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Moto Z Play está a caminho

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Moto Z 2016

O Moto Z Play, um novo smartphone da Motorola, está a caminho. O modelo apareceu no site Zauba, dedicado à importação de produtos na Índia, e confirma vazamentos anteriores do Geekbench.

No mês passado, a Lenovo apresentou durante a Lenovo Tech World uma nova geração de smartphones, incluindo os dois primeiros smartphones dentro do Project Tango, na linha PHAB2, e os novos modelos modulares Moto Z, série top de linha com tela de 5.5 polegadas AMOLED (2K), processador Snapdragon 820 quad-core, GPU Adreno 530 e 4 GB de RAM.

 

Sobre o Moto Z Play

O Moto Z Play (número de modelo XT1635) será a versão econômica do smartphone que já conhecemos, seguindo assim a estratégia do Moto G4 Play. Manteria a tela de 5.5 polegadas, mas reduziria a resolução para Full HD, com processador Qualcomm Snapdragon 625, bateria de 3.500 mAh e configurações de 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento ou 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento.

O modelo contaria com o sistema operacional Android 6.0 Marshmallow, e deve ser (na teoria) bem mais barato que o modelo top de linha, para se posicionar melhor no complicado mercado mobile. As vendas seguem crescendo, mas nada comparado com os dois dígitos dos anos anteriores, principalmente no segmento de modelos premium.

A prova que esse setor está complicado é ver a Apple anunciar que espera a sua primeira queda anual nas vendas do iPhone desde 2007.

Via Zauba

Moto E3 a caminho, e já recebeu certificação WiFi

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Moto E

O Moto E3 recebeu no mês passado a certificação Bluetooth, e agora conseguiu o seu equivalente para WiFi. Esse detalhe pode indicar um lançamento iminente do smartphone.

A imagem da certificação mostra o nome Moto E3 Power, detalhe que pode sugerir a existência de uma versão padrão e mais acessível, com componentes mais modestos.

 

Moto E3, e suas possíveis especificações técnicas

Os últimos vazamentos também identificam suas principais especificações:

– Tela de 5 polegadas (HD)
– Processador MediaTek MT6735P quad-core 64 bits a 1 GHz
– GPU Mali T720
– 2 GB de RAM
– 16 GB de armazenamento (expansível)
– Câmeras de 8 MP e 5 MP
– Bateria de 2.750 mAh
– Sistema operacional Android 6.0.1 Marshmallow

Se confirmados esses dados, o Moto E3 Power seria um modelo bem capaz, e dependendo do preço, pode ser uma boa opção para quem busca um smartphone acessível e com especificações mais que aceitáveis.

Motorola

O Moto E3 é esperado com certa expectativa. Uma das promessas da Lenovo foi manter esse modelo como dispositivo de entrada e acessível. Resta saber como eles vão cumprir essa promessa.

Não há mais informações sobre o dispositivo, nem sobre o seu preço ou possível data de lançamento. Mas é possível imaginar um produto na casa dos US$ 100. Seu anúncio oficial deve acontecer nas próximas semanas.

Via GSMArena

Review | Lenovo Vibe K5

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Lenovo Vibe K5

A disputa pelo mercado de linha média continua. Os grandes fabricantes continuam apresentando suas soluções, e a Lenovo reposiciona as suas linhas de produtos, apresentando o Lenovo Vibe K5 como alternativa intermediária de baixo custo.

Com os modelos da linha Moto ganhando ares de “linha média premium”, o Lenovo Vibe K5 se apresenta como o modelo intermediário típico, com design e características estéticas de linha premium, mas com especificações de hardware mais modestas, visando preservar uma boa relação custo-benefício. Porém, a grande pergunta que fica é: será que esse conjunto entrega um resultado final satisfatório?

É o que pretendemos descobrir no review a seguir.

 

Características Físicas

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Esteticamente, o Lenovo Vibe K5 é um smartphone bonito. O modelo enviado para testes se destaca pelo cuidado nos detalhes cromados nas laterais, que combinam com os tons cinza e branco de seu acabamento. E apesar de ser um modelo de linha média, o seu acabamento é de boa qualidade, inclusive na sua carcaça traseira, que é removível, oferecendo o acesso aos slots para SIM cards e microSD.

Outro ponto positivo desse smartphone é o seu agarre, que é muito bom para um dispositivo com tela de 5 polegadas. A Lenovo aproveitou bem a área frontal do dispositivo, mesmo com bordas laterais de tela mais espessas, e apesar da presença de botões físicos capacitivos para os comandos do Android. Tais detalhes não deixaram o dispositivo desconfortável no uso com uma das mãos.

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Os botões capacitivos dos comandos do Android é algo que ainda me incomoda em alguns modelos. Sempre fica aquela impressão que esse detalhe pode ser um dos fatores que retardam a atualização das versões do Android por parte dos fabricantes. Mas pelo visto temos que lidar com isso de tempos em tempos.

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Em compensação, uma coisa que agrada é ver os botões de liga/desliga/bloqueio de tela e controles de volume todos do mesmo lado. Isso ajuda e muito no uso mais intuitivo do dispositivo, em ambientes com baixa luminosidade.

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A presença do conector para cabo micro USB na parte superior, na mesma região do conector para fones de ouvido pode dividir opiniões. Particularmente, prefiro ver esses elementos em lados opostos, mas isso não quer dizer que reprovo a escolha da Lenovo por essa disposição.

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O Lenovo Vibe K5 não é um modelo tão espesso como se imagina. Isso também favorece e muito no uso diário do dispositivo. De fato, o modelo segue a tendência de design mais refinado de diversos fabricantes, não apenas dos chineses, mas de outros fabricantes dentro desse segmento de produto. O design entra em evidência, o que pode comprometer alguns aspectos técnicos.

Em resumo, estamos diante de um smartphone muito bem construído, passando uma sensação de solidez desejada. Nesse sentido, o Lenovo Vibe K5 não fica atrás dos seus principais concorrentes de preço e categoria.

 

Acessórios

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O Lenovo Vibe K5 conta com o kit básico de acessórios para um produto de sua categoria. Além de toda a papelada de documentação e manuais, o smartphone oferece um adaptador para rede elétrica, cabo USB e fones de ouvido intra-auriculares.

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Um destaque especial para os fones de ouvido, que oferecem um melhor isolamento do ruído externo por conta de seus protetores emborrachados, além de um cabo flat, que o torna mais durável. Levando em conta o seu preço, a Lenovo oferece uma proposta de acessório que está acima daquilo que seus principais concorrentes entregam. Os fãs de música vão agradecer por isso.

 

Tela

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O Lenovo Vibe K5 possui uma tela TFT IPS de 5 polegadas, com resolução de 1920 x 1080 pixels (Full HD) e densidade de 435 pixels por polegada, com 16 milhões de cores. É uma tela que entrega cores muito vivas, com uma visibilidade agradável na maior parte do tempo, e em diferentes situações.

Outro ponto positivo dessa tela é que sua sensibilidade ao toque está bem ajustada, melhorando assim a interação do usuário com a interface do smartphone. A resposta ao toque é muito boa, com resultados muito satisfatórios para as mais diferentes finalidades, principalmente no uso de redes sociais e jogos.

O fato de ter botões capacitivos para os comandos do Android na parte inferior da tela oferece uma vantagem direta: uma maior área de interação para jogos e demais aplicativos. Como já enfatizamos antes, esse detalhe tem um ônus: uma tendência a maior tempo de atualização do sistema operacional, uma vez que estamos falando de uma interface altamente customizada.

De qualquer forma, detectamos uma boa qualidade final nesse aspecto do smartphone. Tão boa quanto aquela que a maioria dos seus concorrentes entrega hoje em seus produtos.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

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O Lenovo Vibe K5 chega ao mercado com o sistema operacional Android 5.1.1 Lollipop, revestido pela interface customizada da Lenovo. A essa altura do campeonato, não é o ideal ter uma versão tão defasada do software da Google em um dispositivo, ainda mais levando em consideração que muitos dos seus concorrentes no mercado já contam com a versão 6.0 Marshmallow nos seus dispositivos.

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Ao menos a Lenovo oferece ao usuário a opção de contar com a Google Now Launcher de fábrica, dispensando a necessidade daqueles que preferem a interface original do Android nos seus dispositivos.

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É o “menos pior” em termos de usabilidade, sem impor uma solução proprietária como a única disponível quando o dispositivo chega ao usuário.

A proposta de interface da Lenovo não é ruim. Na verdade, ela simplifica a vida dos menos experientes, pois coloca todos os ícones de aplicativos instalados nas telas principais da interface, dispensando o uso do ícone de acesso a todos os aplicativos. Mas como foi dito no parágrafo anterior, para aqueles já acostumados com a Google Now Launcher, é possível fazer a troca com relativa facilidade.

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De um modo geral, a interface da Lenovo não é pesada, e se mostra equilibrada em relação ao hardware presente nesse dispositivo. A experiência de uso se apresenta muito agradável na maior parte do tempo, e a maioria dos usuários (principalmente os menos exigentes) deverão gostar do resultado final da proposta.

Lembrando: sempre é possível você instalar no dispositivo a interface de sua preferência. Mas acredito que a grande maioria não vai desperdiçar espaço de armazenamento com esse item, uma vez que as duas opções nativas de interface estão bem ajustadas.

 

Áudio

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Esse é um dos itens que a Lenovo deu certo destaque para o Vibe K5. O modelo possui certificado Dolby ATMOS, o que já garante por si uma qualidade maior de áudio do que muitos dos seus concorrentes. Além disso, os seus alto-falantes estéreo prometem uma qualidade de áudio superior para a maioria das reproduções de música, em vídeos e jogos.

Por outro lado, o posicionamento desses alto-falantes está na parte traseira do dispositivo, e isso pode atrapalhar um pouco no volume final emitido em determinadas situações. Não tanto na hora de jogar ou reproduzir vídeos segurando o smartphone, uma vez que seu design resulta em alto-falantes livres na maior parte do tempo. Porém, a tendência de mercado atual é posicionar esses alto-falantes na parte frontal, para que o usuário possa receber esse áudio diretamente, aumentando a imersão na experiência aplicada.

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De qualquer forma, temos resultados satisfatórios nesse aspecto, mesmo com a observação do parágrafo anterior. Se a Lenovo pretendia entregar uma qualidade de áudio melhor que seus concorrentes diretos, ao menos esse objetivo foi alcançado.

 

Câmera

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O Lenovo Vibe K5 possui um sensor traseiro de 13 MP, que possui como adicionais os modos HDR e panorâmico, além de contar com gravação de vídeos em Full HD. Na teoria, qualquer smartphone de linha média que se preze hoje deve oferecer essas especificações para a câmera principal.

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Na prática, o sensor traseiro oferece resultados positivos nas fotos registradas em ambientes externos e bem iluminados. Mesmo em dias nublados, podemos obter imagens com cores vivas e bom nível de contraste. Os resultados das imagens capturadas podem ser considerados bons, dentro do que esperamos de um dispositivo de sua categoria.

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Além disso, esse sensor traseiro também grava vídeos em Full HD, também com resultados dentro do esperado para um produto de sua categoria. Com os usuários produzindo e enviando mais vídeos para o YouTube e redes sociais, é uma boa notícia saber que é possível criar conteúdos de forma descompromissada, mas com o mínimo de qualidade.

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O Vibe K5 também conta com um sensor frontal de 5 MP, claramente pensado e otimizado para as selfies. O software da câmera conta com aditivos que ajudam em um melhor desempenho para as auto-fotos, como o V-Selfie, que é um comando de acionamento automático da câmera, com um sinal de “V” na hora de registrar a foto, e o recurso Beauty, que promete embelezar o rosto, mas que em alguns casos pode deixar você diferente do realmente é (até te descaracterizando em algumas situações).

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De qualquer forma, o sensor frontal também oferece resultados que podemos considerar pelo menos similar ao que os seus concorrentes oferecem hoje. Além disso, o sensor frontal também grava vídeos em Full HD, algo bem vindo para os youtubers e vloggers amadores/iniciantes.

No quesito câmera, o Lenovo Vibe K5 faz o esperado. Nem muito acima, nem muito abaixo do que os concorrentes de preço entregam.

Mais fotos registradas durante os testes a seguir.

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Games

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O Lenovo Vibe K5 é um típico modelo de linha média. Logo, seu desempenho nos games está dentro do esperado para um dispositivo dessa categoria.

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Os jogos mais básicos rodam sem maiores problemas, sem apresentar muitos lags ou travamentos. Já os jogos com gráficos mais pesados, que naturalmente demandam maior capacidade de hardware, apresentam algumas limitações, apesar de que, em alguns casos pontuais, ainda é possível se obter resultados relativamente positivos para alguns títulos.

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É mais do que esperado ver jogos como Real Racing 3 e Asphalt 8 apresentar alguns pequenos arrastos nos seus gráficos quando os mesmos são exibidos no seu máximo desempenho. Por outro lado, isso não afeta de forma decisiva a experiência de jogo. Obviamente, não é o mesmo resultado obtido em dispositivos com hardware mais robusto, mas os menos exigentes poderão se dar por satisfeitos por ainda conseguirem rodar esses títulos mais pesados.

Vale lembrar que alguns jogos que normalmente utilizamos para os nossos testes não foram considerados compatíveis com o Lenovo Vibe K5 no período em que o smartphone foi testado pelo blog.

 

Bateria e Armazenamento

O Lenovo Vibe K5 possui uma bateria de 2.750 mAh, um número considerado muito bom para um dispositivo com o seu tamanho de tela (5 polegadas, 72op) e o seu hardware. Ou seja, nesse aspecto, a maioria dos usuários pode ficar tranquila, pois poderão utilizar o dispositivo sem problemas ao longo de um dia de uso moderado, que é o mínimo que se pede da maioria dos smartphones disponíveis no mercado.

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Outro fator que contribui para essa equação está no fato da interface de usuário da Lenovo não consumir muitos recursos de hardware, além de contar com sistemas de otimização e gerenciamento de consumo de bateria. Todas essas estratégias resultam em uma maior autonomia de uso.

Na parte de armazenamento, o smartphone conta com 16 GB internos, algo que já é um padrão do mercado para os dispositivos de sua categoria. Para expandir essa capacidade, está disponível um slot para cartões microSD de até 32 GB, o que é suficiente para a maioria dos usuários armazenarem suas fotos, vídeos e músicas, além dos arquivos pessoais.

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Os 16 GB internos também são suficientes para que a maioria dos usuários instale os seus aplicativos mais importantes. Para os gamers, esse espaço pode ser insuficiente. Mas relembramos que esse dispositivo não é exatamente voltado para os jogos. Para quem tem esse objetivo em mente, é melhor pensar em outras opções.

 

Desempenho

O Vibe K5 recebe um processador Qualcomm Snapdragon 616 (MSM8939) octa-core (quad-core 1.5 GHz + quad-core 1.0 GHz), trabalhando com gráficos Adreno 405 e 2 GB de RAM. É um conjunto técnico muito interessante, levando em conta os seus propósitos e seus concorrentes de mercado.

O desempenho geral do dispositivo é considerado positivo, com poucos lags e nenhum travamento. A experiência de usuário está garantida para a maioria dos usuários que querem instalar os seus aplicativos de redes sociais, consumo de conteúdo multimídia, streaming de vídeos e jogos básicos. A sua relação custo-benefício é muito interessante.

É claro que o grande desafio da Lenovo é se apresentar efetivamente como uma alternativa para o mercado brasileiro. Muitas pessoas não conhecem a marca no mercado de smartphones, e alguns problemas pontuais do Lenovo Vibe A7010 podem atrapalhar no processo. Mas pelo menos nesse período de duas semanas que testamos o produto, a impressão que fica é que o Vibe K5 pode ser o modelo que pode apresentar a empresa para um público maior.

Mas para isso, a Lenovo precisa apresentar a sua proposta com eficiência e simplicidade.

 

Lenovo Vibe K5: veredito final

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O Lenovo Vibe K5 é recomendado para os usuários menos exigentes, que querem um smartphone competente para as atividades mais básicas, como navegação na internet, redes sociais e jogos básicos. Apesar de contar com uma interface customizada, o dispositivo também oferece a possibilidade de utilização da Google Now Launcher, entregando assim uma experiência mais próxima do Android tal e como a gigante de Mountain View imagina.

Também é um dispositivo recomendado para quem quer se distanciar um pouco das marcas mais tradicionais, buscando alternativas que oferecem um hardware similar, mas com um preço um pouco menor. É claro é que essa aposta tem um preço. Um deles é contar com um suporte que ainda gera dúvidas em muitas pessoas, além de uma incerta política de atualizações do Android. Além disso, o consumidor terá que confiar na Lenovo, empresa que não tem tanta tradição no mercado de smartphones.

Mesmo com o expertise da Motorola a serviço deles.

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Review em Vídeo

 

Lenovo Vibe C2 vaza na web, e pode ser a versão asiática do Moto E 2016

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Lenovo Vibe C2

Ainda que muitos especulem sobre a existência (ou não) de um futuro Moto E 2016, o que vazou na internet nas últimas horas foi o Lenovo Vibe C2, modelo que seria uma espécie de “irmão gêmeo” para o modelo mais acessível da Motorola.

O dispositivo Android de entrada conta com um número de série que despertou a suspeita de muitos. O modelo recebe a numeração XT1021, que se alinha com o formato da numeração das versões anteriores do Moto E (XT1527, XT1511, XT1505 e XT1524).

Obviamente, essa pode ser apenas uma casualidade, ou talvez o Lenovo Vibe C2 já seja o Moto E 2016 na Ásia, pois tudo indica que o modelo será exclusivo para a região. Para o resto do mundo, ele seria o Moto E. Tudo são rumores e especulações, mas vamos prestar mais atenção aos vazamentos que chegarem a partir de agora.

 

Assim seria o Lenovo Vibe C2

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De acordo com as especificações vazadas, o Lenovo Vibe C2 contaria com uma tela de 5 polegadas (HD, 1280 x 720p, 294 pixels por porlegada), processador MediaTek MT6735P trabalhando com 1 GB de RAM e opções de armazenamento de 8 e 16 GB.

Outras especificações vazadas mencionam uma câmera traseira de 8 MP e uma frontal de 5 MP. É possível que o modelo receba conectividade LTE, além de WiFi e Bluetooth. Um último dado conhecido: a bateria seria de 2.750 mAh, um número excelente, apesar do fato do citado processador não ser famoso pela sua economia de bateria.

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Se estamos diante de um Moto E 2016 com outro nome para diferentes mercados, este modelo ficaria à frente dos seus irmãos de catálogo. Mas, de novo: tudo são especulações, e pode ser desmentido pela Lenovo ou simplesmente o modelo chega ao mercado como Vibe C2, sem adotar nenhum outro nome.

Veremos como esses rumores vão acabar. Esperamos por futuras notícias sobre esse tema.

Via GSMArena

Moto X 2016 foi flagrado pelo GFXBench

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O GFXBench teria flagrado um novo Moto X (ou Moto X 2016), um dispositivo top de linha que confirmaria as recentes declarações da Lenovo, que garantia que, apesar do lançamento da linha Moto Z, a série Moto X seguia viva, se posicionando como uma espécie de “alternativa mais acessível” e com menor desempenho.

 

Especificações do suposto Moto X 2016

De acordo com a imagem do benchmark, o Moto X 2016 contaria com as seguintes especificações:

– Tela de 4.6 polegadas (1080p)
– Processador Helio P10 octa-core Cortex-A53
– 3 GB de RAM
– 32 GB de armazenamento
– Câmeras de 16 MP e 8 MP
– Sistema operacional Android 6.0 Marshmallow

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É um modelo top de linha, não resta a menor dúvida, mas alguns degraus abaixo da linha Moto Z, que conta com telas de 1440p, processador Snapdragon 820 e 4 GB de RAM. O sucesso desse modelo dependerá exclusivamente da aceitação do consumidor em função de ser uma série já conhecida e consagrada da empresa, além de um eventual design que agrade ao seu público-alvo.

Lembrando: é um modelo com dimensões menores, com tela de 4.6 polegadas. Mais compacto que os últimos lançamentos da empresa.

Não há detalhes sobre sua possível data de lançamento, nem preço especulado. Mas vendo essas especificações e o Moto Z sendo o novo top de linha da Lenovo, é possível arriscar um valor flutuando entre US$ 400 e US$ 500.

Tem o primeiro Moto 360? Esqueça de receber o Android Wear 2.0

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Moto 360 Dynamic Gray

Más notícias para aqueles que se aventuraram a investir o seu dinheiro na primeira versão do Moto 360. A Motorola (by Lenovo) confirmou que essa versão do smartwatch não vai receber o Android Wear 2.0, pacote do sistema operacional para wearables que deverá estar disponível ao longo do outono do hemisfério norte (se tudo der certo).

Não sabemos se outros dispositivos como o Samsung Gear Live ou o ASUS ZenWatch seguirão o mesmo caminho, mas é importante observar que o LG G Watch também ficou de fora da lista de atualizações. Na realidade, a notícia não chega a ser uma surpresa. De um modo geral, a Google encerra o seu ciclo de grandes atualizações do seu sistema operacional para dispositivos Nexus dois anos depois do seu lançamento, ou seja, o mesmo período que as primeiras versões dos relógios inteligentes com Android Wear contam no mercado. Justamente o caso do Moto 360.

Isso nos faz pensar que o ritmo dos grandes fabricantes nos obriga a mudar de smartwatch a cada dois anos (ou pelo menos eles pretendem que seja isso o que façamos), caso queremos estar em dia com as últimas especificações e novidades. E assim é a vida dos dispositivos de tecnologia.

Via 9to5googleMotorola Support

Moto Z não substitui o Moto X, segundo a Lenovo

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Moto Z

Ontem (9), a Lenovo apresentou os seus novos smartphones top de linha, nos modelos Moto Z e Moto Z Force, além dos Moto Mods, módulos complementares para esses modelos. Muitos entenderam que eles seriam os sucessores da série Moto X, mas parece que não é isso o que vai acontecer.

Em uma coletiva de imprensa após o evento, os jornalistas questionaram os executivos se este era o fim da era Moto X. David Ruddock, executivo da Motorola, esclareceu por e-mail em um momento posterior que não era o ‘fim’ da série Moto X, que está viva desde 2013, e nem mesmo um período de transição. A nova série Moto Z era sim uma nova integrante da família Moto.

As dúvidas apareceram pelo fato do lançamento de ontem ser duplo, e que os protagonistas aspiravam ser uma opção para a linha mais alta da empresa (como era o papel da série X em relação aos modelos inferiores na era pré-compra da Lenovo), com nomenclaturas que se encaixariam muito bem para essas interações: o Moto Z seria o novo Moto X, e o Moto Z Force o novo Moto X Force. Mas, não: de fato, o Moto X Force foi lançado recentemente em mercados selecionados.

O que dá a entender é que houve uma mudança de protagonismo, mas a Lenovo não fala disso claramente. Ou seja, os novos Moto Z são a opção para os usuários mais exigentes, papel que era da série Moto X, que fica como linha intermediária entre as séries Z e G.

É preciso ver como são as cartas que a Lenovo pretende jogar daqui para frente. Vendo as características do Moto Z e os Moto Mods, é de se imaginar que serão uma série que vai durar muito no mercado, e os modelos Moto X ficam para os usuários menos exigentes (que não veem os módulos como atrativos), olhando mais para o preço do dispositivo. Até o final de 2016 veremos como tudo vai se posicionar.

 

Via Android Police

Lenovo YAOFAT F2, um tênis que monitora sua atividade física

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Lenovo YAOFAT F2

A Lenovo apresentou na Lenovo Tech World 2016 um tênis esportivo com muita tecnologia, o Lenovo YAOFAT F2.

O produto foi desenvolvido com a Vibram e o segmento da Intel especializado na tecnologia para wearables, que oferece o diminuto circuito Curie (com sensor de pressão, acelerômetros e giroscópio). As três empresas trabalharam por mais de um ano nesse projeto, que apresentam o Lenovo YAOFAT F2 como um protótipo final, pendente de decisão de lançamento ou não.

O Lenovo YAOFAT F2 oferece um sistema de monitoramento de atividade física, contando passos e estimando calorias queimadas. Só faltou um sensor cardíaco por motivos óbvios. Seu design é de um tênis esportivo convencional, mais pensado nas caminhadas do que nas maratonas. Disponível nas cores vermelho e branco, ele parece ser bem discreto, até que as luzes LED integradas no calçado se acendam.

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O tênis conta com baterias de 300 mAh, que alimentam sua funcionalidades. O dispositivo pode ser recarregado de forma sem fio, com a ajuda de um suporte Qi criado para a ocasião. Sua autonomia de bateria é de dez dias de uso, com a monitorização ativa por dez horas por dia.

Nada disso teria sentido se não houvesse um local para ver as informações sobre as atividades, e isso é possível através do smartphone (via Bluetooth 4.1). O aplicativo automatiza o envio dos seus dados nas redes sociais, e é capaz de controlar as atividades em alguns jogos de videogame, como o Dance Dance Revolution.

A seguir, um vídeo promocional e mais imagens do Lenovo YAOFAT F2.

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Como é o smartphone enrolável da Lenovo

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A Lenovo apresentou ontem (9) durante a Lenovo Tech World um smartphone flexível que pode ser enrolado no pulso, como se fosse um smartwatch gigante, além de um tablet flexível que pode ser dobrado ao meio.

Foi uma das grandes surpresas do evento, onde a empresa apresentou o primeiro smartphone com Project Tango, o Lenovo Phab2 Pro, e os novos smartphones modulares top de linha Moto Z, com um conector inteligente e os MotoMods.

O  smartphone flexível da Lenovo é um protótipo em desenvolvimento, colocando a empresa na briga dentro do segmento, ao lado da Samsung e LG. O dispositivo pode ser enrolado no pulso na forma de bracelete, e é provável que o design definitivo funcione como relógio inteligente. Sobre o tablet flexível, ele funciona como tal no modo estendido, e pode ser dobrado, se transformando em um smartphone com tela de grandes dimensões.

Os dispositivos são impressionantes, apesar não serem exatamente discretos para se usar no pulso. As imagens vistas de longe até dão a impressão que a tela está quebrada, mas na verdade não está: temos aqui um truque de software por parte da Lenovo, que faz com que a tela “quebre” quando alguém dobra o smartphone no pulso.

São muito interessantes essas inovações, que devem movimentar um mercado que ainda está muito parado. Mostra uma Lenovo/Motorola na vanguarda da tecnologia. Infelizmente, não há previsão para o lançamento desses produtos, mas já podemos começar a sonhar com um futuro incrível que está por vir.

 

Via Slashgear

Moto Z é o primeiro smartphone sem conector para fones de ouvido

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Moto Z sem conector de fones de ouvido

O Moto Z, apresentado hoje (9) pela Lenovo/Motorola, é o primeiro smartphone a não mais contar com um conector específico para fones de ouvido de 3.5 mm.

Muito se especulou sobre o fim dos conectores de 3.5 mm. A marca que mais se prometeu que isso poderia acontecer foi a Apple, com o rumor que o seu próximo iPhone eliminaria tal conector para usar os fones conectados via Lightning.

Mas enquanto esperamos por mais novidades nesse sentido, nenhuma das grandes marcas se atreveu a eliminar um conector universal, que permite que qualquer fone encaixe em qualquer smartphone.  E depois de marcas menos conhecidas como a LeEco, que apresentou os primeiros smartphones sem conectores para fones de ouvido, a Motorola deu o passo com o seus novos modelos Moto Z, mas isso não foi mencionado durante a sua apresentação oficial.

Um smartphone sem conector para fones de ouvido. Muitos estavam imaginando que a Motorola venderá fones com conector USB Type C para fazer dinheiro com isso, mas não é tão simples. O que a Lenovo fez foi incluir na caixa do mesmo smartphone um adaptador USB–C ao conector de 3.5 milímetros para conectar qualquer fone de ouvido.

Tanto o Moto Z como o Moto Z Force não contarão com o conector, usando o mesmo tanto para carga como para áudio. Por não terem comentado isso na apresentação, não contamos com os motivos pelos quais o conector foi eliminado, ainda que por conta da baixa espessura do smartphone, podemos pensar que esse era um inconveniente que precisava ser eliminado.

Moto Z e Moto Z Force, novos smartphones top de linha da Lenovo

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A Lenovo anunciou oficialmente os seus novos smartphones top de linha (ou os novos tops de linha da Motorola), na linha Moto Z, abandonando oficialmente o termo Moto X, que era utilizado até agora para batizar os seus smartphones mais completos. Os novos Moto Z  e Moto Z Force não mudam apenas no nome. Recebem um perfil técnico vitaminado e um design ultrafino que não passa desapercebido.

Os vazamentos, mais uma vez, foram precisos, e todos os dados técnicos já eram conhecidos. Os smartphones chegam acompanhados de uma boa gama de acessórios, os MotoMods, que são módulos traseiros que ampliam suas funções.

Se algo chama a atenção no Moto Z é o seu design. O novo top de linha da Motorola possui um chassi ultrafino de apenas 5.2 milímetros de espessura. Resta saber como isso afeta sua autonomia de bateria. De qualquer forma, o modelo é também resistente à gotas de água (nada de mergulhos com ele).

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O Moto Z possui uma tela de AMOLED de 5.5 polegadas (Quad HD, 543 ppp). É um modelo 0,2 polegadas menor em relação ao Moto X Style, que contava com a mesma resolução de tela. O sensor de digitais, uma carência da geração anterior, está de volta.

Os vazamentos confirmaram também a presença do processador Qualcomm Snapdragon 820 com GPU Adreno 530. O chip trabalha em conjunto com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, expansíveis via microSD de até 2 TB. Nas câmeras, o Moto Z recebe um sensor traseiro de 13 MP com estabilizador ótico e foco a laser. O sensor frontal possui 5 MP de resolução, com lente grande angular e flash LED. A Lenovo garante que a bateria desse smartphone aguenta um dia completo de uso sem recarga, que pode ser feita pelo modo TurboPower, obtendo assim sete horas de autonomia com apenas 15 minutos de recarga.

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O Moto Z chega acompanhado de uma coleção de acessórios, o MotoMods. Eles ampliam as possibilidades de uso do dispositivo e lembra os Friends do LG G5, com a diferença que os Mods se acoplam à carcaça traseira, como se fossem intercambiáveis.

Mas os MotoMods vão além de oferecerem um diferencial no seu design. Eles se conectam à porta traseira do Moto Z e oferecem funções adicionais como integrar um alto-falante JBL SoundBoost, ou o micro-projetor Insta-Share, que se transforma em uma tela de até 70 polegadas.

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A baixa espessura tem um preço, e um dos MotoMods está destinado a ampliar a duração da bateria. Com o Power Pack (disponível em vários designs), a Lenovo garante até 20 horas de uso intensivo.

A Motorola leva os MotoMods a sério, e garante que eles serão compatíveis com futuras gerações da linha Moto Z. Além disso, a empresa abriu o Programa de Desenvolvedores para que a comunidade possa aproveitar o sistema e criar suas próprias ideias. Para fomentar a acolhida da proposta, o Lenovo Capital and Incubator Group vai oferecer US$ 1 milhão para a empresa ou desenvolvedor que inventar o melhor Moto Mod.

Além dos MotoMods, a Motorola também oferece as Style Shells, cases protetores que contam com finalidade totalmente estética. Teremos cases com materiais como madeira, couro e tela estampada.

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O Moto Z chega ao mercado durante o verão norte-americano, em oferta exclusiva da operadora Verizon (como Moto Z Droid Edition), mas sem os MotoMods. Para o Moto Z normal e os novos acessórios, o lançamento só acontece em setembro. Preços dos smartphones e dos módulos não foram revelados.

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Lenovo Phab2 Pro, o primeiro smartphone com Project Tango

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A Lenovo apresentou o primeiro smartphone com a tecnologia Project Tango da Google. O Lenovo Phab2 Pro foi anunciado durante a Lenovo Tech World 2016.

A nova tecnologia chega para tirar proveito da realidade aumentada, mapeando tudo ao nosso redor em três dimensões. Está materializada em um dispositivo acompanhado de dois irmãos menores, com aparência similar, mas sem a tecnologia com a qual a Google quer reinventar a navegação.

Em janeiro de 2015, a Google anunciou que o Project Tango sairia de sua incubadora, e poucos meses depois chegava o seu primeiro kit para desenvolvedores. A Lenovo criou depois um grupo especial para trabalhar com a Google e seus produtos Android, Chrome OS e Project Tango, e o primeiro grande produto é o Lenovo Phab2 Pro.

Esta tecnologia utiliza as câmeras do smartphone para mapear nosso redor em três dimensões, percebendo a profundidade, as dimensões e a área, e seus sensores atualizam constantemente a posição do dispositivo, unindo toda essa informação em um único modelo tridimensional. O smartphone vai identificar nossa posição, oferecendo uma melhor navegação. A Lenovo mostrou aplicativos de realidade aumentada para a criação de mundos e decoração doméstica.

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O dispositivo que estreia esse novo conceito é o Lenovo Phab2 Pro, que conta com corpo metálico unibody e tela IPS QHD de 6.4 polegadas (454 ppp), com cristal arredondado em 2.5D. No seu interior, temos um processador Qualcomm Snpadragon 652 adaptado ao Tango, 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno.

O conjunto será alimentado por uma bateria de 4.050 mAh com modo de recarga rápida, e contará com sensores G/P/L, E-Compass, giroscópio, sensor de granizo e de vibração. Terá quatro câmeras, uma frontal de 8 MP, uma traseira de 16 MP e outras duas câmeras de profundidade e captura de movimento na parte traseira.

O modelo incluirá uma tecnologia de som Dolby Atmos, e será o primeiro capaz de gravar áudio em Dolby 5.1. O microfone terá um cancelamento de ruídos, e acompanhará um escâner de digitais, um modo de uso com uma das mãos e o sistema operacional Android 6 Marshmallow.

O Lenovo Phab2 Pro terá preço inicial sugerido de US$ 499. Levando em conta o fator de inovação do produto, o preço é muito competitivo.

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O dispositivo terá dois irmãos menores: o Lenovo Phab2 e Phab2 Plus. Os dois contarão com o mesmo acabamento metálico unibody e a mesma tela de 6.4 polegadas, mas não contarão com o Project Tango. Recebem 3 GB de RAM, 32 GB de armazenamento e baterias de 4050 mAh.

A diferença entre os dois modelos é que o Lenovo Phab2 Plus terá um processador MediaTek MT8783, câmeras de 13 MP e 8 MP, dimensões de 88,4 x 173,3 x 5,5-9,6 mm e peso de 218 gramas. Já o Lenovo Phab2 possui o processador MediaTek MT8735, câmeras de 13 MP e 5 MP, dimensões de 88,9 x 174,9 x 6-9,6 mm, com 200 gramas de peso.

Os três dispositivos começam a ser enviados para as lojas no final de agosto, e chegam ao mercado em setembro. Os modelos Lenovo Phab2 e Phab2 Plus custarão US$ 199 e US$ 299, respectivamente. O Lenovo Phab2 Pro com Project Tango custará US$ 499.

Moto E (2016) e suas primeiras pistas em documentos vazados

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Supostos documentos de certificação confirmam a existência do Moto E (2016), pelas mãos da Lenovo.

Esta renovação foi muito debatida na ocasião da apresentação do Moto G4, onde a própria Lenovo deu a entender que o Moto G4 Play seria o substituto do Moto E, por ser menor e menos potente que os demais modelos dessa série. Porém, logo depois disso, um vazamento do GeekBench indicou que um modelo ainda mais modesto estaria a caminho, e agora a certificação Bluetooth dá as pistas do que pode ser mesmo o Moto E 2016. Lembrando: de forma oficial, nada está confirmado.

As folhas de certificação estão ligadas à Lenovo, mas não sabemos exatamente sobre qual dispositivo pode corresponder. Mas o fato de aparecer o nome Motorola no documento, combinado com as características, nos leva a pensar que estamos diante da renovação do Moto E (ou Moto E3, ou Moto E 2016 by Lenovo).

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De acordo com o que foi visto no GeekBench, o novo (ou novos) Moto E 2016 (não sabemos se terá mais de um modelo) terá uma tela de 5 polegadas (HD, 294 pixels por polegada), dando um salto em relação às 4.5 polegadas (qHD) do modelo de segunda geração. O dispositivo será gerenciado pelo processador MediaTek MT6735, e aqui teremos um downgrade (na teoria) no desempenho em relação ao Qualcomm Snapdragon 410 do ano passado, e essa mudança pode ser feita para deixar o dispositivo mais barato, pois o processador da MediaTek é mais econômico.

A memória RAM chegaria aos 2 GB, e teríamos 16 GB de memória interna. Não está descrito se possui microSD ou não. O conjunto de câmeras ficaria com 8 MP para o sensor traseiro e 5 MP para o frontal. Todo o conjunto seria gerenciado pelo Android 6.0 Marshmallow praticamente puro, tal e como a Motorola fazia, e como a Lenovo segue fazendo. Preços não foram revelados, mas especula-se que o modelo ficaria na casa dos 100 euros.

Se tudo for confirmado, a diferença entre o Moto G4 Play e o Moto E 2016 é mínima na parte técnica. Veremos se a diferença do processador afeta no preço dos dois produtos. Nas próximas semanas teremos mais notícias sobre o suposto novo smartphone de entrada da linha Moto, se é que ele será uma realidade. E ficaremos atentos à possíveis datas de apresentação, uma vez que o Moto E nunca teve uma janela de apresentações fixa (primeira geração em maio, segunda geração em fevereiro).

Via GSMArena

Misterioso vídeo insinua volta do Moto RAZR (em formato flip)

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A Motorola liberou um vídeo de nome ‘Moto 06.09.16’, que faz menção para a data que acontece a Lenovo Tech World 2016 na cidade de San Francisco (EUA), onde vemos várias referências a um de seus smartphones mais míticos: o Moto RAZR V3.

Todos os rumores envolvendo a Lenovo Tech World indicam para a renovação da família Moto X, que deve mudar de nome para Moto Z. Mas hoje, tudo muda: o vídeo pode insinuar a volta do Moto RAZR, um dos celulares mais vendidos e queridos da década passada.

O vídeo mostra claras referências ao mítico RAZR V3, tudo com uma temática que remete ao início do século, onde parece ser um colégio ou universidade. No final do vídeo, aparecem as letras ‘TTYL’ ou “Talk to you later”, ou “falo com você depois”, fazendo referência à linguagem utilizada nos SMSs, com a data de 9 de junho de 2016 em destaque.

Na descrição do vídeo, há um link que nos leva a um formulário de registro da Motorola, e nada mais.

Será que a Motorola vai se atrever a reviver um dos seus dispositivos mais queridos? Vale lembrar que eles retomaram a marca RAZR em smartphones Android a alguns anos, mas o resultado não foi tão bom como o esperado.

Logo, só nos resta esperar. Hello, Moto!

Moto G4, Moto G4 Plus e Moto G4 Play são oficiais

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A Lenovo (ainda usando a marca Motorola para esse lançamento) anunciou oficialmente a chegada da quarta geração da linha Moto G, nos modelos Moto G4, Moto G4 Play e Moto G4 Plus. A nova versão é maior em tudo: tela, hardware mais potente, adicionou leitor de digitais (no modelo Plus) e, por conta de tantas mudanças, tem um preço mais elevado.

Os novos Moto G4 e Moto G4 Plus também recebem uma câmera melhor, e são os primeiros smartphones dessa série 100% desenvolvidos sob o controle da Lenovo. O salto na tela do dispositivo é algo considerável, saindo das 5 polegadas do modelo lançado no ano passado para as atuais 5.5 polegadas. O mesmo acontece com a resolução, que sobe da HD para Full HD, o que valoriza o dispositivo. Para completar, é uma tela que está protegida com a película Corning Gorilla Glass 3. O smartphone pesa 155 gramas, com dimensões de 153 x 76,6 x 9-9,8 mm.

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O Moto G de quarta geração recebe um processador Qualcomm Snapdragon 617 octa-core (ARM Cortex-A53) de 64 bits, com fabricação de 28 nanômetros e acompanhada de uma GPU Adreno 405. É uma melhoria importante em relação ao Snapdragon 410 da terceira geração. Há diferentes opções de RAM que condicionam os modelos: 2 GB de RAM para o Moto G4 de 16 GB, enquanto que no modelo Plus, há duas variantes: 2 GB/16 GB e 3 GB/32 GB. Todos recebem slot para cartões microSD de até 128 GB.

Obviamente a bateria também é maior: todos os modelos passam a contar com 3.000 mAh. O carregador rápido permite que 15 minutos de carga sejam capazes de oferecer até seis horas de uso. O modelo é compatível com as redes LTE-A (Cat 7), e todas as versões recebem o sistema operacional Android Marshmallow, com os adicionais próprios como Moto Display e Moto Actions.

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São smartphones praticamente idênticos na sua estética e nas características técnicas, mas algumas coisas justificam a diferença de preço maior. Por exemplo, as câmeras traseiras dos dois modelos são diferentes: no Moto G4 normal temos um sensor de 13 MP (f/2.2), enquanto que no Moto G4 Plus o sensor é de 16 MP (f/2.0, assinado pela Omnivision e com tecnologia PureCel Plus), com sistema de foco por laser com detecção por contraste. Nos dois casos, a câmera frontal é de 5 MP.

Outra diferença importante entre os dois modelos é que apenas o Moto G4 Plus recebe o leitor de digitais. Sem falar que os dois modelos são compatíveis com o modo de recarga rápida através do carregador Turbo Charging, mas apenas o modelo Plus traz esse carregador de série. No Moto G4 normal o cliente terá que adquirí-lo em separado.

Especificações: Moto G4

– Tela de 5.5 polegadas (1920 x 1080 pixels, 401 ppi) com Corning Gorilla Glass 3
– Processador Qualcomm Snapdragon 617 octa-core com GPU Adreno 405
– 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento (expansível via microSD de até 128 GB)
– Câmera traseira de 13MP com flash LED de dois tons, abertura f/2.2, gravação de vídeo a 1080p
– Câmera frontal de 5MP com sensor OmniVision OV5693, lente grande-angular de 84 graus
– Android 6.0.1 Marshmallow
– Conectividade: 4G LTE, WiFi 802.11 b/g/n, Bluetooth 4.1, GPS
– Bateria: 3.000 mAh com carregamento turbo
– Dimensões: 153 x 76,6 x 7,9 – 9,8 mm e 155 g

 

Especificações: Moto G4 Plus

– Tela de 5.5 polegadas (1920 x 1080 pixels, 401 ppi) com Corning Gorilla Glass 3
– Processador Qualcomm Snapdragon 617 octa-core com GPU Adreno 405
– 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento, ou 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 128 GB)
– Câmera traseira de 16MP com flash LED de dois tons, sensor OmniVision com pixels de 1.3um, abertura f/2.0, autofoco por laser e por detecção de fase, gravação de vídeo a 1080p
– Camera frontal de 5MP com sensor OmniVision OV5693, lente grande-angular de 84 graus
– Android 6.0.1 Marshmallow
– Conectividade: 4G LTE, WiFi 802.11 b/g/n, Bluetooth 4.1, GPS
– Bateria: 3.000 mAh com carregamento turbo
– Dimensões: 153 x 76,6 x 7,9 – 9,8 mm e 155 g
– Leitor de digitais na parte traseira

ATUALIZADO em 17/05/2016 @ 11h25

Também foi lançado o Moto G4 Play, modelo intermediário entre o G4 normal e o G4 Plus. O modelo é o mais básico dessa nova série, contando com o mesmo processador Qualcomm Snapdragon 617, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento e bateria de 2.800 mAh. É pensado naqueles que querem o seu primeiro smartphone, e só chegará ao mercado global a partir de agosto.

O Moto G de quarta geração estará disponível nas cores preto e branco, com preços de 169 e 199 libras no reino unido para os modelos normal e Plus. No Brasil, o Moto G4 Plus custará a partir de R$ 1.499, o Moto G4 tem preço sugerido de R$ 1.299, e o Moto G4 Play ainda não tem preço oficial sugerido.

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