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Google confirma oficialmente o cancelamento do Project Ara

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A Google confirmou oficialmente o cancelamento do Project Ara, programa que tinha como objetivo criar smartphones modulares baseados em hardware aberto.

O Project Ara sofreu alguns contratempos; No começo, a Google foi muito mais audaciosa, chegando inclusive a programar um teste piloto que se desenvolveria em Porto Rico. Porém, este foi cancelado poucos meses depois da reestruturação da empresa para o Alphabet.

Os motivos para o fim do programa depois de mais de três anos de desenvolvimento estariam no fato do Project Ara ser ambicioso demais, inclusive para a Google, que jogou a toalha em um produto promissor, com hardware aberto e padrão para smartphones modulares.

Resta saber se a Google vai permitir que alguns dos seus parceiros prossigam com o projeto por conta, já que haviam diversas empresas interessadas nessa tecnologia, e sugere talvez que o Project Ara pode ainda sobreviver através de acordos de licença.

Está mais do que claro que as coisas não aconteceram como o previsto, e este é o pior final possível para um produto que muitos sonhavam ver nas lojas algum dia.

Via VentureBeat

Project Ara e seus smartphones modulares chegarão ao mercado em 2017 (finalmente)

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O último dia da Google I/O 2016 tem como principal novidade o anúncio da Google que o Project Ara deixou de ser um projeto para entrar em fase de produto final para 2017.

O agora conhecido como Ara terá o primeiro kit de desenvolvimento disponível para o final de 2016, com o primeiro dispositivo comercial acompanhado de uma boa quantidade de módulos chegando em algum momento de 2017. O Ara sofreu vários atrasos e até falsas esperanças, isso depois de uma confirmação no início de 2015 que Porto Rico receberia um programa piloto, algo que foi cancelado e provocou uma grande mudança de estratégia.

O Project Ara surgiu em 2013 como um desenvolvimento da Motorola, quando a empresa ainda pertencia à Google e era encarregada da divisão dos projetos especiais ATAP, que ficou com a Google depois da venda da empresa norte-americana para a Lenovo. Desde então, poucos foram os detalhes de algo que tinha a pinta que iria revolucionar o mercado de smartphones.

O primeiro protótipo apresentado pela Google conta com algumas mudanças em relação ao que foi apresentado anteriormente, já que agora a função de telefone está dentro do próprio dispositivo, e não em um módulo. Isso dá espaço para seis slots genéricos, que permitirão uma grande quantidade de módulos para potenciar as funções do smartphone, como câmeras com diferentes formatos e lentes, alto-falantes, armazenamento, sensores, telas secundárias, projetores, quantificadores e outras opções.

Os módulos estariam conectados através de uma rede chamada ‘Unipro’, sincronizada o tempo todo via software, integrado ao Android N, permitindo assim a troca de módulos sem a necessidade de reiniciar o dispositivo. Tudo seria através do Google Now (ou Assistan), onde através de um comando de voz, o módulo seria desativado para a sua troca.

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Outro ponto importante é que nesse primeiro dispositivo, tanto a tela como o processador e a bateria estão integrados. Cada módulo também servirá para personalizar a aparência do smartphone, combinando cores e designs, além de poderem ser fabricados em diferentes formatos para se adaptarem ao tamanho de cada um dos slots.

Agora, resta esperar que os desenvolvedores anunciem a disponibilidade dos primeiros módulos, onde Sony, Toshiba, Panasonic, TDK, iHealt, E Ink e Samsung já estão confirmados como parceiros. O Ara é um projeto muito promissor. Torcemos para que vingue no mercado.

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Via  | ARAWired

Project Ara: hardware aberto e modular também para os tablets

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Project Ara é o programa de hardware aberto destinado inicialmente a criar smartphones a base de módulos individuais padronizados, que permitiriam criar dispositivos personalizados e atualizáveis no futuro, ou com peças de fácil substituição em caso de falhas e/ou melhorias.

Um projeto muito interessante, cujos ativos ficaram com a Google, e que segue em desenvolvimento. Agora, deve ser ampliado para os tablets. Um protótipo de testes apareceu no site GFXBench revelando essa aspiração. O tablet com numeração de série A8A01 possui tela de 13.8 polegadas, chipset Snapdragon 810, 3 GB de RAM, 32 GB de armazenamento e sistema operacional Android 6.0 Marshmallow.

Mas além de suas especificações, a presença do protótipo indica que o Project Ara segue vivo. A ideia é simples e apaixonante para muitos que lidam com produtos eletrônicos. É o mesmo que a gente fazia com nossos desktops no passado.

O Project Ara permitiria a troca rápida de módulos sem a necessidade de restaurar nem de realizar nenhuma operação complicada no sistema operacional Android. Contaria com fabricantes como Toshiba, Rockchip, Quanta, Marvell ou NVIDIA como fornecedores de módulos.

A última informação conhecida foi a do cancelamento de um teste piloto com smartphones que estava sendo realizado em Porto Rico, quando a Google se reestruturou em torno da Alphabet. Foram anunciadas novidades posteriores, mas até agora nada foi anunciado.

Fato é que não sabemos qual é o estado real do Project Ara, mas o tablet nos dá esperança que ele pode chegar ao mercado algum dia.

Via GFXBench

Project Ara é adiado para 2016

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O Project Ara, agora nas mãos do Alphabet, foi oficialmente adiado para 2016, mudando seu local de operações para se alojar em algum lugar dos Estados Unidos que não foi revelado. Ele segue a sua ideia de ser um ‘programa piloto’, mas vai levar mais tempo para chegar ao mercado. A confirmação do adiamento veio através de uma mensagem publicada na conta oficial do projeto no Twitter.

Não faz muito tempo que o projeto teve os seus planos alterados, com o teste prático planejado para acontecer em Porto Rico no final do ano oficialmente cancelado. Vale lembrar que o Project Ara é algo muito diferente e inovador, e o elevado nível de personalização torna a sua execução algo muito complexo para um mercado tão dinâmico como é o da telefonia móvel.

O Google pensava em ter entre 20 e 30 módulos disponíveis no início dos testes práticos em Porto Rico. A maioria desses módulos poderiam ser trocados sem a necessidade de desligar o smartphone para a troca. Como produto em si, eles nos levam a pensar que podemos nos dirigir até uma loja ou operadora e comprar o esqueleto básico do telefone, para depois escolher os módulos de acordo com nossas necessidades e possibilidades, permitindo atualizações e melhorias de hardware com o passar do tempo.

Na prática, o Project Ara pode significar o fim do ciclo de vida de um smartphone.

 

Via @ProjectAra

Mudanças de planos no Project Ara, que agora é do Alphabet

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O Project Ara, que visa oferecer smartphones modulares, terá mudanças na sua rota de desenvolvimento pensando em um lançamento em grande escala para o consumidor final. Com a nova organização promovida pelo Alphabet, temos também algumas alterações nesse aspecto.

A rota de desenvolvimento do Project Ara passava por um grande teste: um programa piloto em Porto Rico, no final de 2015, com smartphones funcionando na ilha de Fidel. Porém, esse plano mudou, e esse teste não será feito em um país específico. Mais informações serão passadas nas próximas semanas.

Tudo indica que não será um adiamento ou cancelamento do Project Ara, mas sim uma mudança de planos sobre o local de execução do plano piloto. Fato é que a comunicação via Twitter dos responsáveis sobre o projeto foi bem confusa.

A seguir, veja um vídeo da última demonstração do Project Ara no Google I/O 2015.

 

 

Via @ProjectAra

Project Ara também passou pelo Google I/O 2015, e essa é a sua primeira foto

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Muitos esperavam que o Project Ara fosse um protagonista no Google I/O 2015, mas não tivemos novidades muito potentes. Por outro lado, ele foi apresentado em funcionamento pela primeira vez, já que antes só vimos módulos e conceitos.

Dois projetos inovadores como o Soli ou o Jacquard foram protagonistas nessa edição, onde eles também tiveram um espaço importante no Project Tango. O Project Ara segue em desenvolvimento, com o objetivo de ser o primeiro grande smartphone modular com o sistema operacional Android.

O departamento ATAP do Google é o encarregado em dar vida ao projeto, e eles mostraram o telefone funcionando por alguns minutos. O site The Verge registrou esse momento no vídeo a seguir.

Eles mostram a estrutura principal (Endo), e alguns módulos: processador, bateria, dois alto-falantes e uma câmera. Cada um deles são conectados, e o telefone é ligado, executando a última versão do Android.

É interessante ver como a câmera é conectada com o telefone em funcionamento, que reconhece automaticamente o novo módulo, habilitando as funcionalidades de fotos e vídeos. A seguir, temos a primeira foto pública capturada por um telefone do Project Ara.

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Toshiba apresenta módulos de câmera para o Project Ara

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Na próxima Mobile World Congress de Barcelona, veremos várias novidades sobre o Project Ara, smartphone modular da Google. Não sabemos se ele aparecerá de forma oficial, mas muitos fabricantes de módulos apresentarão protótipos e conceitos. Uma das fabricantes que apostam no projeto é a Toshiba, que mostram os seus módulos para câmeras.

A Toshiba apresentou alguns desses módulos na Modular Phones Forum. Não são produtos finais, mas ao menos sabemos que teremos versões com 5 e 13 megapixels, além de um módulo de 2 megapixels para a câmera frontal.

Nessa primeira fase, vemos câmeras básicas e funcionais, que passarão por mais três fases de desenvolvimento, que será concluído em 2016. O vídeo abaixo mostra o módulo de 5 megapixels em funcionamento.

A câmera é um dos módulos considerados essenciais, que fazem todo sentido em um smartphone para a maioria dos usuários. Mas o verdadeiro interesse da plataforma parece estar nos módulos especiais, com funcionalidades não habituais, mas muito úteis em casos específicos.

Mais fotos dos módulos da Toshiba a seguir.

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Via PetaPixel

Módulos do Project Ara serão vistos na Mobile World Congress 2015

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A Google vai levar o seu Project Ara para a Mobile World Congress 2015, e alguns dos seus parceiros no projeto, responsável pelos módulos para o telefone, devem fazer o mesmo.

Aproximadamente 50 módulos diferentes poderão ser vistos no evento. Provavelmente a maioria deles ainda em formato conceitual, alguns deles em modo funcional, e todos devem indicar o caminho que deve seguir o telefone modular.

Para o consumidor médio, será um smartphone que permite a configuração e troca de partes elementares, como memória, bateria e tela. Mas a grande revolução do Project Ara é poder contar com módulos especiais, com funcionalidades não habituais nos smartphones, mas muito úteis em casos muito específicos.

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A Toshiba é uma das empresas envolvidas. Anunciou recentemente um acordo com a Gujarat Chipmaker Einfochips para produzir seus módulos, com preços que variam entre US$ 50 e US$ 500. Eles teriam dois smartphones base construídios (Spiral One e Spiral Two), e um terceiro em desenvolvimento (Spiral Three), que seria apresentado em breve. Todos podem se tornar produtos compráveis pelo consumidor final, ou pelo menos acessíveis para os desenvolvedores.

O Project Ara também abre portas para novas empresas. Nomes como Vestigen, Innolux, Sennheiser ou Lapka apostam no conceito, além de oferecer espaço para empresas menores, como a Yezz, que tem destaque nos Estados Unidos.

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A Yezz também vai mostrar seus protótipos de módulos na MWC 2015. Se eles serão uma realidade (ou não) é outra história, mas eles contam com pelo menos 100 módulos confeccionados nas suas fábricas dos Estados Unidos e China, prontos para serem apresentados.

Via CNETSTJS Gadgets Portal

Vestigen prepara módulos para o Project Ara que analisam sangue e água

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A Vestigen tem a intenção de criar módulos para o smartphone modular Project Ara que serão capazes de reconhecer e analisar o sangue de um paciente, para identificar o nível de açúcar no mesmo, ou até analisar a água, para determinar se é ou não potável.

O CEO da empresa, Alexander Krisko, apresentou esse e outros projetos relativos ao Project Ara em Cingapura (vídeo a seguir).

Ele disse que a tecnologia empregada nos módulos é própria, o que nos leva a pensar que o projeto da Google não é mero divertimento para alguns, mas que pode se tornar em uma revolução para uma maior qualidade de vida da humanidade.

O custo dos elementos pode ser muito menor do que em dispositivos dedicados, o que devemos unir às possibilidades de comunicação que o smartphone aspira.

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Via Vestigen

Innolux e Sennheiser mostram os seus módulos para o Project Ara

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Ao longo do ano, veremos marcas famosas apresentando seus conceitos de módulos para o Project Ara. Os dois exemplos desse post são ao Innolux e a prestigiosa empresa de áudio Sennheiser.

A Innolux é um fabricante de telas que apresentou o seu próprio módulo de 4.5 polegadas (1280 x 720 pixels, 600 cd/m2).

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Destaque também por essa tela contar com apenas 1 mm de espessura nas bordas, e pela presença da proteção Gorilla Glass. A empresa quer oferecer esse módulo ao longo de 2015, e contemplam com o desenvolvimento de telas de tinta eletrônica e 3D, pensando em uma maior variedade de tipos de telas.

 

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A alemã Sennheiser já tem apoio declarado ao Project Ara, mas até agora nenhum desenvolvimento foi apresentado. Pois bem, o primeiro módulo apareceu, o Amphion, que é uma placa de som de altas configurações para o smartphone, contando com um circuito especial e dedicado ao áudio, além de saídas e entradas de som, com amplificação classe G.

Um segundo módulo, o Proteus, é mais simples nas suas possibilidades. Inclui dois conectores para fones de ouvido, e vale lembrar que a base do Project Ara não conta com saída de áudio.

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Assim é o Project Ara com os módulos da Lapka, com sensores de saúde e ambiente

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Na semana passada, a Google mostrou um pouco mais sobre o Project Ara, e que os primeiros dispositivos seriam comercializados em Porto Rico, no final de 2015. Hoje, apresentamos novidades relacionadas com a fabricante de componentes Lapka, empresa diretamente relacionada com a área de saúde.

A Lapka é muito conhecida no mundo da tecnologia pelo desenvolvimento de hardware e sensores que monitorizam constantes vitais e ambientais, cuidando especialmente do design. Ou seja, nada a ver com câmeras ou conectividade adicional, um dos principais focos do Project Ara nos componentes.

Seus módulos se apresentam com uma aparência muito chamativa, ao menos na sua versão conceitual, escondendo uma grande variedade de sensores, alguns deles difíceis de se imaginar em um smartphone hoje, mas que podem ser muito úteis.

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Em 2012, eles apresentaram um dispositivo conhecido como Personal Environment Monitor (PEM), que era concebido como um produto modular que precisava de um smartphone para apresentar os resultados. Ele é capaz de medir a radiação (móvel, WiFi), temperatura, níveis de nitrato dos alimentos, campos eletromagnéticos, umidade e do ambiente.

Seu último produto é uma espécie de bafômetro, que também precisa de um smartphone como janela de informações. Todos esses avanços alcançados pela Lapka, que por sua vez quer levar tudo isso ao Project Ara no formato de módulos.

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Apesar de ser uma iniciativa da Lapka, a empresa trabalha ao lado da Google para criar seus módulos. Nas imagens no final do post, é possível ver o design de muitos desses módulos, entre eles um monitor de dióxido de carbono, um quantificador da qualidade do ar, um medidor de glicemia e um sensor de ritmo cardíaco.

O design de módulos muito específicos é o que pode dar sentido ao Project Ara, indo além de montar smartphones que rivalizem em desempenho com os modelos disponíveis no mercado. Também são esperados sensores de luz ambiente especiais (UV), e um módulo batizado como ‘Soul’, que ninguém sabe direito para quê serve.

Por fim, o pessoal da Lapka vê no Project Ara uma plataforma espetacular para montar estações meteorológicas móveis, ferramentas para médicos e laboratórios móveis. Veremos até onde essas promessas chegam.

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Project Ara: uma revisão dos avanços do telefone modular da Google

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O Project Ara, smartphone modular da Google, vai estrear (em formato de projeto piloto) em Porto Rico. Recentemente, eles revelaram mais informações que indicam os caminhos que o projeto está tomando, além de novas imagens do último protótipo do produto. Esse post faz uma revisão de tudo o que sabemos, e revelando essas últimas novidades do projeto.

O produto está mais próximo de se tornar a realidade, e a Google mostrou os importantes avanços do projeto. A última versão do conceito (Spiral 2) mostra uma ideia mais trabalhada e madura. Paul Emerenko, diretor do Project Ara, revelou que a aparência do hardware presente no novo protótipo é praticamente a final, ou pelo menos muito próxima de ser a definitiva.

Entre as principais mudanças oferecidas pelo Spiral 2, temos os seus ímãs eletro-permanentes, que são responsáveis por manter os módulos conectados. Eles se encontram no ‘endoesqueleto’ do telefone (peça central de metal do Ara), e isso deve se converter em mais espaço para os módulos adicionais, com novas funcionalidades.

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Seu design também foi modificado. A primeira ideia da Google era permitir personalizar o smartphone via impressão 3D, mas agora eles decidiram oferecer ao usuário a possibilidade de mudar a aparência do aparelho imprimindo imagens em alta resolução em um corpo de policarbonato, através de uma técnica chamada ‘sublimação de pigmentos’.

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O encaixe de todas as peças é algo tão simples como encaixar e deslizar, e no momento em que algum módulo não for algo útil, é possível substituir por um de outra categoria, ou um módulo melhor do mesmo grupo – no caso da batera, você pode inclusive levar módulos de bateria reserva contigo, para uma troca simples e sem cabos ou tomadas. Mas, atenção: a troca da bateria deve acontecer em menos de 30 segundos, para evitar que o smartphone se desligue (Emerenko garante que eles estão trabalhando para aumentar esse tempo para um ou dois minutos).

Para o Spiral 3, a Google espera ter pronto novos módulos, como um fotográfico com um sensor de alta resolução, outro com conectividade 4G e até um com bateria com autonomia de até um dia completo de uso.

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Também foi apresentado o aplicativo Ara Configurator, onde o usuário é capaz de escolher os componentes do seu smartphone, e personalizá-lo. Graças a essa plataforma, os interessados poderão escolher os itens que desejam para o dispositivo, que se organiza em três capas (endoesqueleto, módulos e carcaças externas).

Também terá uma seção para verificar as configurações já montadas (com uma possibilidade futura de que isso se volte para uma atividade ‘social’), acesso às pré-visualizações do smartphone, para que saibas como o produto é confeccionado, e uma ficha final, que revisa as especificações do smartphone, mostrando quanto a brincadeira vai custar.

Junto ao Ara Configurator, temos o Ara Manager, que bloqueia/desbloqueia os módulos inseridos no smartphone. Esse app vem pré-instalado em todos os telefones Ara e, apesar da sua interface não ser muito clara, tudo indica que o software permite a ativação (ou não) de seus módulos similares. Da mesma forma, as atualizações e pacotes de desenvolvedores também chegarão através do Manager, onde também será possível consultar outros parâmetros do smartphone.

Como podem ver, são muitos os avanços feitos com o Project Ara, que se torna algo mais e mais interessante. Ainda resta um tempo para que esse produto seja comercializado ao redor do planeta, mas a sensação que dá é que o Ara deixou de ser uma ideia local e sem forma, para se tornar um produto de verdade.

2015 será um ano definitivo para o Project Ara, e com sorte vamos ver o produto em ação nos próximos meses.

Mais fotos do protótipo Spiral 2 a seguir.

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Project Ara vai iniciar o seu ‘piloto’ em Porto Rico

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A equipe de desenvolvimento do Project Ara confirmou os primeiros passos em seu caminho até chegar ao mercado. Um primeiro teste piloto vai acontecer em Porto Rico, onde a Google quer pulir detalhes no design e no maquinário de produção e distribuição dos telefones.

Porto Rico começa a distribuir os modelos do Project Ara a partir do final de 2015. Por enquanto, não há detalhes sobre como eles vão fazer isso, ou quais serão as características dos telefones, mas mencionam que a segunda versão do Ara (Spiral 2) vai incluir os processadores Tegra K1 de máximo desempenho.

Entre as características do modelo atual (um protótipo que pode variar bastante antes de chegar ao mercado), temos não apenas o Tegra K1, mas também telas com 720p de resolução, módulos de conectividade (Bluetooth, WiFi, 3G) e diferentes câmeras.

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Mas o futuro não está em Porto Rico. Um passo além é a disponibilidade global, pois a Google quer que o Project Ara possa competir contra os smartphones mais poderosos do mercado, sempre que o usuário desejar, é claro. A filosofia do Ara é construir smartphones modulares, com características que se adaptam às necessidades de cada um.

Um fator chave para o projeto é o preço: qual será o custo a pagar pela personalização do smartphone? Até agora, não sabemos. E a resposta só virá no final de 2015, direto de Porto Rico.

Via Project Ara

NVIDIA e Marvell são os novos parceiros do smartphone modular do Google

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Novidades sobre o Project Ara, o smartphone modular da Google que continua tomando forma, recebendo novos sócios que desenvolverão módulos para o dispositivo. Dois nomes fortes no mundo do hardware mobile entram para o projeto: Marvell e NVIDIA.

É interessante ver como companhias consolidadas em dispositivos móveis apostam na ideia modular, já que é uma forma de dizer que também acreditam na iniciativa, e que querem ver o projeto nas ruas. Não dá para negar que, ao mesmo tempo, temos o componente de publicidade, já que trabalhar ao lado da Google é algo que vende, e muito.

A NVIDIA vai adaptar o seu processador Tegra K1 para o formato modular. Tal chip está presente no Nexus 9, no Chromebook da Acer e em outros projetos do Google, como o Tango.

Além da Texsas Instruments e da RockChip, a Marvell também aposta no conceito modular, oferecendo o seu chipset de quatro núcleos PXA1928. É um chip menos potente, porém, mais acessível ao consumidor.

Além disso, o Project Ara vai utilizar a interface de interconexão entre módulos UniPro, da Toshiba.

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A pergunta que fica é: quando os smartphones modulares vão se transformar em uma realidade? O Google quer que isso aconteça ao longo de 2015. Pode parecer cedo, mas que finalmente pode mostrar um produto com uma aparência de um telefone que podemos comprar. Sabemos que na primavera de 2015 (no hemisfério norte) teremos uma terceira evolução do Spiral, o protótipo que está em desenvolvimento pelo Google.

Via Project Ara

Google vai revelar importantes novidades sobre o Project Ara em janeiro de 2015

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O Google informa que nos dias 14 de janeiro de 2015 (Mountain View, Nova York, Buenos Aires e Londres) e 21 de janeiro de 2015 (Cingapura, Bangalore, Tóquio, Taipei e Shanghai), dois ciclos de conferências serão realizados para falar sobre ‘importantes mudanças e avanços’ no Project Ara.

O grupo Advanced Technology and Project (ATAP) da Google informa no blog oficial do projeto que também vai oferecer uma demonstração do novo protótipo do Ara nos dois eventos, onde vamos saber como eles avançaram em um dos desenvolvimentos mais singulares dos últimos tempos no segmento mobile.

A organização de eventos em locais tão diferentes pode indicar o anúncio de novas formas de colaborar com o projeto por parte dos desenvolvedores, abrindo um novo caminho para que o projeto se beneficie das ideias e aplicativos de terceiros. É esperado que tais conferências revelem detalhes sobre o lançamento dos primeiros telefones e módulos Ara, que teoricamente deverão aparecer ao longo de 2015.

Fato é que o Project Ara avançou de forma notável em poucos meses, e será interessante conferir o que a Google e seus engenheiros preparam para o futuro.

Via Google ATAP

Google planeja uma loja de componentes para o seu smartphone modular

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Não sabemos quais são os projetos que a Google mantém em segredo, mas sabemos que um dos mais interessantes que eles apresentaram é o Project Ara. O telefone modular ainda tem um longo caminho de desenvolvimento, mas em Moutain View o trabalho é constante para que ele seja uma realidade.

Um dos últimos avanços está relacionado com a disponibilidade de componentes do smartphone modular. Paul Eremenko, diretor do projeto, revelou em um evento na Universidade de Purdue que a Google trabalha em algo parecido com a Play Store: uma loja onde os usuários poderão comprar suas peças, avaliar, recomendar e comentar suas experiências com os componentes.

Infelizmente, o diretor não entrou em detalhes sobre datas de lançamento do produto, de modo que vamos ter que esperar mais um pouco para que a Google se pronuncie sobre o assunto – ou nos pegue de surpresa com um anúncio repentino.

 

Project Ara: os telefones modulares receberão novo hardware, e novo evento

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A Rockchip é mais uma empresa que vai oferecer o hardware para o projeto de telefone modular da Google, o Project Ara. Assim como a MediaTek, ela se caracteriza por oferecer componentes mais acessíveis, mas vai além dos segmentos de smartphones e tablets.

A ideia é criar processadores compatíveis com os demais componentes, mas dispensando a necessidade de criar circuitos especiais para gerenciá-los. Para isso, eles vão utilizar a tecnologia de interconexão UniPro interface.

Hoje, todos os protótipos do Poject Ara são construídos com hardware da Texas Instruments (OMAP 4460). Essa empresa deixou de fabricar hardware para smartphones, mas segue trabalhando no desenvolvimento de produtos.

Também foi anunciado que teremos um segundo evento ainda em 2014, para que os desenvolvedores e outros parceiros vejam os avanços do Project Ara. Vale lembrar que a primeira conferência aconteceu no meio de abril.

Nesse segundo evento, deve ser apresentado um novo MDK (ou hardware para desenvolvedores), que estaria disponível no começo de 2015. Talvez já com a presença da Rockchip nos componentes.

Via Google ATAP

Project Ara começa a aceitar reservas de desenvolvedores para o seu smartphone modular

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O projeto do smartphone modular da Google começa a apresentar a sua cara para o mundo. O Project Ara começa a aceitar as primeiras reservas dos interessados na sua placa de desenvolvimento. Para os mais curiosos sobre o produto, saiba que a Google vai revisar minuciosamente todas as solicitações para enviar as primeiras unidades para aquelas pessoas que contam com experiência no assunto.

A primeira leva de solicitações será atendida até o próximo dia 18 de julho, e os envios começam no final desse mês. Depois disso, a nova janela de pedidos só será aberta até o dia 17 de agosto. Veremos se a ideia desse smartphone modular é tudo isso que a Google quer vender. Lembrando: essa ainda não é a versão comercial do produto. Logo, muita coisa pode mudar, e os futuros vídeos de hands-on que você verá serão de um produto ainda em desenvolvimento.

Via PocketNow

Toshiba vai fabricar os processadores dos smartphones Project Ara da Google

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Aos poucos, vamos conhecendo mais detalhes sobre o Project Ara, linha personalizável de smartphones da Google. Segundo o site Nikkei, a Toshiba será a encarregada de fabricar os processadores para esses smartphones, e que já estão trabalhando nisso com a Google desde outubro.

Segundo a fonte, a Toshiba será o provedor principal dos processadores, mas está previsto que eles se tornem o único fornecedor um ano depois que o primeiro dispositivo da linha chegue ao mercado. A Toshiba deve fabricar três tipos de processadores para o Project Ara, que serão utilizados tanto no smartphone como em alguns módulos adicionais.

Vale lembrar que a chave do Project Ara é oferecer uma base onde cada usuário pode ir adicionando módulos adicionais em função de suas necessidades. A ideia é tornar o dispositivo totalmente personalizável com isso, podendo adicionar e remover módulos na hora que você quiser.

O site Nikkei também faz referência a outros aspectos importantes do projeto que já haviam sido especulados e confirmados a algumas semanas. Garantem que a Google tem a intensão que o telefone mais barato não supere a faixa dos US$ 50, e que os primeiros telefones do Project Ara podem chegar ao mercado a partir do começo de 2015.

Via Nikkei

Flippypad, um projeto que transforma o Project Ara em console portátil

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Com o Project Ara com previsão de chegada ao mundo para o começo de 2015, algumas mentes já pensam nas alternativas de acessórios pensados no smartphone modular da Google. Uma dessas ideias é o Flippypad, um conceito que transforma o smartphone em um videogame portátil – com a adição de um módulo, é claro.

Pelo render, não há muito o que comentar sobre o design do produto: é um case adaptável do tamanho da tela, com um gamepad similar ao do Nintendo 3DS, com dois joysticks, um d-pad e quatro botões. Ou melhor: é um Sony Xperia Play que pode ser removido do corpo do telefone quando não queremos utilizá-lo.

A ideia é do artista norte-americano Samuel Herb, que publicou o projeto no Tumblr, com a esperança que alguém possa fabricá-lo. Se o produto vai chegar ao mercado ou não, não sabemos. Mas com certeza não será o último conceito criativo relacionado ao Project Ara que veremos na internet. Ainda mais agora que a Google confirmou que os módulos poderão ser comprados direto na Google Play, como se fossem aplicativos da loja.

Via The Aether Technincan