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Especial | Alguns consoles geniais que (talvez) você não chegou a conhecer

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Nos últimos anos, Sony, Microsoft e Nintendo levantaram legiões de seguidores, que estão dispostos a dar as suas vidas para defender a sua marca favorita em fóruns na web. Porém, jouvem um tempo em que essas três gigantes contavam com pouco ou nenhuma presença dentro desse setor. Um tempo em que haviam tantos fabricantes de consoles que a maioria não conheciam todas essas marcas.

Se você é um dos mais nostálgicos, ou simplesmente quer revisar um pouco da história dos videogames, é possível relembrar nesse post alguns dos consoles que não tiveram a oportunidade de conquistar um espaço no mercado, e acabaram não sendo muito conhecidos nos dias de hoje.

 

NEC PC Engine

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Ainda que muitos classifiquem esse como um console de terceira geração, o NEC PC Engine pode ser considerado como um produto entre a terceira e quarta geração, pois foi lançado um pouco antes dos grandes consoles da quarta geração chegarem ao mercado.

O PC Engine não foi um console muito popular fora do Japão. Mas nesse país, teve o seu momento de fama um pouco antes da chegada do SNES e Sega Genesis (Mega Drive). Não é para menos: era um console potente, que superava em muitos aspectos o Nintendo Famicon, e é também considerado por muitos o primeiro console a incorporar um leitor de CDs. E isso foi feito duas gerações antes do Sony PlayStation.

A tentativa de entrar no mercado europeu e norte-americano fez com que o seu design fosse modificado, assim como o seu nome, sendo chamado nesses continentes com o nome TurboGrafix. Porém, não obteve sucesso nesses mercados, e iniciou seu declínio tão logo a quarta geração de consoles chegou ao mercado.

Mattel Electronics Auto Race

Não é um videogame no sentido mais restrito do termo, mas não são poucos que consideram o Auto Race o primeiro console portátil da história. Criado pela Mattel Electronics durante a primeira geração de consoles, era um brinquedo eletrônico com tela LED que tentava reproduzir a experiência de uma corrida de automóveis.

Uma curiosidade é que os primeiros videogames mantiveram por bons anos a mesma essência de gráficos e jogabilidade desse brinquedo. Quem já jogou o Enduro (Atari) sabe o que estou querendo dizer.

 

3DO Interactive Multiplayer

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Mais do que um console, o 3DO foi uma plataforma, muito ao estilo Steam Machines. Um consórcio formado por Panasonic, Sanyo, Goldstar e LG Electronics tentaram assim conquistar uma fatia do mercado de videogames com esse icônico produto.

Infelizmente, as coisas não seguiram tão bem quanto o planejado, e ainda que em termos de desempenho o 3DO era muito superior aos seus rivais na época, os seus elevados custos de produção logo se traduziram em escassas vendas.

Por fim, os desenvolvedores decidiram investir mais tempo e recursos em consoles com maior público, o que fez com que o 3DO começasse a ver que a maioria dos seus jogos eram portados a partir de outros consoles, e poucos títulos aproveitavam o máximo de sua potência.

 

Sega SG-1000

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O primeiro console da Sega foi também o menos popular de todos os lançados pela empresa japonesa. Chegou ao mercado em 1979, durante a segunda geração de consoles, quando o mercado estava se posicionando, e a Nintendo nem era uma influente nesse segmento.

O SG-1000 foi um grande modelo a ser seguido pelos consoles das gerações seguintes, mas não contou com muito sucesso no mercado japonês, conseguindo uma certa visibilidade em outros mercados, alcançando a marca de 13.5 milhões de consoles vendidos.

O Sega SG-1000 é um dos consoles mais difíceis de serem encontrados hoje, sendo um dos favoritos entre os colecionadores.

 

Atari XE Game System

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Nascido em um mundo onde os computadores pessoais estavam cada vez mais populares, esse console com funções avançadas poderia ser utilizado como um computador. Para isso, contava com acessórios como teclado, mouse, leitor de CD e outros.

O ponto forte do Atari XE Game System é que ele podia executar jogos e aplicativos já existentes para as plataformas anteriores do Atari. Infelizmente, mesmo que em termos de desempenho ele estava muito bem posicionado, ficava atrás de um computador convencional. Além disso, seus jogos eram em sua maioria herdados das gerações anteriores, ou seja, pouco poderiam oferecer em uma comparação com máquinas mais recentes, como o Super Nintendo ou o Mega Drive, que foram lançados um pouco depois.

Melhor do que uma Steam Machine? Um NES com Steam OS!

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Há um lugar onde o mundo dos gamers modernos converge com a nostalgia da velha guarda dos gamers. Os moddings podem produzir gadgets peculiares, como esse que temos nesse post. Um equipamento que, vendo de longe, lembra muito o NES, console que para muitos de nós significou o primeiro contato com uma infância cheia de videogames. Mas quando observamos com mais detalhes, conseguimos ver muito além. Na verdade, vemos o necessário para suportar os jogos mais exigentes da Steam.

Temos aqui uma carcaça de NES, que abriga um potente PC com APU AMD A10-6700, com gráficos Radeon 8670D. Como podemos ver, o console tem todo o potencial necessário para executar o Steam OS e seus jogos, combinando com plena harmonia o desempenho de um produto moderno com o estilo retrô que todo bom saudosista gosta de ter (e ver).

Seria um produto desses que a Nintendo está precisando para se salvar? Não sei. Quem sabe? Mais fotos a seguir.

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Via Gizmologia

Atari 400 está de volta, graças a um teclado USB da Niyari

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Poucas pessoas podem dizer que usaram um Atari 400, lá nos idos de 1979. E, segundo o pessoal do blog Technabob, o teclado “destrói dedos” fez o desgosto da maioria de seus usuários. Para os mais nostálgicos, a Nayari fabricou um teclado USB que tem as mesmas cores e desenho semelhante ao dispositivo da Atari. Seu preço é de US$ 148,55, que pode ser um empecilho para os fãs de produtos antigos, já que é um preço elevado para um simples teclado USB. Se bem que, boas recordações do passado não tem preço, não é mesmo?


Foto: Marcin Wichary

via Technabob

[desktop] Commodore USA PC64: um computador Atom com aparência de um Commodore 64

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A história da relação entre a Commodore USA e a Commodore original é um pouco estranha e complicada, mas, pra resumir, lembramos à vocês que a primeira não tinha direitos para usar o nome da segunda, e quase que se mete em graves problemas legais. Meses depois, ficamos sabendo que as duas entraram em um acordo, e o resultado direto será o futuro PC64, que é um dispositivo com aparência idêntica ao C64 do passado.

O novo computador contará com um processador Intel Atom, 4 GB de RAM DDR3, HD SATA de 1 TB, saída HDMI e leitor óptico (DVD ou Blu-ray, a escolher). Sobre o seu funcionamento, não sabemos muita coisa, mas dá pra dizer que não dá para se esperar muito de um computador com processador Atom, e que tenha comodidade ao digitar com este teclado, principalmente para aqueles blogueiros que precisam escrever de forma correta posts em um blog. Como este, que você está lendo. Bom, no meu caso, vou ter que deixar a nostalgia de lado mesmo.

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[software] Você se lembra da escrita Grafitti, usada nos palms? Ela está de volta, no Android OS

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Ok, momento nostalgia no TargetHD.net. Muita gente que lê este blog já teve um Palm Pilot na vida. Ou qualquer outra versão de Palm. Eu mesmo já tive vários. E uma das grandes sacadas que eles tiveram para conquistar um público consistente é que, além da tela de toque (que era uma grande novidade para os produtos de tecnologia), eles tinham um sistema de escrita muito próxima à aquilo que os usuários utilizavam cotidianamente. Este sistema era conhecido como Grafitti, e facilitava muito a inserção de dados do usuário, e isso fez com que os PDAs se tornasse mais próximos da maioria das pessoas.

Com a “morte” dos PDAs e a chegada dos smartphones, o sistema Grafitti morreu junto, e se tornou uma velha lembrança empoeirada da nossa memória geek. Pois bem, agora não mais! Este post serve para avisar que o mítico sistema de escrita promete voltar ao nosso dia-a-dia, pelas mãos da Acess, para o Android OS. E já tem um aplicativo disponível para você voltar no tempo. E o melhor: de graça!

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[GADGETS] Ok, as Facas Ginsu voltaram!

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Vocês se lembram do número (011) 1406??

Claro que sim! As facas Ginsu foram um dos produtos carros-chefe do televendas do final da década de 80, início dos anos 90, com sua parceira inseparável, as meias Vivarina. E ela está de volta, com outro projeto inovador: a The Outdoor Electric Fillet Knife!
O nome pomposo tem como único objetivo apresentar um produto que faz o seguinte: ser uma faca elétrica, tão poderosa e afiada quanto à antiga Facas Ginsu, que tanta alegria (ou desgosto) deu às donas de casa mais sofisticadas de 20 anos atrás. Enfim, o momento retrô imperando no mundo todo.

Fonte: Facas Ginsu, o retorno | Gizmodo Brasil

[TECNOLOGIA] Refresque sua memória sobre tecnologia.

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Antes de mais nada, um registro de competição amistosa.

Para “adoçar” o lançamento do Firefox 3, alguns escritórios da Mozilla receberem bolos da Microsoft em celebração ao lançamento. Alguns deles iam até com o símbolo do Internet Explorer. Prova de que gigantes da informática não querem “se matar”.


Bom, refresquemos nossa memória. Dê uma conferida em algumas evoluções tecnológicas que ocorreram desde o início da década de 80:

O primeiro walkman, lançado pela Sony em 1979, que dava a liberdade aos fanáticos de música para ouvir suas bandas preferidas em qualquer lugar.

E o iPod Nano 3a Geração, lançado em 2007, que traz a função de vídeo, armazedados em memória flash, dando ao usuário, pelo menos, 10 dias de música contínua (se sua bateria aguentar, é lógico).

O VHS, que venceu a batalha contra o Betamax:


E o Blu-Ray, que recentemente venceu a batalha contra o HD DVD:


Para quem tem celular, MP3 Player, câmera digital, etc… agradeçam à este japonês da foto abaixo. Ele se chama Fujio Masuoka, e foi o inventor da tecnologia da memória flash, que permite que estes artigos sejam “destruídos”, mas que suas informações fiquem intactas. Num futuro (que nãoe está muito distante), os computadores terão HDs feitos de memória flash, para nossa alegria.


Abraços e até +!!!