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A tecnologia criou mais postos de trabalho do que destruiu entre 1871 e 2011

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Um recente estudo produzido pela Deloitte e publicado pelo The Guardian analisou os dados dos censos da Inglaterra e do País de Gales para analisar como evoluiu o mercado laboral da região desde 1871. Normalmente se associa que as máquinas tomariam os postos de trabalho dos seres humanos, mas não foi bem isso o que aconteceu. Na verdade, temos um aumento de postos em outros setores, principalmente no setor criativo.

Os trabalhos de caráter mais físico foram os que mais registraram queda entre 1871 e 2011, indo de 23,7% para 8,3%. Em contrapartida, as profissões sanitárias e educativas passaram de 1,1% para 12,2% no mesmo período. De acordo com o estudo, a tecnologia substitui os trabalhos de força bruta, mas também ajuda no aumento de produtividade e de vagas de emprego em outros setores essenciais.

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Além disso, com as máquinas custando menos, o cidadão tem mais dinheiro para gastar em outras coisas que não correspondem às necessidades do dia a dia. O estudo cita vários exemplos concretos: a perda de postos na agricultura, em lavanderias, em trabalhos de secretaria, em mecanógrafos, fábricas… porém, temos mais profissionais técnicos, professores, profissionais de saúde, contadores, entre outros.

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Isso tudo faz sentido em partes. É preciso levar em conta que o estudo abrange apenas a Inglaterra e o País de Gales. Hoje, muitas empresas não só recorrem à máquinas para cobrir as vagas, mas também buscam trabalhadores de países em desenvolvimento que trabalham mais, com menor controle laboral, e por um salário muito mais baixo.

 

E o futuro?

Quem sabe um conflito tão interessante como preocupante entre seres humanos e máquinas. O que faria as pessoas se os robôs fizessem quase todo o tipo de trabalho e de forma muito melhor? A quê as pessoas se dedicariam?

Os autores do estudo não acreditam que vamos viver esse problema em um futuro próximo, e as máquinas cuidariam das tarefas mais laboriosas e repetitivas, sem eliminar a necessidade da intervenção de um ser humano em tarefas mais delicadas e específicas.

Via The Guardian

Galaxy S6 pode custar 749 euros, e Galaxy S6 Edge pode ser mais caro que o iPhone 6 Plus

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Segundo fontes próximas da Samsung (para o Ars Technica), os novos Samsung Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge seriam smartphones com preços realmente elevados. O que não chega a ser surpresa, se olharmos para o histórico dos sul-coreanos nos últimos lançamentos de dispositivos top de linha.

Os preços do Samsung Galaxy S6 seriam de 749, 849 e 949 euros para as versões de 32, 46 e 128 GB de armazenamento, respectivamente. O modelo de 64 GB do Samsung Galaxy S6 Edge custaria 949 euros, e a versão com 128 GB custaria 1.049 euros, sendo este último mais caro que o iPhone 6 Plus de 128 GB.

A esses valores considerados exorbitantes, soma-se um outro problema: parece que a disponibilidade de estoque da Samsung para o Galaxy S6 será limitada, com um cenário mais agravante para o Galaxy S6 Edge, já que as fontes afirmam que a Samsung está tendo problemas com a capacidade de produção das telas curvas dos dispositivos.

Se isso estiver correto, a Samsung corre o risco de estar incindindo muito o modelo com tela curva na sua campanha de marketing, mas na hora de colocar o produto no mercado, não ter muitas unidades do produto. As fontes afirmam que apenas uma terça parte das unidades do Galaxy S6 corresponderá ao modelo Edge.

Via Ars Technica

Telas OLED (flexíveis?) nos futuros iPhones

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O diário japonês Nikkan Kogyo Shimbum revela um dado interessante, que pode afetar o futuro da tecnologia de telas do iPhone e Apple Wacth. A Apple contratou os serviços da Foxconn para fabricar telas OLED para os seus próximos dispositivos.

A produção deve começar no final de 2015, o que leva a crer que o próximo iPhone a ser apresentado esse ano segue utilizando uma tela LCD. Porém, a chegada dessa tecnologia faz sentido por outra perspectiva: a possibilidade de dispositivos com tela curva.

Algumas patentes da Apple apontam para essa possibilidade, e a notícia do início da produção de telas OLED para os próximos iPhone e Apple Watch reforçam essa teoria.

Não faz muito tempo que várias fontes indicaram que a Foxconn e sua subsidiária Innolux investiram US$ 2.6 bilhões em uma fábrica que ofereceria componentes para um único cliente, o que pode ser mais um indício da existência desse acordo exclusivo entre Apple e Foxconn.

Via BGR

Apple pode dar ‘incentivo’ para Foxconn aumentar a produção do iPhone 6 Plus

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A Apple estaria disposta a pagar mais dinheiro para a Foxconn aumentar a produção do iPhone 6 Plus. Hoje, a fabricante chinesa ganha US$ 20 por cada unidade do iPhone 6 Plus fabricada, e esse valor poderia ser aumentado para até US$ 25 a unidade.

A demanda dos novos iPhones (6 e 6 Plus) está tão elevada, que a Foxconn já dedica mais de 200 mil funcionários na produção dos modelos, e esse aumento da produção faria com que a Apple pagasse mais por cada unidade de forma temporária, até que os ritmos iniciais de produção sejam recuperados.

Tim Cook indicou durante o evento de apresentação dos resultados financeiros da empresa que eles não podem precisar quando serão capazes de atender a demanda, mas que podem gerenciar um aumento da capacidade de produção, se isso for necessário (e, pelo visto, está sendo necessário).

Apesar da Apple não entrar em detalhes sobre o volume de unidades vendidas em cada modelo, dados preliminares mostram que o iPhone 6 Plus é um sucesso em particular na China, deixando claro que o país tem um interesse especial por telefones com grandes telas. E a Apple já se aproveita disso muito bem.

Via BGR

iPhone 6, a ponto de começar a ser fabricado

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Fontes próximas da fábrica da Foxconn em Zhengzhou revelam que o iPhone 6 está na fase de “testes de validação do produto”, que é a última antes de sua produção em massa. Um pequeno lote de unidades é produzido para detectar possíveis problemas.

Se passar por essa fase, o ritmo de produção do dispositivo será de 90%, o que vai permitir um bom lote inicial de unidades disponíveis para o lançamento. A fonte não faz distinção entre os hipotéticos modelos de 4.7 e 5.5 polegadas, e alguns rumores apontam que a aparição desses modelos não será simultânea. Alguns afirmam que o modelo maior poderá nem ser apresentado, com a Apple reservando essa cartada para os próximos meses.

Apesar de não haver qualquer tipo de confirmação oficial, é esperado que a Apple apresente o novo iPhone em 9 de setembro. Se a data estiver correta, a produção em massa dos dispositivos não deve demorar para começar.

Via VR-Zone

Apple se prepara para a maior produção de iPhones de sua história

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O mês de setembro está chegando, e o esperado iPhone 6 também. Todos os rumores apontam para dois dispositivos quase iguais, mas com tamanhos diferentes (4.7 e 5.5 polegadas). Antes, muitos diziam que o novo smartphone da Apple chegaria ao mercado durante o outono norte-americano, mas o Wall Street Journal afirma o contrário, dando mais informações sobre o assunto.

A fonte garante que a Apple encomendou uma produção entre 70 e 80 milhões de unidades do iPhone 6, que devem estar prontos antes do dia 30 de dezembro de 2014, sem entrar em detalhe sobre os números de cada modelo. Comparado com os números do ano passado, a encomenda variou entre 50 e 60 milhões de unidades do iPhone 5s e iPhone 5c. Vale lembrar que a fabricação do novo iPhone ainda não começou (deve começar em agosto).

Também não está claro se o iPhone de 5.5 polegadas chegará em setembro. O WSJ afirma que a Apple está enfrentando dificuldades na produção das telas com esse tamanho. Também informam que foi solicitado aos seus fornecedores componentes para a fabricação de 120 milhões de unidades dos novos dispositivos (em 2013, esse número foi de 90 milhões).

Via WSJ

Amazon confirma que os seus drones estão cada vez mais próximos de se tornarem reais

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O que parecia mais uma brincadeira ou delírio de Jeff Bezos está se tornando uma realidade. O próprio Bezos confirmou isso em uma carta para os acionistas da Amazon, onde entre outros assuntos relacionados com a empresa, ele falou do Amazon Prime Air.

Bezos confirmou que eles já testam a quinta e sexta geração dos seus drones de entregas de encomendas, e que o equipamento responsável está em fase de design e planificação da sétima e oitava geração dos seus drones.

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Entre os objetivos futuros, eles pretendem que em até quatro anos esses drones sejam uma realidade, e que eles visam melhorar a sua autonomia de voo e potência, para que os pacotes mais pesados possam ser transportados em longas distâncias sem maiores problemas, além de garantir a sua regulamentação de uso para esse tipo de equipamento.

Recordamos a seguir o vídeo de apresentação do projeto.


Via Re/code

Nintendo Wii está oficialmente descontinuado no Japão (e esse é o início do fim do console)

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Todo mundo já sabia que isso iria acontecer. A própria Nintendo deixou isso bem claro, quando informou que encerraria “em breve” o final da produção do Wii no Japão. Porém, não se imaginava que o próximo passo viesse tão rápido. Apenas 20 dias depois do primeiro anúncio, a “big N” começou a indicar como “descontinuado” o status do console na página japonesa da empresa (indicação na parte superior direita da foto no final do post).

E assim são as coisas: elas nascem se desenvolvem, reinventam a roda dos videogames, vendem pra caramba, e são descontinuadas. Para todos os colecionadores e gamers japoneses em geral que desejam ainda ter em casa uma unidade do Nintendo Wii em terras japonesas, terão que correr até às lojas para adquirir algumas das últimas unidades do produto. Ou simplesmente comprar o Wii U e viver da retrocompatibilidade.

Vale lembrar que a decisão é, por enquanto, restrita ao Japão, e só se restringe à primeira versão do Wii. A versão Wii mini ainda é vendida por lá. No Brasil, ainda não há nenhuma informação sobre uma suposta descontinuidade do console, mas imagino que será uma questão de tempo para que a decisão se repita aqui e em outros mercados.

Com isso, estamos diante do começo do fim do Nintendo Wii, um console que reinventou a roda dos videogames, oferecendo uma nova forma de interação com os jogadores, e recolocando a “big N” em posição de destaque no mercado de videogames por um bom tempo.

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Via Geeky-Gadgets

Nintendo vai encerrar a produção do Wii em breve no Japão (pelo menos)

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Tudo o que é bom chega ao fim um dia, e o Nintendo Wii vai dizer adeus ao mercado de videogames em breve. Com o novo Wii U no mercado, a Nintendo não encontra mais muitos motivos para seguir dedicando parte da sua capacidade produtiva ao seu antigo console, e confirmou em um comunicado na versão japonesa do seu site que o fim da produção do console deve acontecer em breve.

Porém, não está claro se a decisão afeta o mundo todo ou apenas as fábricas japoneses. Porém, não será surpresa se a medida tiver um alcance global. Até porque o Wii U oferece a retrocompatibilidade com os jogos do Wii original, algo que entrou em vigor com uma recente atualização, que permite a execução desses jogos na tela do controle do novo console, criando uma espécie de Wii portátil.

Nostalgias a parte, algo me diz que serão poucos que sentirão o impacto dessa decisão.

Via Kotaku, Nintendo

Ford produz primeiro New Fiesta 2014 no Brasil, na sua fábrica de São Bernardo do Campo

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Em evento realizado em São Bernardo do Campo (SP), a Ford comemorou hoje (25) a produção do primeiro modelo New Fiesta 2014, em sua fábrica instalada na cidade do ABC paulista. O primeiro modelo produzido pela linha de montagem local foi um modelo Hatch 1.6 TiVCT, na cor azul candy, que conta com transmissão automática PowerShift.

O evento contou com a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, o presidente da Ford Brasil, Steven Armstrong, o Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, funcionários da empresa, e jornalistas. Todo o evento aconteceu no final da linha de montagem na fábrica.

O New Fiesta é o segundo modelo global da Ford produzido no Brasil (o primeiro foi o EcSport), e faz parte da estratégia da montadora em renovar toda a linha da empresa no Brasil com produtos globais até 2015. O evento simbólico na fábrica faz parte de uma série de eventos que a Ford vai realizar para promover o lançamento do New Fiesta brasileiro. Um dos eventos realizados nesse fim de semana relacionados a esse lançamento foi o show da cantora Claudia Leitte, para mais de 50 mil pessoas, na tarde de ontem (24), em São Bernardo do Campo.

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O New Fiesta brasileiro conta com um design esportivo e aerodinâmico, além de contar com tecnologias avançadas para a segurança, economia de combustível, eficiência, dirigibilidade e conforto. O modelo Hatch 1.6 Flex TiVCT, que foi o primeiro a sair da linha de montagem, conta com duplo comando de válvulas, e transmissão automática PowerShift de dupla embreagem. É a versão top de linha que será anunciada no mercado nacional em breve.

O novo modelo conta com motor Sigma de alumínio, com classificação A nos testes de economia e eficiência energética do INMETRO. Chega ao mercado com as mesmas características de construção e equipamentos de modelos com classificação cinco estrelas em segurança de institutos internacionais. De acordo com a versão, o carro pode contar com até sete airbags (incluindo airbag de joelho para o motorista), controle de tração e assistente de partida em rampa.

O motor Sigma TiVCT é outra inovação desta versão do New Fiesta brasileiro. Ele traz a mais moderna tecnologia flex, com alto rendimento tanto com etanol como com gasolina. Tem bloco e cabeçote de alumínio, comando de válvulas variável e um sistema de ignição apropriado para uso dos dois combustíveis. Também é o primeiro carro da Ford no Brasil, e um dos poucos do mercado, a contar com um sistema de partida a frio que dispensa o uso de reservatório adicional de gasolina.

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O New Fiesta 1.6 TiVCT Flex é um dos raros modelos compactos a oferecer transmissão automática. E traz mais um diferencial importante: é o único do segmento equipado com a PowerShift, avançada transmissão automática sequencial de seis velocidades e dupla embreagem, que também permite a opção de trocas manuais em todas as marchas.

Outro item de destaque desta versão do New Fiesta é a disponibilidade do SYNC, o moderno sistema multimídia da Ford desenvolvido junto com a Microsoft. O SYNC permite o acesso a várias funções de comodidade do veículo, como conexão com telefone celular e seleção de músicas, usando comandos de voz em português. Traz ainda tela de LCD, sistema de som de última geração e entrada USB. Esse recurso tecnológico aumenta a funcionalidade e o conforto, mas é classificado também como um item de segurança veicular, porque permite ao motorista realizar várias ações sem tirar as mãos no volante. O interior do carro foi redesenhado, acentuando o seu caráter esportivo, e aprimorado também no aspecto de ergonomia.

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A nova geração do New Fiesta Hatch brasileiro começa a ser produzida regularmente nos próximos dias. Todos os detalhes da linha, incluindo motores, versões e preço serão anunciados a partir de abril próximo.

 

Via Assessoria de Imprensa

Intel vai parar de fabricar placas-mãe para PCs desktops

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As placas-mãe para PCs desktops da Intel estão com os seus dias contados. A empresa anunciou ontem (23) de forma oficial que, em 3 anos, deixarão de fabricar as placas de circuito impresso, uma vez que o ciclo Haswell estiver concluído. O motivo? O processo de renovação em seus negócios.

O anúncio não chega a surpreender muita gente. A empresa garante que vai continuar a fornecer chips para as placas impressas de seus principais parceiros (ASUS, ASRock e Gigabyte). Além disso, os consumidores não terão que se preocupar, pelo menos de forma imediata. O suporte e a garantia dos novos processadores Haswell (que vai substituir a linha Ivy Bridge) estão garantidos.

Isso não significa que a Intel está reduzindo o seu poder de fogo, muito menos reduzindo o seu quadro de funcionários. A maioria dos engenheiros que compõem hoje a (suposta) pequena divisão de placas-mãe da empresa serão realojados para projetos mais recentes da Intel, principalmente voltadas para as plataformas móveis.

Não é muito difícil de compreender por que a Intel quis aplicar esta mudança em seus negócios. A empresa tinha que contemplar duas opções para melhorar os seus resultados na bolsa de Wall Street, uma delas era enviar toneladas de produtos gerando enormes margens de lucros, ou conseguir lucros adicionais, se desvinculando da indústria dos PCs desktops. A grande maioria dos lucros da Intel hoje estão na segunda opção, e desta forma, a empresa passa a se centrar no desenvolvimento de soluções pensadas nos ultrabooks e tablets, que poderão agregar muito mais valor ao seu mercado, por causa da forte concorrência entre as empresas que fabricam esses produtos.

Rumor: iPad Mini já estaria em produção

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Uma notinha que pode interessar a muitos na hora do almoço. De acordo com o Economic Daily News, a rumorada versão compacta do tablet da Apple, o suposto iPad Mini já está em produção em massa, aumentando ainda mais os rumores sobre um anúncio do produto para o mês de outubro, com a perspectiva de chegar ao mercado antes do final do ano, ajudando a impulsionar ainda mais as vendas do primeiro trimestre fiscal da empresa de Cupertino.

As notícias também revelam quais são as empresas responsáveis pela fabricação do produto. A Apple aparentemente teria colocado a Pegatron nos holofotes da montagem do produto. Segundo o site EDN, a Pegatron é responsável por 50 a 60 por cento dos pedidos do novo iPad Mini. Até então, a única responsável pela montagem de qualquer tablet da Apple era a Foxconn.

Mas parece que a história não é bem assim. Outras fontes próximas ao processo informam que a Foxconn segue como o principal fabricante do produto, enquanto que a Pegatron ajudaria no transporte das unidades e fornecimento de outros componentes do dispositivo. De qualquer forma, as duas empresas trabalhariam em conjunto para a Apple para que o novo tablet chegue ao mercado no prazo estipulado. Supostamente a encomenda da primeira leva dos pequenos iPads seria de 5 milhões de unidades.

Ainda é cedo para dizer se tais informações são 100% precisas, mas podemos dizer que onde há fumaça, há fogo. Nesse caso, vale a pena esperar só mais um pouco. Afinal, setembro já está na sua segunda metade. E outubro é logo ali.

Via SlashGear e Engadget

Semp Toshiba anuncia o início da fabricação de notebooks Toshiba no Brasil

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A Semp Toshiba anunciou que passa a fabricar no Brasil os notebooks desenvolvidos pela Toshiba Corporation, com o objetivo de abastecer o mercado nacional de portáteis, atendendo assim a demanda do mercado corporativo brasileiro. Para marcar a iniciativa, a empresa traz duas novas famílias de notebooks dentro desse segmento, o Portégé e o Tecra, que serão fabricados na fábrica da Semp Toshiba Informática (STI).

O Brasil é, hoje, o terceiro maior mercado de computadores pessoais do mundo, e o investimento da Semp Toshiba tem como objetivo oferecer um melhor custo benefício aos consumidores brasileiros. Com foco no segmento corporativo, a empresa busca oferecer novas opções para estes clientes, que se preocupam com a segurança de seus dados, mas querem contar com produtos diferenciados.

Falando um pouco dos primeiros modelos a serem produzidos no Brasil. o Portégé R830 oferece portabilidade, durabilidade, estilo, resistência e recursos de última geração. Fino, leve e com uma bateria de 8 horas de autonomia, chega como opção para profissionais e executivos que estão em trânsito constante, e precisam de um notebook que aguente um dia inteiro de trabalho, sem o peso extra de um portátil convencional.

O Portégé R840 tem 2,5 cm de espessura, peso de 1.5 kg (inicial), tecnologia de resfriamento airflow, que controla o fluxo de ar e a dissipação de calor, processador Intel Core Sandy Bridge com a tecnologia Intel Hyper-Threading, permitindo que cada núcleo do processador realize duas tarefas simultaneamente. O modelo se destaca pelo design que favorece a absorção de choques e batidas, além de um corpo com estrutura em forma de colmeia, que é mais resistente.

Já o Tecra R840 se foca na performance, para o desenvolvimento de tarefas mais complexas do trabalho do dia a dia, mas sem deixar de lado a mobilidade e a durabilidade. Também conta com uma estrutura em forma de colmeia, mas com um chassi reforçado de fibra de vidro. Uma de suas portas USB possui a função USB Sleep & Charge/eSATA, que permite a recarga de dispositivos mesmo com o notebook desligado, além da tecnologia EasyGuard, que protege os dados armazenados no equipamento. O Tecra R840 também possui o recurso airflow, proteção contra líquidos, e três versões com configurações específicas.

Além de todos os diferencias das duas linhas, Portégé e Tecra, os notebooks ainda ajudam a proteger o meio ambiente através de um gerenciamento de energia mais mais eficiente, o Toshiba Eco Utility.

Via Assessoria de Imprensa

Aparecem novos rumores sobre um possível iPad Mini da Apple

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Os rumores sobre a existência de um iPad Mini só aumentam, e com maior riqueza de detalhes. Dessa vez, publicações de credibilidade, como o Bloomberg e o Wall Street Journal falam sobre o assunto, e indicam que a Apple estaria fabricando um tablet de 8 polegadas ou menor, mas que não incluiria a Retina Display, para manter o preço reduzido.

Mais que os detalhes técnicos, o que chama atenção é a sincronia das publicações ao falar sobre a produção do aparelho. Segundo o WSJ, as fabricas devem iniciar a produção em massa do produto no mês de setembro, e o Bloomberg afirma que isso aconteceria em outubro.

Por outro lado, não será nenhuma surpresa se tais previsões sobre o iPad Mini não se confirmem. Afinal, a Apple pode correr o risco de ser acusada de “tentar fabricar um iPod Touch maior”. Por outro lado, seria impensável da Apple querer competir no mercado do Nexus 7 e Kindle Fire com o tablet atual. Se eles querem mesmo ir para o mercado mais popular, precisam de um produto financeiramente mais acessível.

O certo é que os rumores parecem vir de locais com informações precisas sobre o assunto. Logo, devemos ficar atentos para qualquer detalhe adicional que apareça na tela do nosso computador (ou notebook, ou netbook, ou tablet, ou ultrabook…).

Via Bloomberg e Wall Street Journal

Lumia 900 é mais caro de ser fabricado que o iPhone 4S

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Como você bem sabe, o lançamento do Lumia 900 não passou desapercebido para ninguém. Em primeiro lugar por causa do barulho que a Nokia está fazendo para promover o lançamento. Em segundo lugar, por ser um telefone LTE de linha alta, que é comercializado nos Estados Unidos (com contrato de permanência) por US$ 99. Mas isso não significa que ele seja barato para ser feito.

O pessoal do iSupply destroçou o terminal, e estimou que seu custo de produção é de US$ 217. Se o dado em si não quer dizer nada para você, fique sabendo que o Lumia 900 é mais caro de ser fabricado que o iPhone 4S, que possui custo de produção de US$ 188.

Onde estão as diferenças? O pessoal do site Gizmodo acredita que os custos básicos dos componentes são muito similares, mas as principais diferenças estão na tela, que é um pouco maior no Lumia 900, mas com uma densidade de píxels inferior a do iPhone 4S. Mais detalhes do estudo na fonte desse post.

Via iSupply

Hitachi fecha sua fábrica de LCDs e Plasmas domésticos e Mitsubishi encerra a produção de discos ópticos

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Não há fabricante que não toma as medidas necessárias na hora de reduzir gastos. No caso da Hitachi, a solução não foi outa que não seja a de fechar a sua fábrica de produção de televisores Wooo TV, uma linha dedicada ao setor doméstico que produzia aproximadamente 100 mil unidades de telas LCD e Plasma por mês. Segundo a própria Hitachi, o motivo dessa decisão não foi outra a não ser a concorrência, com preços mais competitivos, que obrigou a empresa a programar o fechamento de sua fábrica de Gifu para setembro de 2012.

Por outro lado, a Mitsubishi também anunciou que vai deixar de fabricar discos em DVD e Blu-ray, por causa da queda de vendas. A empresa só vai abandonar o processo de produção, que passa agora para as mãos de empresas subcontratadas na Índia e em Taiwan.

Via TechCrunch

O atraso do iPad pode ser por problemas de produção

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Há poucos dias atrás, demos a notícia de que a Apple deciciu atrasar o lançamento internacional do iPad, supostamente por causa da grande quantidade de pedidos,e da grande demanda que o tablet gerou. Porém, a história parece que não é bem essa. Não só temos problemas de abastecimento, mas também temos atrados por causa dos problemas de produção da tela de 9,7″ do dispositivo. As telas são fabricadas na Coreia do Sul, pela LG Display e Samsung Electronics. Também são produzidas no Japão pela Seiko Epson, e parece que os problemas são maiores do que os previstos para estes fornecedores cumprirem os prazos. De qualquer modo, não falta muito para 10 de maio, data em que a Apple prometeu o anuncio das datas que o iPad seria lançado em definitivo no Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Austrália, Itália, Japão, Suíça e Espanha, além dos seus preços. No Brasil, já dissemos: só em junho. E olhe lá!

Fonte