perfeito para os games tradicionais, um autêntico concorrente dos consoles, para os gamers muito exigentes que podem pagar a mais por isso.

O produto chega aos principais mercados internacionais em outubro, com um preço inicial sugerido de 900 euros. Para quem pensa em comprar a versão “VR-Ready”, o preço inicial é de 1.700 euros e, mesmo assim, essa versão só conta com uma placa NVIDIA GTX 1070.

Não há informações de preços com a GTX 1080, mas é de se imaginar que será bem caro.

O que poderia dar errado em um festival pornô em realidade virtual?

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Uma excelente pergunta.

Você pode até pensar que essa história de combinar pornografia com a realidade virtual é algo bem distante, ou pode ser um daqueles que preferem agradecer ao fato desse segmento da tecnologia alcançar âmbitos tão… diversos, por assim dizer. Se você se identifica mais com o segundo grupo, muito provavelmente vai entender a frustração vivida por uma multidão que foi desalojada do Adult VR Party, festival temático pornô em realidade virtual celebrado em Tóquio (Japão).

 

Como conter a massa?

O evento aconteceu no famoso bairro de Akihabara, conhecido como uma das áreas de profusão tecnológica da cidade japonesa. Ao que parece, o fluxo de pessoas no evento foi tão elevado (pelo menos 600 pessoas se agruparam nas ruas para entrar no recinto), que a polícia teve que intervir, encerrando a festa que focava um setor que começa a ganhar fãs com muita velocidade.

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Os organizadores do evento já se desculparam publicamente pelo ocorrido, e reconheceram que subestimaram o interesse das pessoas no pornô em realidade virtual. Por isso, eles prometeram realizar um novo festival no mês qeu vem, afirmando que vão se preocupar em organizá-lo em um espaço muito maior, para caber tanta gente.

Para você ter uma ideia do tipo de atividades que o festival promovia, é só ver a foto a seguir. Ah, é possível ver mais imagens e até um vídeo do evento nesse link.

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Via Journal Du Geek2chKotaku, Numerama

 

PlayStation VR será uma realidade em 13 de outubro

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PlayStation VR

Durante o seu evento de imprensa na E3 2016, a Sony revelou que o PlayStation VR, dispositivo de realidade virtual da empresa, estará disponível no dia 13 de outubro de 2016, com um preço inicial sugerido de US$ 399.

Se no evento da Microsoft tivemos um novo console (Xbox One S), o anúncio do projeto do console de próxima geração (Project Scorpio) e a integração do Xbox com o Windows 10 como principais destaques, no evento da Sony foi a realidade virtual o tema de maior evidência. Vale lembrar que o PlayStation VR será exclusivo para consoles PS4, mas não se descarta a posterior comercialização de uma versão para computadores pessoais.

O PlayStation VR possui duas telas OLED de 5.7 polegadas (960 x 1080 pixels) para cada olho e um campo de visão de 100 graus. Sua taxa de atualização será de 120 Hz ou 90 Hz, com uma latência abaixo dos 18 milissegundos para o seu sistema de seguimento de 360 graus. Conta com triplo sensor acelerômetro e triplo giroscópio, assim como conectores HDMI, USB e auxiliares para áudio.

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A Sony garantiu que vai oferecer 50 jogos no ato do lançamento do PlayStation VR. A empresa comentou que há mais de 230 desenvolvedores e produtoras por trás da plataforma e no desenvolvimento de até 160 jogos. Entre os exibidos na E3 2016, temos:

– Farpoint (shooter futurista em primeira pessoa)
– Star Wars Battleftont X-Wing (missão onde o jogador se transforma em um piloto de uma nave X-Wing do universo Star Wars)
– Resident Evil BioHazard (último survival de terror da Capcom, porém em primeira pessoa e com realidade virtual)
– Batman Arkham VR (outro disponível em outubro e exclusivo para o PS VR)
– Final Fantasy XV VR (a popular franquia também estará disponível para o PS VR desde o começo)

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Microsoft FlashBack, realidade virtual de qualidade em smartphones de entrada

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Microsoft FlashBack

A Microsoft quer resolver o problema da obrigatoriedade do uso de um smartphone potente na hora de desfrutar dos conteúdos em realidade virtual, através do Microsoft FlashBack.

O projeto vem das mãos da Microsoft Research, e promete levar uma experiência de realidade virtual de alta qualidade, até mesmo em smartphones de entrada, com processadores que não são potentes ou com pouca quantidade de RAM. Não foram especificados modelos, mas podemos imaginar que estão incluídos nesse grupo os modelos com processadores quad-core baseados na arquitetura Cortex-A7 e 1 GB de RAM.

No lugar de gerar cada fotograma em tempo real quando exploramos um mundo virtual, o Microsoft FlashBack pega uma amostra de diferentes fotogramas pré-renderizados e salvos em cache, que incluem todas as possíveis posições de uma cena. Com isso, é possível transferir a carga da CPU e da GPU para o armazenamento do dispositivo, acabando assim com a alta demanda de recursos que gera um mundo virtual em tempo real, criando assim um ‘mundo virtual pré-renderizado’.

A Microsoft pensou na questão do elevado volume de dados a serem armazenados, ainda mais em dispositivos que tradicionalmente contam com capacidade muito reduzida de armazenamento. A solução aqui foi adotar técnicas de compressão, que permitem armazenar texturas 4K de 8 MB em apenas 100 KB.

É uma tecnologia realmente promissora, já que em teoria é capaz de obter uma taxa de fotogramas até oito vezes maior e um consumo de energia até 97% menor. Porém, devemos levar em consideração que tudo ainda está em fase de desenvolvimento, e não há previsão do Microsoft FlashBack chegar ao mercado (se é que vai chegar um dia).

A seguir, vídeo de demonstração do conceito.

 

Via MS Power User

ZTE anuncia o seu próprio kit de realidade virtual

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A ZTE apresentou em conjunto com o seu smartphone Axon 7 um kit de realidade virtual que, em essência, é uma adaptação do conceito já visto no Gear VR da Samsung, que recorre ao uso de um smartphone para oferecer uma experiência de realidade virtual completa.

É preciso deixar claro que o fato de serem parecidos não quer dizer que eles são iguais, uma vez que o kit da ZTE é superior ao da Samsung, já que conta com os seus próprios sensores, e não recorre aos sensores do smrtphone. Por isso, as latências são consideravelmente menores, chegando a 16.7 milissegundos (em teoria), garantindo uma experiência fluída e imersiva.

A ZTE foi muito escassa nos detalhes, mas imaginamos que os mesmos serão esclarecidos nos próximos dias. Por enquanto, tudo indica que ele será compatível com a plataforma DayDream, mas o kit não está baseado nos padrões dados pela Google para a mesma.

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Não há detalhes sobre o seu preço, mas em teoria ele não deve ser muito caro. Salvo surpresas, tudo indica que ele será compatível exclusivamente com o ZTE Axon 7, um modelo top de linha com processador Qualcomm Snapdragon 820, tela de 5.5 polegadas (QHD), câmeras de 20 MP e 8 MP e configurações de 4 GB de RAM/64 GB de armazenamento, ou 6 GB de RAM/128 GB de armazenamento. Seu preço inicial sugerido é de US$ 450.

Via PhoneArena

MSI Backpack PC, um computador em forma de mochila, focado na realidade virtual

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MSI Backpack PC

A MSI vai apresentar na Computex 2016 em Taipei o MSI Backpack PC, um computador portátil em forma de mochila, criado especificamente para ser utilizado com dispositivo de realidade virtual.

A realidade virtual requer dois elementos básicos: um computador potente e um espaço para o usuário sem mover. A interação encontra um pequeno obstáculo, que é a obrigatoriedade de estar conectado ao computador o tempo todo através de um cabo, o que limita a experiência e a movimentação dentro do ambiente.

O MSI Backpack PC pode resolver esse problema, uma vez que o óculos de realidade virtual fica conectado no computador/mochila que o usuário vai carregar nas costas. Não foram revelados detalhes de suas especificações, mas sabemos que o equipamento contará com processador Intel Core i7 (Skylake?) e gráficos NVIDIA GTX980. De modo que teremos que esperar que outras surpresas sejam anunciadas, além de ver de forma mais aprofundada o design desse novo formato.

Vale lembrar que a Zotac chegou a apresentar um esboço dessa ideia. Mas no caso do MSI Backpack PC, é fundamental conhecer o peso e a autonomia de bateria, para começar a pensar se o conceito é funcional. E tais detalhes só conheceremos mesmo na Computex 2016, a partir do dia 31 de maio.

Via MSIThe Verge

Daydream, a plataforma de realidade virtual da Google, baseada no Android N

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A Google apresentou na Google I/O 2016 o Daydream, um novo projeto que pretende oferecer uma realidade virtual de alta qualidade no smartphone.

O Daydream chega junto com o novo Android N durante o outono (do hemisfério norte), e essa tecnologia quer dar um passo além do que o alcançado com o Google Cardboard, através da combinação de smartphones compatíveis com esta especificação, um design de referência para os óculos, um controle especial para o projeto, além de uma seção específica da Google Play para os novos conteúdos de realidade virtual.

A Google explica que essa nova experiência de realidade virtual de alta qualidade para smartphones é baseada em três componentes:

1. Smartphones

A Google vai estabelecer uma série de requisitos para os smartphones compatíveis com o Daydream, inclusive uma série de sensores, um determinado tipo de tela ou processadores específicos que garantem uma latência inferior a 20 milissegundos no modo de realidade virtual. Vários fabricantes oferecerão dispositivos compatíveis com essas especificações no ato do lançamento da plataforma (Samsung, HTC, LG, Xiaomi, Huawei, ZTE, ASUS e Alcatel).

2. Design de referência

A Google falou também de um novo tipo de óculos de realidade virtual que vai um passo além do Cardboard. A grade novidade não está necessariamente nos óculos, mas sim no fato deles acompanharem um pequeno, porém ‘potente e intuitivo’ controle com trackpad e sensor de orientação, que permite um melhor deslocamento no mundo virtual.

 

3. Aplicativos

O terceiro elemento chave do Daydream é o software. A Google oferecerá uma seção específica na Google Play dedicada a aplicativos, jogos e conteúdos de realidade virtual, onde grandes provedores já preparam seus lançamentos nesse sentido (The New York Times, CNN, HBO Now, Netflix, NBA, Hulu, Lionsgate e IMAX). Podemos esperar surpresas interessantes nesse sentido.

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Na breve demonstração da plataforma, foi possível ver como a loja de aplicativos poderá ser utilizada com os novos componentes, além de uma mostra sobre como o pequeno controle interage com os jogos.

Repetindo: o Daydream só chega ao mercado durante o terceiro trimestre de 2016.

Via The Verge

AndroidVR pode ser apresentado na Google I/O 2016

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No dia 18 de maio começa a Google I/O 2016, evento para desenvolvedores das plataformas da Google. No evento, devemos ter novidades sobre o Android N e novos projetos da empresa, mas a alguns meses ganha força o rumor sobre a apresentação de um novo dispositivo de realidade virtual, o AndroidVR.

Em fevereiro de 2016, os primeiros dados dessa plataforma foram revelados, em um dispositivo independente, sem a ajuda de um smartphone para funcionar. Agora, Peter Rojas, co-fundador do Engadget e do Gizmodo, garante que a plataforma e o dispositivo serão conhecidos como AndroidVR, e serão apresentados na semana que vem.

O ano de 2016 já está marcado como o ano da realidade virtual, com dispositivos independentes oferecidos pela Oculus, HTC e Sony, além de uma série de outros produtos baseados no uso com um smartphone, com destaque para o Google Cardboard e o Samsung Gear VR. O próximo movimento da Google é lançar o seu próprio dispositivo independente de realidade virtual, junto com uma plataforma baseada no Android, algo que faz muito sentido depois do anúncio de sua divisão de realidade virtual na empresa, onde concentrarão esforços para que esta tecnologia ganhe relevância.

Dentro das apresentações marcadas na Google I/O 2016, há várias onde o tema principal é a realidade virtual, sem falar na referência ao Unreal Engine 4.12, que indica o AndroidVR em um dos previews. Os recentes tweets de Peter Rojas só reforçam a tendência de apresentação do nome do sistema para esse dispositivo, uma vez que o termo Android só é empregado para descrever plataformas.

Por outro lado, Peter adianta que o AndroidVR será mais potente que o Gear VR, mas ficará abaixo dos dispositivos da Oculus e HTC, apesar de contar com processador, sensores, tela, bateria e outros componentes. O dispositivo se apoiará na Play Store onde se habilitará um novo segmento para a realidade virtual, além do fato do Android N ser a primeira versão do sistema operacional com suporte nativo à essa tecnologia.

Ainda não está claro se o AndroidVR contará com controles independentes ou se poderão ser controlados por um smartphone. Só sabemos que, internamente, o suposto dispositivo tem o nome de código ‘Mirage’. Tomemos os dados com reservas, já que nada foi confirmado oficialmente. Felizmente, estamos a menos de uma semana para confirmar ou desmentir rumores.

Via Android Police

Virtual Boy volta à vida com o Google Cardboard

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A Nintendo já era uma lenda quando criou o Virtual Boy. E o produto mostrou que até eles poderiam se equivocar. O dispositivo foi um dos fracassos mais explícitos da gigante nipônica, onde a revista TIME o qualificou como um dos piores inventos da história.

Hoje, o Virtual Boy é objeto de colecionadores, mas um projeto pessoal de um usuário do Reddit recuperou o dispositivo para os usuários dos óculos de realidade virtual Google Cardboard e até para quem tem o Samsung Gear VR.

Para rodar os jogos do console, você precisa de um smartphone Android e um dos óculos de realidade virtual citados acima, sem falar nas ROMs dos jogos a emular e o aplicativo RetroArch, responsável por essa emulação. Além de tudo isso, é preciso fazer uso de um “video shader”, desenvolvido por esse usuário do Reddit, e que permite que o jogo aproveite desses dispositivos de realidade virtual para que se adapte à sua tecnologia.

A profundidade adicionada não parece acrescentar nada de especial ao desenvolvimento do jogo, mas isso não é importante. O que mais chama a atenção é ver os jogos do Virtual Boy rodando em sua glória estereoscópica.

Diante disso, uma vez que a Nintendo já deu os seus primeiros passos no mercado mobile, não é descabido pensar que eles podem aproveitar essa ideia no futuro. Nunca se sabe.

Até lá, ficamos com o vídeo de demonstração do desenvolvimento do usuário doravante conhecido como “The King of Spain” (super modesto, não acham?).

 

Via Motherboard

Samsung está desenvolvendo dispositivo de realidade virtual independente

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A Samsung está trabalhando em um dispositivo de realidade virtual independente de smartphones, no estilo Oculus Rift, HTC Vive ou PlayStation VR.

O mercado de realidade virtual e aumentada está em plena ebulição, e tem um grande campo de crescimento no consumo, especialmente nos segmentos de entretenimento e videogames. A Samsung já está presente nesse segmento com o Gear VR, e agora traz ao mercado a Gear 360, câmera que permite gravar conteúdos em 360 graus.

O Gear VR foi desenvolvido de forma conjunta com a Oculus, e tem até um preço sugerido razoável, mas necessita de forma obrigatória o uso de um dos smartphones Samsung Galaxy top de linha. O próximo passo dos coreanos é oferecer um dispositivo de realidade virtual independente, mais avançado nas capacidades e, por consequência, mais caro.

Dá-se a entender que a Samsung já está desenvolvendo esse tipo de dispositivo a algum tempo, com certeza em paralelo ao Gear VR. Não há preço ou data de lançamento para o novo gadget de realidade virtual dos coreanos, mas podemos esperar para um lançamento iminente.

Talvez esse pode ser um setor interessante para a Apple investir. Depois da queda nas vendas de iPhones, a empresa precisa diversificar as suas formas de se obter receita. Samsung e HTC já entenderam isso, e largaram na frente nesse sentido.

E, diferente dos relógios inteligentes, os dispositivos de realidade virtual sempre estiveram muito bem definidos na sua usabilidade, com foco muito claro do mercado a ser alcançado. Logo, é um mercado mais do que promissor.

Via SlashGear

Oculus Rift e HTC Vive funcionando simultaneamente em um único PC

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O Oculus Rift e o HTC Vive são os dispositivos de realidade virtual para PC mais interessantes do momento. A Sony tem o PlayStation VR, mas que é exclusivo para o PS4, logo, fica de fora desse contexto. Fato é que os dois modelos exigem um PC com hardware muito potente para funcionar, e um entusiasta afirma ter conseguido que os dois funcionassem sem problemas em um único PC.

Isso abre a possibilidade que duas pessoas possam utilizar ao mesmo tempo o equipamento, jogando dois jogos diferentes, simultaneamente. O equipamento de testes contava com um microprocessador Intel Core i7 4790K com duas placas gráficas dedicadas MSI GTX 970 Gaming 4G, que alimentaram os dispositivos com dois jogos diferentes via Steam e Oculus Home, respectivamente. O usuário ‘Zimtok5’ conectou cada dispositivo a uma placa diferente, obtendo bons resultados.

Depois de ver esse vídeo, o site Tom’s Hardware realizou o seu próprio teste em um equipamento que contava com um processador Intel Core i7-5930K em uma placa-mãe MSI X99S Xpower AC, 16 GB de RAM DDR4 Crucial Balistix e dois gráficos NVIDIA GTX 980Ti em SLI.

Primeiro, eles tentaram conectar cada um deles via HDMI aos dispositivos de realidade virtual, sem resultados positivos. Para que trabalhassem ao mesmo tempo, eles tiveram que utilizar a porta mini Display Port do link do Vive. Uma vez resolvendo o problema de inicialização do HMD, o Oculus Rift e o HTC Vive funcionaram simultaneamente em um único PC, com taxas bem decentes.

Ou seja, para quem está na dúvida em adquirir um ou outro dispositivo e tem dinheiro de sobra, estes testes mostram que você ao menos não vai precisar comprar um segundo PC, e dois usuários podem utilizar os dispositivos de realidade virtual simultaneamente no mesmo computador.

Vídeo a seguir.

 

HP lança workstations compatíveis com realidade virtual, em parceria com a NVIDIA

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A HP apresentou uma nova série de workstations em parceria com a NVIDIA, pensadas na realidade virtual.

As novas soluções permitem o trabalho com cenários tradicionais de design em 3D, mas HP e NVIDIA destacam que os principais beneficiados serão os criadores de conteúdo de realidade virtual. A HP Z240 é a workstation mais modesta, e inclui uma placa NVIDIA Quadro M5000, enquanto que o modelo HP Z640 adota uma placa NVIDIA Quadro M6000, oferecendo um fluxo de trabalho muito mais relevante para essas finalidades.

O modelo mais completo é o HP Z840, com duas placas NVIDIA Quadro 6000 com 24 GB de memória gráfica com suporte de SLI e a tecnologia GPU Affinity. Todos os modelos são certificados para a criação de conteúdos de realidade virtual, com testes realizados com o HTC Vive (não incluído).

Essas workstations estarão disponíveis lá fora nesse trimestre, com preço inicial sugerido de 4.000 euros, e as placas dual M6000 24 GB da NVIDIA já está disponíveis como opção pós-venda, para quem quiser atualizar as estações de trabalho da série Z com configurações anteriores.

O segmento de realidade virtual é uma das principais apostas do mercado para ajudar na sobrevivência dos PCs em setores específicos, onde justamente as áreas de criação de conteúdo e desenvolvimento podem ser as que mais devem explorar essa nova tendência.

Via HP

DeePoon M2, o kit de realidade virtual que não precisa de PC

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Hoje, o mercado nos apresenta dois grandes tipos de kits de realidade virtual. Aqueles que exigem um computador tradicional (PC) ou um console de videogames, tradicionalmente mais caros e representados pelo HTC Vive e Oculus Rift, e aqueles mais baratos, que exigem o uso de um smartphone – como o Samsung Gear VR. O DeePoon M2 se apresenta como algo completamente diferente, criando uma terceira categoria dentro desse segmento.

A ideia aqui é criar mais uma opção, algo que a comunidade como um todo agradece e muito. É um kit de realidade virtual que é capaz de funcionar de forma totalmente autônoma, ou seja, sem a necessidade de depender de nenhum outro tipo de dispositivo adicional. Todo o hardware necessário está integrado no kit de realidade virtual, ainda que em essência ele seja o equivalente a um smartphone top de linha, com características muito próximas ao do Galaxy S6.

O DeePon M2 está disponível em modo de pré-venda, por US$ 618,99, e conta com os seguintes componentes:

– Tela AMOLED de 5.7 polegadas (2K)
– Processador Exynos 7420 com CPU de oito núcleos
– GPU Mali-T760MP8
– 3 GB de RAM LPDDR4
– 32 GB de armazenamento
– Bateria de 3.000 mAh
– Taxa de atualização de 75 Hz
– WiFi AC e Bluetooth
– Sistema operacional Android

Com isso em mente, podemos dizer que o seu preço é um pouco elevado, principalmente se levarmos em conta que um kit desses com o Galaxy S6 pode custar menos que isso. Ou por um pouco a mais é possível adquirir o Galaxy S7 e receber o acessório de realidade virtual de graça.

Via Liliputing

Primeira cirurgia ao vivo via realidade virtual acontecer no dia 14 de abril

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Apesar da realidade virtual estar orientada principalmente para o mundo dos games e do entretenimento adulto, ela pode oferecer muitas possibilidades, e uma clara mostra disso é na cirurgia ao vivo que acontecerá no dia 14 de abril, onde é possível conferir tudo de casa com uma simples Google Cardboard.

A Medical Realities vai realizar o feito, transmitindo o procedimento com uma câmera de 360 graus, que estará colocada acima da mesa de operações. Um aplicativo específico e gratuito, o VRinOR, vai transmitir tudo. Leve em conta que esta não será a primeira cirurgia que poderá ser vista em realidade virtual, mas sim a primeira que será transmitida ao vivo, um detalhe que adiciona um grande interesse ao evento, permitindo que qualquer pessoa veja todas as particularidades da cirurgia.

A realidade virtual tem um grande potencial dentro do setor da medicina, apesar da Medical Realities não se distanciar das possibilidades oferecidas pela realidade aumentada. O uso das duas tecnologias de forma conjunta pode ajudar e muito na formação de novos médicos, além de oferecer um grande apoio em procedimentos cirúrgicos mais complexos, oferecendo instruções avançadas com menus sobrepostos sobre diferentes órgãos e tecidos, por exemplo.

Você pode fazer o download do VRinOR para iOS e Android nos links correspondentes.

Vídeo demonstrativo do procedimento a seguir.

 

Via TweakTown